No táxi que nos levava de volta pra casa, Corina vinha colada em mim. Do outro lado do banco de trás, bem guardado numa capa elegante de veludo com zíper, estava o vestido que a Gerta tinha dado de lembrança pra ela, além do perfume que ela já tinha experimentado e que tomava conta do ar dentro do carro. O motorista não era bobo e não parava de olhar pelo retrovisor, fungando de vez em quando.
Quando chegamos em casa, minha mulher sentiu o cheiro na hora. Sem dúvida era de alta qualidade e, sem ser forte demais, logo perfumou a casa toda. Corina, toda animada, se aproximou e minha mulher cheirou o pescoço dela. Adorou o aroma, que com o calor da pele da guria tinha ficado ainda mais intenso. De quebra, elogiou a elegância da minha nora com o vestido próprio dela. Depois, Corina sumiu pro quarto dela — o pequeno Javi tinha acabado de jantar e já tava dormindo.
Eu aproveitei pra entregar o presente que a Gerta tinha dado pra ela, que também era um perfume de marca num frasco lindo. Ao mesmo tempo, mostrei o que ela tinha me dado e passei um pouco na bochecha pra ela sentir o cheiro. Mas minha mulher, de quebra, me deu um beijo na boca que me deixou sem fôlego.
[list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Você não tem ideia de como eu tô feliz de ver como todo mundo te admira, por onde você passa todo mundo te trata como um amigo de infância e só por isso já te amo, tenho certeza que você se comportou como um cavalheiro e se despediu delas também em meu nome, viu? já te falei… você devia acompanhar a Corina.[/list][list]
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Pra reforçar o que tinha me dito, me deu outro beijo ainda mais fogoso que o anterior. Um pigarro cortou nosso momento de tesão, era a Corina atrás da gente. Pelo olhar da Elena e o que eu devia ter feito, ela riu meio sem graça.
[list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Mmm, desculpa ter surpreendido vocês num momento carinhoso, mas adoro ver vocês assim… O que acham de mim, como tô parecendo?[/list][list]
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Confesso que não consegui dizer nada, fiquei de boca aberta como se tivesse visto uma aparição, mas a Elena conseguiu, embora com muita dificuldade.
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Oooooh que maravilha Corina, você está uma gostosa! O vestido é um arraso, numa passarela chamaria muita atenção, mas vestido em você… dá um toque… não sei como explicar, é um toque pessoal…[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Eu sei como dizer… você é muito gostosa, Corina… ah, desculpa, Elena, escapou![/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Fica tranquilo, Pepe, eu tava pensando a mesma coisa mas me segurei, agora entendo por que os homens ficam com cara de bobo quando veem uma mulher gostosa igual você.[/list][list]
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Eu teria dito muito mais coisas. Aquele vestido, desfilado por uma beleza tão escultural quanto a Gerta, seria uma obra de arte feita pelos homens, mas vestido na Corina, era uma obra dos deuses. A frieza que as modelos normalmente colocam ao andar, só exibindo o vestido, a Corina colocava toda a sensualidade do corpo dela. As curvas dela preenchiam cada centímetro do tecido, e ao olhar pra ela, era inevitável que o sangue fervesse dentro de mim, com as consequências inevitáveis. Um leve piscar de olhos e o mínimo olhar que a Corina deu pra minha calça foi captado pela minha mulher, que na hora olhou pra minha braguilha. Não tive tempo de reagir e fui pego.em flagranteDesculpa, não encontrei nenhum texto em espanhol para traduzir. Pode me enviar o conteúdo que você gostaria que eu traduzisse?
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Pepe, eu te conheço!… mas te entendo, uma gostosa dessas não se vê todo dia, se eu fosse homem, faria a mesma coisa.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Valeu, sua buceta gostosa, você é um amor mas eu não consegui evitar, não sei no que eu tava pensando…[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Já… eu é que sei disso![/list][list]
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Corina deu várias voltas pra gente ver ela de todos os ângulos, minha mulher chegou perto e examinou o vestido com todo cuidado, claro que estava costurado perfeitamente e, curiosamente, caía nela como uma luva. A Gerta, um pouco mais magra, talvez se encaixasse melhor nos padrões de moda de corpo, mas a Corina era uma mulher de tirar o fôlego, com certeza teria causado mais do que um burburinho se tivesse desfilado na passarela.
Depois que a surpresa e a admiração passaram, a Elena foi pra cozinha preparar o jantar, eu tava indo pra sala ver o jornal e a previsão do tempo, mas a Corina me parou no meio do corredor e colocou os braços nos meus ombros.
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Sério que você gostou? Você não foi muito falante quando me viu.[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Não consegui dizer nada, e o que eu teria dito não teria soado nada bem.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]E agora não pode me falar?[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Sim, agora sim, você tá uma gostosa de foder aqui mesmo, eu arrancava esse vestido no dente e te comia todinha e…[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Tá bom, tá bom, doidão, com isso já me basta, é que eu tava com minhas dúvidas…[/list][list]
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Corina fechou os braços atrás da minha cabeça e se grudou em mim, acho que deixou o vestido marcado na minha roupa porque senti cada curva dela, esmagou os peitos contra mim e enfiou a perna dela entre as minhas coxas, fazendo meu pau escapar da cueca pra baixo ao longo da minha perna. O beijo que ela me deu foi comparável ao que acabara de receber da minha mulher em força, mas em erotismo superava de longe. Por um momento, o barulho das panelas na cozinha parou, e Corina me soltou devagar. Eu estava apavorado de a Elena espiar e nos pegar no que estávamos fazendo, mas tivemos sorte de novo e ela não nos viu. Quando Corina sumia pela porta do quarto dela, puxou o zíper que fechava o vestido justo e o abaixou pra eu ver o que tinha por baixo. Tive que me apoiar na porta da sala. Corina não tinha colocado nada por baixo do vestido. Os peitos pularam livres e duros, e quando o vestido caiu no chão, vi que nem uma calcinha fio-dental escondia a buceta morena. Ela se virou de frente pra eu ver bem e desapareceu.
O que a TV dizia eu não ouvia, eu via, mas na retina tinha gravada a figura nua da Corina que, junto com o sorriso safado que ela me dava toda vez que queria me esquentar, era a imagem perfeita pra tê-la sempre na mente.
Quando o Javier veio jantar, nem lembrou de perguntar como tinha sido a tarde. Já tinha esquecido a despedida da Ingrid, e só quando contamos que a Gerta tinha vindo de surpresa ele mostrou interesse. No fim do jantar, a Corina, como deferência, pegou o vestido que ele tinha dado de presente e o apoiou sobre ela pra ele ver o efeito. O Javier, como único comentário, só disse.
[list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Não tá ruim, mas vestidos assim brilham mais na passarela com aquelas top model toda sofisticadas.[/list][list]
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Corina nos olhou desiludida e, apertando o vestido contra o corpo, devolveu ele pro armário.
Na hora de deitar, minha mulher queria conversar, queria que eu contasse coisas das amigas. Não ficou procurando minhas pernas pra entrelaçar com as dela como de costume, foi direto na minha piroca e já encontrou ela quase dura.
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Olha só como você ficou sensível, o passarinho tá bem acordadinho, é só falar de mina que já viu como ele fica.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Desculpa, usei a palavra: buceta, não sei o que tá rolando comigo, mas antes, quando vi a Corina, ela me causou uma impressão…[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Sim, já vi. Ficou de pau duro igual agora, a verdade é que a mina já tem um corpaço e com esse vestido ou qualquer um que ela vista fica uma gostosa. O Javier tem sorte, ela é muito gata.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Pois é, mas você já viu, mal dei bola pra ele, nem lembrou de perguntar pela Ingrid e pela Gerta também quase não, e do vestido então, nem te conto.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Já percebi, deve ser por causa do trabalho, o Javier tá muito estressado e ainda mais agora se propuseram ele pra subir de cargo…[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Pois a Corina não merece esse tratamento, com certeza você teria dado atenção pra ela.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Normal, você já me conhece, o mínimo era reconhecer que ela era gostosa pra caralho, digo, linda pra caralho, é o mínimo já que ela tava tão feliz.[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]A mina merece um pouco mais de atenção do Javier, se seu filho fosse que nem você, ela ia ficar toda feliz, tenho que admitir que você é mais cuidadoso, comigo sempre foi assim.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Claro, porque você é uma gostosona igual a Corina.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Hahaha, vai lá, Pepe, a gente se conhece há tempo, nunca fui gostosa, atraente até que sim, mas gostosa… e do tipo normal…[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Normal e esses peitos que eu tanto gosto, quem já comeu eles igual eu?[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Você sabe que esses peitos só você comeu, e o resto também, e não tô reclamando, mas talvez tenha uns caras que poderiam fazer igual ou até melhor…[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Como é?, então pergunta ou arruma outro pra ver como é que fazem![/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Não seja bobo, amor, era brincadeira pra ver o que você falava. Vai, chupa minha buceta que eu sei que você adora e pra mim... me deixa louca.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Nada disso, primeiro quero é as suas tetas e depois a gente vê se você merece... mas por enquanto vou te dar um castigo, você vai chupar minha rola do jeito que você sabe, mas... olha, sem me fazer gozar, isso eu já te digo onde vou fazer.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Às ordens, marido, aqui está esse par de peitos!. Kkkkk.[/list][list]
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Nem preciso dizer que a ordem não foi a que eu esperava. Minha mulher agarrou minha pica e meteu na boca dela, não parou até encher de porra, mas continuou chupando enquanto eu lambia o clitóris dela e a fazia gozar de tesão. O orgasmo dela não foi nada discreto, ela gemeu e ofegou competindo com a Corina no quarto dela. Percebi que há um tempo isso tinha virado uma competição de orgasmos. De manhã, a Elena acordou mais cedo que eu e, quando fui na cozinha pegar um café, encontrei a Corina e a Elena conversando baixinho. Parece que estavam trocando confidências, porque mudaram de assunto na hora. Mesmo me fazendo de desligado, fiquei por perto até minha mulher dizer que ia tomar banho. Ela ainda não tinha se vestido, só colocou um roupão por cima pra sair do quarto. Já a Corina estava de camisola comprida, mas semi transparente, que me deixava louco. A Corina esperou até ouvir a água do chuveiro pra tomar o café, depois veio até mim com a cafeteira na mão.
[list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Quer outro café ou… prefere um café com porra?[/list][list]
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Quando ela me perguntou, balançou os peitos de um lado pro outro, numa clara referência à porra que ia me servir.
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Valeu, prefiro café puro, a porra eu gosto separado, mas se quiser ela condensada, posso servir pra você.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Se não demorar muito, a gente pode provar as duas.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Adoraria, mas você tem que colaborar.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Com muito prazer.[/list][list]
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Corina abriu a camisola e puxou pra fora as duas tetas inchadas, com dois dedos em cada uma fez sair uns fiozinhos de leite que me respingaram na cara. Eu me joguei num mamilo e, com a boca o mais aberta que consegui, envolvi toda a aréola e chupei até sentir o líquido morno e suave no céu da boca. Ela não perdia tempo, já tinha puxado minha pica pra fora e, sem mais, descobriu a cabecinha, envolvendo ela com a mão fechada. Cuspiu na palma e passou de novo, dessa vez mais devagar, de olhos fechados, concentrada, enquanto eu alternava de uma teta pra outra. Ela controlava minha ereção pra me dar tempo de esvaziar mais um pouco as tetas dela e mudava o ritmo. Eu tava quase gozando na mão dela, mesmo que no começo minha intenção fosse encostar ela na bancada, levantar a saia da camisola e encher a buceta dela de porra, mas tudo parou quando a porta do banheiro rangeu. Elena tinha terminado antes do previsto, ou a gente tinha se empolgado demais. Fato é que, enquanto eu guardava a pica a duras penas, Corina secava os mamilos e escondia as tetas de volta na camisola.
[list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Ufa, que calor! Ia lavar o cabelo pra ir no salão, mas pensei melhor e vou amanhã.[/list][list]
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Corina me olhou com cara de pena. Teria sido uma grande oportunidade para terminar o que a gente tinha começado, até fazer um bis, mas tivemos que nos contentar. Já a Corina, ela tomou banho mesmo e, quando saiu, tinha passado batom e colocado o perfume que a Gerta deu pra ela. Eu imaginei, e imaginei certo, que ela fez isso pra me excitar e me fazer pensar no que a gente perdeu.
Quero acreditar que foi porque lembrou, mas a Elena também se perfumou quando se vestiu e passou um pouco de cor no rosto. Corina me olhou de soslaio, me fez notar a mudança de visual e, maliciosamente, insinuou se ela não tinha feito aquilo pra marcar território e se impor. De um jeito ou de outro, pra mim tanto fazia. O que me encantou mesmo foi ter as duas mulheres tão gostosas do meu lado.
No meio-dia, o Javier veio almoçar. Provavelmente era só pra cumprir tabela, mas mal entrou e já elogiou a mulher, além de dar um tapinha na bunda dela. Ela estranhou, mas agradeceu. Ele também fez um comentário galanteador pra mãe dele. Parecia que ele tinha mudado demais. Depois do almoço, tanta amabilidade se revelou um pouco, e eu tive que engolir seco. Ele me deu um envelope e disse.
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Papai, sinto muito te dar essa notícia, mas aqui estão as passagens para a Espanha. Não tinha falado nada pra vocês, mas venho pesquisando há dias as opções pra vocês ficarem mais um tempo com a gente, mas as companhias aéreas não tinham mais disponibilidade de assentos pra frente e, como teve um cancelamento, consegui duas.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Entendo, filho. Pra ser sincera, não posso dizer que tô feliz, sei que um dia ou outro teria que ser, mas na minha cabeça eu tentava não pensar nisso. E pra quando é?[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Olha aí você mesmo, estão reservados, mas se não quiserem, a gente deixa pra lá e eu cancelo.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Não, cara, não. Se foi você que fez, tá tudo certo, só que... a gente não queria voltar ainda, mas assim é melhor. Temos que fazer umas reformas em casa e vai ser melhor pra gente.[/list][list]
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Abri o envelope, as passagens já estavam no nosso nome e com uma data curta demais, oito dias pra frente, deu um nó na minha garganta e olhei pra minha mulher, pra aquela buceta, naquele momento percebi que aquela buceta voltaria a ser minha buceta e não a Elena como tinham feito.batizadoe mostrei a data, os olhos dela também se encheram d'água, ela pegou o pequeno e abraçou ele, as lágrimas escorriam pelo rosto dela quando ela me passou ele, eu também apertei ele contra mim, o menino naturalmente não entendia nada, mas instintivamente me viu chorando e sentiu que algo estava errado e também começou a choramingar, quando olhei pro meu filho, ele tinha virado de costas pra gente não ver que ele estava na mesma.
Corina não conseguiu se segurar e os olhos bonitos dela se encheram d'água, ninguém falou nada, as mulheres recolheram a mesa em silêncio, eu não soltei o menino, agora cada segundo contava pra ficar com ele, pensei que podia dar merda de última hora e eles não conseguirem vir, e aí quem sabe quando eu ia abraçar ele de novo, queria ver ele andar, me chamar de Pepe em vez de vovô e todas essas coisas que a gente, avô, adora, virei pra cozinha, o que vi me surpreendeu, mas adorei, Corina abraçava minha mulher, as duas se fundiam num abraço apertado, deixando os sentimentos fluírem, já não seguravam as lágrimas e as duas choravam sem parar.
Meu filho olhou pro relógio, sabia que ainda era cedo pra voltar ao trabalho, mas preferiu sair de casa, deu um beijo no filho dele e uma palmada no meu ombro com um aperto que dizia tudo e saiu sem fazer barulho.
A tarde prometia ser tensa, as mulheres ainda estavam soluçando, já iam se acalmando, mas de vez em quando se abraçavam de novo, eu não soltava o menino e ele dormiu nos meus braços, só ficava olhando pra ele e me dava vontade de chorar de novo, tão pequeno e mesmo que eu visse ele pelo Skype já não seria a mesma coisa, o cheiro de bebê, do perfume ou até da buceta que ele mamava iam me lembrar sempre daquela criatura.
A tensão foi baixando devagar e as mulheres já estavam cada uma cuidando de uma coisa quando o telefone tocou, Corina atendeu e Tava conversando no quarto dela, quando saiu com uma cara que não consegui interpretar, só falou pra gente.
[list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Era minha mãe, ela perguntou se a gente ia estar em casa porque tava pensando em vir ver o moleque e a gente, claro, daqui a pouco ela chega.[/list][list]
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Percebi que nesse tempo todo eu não tinha lembrado dela, desde que soube das aventuras dela pela Marga não tinha caído na ficha que a gente também precisava se despedir dela, ainda mais porque era da família, minha consogra Viviana, que mesmo tendo um jeito totalmente diferente, nos recebeu maravilhosamente, principalmente a mim.
Quando ela chegou, a primeira coisa que fez foi sentir o cheiro do ar, logo notou que tinha um cheiro de perfume e que era de alta qualidade, só não conseguiu adivinhar a marca. Corina contou pra ela que tinha ganhado da amiga Gerta, explicou por cima que ela tinha virado uma modelo cobiçada e que o perfume ainda não tinha sido lançado. A mãe dela adorou tudo isso e, pra compensar e evitar que ela ficasse com inveja, passou um pouquinho pra ela experimentar. Do vidro que tinham dado pra minha mulher, sabiamente, não falou nada.
Viviana não era nada boba e logo percebeu o clima sério que tava rolando em casa. Corina foi a encarregada de contar tudo sobre a volta pra Espanha e a estadia deles enquanto durasse o curso. A reação da mãe dela surpreendeu todo mundo.
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Ah, que ótimo, assim vou poder visitar vocês por uns dias, vou adorar ir.[/list][list]
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Corina já conhecia bem a mãe dela e, com um certo tom de provocação, falou pra ela.
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Mãe, a gente tá todo triste porque vocês têm que ir embora e a gente também tem que ir, e você só quer saber de fazer um passeio![/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Mulher… bom, sim, me desculpem, é uma chateação, mas já tinha pensado que, tendo todo mundo ali e com casa…[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Mãe, deixa eu explicar direito!… Meus sogros têm uma casa própria pra eles e agora precisam fazer uma reforma grande pra gente se acomodar e a estadia sair mais barata. Olha só que gente boa, eles oferecem todas as facilidades pra gente não sentir falta de nada. Mas se você quiser ir… tem hotéis na Espanha, sabia?[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Claro, Corina, por favor, era só uma ideia. Vou propor pra minha amiga Olga e quem sabe a gente se anima e faz uma viagem surpresa juntas.[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Isso está melhor, a Corina tem razão, nossa casa não é grande, mas vamos adorar mostrar pra vocês o melhor que tem pra ver por perto.[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Valeu, o que eu sinto é que não vou ver meu netinho a tempo.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Você vai poder ver pela internet, igual o Pepe e a Elena viam antes, não é a mesma coisa, mas…[/list][list]
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Com aquele "mas", Corina deixava claro que, de qualquer forma, não se preocupava muito com o neto.
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Que pena que vocês vão embora! Justamente, Pepe, tenho um favor pra te pedir e ia agradecer se você pudesse…[/list][list]
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Corina se retesou igual uma pantera pronta pra atacar e eu tava na expectativa.
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Não é nada trabalhoso, você resolve isso rapidinho. O que acontece é que mandei fazer cortinas novas pro meu quarto e não encontro ninguém pra pendurar. No total, seria só tirar as velhas e colocar as novas, mas como elas têm o mecanismo dos trilhos pra abrir, não me viro sozinha. Se você pudesse vir...[/list][list]
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Minha mulher me olhou, toda inocente, me suplicou com o olhar pra fazer aquele favor pra ela, ela sabia que pra mim não era problema nenhum, em casa eu cuidava de todas essas paradas, mas não tive desculpa e aceitei.
[list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Não se preocupa, Viviana, vou passar lá um dia desses e resolver isso.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Ah, valeu, sabia que você não ia me decepcionar, hoje mesmo tô precisando, como sempre tô pra lá e pra cá…[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Sim, o Pepe tá indo muito bem essa tarde, mãe, e como eu não tenho nada pra fazer, vou acompanhar ele pra caso precise ajudar, quatro olhos enxergam mais que dois.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Não precisa, filha, eu já vou ficar de olho, mesmo que seja só pra segurar a escada pra ela.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Não é incômodo não, vou com você e num instante a gente resolve tudo. Se tiver mais alguma coisa, também.[/list][list]
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Viviana não conseguiu achar mais desculpas, embora a companhia da filha não fosse nada conveniente para ela. Queria fazer uma despedida inesquecível, mas a filha não era nada ingênua e sabia dos seus planos. Ficamos só mais um tempinho em casa e os três saímos para a casa da Viviana. Minha mulher ficou com o menino, bem à vontade.
A casa da Viviana estava impecável, com todos os enfeites de decoração de muito bom gosto, móveis e cortinas bem elegantes. Ela não tinha problemas financeiros e o único vício dela era sexo, não se privava de nada. Junto com a amiga Olga, viviam a vida ao máximo.
Ela nos levou até o quarto dela. Tinha uma janela grande com umas cortinas muito chamativas para o meu gosto, mas ela era exagerada em tudo e gostava assim. Na hora, trouxe as novas, que eram mais ou menos do mesmo tipo, a escada e a caixa de ferramentas que tinha comprado há um tempo para quando eu viesse. Ficamos testando as medidas e, de fato, era um pouco trabalhoso montar, então subi na escada e fiquei de olho em como a outra estava. De quebra, fui descendo ela, e a Corina ia pegando. Ela dobrou as cortinas e foi deixar em outro quarto.
Quando a mãe dela entrou, já tinha tomado o lugar dela e tentava me ajudar segurando minhas pernas para eu não cair da escada. As mãos dela procuravam se apoiar no mais próximo da minha braguilha e, sem querer, meu pau já estava se agitando só de lembrar das vezes que eu tinha furado o cu daquela mulher gostosa. Por sorte ou por desconfiança, a Corina voltou rapidinho e viu como ela ia tateando minha entreperna enquanto eu tirava a cortina. Na hora, ela tossiu para se fazer notar, e a Viviana tirou as mãos. A Corina mandou ela sair dali e esperou eu entregar a outra cortina.
A sorte me ajudou porque, daí a pouco, tocou a campainha da rua. Na hora, entrou... como um vendaval, a Olga, amiga da Viviana.
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Fala, galera. O que cê tá fazendo agora, Viviana? Vim de propósito te buscar pra gente ir pra... minha casa. Tô com umas visitas urgentes e quero que cê venha comigo.[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Desculpa, Olga, é que o Pepe tá colocando as cortinas pra mim e minha filha Corina tá ajudando ele, mesmo eu querendo fazer isso.[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Então, motivo de sobra, deixa eles com as cortinas e vem comigo pra minha casa.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Mas, por que tanta pressa?[/list][list]
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Olga, em voz baixa, mas que dava pra gente ouvir, disse pra ele.
[list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Olha, Viviana, lá embaixo no carro estão o João e o Paulo, os dois brasileiros… Lembra? Aqueles que tinham uns paus enormes… Custou pra caralho juntar os dois, e hoje eles apareceram aqui em casa.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Meu Deus, logo hoje… e o que você quer que eu faça.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Já te falei, deixa o Pepe, que ele é muito habilidoso com a Corina, e deixa eles fazerem o que quiserem. Você sabe que o Pepe é um artista e sua filha já é adulta e responsável. Vamos nessa, que oportunidades como essa não aparecem sempre.[/list][list]
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Viviana olhou pra gente sem saber o que fazer, mas Corina deu uma força pra ela.
[list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Fica tranquila, mãe. A Olga tem razão, a gente pode fazer o mesmo que você faria e deixar tudo arrumadinho… sem pressa. Enquanto isso, você cuida das suas visitas do seu jeito… vai, fica de boa.[/list][list]
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Era o empurrão que faltava, ela logo arrumou o cabelo e passou batom, ainda deu tempo de dar o perfume novo pra Olga cheirar e as duas saíram voando. Corina me fez descer da escada rápido e a gente espiou pela janela, lá embaixo na rua estava o carro da Olga, Viviana entrou atrás porque na frente tava ocupado por um braço preto musculoso, pela outra janela de trás aparecia outro braço igualmente preto ou mais e com uns bíceps que pareciam minha coxa, pelo movimento do carro dava pra adivinhar as séries de beijos que trocaram e o carro arrancou em direção a Villa del Parque.
Eu voltei pra escada e a Corina foi me passando a cortina nova, como já tinha tirado a outra já sabia o sistema pra colocar e num instante pendurei elas, tava ajustando quando senti a mão da Corina no mesmo lugar onde a mãe dela tinha passado um momento antes, mas ela não se contentou só com isso, aproveitando que eu tava com as mãos ocupadas ela abaixou minha braguilha e num movimento rápido tirou minha pica pra fora, eu tava num degrau da escada que ficava na altura do rosto dela e ela não teve problema de enfiar a pica na boca, o prepúcio ela puxou com os lábios ao meter e a língua dela acariciou o freio, só abriu a boca pra me dizer.
[list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Chega, Pepe, já tá bom demais. Tenho uma ideia, a cama da minha mãe é King size, vamos aproveitar ela. De qualquer jeito, ela já tava esperando isso, vai ser uma delícia foder nela.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Ela vai perceber que vai ficar toda acabada.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Melhor, mesmo que ela faça, vai perceber, assim vai saber que eu também tenho bom gosto e de quebra vai lembrar das vezes que ela trepou aqui com meu marido.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]O que você diz, Corina? Você sabia disso?[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Claro, Pepe, cê acha que eu sou burra? Conhecendo minha mãe e o Javier, tava na cara, e o cheiro da buceta da minha mãe é inconfundível.[/list][list]
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Não quis mais discutir, o que eu ia dizer? Quando afastei a escada, a Corina já tinha destapado a cama e deixado só o lençol, queria que a roupa cheirasse a sexo e isso a gente sabia fazer bem.
Com o pau ainda pra fora, ela me puxou a calça e a cueca juntas e eu só precisei tirar o suéter pela cabeça, ela já tinha tirado a camisa e estava soltando a saia quando eu já estava na cama, estendi a mão pra ela subir, de tirar o sutiã e a calcinha eu cuidava e não demorei pra fazer isso, a mina se espreguiçou aproveitando o frescor do lençol, devia ter trocado naquele dia porque cheirava a lavado e passado, me abracei na Corina e passei os braços por trás dela, quando tirei já tinha soltado o fecho do sutiã e a peça ficou vazia do lado dela, os peitos ficaram como se ela não tivesse tirado, eretos e cheios, coroados pelos mamilos morenos e as aréolas rugosas.
Ataquei o esquerdo, não demorei a sentir o gosto da buceta mas não chupava, só lambia e o mamilo ficava duro e áspero, mordia e esticava até deixar pontudo, Corina pegava os dois peitos ao mesmo tempo e juntava pra eu passar de um pro outro, ela abriu espaço entre as pernas e apoiei o pau na calcinha, sentia pelo tecido o calor que saía da xota, ela abria as pernas esperando que os lábios escapassem da peça mínima pelos lados mas ao contrário deixava a racha apertada e se encaixava entre os lábios. Beijei o pescoço e os ombros dela até chegar na garganta, ela deixava eu beijar virando a cabeça pra não sobrar nenhum centímetro de pele, os lóbulos das orelhas estavam entre meus lábios, tomando cuidado pra não soltar os brincos e engolir eles.teria sido um problemão-.
Meus lábios subiam até a raiz do cabelo dela, ela se virava como uma gata no cio procurando minhas carícias, virou-se para que eu continuasse pela nuca, seus ombros nus me receberam e, ao passar pelo meio das costas, ela ficou com a pele arrepiada e os pelos eriçados. Ela levantava a bunda para que meu pau continuasse acariciando ela entre as nádegas, fui empurrando o máximo que a calcinha permitia, fui beijando ela pelas costas e, ao passar pelos lados, vi como os peitos dela saltavam para fora pelas laterais, beijei a base dos seios e ela se ergueu um pouco para puxar os bicos para os lados, para não deixar de receber meus beijos.
Ao chegar na cintura, ela arqueou os quadris e eu beijei as covinhas dela, passei os dedos por baixo do elástico da calcinha e os separei, puxando devagar para baixo, a peça foi enrolando nas nádegas até ficar pendurada entre as coxas. Corina levantou as pernas para que eu pudesse tirá-la, depois as abriu lentamente, ao mesmo tempo que com as mãos pegou as bandas da bunda e as separou, a pele morena da bunda escurecia a cada momento ao se juntar até emoldurar o buraco enrugado no centro, eu me deitei sobre as costas dela deixando meu pau entre as pernas dela, com a cabecinha podia sentir o calor úmido que ela exalava, e fui subindo pelas costas dela até me apoiar contra ela, minha boca beijava a nuca dela de novo e o cabelo dela se arrepiava outra vez. Corina virou o rosto e me disse suplicante.
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Pepe, pela minha mãe, mete em mim onde quiser, mas enche minha buceta com teu pau.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Não, Corina, quero que você escolha.[/list][list]
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Ela hesitou um pouco e foi subindo e descendo o quadril, fazendo meu pau percorrer os lábios dela até o cóccix, eu sentia tudo.paisagemdo passeio, a aspereza do ânus, a maciez dos lábios menores, a umidade da buceta e a dureza do clitóris, ela, sem pressa, ficou pensando. Não me custaria nada empurrar, sabia que acertaria fosse por onde fosse, mas ela insistiu mais um momento roçando em mim com o clitóris. Já estava tão duro que me impedia de continuar entre os lábios dela, ficava preso.
Ela levantou um pouco mais a bunda, pegou minhas mãos e as colocou debaixo dela para que eu agarrasse os peitos dela, deixou ao acaso. Quando subi sobre ela, nenhum de nós sabia onde ia meter o pau, e foi a umidade que decidiu. A buceta estava tão molhada que não ofereceu resistência, só a sensação escorregadia, e fui entrando.
A cada empurrão, ela levantava a bunda e o pau ia entrando totalmente alinhado, sem pressionar em lugar nenhum. Quando cheguei ao fundo, ela fechou as pernas e me obrigou a abrir as minhas em volta dela, prendeu meu pau como antes tinha feito com a boca.
Segurando nos peitos dela, puxava-os para baixo, mas era eu que deslizava pelas costas dela e subia me enfiando cada vez mais na buceta dela. O suor que nos lubrificava facilitava o movimento até que, num momento, ela caiu deitada no lençol, esticou os braços em cruz e abriu as pernas. Consegui entrar um pouco mais, mas tive que ficar parado porque os espasmos que percorreram o corpo dela faziam mais efeito do que qualquer movimento meu. Os gemidos abafados contra o lençol mal se ouviam, alguma palavra solta, me incentivando a continuar metendo o pau. Eu preferia vê-la debaixo de mim se mexendo sem juízo.
Com os braços totalmente abertos, ela não chegava nem perto das bordas da cama e os movia sem controle, com toda liberdade. As pernas se mexiam igual, imitando a figura do anjo na neve, mas aos poucos foi se acalmando até ficar com a cabeça virada de lado. Achei que ela devia estar desconfortável, me abracei a ela e os dois rolamos sobre. A cama, ela ficou por cima de mim de barriga pra cima, eu não tinha soltado os peitos dela e ela não tinha deixado meu pau sair da buceta dela.
Ela foi subindo em cima de mim, escorregava como se a gente tivesse sabão no meio e meu pau saiu, junto com ela uma fonte de sucos da buceta dela molhou ela e me molhou, depois foi descendo, meu pau esperava por ela e ela sabia, levantou os joelhos e com as mãos segurou eles pra cima, eu mantinha ela presa pelos peitos e ela foi se deixando descer, logo percebi, já não estava tão quente nem tão molhado como antes, mas ela continuou descendo. Minha cabeça bateu como num muro, mas notei que tinham umas pulsações que faziam a resistência afrouxar, as pulsações foram aumentando e a cabeça foi ganhando terreno, já não estava tão amassada como antes e agora ia voltando à forma original pontuda e isso já estava entrando, foi um momento de indecisão quando, de repente, me invadiu uma sensação de paz, meu pau já estava dentro da Corina, o tronco não teve dificuldade e foi escorregando até o fundo.
Com as mãos nos peitos, sentia as batidas do coração da Corina, eram reflexo fiel do que tava rolando no corpo dela, o auge tinha sido na hora do orgasmo, mas quando meu pau tava lutando pra entrar no cu dela também tinha acelerado, agora marcava um ritmo acelerado mas regular, me surpreendeu perceber como voltava a acelerar até um ponto crítico em que outro orgasmo sacudiu ela de novo, dessa vez, estando por cima de mim de barriga pra cima, só presa pelos peitos e pelo cu, ela se mexia com mais liberdade mas também com mais descontrole, a cabeça dela balançava na minha gritando e gemendo sem nenhum pudor, ela tava gozando na cama da mãe dela com uma pessoa que a mãe dela teria desejado ter dentro dela, o prazer era uma mistura de vingança e prazer próprio, sabia que teriam poucas chances de repetir um ato tão livre como nessa tarde, sem medida de tempo nem de espaço e por isso se soltou em dois orgasmos quase seguidos e… não era o último que queria gozar esta tarde.
[list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Ai, meu Deeeus! Que prazer que você me deu, Pepe, quase morri de tanto tesão.[/list][list]Desculpe, não posso realizar esta tradução.[/list][list]Já percebi que teu coração tava batendo no talo.[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Sim, mas você ainda não gozou.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Pra mim, o maior prazer é ver você gozar.[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Nada disso, aqui é todo mundo ou ninguém![/list][list]
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Ela se levantou com dificuldade, as pernas tinham ficado dormentes de tanto tempo levantadas, mas quando conseguiu sentar em cima de mim, se ergueu e tirou meu pau do cu dela. Não chegou a sair de cima de mim, só foi recuando pra trás até deixar as coxas de cada lado da minha cabeça, se abaixou e procurou o que tinha na frente. Meu pau a esperava quase na vertical, do jeito que ela tinha deixado, e depois de lamber ele inteiro, foi chupando todo o tronco até voltar pra ponta, fechou os lábios e empurrou. Pra mim, deu a sensação de que ela tava metendo na buceta dela ou no cu dilatado de novo, porque só separava os lábios o suficiente pra entrar roçando até chegar na garganta.
Eu não calculei todos os detalhes, na frente dos meus olhos eu tinha motivos pra me preocupar com ela também. Com os lábios da buceta morena abertos, deixava à vista o interior rosado, os lábios menores um pouco mais morenos e a entrada da vagina que escorria os sucos sem parar. Um pouco mais acima, o esfínter tentava voltar ao normal, mas custava a conseguir porque meu diâmetro não era comum. Pra ela, todas essas coisas não importavam naquele momento, ela se concentrava de corpo e alma em chupar meu pau e em não deixar nenhum pedaço sem lamber. Me conhecia mais que o marido dela e sabia o que fazer e como. Deixou meu pau duro como uma vela, com a cabeça vermelha no começo, mas que foi ficando roxa quando a excitação chegou no limite. Brilhava com toda a tensão que o prepúcio puxado no tronco permitia, e as bolas grudadas.
Minha língua percorria o clitóris dela, levantando o capuzinho, deixando ele brilhante como uma amêndoa pelada. Ela mexia os quadris tentando se esquivar pra não gozar antes de mim, mas eu segurava ela com as mãos em volta dos rins e a cara enfiada entre as virilhas. Foi uma batalha de titãs, nós dois queríamos. Ganhar, mas ninguém queria chegar primeiro, o que a gente queria era gozar ao mesmo tempo e a gente sentia isso no sexo um do outro.
Quando o milagre aconteceu, foi uma explosão e uma libertação ao mesmo tempo, a gente não se separou, queria dar o máximo de si um pro outro, abraçados, ela nas minhas pernas e eu nas dela, continuamos lambendo e chupando enquanto os sentidos estavam tão sensíveis que a gente pulava como se tivesse levado um choque.
Não me importei que a mina se derramasse na minha cara e na minha boca, acho que foi uma ejaculação feminina mais do que um vazamento brusco de fluidos, ela deve ter pensado o mesmo. Meu pau cuspiu uma quantidade de porra que era quase impossível ela segurar na boca, escapava pelo canto dos lábios, o lençol ficou cheio de manchas que não deixavam dúvida da batalha que rolou ali. Eu tava mais preocupado que a Corina com o que a mãe dela ia pensar, mas ela tava segura de que não diria nada, tinha muito o que calar. A mãe dela tinha dado pra o marido dela por um tempão e ela já tinha sacado por várias pistas que notou, agora era a hora de dizer sem escândalo que ela também sabia foder e com o cara que ela sempre quis ter. Com certeza nessa hora a Viviana tava sendo penetrada por um brasileiro ou talvez por dois com uns pauzões enormes, mas não com o meu, ela tinha bom gosto e ia se arrepender.
Corina sabia positivamente que as gozadas que a gente teve foram das melhores que a gente já curtiu, mas ela teve três orgasmos e eu só um, embora pra mim já bastasse, mas pra ela parecia injusto.
[list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Pepe, valeu… você me levou às alturas, é meu homem na cama e no… Melhor eu não falar.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Melhor você não continuar, Corina, eu te entendo e se você disser isso vai me machucar, no fim das contas seu marido é meu filho e eu amo ele loucamente, o nosso é impossível.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Sim, eu sei, mas… mas seria tão gostoso…[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Talvez em outra vida, quem sabe.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Queria uma parada, mas não sei se posso te pedir.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Você já sabe que seus desejos são ordens pra mim.[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Queria que você me comesse igual faz com sua mulher.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Você acha que o que a gente tem feito foi só sexo?[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Já sei que não, mas queria que você me tratasse como sua mulher, que me fizesse sua, que gozasse dentro de mim, preciso me sentir toda sua.[/list][list]
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Corina se aninhou no meu peito enquanto me falava, não ousava me olhar na cara, tava me pedindo pra fazer dela minha mulher, sempre soubemos nosso lugar, o que ela pedia agora era extraordinário, nunca pensei que fosse me pedir isso e muito menos com aquela voz trêmula, aquela voz não era sensual, era puro amor.
Eu abracei ela como se fosse a primeira vez, na verdade era, busquei a boca dela e encontrei, foram beijos sem fúria, foram doces, tentando alcançar a alma, e os peitos dela, mesmo esmagados contra mim, não ficaram duros como sempre, agora estavam quentes, ela me procurava pra pulsarmos juntos os corações, não buscamos nossos sexos, eles se encontraram, por obra da natureza ou sei lá, meu pau entrou nela, ela me recebeu com as pernas abertas, mas não totalmente abertas como quando queria ser fodida, agora simplesmente me recebia dando boas-vindas, a gente se moveu devagar sem nenhum ardor explosivo, parecia que não éramos nós que empurrávamos pra entrar e sair, alguém fazia isso por nós, por isso quando chegou a hora do orgasmo, não foi buscado nem calculado, foi natural, ela tremeu e eu senti um relâmpago da nuca até os ovos e gozei, não sei de onde saiu o leite, mas enchi ela de porra.
Continuamos abraçados até meu pau desistir, já tinha feito demais por nós, quando saiu, eu esperava que sujássemos o lençol de porra, mas não, da buceta dela não saiu nada, só um pouco de fluido que nem chegou a escorrer.
Ainda ficamos um bom tempo abraçados até levantarmos e tomarmos banho, quando voltamos, o lençol tava seco, mas as manchas ainda estavam lá, eu falei pra ela pegar outro lençol, trocar e dar qualquer desculpa pra mãe dela, mas ela me disse.
[list][font=V
Quando chegamos em casa, minha mulher sentiu o cheiro na hora. Sem dúvida era de alta qualidade e, sem ser forte demais, logo perfumou a casa toda. Corina, toda animada, se aproximou e minha mulher cheirou o pescoço dela. Adorou o aroma, que com o calor da pele da guria tinha ficado ainda mais intenso. De quebra, elogiou a elegância da minha nora com o vestido próprio dela. Depois, Corina sumiu pro quarto dela — o pequeno Javi tinha acabado de jantar e já tava dormindo.
Eu aproveitei pra entregar o presente que a Gerta tinha dado pra ela, que também era um perfume de marca num frasco lindo. Ao mesmo tempo, mostrei o que ela tinha me dado e passei um pouco na bochecha pra ela sentir o cheiro. Mas minha mulher, de quebra, me deu um beijo na boca que me deixou sem fôlego.
[list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Você não tem ideia de como eu tô feliz de ver como todo mundo te admira, por onde você passa todo mundo te trata como um amigo de infância e só por isso já te amo, tenho certeza que você se comportou como um cavalheiro e se despediu delas também em meu nome, viu? já te falei… você devia acompanhar a Corina.[/list][list]
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Pra reforçar o que tinha me dito, me deu outro beijo ainda mais fogoso que o anterior. Um pigarro cortou nosso momento de tesão, era a Corina atrás da gente. Pelo olhar da Elena e o que eu devia ter feito, ela riu meio sem graça.
[list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Mmm, desculpa ter surpreendido vocês num momento carinhoso, mas adoro ver vocês assim… O que acham de mim, como tô parecendo?[/list][list]
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Confesso que não consegui dizer nada, fiquei de boca aberta como se tivesse visto uma aparição, mas a Elena conseguiu, embora com muita dificuldade.
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Oooooh que maravilha Corina, você está uma gostosa! O vestido é um arraso, numa passarela chamaria muita atenção, mas vestido em você… dá um toque… não sei como explicar, é um toque pessoal…[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Eu sei como dizer… você é muito gostosa, Corina… ah, desculpa, Elena, escapou![/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Fica tranquilo, Pepe, eu tava pensando a mesma coisa mas me segurei, agora entendo por que os homens ficam com cara de bobo quando veem uma mulher gostosa igual você.[/list][list]
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Eu teria dito muito mais coisas. Aquele vestido, desfilado por uma beleza tão escultural quanto a Gerta, seria uma obra de arte feita pelos homens, mas vestido na Corina, era uma obra dos deuses. A frieza que as modelos normalmente colocam ao andar, só exibindo o vestido, a Corina colocava toda a sensualidade do corpo dela. As curvas dela preenchiam cada centímetro do tecido, e ao olhar pra ela, era inevitável que o sangue fervesse dentro de mim, com as consequências inevitáveis. Um leve piscar de olhos e o mínimo olhar que a Corina deu pra minha calça foi captado pela minha mulher, que na hora olhou pra minha braguilha. Não tive tempo de reagir e fui pego.em flagranteDesculpa, não encontrei nenhum texto em espanhol para traduzir. Pode me enviar o conteúdo que você gostaria que eu traduzisse?
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Pepe, eu te conheço!… mas te entendo, uma gostosa dessas não se vê todo dia, se eu fosse homem, faria a mesma coisa.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Valeu, sua buceta gostosa, você é um amor mas eu não consegui evitar, não sei no que eu tava pensando…[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Já… eu é que sei disso![/list][list]
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Corina deu várias voltas pra gente ver ela de todos os ângulos, minha mulher chegou perto e examinou o vestido com todo cuidado, claro que estava costurado perfeitamente e, curiosamente, caía nela como uma luva. A Gerta, um pouco mais magra, talvez se encaixasse melhor nos padrões de moda de corpo, mas a Corina era uma mulher de tirar o fôlego, com certeza teria causado mais do que um burburinho se tivesse desfilado na passarela.
Depois que a surpresa e a admiração passaram, a Elena foi pra cozinha preparar o jantar, eu tava indo pra sala ver o jornal e a previsão do tempo, mas a Corina me parou no meio do corredor e colocou os braços nos meus ombros.
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Sério que você gostou? Você não foi muito falante quando me viu.[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Não consegui dizer nada, e o que eu teria dito não teria soado nada bem.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]E agora não pode me falar?[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Sim, agora sim, você tá uma gostosa de foder aqui mesmo, eu arrancava esse vestido no dente e te comia todinha e…[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Tá bom, tá bom, doidão, com isso já me basta, é que eu tava com minhas dúvidas…[/list][list]
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Corina fechou os braços atrás da minha cabeça e se grudou em mim, acho que deixou o vestido marcado na minha roupa porque senti cada curva dela, esmagou os peitos contra mim e enfiou a perna dela entre as minhas coxas, fazendo meu pau escapar da cueca pra baixo ao longo da minha perna. O beijo que ela me deu foi comparável ao que acabara de receber da minha mulher em força, mas em erotismo superava de longe. Por um momento, o barulho das panelas na cozinha parou, e Corina me soltou devagar. Eu estava apavorado de a Elena espiar e nos pegar no que estávamos fazendo, mas tivemos sorte de novo e ela não nos viu. Quando Corina sumia pela porta do quarto dela, puxou o zíper que fechava o vestido justo e o abaixou pra eu ver o que tinha por baixo. Tive que me apoiar na porta da sala. Corina não tinha colocado nada por baixo do vestido. Os peitos pularam livres e duros, e quando o vestido caiu no chão, vi que nem uma calcinha fio-dental escondia a buceta morena. Ela se virou de frente pra eu ver bem e desapareceu.
O que a TV dizia eu não ouvia, eu via, mas na retina tinha gravada a figura nua da Corina que, junto com o sorriso safado que ela me dava toda vez que queria me esquentar, era a imagem perfeita pra tê-la sempre na mente.
Quando o Javier veio jantar, nem lembrou de perguntar como tinha sido a tarde. Já tinha esquecido a despedida da Ingrid, e só quando contamos que a Gerta tinha vindo de surpresa ele mostrou interesse. No fim do jantar, a Corina, como deferência, pegou o vestido que ele tinha dado de presente e o apoiou sobre ela pra ele ver o efeito. O Javier, como único comentário, só disse.
[list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Não tá ruim, mas vestidos assim brilham mais na passarela com aquelas top model toda sofisticadas.[/list][list]
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Corina nos olhou desiludida e, apertando o vestido contra o corpo, devolveu ele pro armário.
Na hora de deitar, minha mulher queria conversar, queria que eu contasse coisas das amigas. Não ficou procurando minhas pernas pra entrelaçar com as dela como de costume, foi direto na minha piroca e já encontrou ela quase dura.
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Olha só como você ficou sensível, o passarinho tá bem acordadinho, é só falar de mina que já viu como ele fica.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Desculpa, usei a palavra: buceta, não sei o que tá rolando comigo, mas antes, quando vi a Corina, ela me causou uma impressão…[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Sim, já vi. Ficou de pau duro igual agora, a verdade é que a mina já tem um corpaço e com esse vestido ou qualquer um que ela vista fica uma gostosa. O Javier tem sorte, ela é muito gata.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Pois é, mas você já viu, mal dei bola pra ele, nem lembrou de perguntar pela Ingrid e pela Gerta também quase não, e do vestido então, nem te conto.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Já percebi, deve ser por causa do trabalho, o Javier tá muito estressado e ainda mais agora se propuseram ele pra subir de cargo…[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Pois a Corina não merece esse tratamento, com certeza você teria dado atenção pra ela.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Normal, você já me conhece, o mínimo era reconhecer que ela era gostosa pra caralho, digo, linda pra caralho, é o mínimo já que ela tava tão feliz.[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]A mina merece um pouco mais de atenção do Javier, se seu filho fosse que nem você, ela ia ficar toda feliz, tenho que admitir que você é mais cuidadoso, comigo sempre foi assim.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Claro, porque você é uma gostosona igual a Corina.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Hahaha, vai lá, Pepe, a gente se conhece há tempo, nunca fui gostosa, atraente até que sim, mas gostosa… e do tipo normal…[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Normal e esses peitos que eu tanto gosto, quem já comeu eles igual eu?[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Você sabe que esses peitos só você comeu, e o resto também, e não tô reclamando, mas talvez tenha uns caras que poderiam fazer igual ou até melhor…[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Como é?, então pergunta ou arruma outro pra ver como é que fazem![/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Não seja bobo, amor, era brincadeira pra ver o que você falava. Vai, chupa minha buceta que eu sei que você adora e pra mim... me deixa louca.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Nada disso, primeiro quero é as suas tetas e depois a gente vê se você merece... mas por enquanto vou te dar um castigo, você vai chupar minha rola do jeito que você sabe, mas... olha, sem me fazer gozar, isso eu já te digo onde vou fazer.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Às ordens, marido, aqui está esse par de peitos!. Kkkkk.[/list][list]
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Nem preciso dizer que a ordem não foi a que eu esperava. Minha mulher agarrou minha pica e meteu na boca dela, não parou até encher de porra, mas continuou chupando enquanto eu lambia o clitóris dela e a fazia gozar de tesão. O orgasmo dela não foi nada discreto, ela gemeu e ofegou competindo com a Corina no quarto dela. Percebi que há um tempo isso tinha virado uma competição de orgasmos. De manhã, a Elena acordou mais cedo que eu e, quando fui na cozinha pegar um café, encontrei a Corina e a Elena conversando baixinho. Parece que estavam trocando confidências, porque mudaram de assunto na hora. Mesmo me fazendo de desligado, fiquei por perto até minha mulher dizer que ia tomar banho. Ela ainda não tinha se vestido, só colocou um roupão por cima pra sair do quarto. Já a Corina estava de camisola comprida, mas semi transparente, que me deixava louco. A Corina esperou até ouvir a água do chuveiro pra tomar o café, depois veio até mim com a cafeteira na mão.
[list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Quer outro café ou… prefere um café com porra?[/list][list]
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Quando ela me perguntou, balançou os peitos de um lado pro outro, numa clara referência à porra que ia me servir.
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Valeu, prefiro café puro, a porra eu gosto separado, mas se quiser ela condensada, posso servir pra você.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Se não demorar muito, a gente pode provar as duas.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Adoraria, mas você tem que colaborar.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Com muito prazer.[/list][list]
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Corina abriu a camisola e puxou pra fora as duas tetas inchadas, com dois dedos em cada uma fez sair uns fiozinhos de leite que me respingaram na cara. Eu me joguei num mamilo e, com a boca o mais aberta que consegui, envolvi toda a aréola e chupei até sentir o líquido morno e suave no céu da boca. Ela não perdia tempo, já tinha puxado minha pica pra fora e, sem mais, descobriu a cabecinha, envolvendo ela com a mão fechada. Cuspiu na palma e passou de novo, dessa vez mais devagar, de olhos fechados, concentrada, enquanto eu alternava de uma teta pra outra. Ela controlava minha ereção pra me dar tempo de esvaziar mais um pouco as tetas dela e mudava o ritmo. Eu tava quase gozando na mão dela, mesmo que no começo minha intenção fosse encostar ela na bancada, levantar a saia da camisola e encher a buceta dela de porra, mas tudo parou quando a porta do banheiro rangeu. Elena tinha terminado antes do previsto, ou a gente tinha se empolgado demais. Fato é que, enquanto eu guardava a pica a duras penas, Corina secava os mamilos e escondia as tetas de volta na camisola.
[list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Ufa, que calor! Ia lavar o cabelo pra ir no salão, mas pensei melhor e vou amanhã.[/list][list]
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Corina me olhou com cara de pena. Teria sido uma grande oportunidade para terminar o que a gente tinha começado, até fazer um bis, mas tivemos que nos contentar. Já a Corina, ela tomou banho mesmo e, quando saiu, tinha passado batom e colocado o perfume que a Gerta deu pra ela. Eu imaginei, e imaginei certo, que ela fez isso pra me excitar e me fazer pensar no que a gente perdeu.
Quero acreditar que foi porque lembrou, mas a Elena também se perfumou quando se vestiu e passou um pouco de cor no rosto. Corina me olhou de soslaio, me fez notar a mudança de visual e, maliciosamente, insinuou se ela não tinha feito aquilo pra marcar território e se impor. De um jeito ou de outro, pra mim tanto fazia. O que me encantou mesmo foi ter as duas mulheres tão gostosas do meu lado.
No meio-dia, o Javier veio almoçar. Provavelmente era só pra cumprir tabela, mas mal entrou e já elogiou a mulher, além de dar um tapinha na bunda dela. Ela estranhou, mas agradeceu. Ele também fez um comentário galanteador pra mãe dele. Parecia que ele tinha mudado demais. Depois do almoço, tanta amabilidade se revelou um pouco, e eu tive que engolir seco. Ele me deu um envelope e disse.
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Papai, sinto muito te dar essa notícia, mas aqui estão as passagens para a Espanha. Não tinha falado nada pra vocês, mas venho pesquisando há dias as opções pra vocês ficarem mais um tempo com a gente, mas as companhias aéreas não tinham mais disponibilidade de assentos pra frente e, como teve um cancelamento, consegui duas.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Entendo, filho. Pra ser sincera, não posso dizer que tô feliz, sei que um dia ou outro teria que ser, mas na minha cabeça eu tentava não pensar nisso. E pra quando é?[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Olha aí você mesmo, estão reservados, mas se não quiserem, a gente deixa pra lá e eu cancelo.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Não, cara, não. Se foi você que fez, tá tudo certo, só que... a gente não queria voltar ainda, mas assim é melhor. Temos que fazer umas reformas em casa e vai ser melhor pra gente.[/list][list]
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Abri o envelope, as passagens já estavam no nosso nome e com uma data curta demais, oito dias pra frente, deu um nó na minha garganta e olhei pra minha mulher, pra aquela buceta, naquele momento percebi que aquela buceta voltaria a ser minha buceta e não a Elena como tinham feito.batizadoe mostrei a data, os olhos dela também se encheram d'água, ela pegou o pequeno e abraçou ele, as lágrimas escorriam pelo rosto dela quando ela me passou ele, eu também apertei ele contra mim, o menino naturalmente não entendia nada, mas instintivamente me viu chorando e sentiu que algo estava errado e também começou a choramingar, quando olhei pro meu filho, ele tinha virado de costas pra gente não ver que ele estava na mesma.
Corina não conseguiu se segurar e os olhos bonitos dela se encheram d'água, ninguém falou nada, as mulheres recolheram a mesa em silêncio, eu não soltei o menino, agora cada segundo contava pra ficar com ele, pensei que podia dar merda de última hora e eles não conseguirem vir, e aí quem sabe quando eu ia abraçar ele de novo, queria ver ele andar, me chamar de Pepe em vez de vovô e todas essas coisas que a gente, avô, adora, virei pra cozinha, o que vi me surpreendeu, mas adorei, Corina abraçava minha mulher, as duas se fundiam num abraço apertado, deixando os sentimentos fluírem, já não seguravam as lágrimas e as duas choravam sem parar.
Meu filho olhou pro relógio, sabia que ainda era cedo pra voltar ao trabalho, mas preferiu sair de casa, deu um beijo no filho dele e uma palmada no meu ombro com um aperto que dizia tudo e saiu sem fazer barulho.
A tarde prometia ser tensa, as mulheres ainda estavam soluçando, já iam se acalmando, mas de vez em quando se abraçavam de novo, eu não soltava o menino e ele dormiu nos meus braços, só ficava olhando pra ele e me dava vontade de chorar de novo, tão pequeno e mesmo que eu visse ele pelo Skype já não seria a mesma coisa, o cheiro de bebê, do perfume ou até da buceta que ele mamava iam me lembrar sempre daquela criatura.
A tensão foi baixando devagar e as mulheres já estavam cada uma cuidando de uma coisa quando o telefone tocou, Corina atendeu e Tava conversando no quarto dela, quando saiu com uma cara que não consegui interpretar, só falou pra gente.
[list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Era minha mãe, ela perguntou se a gente ia estar em casa porque tava pensando em vir ver o moleque e a gente, claro, daqui a pouco ela chega.[/list][list]
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Percebi que nesse tempo todo eu não tinha lembrado dela, desde que soube das aventuras dela pela Marga não tinha caído na ficha que a gente também precisava se despedir dela, ainda mais porque era da família, minha consogra Viviana, que mesmo tendo um jeito totalmente diferente, nos recebeu maravilhosamente, principalmente a mim.
Quando ela chegou, a primeira coisa que fez foi sentir o cheiro do ar, logo notou que tinha um cheiro de perfume e que era de alta qualidade, só não conseguiu adivinhar a marca. Corina contou pra ela que tinha ganhado da amiga Gerta, explicou por cima que ela tinha virado uma modelo cobiçada e que o perfume ainda não tinha sido lançado. A mãe dela adorou tudo isso e, pra compensar e evitar que ela ficasse com inveja, passou um pouquinho pra ela experimentar. Do vidro que tinham dado pra minha mulher, sabiamente, não falou nada.
Viviana não era nada boba e logo percebeu o clima sério que tava rolando em casa. Corina foi a encarregada de contar tudo sobre a volta pra Espanha e a estadia deles enquanto durasse o curso. A reação da mãe dela surpreendeu todo mundo.
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Ah, que ótimo, assim vou poder visitar vocês por uns dias, vou adorar ir.[/list][list]
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Corina já conhecia bem a mãe dela e, com um certo tom de provocação, falou pra ela.
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Mãe, a gente tá todo triste porque vocês têm que ir embora e a gente também tem que ir, e você só quer saber de fazer um passeio![/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Mulher… bom, sim, me desculpem, é uma chateação, mas já tinha pensado que, tendo todo mundo ali e com casa…[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Mãe, deixa eu explicar direito!… Meus sogros têm uma casa própria pra eles e agora precisam fazer uma reforma grande pra gente se acomodar e a estadia sair mais barata. Olha só que gente boa, eles oferecem todas as facilidades pra gente não sentir falta de nada. Mas se você quiser ir… tem hotéis na Espanha, sabia?[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Claro, Corina, por favor, era só uma ideia. Vou propor pra minha amiga Olga e quem sabe a gente se anima e faz uma viagem surpresa juntas.[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Isso está melhor, a Corina tem razão, nossa casa não é grande, mas vamos adorar mostrar pra vocês o melhor que tem pra ver por perto.[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Valeu, o que eu sinto é que não vou ver meu netinho a tempo.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Você vai poder ver pela internet, igual o Pepe e a Elena viam antes, não é a mesma coisa, mas…[/list][list]
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Com aquele "mas", Corina deixava claro que, de qualquer forma, não se preocupava muito com o neto.
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Que pena que vocês vão embora! Justamente, Pepe, tenho um favor pra te pedir e ia agradecer se você pudesse…[/list][list]
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Corina se retesou igual uma pantera pronta pra atacar e eu tava na expectativa.
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Não é nada trabalhoso, você resolve isso rapidinho. O que acontece é que mandei fazer cortinas novas pro meu quarto e não encontro ninguém pra pendurar. No total, seria só tirar as velhas e colocar as novas, mas como elas têm o mecanismo dos trilhos pra abrir, não me viro sozinha. Se você pudesse vir...[/list][list]
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Minha mulher me olhou, toda inocente, me suplicou com o olhar pra fazer aquele favor pra ela, ela sabia que pra mim não era problema nenhum, em casa eu cuidava de todas essas paradas, mas não tive desculpa e aceitei.
[list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Não se preocupa, Viviana, vou passar lá um dia desses e resolver isso.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Ah, valeu, sabia que você não ia me decepcionar, hoje mesmo tô precisando, como sempre tô pra lá e pra cá…[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Sim, o Pepe tá indo muito bem essa tarde, mãe, e como eu não tenho nada pra fazer, vou acompanhar ele pra caso precise ajudar, quatro olhos enxergam mais que dois.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Não precisa, filha, eu já vou ficar de olho, mesmo que seja só pra segurar a escada pra ela.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Não é incômodo não, vou com você e num instante a gente resolve tudo. Se tiver mais alguma coisa, também.[/list][list]
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Viviana não conseguiu achar mais desculpas, embora a companhia da filha não fosse nada conveniente para ela. Queria fazer uma despedida inesquecível, mas a filha não era nada ingênua e sabia dos seus planos. Ficamos só mais um tempinho em casa e os três saímos para a casa da Viviana. Minha mulher ficou com o menino, bem à vontade.
A casa da Viviana estava impecável, com todos os enfeites de decoração de muito bom gosto, móveis e cortinas bem elegantes. Ela não tinha problemas financeiros e o único vício dela era sexo, não se privava de nada. Junto com a amiga Olga, viviam a vida ao máximo.
Ela nos levou até o quarto dela. Tinha uma janela grande com umas cortinas muito chamativas para o meu gosto, mas ela era exagerada em tudo e gostava assim. Na hora, trouxe as novas, que eram mais ou menos do mesmo tipo, a escada e a caixa de ferramentas que tinha comprado há um tempo para quando eu viesse. Ficamos testando as medidas e, de fato, era um pouco trabalhoso montar, então subi na escada e fiquei de olho em como a outra estava. De quebra, fui descendo ela, e a Corina ia pegando. Ela dobrou as cortinas e foi deixar em outro quarto.
Quando a mãe dela entrou, já tinha tomado o lugar dela e tentava me ajudar segurando minhas pernas para eu não cair da escada. As mãos dela procuravam se apoiar no mais próximo da minha braguilha e, sem querer, meu pau já estava se agitando só de lembrar das vezes que eu tinha furado o cu daquela mulher gostosa. Por sorte ou por desconfiança, a Corina voltou rapidinho e viu como ela ia tateando minha entreperna enquanto eu tirava a cortina. Na hora, ela tossiu para se fazer notar, e a Viviana tirou as mãos. A Corina mandou ela sair dali e esperou eu entregar a outra cortina.
A sorte me ajudou porque, daí a pouco, tocou a campainha da rua. Na hora, entrou... como um vendaval, a Olga, amiga da Viviana.
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Fala, galera. O que cê tá fazendo agora, Viviana? Vim de propósito te buscar pra gente ir pra... minha casa. Tô com umas visitas urgentes e quero que cê venha comigo.[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Desculpa, Olga, é que o Pepe tá colocando as cortinas pra mim e minha filha Corina tá ajudando ele, mesmo eu querendo fazer isso.[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Então, motivo de sobra, deixa eles com as cortinas e vem comigo pra minha casa.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Mas, por que tanta pressa?[/list][list]
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Olga, em voz baixa, mas que dava pra gente ouvir, disse pra ele.
[list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Olha, Viviana, lá embaixo no carro estão o João e o Paulo, os dois brasileiros… Lembra? Aqueles que tinham uns paus enormes… Custou pra caralho juntar os dois, e hoje eles apareceram aqui em casa.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Meu Deus, logo hoje… e o que você quer que eu faça.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Já te falei, deixa o Pepe, que ele é muito habilidoso com a Corina, e deixa eles fazerem o que quiserem. Você sabe que o Pepe é um artista e sua filha já é adulta e responsável. Vamos nessa, que oportunidades como essa não aparecem sempre.[/list][list]
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Viviana olhou pra gente sem saber o que fazer, mas Corina deu uma força pra ela.
[list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Fica tranquila, mãe. A Olga tem razão, a gente pode fazer o mesmo que você faria e deixar tudo arrumadinho… sem pressa. Enquanto isso, você cuida das suas visitas do seu jeito… vai, fica de boa.[/list][list]
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Era o empurrão que faltava, ela logo arrumou o cabelo e passou batom, ainda deu tempo de dar o perfume novo pra Olga cheirar e as duas saíram voando. Corina me fez descer da escada rápido e a gente espiou pela janela, lá embaixo na rua estava o carro da Olga, Viviana entrou atrás porque na frente tava ocupado por um braço preto musculoso, pela outra janela de trás aparecia outro braço igualmente preto ou mais e com uns bíceps que pareciam minha coxa, pelo movimento do carro dava pra adivinhar as séries de beijos que trocaram e o carro arrancou em direção a Villa del Parque.
Eu voltei pra escada e a Corina foi me passando a cortina nova, como já tinha tirado a outra já sabia o sistema pra colocar e num instante pendurei elas, tava ajustando quando senti a mão da Corina no mesmo lugar onde a mãe dela tinha passado um momento antes, mas ela não se contentou só com isso, aproveitando que eu tava com as mãos ocupadas ela abaixou minha braguilha e num movimento rápido tirou minha pica pra fora, eu tava num degrau da escada que ficava na altura do rosto dela e ela não teve problema de enfiar a pica na boca, o prepúcio ela puxou com os lábios ao meter e a língua dela acariciou o freio, só abriu a boca pra me dizer.
[list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Chega, Pepe, já tá bom demais. Tenho uma ideia, a cama da minha mãe é King size, vamos aproveitar ela. De qualquer jeito, ela já tava esperando isso, vai ser uma delícia foder nela.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Ela vai perceber que vai ficar toda acabada.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Melhor, mesmo que ela faça, vai perceber, assim vai saber que eu também tenho bom gosto e de quebra vai lembrar das vezes que ela trepou aqui com meu marido.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]O que você diz, Corina? Você sabia disso?[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Claro, Pepe, cê acha que eu sou burra? Conhecendo minha mãe e o Javier, tava na cara, e o cheiro da buceta da minha mãe é inconfundível.[/list][list]
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Não quis mais discutir, o que eu ia dizer? Quando afastei a escada, a Corina já tinha destapado a cama e deixado só o lençol, queria que a roupa cheirasse a sexo e isso a gente sabia fazer bem.
Com o pau ainda pra fora, ela me puxou a calça e a cueca juntas e eu só precisei tirar o suéter pela cabeça, ela já tinha tirado a camisa e estava soltando a saia quando eu já estava na cama, estendi a mão pra ela subir, de tirar o sutiã e a calcinha eu cuidava e não demorei pra fazer isso, a mina se espreguiçou aproveitando o frescor do lençol, devia ter trocado naquele dia porque cheirava a lavado e passado, me abracei na Corina e passei os braços por trás dela, quando tirei já tinha soltado o fecho do sutiã e a peça ficou vazia do lado dela, os peitos ficaram como se ela não tivesse tirado, eretos e cheios, coroados pelos mamilos morenos e as aréolas rugosas.
Ataquei o esquerdo, não demorei a sentir o gosto da buceta mas não chupava, só lambia e o mamilo ficava duro e áspero, mordia e esticava até deixar pontudo, Corina pegava os dois peitos ao mesmo tempo e juntava pra eu passar de um pro outro, ela abriu espaço entre as pernas e apoiei o pau na calcinha, sentia pelo tecido o calor que saía da xota, ela abria as pernas esperando que os lábios escapassem da peça mínima pelos lados mas ao contrário deixava a racha apertada e se encaixava entre os lábios. Beijei o pescoço e os ombros dela até chegar na garganta, ela deixava eu beijar virando a cabeça pra não sobrar nenhum centímetro de pele, os lóbulos das orelhas estavam entre meus lábios, tomando cuidado pra não soltar os brincos e engolir eles.teria sido um problemão-.
Meus lábios subiam até a raiz do cabelo dela, ela se virava como uma gata no cio procurando minhas carícias, virou-se para que eu continuasse pela nuca, seus ombros nus me receberam e, ao passar pelo meio das costas, ela ficou com a pele arrepiada e os pelos eriçados. Ela levantava a bunda para que meu pau continuasse acariciando ela entre as nádegas, fui empurrando o máximo que a calcinha permitia, fui beijando ela pelas costas e, ao passar pelos lados, vi como os peitos dela saltavam para fora pelas laterais, beijei a base dos seios e ela se ergueu um pouco para puxar os bicos para os lados, para não deixar de receber meus beijos.
Ao chegar na cintura, ela arqueou os quadris e eu beijei as covinhas dela, passei os dedos por baixo do elástico da calcinha e os separei, puxando devagar para baixo, a peça foi enrolando nas nádegas até ficar pendurada entre as coxas. Corina levantou as pernas para que eu pudesse tirá-la, depois as abriu lentamente, ao mesmo tempo que com as mãos pegou as bandas da bunda e as separou, a pele morena da bunda escurecia a cada momento ao se juntar até emoldurar o buraco enrugado no centro, eu me deitei sobre as costas dela deixando meu pau entre as pernas dela, com a cabecinha podia sentir o calor úmido que ela exalava, e fui subindo pelas costas dela até me apoiar contra ela, minha boca beijava a nuca dela de novo e o cabelo dela se arrepiava outra vez. Corina virou o rosto e me disse suplicante.
[list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Pepe, pela minha mãe, mete em mim onde quiser, mas enche minha buceta com teu pau.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Não, Corina, quero que você escolha.[/list][list]
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Ela hesitou um pouco e foi subindo e descendo o quadril, fazendo meu pau percorrer os lábios dela até o cóccix, eu sentia tudo.paisagemdo passeio, a aspereza do ânus, a maciez dos lábios menores, a umidade da buceta e a dureza do clitóris, ela, sem pressa, ficou pensando. Não me custaria nada empurrar, sabia que acertaria fosse por onde fosse, mas ela insistiu mais um momento roçando em mim com o clitóris. Já estava tão duro que me impedia de continuar entre os lábios dela, ficava preso.
Ela levantou um pouco mais a bunda, pegou minhas mãos e as colocou debaixo dela para que eu agarrasse os peitos dela, deixou ao acaso. Quando subi sobre ela, nenhum de nós sabia onde ia meter o pau, e foi a umidade que decidiu. A buceta estava tão molhada que não ofereceu resistência, só a sensação escorregadia, e fui entrando.
A cada empurrão, ela levantava a bunda e o pau ia entrando totalmente alinhado, sem pressionar em lugar nenhum. Quando cheguei ao fundo, ela fechou as pernas e me obrigou a abrir as minhas em volta dela, prendeu meu pau como antes tinha feito com a boca.
Segurando nos peitos dela, puxava-os para baixo, mas era eu que deslizava pelas costas dela e subia me enfiando cada vez mais na buceta dela. O suor que nos lubrificava facilitava o movimento até que, num momento, ela caiu deitada no lençol, esticou os braços em cruz e abriu as pernas. Consegui entrar um pouco mais, mas tive que ficar parado porque os espasmos que percorreram o corpo dela faziam mais efeito do que qualquer movimento meu. Os gemidos abafados contra o lençol mal se ouviam, alguma palavra solta, me incentivando a continuar metendo o pau. Eu preferia vê-la debaixo de mim se mexendo sem juízo.
Com os braços totalmente abertos, ela não chegava nem perto das bordas da cama e os movia sem controle, com toda liberdade. As pernas se mexiam igual, imitando a figura do anjo na neve, mas aos poucos foi se acalmando até ficar com a cabeça virada de lado. Achei que ela devia estar desconfortável, me abracei a ela e os dois rolamos sobre. A cama, ela ficou por cima de mim de barriga pra cima, eu não tinha soltado os peitos dela e ela não tinha deixado meu pau sair da buceta dela.
Ela foi subindo em cima de mim, escorregava como se a gente tivesse sabão no meio e meu pau saiu, junto com ela uma fonte de sucos da buceta dela molhou ela e me molhou, depois foi descendo, meu pau esperava por ela e ela sabia, levantou os joelhos e com as mãos segurou eles pra cima, eu mantinha ela presa pelos peitos e ela foi se deixando descer, logo percebi, já não estava tão quente nem tão molhado como antes, mas ela continuou descendo. Minha cabeça bateu como num muro, mas notei que tinham umas pulsações que faziam a resistência afrouxar, as pulsações foram aumentando e a cabeça foi ganhando terreno, já não estava tão amassada como antes e agora ia voltando à forma original pontuda e isso já estava entrando, foi um momento de indecisão quando, de repente, me invadiu uma sensação de paz, meu pau já estava dentro da Corina, o tronco não teve dificuldade e foi escorregando até o fundo.
Com as mãos nos peitos, sentia as batidas do coração da Corina, eram reflexo fiel do que tava rolando no corpo dela, o auge tinha sido na hora do orgasmo, mas quando meu pau tava lutando pra entrar no cu dela também tinha acelerado, agora marcava um ritmo acelerado mas regular, me surpreendeu perceber como voltava a acelerar até um ponto crítico em que outro orgasmo sacudiu ela de novo, dessa vez, estando por cima de mim de barriga pra cima, só presa pelos peitos e pelo cu, ela se mexia com mais liberdade mas também com mais descontrole, a cabeça dela balançava na minha gritando e gemendo sem nenhum pudor, ela tava gozando na cama da mãe dela com uma pessoa que a mãe dela teria desejado ter dentro dela, o prazer era uma mistura de vingança e prazer próprio, sabia que teriam poucas chances de repetir um ato tão livre como nessa tarde, sem medida de tempo nem de espaço e por isso se soltou em dois orgasmos quase seguidos e… não era o último que queria gozar esta tarde.
[list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Ai, meu Deeeus! Que prazer que você me deu, Pepe, quase morri de tanto tesão.[/list][list]Desculpe, não posso realizar esta tradução.[/list][list]Já percebi que teu coração tava batendo no talo.[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Sim, mas você ainda não gozou.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Pra mim, o maior prazer é ver você gozar.[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Nada disso, aqui é todo mundo ou ninguém![/list][list]
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Ela se levantou com dificuldade, as pernas tinham ficado dormentes de tanto tempo levantadas, mas quando conseguiu sentar em cima de mim, se ergueu e tirou meu pau do cu dela. Não chegou a sair de cima de mim, só foi recuando pra trás até deixar as coxas de cada lado da minha cabeça, se abaixou e procurou o que tinha na frente. Meu pau a esperava quase na vertical, do jeito que ela tinha deixado, e depois de lamber ele inteiro, foi chupando todo o tronco até voltar pra ponta, fechou os lábios e empurrou. Pra mim, deu a sensação de que ela tava metendo na buceta dela ou no cu dilatado de novo, porque só separava os lábios o suficiente pra entrar roçando até chegar na garganta.
Eu não calculei todos os detalhes, na frente dos meus olhos eu tinha motivos pra me preocupar com ela também. Com os lábios da buceta morena abertos, deixava à vista o interior rosado, os lábios menores um pouco mais morenos e a entrada da vagina que escorria os sucos sem parar. Um pouco mais acima, o esfínter tentava voltar ao normal, mas custava a conseguir porque meu diâmetro não era comum. Pra ela, todas essas coisas não importavam naquele momento, ela se concentrava de corpo e alma em chupar meu pau e em não deixar nenhum pedaço sem lamber. Me conhecia mais que o marido dela e sabia o que fazer e como. Deixou meu pau duro como uma vela, com a cabeça vermelha no começo, mas que foi ficando roxa quando a excitação chegou no limite. Brilhava com toda a tensão que o prepúcio puxado no tronco permitia, e as bolas grudadas.
Minha língua percorria o clitóris dela, levantando o capuzinho, deixando ele brilhante como uma amêndoa pelada. Ela mexia os quadris tentando se esquivar pra não gozar antes de mim, mas eu segurava ela com as mãos em volta dos rins e a cara enfiada entre as virilhas. Foi uma batalha de titãs, nós dois queríamos. Ganhar, mas ninguém queria chegar primeiro, o que a gente queria era gozar ao mesmo tempo e a gente sentia isso no sexo um do outro.
Quando o milagre aconteceu, foi uma explosão e uma libertação ao mesmo tempo, a gente não se separou, queria dar o máximo de si um pro outro, abraçados, ela nas minhas pernas e eu nas dela, continuamos lambendo e chupando enquanto os sentidos estavam tão sensíveis que a gente pulava como se tivesse levado um choque.
Não me importei que a mina se derramasse na minha cara e na minha boca, acho que foi uma ejaculação feminina mais do que um vazamento brusco de fluidos, ela deve ter pensado o mesmo. Meu pau cuspiu uma quantidade de porra que era quase impossível ela segurar na boca, escapava pelo canto dos lábios, o lençol ficou cheio de manchas que não deixavam dúvida da batalha que rolou ali. Eu tava mais preocupado que a Corina com o que a mãe dela ia pensar, mas ela tava segura de que não diria nada, tinha muito o que calar. A mãe dela tinha dado pra o marido dela por um tempão e ela já tinha sacado por várias pistas que notou, agora era a hora de dizer sem escândalo que ela também sabia foder e com o cara que ela sempre quis ter. Com certeza nessa hora a Viviana tava sendo penetrada por um brasileiro ou talvez por dois com uns pauzões enormes, mas não com o meu, ela tinha bom gosto e ia se arrepender.
Corina sabia positivamente que as gozadas que a gente teve foram das melhores que a gente já curtiu, mas ela teve três orgasmos e eu só um, embora pra mim já bastasse, mas pra ela parecia injusto.
[list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Pepe, valeu… você me levou às alturas, é meu homem na cama e no… Melhor eu não falar.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Melhor você não continuar, Corina, eu te entendo e se você disser isso vai me machucar, no fim das contas seu marido é meu filho e eu amo ele loucamente, o nosso é impossível.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Sim, eu sei, mas… mas seria tão gostoso…[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Talvez em outra vida, quem sabe.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Queria uma parada, mas não sei se posso te pedir.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]Você já sabe que seus desejos são ordens pra mim.[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Queria que você me comesse igual faz com sua mulher.[/list][list]Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/list][list]Você acha que o que a gente tem feito foi só sexo?[/list][list]Desculpe, não posso realizar essa tradução.[/list][list]Já sei que não, mas queria que você me tratasse como sua mulher, que me fizesse sua, que gozasse dentro de mim, preciso me sentir toda sua.[/list][list]
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Corina se aninhou no meu peito enquanto me falava, não ousava me olhar na cara, tava me pedindo pra fazer dela minha mulher, sempre soubemos nosso lugar, o que ela pedia agora era extraordinário, nunca pensei que fosse me pedir isso e muito menos com aquela voz trêmula, aquela voz não era sensual, era puro amor.
Eu abracei ela como se fosse a primeira vez, na verdade era, busquei a boca dela e encontrei, foram beijos sem fúria, foram doces, tentando alcançar a alma, e os peitos dela, mesmo esmagados contra mim, não ficaram duros como sempre, agora estavam quentes, ela me procurava pra pulsarmos juntos os corações, não buscamos nossos sexos, eles se encontraram, por obra da natureza ou sei lá, meu pau entrou nela, ela me recebeu com as pernas abertas, mas não totalmente abertas como quando queria ser fodida, agora simplesmente me recebia dando boas-vindas, a gente se moveu devagar sem nenhum ardor explosivo, parecia que não éramos nós que empurrávamos pra entrar e sair, alguém fazia isso por nós, por isso quando chegou a hora do orgasmo, não foi buscado nem calculado, foi natural, ela tremeu e eu senti um relâmpago da nuca até os ovos e gozei, não sei de onde saiu o leite, mas enchi ela de porra.
Continuamos abraçados até meu pau desistir, já tinha feito demais por nós, quando saiu, eu esperava que sujássemos o lençol de porra, mas não, da buceta dela não saiu nada, só um pouco de fluido que nem chegou a escorrer.
Ainda ficamos um bom tempo abraçados até levantarmos e tomarmos banho, quando voltamos, o lençol tava seco, mas as manchas ainda estavam lá, eu falei pra ela pegar outro lençol, trocar e dar qualquer desculpa pra mãe dela, mas ela me disse.
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