Aventura com a prima do meu amigo

Fala, galera! Hoje vim com um post diferente, dessa vez não é sobre minha tia, e sim sobre a prima de um amigo. Anteontem, enquanto tava na escola, recebi uma ligação de um amigo falando que outro amigo tinha sofrido um acidente, nada muito grave, mas que precisava de cuidados e repouso. Falei que ia na casa dele ver como tava, porque ele é tipo um irmão pra mim, e fui visitar. Tava meio tarde e o tempo nublado, pensei que ia começar a chover, mas fui mesmo assim. Quando cheguei, a mãe dele abriu a porta e me cumprimentou: — Oi, beleza? Como cê tá? — Tô bem, senhora. Fiquei sabendo do seu filho e vim ver como ele tá. — Pode entrar, ele tá deitado ali. Assim que entrei no quarto dele, percebi que tava com ele uma morena, magrinha, mas com uns peitões e uma bunda empinada de dar água na boca, uff! Comecei a conversar com meu amigo: — E aí, véi, o que rolou? — Ah, nada demais, fui atropelado na minha moto. — Que isso, cara? — É, um carro que surgiu do nada. — Que baderna. — Aliás, ela é minha prima, Mariela. Veio me ver igual você. — Prazer, Mariela, sou o Juan. — Igualmente, prazer. A gente conversou um tempão os três. Quando a noite caiu, começou a chover e decidi ir embora: — Vou vazar, já tá tarde e tá chovendo pra caramba. — Se quiser ficar, sem problema, mano. — Preciso avisar em casa, meus pais vão se preocupar. Liguei pra casa e falei com meus pais que ia dormir na casa do meu amigo, e eles deixaram. Um pouco mais tarde, como fiquei na sala pra dormir, não tava com sono e liguei a TV no volume baixo. Umas 20 ou 30 minutos depois, Mariela chegou e puxou papo: — Oi. — Ah, oi. — Perdeu o sono ou algo assim? — Não, só não tô com sono ainda. — E o que cê tá fazendo? — Ah, vendo TV. — Nem tem nada pra ver, haha. — Haha, sei, mas tô fazendo isso até dar sono. — Se importa se eu ficar aqui contigo pra conversar um pouco? — Claro que não, senta aí. — Cê é o Juan, né? — Isso, sou eu. — Ah, — Cê é daqui perto?
— Sim, só que por causa da chuva fiquei aqui, haha.
— Sem problema, até que dá pra gente se conhecer melhor.

A gente ficou conversando um pouco de madrugada, quando depois de umas horas de papo ela me fala:
— Vou no banheiro. Cê ainda não tá com sono?
— Não, ainda não.
— Falo por causa que se quiser dormir, eu vou pro quarto.
— Não, vai, te espero.

Ela foi no banheiro, mas quando voltou, só tava de boxer bem justinho e um sutiã.
— De passagem, fiquei confortável pra dormir.
— Ah, não, tá suave, sem problema.
— Te incomoda se eu me apoiar em você?
— Não, de jeito nenhum.

Depois disso, ela desceu a mão pras minhas pernas enquanto tava encostada no meu peito, começou a passar a mão do meu peito até as pernas.
— Cê é duro.
— Como assim?
— Falei isso ou pensei?
— Haha, o quê?
— Nada, desculpa.
— Relaxa.
— Posso te falar uma coisa?
— Claro, fala.
— Não aguento mais.
— O quê?
— Quero sentir você dentro de mim. Desde que te vi, desejava que a gente tivesse uma aventura.
— Cê tá falando que quer transar?
— Sim, que tal a gente começar de uma vez?
— Mas a gente tá na sala, alguém pode aparecer.
— Me segue.

Ela me levou pra parte de cima, a casa tem dois andares, e quando chegamos, ela tirou minha camiseta e o sutiã dela, deixou cair no chão, e começou a me beijar. Enquanto isso, eu beijava o pescoço dela e senti que ela ficou toda molhada porque eu tava tocando ela ao mesmo tempo.
— Já enfia essa pica enorme no meu cu.

Eu coloquei ela no chão, tirei o boxer dela, abri as pernas e comecei a lamber a buceta dela, toda molhadinha depois dos beijos quentes que a gente trocou. Depois, ela passou a lamber minhas bolas e chupar meu pau.
— Caralho, teu pau é uma delícia, nem quero imaginar como vai ser seu gozo.
— Já já você prova ele todo.

Aí ela se levantou, ficou de quatro, se tocando e me olhando com a cabeça encostada no chão.
— Fode meu cu sem pena, me parte no meio.

Na real, a gente tava muito na putaria, sem se importar que todo mundo tava dormindo, começamos a foder. Enquanto eu metia o pau no cu dela, tampava a boca dela, porque ela era uma gritona e gemia igual uma louca. mudamos de posição, ela subiu em cima de mim, enfiou meu pau na buceta dela e começamos a nos beijar no pescoço e no peito, enquanto ela esfregava os peitos na minha cara. Quase amanheceu, e a gente continuava transando, aí ela falou pra eu gozar logo, porque todo mundo ia acordar em uma hora pra ir trabalhar. Ela gozou primeiro e molhou minhas pernas com os sucos da buceta dela, depois de mais um tempinho — Já vou gozar, vou gozar aqui dentro — Não! Tira e dá seu gozo na minha boca — Lá vai. Tirei meu pau, e ela, batendo uma punheta, tirou todo meu gozo e passou na cara dela, além de engolir um pouco. Ela foi pro banheiro do andar de baixo enquanto eu me troquei ali mesmo. No dia seguinte, meu amigo olhou pras marcas vermelhas no meu pescoço e só ficou encarando, igual a prima dele, haha. Amigos, até aqui minha aventura. Mariela disse pra continuarmos em contato. Se eu comer ela de novo, compartilho outro post, assim como se eu fugir com a bunduda da minha tia. Saudações, espero que tenham gostado.

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