Depois do contato excitante e rápido com a Lourdes, o tempo passou voando. Eu queria muito ficar, principalmente pra agradar minha amiga, que com certeza devia estar bem excitada, já que minha participação foi bem passiva. Quando comecei a me vestir, ela me diz de surpresa:Já vai embora?Será que é verdade?" — me pergunto, muito surpresa.É que eu tenho que ir buscar a minhaMoça, me desculpa" — respondi.
Ela se aproximou e me beijou nos lábios, enquanto a mão dela começava a desabotoar minha blusa. Tentei dissuadi-la, mas o desejo foi maior. Ela abriu minha blusa e levantou meu sutiã, meus peitos estavam novamente livres. De forma rápida, começou a chupá-los, me excitando, enquanto eu enfiava a mão dentro da calça dela para iniciar a masturbação dela.
Tentei não me empolgar demais, mas fiquei ali, esperando que ela não se segurasse. Em poucos minutos, senti como ela se agitava enquanto soltava uma série de gemidos entrecortados. Abracei-a para conter o orgasmo dela e nos beijamos de novo.
Me sentia culpada pelo meu comportamento, então comentei que ligaria pra minha mãe pra ver se ela podia cuidar da minha filha por mais um tempo. Infelizmente, foi impossível, porque eles estavam saindo para o cinema com meu pai. No fim, fui embora meio mal, por ter deixado as coisas sem um desfecho diferente. Ela disse pra eu não me preocupar, que fosse tranquila e que já teriam outras oportunidades.
Não era fácil pra mim tentar nos encontrar — ou por causa do trabalho dela ou das minhas obrigações de esposa e mãe, complicava tudo. Não queria ficar só um par de horas e sair correndo; queria passar mais tempo e aproveitar sem um limite de tempo.
Depois de algumas tentativas de deixar minha filha com minha mãe, num fim de semana consegui. Por sorte, meu pai tinha algum compromisso sozinho, e isso ajudou a deixá-la. Com meu marido foi diferente: comentei que possivelmente ficaria pra dormir na casa da minha amiga, que tínhamos uma despedida ou algo assim, e apesar da cara feia, ele aprovou.
Me sentia liberada. Fazia tempo que não experimentava algo assim — ter aquele tempo disponível pra aproveitar.
Lá pelas 20 horas, cheguei na casa da Lourdes. Depois de nos beijarmos e abraçarmos, decidimos comer, antes do que poderia rolar. Após o jantar, colocamos música e dançamos. Eu estava disposta a tomar a dianteira: entre beijos e abraços, fui... Enfiando minha mão por baixo da saia dela, me surpreendi e fiquei feliz ao descobrir que ela não tava de calcinha, isso facilitou chegar na buceta dela. Assim que meu dedo roçou a racha dela, já bem molhada, ela soltou um gemido. Diminuímos o ritmo da nossa dança, e meus dedos começaram a se enfiar na fenda dela. Nossos peitos batiam acelerados, nossas bocas se juntaram de repente, começando uma série de beijos, entrelaçando nossas línguas. Fomos nos aproximando do sofá, onde eu deitei ela. Levantei a saia dela até a cintura, abri as pernas dela, pra começar um sexo oral. Quando aproximei minha boca da buceta dela, bem molhada de tesão, gostei do contato, me incentivando a beijar com mais vontade. Era a primeira vez que eu lambia a buceta de uma mulher. Minha língua começou a explorar a dobra dos lábios dela e o interior, saboreando o gosto, enquanto meus dedos se enfiavam na racha dela. A ponta da minha língua roçava a ponta do clitóris dela, vendo como ela se estimulava. Lourdes tremia de prazer, as mãos dela na minha cabeça indicando pra eu continuar, enquanto as convulsões dela ficavam cada vez mais evidentes, até chegar no auge do clímax. Meus dedos molhados do fluido dela, enfiei na boca dela pra ela chupar. Enquanto levantava o vestido dela pra tirar, a falta do sutiã me deixou ver o corpo nu dela. Continuei devorando ela com minha boca, sem dar muito descanso, me agarrando nos peitos dela, menores que os meus, mas firmes e com uma auréola linda que destacava os bicos. Beijei cada centímetro do corpo vibrante dela, provocando ela com paixão. A respiração ofegante e os gemidos dela mostravam o estado de excitação, isso me fazia ser mais intensa. Virei ela e vi a redondeza da bunda dela, abri as nádegas e passei meu dedo pelo canal que formavam, quando cheguei no furinho, enfiei o dedo inteiro, sentindo as paredes do cu dela. Foi o fim da linha pra Lourdes, ela gozou completamente, ficou Estendida no sofá, recuperando as energias.
Fui tirando a roupa, ficando só de calcinha,
enquanto minha amiga me observava, pronta pra continuar. Fiquei parada na frente
dela, ela se levantou e sentou na minha frente, me segurando pela cintura largona,
começando a beijar minha barriga. Ela se ajoelhou e com os dentes mordeu minha calcinha
e foi puxando pra baixo até me deixar completamente pelada.
Nós viramos no tapete, começando um novo
round. Comecei a beijar a buceta dela, escorrendo de lubrificação, pra continuar lambendo
com delicadeza. Dava pra sentir o corpo nu dela tremendo. Meu dedo circulava
em volta do clitóris dela, durinho, enfiando meus dedos nas cavidades dela. Me
virei, entregando minha boceta pra sentir a boca dela, enquanto a buceta esperava
pelos lábios dela. A gente ficou nessa posição por um bom tempo, nos estimulando
com gosto, minha boca toda molhada pela secreção vaginal dela e minha saliva.
Segundo a segundo, tudo foi se intensificando até sentir
nossos corpos tremendo, cobertos de suor, quase ao mesmo tempo, causando
um monte de convulsões.
Lá pela meia-noite, fomos dormir, repetindo
um novo contato na manhã seguinte.
Depois de tomar banho, me preparei pra ir embora. No caminho,
refleti que era uma mal pensada, já que ela nem mencionou o cachorro dela. Também
podia ser pra não me incomodar, mas no fim, de um jeito ou de outro, eu me diverti
pra caralho.
A gente continuou se vendo, mas sem atividade sexual,
não porque não quiséssemos, só por causa de tempo e horários, que
na real era eu quem complicava mais.
Por sorte, quase um mês depois, surgiu outra nova
oportunidade de se encontrar. Seria na manhã de sábado, já que meu marido
tinha outro compromisso e minha mãe podia cuidar da bebê.
Lá pelas 10 da manhã, cheguei na casa dela, um
recebimento caloroso, até do Rocco. Depois de uma conversa e colocar o papo em dia,
o assunto foi o crescimento da minha barriga, já tava quase no 6º mês. Tudo
foi se desenrolando como se Se tivéssemos planejado, começamos uma série de beijos. Lourdes começou a tirar minha roupa e a passar a língua nas minhas partes descobertas. A gente já estava com pouca roupa, quando vi que o Rocco ainda estava no cômodo. Parei no meio do que estava fazendo. Lourdes me perguntou se eu queria que ela levasse ele pro quintal. Respondi que não me incomodava, afinal ele não ia contar o que a gente ia fazer. Rimos da minha piada e continuamos com nosso objetivo.
A gente se jogou no tapete e terminou de tirar as últimas peças de roupa. Parecíamos duas adolescentes prontas pra se devorar de tesão. Começamos uma série de beijos, nos tocando em todos os cantos e buracos do nosso corpo. A gente tava muito excitada, e nossos sucos vaginais começaram a jorrar. Nosso líquido gostoso de feromônios femininos devia ter perfumado a sala toda.
Num certo momento, enquanto minha amiga me beijava ou lambia meus peitos, ela se ajoelhou do meu lado pra tirar minha calcinha. Já era tipo um ritual, eu ficar de calcinha até o último momento. Ela começou a chupar meus peitos, descendo pela minha barriga volumosa até chegar na minha buceta, enquanto levantava a bunda.
O Rocco não deve ter ficado alheio aos cheiros que a gente tava soltando, porque ele levantou do lugar dele e veio até nós. Começou com aquela cheirada característica nas nossas partes mais íntimas. Nós duas ficamos paradas e em silêncio, enquanto a Lourdes se deitava no tapete, do meu lado. O cachorro circulava ao nosso redor, sem parar de nos cheirar, como se esperasse uma permissão. Deu umas lambidas na cara da minha amiga, como sinal de carinho.O que é que você tá procurando?dizia Lourdes, apertando a mão dela com a minha. Rocco parecia entender, porque balançava a bunda, até que se aproximou de mim, eu abri um pouco as pernas, e o focinho frio dele esfregou na minha racha.
Lourdes se virou, ficando de costas com a bunda meio levantada, esperando a língua do cachorro dela, que já mostrava uma certa excitação, pelos movimentos dele e pela língua que começava a explorar nossas zonas mais sensuais.
Num momento ela me pergunta se estava me incomodando ou se eu não gostava, e que ela tirava ele para o quintal,Não, não me incomoda",respondi pra ela.
Tá bomEla me respondeu.Vamos ficarEntão, com a nossa parada", a mão dela começou a esfregar minha buceta, voltando
pras minhas tetas pra chupá-las, a bunda dela continuava
levantada
e exposta (não tenho dúvida que foi de propósito). Rocco não demorou pra lamber as
partes íntimas da minha amiga, não houve nenhuma intenção de tirá-lo, pelo
contrário, ela o incentivava. Dava pra perceber que o que
Rocco causava nela, de alguma forma
se refletia no que estava me provocando. Não nos demos por achadas pela
intervenção do animal, foi como
algo tácito que não precisou ser repetido.
Ele suspendeu
o que estava fazendo comigo, pra abrir mais minhas pernas, provocando Rocco pra que
continuasse, meus peitos começaram a jorrar leite, não sei se porque estavam muito
cheios ou pelas sugadas da Lourdes, ou pela proximidade do cachorro, quando a
língua dele
começou a percorrer as zonas molhadas do meu corpo. Deitada sobre o tapete,
e protegendo minha barriga, deixei que Rocco lambesse minhas tetas, e parte do meu
abdômen, meus peitos pareciam explodir, acompanhados pela rigidez dos
meus mamilos, minha amiga começou a me estimular junto com o cachorro, entre os dois
estavam me enlouquecendo. Ao apertar meus peitos pela minha excitação,
finos jatos de leite materno regaram meu abdômen, sendo absorvidos
pelo animal com muita avidez. Essa dupla ativa e
disciplinada fez com que uma sequência de orgasmos, que era impossível controlar.
Rocco já estava pronto pra penetrar alguém, pelo
jeito que pulava e se agitava contra
nossos corpos. A ponta vermelha do membro dele começava a aparecer como sinal
de excitação. Sem muita insistência, e de forma bem sutil, me fez ficar de quatro, e sem nenhuma estranheza me posicionei exatamente como ele queria. Mesmo já tendo feito aquilo antes, me senti como se fosse a primeira vez, talvez por ser outro bicho e na presença da minha amiga.
Ele mandou eu abrir as pernas, e eu me deixei levar pelos planos dele, quando a língua dele começou a lamber minha buceta de um jeito voraz, como se estivesse me preparando pro próximo passo. A aspereza da língua dele percorreu cada centímetro das minhas partes íntimas. Não demorou pra ele montar em mim, e a pélvis dele começou num ritmo acelerado pra meter, conseguindo uma penetração funda e intensa na minha buceta. A ponta do pau dele batia nas minhas nádegas, procurando minha entrada, até que a mão da Lourdes guiou ele pra dentro da minha buceta. Senti o calor dele, as fricções violentas e cheias de energia contra as paredes do meu útero.
Assim que o pau inteiro entrou, não tinha mais volta. Ele me segurou com as patas da frente, sentindo a respiração ofegante dele perto da minha nuca, sem que isso atrapalhasse a bombada louca e intensa. Meus peitos grandes balançavam no ritmo do pau que entrava e saía do meu útero, numa velocidade alucinante. As patas da frente dele não paravam de me agarrar. Eu não entendia como, grávida daquele jeito, estava deixando um bicho me comer, ávido pra me encher de esperma. Mesmo sabendo que era uma putaria, eu tava adorando, a ponto de aceitar toda a selvageria.
Sentia ele me penetrando sem cerimônia, e minha submissão tava me transformando na nova puta dele, onde minha buceta era o alvo. O pau crescia dentro de mim, tomando conta da minha cavidade, e eu me entregava, gemendo como uma cadela no cio. Quando a bola dele parou, tinha dilatado, impedindo que o pau saísse. Eu tava presa, o corpo quase imóvel dele apoiado nas minhas costas, as patas que não paravam de... me agarrar na minha cintura, e o pau dele inteiro enfiado no meu útero, enquanto a bola dele, toda dilatada, fazia de tampão pra não vazar, estimulando meu ponto G com as batidas rítmicas. Eu percebia como meus lábios vaginais tinham se contraído, pra impedir a saída daquele corpo que me fazia gozar tanto. Os movimentos do animal tinham acalmado, mas a respiração ofegante dele continuava bem perto do meu ouvido. Quando comecei a sentir ele gozando dentro de mim, isso me excitou pra caralho, sentia a Lourdes me beijando com força, apertando meus peitos, parecia que meu corpo tava no poder dos dois, enquanto eu não parava de me deliciar com a intensidade daquele sexo alucinante. O leite do cachorro escorria da minha racha, enquanto ele tentava sair de mim, de um jeito brusco e doloroso ele tirou o membro, ainda duro e molhado, lambeu ele e depois a minha parte que tinha sido afetada pelo contato. O pau dele pendia vermelho e rígido, notei que era maior que o do Bobby, a Lourdes tava super excitada, se ajoelhou e, como a escrava que era, começou a chupar o pau do bicho de estimação dela, pra lamber com a ponta da língua a cabeça do membro do Rocco. Eu me aproximei dela, abri as pernas dela e enfiei minha boca na buceta dela, não parei até dar um orgasmo forte nela. Nossos corpos se espalharam pelo tapete, exaustos pela relação intensa. Uns minutos depois, o Rocco parecia pronto pra continuar dando guerra, já que tinha se recuperado bem, enquanto a dona dele se preparava pra ser a próxima mulher dele.
Ela se aproximou e me beijou nos lábios, enquanto a mão dela começava a desabotoar minha blusa. Tentei dissuadi-la, mas o desejo foi maior. Ela abriu minha blusa e levantou meu sutiã, meus peitos estavam novamente livres. De forma rápida, começou a chupá-los, me excitando, enquanto eu enfiava a mão dentro da calça dela para iniciar a masturbação dela.
Tentei não me empolgar demais, mas fiquei ali, esperando que ela não se segurasse. Em poucos minutos, senti como ela se agitava enquanto soltava uma série de gemidos entrecortados. Abracei-a para conter o orgasmo dela e nos beijamos de novo.
Me sentia culpada pelo meu comportamento, então comentei que ligaria pra minha mãe pra ver se ela podia cuidar da minha filha por mais um tempo. Infelizmente, foi impossível, porque eles estavam saindo para o cinema com meu pai. No fim, fui embora meio mal, por ter deixado as coisas sem um desfecho diferente. Ela disse pra eu não me preocupar, que fosse tranquila e que já teriam outras oportunidades.
Não era fácil pra mim tentar nos encontrar — ou por causa do trabalho dela ou das minhas obrigações de esposa e mãe, complicava tudo. Não queria ficar só um par de horas e sair correndo; queria passar mais tempo e aproveitar sem um limite de tempo.
Depois de algumas tentativas de deixar minha filha com minha mãe, num fim de semana consegui. Por sorte, meu pai tinha algum compromisso sozinho, e isso ajudou a deixá-la. Com meu marido foi diferente: comentei que possivelmente ficaria pra dormir na casa da minha amiga, que tínhamos uma despedida ou algo assim, e apesar da cara feia, ele aprovou.
Me sentia liberada. Fazia tempo que não experimentava algo assim — ter aquele tempo disponível pra aproveitar.
Lá pelas 20 horas, cheguei na casa da Lourdes. Depois de nos beijarmos e abraçarmos, decidimos comer, antes do que poderia rolar. Após o jantar, colocamos música e dançamos. Eu estava disposta a tomar a dianteira: entre beijos e abraços, fui... Enfiando minha mão por baixo da saia dela, me surpreendi e fiquei feliz ao descobrir que ela não tava de calcinha, isso facilitou chegar na buceta dela. Assim que meu dedo roçou a racha dela, já bem molhada, ela soltou um gemido. Diminuímos o ritmo da nossa dança, e meus dedos começaram a se enfiar na fenda dela. Nossos peitos batiam acelerados, nossas bocas se juntaram de repente, começando uma série de beijos, entrelaçando nossas línguas. Fomos nos aproximando do sofá, onde eu deitei ela. Levantei a saia dela até a cintura, abri as pernas dela, pra começar um sexo oral. Quando aproximei minha boca da buceta dela, bem molhada de tesão, gostei do contato, me incentivando a beijar com mais vontade. Era a primeira vez que eu lambia a buceta de uma mulher. Minha língua começou a explorar a dobra dos lábios dela e o interior, saboreando o gosto, enquanto meus dedos se enfiavam na racha dela. A ponta da minha língua roçava a ponta do clitóris dela, vendo como ela se estimulava. Lourdes tremia de prazer, as mãos dela na minha cabeça indicando pra eu continuar, enquanto as convulsões dela ficavam cada vez mais evidentes, até chegar no auge do clímax. Meus dedos molhados do fluido dela, enfiei na boca dela pra ela chupar. Enquanto levantava o vestido dela pra tirar, a falta do sutiã me deixou ver o corpo nu dela. Continuei devorando ela com minha boca, sem dar muito descanso, me agarrando nos peitos dela, menores que os meus, mas firmes e com uma auréola linda que destacava os bicos. Beijei cada centímetro do corpo vibrante dela, provocando ela com paixão. A respiração ofegante e os gemidos dela mostravam o estado de excitação, isso me fazia ser mais intensa. Virei ela e vi a redondeza da bunda dela, abri as nádegas e passei meu dedo pelo canal que formavam, quando cheguei no furinho, enfiei o dedo inteiro, sentindo as paredes do cu dela. Foi o fim da linha pra Lourdes, ela gozou completamente, ficou Estendida no sofá, recuperando as energias.
Fui tirando a roupa, ficando só de calcinha,
enquanto minha amiga me observava, pronta pra continuar. Fiquei parada na frente
dela, ela se levantou e sentou na minha frente, me segurando pela cintura largona,
começando a beijar minha barriga. Ela se ajoelhou e com os dentes mordeu minha calcinha
e foi puxando pra baixo até me deixar completamente pelada.
Nós viramos no tapete, começando um novo
round. Comecei a beijar a buceta dela, escorrendo de lubrificação, pra continuar lambendo
com delicadeza. Dava pra sentir o corpo nu dela tremendo. Meu dedo circulava
em volta do clitóris dela, durinho, enfiando meus dedos nas cavidades dela. Me
virei, entregando minha boceta pra sentir a boca dela, enquanto a buceta esperava
pelos lábios dela. A gente ficou nessa posição por um bom tempo, nos estimulando
com gosto, minha boca toda molhada pela secreção vaginal dela e minha saliva.
Segundo a segundo, tudo foi se intensificando até sentir
nossos corpos tremendo, cobertos de suor, quase ao mesmo tempo, causando
um monte de convulsões.
Lá pela meia-noite, fomos dormir, repetindo
um novo contato na manhã seguinte.
Depois de tomar banho, me preparei pra ir embora. No caminho,
refleti que era uma mal pensada, já que ela nem mencionou o cachorro dela. Também
podia ser pra não me incomodar, mas no fim, de um jeito ou de outro, eu me diverti
pra caralho.
A gente continuou se vendo, mas sem atividade sexual,
não porque não quiséssemos, só por causa de tempo e horários, que
na real era eu quem complicava mais.
Por sorte, quase um mês depois, surgiu outra nova
oportunidade de se encontrar. Seria na manhã de sábado, já que meu marido
tinha outro compromisso e minha mãe podia cuidar da bebê.
Lá pelas 10 da manhã, cheguei na casa dela, um
recebimento caloroso, até do Rocco. Depois de uma conversa e colocar o papo em dia,
o assunto foi o crescimento da minha barriga, já tava quase no 6º mês. Tudo
foi se desenrolando como se Se tivéssemos planejado, começamos uma série de beijos. Lourdes começou a tirar minha roupa e a passar a língua nas minhas partes descobertas. A gente já estava com pouca roupa, quando vi que o Rocco ainda estava no cômodo. Parei no meio do que estava fazendo. Lourdes me perguntou se eu queria que ela levasse ele pro quintal. Respondi que não me incomodava, afinal ele não ia contar o que a gente ia fazer. Rimos da minha piada e continuamos com nosso objetivo.
A gente se jogou no tapete e terminou de tirar as últimas peças de roupa. Parecíamos duas adolescentes prontas pra se devorar de tesão. Começamos uma série de beijos, nos tocando em todos os cantos e buracos do nosso corpo. A gente tava muito excitada, e nossos sucos vaginais começaram a jorrar. Nosso líquido gostoso de feromônios femininos devia ter perfumado a sala toda.
Num certo momento, enquanto minha amiga me beijava ou lambia meus peitos, ela se ajoelhou do meu lado pra tirar minha calcinha. Já era tipo um ritual, eu ficar de calcinha até o último momento. Ela começou a chupar meus peitos, descendo pela minha barriga volumosa até chegar na minha buceta, enquanto levantava a bunda.
O Rocco não deve ter ficado alheio aos cheiros que a gente tava soltando, porque ele levantou do lugar dele e veio até nós. Começou com aquela cheirada característica nas nossas partes mais íntimas. Nós duas ficamos paradas e em silêncio, enquanto a Lourdes se deitava no tapete, do meu lado. O cachorro circulava ao nosso redor, sem parar de nos cheirar, como se esperasse uma permissão. Deu umas lambidas na cara da minha amiga, como sinal de carinho.O que é que você tá procurando?dizia Lourdes, apertando a mão dela com a minha. Rocco parecia entender, porque balançava a bunda, até que se aproximou de mim, eu abri um pouco as pernas, e o focinho frio dele esfregou na minha racha.
Lourdes se virou, ficando de costas com a bunda meio levantada, esperando a língua do cachorro dela, que já mostrava uma certa excitação, pelos movimentos dele e pela língua que começava a explorar nossas zonas mais sensuais.
Num momento ela me pergunta se estava me incomodando ou se eu não gostava, e que ela tirava ele para o quintal,Não, não me incomoda",respondi pra ela.
Tá bomEla me respondeu.Vamos ficarEntão, com a nossa parada", a mão dela começou a esfregar minha buceta, voltando
pras minhas tetas pra chupá-las, a bunda dela continuava
levantada
e exposta (não tenho dúvida que foi de propósito). Rocco não demorou pra lamber as
partes íntimas da minha amiga, não houve nenhuma intenção de tirá-lo, pelo
contrário, ela o incentivava. Dava pra perceber que o que
Rocco causava nela, de alguma forma
se refletia no que estava me provocando. Não nos demos por achadas pela
intervenção do animal, foi como
algo tácito que não precisou ser repetido.
Ele suspendeu
o que estava fazendo comigo, pra abrir mais minhas pernas, provocando Rocco pra que
continuasse, meus peitos começaram a jorrar leite, não sei se porque estavam muito
cheios ou pelas sugadas da Lourdes, ou pela proximidade do cachorro, quando a
língua dele
começou a percorrer as zonas molhadas do meu corpo. Deitada sobre o tapete,
e protegendo minha barriga, deixei que Rocco lambesse minhas tetas, e parte do meu
abdômen, meus peitos pareciam explodir, acompanhados pela rigidez dos
meus mamilos, minha amiga começou a me estimular junto com o cachorro, entre os dois
estavam me enlouquecendo. Ao apertar meus peitos pela minha excitação,
finos jatos de leite materno regaram meu abdômen, sendo absorvidos
pelo animal com muita avidez. Essa dupla ativa e
disciplinada fez com que uma sequência de orgasmos, que era impossível controlar.
Rocco já estava pronto pra penetrar alguém, pelo
jeito que pulava e se agitava contra
nossos corpos. A ponta vermelha do membro dele começava a aparecer como sinal
de excitação. Sem muita insistência, e de forma bem sutil, me fez ficar de quatro, e sem nenhuma estranheza me posicionei exatamente como ele queria. Mesmo já tendo feito aquilo antes, me senti como se fosse a primeira vez, talvez por ser outro bicho e na presença da minha amiga.
Ele mandou eu abrir as pernas, e eu me deixei levar pelos planos dele, quando a língua dele começou a lamber minha buceta de um jeito voraz, como se estivesse me preparando pro próximo passo. A aspereza da língua dele percorreu cada centímetro das minhas partes íntimas. Não demorou pra ele montar em mim, e a pélvis dele começou num ritmo acelerado pra meter, conseguindo uma penetração funda e intensa na minha buceta. A ponta do pau dele batia nas minhas nádegas, procurando minha entrada, até que a mão da Lourdes guiou ele pra dentro da minha buceta. Senti o calor dele, as fricções violentas e cheias de energia contra as paredes do meu útero.
Assim que o pau inteiro entrou, não tinha mais volta. Ele me segurou com as patas da frente, sentindo a respiração ofegante dele perto da minha nuca, sem que isso atrapalhasse a bombada louca e intensa. Meus peitos grandes balançavam no ritmo do pau que entrava e saía do meu útero, numa velocidade alucinante. As patas da frente dele não paravam de me agarrar. Eu não entendia como, grávida daquele jeito, estava deixando um bicho me comer, ávido pra me encher de esperma. Mesmo sabendo que era uma putaria, eu tava adorando, a ponto de aceitar toda a selvageria.
Sentia ele me penetrando sem cerimônia, e minha submissão tava me transformando na nova puta dele, onde minha buceta era o alvo. O pau crescia dentro de mim, tomando conta da minha cavidade, e eu me entregava, gemendo como uma cadela no cio. Quando a bola dele parou, tinha dilatado, impedindo que o pau saísse. Eu tava presa, o corpo quase imóvel dele apoiado nas minhas costas, as patas que não paravam de... me agarrar na minha cintura, e o pau dele inteiro enfiado no meu útero, enquanto a bola dele, toda dilatada, fazia de tampão pra não vazar, estimulando meu ponto G com as batidas rítmicas. Eu percebia como meus lábios vaginais tinham se contraído, pra impedir a saída daquele corpo que me fazia gozar tanto. Os movimentos do animal tinham acalmado, mas a respiração ofegante dele continuava bem perto do meu ouvido. Quando comecei a sentir ele gozando dentro de mim, isso me excitou pra caralho, sentia a Lourdes me beijando com força, apertando meus peitos, parecia que meu corpo tava no poder dos dois, enquanto eu não parava de me deliciar com a intensidade daquele sexo alucinante. O leite do cachorro escorria da minha racha, enquanto ele tentava sair de mim, de um jeito brusco e doloroso ele tirou o membro, ainda duro e molhado, lambeu ele e depois a minha parte que tinha sido afetada pelo contato. O pau dele pendia vermelho e rígido, notei que era maior que o do Bobby, a Lourdes tava super excitada, se ajoelhou e, como a escrava que era, começou a chupar o pau do bicho de estimação dela, pra lamber com a ponta da língua a cabeça do membro do Rocco. Eu me aproximei dela, abri as pernas dela e enfiei minha boca na buceta dela, não parei até dar um orgasmo forte nela. Nossos corpos se espalharam pelo tapete, exaustos pela relação intensa. Uns minutos depois, o Rocco parecia pronto pra continuar dando guerra, já que tinha se recuperado bem, enquanto a dona dele se preparava pra ser a próxima mulher dele.
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