Passei uma grande parte da madrugada com os olhos abertos, meu esposo não se encontrava e meu desejo me mantinha louca para atar, mais que me masturbava, meu ser me pedia outra coisa... Chegou a luz do dia e ainda não podia nem lograr estar em calma.... Meu mente me levou a um mundo de fantasias, tratando de ver o que poderia fazer como travessura, desde ir 'pescar' algo num bar, num centro comercial, 'descompor' algum aparelho em casa, o que vinha construir, limpar meu jardim, pedir uma pizza, vá lá io o que minha cabeça tinha... E enquanto jogava com minha tartaruga, me chegaram situações de meus vizinhos, convicções, apoios, conversas e até pleitos leves, e justo em 'pleitos' foi onde encontrei algo interessante.... Meu mente recordou Estela, minha celosa vizinha... Que alguma ocasião me acusou de 'roubar-lhe' o marido, eu imaginei Ramón entre minhas 2 pernas... E o desejo se avivou ao 101%....
Não havia volta de página, aquele 1% levava a frente para qualquer proposta ou fantasia. Então me levantei e dei um banho, me esforcei em arrumar-me e até pus uma calcinha... E dirigi-me a visitar Estela, bom, a Ramón melhor ainda..Cheguei e Ramón estava lavando as trouxas, toquei ligeiramente na porta de serviço e entrei muito sorrindo... Ele se surpreendeu e tentava esconder suas mãos molhadas, fez um pouco de barulho com sua reação e disse-me o que podia contratá-lo para minha casa mais do que insinuante, tão só ele sorriu, ficamos conversando no mesmo lugar, e cada vez se tornava mais nervoso, pois cada vez me beijava.
Até foi capaz de dizer que me fosse, pois sua esposa poderia chegar em qualquer momento... Me davam graça porque tinha mais medo da sua esposa do que atender-me, e foi então que se animou a perguntar o que havia ido à sua casa, e em poucas palavras comentei o motivo de meu insôncio e o que desejava. Ele me olhou muito surpreso, eu agarrei seu pau entre carícias, não protestou e ficou quieto, desabotoei seu calção e, ao final, ele terminou de abri-lo, seu cock ficou fora, e comecei a acariciar-lo, masturbando-o mais do que leve, ele se recostou no lava-louças e fechou os olhos, gozando...
Me inclinei e passei a língua por todo seu membro, segurei então minha cabeça com ambas as mãos, e começou a bombear com vaivénes muito deliciosos, sua mirada estava fixa em minha boca, nossas miradas chocaram e pediu-me 'tragá-la' então..... e bem... Engoli seu cabezote jogando-o dentro da boca, e passando-lhe vigorosamente a língua ao redor, comecei a sugá-lo com força, e bombéei com maior ritmo....
Logo me puxou para cima, e abraçou-me com delicadeza, acariciando meu corpo por todos os lados, seus dedos percorriam cada uma das minhas comissuras entre as nádegas e minha panocha, entravam no mais profundo de minha vagina, retorciendo-se e dilatando os anéis do meu colo uretral, me fez virar várias vezes, enchendo suas mãos de meus líquidos, meu cérebro se abandonou a esse sentimento mágico, até que eu contei, é o que eu desejava... Eu continuava masturbando-o, e cada vez mais rápido, desejava ver sua ereção, só que ele tinha um bom controle do seu corpo, e foi mais do que meu braço se cansava.. E minha panocha cada momento se molhava mais.. Escorrendo seus líquidos ao largo das minhas pernas....
levantou um tano da minha perna e disse-me: vais-me a follar 'de aparelho'... perguntei como era isso e respondeu: 'de pé, tonta...' E foi o que senti por fim o que tanto eu ansiava, um bom troço de carne dentro, muito dentro de mim.... fiz gemir forte e largo, com a minha respiração entrecortada... E mordi seu ombro e devolveu essa mordida forte em meus seios, dei-lhe um tapa na cara e seguiu segurando minhas nádegas, dando um aperto muito forte nelas, puxando-as como querendo separá-las, e meteu os dedos juntos de golpe e sem lubrificante no meu bumbum... E não sei a forma, mas isso acendeu o meu desejo, disse-me com voz muito ronca e autoritária que voltaria a tocá-lo e me violaria, o meu sangue ardía na cara, não sei se era de coração ou de desejo, mas dei-lhe mais um par de tapas...
Deu-me um jalão, e me colocou recarregada em outra posição, e me penetrou primeiro pelo meu bundão, e após uns bombos, tomou seu pau, e a conduziu até o meu cu, tomou voo, e transpassou minhas bexigas quase de um só golpe, um forte doer cruzou toda a minha espinha, e logo quase se desvaneceu, para dar passo a uma sensação incrível de um forte desejo, após seus bombos, e meu cu dizia: < Quero mais....>. E assim se manteve bombando por muito tempo.
Então ele me levantou e me fez sentar nele, cavalgando-o por mais tempo. Com suas mãos segurando minhas tetas e apertando-as como se quisessem modelá-las em outra forma, eram dores agradáveis ao fim de contas... Ele se endireitou um pouco e mordia minha espinha, eu me impulsionava deixando-me cair de um forte golpe sobre suas bundas e pelve. Não gosto desse tipo de relações, mas creio que era muito meu desejo, embora no final, tudo se desfrutasse.
De um puxão me deitou sobre a tampa do móvel, e quedámos de 'cucharita', abriu mais minhas pernas, e mudou por completo sua maneira de tocar-me, fez-se novamente mais gentil, começou a acariciar-me, com um toque incrível, tocava com delicadeza meu clitóris, e provocou uma multiorgasmia que encheu sua mão, levou-a à sua boca, e lambeu meu jugo com avidez, continuou acariciando meus lábios vaginais, e acelerou seus bombes, vinha pronto a descarga... De repente se deteveu, e senti como enchia meu interior com um delicioso banho de esperma... Uufff, que delícia, e se manteve movendo-se em círculos pequenos, fundindo-se dentro da minha panochita...
Nós ficamos por um bom tempo assim, sobre sua mesa, e terminou desculpando-se pelo seu arrebato dominante, que tanto só desejava que 'não se nos esquecesse' este encontro... Enquanto me acariciava com tanta doçura, dei uns apertões com minha panocha, e de novo se pôs firme, pedi-lhe favor para me deixasse mamá-lo seu pau, e desci de lá, me agachei e pus a lambê-la, engoliu até sua base, e assim pus a masturbá-lo com a boca, bombéia com sutileza, e apertou seu pau, ao mesmo tempo em que se vinha com força....
Nós nos lavamos um pouco, e despedi-me dele, caminhando na rua para casa, encontrei Estela, cumprimentei-a com tanta segurança, e até lhe disse, logo te verei amiga... E ela ficou olhando tão apenas....
Não havia volta de página, aquele 1% levava a frente para qualquer proposta ou fantasia. Então me levantei e dei um banho, me esforcei em arrumar-me e até pus uma calcinha... E dirigi-me a visitar Estela, bom, a Ramón melhor ainda..Cheguei e Ramón estava lavando as trouxas, toquei ligeiramente na porta de serviço e entrei muito sorrindo... Ele se surpreendeu e tentava esconder suas mãos molhadas, fez um pouco de barulho com sua reação e disse-me o que podia contratá-lo para minha casa mais do que insinuante, tão só ele sorriu, ficamos conversando no mesmo lugar, e cada vez se tornava mais nervoso, pois cada vez me beijava.
Até foi capaz de dizer que me fosse, pois sua esposa poderia chegar em qualquer momento... Me davam graça porque tinha mais medo da sua esposa do que atender-me, e foi então que se animou a perguntar o que havia ido à sua casa, e em poucas palavras comentei o motivo de meu insôncio e o que desejava. Ele me olhou muito surpreso, eu agarrei seu pau entre carícias, não protestou e ficou quieto, desabotoei seu calção e, ao final, ele terminou de abri-lo, seu cock ficou fora, e comecei a acariciar-lo, masturbando-o mais do que leve, ele se recostou no lava-louças e fechou os olhos, gozando...
Me inclinei e passei a língua por todo seu membro, segurei então minha cabeça com ambas as mãos, e começou a bombear com vaivénes muito deliciosos, sua mirada estava fixa em minha boca, nossas miradas chocaram e pediu-me 'tragá-la' então..... e bem... Engoli seu cabezote jogando-o dentro da boca, e passando-lhe vigorosamente a língua ao redor, comecei a sugá-lo com força, e bombéei com maior ritmo....
Logo me puxou para cima, e abraçou-me com delicadeza, acariciando meu corpo por todos os lados, seus dedos percorriam cada uma das minhas comissuras entre as nádegas e minha panocha, entravam no mais profundo de minha vagina, retorciendo-se e dilatando os anéis do meu colo uretral, me fez virar várias vezes, enchendo suas mãos de meus líquidos, meu cérebro se abandonou a esse sentimento mágico, até que eu contei, é o que eu desejava... Eu continuava masturbando-o, e cada vez mais rápido, desejava ver sua ereção, só que ele tinha um bom controle do seu corpo, e foi mais do que meu braço se cansava.. E minha panocha cada momento se molhava mais.. Escorrendo seus líquidos ao largo das minhas pernas....
levantou um tano da minha perna e disse-me: vais-me a follar 'de aparelho'... perguntei como era isso e respondeu: 'de pé, tonta...' E foi o que senti por fim o que tanto eu ansiava, um bom troço de carne dentro, muito dentro de mim.... fiz gemir forte e largo, com a minha respiração entrecortada... E mordi seu ombro e devolveu essa mordida forte em meus seios, dei-lhe um tapa na cara e seguiu segurando minhas nádegas, dando um aperto muito forte nelas, puxando-as como querendo separá-las, e meteu os dedos juntos de golpe e sem lubrificante no meu bumbum... E não sei a forma, mas isso acendeu o meu desejo, disse-me com voz muito ronca e autoritária que voltaria a tocá-lo e me violaria, o meu sangue ardía na cara, não sei se era de coração ou de desejo, mas dei-lhe mais um par de tapas...
Deu-me um jalão, e me colocou recarregada em outra posição, e me penetrou primeiro pelo meu bundão, e após uns bombos, tomou seu pau, e a conduziu até o meu cu, tomou voo, e transpassou minhas bexigas quase de um só golpe, um forte doer cruzou toda a minha espinha, e logo quase se desvaneceu, para dar passo a uma sensação incrível de um forte desejo, após seus bombos, e meu cu dizia: < Quero mais....>. E assim se manteve bombando por muito tempo.
Então ele me levantou e me fez sentar nele, cavalgando-o por mais tempo. Com suas mãos segurando minhas tetas e apertando-as como se quisessem modelá-las em outra forma, eram dores agradáveis ao fim de contas... Ele se endireitou um pouco e mordia minha espinha, eu me impulsionava deixando-me cair de um forte golpe sobre suas bundas e pelve. Não gosto desse tipo de relações, mas creio que era muito meu desejo, embora no final, tudo se desfrutasse.
De um puxão me deitou sobre a tampa do móvel, e quedámos de 'cucharita', abriu mais minhas pernas, e mudou por completo sua maneira de tocar-me, fez-se novamente mais gentil, começou a acariciar-me, com um toque incrível, tocava com delicadeza meu clitóris, e provocou uma multiorgasmia que encheu sua mão, levou-a à sua boca, e lambeu meu jugo com avidez, continuou acariciando meus lábios vaginais, e acelerou seus bombes, vinha pronto a descarga... De repente se deteveu, e senti como enchia meu interior com um delicioso banho de esperma... Uufff, que delícia, e se manteve movendo-se em círculos pequenos, fundindo-se dentro da minha panochita...
Nós ficamos por um bom tempo assim, sobre sua mesa, e terminou desculpando-se pelo seu arrebato dominante, que tanto só desejava que 'não se nos esquecesse' este encontro... Enquanto me acariciava com tanta doçura, dei uns apertões com minha panocha, e de novo se pôs firme, pedi-lhe favor para me deixasse mamá-lo seu pau, e desci de lá, me agachei e pus a lambê-la, engoliu até sua base, e assim pus a masturbá-lo com a boca, bombéia com sutileza, e apertou seu pau, ao mesmo tempo em que se vinha com força....
Nós nos lavamos um pouco, e despedi-me dele, caminhando na rua para casa, encontrei Estela, cumprimentei-a com tanta segurança, e até lhe disse, logo te verei amiga... E ela ficou olhando tão apenas....
5 comentários - Roupe a calma do meu vizinho em sua própria casa...
gracias corazón por contár siémpre contígo 💋💋💋💋💋
La Chica de Ojos Miel
Ella es eso, ese algo, que con solo mirarme me desmoronaba mi mundo.
Vestía jeans descaderados, junto a sus convers blancos, y llevaba en su maletín, ese hermoso buso con que la conocí, tela americana, dulce mirada, ella sabía como robarme el alma. Caminaba segura y decidida, pero había algo que la mataba, algo que la asesinaba en su dulce mirada; temperamento fuerte, sonrisa real, deseaba conocerla más y más. Su hermoso cabello, a veces desgruñido, a veces liso; ella tenía ese poder para enamorar a los chicos. Piel acaramelada, no sabía si era su piel bronceada la que me fascinaba, y no sabía si era para mi. Y siempre llevaba su gorra, que con buen estilo la portaba, y esas gafas que camuflaban su mirada, esa mirada. Y te he observado tanto, que no sé si bien te he detallado, solo sé, que me enamoraste en enero, que en febrero no dejaba de mirarte, que en marzo te acercaste, que en agosto me confesé, y que pasare esta navidad quizá junto a ti, quizá no.
Te quiero, quizá sea obsesión, o quizá sea amor, quizá no.
-Para la chica de ojos miel.