Minha gravidez 6

Apesar de Rocco parecer recuperado, Lourdes se preparou pra copular com o bicho dela. Depois de ter lambido ela, como se fosse pra deixar ela pronta, deu umas voltas mas sem muito tesão. Eu tinha feito a ilusão de ver eles cruzando, mas não parecia ser possível.
A temperatura tinha mudado, então a gente vestiu uns robes, ligou o aquecedor, e se aninhou no sofá vendo TV, esperando o momento certo. Entre o barulho do aparelho e o calorzinho que a gente se dava, acabamos cochilando. O cachorro perto da lareira fez o mesmo, aparentemente com vontade de descansar. Ao sentir uma mão acariciando meu rosto, percebi que minha cabeça tava apoiada no colo da Lourdes. Num estado de relaxamento e sem tensão, senti as mãos dela começarem a abrir meu robe, até deixar totalmente expostos meus peitos quentes e sensíveis. Fechei meus olhos pra aproveitar ao máximo os carinhos dela.

Ela começou a brincar com meu mamilo, até deixar ele duro, a boca dela não demorou a pegar as pontinhas do meu bico, pra começar a chupar com muita vontade, os dedos dela não demoraram a apertar minhas pontas, me dando uma certa dor, mas ao mesmo tempo um prazer gostoso. Lourdes era uma gulosa sem controle, e ficava louca pelos meus peitos, se engasgando com eles, deixando de lado qualquer tipo de delicadeza, me devorava com total avidez, me enlouquecia de um jeito que eu acabava me entregando à paixão louca dela, arrepiando meus mamilos e aliviando meus peitos cheios do meu leite materno.
Aproximando a boca do meu ouvido, ela sussurra:Me excita seu estado de gravidez, do jeito que você táestimula, com suas tetas cheias daquele líquido leitoso. A gente faria de tudo, entre eu e o Rocco. Me dá um arrepio gostoso por dentro saber que cativei eles, respondendo pra ele:Sim? Então faz o que te der na telha.Adoro que se sustentem do meu corpo, mas antes você vai me fazer um agrado.Beleza, o que você quer que eu faça?Me responde, enquanto abria mais meu jaleco, deixando meu corpo nu à mostra.
Ver você copulando com seu bicho de estimaçãoRespondi.
Sem fazer charme, ela se aproximou do Rocco, que ainda dormia,
se ajoelhou e começou a acordá-lo.
Quando olhei a hora e vi que já passava das 9 da noite, me deu um ataque.
Sabia que se ficasse, aquilo ia render, então, contrariada, me vesti
rápido e fui embora do mesmo jeito. Ao chegar na casa da minha mãe,
ela me xingou pelo horário, e tive a mesma discussão com meu marido por chegar tão tarde.
Não reclamei de nada, porque eles tinham razão, mas à noite tentei agradá-lo, mesmo sem muita vontade.
Minha obsessão de ver a Lourdes com o bichinho dela me ajudou a me excitar o suficiente pra ter uma boa relação.
Deixar a menina com minha mãe nos fins de semana e, ao mesmo tempo,
abandonar meu marido por algumas horas tinha se tornado bem complicado.
Me sentia como se estivesse de castigo, além disso minha barriga crescia cada vez mais,
e eu não queria ter problemas com o bebê, já que ainda podia me dar ao luxo de fazer isso.
Contei essa dificuldade pra minha amiga, pra tentar superar esse problema, e ela me disse:Não se preocupa nãoVou faltar um dia no trabalho e a gente vai ficar numa boa. Esperei ansiosamente por aquele momento, depois de 10 dias de espera, não sei com que desculpa, ela faltou no serviço dela. Tava doida pra chegar na casa dela, mal deixei minha filha na casa da minha mãe pra ela cuidar, e sabendo que meu marido ia chegar tarde, praticamente corri pra casa da minha amiga, pra ficarmos juntas o máximo de tempo possível.

Ao chegar na casa da Lourdes, fiquei pensando se ela lembraria do combinado. Qual não foi minha surpresa quando ela abriu a porta: tava com um quimono curto e transparente, que mostrava toda a nudez dela, e umas meias pretas que iam quase até a virilha, o que realmente me chocou. Depois de nos darmos uns beijos apaixonados, ela me fez sentar no sofá, trouxe o Rocco, e começou a tocar nos genitais dele, até que a ponta vermelha começou a aparecer. Assim que conseguiu, a boca dela foi direto pro pau pra iniciar um boquete lento.

O cachorro já começou a tentar montar nela, como se quisesse penetrá-la, tentando derrubá-la no chão pra conseguir o que queria, mas Lourdes continuava brincando, evitando e ao mesmo tempo provocando ele. Aquela cena já tava me dando um monte de estímulos, eu ia ver pela primeira vez uma mulher sendo penetrada pelo próprio bicho, coisa que, apesar de já ter experimentado na pele, não deixava de me causar uma grande expectativa e, claro, uma puta excitação.

Como se quisesse atrair o cachorro, ela tirou o quimono, ficando só de calcinha. Ver ela assim me deixou com um tesão danado. Depois de continuar brincando com ele, ela tirou a calcinha de vez e se jogou no tapete, com o corpo nu encostando no pelo do animal. Abriu as pernas, esperando o sexo oral do cachorro. Rocco começou a explorar a sexualidade dela, iniciando aquela lambida característica, molhando a buceta da minha amiga, que se contorcia com a ação do cachorro. Eu via que as lambidas que ele dava na Lourdes só aumentavam o tesão dela. excitação tanto quanto a minha, se
esfregavam como duas amantes totalmente ardentes. Os mamilos da minha amiga estavam
eretos, e a pica do Rocco já revelava sua ponta vermelha.
Em dado momento, Rocco apoia seu corpo sobre o
da Lourdes, se sacudindo na intenção de penetrá-la, pegou seu volume, no
qual já estava surgindo sua pica, para iniciar uma lambida de uma forma muito
sensual, o cachorro ficou estático, curtindo, aquele ato tão específico.
Lourdes tocava sua buceta, sem parar de agir sobre o membro do animal,
introduzindo-o em sua boca de uma forma surpreendente.
Só de observar a cena, a cada
segundo meu corpo excitado se enchia de nervosismo, poder chegar a ver aquele animal comendo minha amiga com toda sua
energia, me fascinava apaixonadamente. Percebia que entre os dois já tinha
chegado ao auge do clímax. A pica do cachorro dela ainda se mantinha dentro
da boca da Lourdes, que iniciou um ritmo
acelerado, um fluxo, mistura de sua saliva e a secreção do membro do cachorro,
escorria pelo canto dos seus lábios.
Lourdes se virou, se ajoelhando de quatro, pronta pra
se entregar ao seu bicho, naquele instante pensei na forma submissa e sem pudor
que nos entregávamos a um animal, ver como de quatro, Lourdes estava
à espera de ser fodida pelo seu cachorro, me deu uma sensação de tesão e ao mesmo tempo me excitava. Notei como o corpo da Lourdes tremia, e os bicos dos seus peitos ficaram mais duros, à espera do desfecho previsto. Quando
Rocco começou a lamber suas entradas, como pra excitá-la ou lubrificá-la pra
conseguir uma melhor penetração da sua pica.
De forma instintiva e sem nenhum recato, apoiou seu corpo pesado
sobre o da minha amiga, que com fortes investidas tentava penetrá-la, depois de
várias tentativas, um grito da Lourdes indicava que já tinha sido atravessada,
por aquele troço bem grande, uma bombada alucinante começou em sua boceta,
enquanto as patas dianteiras do seu apaixonado, se Seguravam sua cintura, como
se impedissem que escapasse. Aquela cena
fez com que eu abrisse minha calça, para enfiar meus dedos, na minha mais que
molhada buceta.
Ver o tronco do animal entrando e saindo da cavidade
da Lourdes, junto com seus gemidos e os ofegos do bicho, era algo hipnotizante,
ver como ela era comida. Tentei intervir, acariciando a Lourdes, que me
parou, me dizendo para só observar, que depois eu entraria em ação. Obedeci
seu pedido, e continuei observando, tentando não perder nenhum detalhe. Acho,
ou melhor, acredito que a parte mais excitante era ver a Lourdes gemir, enquanto
seu mascote não parava, notar a totalidade do pau dele, abrigado no útero dessa mulher, e como o animal
se torna dono dela, era sua mulher, era sua puta, no fim das contas. Meu estado
estava mais que alterado, eu tinha tirado a calça e, através da minha calcinha,
comecei a me masturbar, meu sutiã e minha blusa
denunciavam uma grande mancha, produto do meu gozo e da agitação que me
tomava.
Percebia como o gozo do cachorro aflorava da buceta
da Lourdes, enquanto eles mantinham a conexão, para ficar depositado sobre
o tapete. Via gotejar a matriz dela, pelos
líquidos que o Rocco tinha evacuado, enquanto ainda mantinha o instrumento dele
dentro do útero dela, que de uma maneira nada delicada, num momento a tirou
do seu esconderijo. Lourdes, agitada, ainda se mantinha de quatro, enquanto
umas lambidas do cachorro davam por encerrado o encontro. Não consegui me conter e me
ajoelhei para chupar a buceta dela,
absorvendo aquela mistura de sucos, que me enlouqueceram, enquanto nos
beijamos intensamente.
Assim que a Lourdes foi se recuperando, começou a tirar
minha blusa, também manchada, levantando meu sutiã, para apreciar meus peitos
agitados, fruto da minha excitação diante do espetáculo exibido. Chupou como
desesperada meus peitos ardentes, buscando com a mão o meu sexo molhado.
Naquele instante, senti que era minha dona, que o que
ela me propusesse eu estava disposta a realizar, é possível que meu tesão
precisasse ser aplacado.
O cachorro ainda mantinha o membro ereto, e
Lourdes me convidou pra chupá-lo, sem pensar e atraída, como uma desesperada,
aceitei o pedido, me virei de barriga pra cima e debaixo do Rocco, agarrei seu
pau e comecei a chupá-lo, passando a língua por inteiro,
pra depois enfiar na boca, sugando com gosto.
Senti tirarem minha meia-calça, e deslizarem minha
calcinha, pra revelar minha buceta toda molhada e louca pra ser aliviada. A
língua da Lourdes não demorou, roçando meu clitóris enquanto os dedos dela apalpavam
minhas cavidades, o que me fazia chupar com mais vontade.
Quando o cachorro se afastou, Lourdes tomou conta da
situação, me levou pro quarto dela, me fez deitar, vendou meus olhos,
começando o ritual de sempre, com meus peitos, pra depois ir pras minhas partes
mais íntimas. Se eu já tava quente, ela completou meu estado de tesão crescente.
Comecei a sentir algo estranho entrando entre minhas pernas. Rapidamente
entendi o que era, então deixei ela continuar com o objetivo. Sem poder ver e
imaginando as intenções dela, me entreguei de corpo e alma, meus sentidos
pareciam ficar mais aguçados, focados naquele ponto, sentia ela enfiar
aquela parada com suavidade até o fundo do meu útero. A bombada foi acelerando,
até me deixar num estado de expectativa, mesmo sem ver, sentia a bacia dela
batendo na minha. Ela foi me levando a um estado de puro êxtase,
aumentando minha vontade, sem conseguir segurar meus gemidos.
Ela tirou o negócio, me virou, e começou a
enfiar pelo meu cu, ardia um pouco mas eu adorava, não foi uma penetração
funda, só o bastante pra alargar minha entrada. Naquela hora eu tava voando,
com cuidado ela foi me colocando de quatro, lambendo minha buceta enquanto tirava
o brinquedo excitante.
Depois de dar uns tapas na minha bunda, Senti o Rocco tomar conta do meu corpo, que eu aceitei submisso. Claro que ele começou a me bombar na hora, mas minha surpresa foi quando a mão da Lourdes guiou ele direto pra minha buceta já dilatada e preparada. Quando a ponta dele encontrou meu buraquinho anal, instintivamente tentei impedir, mas cada vez que ele entrava um pouco, eu gostava, me dando uma sensação diferente. Mesmo sem ter praticado muito, resolvi deixar tudo na sorte, ou nas mãos da Lourdes — já era a putinha gostosa dela, pronta pra satisfazer o macho dela. Meu coração batia acelerado e meu corpo começava a suar. Percebia que ele ia entrando cada vez mais fundo, o que me excitava a deixar ele invadir. Doía, mas eu aguentava — era uma mistura de sofrimento e prazer. Com uma habilidade danada, o pau dele começou a penetrar ritmado, até ir diminuindo aos poucos. Quando ele se dilatava dentro de mim, sentia dor, mas era como se fundisse com minha excitação. O pau do Rocco começou a me penetrar com força, roçando as paredes do meu cu, sentindo ele crescer como das outras vezes, mas por outro canal. As patas dele se agarraram firme, como se quisesse meter o bruto todo pra dentro, e as unhas arranhavam minhas coxas. Sentia minha bunda se rasgando — eu tava sendo violada por uma besta insaciável e sem controle, pronta pra satisfazer o instinto animal dele, sem se importar por onde, só seguindo o instinto. Sentia ele entrar dolorosamente, centímetro por centímetro, pelo meu reto. Acho que meu cu ficava mais vermelho a cada perfurada daquela vara de carne, e meu esfíncter parecia pulsar com aquela invasão. Rocco se deitou nas minhas costas, enquanto eu sentia as primeiras gozadas dele regarem meu interior. Eu ficava excitada, curtia aquilo, apesar da dor. A bombada dele era implacável e cheia de violência, e meu cu era forçado sem nenhuma piedade. Lourdes se jogou no chão pra chupar minha buceta, enquanto eu continuava empalada pelo cachorro. As lambidas da minha amiga e o objeto que estava dentro de mim me davam uma série de orgasmos incríveis. Essa invasão do meu corpo em dupla me fazia sentir como uma prisioneira, como um objeto sexual, era o dispositivo do sacrifício, onde cada parte se deliciava com uma das minhas cavidades. Não posso negar que aproveitava cada segundo, sentindo que me entregava cada vez mais aos desejos deles.

O calor do esperma dele começou a regar meu canal, isso foi consequência de outro espasmo. Mas o ápice foi quando Lourdes enfiou o consolo dentro da minha buceta. Naquele momento, me senti humilhada pela bestialidade dela, doía pra caralho, sentia como se estivesse sendo castigada pelo que estava fazendo. Quando ela conseguiu enfiar tudo, a bola dela totalmente dilatada, presa na saída do meu cu, pra finalizar completamente encaixados. Naquela hora, senti como se o Rocco fosse meu dono, o macho possuidor da sua mulher-vadia submissa, permitindo tudo, só pra gozar com as penetrações dele. Sentia o pau dele pulsando dentro do meu cu, quando de repente o Rocco se virou e pela primeira vez ficamos trancados, cu com cu, sentia o pau dele latejando, me dando uma série de espasmos, mas quando senti ele jorrar o leite de novo no meu cu, foi o auge, eu gemia igual uma cadela no cio. Tentei segurar as pernas dele pra evitar que ele me arrastasse e acabasse rasgando a área enganchada.

Fiquei quase vinte minutos nessa situação, a Lourdes tentava segurar ele pra não ser arrastada pelo quarto. Quando o pau dele foi se contraindo, ele puxou de uma vez só do meu cu, e uma dor forte me invadiu. Ele lambeu pra aliviar meu sofrimento momentâneo. Praticamente desabei no chão, totalmente exausta com tamanha surra. Notei minhas coxas arranhadas, meu cu ardendo e meus lábios da buceta meio inchados. Por sorte, a Lourdes me abraçou como um gesto de acolhimento. Não era demais. Tarde, mas meu corpo já não respondia a mais um encontro louco. Eu me sentia satisfeita, embora meu corpo estivesse meio judiado.

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