Para ser la primera vez, estuvo MUY bien

Justo com 18 anos recém-cumpridos, comecei a trabalhar num bar de copas, o que me abriu as portas para conseguir empregos de fim-de-semana para custear a carreira que ia iniciar. Uma das oportunidades foi trabalhar esse mesmo verão em uma caseta da feira do meu povo. Havia começado a trabalhar às 14:00 e teria que estar lá até as 22:00, mas por motivos organizativos o chefe me pediu que ficasse mais duas horas.

Quando terminou meu turno, eu me encontrava bem e justamente haviam chegado os meus amigos. Carmen, minha namorada estava de férias com sua família, e eu por motivos laborais, fiquei no povo, então tinha um pouco mais de liberdade para sair ou entrar.

Essa noite passou muito rápido entre risadas e copas, mas naquela época, a partir de uma certa hora, não havia mais jovem de 18 anos e ficavam os maiores de 25. Assim que a partir das 5 da madrugada, fiquei com minha irmã, seu namorado e seus amigos, mas ao rato começaram a sair e eu fiquei, até que finalmente me vi desjejumando com a amiga da minha irmã às 7 da manhã em uma churrería. Ali estava Carlos, amigo do meu pai desde toda a vida, que também estava terminando a noite.

Para que vocês se façam uma ideia, Carlos teria por aquele tempo uns 55 anos, alto, com olhos azuis, cabelo cano, um corpo forte com barriga mas não era uma barriga feia. Um tio elegante.

Carlos e eu sempre nos demos bem, vamos jogar tênis ou futebol muitas vezes, compartilhamos férias e viagens com a minha família e a sua com meus pais e minha irmã e sua mulher e suas filhas.

A churrería estava muito longe de casa e Carlos se ofereceu para nos levar à amiga da minha irmã e a mim para casa, pois ele não havia bebido e havia ido ao ferial com seu carro. A verdade é que eu ainda não estava muito cansado mas a amiga da minha irmã tinha um dor de pé terrível dos tacones e aceitamos mais por ela do que por mim.

Nós montamos em seu flamante Todoterreno e levou primeiro para Marisa, e após deixá-la, perguntou se eu importaria acompanhá-lo à sua fábrica que queria assegurar-se de um mudança em alguma coisa, ao que eu aceitei. Para chegar à fábrica é preciso sair da cidade e ir durante 5 ou 6 quilômetros por uma estradinha cheia de buracos e no meio desses 5 quilômetros, já não podia aguentar mais, disse-lhe que parasse porque eu precisava. Ele parou e disse-me: Eu também estou meando um monte. Parou o carro na beira da estrada, rodeou-o e nós nos sentamos a meear um ao lado do outro, olhando para a serra, enquanto observávamos como os primeiros raios da manhã chegavam. De repente, ouvi um jato demasiado caudaloso e abaixei o olhar e vi que Carlos tinha uma cock flácida, grande como um tubo de vidro que saía um jato potente. Em outras ocasiões posteriores que vou contar, pude medir pessoalmente e flácida media 16 centímetros e 4 cm de espessura. Foi tal impacto que fiquei olhando para ele até que me pegou e disse: -O que? Você gosta do que vê? Fiquei cortado! O melhor amigo de meu pai me pega mirando seu rabo fixamente... Mas eu respondi: É enorme. Ele sorriu e, após 2 segundos, disse: E pesa. Eu queria fazer o suelto, não sei por quê, mas respondi: Já será menos. E a partir daqui se complica tudo. Ele me reta e faz uma aposta. -Você a agarra e se não pesar esta noite você vai à feira para jantar, mas se pesar faça o que eu quiser. Aceitei pensando que não iria pesar. Me aproximei e pus-me ao seu lado, os dois com as pêras fora, na beira da estrada, e agarrei-a. E obviamente perdi a aposta. Pesava, como era de esperar. E tive que reconhecer. ``Muito bem´´ disse eu, que me havia posto muito quente por agarrar esse pedaço de rabo. ``Você ganha. Vou fazer o que você quiser´´ -``Ok, por enquanto vou terminar de meear enquanto você agarra a cock´´ e isso fez, continuou meando enquanto eu a agarrava, e quando terminou disse: Pedi que se limpiasse, o que eu concordasse em sacudi-la, mas ele rapidamente me disse que não. Não não, com a boca. Perdi uma aposta... jajaj´´ e eu, que sou um tio de palavra, mas que além disso havia nascido em mim uma necessidade imperiosa de fazer minha essa pedaço de pau, guardei a minha, me agachei e vendo como do seu prepúcio ainda pendiam gotas de meu, que queria beber, e sem pensar me meti na boca.

Enquanto notava o sabor salgado de seu pau recém-meado, esse rabo que se havia ido pondo um pouco mais grande começou a se erigir em minha boca. NUNCA HAVIA VISTO NADA IGUAL nem mesmo nas revistas pornô. Ali estava eu, que sem ter estado nunca com nenhum homem, estava chupando um rabo de 22 centímetros e 5 de grosor. Não entrava na boca e queria comer toda.

Via como Carlos jogava a cabeça para trás de prazer enquanto dizia uffff que cabron, como a chupas´´Que mal me estás pondo´´ disse. E de repente eu parei e ele disse: Quieres mais? E de forma intuitiva sem saber o que fazer, mas com vontade de desfrutar muito mais desse pau duro, com veias muito marcadas, disse que sim.

Montamos no carro e vamos à sua fábrica. Quando chegamos, como quem não quer a coisa, estava ele, dando instruções às suas empregadas, enquanto eu estava muito quente, desejando saber o que me ia fazer.

O despacho de Carlos está na planta alta da fábrica, ao qual se acessa por escadas metálicas e que tem um ventanal para a rua. Muito bem decorado, com uma mesa de reuniões, sua imensa mesa de trabalho e um sofá e cadeira de couro para lazer do pessoal.

Chegados lá, ele disse que me sentasse no sofá, enquanto eu ia sentar-me, ele pendurou sua americana em uma percha, jogou a chave na porta e fechou as cortinas para que se subisse alguém não nos visse. E eu, sentado no sofá, via como desde a porta, vinha Carlos até o sofá, desabotoava o pantalão e voltava a sacar o pau, e eu esperava Desejoso para seguir chupando. Se tira a roupa e me deixa ver o seu grande corpo, forte e moreno, e à altura da minha cara, uma cock dura, preciosa mas sobretudo, enorme, à qual acompanham seus testículos. Me pede que eu lhe faça um favor. Ele se senta no sofá e nu, me pede que eu me vire, pondo o meu bumbum na cara enquanto ele me acaricia o ventre, descendo suas mãos fortes até o meu rabo que estava duríssimo e apertava o meu bumbum contra a sua cara. Deixa de agarrar o meu rabo para empurrar a minha espinha até a mesa, pedindo-me que eu me incline e abra as minhas pernas, oferecendo-lhe o meu ânus completamente. Noto um arrepio, que ele também percebe, e me pergunta: '¿Confias em mim?'. Claro, digo-lhe. E noto como com essas mãos fortes abre delicadamente o meu ânus e como a sua barba de três dias sem afiar roça os cachecos do meu cu, enquanto a sua língua começa a jogar com o meu ânus. Me encantava. Lamia e aplicava pressão, uma e outra vez. Não sei quanto tempo esteve assim, mas sei que me encantava essa sensação. Depois me pediu que lhe chupasse um dedo (dedo, mais bem) e que lhe deixasse muito saliva, pois tinha que entrar em meu bumbum virgem. E embora tivesse a boca seca, fiz isso, deixando-lhe a pouca saliva que eu tinha no dedo, o qual entrou muito facilmente. Tanto que até ele se surpreendeu... UUUmmm parece que estavas esperando... A ver se esperas isso também... e meteu o seu dedo médio, que, embora note um pouco mais de pressão, entrou sem problemas, continuou a jogar com os seus dedos no meu ânus húmido e aberto, regado por sua saliva, até que ele se levantou e disse: 'Creio que já estás preparado. Queres que te folle?'. -´SI, por favor', eu pensei. E enquanto eu estava apoiado contra a mesa camilla, ele que já estava de pé, escupiu na mão e humedecu o seu cock para apoiá-lo despacito em meu ânus e empurrando, notava uma pressão muito agradável, e que de repente começou a arder. Pediu-me que parasse, ao que ele accediu e parou no segundo, o ardor Desapareceu. Enquanto eu ia jogando para meter e sacar, cada vez que entrava um pouco mais, ardia e desaparecia. Com muito cuidado foi repetindo até que de repente notei seus músculos em meus músculos e sua bacia em meu ânus, levantei a minha espinha dorsal e ele disse ao ouvido:

Te acaba de entrar toda, agora começa o melhor

---Dios!!!, ainda o lembro e me ponho duro...

Desacelo, com força mas suavidade, começou a bombear meu ânus enquanto me fazia gritar de prazer. Grita, puta, disse-me, você gosta, é?

Depois de um longo tempo bombando meu ânus, eu lhe disse que as minhas pernas estavam tremeindo e ele disse: Espere, vamos mudar de posição.

Ele sentou-se no sofá e me disse para me sentar sobre ele. Eu me sentei sobre ele, olhando para sua cara, e agarrando seu pau, ele me meteu nele, enquanto me dizia: Sente-se e meta-a toda. Notava como aquele rabo estava me movendo todo por dentro, mas eu gostava.

Eu não me tocava o pau porque sabia que se eu tocassem iria correr.

Com todo esse rabo dentro, ele disse: Agora é tua hora.

Eu estava nublado, a sensação de que aquele rabo estava removendo por dentro e o prazer imenso que sentia não me deixava pensar com clareza. Não havia feito isso nunca com um garoto e menos sabia mandar ou como mover-me para dar-lhe prazer, então ele, que se deu conta ao passo, decidiu me ajudar e começou a guiar meus movimentos, apertando-me bem contra ele, metendo mais seu pau.

Ele já havia percebido que eu não me tocava o pau duro porque iria correr em seguida, até que ele me agarrou e perguntou: Nós podemos correr juntos?

O toque, as palavras e sua cara de malote fizeram com que automaticamente notasse o prazer da ejaculação, e ele disse: Sinta-o dentro de ti, apertando-me mais contra ele. Seu rabo se hinchou e notei como se tivesse uma ducha dentro de mim, seus trallazos de lefa me inundavam e eu corria em seu peito enquanto gritávamos de prazer. Apos os últimos espasmos, imediatamente a sacou, e apartando-me para um lado enquanto eu tinha uma sonrisa picara na cara, ele se levantou ainda com o rabo duro, trouxe panos para se limpar o peito e o rabo, e me deu para que eu me limpasse o bumbum. Em silencio, mas com sorrisas nas caras, nos vestimos e saímos do seu gabinete, chegando ao seu carro, falando sobre qualquer outra coisa, como se nada tivesse acontecido.

Vem, vou te levar para casa, pois se você chegar mais tarde sua mãe vai chamar a polícia, disse ele. Não estão, eu disse. Se foram... A Galícia, é verdade, me disse o seu pai e não me lembrava.

Chegando em casa, surpreendido ainda por tudo que havia acontecido, eu me sentia um pouco cortado agora, e para despedir-me na porta da minha casa, após uma conversa circunstancial, como se nada tivesse acontecido, ele disse:

Sabendo que não estão, e o bem que você faz, talvez eu ligue esta semana para comer seu bumbum...

Jajajaja, eu disse enquanto descia do carro. Bom, vamos ver. Eu vou dormir agora... E obrigado por tudo, cortando a conversa rapidamente.

Dava-me tanta vergonha dizer-lhe que queria continuar comendo o seu cock...

Já em casa, pensando no que havíamos feito, o seu cock e sentindo como o hilito de lefa me corria pela coxa abaixo, desejava ficar YA novamente com Carlos.

Ele me chamou três dias depois...

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