Familia de putas 1

O jantar de Ano Novo na casa da minha esposa foi a experiência mais surreal e maluca que, sem dúvida alguma, já aconteceu na história de uma família comum, por assim dizer. Nenhum dos presentes naquela reunião imaginaria que terminaria daquele jeito. Não é preciso que acreditem em mim, mas os detalhes e os acontecimentos que vou relatar a seguir vão deixar dúvidas em pelo menos alguns de vocês.

Pois bem, lá vai: tudo estava pronto naquele dia. A comida, a bebida, a mesa posta… só faltavam os convidados. Os primeiros a chegar foram um amigo da minha esposa, um alemão que ela conheceu na universidade e que tinha um nível socioeconômico bem bom. Ele e a mãe tinham vindo à cidade para tratar de uns investimentos em imóveis. A mãe dele era mexicana, meio baixinha, pele morena, peitos grandes e gostosos, e uma bunda durinha. O filho pagava a academia dela fazia uns três anos, e desde o divórcio ela não fazia outra coisa senão malhar. Para o jantar, ela usou uma calça social super justa que não deixava nada à imaginação – ela tava exibindo aquela bunda firme. Além disso, a blusa decotada deixava ver as marquinhas dos seios, dava até pra notar a auréola roxa dos mamilos. Ela chegou cumprimentando meus sogros, os dois com mais de 40 anos. O velho era alto e gordo, e a esposa, minha sogra, era bem magrinha e baixa, sem bunda e sem peitos – pra ser sincero, a senhora não empolgava muito.

Depois apareceu minha esposa. Ela tinha passado a tarde toda se arrumando, e quando finalmente saiu do quarto para cumprimentar os primeiros convidados, eu vi aquele vestido vermelho metalizado colado no corpo bem torneado dela. Depois do nosso primeiro filho, surgiram curvas onde antes não existiam, além de que ela sempre teve uns peitões enormes. Ela cumprimentou o alemão com um beijo e depois a senhora Marta, a mãe mexicana do alemão. Conversamos um pouco na sala, e finalmente chegaram os últimos convidados: a prima da minha esposa, Antonieta, e o marido Quique, Antonieta era uma moça de moral um tanto duvidosa. Adriana, minha esposa, já tinha me contado todo o seu passado amoroso, e mais de dez caras figuravam na sua história. Naquele dia, Antonieta usava uma saia que deixava ver suas lindas pernas – talvez esse fosse seu melhor atributo, além do seu bumbum perfeito, firme e redondo, que, pra ser sincero, dava pra notar mesmo com a saia. O jantar transcorreu normalmente. A comida e a bebida foram fartas, Quique contava suas histórias engraçadas e todo mundo ria, além disso, o velho participava de vez em quando com um ou dois comentários. Era só risada e álcool, as garrafas vazias de cerveja, tequila, uísque e vinho só aumentavam. Até que alguém teve a ideia de colocar música e começou a dança, cada um com seu par. Depois de um tempo, todo mundo trocou de par. A senhora Marta agarrou o velho e começou a dançar com ele, encostando a bunda nele com um certo descaramento. Antonieta percebeu e entrou na brincadeira da senhora. Ambas soltavam seus passos de dança mais sensuais, como se aquilo fosse uma competição de quem parecia mais puta. O velho não aguentou mais e pegou dona Marta pela bunda com força, começando a beijá-la bem ali na frente de todo mundo. Naquele momento, minha parceira de dança era minha sogra, a esposa dele. Ela, com o olhar meio perdido de tanto álcool, tentou reagir, mas eu agi primeiro e a beijei. Na minha mente, pensei: "Aqui tudo vai pro caralho ou então todo mundo se diverte pra valer". Minha sogra correspondeu ao beijo. Já tinha percebido mais de uma vez dona Anita me olhando quando eu saía de toalha depois do banho ou passava pelo quarto justo quando eu me vestia, então a velha também estava ansiosa pra que aquilo acontecesse. Enquanto a beijava, vi de relance o alemão me encarando fixamente, como pedindo permissão pra agir com minha esposa. Lembro de apenas acenar levemente com a cabeça para que o cara se sentisse no direito de fazer isso. Os peitos da Adriana não demoraram a ficar à mostra – aquele decote era provocante. demais e o alemão começou a chupar os peitos da minha esposa sem piedade. Adriana, com o rosto vermelho de excitação, fechava os olhos e se deixava levar. Enquanto isso acontecia, no fundo do quarto, Antonieta nos observava com cara de espanto, até que Quique, seu marido, puxou seu braço para beijá-la também. Eu via o velho levar dona Marta até o sofá, ajoelhá-la na frente dele e forçá-la a chupar o pau. A depravação já tinha começado e todos participavam. Eu estava com o pau duríssimo e minha sogra também se ajoelhou e, na frente da filha e do marido, começou a me chupar. A vadia chupava minhas bolas e passava a língua de baixo até em cima.

O alemão já tinha deixado Adriana sem vestido, os peitos dela estavam à mostra e ele apertava sua bunda. Depois, pegou seus peitos e, ao apertá-los, começou a escorrer leite. Adriana ainda estava lactando, então os jatos de leite não paravam de sair. Aquele homem bebia o leite da minha esposa enquanto mordia seus mamilos, e minha mulher, de olhos revirados, gemendo como uma louca.

Por outro lado, dava pra ver Antonieta sentando no pau do marido. Dava pra ouvir ela gemer e dizer: "Me fode, papai, me fode, papai, pra eu parar de ser tão vadia!!!". Meu sogro estava metendo em dona Marta, que estava de quatro no sofá. De vez em quando, ele dava tapas fortes na bunda dela para castigá-la. Dona Marta gritava como uma vadia no cio, enquanto dizia: "Arrebenta minha bunda toda, arrebenta minha bunda toda, mete com força, cabrão!".

A senhora ouviu os gritos e gemidos e não hesitou em me deitar no sofá, bem ao lado da minha esposa. Depois, montou no meu pau e começou a se mover em círculos. Ela virou para olhar a filha, ou seja, minha esposa, e, com meu pau dentro, disse: "Vou comer o pau que você come, filhinha, pra ver se está tão gostoso quanto o do seu pai". E, se movendo em círculos, ela gemia e esfregava os peitos: "Uuuu, que gostoso esse pau, o pau que você come, filhinha. Uuu, que gostoso, todo durinho e gostoso. Por isso você sempre geme como uma vadia à noite, né? Por isso... Você geme e grita nas noites porque adora comer pau, uau, que delícia. Minha esposa, toda excitada com o que a mãe dela falava, apoiou os braços no sofá e, olhando para a minha cara enquanto eu comia a mãe dela, ofereceu o cu para o alemão, dizendo: "Arrebenta meu cu na frente do meu marido, para que ele veja como você me come". O alemão, com o pau quase feito de pedra de tão duro que estava, separou as nádegas da minha mulher e a atravessou por completo. Com os olhos quase virando de tanto prazer e a boca aberta, a putinha da minha esposa gemía e gozava naquele pau alemão, enquanto me dizia: "Olha para mim, amor, vê como estão me comendo, vê como este senhor está arrebentando meu cu, porra. Mãe, você também olha, olha como estão enfiando o pau todo na sua filhinha". Aí eu não aguentei mais e, com o movimento da minha sogra, meu gozo começou a jorrar, enquanto minha esposa continuava sendo fodida na minha frente. Finalmente, eu gozei e minha sogra aceitou minha porra, enquanto ainda via a putinha da filha dela sendo dominada por aquele homem estrangeiro... Continua.Familia de putas 1

6 comentários - Familia de putas 1

KARY3
para cuando la segunda parte y mas fotos