Na manhã seguinte, acordei sentindo o toque de uma mãozinha acariciando meus peitos. Abri os olhos sorrindo, feliz que o fim de semana não tivesse acabado. Olhei para meu anjo e descobri meu filho acariciando a buceta dela enquanto chupava um dos seus peitos deliciosos. Juntei-me a eles, lambendo o corpo da Mônica. Ela gemia sem parar enquanto eu e meu filho nos esbaldávamos no corpo dela. Logo, Raúl pegou a Mônica no colo e a levou, ordenando que eu os seguisse. Ele a levou para meu antigo quarto e a acorrentou na parede, igual a mim no começo daquele fim de semana maravilhoso, mas a colocou de costas, de frente para a parede.- Vadia, ajoelha e chega aqui.Meu amo ordenou enquanto enfiava os dedos na buceta da Mônica.
Quando me aproximei, ele trouxe o pau dele pra perto da minha boca, e eu engoli ele na hora. Comecei o movimento, fazendo o máximo pra que aquela pica chegasse na minha garganta, enquanto olhava ele batendo punheta pra Mônica, que não parava de gemer, tentando virar a cabeça o máximo que podia pra nos olhar. Pouco depois, ele mandou eu me colocar entre ela e a parede e abrir a bunda dela com as minhas mãos. Fiz o que ele disse enquanto beijava a Mônica. Raúl cuspiu na mão dele e passou a saliva dele na bunda da Mônica e, puxando ela um pouco pra trás pra deixar ela mais inclinada, começou a foder aquele buraco lindo. Meu anjo não parava de gemer na minha boca, e eu aproveitava pra cuspir na boquinha de puta dela. Depois de um tempo, meu filho me segurou pelo braço e me colocou de joelhos do lado dele. Fiquei ali de joelhos, observando meu amo foder analmente a nova puta dele. Minha buceta já tava encharcada, morrendo de vontade de receber as atenções daquela pica que eu amava. Meu filho se virou pra mim e eu comecei a receber a gozada dele nos meus peitos. Olhava maravilhada como os jatos de sêmen iam cobrindo meus seios.- Volta pro teu lugar, puta .-Meu dono me ordenou.- Vadia, deixa esses peitos limpos.Disse pra Mônica enquanto puxava o cabelo dela, jogando a cabeça dela pra trás e cuspindo na cara dela.
Voltei pro meu lugar e meu anjo começou a lamber e chupar meus peitos com uma vontade do caralho, enquanto meu filho sentava na cadeira dele e se masturbava olhando pra gente. Quando meus peitos ficaram brilhando, me aproximei do meu dono esperando novas ordens. Meu filho me entregou o chicote preto sem dizer mais nada.
Me aproximei da Mônica e dei um chicotada na bunda dela. Coitadinha, ainda tinha umas marcas do dia anterior. Rapidinho, a área onde bati ficou vermelha, criando um efeito incrível na pele tão branquinha dela.- Ahh, porra. Continua me batendo, Promíscua. Castiga essa puta.Eu bati nela repetidamente entre seus gritos e gemidos até deixar a bunda dela toda vermelha e dolorida. Me virei pra olhar meu dono, e vi ele se masturbando com o pau todo duro de novo.- Agora é sua putinha submissa. Aproveita ela.Sorri e me aproximei da minha puta, colando meu corpo nas costas dela e beliscando os biquinhos.- Ouviu isso, anjo? Você é minha putinha. Se prepara pra gozar.Comecei a desamarrá-la e a deitei no chão de barriga pra cima, com a cabeça dela aos pés do meu filho.- Agora não se mexe, vagabunda.Falei pra ela enquanto começava a colocar as pinças pretas na bucetinha rosada dela. A putinha gemia sem parar. Quando ela já estava com elas, comecei a dar leves batidinhas com os dedos nas pinças enquanto a Mónica tremia de prazer tentando manter a posição.- Parece que isso já tá pronto.
- Falei pra ela, sorrindo.Mostra a língua que você vai receber uma boa porção de buceta.- Sim, amor. Adoro o gosto da sua buceta madura.Montei de frente na cara dela, olhando pro meu filho, e comecei a rebolar, metendo a língua da minha escrava na minha buceta.— E aí, seu filho da puta? Vai realizar meus desejos? Chega mais com essa pica e me dá de mamar.Meu filho se levantou e enfiou o pau dele na minha boca enquanto puxava meu cabelo pra ditar o ritmo do boquete. Porra, eu tava com a buceta encharcada e não aguentava mais. Tirei o pau do meu filho da boca enquanto gozava gritando, e a Mónica foi engolindo todo o meu mel.
Meu filho voltou a ocupar o posto de dono. Tirou os grampos da Mónica, levantou ela segurando contra a parede e começou a dar uns tapas brutais nos peitos dela, enquanto a Mónica não parava de gemer. Ele a ergueu com os braços fortes, apoiando ela na parede, e enfiou o pau na bocetinha rosada dela, enquanto minha anjo envolvia a cintura dele com as pernas. Tava fodendo ela num ritmo selvagem, enquanto devorava a boca dela com paixão. Depois de um tempo, soltou ela no chão e começou a gozar nos peitos e na cara dela, e mandou a gente ficar completamente imóvel enquanto ele saía do quarto. Voltou com a roupa da Mónica e a levantou pegando pelo braço. A aparência da Mónica tava demais, com os peitos e a bunda vermelhíssimos e cheios de marcas, e a carinha e os peitos cobertos de resto de porra escorrendo pelo corpo. Meu filho mandou eu segui-lo e foi arrastando a Mónica até a porta de casa. Abriu a porta e empurrou ela pra fora, fazendo ela cair no patamar do prédio.- Você foi incrível, puta.Meu filho disse, completamente pelado na porta de casa.- Fique de olho no celular pra ficar ligada nas ordens do seu dono.Jogou as roupas pra ela e deixou ela ali, nua e cheia de porra, enquanto Mónica se recuperava pra se vestir. Nos meses seguintes, não vi mais a Mónica. Sentia muita falta de beijar os lábios dela, lamber aqueles pezões gostosos e o gosto da bucetinha rosada dela na minha boca. Ligava pra ela quase todo dia, precisava saber como tava. Fiquei muito feliz quando ela me contou que tinha conseguido um trampo num estúdio de tatuagem. Ela me disse que meu filho ia dando ordens que ela tinha que cumprir, mandando um vídeo como prova, mas que ele tinha proibido ela de me contar o que eram aquelas ordens. Também não deixava ela vir me ver ou ficar comigo até ele querer. E ela era uma putinha obediente e cumpria as ordens do dono dela. Eu comecei a me sentir meio frustrada. Mesmo meu filho continuando me comendo praticamente todo dia, aquela menina tinha despertado um desejo imenso em mim. Algo tinha mudado e comecei a pensar em mudar aquela situação. Naquele dia, ouvi meu filho anotar numa agenda os compromissos dos meus clientes daquela noite. Desde aquele fim de semana incrível com a Mónica, eu tinha pedido pro meu dono me deixar trabalhar como puta duas vezes por mês. Minha renda tinha aumentado desde que meus clientes começaram a comer meu cu, e eu tava me acostumando com um certo padrão de vida.- Confirmo em alguns minutos, mas acho que não tem problema. Daqui a pouco te ligo e confirmo o horário.Meu filho chamava aquela pessoa misteriosa.
À noite, cheguei no hotel perto das onze. O Raul já tava trabalhando e me deu a chave do meu quarto. Quando entrei, as câmeras já estavam ligadas e a lingerie que eu ia usar naquela noite tava em cima da cama. Lá pela meia-noite, o telefone tocou.— O Esteban tá subindo.Ouvi meu filho falar.
Sorri meio nervosa. Esteban era meu cliente favorito e, desde que disse pro meu filho que queria me comer no cu dois meses atrás, não tinha conseguido vir me curtir. Fui até a porta esperar por ele. Quando entrou, me cumprimentou e partiu pra cima de mim pra me beijar. Uma das coisas que eu mais gostava nele era o jeito que ele me beijava. Adorava o gosto da língua dele na minha boca e aspirava o cheiro da colônia dele enquanto as mãos dele acariciavam minha bunda.- Senti muito a sua falta.Ele me disse enquanto apalpava meus peitos por cima do sutiã.- Eu também, amor. Tô te esperando desde que soube que queria provar minha buceta.Respondi enquanto colocava minha mão na sua entreperna, sentindo o pau dele crescendo.
Ele foi me despindo aos poucos, passando as mãos fortes por todo o meu corpo e deslizando os lábios pelos meus peitos nus. Eu gemia devagar e, embora fizesse isso com meus clientes, com Esteban eram gemidos de verdade e muito prazerosos. Quando fiquei completamente nua, comecei a despir ele também, adorava lamber os peitorais dele depois de tirar a camisa e caí de joelhos enquanto desafivelava o cinto do terno para puxar o pau dele e começar a dar um boquete sensacional. No começo, Esteban era meio tímido comigo, ele me confessou que fui a primeira puta dele, mas eu comecei a ensinar ele a me tratar do jeito que eu gosto e ele já era um mestre.- Porra, puta.Ela me disse entre ofegos.- Como sentia falta dessa boca de putinha gostosa no meu pau.Acelerei o ritmo, engolindo o pau dele até a garganta enquanto ele acariciava meu cabelo.—Quero sua primeira gozada na minha boca, amor.Falei pra ela enquanto batia uma pra ela.- Por favor, deixa eu provar seu leite.Continuei chupando aquela pica enorme e logo percebi minha boca se enchendo de porra quente. Comecei a engolir, surpresa com a quantidade que o Esteban estava jorrando dentro de mim. Quando ele terminou, passei a língua nos lábios e limpei a pica dele como uma puta experiente.
O Esteban serviu uma taça pra cada um do minibar e a gente ficou um tempinho conversando sobre nossas coisas. Enquanto isso, ele passava a mão na minha perna, roçando devagar a parte interna da minha coxa, quase tocando na minha bucetinha. Logo comecei a soltar uns suspiros leves, enquanto beijava e lambia o pescoço dele pra deixá-lo no clima. Vi a pica dele endurecer de novo e mandei ele se deitar na cama. Chupei a pica dele de novo pra deixar ela dura como pedra e bem lubrificada. Montei em cima, peguei a pica dele e apontei pro meu cu.- Se prepara pra aproveitar seu desejo, amor.Comecei a descer, enfiando aquele aparelho enorme no meu cu enquanto Esteban acariciava meus peitos. Porra, que prazer danado me dava ver a cara de satisfação dele enquanto tinha o pau todo enfiado no meu rabo. Comecei a cavalgar gostoso, enquanto ele se levantava pra chupar meus peitos.- amor, já tô pronta pra você me tratar do jeito que cê sabe que eu gosto.Ele me colocou de quatro na cama e enfiou o pau dele no meu cu de uma só vez. Soltei um gemidinho, mistura de prazer e dor, enquanto o Esteban me comia com gosto.- Porra, Foxy, que buceta gostosa você tem.Ele me chamava enquanto me surrava.- Vou te arrebentar toda. Você me deixou completamente viciado. Só consigo pensar em te foder o dia inteiro.
- Aaah sim, caralho. Mete nessa puta. Mostra quem manda aqui. Arrebenta comigo.Ele começou a me meter e a me bater com mais força. Eu me tocava a buceta tentando gozar enquanto sentia os ovos dele batendo na minha bunda. Comecei a gritar quando o orgasmo me pegou, e ele tirou o pau e começou a gozar no meu cu e nas minhas costas. Me deixei cair exausta na cama enquanto Esteban limpava carinhosamente a porra dele. Ele se deitou do meu lado e me beijava enquanto as mãos dele percorriam meu corpo.- Porra, foi incrível, Elena.
- Valeu, love. Pra mim também foi demais.
- Não tem como a gente se ver mais vezes?ele disse, beijando minhas mãos.- Já nem venho mais por trabalho, venho por você e adoraria poder te aproveitar mais.Aquela que eu vinha matutando há tempos começou a tomar forma. Levei ele até a entrada do quarto, já que as câmeras do meu filho não alcançavam ali, e mandei ele me passar o número de telefone, dizendo que em breve teria notícias minhas. A gente se despediu com um beijo e eu voltei pra minha cama esperar os próximos.
Depois do Esteban, vieram mais dois, um de cada vez. Eram clientes novos e me comeram de um jeito desengonçado, gozando rápido, excitados demais com um corpo igual ao meu.
Eu tava na cama pensando se dava uma cochilada, já que talvez minha noite de trampo tivesse acabado e, se não fosse o caso, eu acordaria com o som do telefone, quando ouvi a porta se abrir. Achei que era meu filho, mas vi meu anjo aparecer. Sorri pra caralho de feliz, levantei correndo na direção dela e abracei, enquanto a gente se beijava com paixão. Lambi e mordi aqueles lábios que eu tinha sentido tanta falta e perguntei o que ela tava fazendo ali.- Meu amo mandou eu vir.Ele me disse.— Que tinha que te ajudar com um serviço especial.Ela abriu uma bolsa que carregava, me mostrando meu arnês. O telefone tocou e meu filho me avisou que estava subindo o último cliente da noite e que era muito importante que ele saísse satisfeito.- Fica do meu lado.Mônica me disse enquanto se despia.- E não se preocupa, faz tudo o que o cliente mandar. Eu já sei o que ele quer e tô de acordo.Quando a porta se abriu, entrou um cara bem mais velho, mas ainda bem gostoso, de cabelo grisalho e todo de terno. Passou do nosso lado quase sem nos olhar e começou a se despir. Depois abriu o frigobar, sentou numa cadeira, serviu um copo de uísque e acendeu um charuto.- Tão esperando o quê?Disse com uma voz rouca.
Aquele cara me assustava um pouco, mas meu anjo mexeu no celular colocando uma música bem sensual, me agarrou na bunda e começou a se mexer de um jeito muito gostoso enquanto se esfregava no meu corpo. Eu na hora imitei o que ele fazia e comecei a dançar bem devagar, comendo a boca dele e esfregando meu corpo no dele.- Muito bem, putas.Aquele porco nos disse.- Elena fica atrás da Mônica e belisca suavemente os biquinhos dela, fazendo ela olhar pra mim.Fiz o que ela mandava, lembrando das palavras do meu anjo. Quando comecei a tocar naqueles peitões deliciosos, a Mónica começou a gemer sem parar de rebolado, enquanto olhava pro velho que já tava começando a massagear um pauzão de bom tamanho naquela época.- Porra, que serviço danado. Deita a Mônica na beira da cama com a bunda dela virada pra mim.Coloquei ela como você mandou enquanto olhava praquela bunda que eu tanto desejava.- Nossa, que bucetinha bem rosadinha que você tem, Mônica. Elena começa a bater na sua bunda branca.Comecei a bater na bunda dela de brincadeira, alternando meus tapas nas duas bandas.- Que porra de puta é essa? Dá uma surra nela como a puta que ela é.Mônica me olhou, fazendo um leve sinal de aprovação. Comecei a bater com força na bunda do meu anjo, vendo as marcas da minha mão aparecerem nas nádegas dela. Ela gemia a cada tapa e, depois de um tempo, mordia os lençóis da cama para não gritar.- Muito melhor, Elena.O velho me mandou parar. Pegou a cadeira dele e colocou do lado da cama..- Agora coloca o arnês e fode a bunda adolescente dela.Enquanto eu colocava o cinto, o cara mandou a Mónica ficar de barriga pra cima pra ver como nossas tetas balançavam na foda. O pau dele já tava no auge do esplendor e aquele puta tarado metia sem pena.
Eu me ajoelhei em cima da cama, deixando cair saliva no meu pau e espalhando. Ajeitei a bunda da Mónica nos meus joelhos e comecei a enfiar aquele pau no cu experiente dela.- Porra, que espetáculo. Que buceta gulosa essa mina tem, quem diria. Pede pra ela arrebentar teu cu, eu gosto que minhas putas falem putaria.
- Vamos, puta madura, arrebenta meu cu, isso aí. Sou muito piranha, preciso de uma boa rola dentro de mim.-Ah, caralho, sua puta. Minha buceta tá molhadona de te ver sendo tão puta.Aquele porco me fazia sentir desconfortável e minhas palavras soavam absurdas, mas aquele desgraçado devia estar pouco se lixando, porque não parava de bater punheta e olhar pra gente.- Dá umas palmadas nas tetas dela, Mônica. Faz ela gozar com teu pau no cu dela e as tetas dela doloridas.Comecei a açoitar os peitos da minha anjinha, enquanto ela não parava de gritar e gemer. Logo começou a tremer e a gozar, gritando sem parar.- Muito bem, putas, ajoelhem-se na minha frente.Quando a gente obedeceu, aquele velho de merda começou a gozar na nossa cara e nos obrigou a lamber uma a outra. Depois, sem dizer mais nada, se vestiu, virou o copo e saiu do quarto. Eu já tava acostumada a ser submissa, mas aquele não era meu dono e ser usada por um homem tão sem jeito não me agradou nada. Fui no banheiro limpar os restos de porra do meu rosto e voltei com uma toalha pra Mônica. A gente se deitou juntas, se beijando e se tocando. Eu tava feliz em saber que não viriam mais clientes e que eu teria minha pequena só pra mim por mais algumas horas.- Agora você e eu vamos transar de verdade, Elena.Mônica me disse enquanto eu me derretia.
A gente transou gostoso pra caralho, bem erótico, e depois dormimos juntas.
Umas horas depois, meu filho nos acordou e começou a nos pagar o salário.— Esse filho da puta velho me deu 1000 euros só pra olhar pra vocês e gozar em cima de vocês. Não dá pra entender esse povo, yummy.Eu ia falando enquanto tirava as câmeras.- Vamo se vestindo que já tá na hora de sair do quarto.Levantei e fui até ele, e coloquei umas notas na mão dele.- Isso é pelo pagamento do quarto. Vou ficar o dia todo com minha gostosa.Falei bem séria.
Meu filho me olhou de cara fechada, dava pra ver que não tava gostando de perder a autoridade dele.- Tá bom, mas hoje à noite quando eu chegar pra trabalhar, vocês têm que vazar, aí eu coloco outro hóspede no quarto e fico com a grana.Ele beijou nós duas e foi embora.
Voltei pra cama mais feliz do que há muito tempo, beijando meu anjo por todo o corpo. Passamos a manhã transando, aproveitando pra caralho nossos corpos, e boa parte da tarde conversando, contando intimidades, nos conhecendo melhor. Continuamos fazendo amor e, depois de receber de novo os fluidos dela na minha boca após uma baita chupada que dei, resolvi ceder aos meus sentimentos.
Subi pelo corpo dela e comecei a beijá-la com doçura.- Mônica, foge comigo. Tô perdidamente apaixonada por você e quero te contar a verdade. Eu era casada com um porco infiel, larguei ele e vim pra cá morar com meu filho.Meu anjo abriu os olhos de surpresa.Sim, o Raul é meu filho.Eu confessei.- Tudo isso começou de forma casual, mas a gente curtia muito e eu viciei nele. Meu filho deu uma reviravolta na minha vida, mas você virou ela de ponta-cabeça. Agora só quero passar minha vida contigo, sem mais ninguém no meio. Foge comigo, amor.E aí, beijei ela de novo.- Eu também te amo, Elena.Meus olhos se encheram de lágrimas ao ouvir ela.- Mas pra onde a gente pode ir? Do que a gente vai viver?
- Tá esquecendo que eu sou uma puta profissional, princesinha? Hoje à noite já garanti um cliente fixo, e como eu controlo meu trampo, vou evitar porcos nojentos igual o velho de hoje. Quando eu conseguir mais uns clientes, a gente vai viver na boa, e ainda tô pesquisando pra gente virar webcammers — os caras vão pirar com nossos shows e a gente vai tirar uma grana extra.Comecei a acariciar a bucetinha dela e a Mônica se arrepiou. Tava bem molhadinha.— Mas e como a gente vai fazer pra começar? Acabei de começar no estúdio de tatuagem e mal tenho grana guardada.
- Não se preocupa, eu tenho muita grana guardada do meu salário de puta. E se a gente aguentar mais uns meses, vamos ter pra viver de boa enquanto nosso negócio cresce. Relaxa, meu amor. Eu vou cuidar de você.
- Eu te quero, Elena. Quero ficar contigo.Mais feliz do que nunca, beijei minha anjinha e a gente transou. Continuamos conversando sobre onde a gente ia morar e o que eu ia falar pro meu filho. Isso me preocupava um pouco, não sabia como meu dono ia reagir à notícia. Acho que a gente ia ter que fugir sem falar nada e sem olhar pra trás.
Continua...
Quando me aproximei, ele trouxe o pau dele pra perto da minha boca, e eu engoli ele na hora. Comecei o movimento, fazendo o máximo pra que aquela pica chegasse na minha garganta, enquanto olhava ele batendo punheta pra Mônica, que não parava de gemer, tentando virar a cabeça o máximo que podia pra nos olhar. Pouco depois, ele mandou eu me colocar entre ela e a parede e abrir a bunda dela com as minhas mãos. Fiz o que ele disse enquanto beijava a Mônica. Raúl cuspiu na mão dele e passou a saliva dele na bunda da Mônica e, puxando ela um pouco pra trás pra deixar ela mais inclinada, começou a foder aquele buraco lindo. Meu anjo não parava de gemer na minha boca, e eu aproveitava pra cuspir na boquinha de puta dela. Depois de um tempo, meu filho me segurou pelo braço e me colocou de joelhos do lado dele. Fiquei ali de joelhos, observando meu amo foder analmente a nova puta dele. Minha buceta já tava encharcada, morrendo de vontade de receber as atenções daquela pica que eu amava. Meu filho se virou pra mim e eu comecei a receber a gozada dele nos meus peitos. Olhava maravilhada como os jatos de sêmen iam cobrindo meus seios.- Volta pro teu lugar, puta .-Meu dono me ordenou.- Vadia, deixa esses peitos limpos.Disse pra Mônica enquanto puxava o cabelo dela, jogando a cabeça dela pra trás e cuspindo na cara dela.
Voltei pro meu lugar e meu anjo começou a lamber e chupar meus peitos com uma vontade do caralho, enquanto meu filho sentava na cadeira dele e se masturbava olhando pra gente. Quando meus peitos ficaram brilhando, me aproximei do meu dono esperando novas ordens. Meu filho me entregou o chicote preto sem dizer mais nada.
Me aproximei da Mônica e dei um chicotada na bunda dela. Coitadinha, ainda tinha umas marcas do dia anterior. Rapidinho, a área onde bati ficou vermelha, criando um efeito incrível na pele tão branquinha dela.- Ahh, porra. Continua me batendo, Promíscua. Castiga essa puta.Eu bati nela repetidamente entre seus gritos e gemidos até deixar a bunda dela toda vermelha e dolorida. Me virei pra olhar meu dono, e vi ele se masturbando com o pau todo duro de novo.- Agora é sua putinha submissa. Aproveita ela.Sorri e me aproximei da minha puta, colando meu corpo nas costas dela e beliscando os biquinhos.- Ouviu isso, anjo? Você é minha putinha. Se prepara pra gozar.Comecei a desamarrá-la e a deitei no chão de barriga pra cima, com a cabeça dela aos pés do meu filho.- Agora não se mexe, vagabunda.Falei pra ela enquanto começava a colocar as pinças pretas na bucetinha rosada dela. A putinha gemia sem parar. Quando ela já estava com elas, comecei a dar leves batidinhas com os dedos nas pinças enquanto a Mónica tremia de prazer tentando manter a posição.- Parece que isso já tá pronto.
- Falei pra ela, sorrindo.Mostra a língua que você vai receber uma boa porção de buceta.- Sim, amor. Adoro o gosto da sua buceta madura.Montei de frente na cara dela, olhando pro meu filho, e comecei a rebolar, metendo a língua da minha escrava na minha buceta.— E aí, seu filho da puta? Vai realizar meus desejos? Chega mais com essa pica e me dá de mamar.Meu filho se levantou e enfiou o pau dele na minha boca enquanto puxava meu cabelo pra ditar o ritmo do boquete. Porra, eu tava com a buceta encharcada e não aguentava mais. Tirei o pau do meu filho da boca enquanto gozava gritando, e a Mónica foi engolindo todo o meu mel.
Meu filho voltou a ocupar o posto de dono. Tirou os grampos da Mónica, levantou ela segurando contra a parede e começou a dar uns tapas brutais nos peitos dela, enquanto a Mónica não parava de gemer. Ele a ergueu com os braços fortes, apoiando ela na parede, e enfiou o pau na bocetinha rosada dela, enquanto minha anjo envolvia a cintura dele com as pernas. Tava fodendo ela num ritmo selvagem, enquanto devorava a boca dela com paixão. Depois de um tempo, soltou ela no chão e começou a gozar nos peitos e na cara dela, e mandou a gente ficar completamente imóvel enquanto ele saía do quarto. Voltou com a roupa da Mónica e a levantou pegando pelo braço. A aparência da Mónica tava demais, com os peitos e a bunda vermelhíssimos e cheios de marcas, e a carinha e os peitos cobertos de resto de porra escorrendo pelo corpo. Meu filho mandou eu segui-lo e foi arrastando a Mónica até a porta de casa. Abriu a porta e empurrou ela pra fora, fazendo ela cair no patamar do prédio.- Você foi incrível, puta.Meu filho disse, completamente pelado na porta de casa.- Fique de olho no celular pra ficar ligada nas ordens do seu dono.Jogou as roupas pra ela e deixou ela ali, nua e cheia de porra, enquanto Mónica se recuperava pra se vestir. Nos meses seguintes, não vi mais a Mónica. Sentia muita falta de beijar os lábios dela, lamber aqueles pezões gostosos e o gosto da bucetinha rosada dela na minha boca. Ligava pra ela quase todo dia, precisava saber como tava. Fiquei muito feliz quando ela me contou que tinha conseguido um trampo num estúdio de tatuagem. Ela me disse que meu filho ia dando ordens que ela tinha que cumprir, mandando um vídeo como prova, mas que ele tinha proibido ela de me contar o que eram aquelas ordens. Também não deixava ela vir me ver ou ficar comigo até ele querer. E ela era uma putinha obediente e cumpria as ordens do dono dela. Eu comecei a me sentir meio frustrada. Mesmo meu filho continuando me comendo praticamente todo dia, aquela menina tinha despertado um desejo imenso em mim. Algo tinha mudado e comecei a pensar em mudar aquela situação. Naquele dia, ouvi meu filho anotar numa agenda os compromissos dos meus clientes daquela noite. Desde aquele fim de semana incrível com a Mónica, eu tinha pedido pro meu dono me deixar trabalhar como puta duas vezes por mês. Minha renda tinha aumentado desde que meus clientes começaram a comer meu cu, e eu tava me acostumando com um certo padrão de vida.- Confirmo em alguns minutos, mas acho que não tem problema. Daqui a pouco te ligo e confirmo o horário.Meu filho chamava aquela pessoa misteriosa.
À noite, cheguei no hotel perto das onze. O Raul já tava trabalhando e me deu a chave do meu quarto. Quando entrei, as câmeras já estavam ligadas e a lingerie que eu ia usar naquela noite tava em cima da cama. Lá pela meia-noite, o telefone tocou.— O Esteban tá subindo.Ouvi meu filho falar.
Sorri meio nervosa. Esteban era meu cliente favorito e, desde que disse pro meu filho que queria me comer no cu dois meses atrás, não tinha conseguido vir me curtir. Fui até a porta esperar por ele. Quando entrou, me cumprimentou e partiu pra cima de mim pra me beijar. Uma das coisas que eu mais gostava nele era o jeito que ele me beijava. Adorava o gosto da língua dele na minha boca e aspirava o cheiro da colônia dele enquanto as mãos dele acariciavam minha bunda.- Senti muito a sua falta.Ele me disse enquanto apalpava meus peitos por cima do sutiã.- Eu também, amor. Tô te esperando desde que soube que queria provar minha buceta.Respondi enquanto colocava minha mão na sua entreperna, sentindo o pau dele crescendo.
Ele foi me despindo aos poucos, passando as mãos fortes por todo o meu corpo e deslizando os lábios pelos meus peitos nus. Eu gemia devagar e, embora fizesse isso com meus clientes, com Esteban eram gemidos de verdade e muito prazerosos. Quando fiquei completamente nua, comecei a despir ele também, adorava lamber os peitorais dele depois de tirar a camisa e caí de joelhos enquanto desafivelava o cinto do terno para puxar o pau dele e começar a dar um boquete sensacional. No começo, Esteban era meio tímido comigo, ele me confessou que fui a primeira puta dele, mas eu comecei a ensinar ele a me tratar do jeito que eu gosto e ele já era um mestre.- Porra, puta.Ela me disse entre ofegos.- Como sentia falta dessa boca de putinha gostosa no meu pau.Acelerei o ritmo, engolindo o pau dele até a garganta enquanto ele acariciava meu cabelo.—Quero sua primeira gozada na minha boca, amor.Falei pra ela enquanto batia uma pra ela.- Por favor, deixa eu provar seu leite.Continuei chupando aquela pica enorme e logo percebi minha boca se enchendo de porra quente. Comecei a engolir, surpresa com a quantidade que o Esteban estava jorrando dentro de mim. Quando ele terminou, passei a língua nos lábios e limpei a pica dele como uma puta experiente.
O Esteban serviu uma taça pra cada um do minibar e a gente ficou um tempinho conversando sobre nossas coisas. Enquanto isso, ele passava a mão na minha perna, roçando devagar a parte interna da minha coxa, quase tocando na minha bucetinha. Logo comecei a soltar uns suspiros leves, enquanto beijava e lambia o pescoço dele pra deixá-lo no clima. Vi a pica dele endurecer de novo e mandei ele se deitar na cama. Chupei a pica dele de novo pra deixar ela dura como pedra e bem lubrificada. Montei em cima, peguei a pica dele e apontei pro meu cu.- Se prepara pra aproveitar seu desejo, amor.Comecei a descer, enfiando aquele aparelho enorme no meu cu enquanto Esteban acariciava meus peitos. Porra, que prazer danado me dava ver a cara de satisfação dele enquanto tinha o pau todo enfiado no meu rabo. Comecei a cavalgar gostoso, enquanto ele se levantava pra chupar meus peitos.- amor, já tô pronta pra você me tratar do jeito que cê sabe que eu gosto.Ele me colocou de quatro na cama e enfiou o pau dele no meu cu de uma só vez. Soltei um gemidinho, mistura de prazer e dor, enquanto o Esteban me comia com gosto.- Porra, Foxy, que buceta gostosa você tem.Ele me chamava enquanto me surrava.- Vou te arrebentar toda. Você me deixou completamente viciado. Só consigo pensar em te foder o dia inteiro.
- Aaah sim, caralho. Mete nessa puta. Mostra quem manda aqui. Arrebenta comigo.Ele começou a me meter e a me bater com mais força. Eu me tocava a buceta tentando gozar enquanto sentia os ovos dele batendo na minha bunda. Comecei a gritar quando o orgasmo me pegou, e ele tirou o pau e começou a gozar no meu cu e nas minhas costas. Me deixei cair exausta na cama enquanto Esteban limpava carinhosamente a porra dele. Ele se deitou do meu lado e me beijava enquanto as mãos dele percorriam meu corpo.- Porra, foi incrível, Elena.
- Valeu, love. Pra mim também foi demais.
- Não tem como a gente se ver mais vezes?ele disse, beijando minhas mãos.- Já nem venho mais por trabalho, venho por você e adoraria poder te aproveitar mais.Aquela que eu vinha matutando há tempos começou a tomar forma. Levei ele até a entrada do quarto, já que as câmeras do meu filho não alcançavam ali, e mandei ele me passar o número de telefone, dizendo que em breve teria notícias minhas. A gente se despediu com um beijo e eu voltei pra minha cama esperar os próximos.
Depois do Esteban, vieram mais dois, um de cada vez. Eram clientes novos e me comeram de um jeito desengonçado, gozando rápido, excitados demais com um corpo igual ao meu.
Eu tava na cama pensando se dava uma cochilada, já que talvez minha noite de trampo tivesse acabado e, se não fosse o caso, eu acordaria com o som do telefone, quando ouvi a porta se abrir. Achei que era meu filho, mas vi meu anjo aparecer. Sorri pra caralho de feliz, levantei correndo na direção dela e abracei, enquanto a gente se beijava com paixão. Lambi e mordi aqueles lábios que eu tinha sentido tanta falta e perguntei o que ela tava fazendo ali.- Meu amo mandou eu vir.Ele me disse.— Que tinha que te ajudar com um serviço especial.Ela abriu uma bolsa que carregava, me mostrando meu arnês. O telefone tocou e meu filho me avisou que estava subindo o último cliente da noite e que era muito importante que ele saísse satisfeito.- Fica do meu lado.Mônica me disse enquanto se despia.- E não se preocupa, faz tudo o que o cliente mandar. Eu já sei o que ele quer e tô de acordo.Quando a porta se abriu, entrou um cara bem mais velho, mas ainda bem gostoso, de cabelo grisalho e todo de terno. Passou do nosso lado quase sem nos olhar e começou a se despir. Depois abriu o frigobar, sentou numa cadeira, serviu um copo de uísque e acendeu um charuto.- Tão esperando o quê?Disse com uma voz rouca.
Aquele cara me assustava um pouco, mas meu anjo mexeu no celular colocando uma música bem sensual, me agarrou na bunda e começou a se mexer de um jeito muito gostoso enquanto se esfregava no meu corpo. Eu na hora imitei o que ele fazia e comecei a dançar bem devagar, comendo a boca dele e esfregando meu corpo no dele.- Muito bem, putas.Aquele porco nos disse.- Elena fica atrás da Mônica e belisca suavemente os biquinhos dela, fazendo ela olhar pra mim.Fiz o que ela mandava, lembrando das palavras do meu anjo. Quando comecei a tocar naqueles peitões deliciosos, a Mónica começou a gemer sem parar de rebolado, enquanto olhava pro velho que já tava começando a massagear um pauzão de bom tamanho naquela época.- Porra, que serviço danado. Deita a Mônica na beira da cama com a bunda dela virada pra mim.Coloquei ela como você mandou enquanto olhava praquela bunda que eu tanto desejava.- Nossa, que bucetinha bem rosadinha que você tem, Mônica. Elena começa a bater na sua bunda branca.Comecei a bater na bunda dela de brincadeira, alternando meus tapas nas duas bandas.- Que porra de puta é essa? Dá uma surra nela como a puta que ela é.Mônica me olhou, fazendo um leve sinal de aprovação. Comecei a bater com força na bunda do meu anjo, vendo as marcas da minha mão aparecerem nas nádegas dela. Ela gemia a cada tapa e, depois de um tempo, mordia os lençóis da cama para não gritar.- Muito melhor, Elena.O velho me mandou parar. Pegou a cadeira dele e colocou do lado da cama..- Agora coloca o arnês e fode a bunda adolescente dela.Enquanto eu colocava o cinto, o cara mandou a Mónica ficar de barriga pra cima pra ver como nossas tetas balançavam na foda. O pau dele já tava no auge do esplendor e aquele puta tarado metia sem pena.
Eu me ajoelhei em cima da cama, deixando cair saliva no meu pau e espalhando. Ajeitei a bunda da Mónica nos meus joelhos e comecei a enfiar aquele pau no cu experiente dela.- Porra, que espetáculo. Que buceta gulosa essa mina tem, quem diria. Pede pra ela arrebentar teu cu, eu gosto que minhas putas falem putaria.
- Vamos, puta madura, arrebenta meu cu, isso aí. Sou muito piranha, preciso de uma boa rola dentro de mim.-Ah, caralho, sua puta. Minha buceta tá molhadona de te ver sendo tão puta.Aquele porco me fazia sentir desconfortável e minhas palavras soavam absurdas, mas aquele desgraçado devia estar pouco se lixando, porque não parava de bater punheta e olhar pra gente.- Dá umas palmadas nas tetas dela, Mônica. Faz ela gozar com teu pau no cu dela e as tetas dela doloridas.Comecei a açoitar os peitos da minha anjinha, enquanto ela não parava de gritar e gemer. Logo começou a tremer e a gozar, gritando sem parar.- Muito bem, putas, ajoelhem-se na minha frente.Quando a gente obedeceu, aquele velho de merda começou a gozar na nossa cara e nos obrigou a lamber uma a outra. Depois, sem dizer mais nada, se vestiu, virou o copo e saiu do quarto. Eu já tava acostumada a ser submissa, mas aquele não era meu dono e ser usada por um homem tão sem jeito não me agradou nada. Fui no banheiro limpar os restos de porra do meu rosto e voltei com uma toalha pra Mônica. A gente se deitou juntas, se beijando e se tocando. Eu tava feliz em saber que não viriam mais clientes e que eu teria minha pequena só pra mim por mais algumas horas.- Agora você e eu vamos transar de verdade, Elena.Mônica me disse enquanto eu me derretia.
A gente transou gostoso pra caralho, bem erótico, e depois dormimos juntas.
Umas horas depois, meu filho nos acordou e começou a nos pagar o salário.— Esse filho da puta velho me deu 1000 euros só pra olhar pra vocês e gozar em cima de vocês. Não dá pra entender esse povo, yummy.Eu ia falando enquanto tirava as câmeras.- Vamo se vestindo que já tá na hora de sair do quarto.Levantei e fui até ele, e coloquei umas notas na mão dele.- Isso é pelo pagamento do quarto. Vou ficar o dia todo com minha gostosa.Falei bem séria.
Meu filho me olhou de cara fechada, dava pra ver que não tava gostando de perder a autoridade dele.- Tá bom, mas hoje à noite quando eu chegar pra trabalhar, vocês têm que vazar, aí eu coloco outro hóspede no quarto e fico com a grana.Ele beijou nós duas e foi embora.
Voltei pra cama mais feliz do que há muito tempo, beijando meu anjo por todo o corpo. Passamos a manhã transando, aproveitando pra caralho nossos corpos, e boa parte da tarde conversando, contando intimidades, nos conhecendo melhor. Continuamos fazendo amor e, depois de receber de novo os fluidos dela na minha boca após uma baita chupada que dei, resolvi ceder aos meus sentimentos.
Subi pelo corpo dela e comecei a beijá-la com doçura.- Mônica, foge comigo. Tô perdidamente apaixonada por você e quero te contar a verdade. Eu era casada com um porco infiel, larguei ele e vim pra cá morar com meu filho.Meu anjo abriu os olhos de surpresa.Sim, o Raul é meu filho.Eu confessei.- Tudo isso começou de forma casual, mas a gente curtia muito e eu viciei nele. Meu filho deu uma reviravolta na minha vida, mas você virou ela de ponta-cabeça. Agora só quero passar minha vida contigo, sem mais ninguém no meio. Foge comigo, amor.E aí, beijei ela de novo.- Eu também te amo, Elena.Meus olhos se encheram de lágrimas ao ouvir ela.- Mas pra onde a gente pode ir? Do que a gente vai viver?
- Tá esquecendo que eu sou uma puta profissional, princesinha? Hoje à noite já garanti um cliente fixo, e como eu controlo meu trampo, vou evitar porcos nojentos igual o velho de hoje. Quando eu conseguir mais uns clientes, a gente vai viver na boa, e ainda tô pesquisando pra gente virar webcammers — os caras vão pirar com nossos shows e a gente vai tirar uma grana extra.Comecei a acariciar a bucetinha dela e a Mônica se arrepiou. Tava bem molhadinha.— Mas e como a gente vai fazer pra começar? Acabei de começar no estúdio de tatuagem e mal tenho grana guardada.
- Não se preocupa, eu tenho muita grana guardada do meu salário de puta. E se a gente aguentar mais uns meses, vamos ter pra viver de boa enquanto nosso negócio cresce. Relaxa, meu amor. Eu vou cuidar de você.
- Eu te quero, Elena. Quero ficar contigo.Mais feliz do que nunca, beijei minha anjinha e a gente transou. Continuamos conversando sobre onde a gente ia morar e o que eu ia falar pro meu filho. Isso me preocupava um pouco, não sabia como meu dono ia reagir à notícia. Acho que a gente ia ter que fugir sem falar nada e sem olhar pra trás.
Continua...
0 comentários - Nova vida com meu filho 8