Olá, amigos!!
Desculpem a demora, mas... a gente não vive só pra isso, né!! Vocês vão entender.
Aqui vai mais um capítulo dessa história real, que aconteceu comigo há uns anos e que só agora tô tendo coragem de contar.
Espero que vocês continuem gostando, como os relatos anteriores.
Umas duas semanas depois da nossa "estreia amorosa", a gente se encontrou de novo... parecíamos namorados, tava tudo pegando fogo, trocando mensagem a qualquer hora do dia. Eu trabalhava muito fora de casa e ela vivia sozinha (geralmente com os filhos, mas sem o marido).
Então, numa tarde, daquelas típicas de safadeza, a gente se encontrou de novo pra revalidar nosso "amor".
Claro, eu já tava com a ideia fixa de comer a raba dela, que ela tinha negado na primeira noite.
Combinamos tudo, nos encontramos no centro, ela subiu no meu carro e fomos direto pro hotel. Sem enrolação. Beijos e amassos no caminho, em cada sinal, uma mão boba aqui e ali, mas sem muito esforço, porque ela já veio enfiada nuns jeans apertados que marcavam a raba dela de um jeito único, e eu já tava louco de tesão só de ver como aquilo desenhava.
Mal entramos no quarto, aí sim, a fúria da tempestade se soltou. Nossas línguas brigavam dentro da boca enquanto a gente se despia, peça por peça, com as mãos.
Enquanto eu acariciava os peitos dela com uma mão, com a outra eu esfregava o jeans na altura da buceta dela, roçando a costura no clitóris. Ela se contorcia (de prazer e um pouco de dor).
Ela: "Tá me machucando com a costura."
Eu: "Quero que doa mesmo, assim você é obrigada a me dar essa raba" (e a palmada ecoou no quarto).
Ela: "Vai me marcar... não seja idiota!!"
Eu: "Daqui até você ir embora, a marca já era" (outra palmada... pra ela saber quem manda!!! Kkkk)
Minhas mãos já estavam nos peitos nus dela, e minha boca foi tomando conta. Lambendo os bicos dos peitos, que endureciam com a passagem da minha língua, apertando a carne dos seios, como se quisesse... tirar algum tipo de fluido… Eu mordia os mamilos até ela reclamar, e continuava meu trabalho na região da buceta
Fui desabotoando o jeans dela e a brincadeira foi pra cima da calcinha fio dental. Continuei obstinado em apalpar ela toda, ela já tinha tirado a parte de cima da minha roupa e desabotoava minha calça pra poder pegar meu pau e começou a me masturbar.
Minha boca ia dos peitos dela pro pescoço e daí pra boca dela numa corrida desenfreada. Minhas mãos acariciavam tudo que tava ao alcance. Num momento meti a mão dentro da calcinha fio dental dela e fui direto tocar a buceta dela que já tava molhada. Na hora enfiei o dedo do meio com força lá dentro, o que fez ela ficar dura de susto pra depois relaxar e aproveitar enquanto me falava no ouvido “seu filho da puta”, levei como elogio, e ali mesmo mandei mais um dedo até o fundo, com tanta força que levantava ela do chão. O grito foi uma mistura de surpresa, gemido e dor, enquanto ela cravava os lábios no meu ombro como se quisesse me morder… Mexi os dedos dentro da buceta dela, tirei e meti várias vezes, enquanto sentia eles se encherem dos sucos dela.
Tirei meus dedos, levei à boca, enquanto mostrava pra ela como eu saboreava os sucos da buceta dela, e empurrei ela pra cair na cama com a calça no joelho. Tirei as botas dela, puxei as meias e o jeans, até que ela ficou na minha frente só de calcinha fio dental. Ela fez o mesmo comigo, tirou minha calça (as chuteiras já tinham voado fazia tempo). Nesse estado, deitamos um do lado do outro, de frente, voltaram os beijos e as apalpadas, ela apertava meu pau por cima da minha cueca, e eu apertava aquele rabo duro e fibroso que eu tinha ido buscar, enquanto enfiava os dedos na frente. Não me cansava de masturbar ela, adorava ver as caras que ela fazia quando eu exagerava com os dedos dentro da buceta dela.
Tiramos tudo, e começamos com um esplêndido 69. Já contei antes que eu chupava como as melhores. Uma técnica bucal única. Daquelas mulheres que curtem chupar uma pica, dar prazer com a boca e a língua. Era um show de sensações o que eu sentia lá embaixo. Eu tentava retribuir o tratamento dela colocando muita ênfase no clitóris e nos lábios da buceta dela. De vez em quando, minha língua se perdia no buraquinho da bunda dela e eu me entretinha babando a pelezinha. Indo e vindo por esse caminho, clitóris, lábios, língua pra dentro da pussy dela, descendo, cu, língua em volta do cu, língua pra dentro do cu, babando e babando no cu, e voltava a descer… até que enfiei um dedo.
Ana tirou minha pica da boca e me diz:
A: cê tá com ideia fixa
Y: você me deixou com vontade outro dia, hoje não escapa
A: vamos ver… (fazendo cara de dúvida)
Y: hoje… não escapa…. (e mandei o dedão pra dentro do cu dela)
A: aaaaaiiiii puta que pariu!!!
Y: que foi??
A: não seja tão selvagem
Y: não me enche o saco, tô com muita vontade….
Ela sorriu maliciosamente e me disse “me come”
Então me joguei por cima e penetrei ela pela pussy na posição de missionário, com o tanto que ela tava molhada e eu tava duro, entrou sem problemas, recebendo o gemido da Ana nos meus ouvidos. Comecei com um vai e vem furioso, enquanto segurava as pernas dela por baixo dos joelhos, e aos poucos, fui colocando as pernas dela nos meus ombros. Me inclinei um pouco pra frente pra que a pussy dela ficasse virada pro teto e, como se fosse um pistão daqueles que quebram o concreto da rua, comecei a subir e descer em alta velocidade. Nossas caras estavam de frente uma pra outra, eu beijava ela pra tirar o ar, o rosto dela tava vermelho pelo esforço da posição e pela fúria do tratamento que eu tava dando. Fiz ventosa com minha boca na boca dela e ela, com as mãos, fazia força pra tirar minha cara de cima da dela.
A: me deixa respirar, sua puta mãe!!!!!
Y: vou te arrebentar toda…
A: vai… vai…. Vai que vem…
Y: Toma… toma… vai… goza na minha pica
A: aaaahhh filha da puta… como você me excita!!
Mais do que subir e descer, eram pulos que eu dava pra me enfiar dentro dela. usa a palavra: buceta. Se pudesse, teria enfiado até o quadril dentro dela. Nossos rostos suados, a respiração ofegante, ela tensionou as pernas apertando meu pescoço e começou a tremer chegando ao orgasmo, para depois relaxar totalmente.
E: gostou???
A: muito
E: continuamos??
A: você não acabou??
E: não não… ainda não
A: deixa eu me recuperar, não sinto as pernas
E: Ok
Deitei ao lado da cabeça dela, deixando minha pica na altura da boca dela, e falei
E: enquanto você se recupera….
A: jejejeje você não tem paz
E: menos com você
Ela pegou na minha pica com muitos beijos e lambidas, enfiava o pau na boca até onde dava, e eu empurrava pra fazer ela engasgar. Ana tirava meu pau da boca e com um sorriso cúmplice me olhava e sorria. Meus dedos tomaram conta do clitóris dela enquanto ela me chupava o pau. Ia e vinha pelo tronco, lambia e beijava, chupava e mordia, era uma delícia. Num momento eu falo:
E: vou gozar
A: mmmmmgmgmfmgmfmdmfg
E: Ana… vou gozar….
A: slurp… (e todos aqueles barulhos que vocês imaginam)
E: Ok
Peguei ela pela nuca e enfiei o pau com força enquanto sentia jatos saindo com uma potência que nunca tinha sentido antes. Essa mulher tirava o melhor (e o pior) de mim. Ana engoliu toda minha porra e como se não bastasse, se entreteve me dando lambidas na cabeça do meu pau hipersensibilizada, me dando umas descargas elétricas que chegavam no cérebro.
A: agora sim… você acabou… me deixa descansar
E: vai descansar na sua casa… por acaso veio dormir??
A: mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm… fala sério… descansamos um pouquinho
Ela virou o corpo ficando de barriga pra cima
Acariciei as costas dela, enquanto ela ronronava como uma gatinha, segui pelos glúteos, desci pelas pernas, voltei a subir, cheguei na nuca, e desci de novo… As carícias viraram beijos, até que me coloquei entre as pernas dela e me dediquei a lamber a buceta dela com ela de barriga pra baixo. Minha língua entrou nas cavidades dela, enquanto meus dedos acariciavam aqueles glúteos que eram desejados pela escola toda (professores, alunos, diretores, pais….) Eu chupava a buceta e o cu dela com desespero, meu pau já pulsava fazendo força contra o colchão. Me levantei e enfiei na buceta dela com um só empurrão. Isso tirou ela do transe que tava.
A: nunca devagar, mano… não???
Y: que? Não gosta??
A: não falei que não gosto
Y: pede pro teu marido te comer devagar
A: aquele é um otário que tá comendo umas negonas da favela com os outros cana amigo dele
Tirei o pau da buceta dela, encostei no furinho do cu
Y: vai me deixar?? (enquanto fazia pressão)
A: mmmmmmmmmmmmmmm (outro ronronar que fazia meu pau explodir)
Y: então????? (empurrei um pouco mais e senti o esfíncter ceder)
A: devagar!!!!
Y: tô indo devagar, continuo?
A: sim… devagarinho
Y: assim??? (e mandei outro empurrão lento, mas firme)
A: aaaaaahhhh sim sim…. Devagarinho
Y: já entrou a cabecinha… sentiu…
A: mmmmmmmmmmm…..sim mmmmmmmmmmmmmmmmmmm
Y: agora vem a melhor parte… (meu pau é mais largo no meio do que na cabeça, e grosso, bem grosso, talvez não machuque na buceta, mas na bunda dá pra sentir)
A: ah sim??? Mmmmmmmm devagarinho
Y: sim… sente como ele aumenta (e enfiei mais um bom pedaço de pau)
A: uuuuuuhhhhh siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii… filho da puta devagar eu falei!!!
Y: sim ainda não entrou tudo… falta um pedacinho
A: tá bom… devagarinho que faz tempo que não faço por ali
Y: ok… deixa eu me mexer um pouco
Comecei a me mexer dentro do cu dela, enquanto ela cravava as unhas nos lençóis e a cara dela tava enterrada no travesseiro. Devagarinho, tirando todo tipo de gemido gutural. Entrava e saía, devagarinho, devagarinho… Quando vi que não tinha mais resistência, numa entrada lenta, enfiei devagarinho até o fundo
Y: tomaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh
A: uuuuuuhhhhhhhhaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh ayyyyyyyyyyyyyyyyy como se sente!!!
Y: cê gosta????
A: siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…. (apertando as mãos no colchão)
Y: continuo?? (e enfiei (sacou)
A: Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii...
Y: boto um travesseiro debaixo da sua barriga pra ficar mais confortável?
A: tá bom
Sem tirar, peguei um travesseiro e fui colocando na altura da barriga dela pra bunda subir um pouco mais e eu ter mais mobilidade pra atacar. Quando tivemos na posição, comecei a meter cada vez mais forte e mais rápido. Uma das minhas mãos foi pro clitóris dela e ficava acariciando, enquanto minha pica ia e vinha no cu dela. Não dá pra explicar todos os gemidos e coisas que rolaram naqueles instantes. Enfiei um dedo na buceta dela e procurei a cabeça da minha pica dentro da bunda dela, ela acariciava minha pica através das paredes vaginais, e eu sentia ela indo e vindo dentro do reto dela. Dei uma descarregada, daquelas que você quer soltar toda energia negativa, a vontade acumulada, os socos que não pôde dar... Tudo junto!!!!!! A verdade nem sei se ela gozou, porque eu tava descontrolado metendo no cu dela e nada importava mais do que deixar bem aberto... então quando senti que meu gozo empurrava como se quisesse romper uma barragem, não tive nenhuma intenção de tirar, nem de segurar a ejaculação
Y: aaahhhhh gozou!!!!!!! (e eu rematava a pica no cu dela)
A: mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
Y: gozouuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu
A: vaiiiiiiiiiiiiiiiii...
Y: enfiei a pica até as bolas baterem na buceta dela e gritei “aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh” o jato de gozo deve ter ido até o estômago dela
A: uuuuuuuuhhhhhhh aaaaaaahhhhhhhhh filha da puta!! Filha da puta!!!!!!
Y: ai que buceta gostosa que você tem... filha da puta!! Como eu queria isso!!!
A: hahahahahaaaaammmmmmmmmmmmmm... Mentiroso
Y: uuuuuuhhhhhm olha como você deixou minha pica... tô parecendo mentiroso??
A: dá pra sentir pulsando... que lindo
Y: posso deixar dentro???
A: faz o que quiser...
Y: posso continuar???
A: mmmmmmmmmmmmmmm (me desafiando que eu não ia aguentar) consegue??? Ou não dá conta? O couro??
Y: hahahahahahaha vamos tentar???
A: vamos ver…….
Continuei me movendo devagar, me inclinei um pouco pra ver como meu pau entrava e saía, melado, do buraco traseiro. Obviamente, isso fez o sangue ferver… Ver aquela bunda monumental engolindo meu pau, ter ela com as costas suadas, toda descabelada e bem fudida… era o sonho de qualquer cara!!!!
Então não foi difícil ficar duro de novo….
A: porra… era verdade…
Y: viu?????? Agora acredita que eu queria você??
A: sim… desde quando??
Y: desde que te vi na escola, naquele dia que inventei a reunião com você e o Paco
A: aaaaaahhhhhhhhh seu professor tarado
Y: totalmente….
Meu pau já ia e vinha livre pelo canal anal, ajudado pela porra que tinha ficado dentro e pela dilatação que consegui. Me virei, levando a Ana comigo, e ficamos de conchinha, e continuei me movendo. Me virei de novo e coloquei ela por cima de mim, os dois olhando pro teto (não tinha espelho…) e continuei me movendo enquanto acariciava a buceta dela.
Y: que delícia de sentir
A: aham…mmmmmmmmmmmmmm….
Y: cavalga em mim, vai
E ajudei ela a se levantar, enquanto ela ia sentando, meu pau se cravava mais no cu dela. MMMMMMMMMMMMMMM….. ela gemia… Quando ela ficou na posição, com as pernas ao lado das minhas, me presenteou com uma das imagens mais lindas da minha vida. Aquele cuzinho sublime engolindo meu pau, cavalgando de costas, se movendo num ritmo lento mas profundo.
Com aquela vista, era óbvio que não ia demorar muito pra gozar na bunda dela de novo… Tentei aguentar o máximo possível… pra durar um pouco mais, pedi pra mudar de posição.
Ela desmontou do meu pau devagar, pude ver cada centímetro do meu pau saindo do cu dela e como ele esticava pra deixar sair… de novo a cabeça deu sinal, mas consegui segurar pra não explodir naquela visão.
Deitei ela de barriga pra cima, coloquei as pernas dela nos meus ombros e penetrei ela de novo pelo cu, mas dessa vez, minha entrada foi mais dura e avassaladora
A: aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh você me destrói!!!
Y: É isso que eu quero!!! Que você não sente por uns dias pra lembrar de mim
A: não precisa… eu sempre lembro de você
Y: quero que sua bunda lembre de mim (e ele metia cada vez mais forte)
A: paraaaaaaaaaaaaaaaaaaaa….. paraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa…. Aaahhhhh ahhhhahhhhhhhhhhh
Y: olha nos meus olhos
A: o que você quer??
Y: ver seus olhos enquanto arrebento sua buceta (e eu meti com as últimas forças que me restavam)
A: aaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh pervertido filho da puta !!!! Você é o professor do meu filho!! É isso que vai ensinar pra ele???
Y: você quer que eu ensine??? (e acariciei o clitóris dela)
A: aaaaahhhaahhhhh ahhhhh não não não não…. Vai… vai…..
Y: toma puta …. Toma… que delícia arrebentar sua bunda!!
A: sim sim sim sim.. sou sua filho da puta !! Sou sua!!!!
Y: vai gozar???? Vai que a gente chega junto
A: vou… sim…vou… vai… vai… vai….
Quando ela começou a gozar, tirei a pica da bunda dela e bati umas punhetas, e os jatos de porra caíram no peito dela, na barriga, se juntando na região do umbigo. Os jatos marcavam o caminho onde minha pica tinha apontado quando gozou. Era um leque de sêmen
A: uuuuuuuufffffffff que delícia!!!! Como é bom…
Y: minhas pernas tão tremendo
A: e eu nem te conto….
Y: vamos tomar um banho?????
A: sim, mas por hoje chega… você me deixou destruída
Y: Ok… vamos
CONTINUA
Desculpem a demora, mas... a gente não vive só pra isso, né!! Vocês vão entender.
Aqui vai mais um capítulo dessa história real, que aconteceu comigo há uns anos e que só agora tô tendo coragem de contar.
Espero que vocês continuem gostando, como os relatos anteriores.
Umas duas semanas depois da nossa "estreia amorosa", a gente se encontrou de novo... parecíamos namorados, tava tudo pegando fogo, trocando mensagem a qualquer hora do dia. Eu trabalhava muito fora de casa e ela vivia sozinha (geralmente com os filhos, mas sem o marido).
Então, numa tarde, daquelas típicas de safadeza, a gente se encontrou de novo pra revalidar nosso "amor".
Claro, eu já tava com a ideia fixa de comer a raba dela, que ela tinha negado na primeira noite.
Combinamos tudo, nos encontramos no centro, ela subiu no meu carro e fomos direto pro hotel. Sem enrolação. Beijos e amassos no caminho, em cada sinal, uma mão boba aqui e ali, mas sem muito esforço, porque ela já veio enfiada nuns jeans apertados que marcavam a raba dela de um jeito único, e eu já tava louco de tesão só de ver como aquilo desenhava.
Mal entramos no quarto, aí sim, a fúria da tempestade se soltou. Nossas línguas brigavam dentro da boca enquanto a gente se despia, peça por peça, com as mãos.
Enquanto eu acariciava os peitos dela com uma mão, com a outra eu esfregava o jeans na altura da buceta dela, roçando a costura no clitóris. Ela se contorcia (de prazer e um pouco de dor).
Ela: "Tá me machucando com a costura."
Eu: "Quero que doa mesmo, assim você é obrigada a me dar essa raba" (e a palmada ecoou no quarto).
Ela: "Vai me marcar... não seja idiota!!"
Eu: "Daqui até você ir embora, a marca já era" (outra palmada... pra ela saber quem manda!!! Kkkk)
Minhas mãos já estavam nos peitos nus dela, e minha boca foi tomando conta. Lambendo os bicos dos peitos, que endureciam com a passagem da minha língua, apertando a carne dos seios, como se quisesse... tirar algum tipo de fluido… Eu mordia os mamilos até ela reclamar, e continuava meu trabalho na região da buceta
Fui desabotoando o jeans dela e a brincadeira foi pra cima da calcinha fio dental. Continuei obstinado em apalpar ela toda, ela já tinha tirado a parte de cima da minha roupa e desabotoava minha calça pra poder pegar meu pau e começou a me masturbar.
Minha boca ia dos peitos dela pro pescoço e daí pra boca dela numa corrida desenfreada. Minhas mãos acariciavam tudo que tava ao alcance. Num momento meti a mão dentro da calcinha fio dental dela e fui direto tocar a buceta dela que já tava molhada. Na hora enfiei o dedo do meio com força lá dentro, o que fez ela ficar dura de susto pra depois relaxar e aproveitar enquanto me falava no ouvido “seu filho da puta”, levei como elogio, e ali mesmo mandei mais um dedo até o fundo, com tanta força que levantava ela do chão. O grito foi uma mistura de surpresa, gemido e dor, enquanto ela cravava os lábios no meu ombro como se quisesse me morder… Mexi os dedos dentro da buceta dela, tirei e meti várias vezes, enquanto sentia eles se encherem dos sucos dela.
Tirei meus dedos, levei à boca, enquanto mostrava pra ela como eu saboreava os sucos da buceta dela, e empurrei ela pra cair na cama com a calça no joelho. Tirei as botas dela, puxei as meias e o jeans, até que ela ficou na minha frente só de calcinha fio dental. Ela fez o mesmo comigo, tirou minha calça (as chuteiras já tinham voado fazia tempo). Nesse estado, deitamos um do lado do outro, de frente, voltaram os beijos e as apalpadas, ela apertava meu pau por cima da minha cueca, e eu apertava aquele rabo duro e fibroso que eu tinha ido buscar, enquanto enfiava os dedos na frente. Não me cansava de masturbar ela, adorava ver as caras que ela fazia quando eu exagerava com os dedos dentro da buceta dela.
Tiramos tudo, e começamos com um esplêndido 69. Já contei antes que eu chupava como as melhores. Uma técnica bucal única. Daquelas mulheres que curtem chupar uma pica, dar prazer com a boca e a língua. Era um show de sensações o que eu sentia lá embaixo. Eu tentava retribuir o tratamento dela colocando muita ênfase no clitóris e nos lábios da buceta dela. De vez em quando, minha língua se perdia no buraquinho da bunda dela e eu me entretinha babando a pelezinha. Indo e vindo por esse caminho, clitóris, lábios, língua pra dentro da pussy dela, descendo, cu, língua em volta do cu, língua pra dentro do cu, babando e babando no cu, e voltava a descer… até que enfiei um dedo.
Ana tirou minha pica da boca e me diz:
A: cê tá com ideia fixa
Y: você me deixou com vontade outro dia, hoje não escapa
A: vamos ver… (fazendo cara de dúvida)
Y: hoje… não escapa…. (e mandei o dedão pra dentro do cu dela)
A: aaaaaiiiii puta que pariu!!!
Y: que foi??
A: não seja tão selvagem
Y: não me enche o saco, tô com muita vontade….
Ela sorriu maliciosamente e me disse “me come”
Então me joguei por cima e penetrei ela pela pussy na posição de missionário, com o tanto que ela tava molhada e eu tava duro, entrou sem problemas, recebendo o gemido da Ana nos meus ouvidos. Comecei com um vai e vem furioso, enquanto segurava as pernas dela por baixo dos joelhos, e aos poucos, fui colocando as pernas dela nos meus ombros. Me inclinei um pouco pra frente pra que a pussy dela ficasse virada pro teto e, como se fosse um pistão daqueles que quebram o concreto da rua, comecei a subir e descer em alta velocidade. Nossas caras estavam de frente uma pra outra, eu beijava ela pra tirar o ar, o rosto dela tava vermelho pelo esforço da posição e pela fúria do tratamento que eu tava dando. Fiz ventosa com minha boca na boca dela e ela, com as mãos, fazia força pra tirar minha cara de cima da dela.
A: me deixa respirar, sua puta mãe!!!!!
Y: vou te arrebentar toda…
A: vai… vai…. Vai que vem…
Y: Toma… toma… vai… goza na minha pica
A: aaaahhh filha da puta… como você me excita!!
Mais do que subir e descer, eram pulos que eu dava pra me enfiar dentro dela. usa a palavra: buceta. Se pudesse, teria enfiado até o quadril dentro dela. Nossos rostos suados, a respiração ofegante, ela tensionou as pernas apertando meu pescoço e começou a tremer chegando ao orgasmo, para depois relaxar totalmente.
E: gostou???
A: muito
E: continuamos??
A: você não acabou??
E: não não… ainda não
A: deixa eu me recuperar, não sinto as pernas
E: Ok
Deitei ao lado da cabeça dela, deixando minha pica na altura da boca dela, e falei
E: enquanto você se recupera….
A: jejejeje você não tem paz
E: menos com você
Ela pegou na minha pica com muitos beijos e lambidas, enfiava o pau na boca até onde dava, e eu empurrava pra fazer ela engasgar. Ana tirava meu pau da boca e com um sorriso cúmplice me olhava e sorria. Meus dedos tomaram conta do clitóris dela enquanto ela me chupava o pau. Ia e vinha pelo tronco, lambia e beijava, chupava e mordia, era uma delícia. Num momento eu falo:
E: vou gozar
A: mmmmmgmgmfmgmfmdmfg
E: Ana… vou gozar….
A: slurp… (e todos aqueles barulhos que vocês imaginam)
E: Ok
Peguei ela pela nuca e enfiei o pau com força enquanto sentia jatos saindo com uma potência que nunca tinha sentido antes. Essa mulher tirava o melhor (e o pior) de mim. Ana engoliu toda minha porra e como se não bastasse, se entreteve me dando lambidas na cabeça do meu pau hipersensibilizada, me dando umas descargas elétricas que chegavam no cérebro.
A: agora sim… você acabou… me deixa descansar
E: vai descansar na sua casa… por acaso veio dormir??
A: mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm… fala sério… descansamos um pouquinho
Ela virou o corpo ficando de barriga pra cima
Acariciei as costas dela, enquanto ela ronronava como uma gatinha, segui pelos glúteos, desci pelas pernas, voltei a subir, cheguei na nuca, e desci de novo… As carícias viraram beijos, até que me coloquei entre as pernas dela e me dediquei a lamber a buceta dela com ela de barriga pra baixo. Minha língua entrou nas cavidades dela, enquanto meus dedos acariciavam aqueles glúteos que eram desejados pela escola toda (professores, alunos, diretores, pais….) Eu chupava a buceta e o cu dela com desespero, meu pau já pulsava fazendo força contra o colchão. Me levantei e enfiei na buceta dela com um só empurrão. Isso tirou ela do transe que tava.
A: nunca devagar, mano… não???
Y: que? Não gosta??
A: não falei que não gosto
Y: pede pro teu marido te comer devagar
A: aquele é um otário que tá comendo umas negonas da favela com os outros cana amigo dele
Tirei o pau da buceta dela, encostei no furinho do cu
Y: vai me deixar?? (enquanto fazia pressão)
A: mmmmmmmmmmmmmmm (outro ronronar que fazia meu pau explodir)
Y: então????? (empurrei um pouco mais e senti o esfíncter ceder)
A: devagar!!!!
Y: tô indo devagar, continuo?
A: sim… devagarinho
Y: assim??? (e mandei outro empurrão lento, mas firme)
A: aaaaaahhhh sim sim…. Devagarinho
Y: já entrou a cabecinha… sentiu…
A: mmmmmmmmmmm…..sim mmmmmmmmmmmmmmmmmmm
Y: agora vem a melhor parte… (meu pau é mais largo no meio do que na cabeça, e grosso, bem grosso, talvez não machuque na buceta, mas na bunda dá pra sentir)
A: ah sim??? Mmmmmmmm devagarinho
Y: sim… sente como ele aumenta (e enfiei mais um bom pedaço de pau)
A: uuuuuuhhhhh siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii… filho da puta devagar eu falei!!!
Y: sim ainda não entrou tudo… falta um pedacinho
A: tá bom… devagarinho que faz tempo que não faço por ali
Y: ok… deixa eu me mexer um pouco
Comecei a me mexer dentro do cu dela, enquanto ela cravava as unhas nos lençóis e a cara dela tava enterrada no travesseiro. Devagarinho, tirando todo tipo de gemido gutural. Entrava e saía, devagarinho, devagarinho… Quando vi que não tinha mais resistência, numa entrada lenta, enfiei devagarinho até o fundo
Y: tomaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh
A: uuuuuuhhhhhhhhaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh ayyyyyyyyyyyyyyyyy como se sente!!!
Y: cê gosta????
A: siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…. (apertando as mãos no colchão)
Y: continuo?? (e enfiei (sacou)
A: Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii...
Y: boto um travesseiro debaixo da sua barriga pra ficar mais confortável?
A: tá bom
Sem tirar, peguei um travesseiro e fui colocando na altura da barriga dela pra bunda subir um pouco mais e eu ter mais mobilidade pra atacar. Quando tivemos na posição, comecei a meter cada vez mais forte e mais rápido. Uma das minhas mãos foi pro clitóris dela e ficava acariciando, enquanto minha pica ia e vinha no cu dela. Não dá pra explicar todos os gemidos e coisas que rolaram naqueles instantes. Enfiei um dedo na buceta dela e procurei a cabeça da minha pica dentro da bunda dela, ela acariciava minha pica através das paredes vaginais, e eu sentia ela indo e vindo dentro do reto dela. Dei uma descarregada, daquelas que você quer soltar toda energia negativa, a vontade acumulada, os socos que não pôde dar... Tudo junto!!!!!! A verdade nem sei se ela gozou, porque eu tava descontrolado metendo no cu dela e nada importava mais do que deixar bem aberto... então quando senti que meu gozo empurrava como se quisesse romper uma barragem, não tive nenhuma intenção de tirar, nem de segurar a ejaculação
Y: aaahhhhh gozou!!!!!!! (e eu rematava a pica no cu dela)
A: mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
Y: gozouuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu
A: vaiiiiiiiiiiiiiiiii...
Y: enfiei a pica até as bolas baterem na buceta dela e gritei “aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh” o jato de gozo deve ter ido até o estômago dela
A: uuuuuuuuhhhhhhh aaaaaaahhhhhhhhh filha da puta!! Filha da puta!!!!!!
Y: ai que buceta gostosa que você tem... filha da puta!! Como eu queria isso!!!
A: hahahahahaaaaammmmmmmmmmmmmm... Mentiroso
Y: uuuuuuhhhhhm olha como você deixou minha pica... tô parecendo mentiroso??
A: dá pra sentir pulsando... que lindo
Y: posso deixar dentro???
A: faz o que quiser...
Y: posso continuar???
A: mmmmmmmmmmmmmmm (me desafiando que eu não ia aguentar) consegue??? Ou não dá conta? O couro??
Y: hahahahahahaha vamos tentar???
A: vamos ver…….
Continuei me movendo devagar, me inclinei um pouco pra ver como meu pau entrava e saía, melado, do buraco traseiro. Obviamente, isso fez o sangue ferver… Ver aquela bunda monumental engolindo meu pau, ter ela com as costas suadas, toda descabelada e bem fudida… era o sonho de qualquer cara!!!!
Então não foi difícil ficar duro de novo….
A: porra… era verdade…
Y: viu?????? Agora acredita que eu queria você??
A: sim… desde quando??
Y: desde que te vi na escola, naquele dia que inventei a reunião com você e o Paco
A: aaaaaahhhhhhhhh seu professor tarado
Y: totalmente….
Meu pau já ia e vinha livre pelo canal anal, ajudado pela porra que tinha ficado dentro e pela dilatação que consegui. Me virei, levando a Ana comigo, e ficamos de conchinha, e continuei me movendo. Me virei de novo e coloquei ela por cima de mim, os dois olhando pro teto (não tinha espelho…) e continuei me movendo enquanto acariciava a buceta dela.
Y: que delícia de sentir
A: aham…mmmmmmmmmmmmmm….
Y: cavalga em mim, vai
E ajudei ela a se levantar, enquanto ela ia sentando, meu pau se cravava mais no cu dela. MMMMMMMMMMMMMMM….. ela gemia… Quando ela ficou na posição, com as pernas ao lado das minhas, me presenteou com uma das imagens mais lindas da minha vida. Aquele cuzinho sublime engolindo meu pau, cavalgando de costas, se movendo num ritmo lento mas profundo.
Com aquela vista, era óbvio que não ia demorar muito pra gozar na bunda dela de novo… Tentei aguentar o máximo possível… pra durar um pouco mais, pedi pra mudar de posição.
Ela desmontou do meu pau devagar, pude ver cada centímetro do meu pau saindo do cu dela e como ele esticava pra deixar sair… de novo a cabeça deu sinal, mas consegui segurar pra não explodir naquela visão.
Deitei ela de barriga pra cima, coloquei as pernas dela nos meus ombros e penetrei ela de novo pelo cu, mas dessa vez, minha entrada foi mais dura e avassaladora
A: aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh você me destrói!!!
Y: É isso que eu quero!!! Que você não sente por uns dias pra lembrar de mim
A: não precisa… eu sempre lembro de você
Y: quero que sua bunda lembre de mim (e ele metia cada vez mais forte)
A: paraaaaaaaaaaaaaaaaaaaa….. paraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa…. Aaahhhhh ahhhhahhhhhhhhhhh
Y: olha nos meus olhos
A: o que você quer??
Y: ver seus olhos enquanto arrebento sua buceta (e eu meti com as últimas forças que me restavam)
A: aaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh pervertido filho da puta !!!! Você é o professor do meu filho!! É isso que vai ensinar pra ele???
Y: você quer que eu ensine??? (e acariciei o clitóris dela)
A: aaaaahhhaahhhhh ahhhhh não não não não…. Vai… vai…..
Y: toma puta …. Toma… que delícia arrebentar sua bunda!!
A: sim sim sim sim.. sou sua filho da puta !! Sou sua!!!!
Y: vai gozar???? Vai que a gente chega junto
A: vou… sim…vou… vai… vai… vai….
Quando ela começou a gozar, tirei a pica da bunda dela e bati umas punhetas, e os jatos de porra caíram no peito dela, na barriga, se juntando na região do umbigo. Os jatos marcavam o caminho onde minha pica tinha apontado quando gozou. Era um leque de sêmen
A: uuuuuuuufffffffff que delícia!!!! Como é bom…
Y: minhas pernas tão tremendo
A: e eu nem te conto….
Y: vamos tomar um banho?????
A: sim, mas por hoje chega… você me deixou destruída
Y: Ok… vamos
CONTINUA
2 comentários - A mãe do meu aluno (parte 3)