Algumas Aventuras T.-2 C.-4

Aquela noite no hotel, quando abri a porta para o papai ver meu COSPLAY de gata preta, ele ficou tão impactado que até hoje me chama de sua gatinha... quer dizer, sou uma Gata coelha... Transamos como os animais que somos, mas isso já não é novidade pra vocês.

Naquela época, voltamos pro México pra continuar cuidando das minhas filhas, enquanto um novo projeto não surgia. Fui a várias entrevistas no Vale do Silício, uma delas foi na Adobe, mas não me aceitaram por ser mãe e porque eles procuravam alguém com tempo integral pra trabalhar lá. Que pena, eles perderam a oportunidade de trabalhar comigo.

Como a boa mãe que sou, além de amamentar minha filha e ajudar a mais velha com a lição de casa na pré-escola, eu e o pai dela (sua irmã/mãe) combinamos que se ela se saísse bem no primeiro ano, a levaríamos à Disney. E foi assim... Minha menina se saiu muito bem na escola, então o pai e a avó dela fomos nós 7 pra Orlando, Flórida.Algumas Aventuras T.-2 C.-4


Algumas Aventuras T.-2 C.-4


Algumas Aventuras T.-2 C.-4


Algumas Aventuras T.-2 C.-4

Foram dias lindos para nós, papai e suas 6 mulheres...
Para voltarmos ao México, decidimos pegar o Disney Fantasy Cruise... Ou melhor, o cruzeiro de volta. Mamãe e eu tínhamos feito compras, e então mandamos as meninas para a creche do navio. Mamãe decidiu se fantasiar de bruxinha, da sua casa favorita de Hogwarts, que pra lembrar é Grifinória, e a minha é Lufa-Lufa. Lá estávamos nós três numa cabine, fantasiados e fodendo como a família de coelhinhos que somos (claro, cada um tinha sua cabine: mamãe a dela e eu a minha; depois de foder com cada uma ou com as duas, cada um voltava pra sua cabine; às vezes, papai transava com mamãe à noite, terminava e vinha comigo de madrugada pra foder).
O principal problema de minhas meninas estarem crescendo é que perguntam por que o pai delas dorme com minha mãe e comigo no mesmo quarto. Havia vezes em que elas acordavam e tinham que vir dormir conosco na cama; havia vezes em que estávamos os sete dormindo na mesma cama. Como diria meu pai, o pai das minhas meninas, que é abençoado entre os homens por ter tantas mulheres tão gostosas em sua casa.Algumas Aventuras T.-2 C.-4


Algumas Aventuras T.-2 C.-4


Algumas Aventuras T.-2 C.-4


Algumas Aventuras T.-2 C.-4


Algumas Aventuras T.-2 C.-4


Algumas Aventuras T.-2 C.-4


Algumas Aventuras T.-2 C.-4


Algumas Aventuras T.-2 C.-4


Algumas Aventuras T.-2 C.-4


Algumas Aventuras T.-2 C.-4


Algumas Aventuras T.-2 C.-4

Como temos o mau hábito de ficar em casa nos finais de semana e raramente sair em ocasiões, mamãe e eu ficamos passeando pela casa de calcinha e sutiã, só para excitar nosso homem. Lembro que em uma ocasião eu estava lavando a louça do café da manhã na cozinha, quando papai chegou por trás de mim, tirou o pau, moveu minha calcinha de lado e pum, me penetrou enquanto eu lavava. Era tanta a excitação que acabamos transando na cozinha, mas para nosso azar, entrou a filha da minha mãe, minha irmã, e perguntou ao papai o que ele estava fazendo comigo. Ele só disse: "Não falei que tem que bater na porta antes de entrar?"...

Em outra ocasião, estávamos mamãe e eu no lavanderia e começamos a nos beijar, quando papai entrou, e acabamos transando os três ali entre a roupa suja e a máquina de lavar e secadora. Só paramos de foder porque tínhamos que ver o que ia ser preparado para o jantar...

Quantas aventuras já tivemos. Me vem à memória a vez que fomos a um funeral de uma vizinha, cujo marido e único filho tinham morrido. Quando demos os pêsames, as coisas aconteceram ali mesmo no cemitério: papai, a viúva e eu. Acabamos transando na cripta em frente ao túmulo do filho e do marido dela. Para vocês terem ideia, papai a engravidou de uma menina, mas claro, ele não sabe que é o pai, e a viúva não vai dizer quem é o pai da neném, senão todo o esquema que ela fez para ficar com a herança do marido vai por água abaixo.

Mas vamos fazer um resumo. Vou contar o motivo pelo qual, depois da minha segunda gravidez, tirei os implantes de aumento dos seios. Vejam bem, era Halloween, mamãe e eu havíamos mandado fazer uns trajes de coelhinha da Playboy, e eu já conseguia vestir o meu porque já tinha voltado ao meu peso ideal, só que mais bunduda e quadrada, quem sabe por quê. Naquele dia, levamos as meninas para pedir doces nas casas, elas fantasiadas de coelhinhas, muito fofas, por sinal, e nós como as putinhas coelhinhas que somos. Na volta, aquele dia... Eu estava dirigindo e batemos em outra caminhonete, meu peito bateu no airbag e com o impacto meu implante do lado direito estourou, então tiveram que me levar às pressas para removê-lo. O médico me perguntou se eu queria continuar com meus implantes e eu pedi para tirá-los, estava me sentindo um pouco desconfortável, mas foi uma boa cirurgia porque deixaram meus peitos lindos. Não demorou muito para minha mãe entrar no mesmo procedimento para tirar os implantes e voilà, estamos as duas com o mesmo tamanho de bunda e de peitos, por isso muitos pensam que somos gêmeas ou irmãs. Se essas pessoas soubessem o segredo que minha família esconde...Algumas Aventuras T.-2 C.-4


Algumas Aventuras T.-2 C.-4


Algumas Aventuras T.-2 C.-4


Algumas Aventuras T.-2 C.-4


Algumas Aventuras T.-2 C.-4


Algumas Aventuras T.-2 C.-4


Algumas Aventuras T.-2 C.-4


Algumas Aventuras T.-2 C.-4


Algumas Aventuras T.-2 C.-4

Depois que eu tirei os implantes e consegui passar ou superar a recuperação, voltamos a fazer amor, como se papai e eu não tivéssemos transando pelo anal, mas enfim, mamãe pensava que eu estava evitando fazer esforços. Quando mamãe montou sua nova empresa, ou melhor dizendo, estou falando de uma mini rede de academias, a ponto das instrutoras que mamãe contratava, entre ela e eu, a gente se apaixonava por elas para depois foder com elas. Até hoje já transamos com tantas mulheres que, bom, já até perdemos a conta de quantas estivemos, algumas até compartilhamos e outras queremos só para nós...

Em certa ocasião, chegou na casa ao lado uma vizinha muito gostosa. Sim, nem eu mesma conseguia acreditar que, depois de alguns anos conhecendo minha vizinha Steffany, e depois de sair com ela inúmeras vezes como amigas, quando finalmente declarei meu amor, para começar, ela não me disse nem sim nem não imediatamente. O que ela me disse foi que me responderia à noite, que me convidava para um café num lugar que ela conhecia chamado Starbucks.

Logo que chegamos, eu percebi que a clientela daquele lugar era meio estranha, quero dizer, pessoas que, para mim, naquele momento, eram fora do comum. Sem muito esforço, identifiquei que o local estava cheio de vários casais de mulheres, assim como uma ou outra extremamente femininas e sedutoras. Além de um ou outro gay, e vários caras de diferentes idades que definitivamente eram homens vestidos de mulher. Eu não tinha nada contra essas pessoas, mas a verdade é que não me sentia muito à vontade naquele ambiente.

Para mim, muito mais estranho foi ver como muitas dessas pessoas cumprimentavam a Stefany de maneira muito confiante, como se a conhecessem há muito tempo. Enquanto a mim, me olhavam estranho, com desconfiança, e é claro, também tinha quem não me desse a menor atenção. Stefany, naquela tarde, estava lindamente vestida, com seus cabelos abundantes... cabelo castanho solto e sem muita maquiagem. Eu ia começar a falar, quando ela me pediu para ficar quieta, em silêncio.

Isso também achei estranho. Mas deixei ela continuar falando, afinal, eu estava tão, mas tão apaixonada pela Steffany, que achava que a única coisa que me interessava ouvir era se ela queria ser minha namorada. Então, quando ela pegou minhas mãos e me perguntou se eu não achava estranho ela ter me marcado naquele lugar para me responder, eu disse que sim. Aí ela continuou, falando: "Bom, a verdade é que eu sou transexual." (Eu achava que ela era mulher, nunca imaginei que fosse um "ex-homem").

Eu meio que não entendi o que ela tinha acabado de dizer, e deve ter sido tão óbvio, que a Stefany repetiu de novo, mas bem mais devagar. Eu definitivamente não conseguia acreditar no que ela estava me falando. Mas ela continuou falando e disse: "Meu nome verdadeiro é Fernando." E, soltando minhas mãos, tirou da bolsa uma identidade com foto, me entregou e falou: "Eu sou assim na realidade." Na identidade, eu conseguia ver o rosto lindo da Stefany, com aquele cabelo castanho abundante, mas com o nome que ela tinha acabado de dizer.

Eu não conseguia acreditar, mas vi algo nos olhos lindos dela, e não sei como foi que perguntei: "E você sente algo por mim?" A Stefany respondeu que sim. A partir daquele instante, digamos que viramos namoradas. E mesmo começando a sair e passear, e toda vez que dava, a gente se beijava intensamente, ainda não tínhamos transado. Até que uma tarde, estando sozinhas na casa dos pais dela, começamos a falar sobre o assunto.

A Stefany me confessou que estava morrendo de vontade de transar comigo, e claro, eu só pensava que ela e eu só poderíamos fazer oral ou anal. Sendo ela, como dizem, a Dominante. Mas quando, enquanto a gente se beijava intensamente, ela me disse que nesse tipo de relação preferia ser a pessoa ativa, eu não conseguia acreditar. Que, mesmo sendo verdade que... Desde muito pequena, ela sempre quis e sentiu que era mulher. Essa coisa de praticar sexo anal nunca chegou a agradá-la plenamente. Afinal, ela mesma se via como uma mulher que, em vez de ter sua vulva e vagina para dentro, a tinha para fora, pelo menos até que se operasse.

A verdade é que não compreendi muito bem o que ela quis dizer, então continuamos nos beijando e nos acariciando intensamente. Entre beijos e carícias, eu fui tirando a roupa dela, e ela foi tirando a minha. Até que a deixei apenas com uma calcinha minúscula tipo fio dental que estava usando, e eu fiquei apenas com meu sutiã e minha cinta-liga, pois não tinha colocado a calcinha para ficar mais confortável. Stefany estava não só linda, mas deslumbrante, semidesnuda em meus braços, com todo o cabelo solto, com seus seios firmes e empinados, que bem poderiam caber em um par de taças de champanhe.

Tanto ela quanto eu continuamos nos beijando e, lentamente, por mútuo acordo, mas sem dizer uma palavra, fomos tirando o pouco de roupa que ainda nos restava. Foi quando senti pela primeira vez seu membro duro em pleno contato com minha buceta. Stefany pegou minha buceta de maneira terna e bem suave. Então, eu fiz o mesmo com o dela, o que me fez sentir algo extremamente estranho, pois, ao contrário do que talvez pudesse ter acontecido com outra pessoa, não senti o menor desagrado ou desconforto da minha parte, talvez porque sabia que se tratava da minha namorada, a quem amava e desejava intensamente.

À medida que Stefany foi manipulando e acariciando com seus dedos finos toda a minha buceta, eu, confiante, fui fazendo o mesmo que ela fazia comigo. Então, quando ela colocou o rosto entre minhas pernas e começou a lamber minha buceta, não senti nada desagradável ao fazer o mesmo com ela. Pouco a pouco, tanto Stefany quanto eu fomos avançando; nossas línguas, a princípio, se limitaram a lamber nossos respectivos órgãos, mas logo em seguida... ela e eu chupávamos intensamente, e por completo, o pau uma da outra.
Essa foi a primeira de muitas relações que ambas tivemos... que minha namorada e eu mantivemos. Das quais ambas ficávamos tremendamente satisfeitas, e que me permitiram perceber que, apesar da baixa estatura dela em relação a mim, e do corpo magro, minha namorada Stefany tinha um pau maior, mais longo e mais grosso que o do meu pai. Coisa que nunca chegou a me incomodar, na verdade.

Durante nosso namoro, falamos inúmeras vezes sobre quando ela faria a cirurgia, e claro que fomos atrás de informações sobre isso. Mas também continuamos explorando nossos corpos mutuamente. Às vezes, eu colocava meus peitos entre as pernas dela, bem debaixo dos testículos, ou ela fazia o mesmo sob meus lábios vaginais indescritíveis. Quando não era isso, eu ou ela colocávamos nossos órgãos, eu virava de bunda para ser penetrada por outro pene que não era o do meu pai. Mas sem deixar ele gozar dentro de verdade, só mantínhamos relações com proteção e não daquele jeito selvagem que meu pai fazia com minha mãe e comigo!

Mas uma noite em que saímos para dançar, ao voltar para meu apartamento, começamos a nos beijar, nos acariciar, tiramos toda a roupa e, entre uma coisa e outra, quando Stefany se colocou atrás de mim, não sei o que me deu, eu queria mostrar o quanto meu amor por ela era grande. Quando senti o pau duro e quente dela entre minhas nádegas, não foi difícil deixar ela me penetrar e finalmente gozar dentro. Então, coloquei a cabeça vermelha dela no centro do meu esfíncter pulsante. E, em poucos segundos, comecei a sentir como o membro quente da minha namorada abria caminho entre minhas nádegas, como, pouco a pouco, por amor, deixei ela me penetrar completamente. Não só naquela vez, mas durante quase toda nossa relação, era ela quem me levava a ter orgasmos por via anal!

Stefany me abraçou intensamente, ao mesmo tempo... que eu esfregava minhas nádegas e quadris contra o corpo dela, sentindo como seu membro duro e quente entrava e saía do meu corpo, uma e outra vez. Enquanto isso, ela me beijava e mordiscava intensamente meu pescoço e orelhas. Eu não parava de mover meus quadris e, não sei como, pedia para ela me dar mais forte, cada vez mais forte. Então minha namorada, enquanto me mantinha deliciosamente cravada ou empalada, com as mãos buscou minha própria vagina e, assim que a agarrou, começou a me masturbar divinamente, ao mesmo tempo que não parava de me enterrar da maneira mais linda, com toda a sua rola dentro do meu cuzinho apertado.

A partir daqueles momentos, nossas relações mudaram radicalmente. Agora é ela quem me "estupra", coisa que eu curto intensamente, embora haja momentos em que sou eu quem pede para penetrá-la vaginalmente. Até já pensamos que não é necessário ela fazer a cirurgia, já que, de qualquer forma, ela me pediu para dar um filho de Stefany para Stefany. Mas nunca poderemos ter filhos PORQUE MEUS ÓVULOS SÃO APENAS DO PAPAI, a menos que papai faleça – nesse caso, talvez eu me atreva a viver e ter um filho com Stefany.Vou deixar o post de hoje e se vocês quiserem fotos dos cosplays ou do Halloween de coelhinhas, não deixem de comentar. Se chegar a 500 pontos... vou enviar o pack de fotos pra quem comentou. Excelente final de semana...

15 comentários - Algumas Aventuras T.-2 C.-4

koilet +1
Me encanto el relato y las fotos hacen de este mas caliente, 10 merecidos. Espero mas que excitado ver esas fotos cosplay.
GRACIAS...lo hago para ustedes mis fans!
koilet +1
❤💦💦💦
que linda esas fotod acopañando esa delicia de relato
que excitante relato me encanto y con las maravilloso fue un gran detalle
conejita que envidia le tengo a tu conejo es un suertudo de tener a sus fantasías a eze hermoso par de conejas de tu madre y tu me encanta mucho tus relatos conejita estas riquísima te dejo puntos me encantaría poder ver vídeos de ustedes
Siempre diré
Fan de tus relatos y que siempre me dejan a mi,sin habla
ya me voldi tu fan!! dejé puntos 😉
Gracias espera la confesion de hoy
con las ganas de ver el pack de cosplay 😉
pero todavia no llega a los puntos que les dije!
excelente relato
Gracias te invito a que leas la siguiente parte la continuacion de este post!
Gracias te invito a que leas la siguiente parte la continuacion de este post!
Ufff de lo que me perdi... pero te dije que ne pondria al dia... jajaja excelente relato y que cuerpo... quiero las fotos... van oubtos para eso..