La niña buena 2

Valentín se deitou na cama. A mulher dele já tinha parado de rezar e estava dormindo. Ele não conseguia dormir.
Sentia um remorso enorme pelo que acabara de fazer com a filha. Não entendia como ele, um homem decente, tinha conseguido fazer aquilo com uma mulher, e ainda por cima com a própria filha. Mas... ela tinha provocado. Com aquele comportamento, com aquele corpo que convidava ao pecado. As... lindas... calcinhas dela. Os peitos dela presos naquele sutiã minúsculo. Aquele rostinho lindo que olhava pra ele com descaramento. Tinha sido ela quem provocou. Mas não ia acontecer de novo nunca mais. Ele ia conversar com ela. Ia obrigá-la a ser a menina boazinha que sempre foi.
Fechou os olhos, mas a única coisa que viu foi o rosto da filha, sorrindo, todo lambuzado de porra. Como ela ousou fazer aquilo? Ele, que com a mulher o sexo era recatado, quando acontecia. E cada vez acontecia menos. No entanto, tinha pegado a filha pelo cabelo e gozado na cara dela. E tinha gostado. Tratou ela como a putinha que era. Quando percebeu, já estava com o pau duro de novo. E era por culpa... dela. Daquela vagabunda em que a filha dele tinha se transformado. Ele não tinha culpa. Ela provocava. Precisava de uma lição.
Levantou-se e foi até o quarto da filha. Entrou sem bater, fechou a porta e acendeu a luz. Diana abriu os olhos, apertando-os pra se acostumar com a claridade repentina.
— O que você quer, papai?
Valentín não disse nada. Chegou perto da cama da filha e arrancou os lençóis. Admirou aquele corpo de novo. Olhou nos olhos dela, cheios de desejo, mas o que viu nos olhos dela era... terror.
— Mas o que você tá fazendo, pai? Você tá louco? Não vê que sou sua filha?
Ele ficou paralisado. De repente, entendeu o que tinha estado prestes a fazer. A abominação que ia cometer. Sentiu tontura, nojo.
— Ah... minha filha... me... desculpa... não sei o que deu em mim.
Ela olhava pra ele com o medo estampado na cara. Se cobriu como pôde com as mãos. Valentín se desculpou de novo e se virou pra ir embora. Quando ia abrir a porta, a sua menininha o Chamou com aquela voz doce de sempre.
—Papai...
Ele se virou.
—Diz, minha...
Diana estava com as pernas abertas. O olhar dela já não era de terror. Era o olhar de... de uma foxy!
—Papai, adorei seu gozo. Você foi tão rápido que nem viu como eu tomei tudo. Não lavei o rosto, então com certeza ainda sinto o cheiro do seu gozo.
Valentín estava confuso. O que estava acontecendo? De repente, Diana começou a rir.
—Kkkkkkk, bunda mole. Você devia ter visto a cara que fez quando entrou no quarto! Kkkkk e agora também está muito engraçada. O que ia fazer comigo? Bater ou... me foder?
Valentín sentiu o sangue ferver nas veias. Aquela sem-vergonha estava rindo dele. Brincando com ele. Não ia deixar isso passar. Se jogou sobre ela e a forçou a virar de costas. Ela continuava rindo. Ria dele. Era uma foxy! Agora ia saber o que se faz com putas como ela. Com a mão aberta, bateu naquelas nádegas, mal cobertas pela calcinha pequena. A bunda dela ficou vermelha, com a marca da mão dele.
Mas ela não chorou. Continuou rindo.
—Kkkkk! Papai! É assim que se sente homem? Batendo numa mulher? Você é patético! Kkkkk
Valentín tinha a mão levantada para dar outro tapa. Mas parou. Se a filha dele era uma foxy, então ia tratá-la como tal. Com as mãos fortes, rasgou e arrancou a calcinha, jogando-a na parede. Na frente dele ficou aquela bunda linda. Era redondinha. Ficou olhando, respirando pesado. A pica pulsava dentro do pijama. Diana virou a cabeça para olhar pra ele.
—Por que fica olhando minha bunda se não sabe o que fazer com ela?
—Você é uma foxy, Diana. Agora vai ver o que eu faço com a bunda de uma foxy.
Abaixou a calça e a pica dura saltou. Diana olhou pra ela, com tesão. Adorava a pica do pai, mas resolveu brincar mais um pouco com ele. Fechou as pernas.
—Ai... que medo, papai... Vai me foder?
Valentín tentou abrir as pernas da filha, mas ela fez força e manteve fechadas.
—Abre as pernas, puta. !
—Você não sabe abrir sozinha?
Ele tentou de novo, mas ela fez força e riu de novo. Então deu outra palmada com a mão aberta.
—Falei pra abrir as pernas!
—Hahahaha. NÃO!
Ele levantou a mão pra bater pela terceira vez, mas Diana abriu as pernas, olhando nos olhos dele. Levantou um pouco a bunda tentadora.
—Já tão abertas. E agora?
Valentín olhou. Aquela era a bunda mais gostosa que ele já tinha visto na vida. Viu o buraquinho escuro e mais embaixo o começo da frestinha da buceta da filha. O peito dele subia e descia no ritmo da respiração pesada.
—Só sabe olhar? — disse Diana, desafiadora.
Olhar? Agora aquela puta ia saber o que é bom. Apoiou a ponta do pau na bunda e, com um só empurrão, enfiou até o fundo. Doeu nele, mas pelo grito da filha, doeu mais nela.
Pegou ela pelo cabelo e fez ela olhar pra ele.
—Agora você vai saber o que é bom, puta! Se se comporta como uma gostosa, vou te tratar como uma gostosa.
Começou a meter com força, enfiando e tirando o pau duro da bunda da 'menina boazinha'. Ela olhava pra ele com os olhos semicerrados. Nos olhos dela, ele não viu medo, só prazer, luxúria. Diana mordia o lábio inferior com força. O pau duro do pai doía, mas tava matando ela de gosto. A buceta dela escorria. Os bicos dos peitos doíam de tão duros que estavam.
—Era isso que você queria? Que te comesse no cu como uma puta suja?
—Aaaaaaah Sim. sim, siiiiiiiim sou sua puta... me fode como uma puta...
A dor deu lugar ao puro prazer. Pela primeira vez na vida, Diana gozou enquanto o pai comia ela. Sentiu o corpo todo se tensar, as mãos se fecharam com força, agarrando os lençóis, e os espasmos da bunda apertavam o pau duro que continuava atravessando ela.
—Mas olha que gostosa você é, Diana. Tá gozando igual uma vagabunda enquanto eu te como no cu...
—Aaaaaaah sim... papai... siiiiiim
—Então vou encher de porra pra você lembrar. a noite toda de tão puta que você é!
Valentín ainda sentia os espasmos da bunda da Diana quando começou a gozar, enchendo o cu da menina boazinha. A cada jato quente que soltava, dava uma enfiada forte, enterrando a pica até o fundo. Mandou umas cinco porradas quentes lá no fundo do cu gostoso. E durante todo esse tempo, a Diana gozava.
Depois, tirou a pica, dura, brilhando, cheia do esperma dele.
— Agora me limpa a pica, rabuda!
O olhar da Diana era de amor. Com cuidado, meteu a pica do pai na boca, chupou, lambeu, até deixar bem limpinha. O olhar dela já não era mais o de uma puta. Era o olhar da menina boazinha dele. Só que a menina boazinha dele tava com a pica na boca.
— Papai... já tá limpinha a pica.
— Assim que eu gosto. De agora em diante, você já sabe quem manda aqui em casa. E se não gostar, cai fora.
Ele se levantou, subiu a calça e foi embora.
A Diana ficou na cama. Até agora, ela sempre tinha mandado nos homens. Manipulava eles do jeito que queria. Deixava eles comendo na mão dela, conseguindo deles o que bem entendia. Eles eram tão... previsíveis, tão simples. Bastava um cair de pálpebra, um sorrisinho, e eles derretiam aos pés dela. Bastava abrir as pernas, deixar foder dois minutos, e já tinha um dez na prova. Bastava se ajoelhar na frente do professor da vez, fazer cara de menina boazinha e sorrir enquanto enchiam a boca ou a cara dela de porra, pra não ter que fazer trabalho nenhum.
Agora, finalmente, tinha encontrado um que tratava ela como o que ela era: como uma puta. O pai dela. O cu ardia. Ele tinha fodido ela na brutalidade e ela tinha adorado. Se sentiu dominada. Pela primeira vez, tava nas mãos de um homem que soube colocar ela no lugar dela. Se encolheu e dormiu.
Valentín também dormiu. Tinha deixado bem claro pra filha quem mandava em casa.
No domingo, amanheceu um dia radiante. A mãe da Diana tinha se levantado cedo e ido pra missa. Valentín se levantou e tomou um banho rápido. Quando saiu do No quarto, encontrou Diana na cozinha. Ela estava usando um pijama normal, bem comportado, e tomando um copo de leite com bolachas.
— Bom dia, papai.
— O que você está fazendo vestida assim?
Diana olhou para ele, estranhando. Achou que ele gostaria de vê-la como estava vestida antes.
— Bem... achei que você ia gostar que eu me vestisse... assim.
— Você está vestida como uma garota decente, e você é uma putinha. Então agora você se veste como a putinha que é, ou vai saber o que é bom. Eu vou te dizer quando e onde você pode se vestir como uma garota decente. Entendeu?
— Sim, papai.
Diana saiu correndo para o quarto. A bucetinha molhou na hora. O lado submisso dela estava aflorando. Vestiu uma saia curta, bem curta, uma blusa branca amarrada na frente, deixando o umbigo de fora, sem sutiã. E pintou os lábios carnudos de um vermelho intenso. Olhou no espelho.
— Pareço mesmo uma puta gostosa — disse para si mesma.
Voltou para a cozinha. O pai a olhou de cima a baixo. Os mamilos marcavam como dois bicos duros.
— Assim está melhor. Agora você parece o que é.
— Obrigada, papai.
— O que você estava fazendo?
— Tomando um copo de leite com bolachas?
— Leite com bolachas? As bolachas até vai, mas o leite que você estava tomando não é o certo.
— Não? E qual é o certo?
— Vem cá.
Ela parou na frente do pai. Ele a olhava de um jeito que a excitava. Estava com muito tesão.
Valentim olhava para aquela mulher linda, sua linda filha, pintada como uma vagabunda. Vestida como uma puta. Sentia-se atraído como se ela fosse uma sereia, mas não se deixaria enganar pelo canto dela. Quem mandava era ele.
— Fica de joelhos.
— Sim, papai.
— Acho que você já sabe onde está o leite que você vai tomar a partir de agora, né?
— Acho que sim.
— Então vai. Toma.
Olhando nos olhos dele, abaixou a calça do pijama. A cueca não conseguia esconder o volume enorme que o pau fazia. Quando abaixou, pulou como uma mola. Não tinha dúvida de que o pai tinha um pau bom, e com certeza a idiota da mãe não aproveitava ele. Mas ela com certeza ia aproveitar.
Ela colocou seus lábios vermelhos em formato de coração e deu um beijinho na ponta da pica. Esticou a língua e lambeu. Estava salgadinha. Do olho cego da ponta escorria um líquido transparente que ela recolheu com a língua antes de saborear.
Sem usar as mãos e sem perder contato visual, foi enfiando a pica na boca. Valentin olhava extasiado enquanto aqueles lábios vermelhos iam engolindo a pica dele. Quando três quartos estavam dentro da boca quente, Diana parou.
— Por que você parou?
— É que não cabe mais — respondeu, tirando ela.
— Como? Uma boa puta tem que engolir toda a pica que derem pra ela. Você é uma boa puta?
Um fiozinho de lubrificação molhou a calcinha dela. Ela adorava quando o pai a chamava de puta, quando a tratava como uma puta suja. E ela ia ser a melhor puta para o pai, então enfiou a pica de volta na boca. Devagar, levou até o ponto que nenhuma outra das tantas rolas que tinha chupado tinha chegado.
O pai dela segurou a cabeça dela e puxou para perto. Quando a ponta da pica roçou o fundo da garganta de Diana, ela engasgou e tirou ela da boca.
— Sua vadiazinha!
Segurou a cabeça dela e enfiou de novo. Dessa vez segurou firme para ela não tirar a cabeça. Ela engasgou de novo, mas a pica não se mexeu. Valentin tirou um pouco, para passar o engasgo. Dos lindos olhos de Diana caíam duas lágrimas por causa do reflexo. E ela babava muito, a ponto de a saliva escorrer pela pica até as bolas do pai e pingar no chão.
— Vamos de novo, putinha.
Empurrou a cabeça dela, fazendo ela engolir a pica. Dessa vez enfiou um pouco mais que antes, e os engasgos voltaram.
— Aguenta...
Manteve a pica por alguns segundos e tirou. Diana respirou fundo. Os olhos dela estavam cheios de lágrimas e da boca pendiam fios de saliva grossa, mas no rosto dela havia um sorriso.
— Isso, isso, putinha. Agora você vai engolir ela toda.
Começou a enfiar e quando chegou ao ponto onde vinham as ânsias, continuou enfiando, enfiando, até que a pica inteira desapareceu dentro da boca. O nariz de Diana tocava o púbis do pai. E ela sentia a pica toda na boca, na garganta. Não conseguia respirar, mas estava feliz. Depois de alguns segundos, o pai soltou a pressão da cabeça e a pica saiu suavemente.

– Viu, papai? Sou uma putinha boa. Engoli sua pica toda.

Ela dizia com orgulho, feliz. Nunca pensou que conseguiria engolir uma pica daquele jeito.

– Muito bem, putinha. Muito bem. Vamos ver como você faz.

Valentín tirou as mãos. Queria ver ela fazer sozinha. Viu como ela abria a boca e levava até a pica. Como entrava. Como fechava os lábios, que quase não tinham mais batom, em volta da vara dura dele, e como começava a engolir.

Quando sentiu a ânsia chegando, lutou para evitar e continuou enfiando a pica até que o nariz dela batesse de novo no pai. Olhou para ele com os olhos lindos.

– Aggggggg que gostoso, Diana... que delícia... você mama...

Vencida a sensação de vômito, Diana começou a se mexer para frente e para trás, fazendo a pica entrar e sair da boca. Às vezes só enfiava até a metade e chupava, lambendo com a língua. Outras vezes engolia tudo e segurava por uns segundos no fundo da garganta.

– Ummm, assim que eu gosto... assim que se mama uma pica. Você vai ser uma putinha boa para o papai.

Diana não lembrava de ter ficado tão tesuda na vida. O prazer de estar sendo usada pelo pai era imenso, assim como era imenso o prazer que Valentín sentia ao foder a boca da filha linda. Literalmente fodendo a boca dela.

Sentiu que ia gozar. Agarrou a cabeça de Diana com as mãos e começou a se mexer, para dentro, para fora, fundo, na boquinha da menina.

– Aggggggg vou... gozar... engole tudoooooo

Com a pica alojada no fundo da garganta, começou a gozar. Os primeiros jatos caíam direto no esôfago de Diana, que sentia descendo. calientes. Diana fechou os olhos e gozou, sem se tocar. Gozou de prazer ao ser usada pelo pai daquele jeito tão selvagem. A cada jato de porra que descia garganta abaixo, Valentín dava uma estocada. Os dois últimos jatos ele cuspiu na boca dela, tirando a pica da garganta, pra ela saborear aquela porra gostosa. Quando tirou a pica da boca dela, completamente cheia de saliva, ela ainda estava de olhos fechados. Os dois respiravam ofegantes. Os dois se recuperando dos fortes orgasmos. Diana abriu os olhos e olhou pro pai. — Eu fiz bem? — Você fez muito bem. Diana sorriu, feliz. CONTINUA.

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