Marce dormindo, tranquila, relaxada, de lado, a bunda apontando pra mim, eu via a calcinha fio-dental como se perdia naquele rabão. Acariciei ela suavemente por um bom tempo, tentei dormir mas foi difícil pra caralho, fiquei virando de um lado pro outro até de madrugada, quando finalmente peguei no sono. Acordei perto das 11, Marce tava brincando com a nenê na sala, me aproximei e cumprimentei ela com um beijo profundo, ela disse que à tarde a gente podia ir na praça. Tava um lindo dia de sol. A gente almoçou de boa, ela foi se trocar, colocou uma saia justinha tubinho, uma calcinha fio-dental minúscula, aquela saia fica transparente com o sol. Ela vira pra mim:
- Tô bonita…?
- Linda… deliciosa…
- Acho que tá transparente demais, né…? tipo… quando bate o sol…
- Ai amor… a gente vai passear com a nenê, não tem problema…
Já tava ficando excitado de novo. Saímos na rua, ela tava andando empurrando o carrinho da nenê, parecia que a bunda marcava mais com o jeito que ela se mexia. A cadência da bunda dela enquanto empurrava o carrinho. De vez em quando eu ficava um pouco mais atrás, olhava ela andando e ficava com muito tesão, que rabão meu Deus, a calça ajudava a esconder minha ereção fodida. Eu levava o kit do mate, uns biscoitos. Quando entramos no parquinho me sentei, ela sentou do meu lado, depois foi com a nenê no balanço, me distraí olhando as outras crianças brincando, quando olhei pros balanços, tinha um cara jovem, da nossa idade, trinta e poucos. Eles conversavam animadamente com a Marce, que se mexia exageradamente sensual ao balançar a Jasmim, ele não perdia um detalhe, eu olhava ela de longe, em outra época teria saído correndo, teria me aproximado, mas dessa vez fiquei à distância observando. Num momento ela olhou pra onde eu tava e eu simplesmente levantei a mão cumprimentando, e naquele gesto, senti que tava dizendo pra eles que tava tudo bem, tava dizendo sim, sou o marido que olha de longe e não vou me meter em nada do que tá rolando. A situação estava ficando toda quente, minha atitude submissa, de quem gosta de agradar. De novo, eu estava com uma ereção que ia rasgar minha calça a qualquer momento. Precisava parar, pensar em outra coisa, então comecei a preparar o mate, olhando para o outro lado. Depois de um tempo, senti a Marce se sentando ao meu lado, comecei a servir o mate. Tomamos enquanto conversávamos sobre tudo um pouco, ela me contou alguns problemas do trabalho dela. Voltamos para casa, ela ia cuidar de dar banho na neném. Eu me encarreguei de começar a preparar a comida. Depois do banho, a Jazmín caiu num sono profundo. A Marce veio para a cozinha e me abraçou por trás. Começou a brincar com a mão direita, apertando meu volume, com a esquerda acariciando meu peito. Ela se ajoelhou, me virou para ela, desabotoou minha calça por baixo do zíper e puxou tudo junto, calça e cueca.
- Mmmm… o que temos aqui? Que durinho você está ultimamente… parece que está bem quentinho, meu amor… tudo isso é para mim?
- Sim, é todo seu, meu amor…
- Que bom…
Ela não falou mais, começou a brincar com a língua, aquelas mamadas campeãs que ela costuma dar, continuou. Pedi para ela parar porque não queria gozar, mas ela não teve piedade, continuou chupando e chupando, quando sentiu que eu estava quase chegando, tirou da boca, começou a me masturbar e jorrei porra por toda a cozinha, ela sorriu satisfeita, se levantou. Foi se despindo sensualmente enquanto caminhava para o banheiro, me disse: "Vou tomar banho, meu amor", mesmo sem acreditar, eu ainda estava excitado. Nesses dias, tínhamos transado mais do que nos últimos dois meses. Abri a geladeira, abri uma cerveja, enchi um copo, sentei para descansar um pouco. Fui ao banheiro, me despi e entrei na banheira com ela. Logo ela viu minha ereção e sorriu.
- O que está acontecendo com o Senhor que anda tão quente ultimamente…? - ela riu de novo. Levantei uma perna dela, coloquei sobre a borda da banheira e a penetrei, enquanto comia sua boca e apertava seus peitos.
- Que delícia, papi, como você está quente…
- Você gosta, putinha…?
- Eu gosto de você…
- Eu e o Jorge também… Sim!!! Esse cara me deixa louco!!! Ele tem uma pica deliciosa… e como me enche… é grossa… mas você é muito carinhoso, meu amor… - disse me provocando.
Filha da puta, que tesão, por favor, puta, depois continuamos em silêncio, ela saiu e ficou de costas para mim, ensaboei ela um pouco e depois fui lamber o cu dela, ajoelhado atrás dela com a água respingando no meu rosto. Separei as nádegas da bunda dela e comecei a chupar. Como eu gosto de chupar a bunda dela, que delícia, por favor, eu separava bem as nádegas e enfiava a língua o máximo que podia. Marce começou a se masturbar enquanto eu chupava, começou a gemer.
- Isso… que língua habilidosa você tem…
Parei de chupar e disse que estava com vontade de comer a bunda dela.
- Não, você é muito bruto… sempre me machuca… e depois eu não sinto prazer nenhum… me come na buceta se quiser…
Fiquei de pé e a penetrei devagar, agarrei ela forte por trás e fodi bem gostoso.
- Toma pica, puta barata… - não costumo falar assim - puta da bunda grande…!!!!
- Sim, sou uma puta… Jorge me disse a mesma coisa no outro dia no meu ouvido…
Fiquei mais excitado ainda, continuei metendo bem forte, não aguentava mais, então acelerei minha foda e em um momento senti que ia gozar, achei que ia ficar louco, gozei como um desesperado. Ela virou a cabeça e me beijou. Fomos nos acalmando, ela se virou, nos acariciamos, nos secamos mutuamente nos beijando e fomos para a cama dormir. Na segunda-feira não houve novidade, os dois estávamos muito cansados, então dormimos cedo. Nas terças costumo ir jogar futebol com meus amigos, como sempre ficamos para comer algo depois de jogar. Antes de começar o jogo meu celular tocou, era uma fotinho da Marce com um fio dental novo, mostrando a bunda, uma selfie, e dizia.
- Adoraria estrear ela esta noite com você, se não ficar para jantar tem sobremesa em casa… se não vier posso estrear com outra pessoa….
O jogo inteiro fiquei nervoso, inquieto. Na hora de comer me desculpei com os caras, estão me esperando em casa, a neném está com um pouco de febre e bom, não a Quero deixar a Marce sozinha, me zoaram me chamando de dominado, pau mandado, etc. Saí vazado com o carro, parecia um maluco como dirigi, nem tinha tomado banho, entrei todo sujo, passei pelo quarto da nenê que dormia tranquilamente. Segui pro nosso quarto, na cama tava a Marce de bumbum pra cima, o thong novo bem enfiado na raba, era branco, ficou uma delícia nela. Com as mãos ela começou a se acariciar, a buceta, movia os quadris enquanto se masturbava.
- Não ficou pra comer com os caras… que pena!!! – disse virando o rosto, tava uma delícia me olhando com cara de safada, esses lábios gostosos que ela tem. Me despi e mergulhei na cama, puxei o thong dela pro lado, penetrei e comecei a comer ela com tudo, agarrei ela pelo cabelo, virei a cabeça dela e devorei sua boca, nos beijamos, brincando com línguas e dentes. Estávamos desesperados, como se fazia meses que não transávamos.
- Que gostoso, papi… me come assim… que tesão que você tá ultimamente… parece que te fez bem eu ter ficado com um garotinho…
- Cala a boca, puta… – agarrei ela pela cintura, colocando ela de quatro, comecei a meter bem forte, sentia que ia aguentar pra caralho, que não ia gozar por um bom tempo, então fui me acalmando e brincando, tirava quase tudo deixando só a cabecinha e de novo até o fundo, bem devagar, curtindo, até a cabecinha e de novo fundo, ela acompanhava movendo os quadris. Comecei a dar tapas na bunda dela.
- Isso, putinha, rebola… puta… rebola, vai… como você gostou que aquele moleque te comesse…
- É… ele me comeu gostoso, tem uma rola deliciosa…
- Que puta que você é…
Seguimos transando em silêncio, senti que ela tava chegando, ela gozou bem fundo. Com meu dedão comecei a brincar no buraquinho do cu dela, cuspi e enfiei o dedão, o orgasmo dela parecia não ter fim. Eu sentia que agora sim tava perto de gozar, meti mais forte, tirei meu dedo do cu dela, senti um gemido, uma irritação, como se ela não quisesse que eu tirasse o dedo de lá, mas eu tava descontrolado. precisava segurar ela pelos quadris e meter bem forte, enfiar bem fundo.
- Isso, putinha… vou te encher de porra…
Agarrei firme na cintura dela, apertei contra mim e gozei lá no fundo da buceta dela, depois dormimos abraçados.
Na quarta ela chegou tarde do inglês, faz um curso que a clínica onde trabalha paga. Quando ela chegou eu já estava deitado, quase dormindo, muito cansado, ela chegou morta. Levantei pra fazer companhia enquanto ela esquentava algo pra comer. Depois fomos dormir, ela me deu um beijo bem suave, bem doce, disse que me amava e dormimos abraçados.
- Tô bonita…?
- Linda… deliciosa…
- Acho que tá transparente demais, né…? tipo… quando bate o sol…
- Ai amor… a gente vai passear com a nenê, não tem problema…
Já tava ficando excitado de novo. Saímos na rua, ela tava andando empurrando o carrinho da nenê, parecia que a bunda marcava mais com o jeito que ela se mexia. A cadência da bunda dela enquanto empurrava o carrinho. De vez em quando eu ficava um pouco mais atrás, olhava ela andando e ficava com muito tesão, que rabão meu Deus, a calça ajudava a esconder minha ereção fodida. Eu levava o kit do mate, uns biscoitos. Quando entramos no parquinho me sentei, ela sentou do meu lado, depois foi com a nenê no balanço, me distraí olhando as outras crianças brincando, quando olhei pros balanços, tinha um cara jovem, da nossa idade, trinta e poucos. Eles conversavam animadamente com a Marce, que se mexia exageradamente sensual ao balançar a Jasmim, ele não perdia um detalhe, eu olhava ela de longe, em outra época teria saído correndo, teria me aproximado, mas dessa vez fiquei à distância observando. Num momento ela olhou pra onde eu tava e eu simplesmente levantei a mão cumprimentando, e naquele gesto, senti que tava dizendo pra eles que tava tudo bem, tava dizendo sim, sou o marido que olha de longe e não vou me meter em nada do que tá rolando. A situação estava ficando toda quente, minha atitude submissa, de quem gosta de agradar. De novo, eu estava com uma ereção que ia rasgar minha calça a qualquer momento. Precisava parar, pensar em outra coisa, então comecei a preparar o mate, olhando para o outro lado. Depois de um tempo, senti a Marce se sentando ao meu lado, comecei a servir o mate. Tomamos enquanto conversávamos sobre tudo um pouco, ela me contou alguns problemas do trabalho dela. Voltamos para casa, ela ia cuidar de dar banho na neném. Eu me encarreguei de começar a preparar a comida. Depois do banho, a Jazmín caiu num sono profundo. A Marce veio para a cozinha e me abraçou por trás. Começou a brincar com a mão direita, apertando meu volume, com a esquerda acariciando meu peito. Ela se ajoelhou, me virou para ela, desabotoou minha calça por baixo do zíper e puxou tudo junto, calça e cueca.
- Mmmm… o que temos aqui? Que durinho você está ultimamente… parece que está bem quentinho, meu amor… tudo isso é para mim?
- Sim, é todo seu, meu amor…
- Que bom…
Ela não falou mais, começou a brincar com a língua, aquelas mamadas campeãs que ela costuma dar, continuou. Pedi para ela parar porque não queria gozar, mas ela não teve piedade, continuou chupando e chupando, quando sentiu que eu estava quase chegando, tirou da boca, começou a me masturbar e jorrei porra por toda a cozinha, ela sorriu satisfeita, se levantou. Foi se despindo sensualmente enquanto caminhava para o banheiro, me disse: "Vou tomar banho, meu amor", mesmo sem acreditar, eu ainda estava excitado. Nesses dias, tínhamos transado mais do que nos últimos dois meses. Abri a geladeira, abri uma cerveja, enchi um copo, sentei para descansar um pouco. Fui ao banheiro, me despi e entrei na banheira com ela. Logo ela viu minha ereção e sorriu.
- O que está acontecendo com o Senhor que anda tão quente ultimamente…? - ela riu de novo. Levantei uma perna dela, coloquei sobre a borda da banheira e a penetrei, enquanto comia sua boca e apertava seus peitos.
- Que delícia, papi, como você está quente…
- Você gosta, putinha…?
- Eu gosto de você…
- Eu e o Jorge também… Sim!!! Esse cara me deixa louco!!! Ele tem uma pica deliciosa… e como me enche… é grossa… mas você é muito carinhoso, meu amor… - disse me provocando.
Filha da puta, que tesão, por favor, puta, depois continuamos em silêncio, ela saiu e ficou de costas para mim, ensaboei ela um pouco e depois fui lamber o cu dela, ajoelhado atrás dela com a água respingando no meu rosto. Separei as nádegas da bunda dela e comecei a chupar. Como eu gosto de chupar a bunda dela, que delícia, por favor, eu separava bem as nádegas e enfiava a língua o máximo que podia. Marce começou a se masturbar enquanto eu chupava, começou a gemer.
- Isso… que língua habilidosa você tem…
Parei de chupar e disse que estava com vontade de comer a bunda dela.
- Não, você é muito bruto… sempre me machuca… e depois eu não sinto prazer nenhum… me come na buceta se quiser…
Fiquei de pé e a penetrei devagar, agarrei ela forte por trás e fodi bem gostoso.
- Toma pica, puta barata… - não costumo falar assim - puta da bunda grande…!!!!
- Sim, sou uma puta… Jorge me disse a mesma coisa no outro dia no meu ouvido…
Fiquei mais excitado ainda, continuei metendo bem forte, não aguentava mais, então acelerei minha foda e em um momento senti que ia gozar, achei que ia ficar louco, gozei como um desesperado. Ela virou a cabeça e me beijou. Fomos nos acalmando, ela se virou, nos acariciamos, nos secamos mutuamente nos beijando e fomos para a cama dormir. Na segunda-feira não houve novidade, os dois estávamos muito cansados, então dormimos cedo. Nas terças costumo ir jogar futebol com meus amigos, como sempre ficamos para comer algo depois de jogar. Antes de começar o jogo meu celular tocou, era uma fotinho da Marce com um fio dental novo, mostrando a bunda, uma selfie, e dizia.
- Adoraria estrear ela esta noite com você, se não ficar para jantar tem sobremesa em casa… se não vier posso estrear com outra pessoa….
O jogo inteiro fiquei nervoso, inquieto. Na hora de comer me desculpei com os caras, estão me esperando em casa, a neném está com um pouco de febre e bom, não a Quero deixar a Marce sozinha, me zoaram me chamando de dominado, pau mandado, etc. Saí vazado com o carro, parecia um maluco como dirigi, nem tinha tomado banho, entrei todo sujo, passei pelo quarto da nenê que dormia tranquilamente. Segui pro nosso quarto, na cama tava a Marce de bumbum pra cima, o thong novo bem enfiado na raba, era branco, ficou uma delícia nela. Com as mãos ela começou a se acariciar, a buceta, movia os quadris enquanto se masturbava.
- Não ficou pra comer com os caras… que pena!!! – disse virando o rosto, tava uma delícia me olhando com cara de safada, esses lábios gostosos que ela tem. Me despi e mergulhei na cama, puxei o thong dela pro lado, penetrei e comecei a comer ela com tudo, agarrei ela pelo cabelo, virei a cabeça dela e devorei sua boca, nos beijamos, brincando com línguas e dentes. Estávamos desesperados, como se fazia meses que não transávamos.
- Que gostoso, papi… me come assim… que tesão que você tá ultimamente… parece que te fez bem eu ter ficado com um garotinho…
- Cala a boca, puta… – agarrei ela pela cintura, colocando ela de quatro, comecei a meter bem forte, sentia que ia aguentar pra caralho, que não ia gozar por um bom tempo, então fui me acalmando e brincando, tirava quase tudo deixando só a cabecinha e de novo até o fundo, bem devagar, curtindo, até a cabecinha e de novo fundo, ela acompanhava movendo os quadris. Comecei a dar tapas na bunda dela.
- Isso, putinha, rebola… puta… rebola, vai… como você gostou que aquele moleque te comesse…
- É… ele me comeu gostoso, tem uma rola deliciosa…
- Que puta que você é…
Seguimos transando em silêncio, senti que ela tava chegando, ela gozou bem fundo. Com meu dedão comecei a brincar no buraquinho do cu dela, cuspi e enfiei o dedão, o orgasmo dela parecia não ter fim. Eu sentia que agora sim tava perto de gozar, meti mais forte, tirei meu dedo do cu dela, senti um gemido, uma irritação, como se ela não quisesse que eu tirasse o dedo de lá, mas eu tava descontrolado. precisava segurar ela pelos quadris e meter bem forte, enfiar bem fundo.
- Isso, putinha… vou te encher de porra…
Agarrei firme na cintura dela, apertei contra mim e gozei lá no fundo da buceta dela, depois dormimos abraçados.
Na quarta ela chegou tarde do inglês, faz um curso que a clínica onde trabalha paga. Quando ela chegou eu já estava deitado, quase dormindo, muito cansado, ela chegou morta. Levantei pra fazer companhia enquanto ela esquentava algo pra comer. Depois fomos dormir, ela me deu um beijo bem suave, bem doce, disse que me amava e dormimos abraçados.

5 comentários - como me excita ver minha esposa desejada e comida