O menino dos recados 17

Naquela noite, jantamos só com os caras, não teve sexo, só conversa e risada, e assistimos um filme juntos. Acho que todo mundo precisava de uma folga. A única coisa que a gente falou sobre o grupo foi o que tinha rolado mais cedo com a Alicia e como ela estava. O Bastian disse que eles comeram no quarto, e que a senhora estava melhor, mas ainda em choque. Claramente, ela era muito mais recatada que as amigas dela.

Na manhã seguinte, acordei cedo, todo mundo ainda dormindo. Desci pra cozinha e encontrei a Martina. Pra ser sincero, ela tinha um corpo lindo, e se eu não tivesse visto a buceta dela com meus próprios olhos, nunca imaginaria que era um travesti. A gente começou a conversar numa boa, ela me contou a história dela, que era bem complicada, e me perguntou várias vezes sobre o Santi e a história dele. Quando terminei de tomar café com ela, fui pra piscina. Pulei e nadei uns lances só pra relaxar e, de quebra, curtir um pouco a tranquilidade da água. Num dos intervalos, vi que a Alicia estava parada na janela me olhando. Não dava pra distinguir direito, mas era o quarto da Carmen e o corpo denunciava. Decidi provocar ela um pouco, então saí da água e me deitei numa espreguiçadeira no sol, ajeitando ela de um jeito que ela pudesse me ver e eu pudesse vê-la, sem parecer óbvio. Me deitei e levantei minha bermuda pra deixar a maior parte das minhas pernas de fora. De vez em quando, massageava o volume pra ele ficar mais duro e marcar, e ela nunca parou de me olhar. Devemos ter ficado assim umas boas horas, até que a Martina apareceu pra me oferecer algo pra beber. Virei pra responder ela e, quando olhei de novo, a Alicia já tinha ido embora. Quando virei pra Martina, meio frustrado, notei que ela tava olhando pro meu volume, que já tava bem duro.

Eu: Olha pra frente – enquanto piscava um olho pra ela –
Martina: hahahaha é que esse negócio aí é muito tentador
Eu: Quer experimentar?
Martina: Deixa? – fazendo biquinho e com voz de bebona –

Não respondi, só abaixei minha bermuda e comecei a bater uma. Martina se ajoelhou no chão, pegou na minha mão e levou meu pau direto pra boca dela. Em dois segundos, já tava me fazendo gozar com uma maestria incrível. Deixei minha cabeça cair no encosto de novo e lá estava eu, vendo a figura da Alicia se olhando no espelho. Enquanto a Martina continuava chupando, eu mantive o olhar nela, e agora fiz questão de que ela percebesse que eu tava olhando o tempo todo. Enquanto isso, a Martina enfiava meu pau inteiro na boca dela, enquanto a mão dela brincava com minhas bolas. Depois de um tempo, notei que a mão dela não brincava mais com minhas bolas, mas tava se masturbando bem devagar. Parou por um segundo e subiu pra me beijar, enquanto nossos paus se roçavam. Ela pegou os dois com as mãos e começou a bater uma pra nós dois juntos, pra depois descer de novo e chupar o meu. De novo, notei que a Alicia tinha ido embora e imaginei que era porque tinha descoberto que a Martina era um cara e não gostou. Decidi me dedicar a aproveitar a chupada incrível que a Martina tava me dando. Depois de um tempo, ela subiu de novo. Dessa vez, o beijo foi muito mais intenso, e ela encaixou meu pau no cu dela pra começar a me montar. Achei que a espreguiçadeira ia quebrar com os movimentos e o peso dos dois. Segurei ela pela cintura pra tentar marcar um pouco o ritmo. Os peitos dela balançavam sem parar, e o pau dela batia na minha pélvis constantemente. Ela pegou minha mão direita e levou pro pau dela, e comecei a bater uma bem devagar. Foram só uns segundos, e ela começou a gozar em cima de mim, e começou a se mexer mais forte. Entre isso e as contrações, não demorei pra gozar dentro dela. Senti quando saiu o último jato de porra, e ela se levantou pra depois limpar todos os restos de sêmen que tinham ficado no meu corpo com a língua dela. Finalmente, me deu um beijo e voltou pra cozinha, arrumando o avental. Eu esperei uns segundos e me levantei pra ir ao banheiro me limpar um pouco. Quando entrei, pra surpresa de nós dois, encontrei a Alicia sentada no bidê, com a calça arriada, uma das tetonas dela pra fora e a mão brincando na buceta dela. Ela ficou paralisada, sem reação. alguma, bem diferente de mim, que baixei a calça, me apoiei na parede na frente dela e comecei a me masturbar olhando nos olhos dela, ela aos poucos voltou a fazer o que tava fazendo, ninguém falava nada, só nos olhávamos, fui me aproximando devagar com meu pau na mão enquanto me batia uma, até que deixei a poucos centímetros do rosto dela e ela simplesmente abriu a boca. Ela chupava mal, não tinha experiência claramente, comecei a pegar na boca dela enquanto sentia gemidos escapando. Depois de uns minutos assim, levantei o jato do bidê que molhou nós dois, peguei a camiseta dela e tirei, junto com o sutiã, os peitos dela caíram livres na minha frente, coloquei meu pé na calça dela, ela entendeu na hora e terminou de tirar, e eu guiei ela até o chuveiro, abri e entramos os dois debaixo d'água e comecei a beijar ela enquanto ela brincava com meu pau e eu com meus dedos na buceta dela, continuávamos sem falar, só nos beijando e olhando, virei ela debaixo do chuveiro e levei as mãos dela até a parede e fiz ela levantar a raba, quase de quatro, me ajoelhei e me deparei com uma puta mata de pelos molhada, aproximei minha boca e comecei a passar minha língua, ela quase caiu dentro do chuveiro, as pernas tremiam e ela começou a gemer cada vez mais, até que finalmente falou, as únicas palavras que saíram da boca dela foram "me come por favor, me come" não me fiz de rogado, levei meu pau até a buceta dela e comecei a comer primeiro bem devagar e aos poucos cada vez mais forte, senti uma sequência de orgasmos, perdi a conta no quinto, eu não aguentava mais

Y: não aguento mais, vou gozar
A: não tira, não por favor, faz tempo que não sinto isso
Y: o que você quer?
A: quero sentir você dentro de mim, quero seu gozo dentro de mim

Essas palavras foram mágicas, comecei a me mexer mais forte até que meu pau começou a se descarregar dentro dela, ela teve um último orgasmo que quase a fez cair de novo, tive que fazer uma força tremenda pra evitar o tombo. Quando relaxamos, foi como se a culpa tinha terminado de comer e saiu do banheiro sem nem pegar a roupa. Eu decidi terminar de me lavar e relaxar. Quando estava me secando, Liliana entrou e, sem dizer uma palavra, sentou e começou a fazer xixi, só quando sentou é que me cumprimentou.

L: Oi, obrigada!
Y: Obrigada por quê?
L: Pelo que fez ontem e pelo que fez agora pela Ali.
Y: Você não tem que agradecer nada, e como sabe o que fiz pela Ali?
L: Eu estava ouvindo vocês atrás da porta, pensei que fosse uma das meninas, mas a Alicia quase me derrubou quando saiu do banheiro, me surpreendeu.
Y: E você gostou do que fiz com sua amiga?
L: Sim, vai ter pra mim?
Y: Eu preciso descansar, mas se me der um segundo, sei que posso te compensar, entra no chuveiro você.

Saí do quarto e comecei a procurar o Bastian por todo lado, finalmente o encontrei conversando com a Martina na cozinha.

Y: Preciso de vocês para jogar algo, topam?
B: Claro, o que tem que fazer?
Y: Venham comigo.

Entramos no banheiro e lá estava Liliana debaixo do chuveiro, com o corpo todo nu. Quando nos viu entrar, os três, meio que se assustou.

L: O que vocês estão fazendo?
Y: Eu disse que ia te compensar.
L: Não sei se consigo.
Y: Fica tranquila, pessoal, podem entrar.

Os dois se despiraram, não sei o que surpreendeu mais a Liliana, se a Martina ter pau ou o pauzão do Bastian. Os dois entraram no chuveiro, Bastian na frente e Martina atrás, e começaram a beijá-la e a tocá-la. Ela, enquanto isso, levou as mãos aos paus dos dois e começou a masturbá-los. Em poucos segundos, Lili já estava de quatro sendo comida pela Martina enquanto chupava o pau do Bastian. Eu peguei um banquinho de madeira que tinha e fiquei olhando o espetáculo, a coroa que até ontem era uma santa estava sendo comida por uma travesti enquanto chupava um pau de um cara debaixo do chuveiro. Não sei quanto tempo passou até eles trocarem, agora o Bastian sentou no chão da banheira e aos poucos a Lili foi se sentando no pau do Bastian, via a cara dela misturada de surpresa e dor. E de prazer, quando finalmente enfiou tudo pra dentro, ela só conseguiu dizer "deus". Começaram a foder de novo, agora nessa posição era a Lili quem marcava o ritmo. Depois de vários orgasmos da Lili, ela se ajoelhou na frente dos dois e começou a bater punheta e chupar eles. Nessa altura, eu também já estava me masturbando, e ela fez um sinal pra eu chegar perto. Um por um, ela fez gozar, deixando nossas picas completamente limpinhas. Nessa hora, eu saí do chuveiro, mas os caras entraram de novo com ela. Lá de fora, dava pra ouvir os gemidos que vinham do banheiro. Na sala, encontrei a Alicia sentada e fui falar com ela.

A: Desculpa, não sei o que deu em mim.
Y: Não pede desculpa, você curtiu?
A: Sim, pra caralho, não acredito.
Y: Então por que tá assim?
A: Por isso mesmo. Desde o meu marido, não fiquei com ninguém.
Y: Bom, te prometo que nesses dias você vai recuperar o tempo perdido. Só me promete que vai relaxar e aproveitar.
A: Vou tentar. Dei um beijo nela e fui pro quarto descansar um pouco. Ainda não tinha chegado meio-dia e eu já tinha gozado três vezes.

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