Cancun para Três Pt4 2t

Continuando com a minha saga, que vou chamar de Cancun para Três, que será parte da minha segunda temporada!

Bom, depois que papai nos engravidou de novo, eu e mamãe decidimos ir os três para a praia. Quem não gosta de praia, sexo, mar, boa comida, né?

Eu estava totalmente pelada no quarto do hotel, esperando o calor sufocante diminuir um pouco, mas as notícias diziam que a onda de calor podia aumentar ainda mais. Peguei a toalha e saí com a intenção de tomar um banho frio. Ao abrir o chuveiro, percebi que a água estava morna, então voltei para o quarto. Deitei na cama de novo e liguei o ventilador. O ar acariciava meu corpo nu, eu sentia ele percorrer cada centímetro da minha pele. Abri as pernas e deixei que acariciasse meu monte de Vênus. Virei de costas e agora a carícia era nas minhas costas, descendo, e adorei quando minhas nádegas receberam a carícia do ar.

O cansaço tomou conta do meu corpo e eu adormeci. Não lembro por quanto tempo, mas só acordei quando ouvi meus pais conversando baixinho aos pés da cama.

— Ela tá dormindo, olha só, parece tão inocente, como quando era uma simples coelhinha.

— Pois é, coelha, mas nossa filha já não é uma menina, agora já é uma mulher. Olha o corpo dela, tem muito a mostrar, ficou ainda melhor agora que está esperando meu bebê. E já pode dormir assim, você tem que conversar com ela, porque vamos ter que reformar a casa, já que a família está crescendo.

— Olha, toca um pouco, sente a maciez da pele dela! Só um pouquinho!

Decidi fingir que ainda estava dormindo e deixei meu pai deslizar os dedos pelas minhas costas. Ele continuou sem parar até passar pelas minhas nádegas. Ouvi ele sair apressado do quarto e fingi acordar naquele momento.

— Mamãe! Eu adormeci, tava muito calor, e a água estava muito quente. Meu papai, meu coelho? Cadê ele?

— Ele tá tomando banho, filha. Igual a você, nós chegamos... cansados, eu aviso pra você tomar um banho antes de ir pro refeitório comer todo mundo junto!
Antes de sair, ele desliza a mão pela minha cintura e termina dando um tapa bem sonoro em uma das minhas nádegas.
Mami! Isso me excita, soltei uma risadinha ingênua.
Coloquei uma legging e me preparei pra sair e ver o que meu pai estava fazendo, e lembrei das palavras que ele disse antes de sair: “é verdade, ela tem a pele macia e radiante” — eu amo que ela seja minha filha.
Voltaram à minha mente momentos da minha adolescência, quando chegava em casa e muitas vezes sentava no colo dele e ele parecia gostar, até peguei ele várias vezes olhando minha calcinha, quando eu estava mal sentada, mas nunca imaginei que ele chegaria a pensar em mim como sua amante, e não como sua filha — isso vocês, leitores, já sabem bem a essa altura da minha saga.
Quanto à minha mãe, nunca senti vergonha quando ela e ele entravam no meu quarto e eu estava totalmente pelada, até agora lembro de muitas vezes que me sentava ao lado dela assim, nua, e ela acariciava meu cabelo ou minha barriga, e às vezes passava a mão nos meus peitos, mas nunca pensei que ela, estando grávida, se excitasse mais comigo, como uma verdadeira mamãe coelha no cio. No entanto, o calor sufocante daqueles dias me ajudaria a resolver que realmente somos uma família POLIAMOROSA e HIPERSEXUAL, e acabamos num triângulo de sexo e luxúria do qual não queremos sair nunca e, pra ser honesta, tudo fica na família (geneticamente falando).
Depois de uma refeição leve, passamos um tempinho juntos assistindo pornografia na TV. De relance, percebi que meu pai aproveitava pra tocar nos peitos da mamãe e na barriga grávida dela, enquanto eu, sua coelhinha, abria o zíper dele e o masturbava. Ele fazia isso sem tirar os olhos da minha virilha. Aos meus 22 anos, quase 23, eu tinha desenvolvido um corpo muito bonito, pra já ter tido uma filha — os peitos quase podiam igualar aos da minha mãe, minhas nádegas redondas e empinadas, talvez a única coisa em que não conseguia me igualar a ela era meu monte de Vênus, pois ela tem um muito bonito e eu, por outro lado, tenho só um montinho pequeno, ou seja, eu aperto mais que ela, e ela tem uma buceta yummy bem comestível.
Fingi estar cansada e me despedi deles dando um beijo na bochecha de cada um (afinal, minha irmãzinha e minha filha/irmã estavam no berço, ambas já dormindo, mas para meu pai fingi não perceber e dei o beijo na boca para excitá-lo, me afastei sem olhar para trás e me tranquei no meu quarto com as duas meninas, tirei toda minha roupa e me estiquei na cama, o calor continuava talvez não igual de intenso mas continuava, me levantei para abrir minha janela, a luz estava apagada e foi quando abri que ouvi vozes na garagem, bem debaixo do meu quarto, vi as silhuetas dos meus pais e decidi tentar escutar o que diziam, por isso desci sorrateira para a cozinha e pude escutar um pouco do que conversavam.
– Podemos tentar, meu amor, talvez ela não leve a mal.
– Mas, coelha, é verdade que ela se tornou uma mulher linda, mas não sei se fazemos bem.
– Eu já não aguento mais, e se você não quer participar eu faço sozinha, e mais cedo do que imagina.
– Tudo bem, coelha, você cuida de preparar o terreno.
Voltei sorrateira para meu quarto e me deitei rápido, pensando que a qualquer momento poderiam entrar como faziam toda noite para me dar meu beijo antes de dormir.
– Sônia, meu amor, já está dormindo?
Continuei imóvel e os senti se aproximarem, e minha mãe disse o seguinte:
– Olha só ela, não dá vontade de acariciar essas lindas nádegas? Ou tocar esses lindos pelinhos, ou talvez esses mamilos rosados.
– Vamos, Silvia, deixa ela descansar, amanhã você tenta convencê-la, acho que você tem razão.
Me deram um beijo na bochecha e saíram, claro, como sempre minha mãe não perdeu a chance de acariciar minhas nádegas antes de sair, só que dessa vez a carícia estava mais do que cheia de desejo, pois minha pele nua a estava deixando inquieta.
Durante a noite, acordei vítima de sonhos em que meu pai estava me comendo de novo no nosso primeiro trio com a mamãe coelha, enquanto minha mãe assistia com olhos luxuriosos. Fiquei pensando se era realmente isso que minha mãe desejava (em relação ao relacionamento que nós três mantemos), me senti intrigada esperando o novo dia, já não consegui mais pegar no sono pensando em muitas coisas... Terminamos nossa viagem com muito pouco sexo, já que as meninas já têm cerca de 2 anos e meio e o quarto do hotel é de drywall e os sons passam.

Pela manhã, depois de tomar o café da manhã juntos, saímos como todos os dias, eles para o trabalho e para a academia respectivamente, e eu para a universidade. Por um momento, esqueci o que tinha ouvido de manhã, mas minha mãe me deixou inquieta de novo quando me disse o seguinte antes de sair do carro:

- Coelhinha! Esta tarde eu gostaria de aproveitar que o papai vai chegar tarde em casa para conversar com você, por favor me espere se estava pensando em sair.

Sim, coelha, estarei lá. Tchau.

À tarde, ao chegar em casa, minha mãe já tinha chegado e estava preparando a comida. Ela me recebeu e, quando entrei no meu quarto, poucos minutos depois a ouvi entrar. Eu estava prestes a me despir para tomar banho, mas pela primeira vez me senti um pouco desconfortável, ou melhor, envergonhada.

- Filha! Eu gostaria de te perguntar uma coisa, e espero que seja sincera, amor.

Diga, mamãe, estou ouvindo.

- Você ainda está transando com sua ex-namorada?

Não, coelha! Mas por que está me perguntando isso, o que aconteceu?

- Nada, coelhinha, é só curiosidade.

Enquanto continuava falando, ela desabotoou minha blusa e, pouco a pouco, me deixou nua. Já sem roupa sobre mim, ela continuou com suas palavras, enquanto eu a ouvia sentada na cama.

- Sônia, você já é uma mulherzinha, e está cada dia mais linda. Seu pai e eu conversamos nos últimos dias sobre coisas que acontecem no dia a dia, e bem, veja... seu pai te admira como mulher, como mãe dos filhos dele, até como sua amante! Ele acha que você se parece muito comigo (claro, só que sou a versão melhorada) quando eu tinha sua idade.

- Filha, você estaria... Tá a fim de dar um pouco de prazer pro seu papai, com a sua nova namorada?
Mas coelha, como assim? Ele te disse que quer ficar com outras mulheres além da gente?
– Sim, coelhita, como você deve saber, às vezes, se ele se comporta bem com a gente, eu compartilho minhas namoradas com ele. Faço isso pra evitar que ele tenha uma "casinha" ou, como dizem, outro lar. Ele te deseja tanto, e mais uma ou outra das suas namoradas, mas tinha vergonha de comentar contigo. Então eu me ofereci pra conversar sobre isso. E se você aceitar, a gente gostaria que fosse amanhã à noite.
– Não sei, coelha! Acho que daria vergonha, mas se você aprova, podemos tentar. E quando eu tiver uma namorada nova, vou tentar compartilhar com ele.
– Obrigada, filha. Não sabe como tô feliz. E ele vai ficar ainda mais quando eu contar.

Naquela noite, não vi quando meu pai chegou. No dia seguinte, tudo parecia normal, mas já de tarde minha mãe estava em casa quando cheguei da faculdade. Depois do jantar, só eu e ela, ela me disse o seguinte:
– Coelhita, tem certeza do que a gente conversou ontem?
– Sim, mamãecoelha, tô sim. Mas, coelha, tenho que te perguntar uma coisa: você ainda me vê como sua filha? Porque, sinceramente, eu parei de te ver como minha mãe e te vejo mais como uma amante, pra ser honesta, como uma namorada com quem divido marido.
– Bom, meu amor, mesmo que às vezes eu te veja como minha competição, não consigo ignorar que me excita, porra, uma mulher que é quase meu clone. É a coisa mais linda, e até curto ser sua namorada, mesmo tendo outras mulheres na minha vida. Mas que tal a gente ir fazer umas compras e se preparar pra receber o papacoelho?

Fomos fazer compras. Não me surpreendi nem um pouco quando entramos numa loja de lingerie. Ela pediu uns modelinhos bem sugestivos, escolheu pra mim um rosa, de tecido fino, super transparente, e junto com o conjunto de lingerie pediu um roupão minúsculo preto, curtíssimo e, claro, transparente.
Saímos com nossas compras, as duas... As primeiras sombras da noite caíam sobre a cidade, as pessoas se apressavam para voltar para casa. Eu, por minha parte, sentia um vazio no estômago, porque como toda mulher grávida de 2 meses e mãe de quase 5 ou 6 meses, temos desejos a toda hora. Se eu lhes dissesse que minha mãe, na maioria das vezes, se não em todas, é a mais interessada em participar de um trio entre nós duas e meu pai...

Ao chegar em casa, ela me disse para subir ao meu quarto, tomar um banho e colocar a roupa que havíamos comprado, e só sair quando ela me avisasse.

Subi e tomei banho, com toda a calma do mundo. Quando ouvi meu pai chegando, saí do chuveiro e, com o corpo ainda molhado, coloquei a peça minúscula e depois o roupão. Esperei e, em poucos minutos, ouvi minha mãe se aproximando do meu quarto.

— Coelhinha? Já está pronta, meu amor?
Coelha, vem aqui um instante, por favor.
— O que foi, coelhinha? Não está se sentindo bem?
Não, mas quero que você me diga como estou antes de sair.
— Você está divina, meu céu, mas só falta colocar as sandálias. Anda, ponha-as e te esperamos no quarto.
Não pode me esperar, coelha!
— Não, meu céu, prefiro ir na frente.

Ela saiu e me deixou ali, com os nervos à flor da pele. Coloquei as sandálias pretas, que são as mais altas que tenho, de salto agulha de quase 20cm, e saí, mas não antes de respirar fundo. Sempre tenho essa sensação estranha, que descrevo como se meu corpo sentisse o que os cordeiros devem sentir antes do sacrifício.

Ao chegar na sala, decidi me sentar no sofá do quarto. De repente, ouvi eles saindo do banheiro. Minha mãe veio com um fio-dental preto e suas sandálias pretas. Papai só com uma cueca branca, que, por sinal, não conseguia esconder sua ereção. Eles se aproximaram de mim e se sentaram, me deixando no meio.

— Coelhinha, que linda você está, gostosa. Todos nós gostamos desse estilo de vida, pelo menos nesta casa, mas realmente não conseguimos evitar.
Ai, coelão... não se preocupe, eu também te desejo, e amo essa experiência! E ninguém precisa se sentir culpado.

Ao ouvir minhas palavras, papai relaxou um pouco, ou melhor, acho que nós três relaxamos. Com mais confiança, papai disse o seguinte:

— Minha coelhinha, você poderia sentar no meu colo como fazia quando era pequena?

— Sim, papai, claro que posso! — sem esperar, sentei em suas pernas e me agarrei ao seu pescoço. Foi o início de um jogo incestuoso que não conseguiríamos mais parar.

— Que peitos lindos você tem, meu amor! Dá pra ver que já está grávida. Não sabe quanto eu queria tê-los nas minhas mãos, desde esta manhã!

Enquanto dizia essas palavras, sua mão entrou pelo tecido fino do roupão e apertou com delicadeza um dos meus seios. Um gemidinho fez ele entender que a carícia tinha me agradado.

— Ahhh, papai, que carícia delicada, uuummmmm...

Ele soltou as alças do roupão, que caíram pelos meus ombros, deixando ambos os seios expostos. Ele se apoderou deles e os massageou com uma carícia que me derreteu toda. Sua boca buscou ansiosamente a minha — pela primeira vez senti sua boca unida à minha. Todo meu corpo tremia de emoção naquele momento.

Quando percebi, mamãe coelha estava percorrendo minhas costas com as pontas dos dedos — que ação enlouquecedora! Papai se levantou, me convidando a fazer o mesmo. Mamãe coelha continuou acariciando minhas costas, mas, de pé e abraçada ao meu pai, ela deslizou meu roupão até removê-lo completamente.

Senti que, por baixo da cueca do papai, uma grande surpresa me aguardava. Papai continuou chupando meus seios, e de repente mamãe coelha estava puxando minha calcinha fio-dental. Quando ela a removeu completamente, fez algo que me estremeceu da cabeça aos pés.

Ela se sentou no chão, separou minhas pernas o máximo que pôs e meteu a cabeça entre minhas pernas, tentando beijar minha bocetinha. Suas mãos me seguraram pelas nádegas, e assim ela alcançou seu objetivo: enfiar a língua na minha vagina depilada.

— Hahahaha, mamãe, como você faz isso? Hohohohoho, que gostoso, continua... assim, você é uma rainha do oral.
Sua língua entrava deixando um filete escorrendo pelas minhas pernas, mas o prazer era o máximo.
Papai coelho se afastou de mim e observou com olhos de prazer como mamãe coelha comia minha bucetinha enquanto eu tremia de prazer, já não era mais necessário que ela separasse minhas pernas, eu mesma as abri buscando o maior prazer possível.
Por Deus, coelho, isso é enlouquecedor!
—Você gosta que a mamãe coma sua bucetinha, meu amor?
Sim, papai, é deliciosooooooooo hahahahahhaha ssissisiiiiii
Mamãe se afastou de mim e ambos observaram minha reação, meu corpo estava todo trêmulo, e então mamãe coelha disse o seguinte:
—Bem, meu amor, acho que é hora de irmos para a cama.
Sem me dar tempo de reagir, papai me pegou no colo e me carregou para a nossa cama, mamãe coelha nos seguia de perto, e observei como ela tirava a roupa que a cobria, dentro do quarto mamãe coelha estava muito linda, apesar da idade (ela só tem 15 anos a mais que eu), ainda tinha um corpo invejável, seus peitos ainda estavam firmes, não ficavam devendo nada aos meus, sempre quis perguntar algo e só agora tive coragem.
Mamãe, por que seus mamilos são muito maiores que os meus?
—Bem, graças ao seu papai, ele cuidou de deixá-los assim, você gostaria de ter iguais?
Sim, mamãe, seria uma delícia.
—Já vamos cuidar desse detalhe, amor, não se preocupe.
—Agora é sua vez de mamar uma pica gostosa, sua boquinha precisa receber sua dose de porra fresca do seu coelho, meu amor!
Quando mamãe terminou de falar, tirou a cueca do papai, e surgiu uma pica linda, a pele branca, não muito longa, mas a cabeça parecia muito gostosa, sua forma de cogumelo convidava a chupar, mamãe a colocou na boca e metia e tirava com suavidade enquanto papai ficava tenso, fechava os olhos e apertava todos os músculos.
—Ah, coelha, você ainda tem uma boca deliciosa, cada dia você me faz gozar mais hohoooo
—Agora você, coelhinha, abre a boquinha e Aproxima-te.
Enquanto mamãecoelha dizia essas palavras, eu me aproximei abrindo a boca e, tentando ser uma boa coelhinha, enfiei o pau do papai na minha boca, chupei como mamãecoelha fazia, e acho que ele gostou, continuei chupando sem parar, e de repente o papai disse:
— Espera, espera, meu amor, acho que não estamos sendo justos, vamos gozar os três ao mesmo tempo, agora é a vez da mamãe.
Ele deitou ela e agora chupava a buceta dela, enquanto eu me esgueirava para chupar o pau do papai. De repente, mamãecoelha soltou seus gemidos, acho que ela realmente adora que chupem a buceta dela.
Naquele momento, os três estávamos totalmente em sincronia. Mamãe me pediu para me aproximar e beijou minha boca, sua língua entrava na minha boca saboreando o líquido que eu tinha chupado do pau do papai. Com desespero, ela disse o seguinte:
— Já, amor, não aguento mais, vamos fazer, por favor, é a hora.
Com o corpo trêmulo e banhado em suor, minha mãe se apressou em mamar o pau do papai para deixá-lo totalmente molhado, abriu as pernas e recebeu meu pai. Só alguns segundos ela permitiu que ele ficasse dentro dela, e pediu que ele enfiasse em mim.
Quando ele tirou o pau da buceta dela, saiu totalmente branco pelo gozo da mamãecoelha e, me deitando, me pegou pela cintura e enfiou em mim o pau. Mamãecoelha se apressou em chupar meus mamilos e os apertou com seus lábios, tornando o momento mais prazeroso. Agora ele tirou da minha buceta e dessa vez escorria meu gozo. A combinação dos três era o que mamãecoelha queria. Ela se apressou em chupar até a última gota de gozo daquele pau, satisfeita se afastou e me disse para ficar de pé e abrir as pernas o máximo que pudesse. Obedeci e o que seguiu foi loucura.
Mamãe se colocou na minha frente, sentada no chão, sua língua chupou minha buceta de um jeito que me fazia gritar de prazer, mas quando senti o papai coelho atrás de mim chupando meu cu, minhas pernas tremiam sem parar. As duas línguas percorriam meus dois buracos, fazendo com que eu me perdesse em um momento de luxúria e desejo. Desenfreados.
Papaaaaaaa, esperaaaaaa, não aguento maaaaaaais, foram minhas palavras antes de terminar em um torrente de líquidos vaginais. A mais gulosa foi a mamãe, que se apressou em chupar até a última gota. Os lábios da minha buceta estavam latejando e levemente inchados. Mamãe continuou chupando minha buceta, enquanto o papai coelho acariciava nossas barrigas, ambas grávidas dele, enquanto ele continuava observando nossa ação. Finalmente senti um grande orgasmo, e com meus gritos os bebês no quarto começaram a chorar. Ainda consegui terminar em um último orgasmo e caí desfalecida no chão. Fomos ver as meninas e esperamos até que dormissem. Voltamos e nos deitamos. Não demorou muito para nós três dormirmos na mesma cama, totalmente pelados, como é nosso costume. Amanhã conto como compartilhei uma namorada com meus dois pais, e como recebemos nossos bebês, mamãe e eu...

Neste post não tem fotos, mas comenta e deixa pontos que eu te mando o pack em download direto no MEGA por mensagem privada. VOU ESTAR ENVIANDO O LINK.

17 comentários - Cancun para Três Pt4 2t

Que magnifico relato
Muchas gracias espero hayas leido toda la saga hasta hoy!
Raldat +1
que caliente relato! quisiera poder algun dia tener estas mismas experiencias!
Pues mucha suerte y en un futuro espero leer tu confesion!
Que rico relato me puso muy caliente conejita gracias te dejo puntos y espero saber mas de ti
que rico relato, te mande 10 puntotes, me dejas con la verga durisima por lo rica que eres tu y de seguro tu mami, que envidia jajaja
Pues ver algunas fotos de mami en la primer temporada de mi saga!
espero el enlace de mega jajaja, eso ando viendo ufff, esta riquisima tu mami, pero más tú!
Ya te lo acabo de enviar!
uf conejita que calinte me puso tu relato van +10
Muy buen relato conejita... como siempre... estoy atrasado pero ya me pondre al dia... van puntos
mmm todavia te faltan unas partes pero no dejes de dar puntos y comentar!!1
@Laconejadepapi2 lo que pidas... jajajaja
excellentes relatos😳 quiero el pack de esta!!