Chegada Inesperada
Era sexta-feira, minha prima vinha de viagem com asfilhos que ficavam na minha casa. À tarde, enquanto estavam chegando, ela mandou uma mensagem dizendo que vinha com a filha também. Eu não via ela há muito tempo, desde que ela tinha uns 10 anos, mais ou menos. Já tem 18, pensei baixinho. Lembro que quando era moleque, eu gostava dela, mas era só coisa de criança, passava na hora. Quando vi ela chegar, fiquei de cara — já tava grande e uma gostosa. Não conseguia parar de olhar, mas me segurava porque estávamos em família, não dá. Ia ser foda.
essa semana convivendo juntos.Passei a noite, de manhã já estávamos acordados trocando ideia besta com minha prima, e ela acorda de pijama. Eu fiquei mudo, me fiz de sonso olhando pro celular.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Tava conversando com minha prima pra ela não perceber. Falei "Bom dia" e ela me cumprimentou com um beijo, só em mim, eu fiquei paralisado e fingi que tava no celular de novo.
Almoçamos todo mundo junto, eu não parava de olhar pra ela e ela sorria o tempo todo. De tarde, tava calor, então fomos todos pra piscina. Ela apareceu com um biquíni lindo, os peitos dela eram uma obra de arte, e a raba também era um espetáculo. Não era mais a menina que eu conhecia. Zoamos a tarde inteira juntos, conversamos na piscina sobre quando éramos crianças.
Fui tomar banho e me trocar, saí e ela entrou enrolada numa toalha, pelada, porque tinha deixado o biquíni secando fora. A gente se olhou, ela tirou a toalha e, depois de alguns segundos, fechou a porta enquanto sorria pra mim. Consegui ver ela nua por uns 2 segundos e parecia o paraíso, já tava claro que ia ser difícil me segurar com ela morando na minha casa.
De noite, levei ela pra tomar um drink pra mostrar a cidade e conversar. Entre um papo e outro, ela fala:
— Lembro que quando éramos pequenos, você era apaixonadinho. A gente ia pra todo lado junto, você não parava de me olhar. "Igual agora", ela murmurou baixinho.
— Ah, sei lá, não lembro — falei, me fazendo de besta.
Seguimos andando até chegar numa praça e, do nada, a gente se beijou. Ninguém conhecia ela ali, mas era arriscado. Mesmo assim, continuamos e não falamos mais uma palavra no caminho inteiro, super estranho.
Chegamos em casa umas 12 da noite, todo mundo já tava dormindo. Entrei no meu quarto e ela foi pro banheiro. Me joguei na cama, e ela entrou, fechou a porta. Um olhar profundo e começamos a nos beijar de novo, os dois na minha cama. Tiramos a roupa sem pensar, mesmo ninguém sabendo que a gente tinha chegado. Ela subiu em cima e enfiou meu pau pra dentro, os dois super excitados, ela bem molhadinha, e eu já não aguentava mais. Ela pulava desesperada, e eu olhava pra cara de tesão dela e os peitos dela balançando na minha frente.
Depois daquela transa intensa, ela chupou meu pau até engolir tudo. A buceta que eu tinha pra não fazer bagunça, nós dois exaustos e sem saber o que dizer, cada um foi pra sua cama dormir.Sozinhos em Casa
No dia seguinte, não nos olhamos o dia inteiro, trocamos poucas palavras. Ela tinha ido passear com minha prima.
E voltaram à tarde. À noite, todo mundo tinha ido comer por aí e eu fiquei porque não tava afim, e depois ia na casa de um amigo. Se prepararam tudo e foram embora, eu tava no meu quarto, não escutei nada. Depois de um tempo, ouço alguém andando na minha casa. Fui ver e era ela, tinha ficado porque tava cansada, já tinha saído à tarde e não tava com vontade.
Ela entra no banho e deixa a porta aberta, sabia que eu tava ali. Esperei uns minutos pra ver se fechava ou se rolava algo, e fui pro banheiro com ela. Não me segurei e ela diz:
-Já tava demorando pra vir, guy!Era muito forte o que rolava, a gente se beijava pelados no chuveiro enquanto a água quente corria e ela segurava minha rola bem forte, e eu apertando a bunda dela. Ela apoiou as mãos na parede e pediu pra eu meter, tava uma puta quentura entre nós dois. Cuspi, enfiei, ela gemeu alto, e a casa tava vazia, então pude ouvir a voz gostosa dela gemendo enquanto eu metia forte e minha rola entrava fundo na buceta dela. Saímos do banho, nos secamos e fomos direto pra cama. Ela montou em cima de mim, gemia que nem uma putinha, pedia mais e pulava sem parar. Eu tava quase gozando, avisei pra saber o que ela queria, mas ela não parou, continuou naquela putaria que a gente tava, eu não sabia o que fazer, e terminei enchendo a buceta dela com meu leite quentinho. Ficamos os dois largados na cama, exaustos. Nos vestimos, ligamos a TV e apagamos. Qualquer coisa, a gente dormiu vendo um filme pra ninguém desconfiar.
Aquela semana foi interminável, e ela vinha me procurar de noite, de tarde a gente escapava da piscina. A quentura do proibido era tão gostosa que a gente não sabia como se segurar enquanto eles ficaram em casa. Uma semana inesquecível.Fim da história. Se você gostou, deixa Pontos e Comenta.
Beijos quentes!
Era sexta-feira, minha prima vinha de viagem com asfilhos que ficavam na minha casa. À tarde, enquanto estavam chegando, ela mandou uma mensagem dizendo que vinha com a filha também. Eu não via ela há muito tempo, desde que ela tinha uns 10 anos, mais ou menos. Já tem 18, pensei baixinho. Lembro que quando era moleque, eu gostava dela, mas era só coisa de criança, passava na hora. Quando vi ela chegar, fiquei de cara — já tava grande e uma gostosa. Não conseguia parar de olhar, mas me segurava porque estávamos em família, não dá. Ia ser foda.
essa semana convivendo juntos.Passei a noite, de manhã já estávamos acordados trocando ideia besta com minha prima, e ela acorda de pijama. Eu fiquei mudo, me fiz de sonso olhando pro celular.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Tava conversando com minha prima pra ela não perceber. Falei "Bom dia" e ela me cumprimentou com um beijo, só em mim, eu fiquei paralisado e fingi que tava no celular de novo.
Almoçamos todo mundo junto, eu não parava de olhar pra ela e ela sorria o tempo todo. De tarde, tava calor, então fomos todos pra piscina. Ela apareceu com um biquíni lindo, os peitos dela eram uma obra de arte, e a raba também era um espetáculo. Não era mais a menina que eu conhecia. Zoamos a tarde inteira juntos, conversamos na piscina sobre quando éramos crianças.
Fui tomar banho e me trocar, saí e ela entrou enrolada numa toalha, pelada, porque tinha deixado o biquíni secando fora. A gente se olhou, ela tirou a toalha e, depois de alguns segundos, fechou a porta enquanto sorria pra mim. Consegui ver ela nua por uns 2 segundos e parecia o paraíso, já tava claro que ia ser difícil me segurar com ela morando na minha casa.
De noite, levei ela pra tomar um drink pra mostrar a cidade e conversar. Entre um papo e outro, ela fala:
— Lembro que quando éramos pequenos, você era apaixonadinho. A gente ia pra todo lado junto, você não parava de me olhar. "Igual agora", ela murmurou baixinho.
— Ah, sei lá, não lembro — falei, me fazendo de besta.
Seguimos andando até chegar numa praça e, do nada, a gente se beijou. Ninguém conhecia ela ali, mas era arriscado. Mesmo assim, continuamos e não falamos mais uma palavra no caminho inteiro, super estranho.
Chegamos em casa umas 12 da noite, todo mundo já tava dormindo. Entrei no meu quarto e ela foi pro banheiro. Me joguei na cama, e ela entrou, fechou a porta. Um olhar profundo e começamos a nos beijar de novo, os dois na minha cama. Tiramos a roupa sem pensar, mesmo ninguém sabendo que a gente tinha chegado. Ela subiu em cima e enfiou meu pau pra dentro, os dois super excitados, ela bem molhadinha, e eu já não aguentava mais. Ela pulava desesperada, e eu olhava pra cara de tesão dela e os peitos dela balançando na minha frente.
Depois daquela transa intensa, ela chupou meu pau até engolir tudo. A buceta que eu tinha pra não fazer bagunça, nós dois exaustos e sem saber o que dizer, cada um foi pra sua cama dormir.Sozinhos em Casa
No dia seguinte, não nos olhamos o dia inteiro, trocamos poucas palavras. Ela tinha ido passear com minha prima.
E voltaram à tarde. À noite, todo mundo tinha ido comer por aí e eu fiquei porque não tava afim, e depois ia na casa de um amigo. Se prepararam tudo e foram embora, eu tava no meu quarto, não escutei nada. Depois de um tempo, ouço alguém andando na minha casa. Fui ver e era ela, tinha ficado porque tava cansada, já tinha saído à tarde e não tava com vontade.
Ela entra no banho e deixa a porta aberta, sabia que eu tava ali. Esperei uns minutos pra ver se fechava ou se rolava algo, e fui pro banheiro com ela. Não me segurei e ela diz:
-Já tava demorando pra vir, guy!Era muito forte o que rolava, a gente se beijava pelados no chuveiro enquanto a água quente corria e ela segurava minha rola bem forte, e eu apertando a bunda dela. Ela apoiou as mãos na parede e pediu pra eu meter, tava uma puta quentura entre nós dois. Cuspi, enfiei, ela gemeu alto, e a casa tava vazia, então pude ouvir a voz gostosa dela gemendo enquanto eu metia forte e minha rola entrava fundo na buceta dela. Saímos do banho, nos secamos e fomos direto pra cama. Ela montou em cima de mim, gemia que nem uma putinha, pedia mais e pulava sem parar. Eu tava quase gozando, avisei pra saber o que ela queria, mas ela não parou, continuou naquela putaria que a gente tava, eu não sabia o que fazer, e terminei enchendo a buceta dela com meu leite quentinho. Ficamos os dois largados na cama, exaustos. Nos vestimos, ligamos a TV e apagamos. Qualquer coisa, a gente dormiu vendo um filme pra ninguém desconfiar.
Aquela semana foi interminável, e ela vinha me procurar de noite, de tarde a gente escapava da piscina. A quentura do proibido era tão gostosa que a gente não sabia como se segurar enquanto eles ficaram em casa. Uma semana inesquecível.Fim da história. Se você gostou, deixa Pontos e Comenta.
Beijos quentes!
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