Meu pai, David, tem 45 anos. Ele me teve, a Leonor, quando tinha 18. Durante todo esse tempo, fui muito feliz com meus pais, mas aos 12 anos minha mãe morreu de uma doença conhecida como "câncer do colo do útero", uma daquelas que atacam mulheres jovens. Nossa casa ficou muito triste desde então, meu pai principalmente. Eu sou a mais velha das duas irmãs, minha irmã é cinco anos mais nova que eu. Me chamo Leonor e minha irmã, Beatriz. Meu pai se afundou numa tristeza que não conseguia evitar. Com o tempo, comecei a ler uns contos eróticos onde pai e filha faziam amor. No começo, senti nojo, mas todas as noites eu lia. O que quero contar é o que aconteceu a partir do dia em que decidi ajudar meu pai na solidão dele. Eu sabia que meus pais eram muito ativos sexualmente e, considerando o pau enorme que meu pai tem, muitas vezes pensei se não fazia mal à minha mãe. No Poringa, vi uma grande quantidade de pênis de diferentes tamanhos, filmes pornô e, de certa forma, peguei gosto por esse mundo. Com apenas 21 anos, já tinha me masturbado com um pepino e, aos treze, conhecia todos os segredos do meu corpo, que sempre pedia guerra. A verdade é que meu corpo pedia por algo assim. Minhas colegas tinham mania de mim porque todos os garotos reparavam. Por um lado, gosto, mas por outro traz problemas. Tenho muito claro que não quero nenhum relacionamento com um menino, mas sim me divertir. Tenho o corpo de uma garota mais velha: 1,65m, magra, cabelo muito longo e loiro, olhos verdes como os da minha mãe e minhas medidas 97-58-91. Como podem ver, não está nada mal, né? Como disse, gosto de vestir calças justas, minissaias de infarto e vestidinhos finos e transparentes. Tenho certeza que muitos professores ficam muito excitados ao me ver, e isso me excita muito.
Tudo mudou num sábado. O dia estava muito chuvoso e decidi ficar em casa, sem sair nem para a academia fazer minha rotina. Dessa forma, faria companhia ao meu pai, assistiríamos a um... filme juntos e tudo mais. Minha irmã tinha ido passar o fim de semana com meus avós maternos. Meu pai gostou da ideia de ficar comigo aquela tarde e tentou ficar mais animado que o normal, mas minha intenção era deixá-lo bem excitado. Diante de tal situação, não quis criar nenhum obstáculo, já tinha pensado muito nisso e estava disposta a me entregar completamente ao meu pai para que ele se sentisse melhor. Afinal, eu lembrava muito a minha mãe e com esse corpo não acho que ele deixaria escapar uma oportunidade assim. Também é verdade que meu pai nunca tinha colocado a mão em mim, mas desde que fiz onze anos ele parou de entrar no quarto enquanto eu tomava banho, porque aos onze eu já estava me desenvolvendo bastante. No entanto, eu ainda entrava quando ele tomava banho, sem nenhum constrangimento. Depois de comer, servi a ele uma dose de conhaque, como minha mãe fazia. Fiz isso com meu vestidinho rosa de flores brancas. Aquele vestido era minúsculo e daqueles que, ao andar, dá a sensação de que as calcinhas vão aparecer. Quando me virei, olhei para meu pai disfarçadamente e pude ver que ele ficou paralisado olhando para minha bunda enorme.
Ele disfarçou e se recostou no sofá. Depois de arrumar a cozinha, sentei ao lado dele, me encostei no peito dele e comecei a brincar com os pelos dele. Ele não tinha muito, mas eu adorava brincar com eles. Fazia isso desde pequena. Vi claramente que o volume na virilha dele estava aumentando consideravelmente, continuei com minha brincadeira e notei que meu pai parecia um pouco desconfortável. Fingi que estava dormindo e meu pai relaxou enquanto acariciava meu cabelo. Dobrei minhas pernas e deixei minhas coxas à mostra, na verdade estava de olho no volume do meu pai. Percebi que estava ficando cada vez maior. Fingindo me mexer para me acomodar melhor, coloquei minha mão sobre o volume dele. Ouvi claramente a respiração do meu pai um pouco ofegante, mas ele não tirou minha mão, era o volume mais grosso que já tinha tocado na minha vida.
Estava quente e duro e continuava crescendo. Enquanto crescia, comecei a ficar muito excitada e quando meu pai não aguentava mais porque aquilo ia estourar debaixo da calça dele, ele se levantou um pouco. Fingi que acordava, olhei fixamente pro meu pai — ele estava muito excitado, coitado. Sorri e com minha mão comecei a tocá-lo bem devagar. Meu pai fechou os olhos sem dizer nada, continuei sem pressionar muito, desci do sofá e fiquei de joelhos entre as pernas dele. Abri a calça dele e lentamente tirei.
Agora sim, meu pai me olhava. Sorri de novo pra ele e com as duas mãos, de uma vez, puxei a cueca dele. Diante de mim apareceu aquele pauzão enorme, parecia que queria sair dali, se mexia de um lado pro outro e estava totalmente duro. O pau dele era enorme, nunca tinha visto assim — devia ter pelo menos 25cm quando duro, e era muito grosso. Comecei a tocar e me aproximei devagar com a língua. Meu pai me olhava com um desejo irresistível e uma certa culpa no rosto, mas já não conseguia evitar nada. Comecei a lamber e chupar sem parar, enquanto massageava. Estava uma delícia, muito quente e duro. Amei o gosto — o pau dos caras que eu tinha chupado não era tão gostoso e ainda gozavam na hora. Meu pai não, o pau dele parecia crescer ainda mais na minha boca e mal cabia já. Fiquei de quatro pra que meu pai visse minha bunda empinada enquanto chupava. Ele finalmente reagiu e num pulo ficou atrás de mim, me pegou com força e me colocou de quatro no sofá. O pau dele balançava loucamente procurando o buraquinho. De repente, meu pai começou a passar o pau na minha bunda, enquanto com a mão cheia de saliva ia lubrificando meus buracos — nem precisava muito, porque eu estava escorrendo de tesão. Finalmente, meu pai começou a enfiar aquele pau enorme. Ele foi devagar e eu enlouqueci de prazer, perdi a consciência e o controle. Fiquei louca e meu pai me comeu como a vadia que sou e que mereço ser tratada, sem nenhum pudor. Ficamos fodendo por mais de duas horas. e acho que cheguei a gozar umas quatro vezes, meu pai gozou duas e numa delas a porra quente dele foi parar na minha garganta e nos meus lábios. Meu pai goza muito, solta uma quantidade enorme de porra e isso me deixa completamente louca, eu adoro. Aquela foi nossa primeira relação, mas continuamos fazendo todo sábado ou nas noites em que acordo no meio da madrugada e transamos, ele e eu, com cuidado para não acordar minha irmã. Nunca saio aos sábados, meu pai e eu criamos fantasias sexuais entre nós dois e não troco isso por nada nesse mundo, e ele também não me troca por nada. Mas como diz o ditado, "quem não se cuida, se ferra". Pouco tempo depois que papai e eu começamos a fazer amor como animais, acabei grávida. No começo, pensei que fosse normal, já que meu ciclo é muito irregular, mas ao perceber que já começava a ter vômitos e desejos, papai não hesitou em me levar ao médico e fazer um check-up. Nosso medo começou, aborto não era uma opção, mas papai parecia mais do que feliz em ser pai novamente, e eu não pensei mais e fiquei em casa para fazer as tarefas domésticas e cuidar da minha irmã, que na época tinha 16 anos. Agora era como viver em união estável. Nosso primeiro bebê foi menino e decidi chamá-lo como o pai, "David". Meu pai estava muito feliz, ele ficava excitado me vendo amamentar. Mas uma tarde, quando minha irmã Beatriz tinha ido fazer uma pesquisa no museu, ela chegou mais cedo do que o previsto e nos pegou em plena ação. Já não podíamos esconder, mas para nossa surpresa, Beatriz já sabia do nosso caso, pois ela disse que numa ocasião, à noite, viu como fazíamos sexo no quarto. Para nós foi um alívio, porque já não teríamos a necessidade de esconder dela, e ela levou bem. Por isso atualmente papai e eu dormimos juntos, como se fôssemos marido e mulher, mas o que mais deixa meu pai louco, além da minha bunda enorme, é que ambos somos fiéis e leais um ao outro. Um ano e meio depois de ter Para David Junior, Fiquei grávida de duas meninas, que foram nossa alegria para o Papai e para mim, já que desta vez eram bebês desejados e esperados. Decidi chamar a mais velha como minha mãe, "EUGÊNIA", e a segunda como eu, "LEONOR"... minha irmã Beatriz estava muito feliz com suas novas irmãzinhas e me dizia que queria outra, mas eu já não queria outra gravidez, ainda mais porque no segundo embarazo engordei quase 30 quilos, já não era mais a garota jovem de antes. Mas o tempo premiou com outra menina e, como Beatriz tinha pedido muito, deixei que ela decidisse o nome da neném, mas entre o Papai e Beatriz decidiram colocar Jessica... A verdade é que meu pai está feliz de novo, ele é um homem de família e muito caseiro, e eu sou sua putinha com muito prazer. Agora, depois de quase 6 anos de relacionamento e 4 filhos, nós somos o casal e a família mais unida.


Tudo mudou num sábado. O dia estava muito chuvoso e decidi ficar em casa, sem sair nem para a academia fazer minha rotina. Dessa forma, faria companhia ao meu pai, assistiríamos a um... filme juntos e tudo mais. Minha irmã tinha ido passar o fim de semana com meus avós maternos. Meu pai gostou da ideia de ficar comigo aquela tarde e tentou ficar mais animado que o normal, mas minha intenção era deixá-lo bem excitado. Diante de tal situação, não quis criar nenhum obstáculo, já tinha pensado muito nisso e estava disposta a me entregar completamente ao meu pai para que ele se sentisse melhor. Afinal, eu lembrava muito a minha mãe e com esse corpo não acho que ele deixaria escapar uma oportunidade assim. Também é verdade que meu pai nunca tinha colocado a mão em mim, mas desde que fiz onze anos ele parou de entrar no quarto enquanto eu tomava banho, porque aos onze eu já estava me desenvolvendo bastante. No entanto, eu ainda entrava quando ele tomava banho, sem nenhum constrangimento. Depois de comer, servi a ele uma dose de conhaque, como minha mãe fazia. Fiz isso com meu vestidinho rosa de flores brancas. Aquele vestido era minúsculo e daqueles que, ao andar, dá a sensação de que as calcinhas vão aparecer. Quando me virei, olhei para meu pai disfarçadamente e pude ver que ele ficou paralisado olhando para minha bunda enorme.
Ele disfarçou e se recostou no sofá. Depois de arrumar a cozinha, sentei ao lado dele, me encostei no peito dele e comecei a brincar com os pelos dele. Ele não tinha muito, mas eu adorava brincar com eles. Fazia isso desde pequena. Vi claramente que o volume na virilha dele estava aumentando consideravelmente, continuei com minha brincadeira e notei que meu pai parecia um pouco desconfortável. Fingi que estava dormindo e meu pai relaxou enquanto acariciava meu cabelo. Dobrei minhas pernas e deixei minhas coxas à mostra, na verdade estava de olho no volume do meu pai. Percebi que estava ficando cada vez maior. Fingindo me mexer para me acomodar melhor, coloquei minha mão sobre o volume dele. Ouvi claramente a respiração do meu pai um pouco ofegante, mas ele não tirou minha mão, era o volume mais grosso que já tinha tocado na minha vida.
Estava quente e duro e continuava crescendo. Enquanto crescia, comecei a ficar muito excitada e quando meu pai não aguentava mais porque aquilo ia estourar debaixo da calça dele, ele se levantou um pouco. Fingi que acordava, olhei fixamente pro meu pai — ele estava muito excitado, coitado. Sorri e com minha mão comecei a tocá-lo bem devagar. Meu pai fechou os olhos sem dizer nada, continuei sem pressionar muito, desci do sofá e fiquei de joelhos entre as pernas dele. Abri a calça dele e lentamente tirei.
Agora sim, meu pai me olhava. Sorri de novo pra ele e com as duas mãos, de uma vez, puxei a cueca dele. Diante de mim apareceu aquele pauzão enorme, parecia que queria sair dali, se mexia de um lado pro outro e estava totalmente duro. O pau dele era enorme, nunca tinha visto assim — devia ter pelo menos 25cm quando duro, e era muito grosso. Comecei a tocar e me aproximei devagar com a língua. Meu pai me olhava com um desejo irresistível e uma certa culpa no rosto, mas já não conseguia evitar nada. Comecei a lamber e chupar sem parar, enquanto massageava. Estava uma delícia, muito quente e duro. Amei o gosto — o pau dos caras que eu tinha chupado não era tão gostoso e ainda gozavam na hora. Meu pai não, o pau dele parecia crescer ainda mais na minha boca e mal cabia já. Fiquei de quatro pra que meu pai visse minha bunda empinada enquanto chupava. Ele finalmente reagiu e num pulo ficou atrás de mim, me pegou com força e me colocou de quatro no sofá. O pau dele balançava loucamente procurando o buraquinho. De repente, meu pai começou a passar o pau na minha bunda, enquanto com a mão cheia de saliva ia lubrificando meus buracos — nem precisava muito, porque eu estava escorrendo de tesão. Finalmente, meu pai começou a enfiar aquele pau enorme. Ele foi devagar e eu enlouqueci de prazer, perdi a consciência e o controle. Fiquei louca e meu pai me comeu como a vadia que sou e que mereço ser tratada, sem nenhum pudor. Ficamos fodendo por mais de duas horas. e acho que cheguei a gozar umas quatro vezes, meu pai gozou duas e numa delas a porra quente dele foi parar na minha garganta e nos meus lábios. Meu pai goza muito, solta uma quantidade enorme de porra e isso me deixa completamente louca, eu adoro. Aquela foi nossa primeira relação, mas continuamos fazendo todo sábado ou nas noites em que acordo no meio da madrugada e transamos, ele e eu, com cuidado para não acordar minha irmã. Nunca saio aos sábados, meu pai e eu criamos fantasias sexuais entre nós dois e não troco isso por nada nesse mundo, e ele também não me troca por nada. Mas como diz o ditado, "quem não se cuida, se ferra". Pouco tempo depois que papai e eu começamos a fazer amor como animais, acabei grávida. No começo, pensei que fosse normal, já que meu ciclo é muito irregular, mas ao perceber que já começava a ter vômitos e desejos, papai não hesitou em me levar ao médico e fazer um check-up. Nosso medo começou, aborto não era uma opção, mas papai parecia mais do que feliz em ser pai novamente, e eu não pensei mais e fiquei em casa para fazer as tarefas domésticas e cuidar da minha irmã, que na época tinha 16 anos. Agora era como viver em união estável. Nosso primeiro bebê foi menino e decidi chamá-lo como o pai, "David". Meu pai estava muito feliz, ele ficava excitado me vendo amamentar. Mas uma tarde, quando minha irmã Beatriz tinha ido fazer uma pesquisa no museu, ela chegou mais cedo do que o previsto e nos pegou em plena ação. Já não podíamos esconder, mas para nossa surpresa, Beatriz já sabia do nosso caso, pois ela disse que numa ocasião, à noite, viu como fazíamos sexo no quarto. Para nós foi um alívio, porque já não teríamos a necessidade de esconder dela, e ela levou bem. Por isso atualmente papai e eu dormimos juntos, como se fôssemos marido e mulher, mas o que mais deixa meu pai louco, além da minha bunda enorme, é que ambos somos fiéis e leais um ao outro. Um ano e meio depois de ter Para David Junior, Fiquei grávida de duas meninas, que foram nossa alegria para o Papai e para mim, já que desta vez eram bebês desejados e esperados. Decidi chamar a mais velha como minha mãe, "EUGÊNIA", e a segunda como eu, "LEONOR"... minha irmã Beatriz estava muito feliz com suas novas irmãzinhas e me dizia que queria outra, mas eu já não queria outra gravidez, ainda mais porque no segundo embarazo engordei quase 30 quilos, já não era mais a garota jovem de antes. Mas o tempo premiou com outra menina e, como Beatriz tinha pedido muito, deixei que ela decidisse o nome da neném, mas entre o Papai e Beatriz decidiram colocar Jessica... A verdade é que meu pai está feliz de novo, ele é um homem de família e muito caseiro, e eu sou sua putinha com muito prazer. Agora, depois de quase 6 anos de relacionamento e 4 filhos, nós somos o casal e a família mais unida.



3 comentários - Consuelo por Depresion
Ojalá el día de mañana tenga una hija como vos y una hermana como Beatriz.