ORGULHOSO DA MINHA MÃE (Cap. 02) Danço com minha mãe e minha tia e elas vão se soltando aos poucos. O interesse da minha mãe e da minha tia em ir a uma discoteca para gente mais velha e o desinteresse do meu pai e do meu tio em acompanhá-las fez com que eu me oferecesse para servir de companhia. Eu as incentivava a aproveitar o que aparecesse pela frente e elas não pareciam muito contrariadas com minhas ideias. Minha mãe e minha tia estavam se divertindo de verdade naquela discoteca. As duas riam, animadas com meus argumentos, e continuamos um tempo comentando como algumas senhoras que viajavam por ali estavam de saia curta ou decotadas, os agarramentos que observávamos em alguns casais e coisas do tipo. — Bom, meninas — falei eu. — Lembrem que, além de fofocar, viemos para nos divertir, então não deixem a oportunidade passar, hein? — Filho, se continuar nos animando assim, vai acabar vendo sua mãe e sua tia enroscadas igual àquelas... — disse minha mãe brincando, aludindo a algumas mulheres que não se intimidavam em se beijar ou se deixar apalpar com certa discrição pelos acompanhantes. — O que quero ver é vocês se divertindo. Já sabem que o que rola aqui é segredo entre nós três, então... — completei eu com uma piscadela de cumplicidade, que elas responderam com sorrisos safados. — Isso, isso, ninguém pode saber — interveio minha tia. — Que eu, se vir um que me agrade... ha, ha, ha. — Eu, pra começar, já vou pedir aquela para dançar — respondi, me referindo a uma mulher de uns 60 anos, loira e com umas tetas descomunais. Minha intenção era principalmente animar minha mãe e minha tia para que também dançassem, por isso quis deixar o terreno livre para qualquer homem que quisesse se aproximar delas. — E vocês não se façam de difíceis com os homens, hein? Se dançarem com algum, a gente se vê na pista. Então me dirigi até aquela mulher e pedi para dançar com educação. Ela aceitou na hora e começamos a dançar. De qualquer forma, meu interesse era mais observar minha mãe e minha tia do que dançar. com aquela peituda, então, sem dar muita bola pra boa mulher, fiquei de olho na pista pra ver se algum homem chegava pra falar com minha mãe e minha tia. Como eu não tava por perto, os caras iam se soltar mais e elas iam agir com mais liberdade. Não passou nem dois minutos quando dois caras de uns 50 anos chegaram nelas. Começaram a conversar e logo os quatro tavam rindo. Continuaram batendo papo por uns minutos, mas quando pediram pra dançar, elas devem ter recusado, porque os caras logo se mandaram educadamente. Eu larguei a loira peituda, que por sinal se insinuou pra mim na cara dura, e fui até onde minha mãe e minha tia estavam. — Que é? Deram um fora neles, né? Cês não gostaram? — Mas filho, como você é — disse minha mãe rindo. — Eles só queriam dançar… — Não, se é que eram legais… — Desse jeito vocês vão sair daqui sem dançar nada. Vieram se divertir e vão acabar sendo as mais sem graça. Pelo menos têm que dançar, não? — Então tira a gente você — sugeriu minha mãe. — Assim a gente se anima e depois da primeira a gente vê… Você sabe que é só começar, e a gente ainda tá muito encanada nesse ambiente, filho. — Beleza, fechado — falei todo decidido. — Além disso, vai ser um prazer dançar com as duas mulheres mais gostosas da balada. Por quem eu começo? Enquanto elas se olhavam rindo, divertidas, peguei minha mãe pela mão e fomos pra pista. A música era toda de dança de casal, então nisso não tinha problema. Quando a gente tava indo pra pista, um casal de mulheres de uns 46 anos falou de propósito pra gente ouvir: — Que sorte que algumas têm, com um homem tão jovem! Um desses eu queria… — Vou ser a inveja — disse minha mãe rindo. — A inveja dos caras vou ser eu por dançar com a tia mais gostosa da balada. — Ai, filho — respondeu minha mãe com modéstia. — Eu já sei que na minha idade não sou nenhuma gostosona… — Não fala besteira, mãe; você é uma belezinha; muito mais mais gostosa do que qualquer outra por aqui.
— Sério, você gosta mais de mim do que daquela loira com quem você dançou antes?
— Claro, mãe. Você é uma delícia. Por isso entendo perfeitamente que aqueles dois caras quisessem dar em cima de você. A gente dançou uma música e, quando voltávamos para onde estava a tia Rosa, ao passar por outro grupo de três mulheres de uns 45 anos, uma delas, loira, gordinha e de rosto bonito, disse sem vergonha, claramente se dirigindo a mim:
— Meu marido está viajando e estou sozinha em casa…
Uns metros à frente, dois homens de uns 48 anos ficaram olhando para minha mãe e, ao passar por eles, o mais ousado disse:
— Com esse corpão, você faz tudo apontar pro teto, gostosa.
— Eles te acharam gostosa, hein, mãe?
— São uns porcos… Que vergonha, com você na frente!
— Sim, porcos, mas você gostou que eles falaram isso, né?
— Como você é, filho. — Minha mãe sorriu, claramente concordando.
Quando chegamos onde estava minha tia, minha mãe contou os dois comentários e terminou dizendo:
— Aqui todo mundo vem pra se esfregar. Olha só a putaria que é isso!
— E todos, mãe, todos…
Bom, agora era a vez da tia. Então peguei minha tia e fui com ela pra pista dançar. Durante a dança, a gente continuou comentando o clima e eu dizia:
— No próximo que pedir vocês pra dançar, se vocês gostarem, têm que dançar, pô. E se além de dançar ele apertar um pouco a bunda de vocês, e repito, se vocês gostarem, é só dar um sorriso.
Minha tia riu e disse:
— Ah, filho! Isso de apertar a bunda, já nem lembro mais como é, porque com certeza faz mais de vinte anos que não danço com ninguém que tenha vontade de apertar minha bunda.
— Então vai ser assim, né, tia? — E juntando palavras com ação, apertei um pouco a bunda dela.
Ela riu e, entrando na brincadeira de boa vontade, disse:
— Calma, calma, que eu não entendi muito bem…
A gente riu junto, mas eu não perdi a chance e apertei a bunda dela de novo, agora com mais vontade, pegando bem naquele bundão gostoso da minha tia. Não deu em nada. Escandalosos, porque com certeza a gente era o casal mais comportado entre os que estavam na pista. Sem ir muito longe, do nosso lado tinha um casal — ela com uns 60 anos, ele com 50 — e as mãos do cara estavam uma claramente no decote dela e a outra na cintura, mas por dentro da saia. O resto dos casais não ficava atrás. Animado com isso também, continuei apertando a bunda da minha tia e, quando achei prudente, tirei a mão e falei: — O que você acha, tia? Por isso não dá nada, né? E a gente se diverte, que é o que importa. — Claro, filho, se é que você não precisa nos convencer, não pense. O que acontece é que também não queremos parecer umas qualquer... mas não pense que a gente não gosta de ter a bunda apertada ou de ouvir um elogio. O que rola é que, claro, sua mãe fica meio sem graça de estar com alguém na sua frente, e nem se fala em ter a bunda apertada... Bom, e eu também, não pense. Se em vez de você fosse outro cara me apertando a bunda e você me visse, nossa, eu morreria de vergonha. — Então já falei pra vocês duas que eu não conto nada e que, por outro lado, acho ótimo que vocês se divirtam, né? Bom, e pra gente ir se acostumando, vamos ver de novo como essa bundona tá gostosa, que com essa calcinha que você tá usando, dá gosto apertar assim por cima do vestido. — Você gosta mesmo de apertar? — Pô, e mais ainda gostaria de apertar por baixo do vestido, mas fazer o quê... — Rimos os dois. Terminada a dança, voltamos pra onde minha mãe estava, e ela nos recebeu sorrindo e dizendo: — Já vi a dança que vocês aprontaram, seus safados. — E completou, maliciosa, virando pra mim: — Comigo antes você não dançou assim, hein? — Então vamos lá, que isso a gente resolve agora, mãe. — E dizendo isso, peguei minha mãe pelo braço de novo, com a intenção de levá-la pra pista. — Filha, — disse a tia Rosa enquanto minha mãe se levantava — isso não foi nada perto do que o resto do povo tá fazendo... — É, isso mesmo. Também é verdade. –Minha mãe assentiu. Fomos para a pista e começamos a dançar. A música agora era claramente lenta, então as luzes estavam ainda mais fracas. Coloquei as mãos nos quadris da minha mãe enquanto ela me segurava pelos ombros e disse: –Você não achou ruim eu ter apalpado um pouco a bunda da tia, né? –Claro que não, querido, e aposto que ela gostou ainda mais. A danada deve ter se divertido pra caralho. –E você quer que a gente dance do mesmo jeito, não é? Então vamos lá, dançar como com a tia, mãe. –Era um abuso, filho, que sou sua mãe. Você não vai me apalpar a bunda também, vai? –Pô, depois do que você disse antes… Foi pra isso que viemos pra pista, não foi? –Filho, que sou sua mãe. –Ela repetiu, mas com um sorriso safado na boca, e o melhor de tudo é que, me dando permissão tacitamente, completou: –Não exagera muito, hein? Senão o que é que sua tia vai dizer. –Ela vai dizer que estamos fazendo menos do que qualquer casal ao nosso redor. –É, mas sou sua mãe… O que sua tia vai pensar se me vir apalpando sua bunda? –Bom, então vamos ver o que ela diz –e juntando ação às palavras, desci minhas mãos até deixá-las claramente sobre as bundas soberbas da minha mãe, apertando um pouco. –De qualquer forma, você sabe que o que rola aqui é segredo entre nós três, então não precisa se preocupar. –Tá bom, querido. –Disse minha mãe, sorrindo divertida com a posição das minhas mãos na bunda dela. –Mas você apertava mais a bunda da sua tia, não apertava? –Acho que vocês duas são umas putinhas safadas, mais do que eu imaginava –falei rindo –e acho isso ótimo. Em seguida, sem me segurar muito, comecei a apalpar a bunda da minha mãe com mais vontade. Passei minhas mãos por toda a extensão daquele rabo generoso e apertei as nádegas com gosto. Era minha mãe, mas com certeza o contexto e o fato de ser ela só aumentavam ainda mais o tesão da situação, então apalpar a bunda dela daquele jeito era… Minha mãe estava me deixando excitado pra caralho. — Tô com ele bem grosso, né? — Ela disse com simpatia enquanto minhas mãos passeavam pelas bundona dela. — Tá perfeito, mãe. Eu gosto das bundas das mulheres assim, igual a sua. — Respondi enquanto sentia mais que um leve formigamento na virilha. — Qual você gosta mais de apalpar, a minha ou a da sua tia? — Ela me perguntou com um jeitinho simpático, sem fazer ou dizer nada que indicasse que eu devia parar aquela agarração descarada na bunda dela. — A sua, sem dúvida, mãe. Você tem uma bunda muito mais gostosa, e tô falando sério. O bom da tia é que com aquela calcinha que ela usa, parecia quase que eu tava tocando direto, mesmo por cima do vestido. Você tem que comprar uma roupa íntima dessas também, hein, mãe? — Bom, mas mesmo com a calcinha que eu tô usando, você gosta de apalpar minha bunda, né? — Ela insistiu com simpatia e sem vergonha nenhuma. Eu gostava que minha mãe agisse assim; era uma faceta praticamente desconhecida pra mim, mas me satisfazia que ela fosse mais do que a dona de casa decente e responsável que eu sempre conheci. — Você tem uma buceta de respeito, mãe. — Falei, enfatizando minhas palavras com uma piscadela. — Obrigada, querido, você não sabe como eu gosto de ouvir isso. — Aposto que todos os homens na balada iam querer apalpar ela, então aproveita, não seja boba. Depois de duas danças e uma boa sessão de amassos na bundona da minha mãe, voltamos pra mesa que a gente ocupava. Como no caminho, andando no meio do povo, minha mãe ia na minha frente, não ficava muito evidente que a gente tava junto, então um cara relativamente novo, uns 35 anos, falou quando ela passou na frente dele: — Como eu queria meter minha língua no seu decote, gostosa! Ela não disse nada, mas sorriu pra ele e, mais adiante, eu comentei: — Viu, mãe? Aqui você pega quem quiser, então já sabe, dá prazer pro corpo… Chegamos na mesa e a tia Rosa estava atendendo um senhor bem gordo, uns 60 anos. Com certeza, se minha tia queria alguma coisa, não era com um homem daquele jeito. A gente sentou e minha tia disse com sarcasmo: — Já vi vocês, hein. — Foi na brincadeira, mulher; igual ele tava te apalpando antes… — Bom, pelo menos a gente pode dizer que não saiu daqui sem ninguém passar a mão na nossa bunda. — Respondeu minha tia, divertida. — Bom, a gente pode falar entre nós — insistiu minha mãe — mas daqui pra fora, nem uma palavra sobre isso. — Claro, lógico — deu por certo minha tia. — Nem disso nem do que mais puder rolar… — falei eu, com malícia, e elas riram, divertidas e também satisfeitas com o senso de discrição que nós três tínhamos sobre nossa visita àquela balada. — Eu tava falando pra tia agora que com o próximo que pedir vocês pra dançar, se vocês gostarem, têm que dançar e se, bom… — retomei o assunto pra animá-las a dançar com outros caras. — Que se a gente gostar e ele passar a mão na nossa bunda, a gente faz cara boa — completou minha tia, simpática. — Bom, a bunda ou o que for, vocês duas têm muito pra apalpar… mas vocês precisam deixar aparecer um pouco. Vamos, meninas, essas saias, quando sentar, puxa um pouco mais pra cima. Eu fui então levantando as saias delas um pouco até mostrar os joelhos e um pedaço da coxa, enquanto elas riam sem demonstrar a menor rejeição ao meu gesto ousado com as saias delas. — Bom, e agora vou dar uma voltinha por aí. Deixo vocês sozinhas um tempinho… Me afastei o suficiente pra não ser visto, mas fiquei vigiando elas de perto. Em poucos minutos, outros dois caras de uns 45 ou 46 anos se aproximaram delas e, depois de conversar por uns quinze minutos, foram todos pra pista. Começaram dançando normal e eles deviam estar elogiando elas, porque elas pareciam rir, satisfeitas. Depois, as mãos dos caras foram escorregando da cintura até a bunda das duas mulheres. Surpreendentemente, nenhuma das duas fez nenhum gesto pra tirar, então, animados com isso, os caras começaram a ficar mais ousados e beliscavam as botas e se inclinavam sobre elas como se fossem beijar seus pescoços e sussurrar em seus ouvidos. Eu observava satisfeito e cada vez mais excitado o comportamento da minha mãe e da minha tia. Não tinha certeza até onde elas estariam dispostas a ir com aqueles dois caras, mas pareciam se sentir à vontade com eles, e eu gostava da ideia de que tanto minha mãe quanto minha tia estivesse se divertindo com eles e se sentindo mulheres ainda atraentes para os homens. Além disso, aqueles dois caras eram visivelmente mais jovens que elas, então sem dúvida isso também devia lisonjeá-las e aumentar o ego delas. Minha curiosidade em saber mais sobre o que estava rolando me fez ter a ideia de me aproximar deles dançando, mas tentando não ser descoberto. Sem perder tempo, pedi uma dança a uma senhora de uns 55 anos que estava com outra da mesma idade e comecei a dançar com ela perto de onde minha mãe e minha tia estavam, mas tentando não ser visto. A luz fraca da pista, que naquele momento continuava assim, pois ainda rolava a sessão de lentos, especialmente os mais românticos, ajudava demais no meu disfarce. — Ver seus bicos tão durinhos assim no tecido do vestido me deixou todo excitado — ouvi o cara que estava com minha tia dizer ao passar por perto. Os dois caras, evidentemente, não perdiam tempo. Com certeza não era para isso que se ia naquela balada. Depois, tentei me aproximar da minha mãe e ouvi o parceiro dela dizer: — Daria tudo para ver essa rabuda, gostosa. Meu carro está estacionado aqui perto, quer dar uma voltinha? Minha mãe disse que naquele dia não dava, e o cara, muito educadamente, disse que talvez outro dia e continuou elogiando ela de forma amigável, mas com toques claramente sexuais. Eu não quis arriscar ser descoberto e talvez criar uma situação constrangedora para elas, então fui me deslocando para o outro lado da pista e deixei a coroa por lá, não sem antes apertar bem a bunda dela. dedicar um elogio safado e receber o sorriso dela como resposta. Pouco depois, vi minha mãe e minha tia voltarem pra mesa onde a gente tava com os dois caras. Eles ficaram mais um tempinho com elas e depois se despediram. Na hora, deram os dois beijos de praxe, mas eles, bem espertos, deram um jeito de que o segundo beijo em cada mulher fosse na boca, não na bochecha. Todo mundo riu e os dois foram embora. Uns minutos depois, apareci e perguntei como tinha sido. — Você nos viu, né? — perguntou minha mãe, meio tímida. — Um pouco — falei, com um sorriso. — Então, a gente tava dançando com uns caras que queriam passar a mão na nossa bunda, mas eu gostei mais de como você passava a mão na minha, ha, ha, ha. — explicou minha tia, com graça. — Mas vocês se divertiram, né? A gente conversou numa boa e, quando já tava perto da hora de ir, no meio do papo fazendo um balanço da tarde, eu falei que o melhor momento foi quando dancei com minha tia e minha mãe. — Que filho da puta. Olha só, passar a mão na bunda não só da sua tia, mas também da sua mãe… — Agora não vem com essa de santinha, que o que você tava era com inveja e queria que um gurizinho também passasse a mão na sua bunda — disse minha tia, se divertindo. Minha mãe riu e aí a gente foi embora da balada. — Pra próxima vez que a gente vier, temos que repensar o look de vocês, hein, gurias? Hoje vocês vieram muito comportadinhas. — falei pra elas no caminho pro estacionamento. No caminho pra casa, a gente continuou comentando tudo e elas me falaram que os caras com quem dançaram marcaram de encontrar elas lá na próxima sexta. Eu incentivei elas a irem, claro, e elas disseram que não sabiam o que fazer e que iam pensar. Quando chegamos na casa da minha tia Rosa, na hora de se despedir no carro, eu falei: — Então, tia, quando é que eu vou poder ver aquela calcinha gostosa de novo… e passar a mão na sua bunda outra vez. — Filho, quando você quiser — respondeu ela, se divertindo. — Já viu que eu não nego. E contigo foi com quem eu me diverti mais hoje. E se a gente for naquela balada na sexta que vem, a gente não vai deixar de dar mais uma dançada eu e você, né? Nós três rimos e minha tia já subiu pra casa dela e nós continuamos pra nossa. — Me diverti pra caramba, filho — disse minha mãe quando já estávamos indo pra casa saindo da garagem — principalmente contigo… — Eu também, mãe. O que eu mais curti foi dançar com vocês — completei com malícia. Não aconteceu nada digno de nota até a quarta-feira seguinte. Além disso, minha mãe e eu mal conseguimos conversar a sós até aquela tarde. Então, quando ficamos sozinhos em casa, minha mãe me disse: — Filho, preciso te falar uma coisa. Talvez você ache que sua mãe é uma sem-vergonha ou sei lá… Bom, o negócio é que sua tia e eu conversamos e decidimos que vamos sim nessa balada na sexta também. Afinal, a gente vai passar o tempo e não tá fazendo mal nenhum… — Claro. — Concordei — E por que você ia parecer uma sem-vergonha pra mim, mãe? — Ora, porque talvez você pense que é pra gente se encontrar com aqueles caras do outro dia e… bom, talvez você ache que sua mãe é… sei lá. — Como é que eu vou ter que te falar que o que eu mais quero é que você se divirta? E se for com eles, ótimo, e se for com outros que vocês encontrarem lá, também ótimo. — Como você é, filho. Bom, pra ser sincera, porque nisso a gente tá sendo todos e é melhor assim, a verdade é que em parte a gente quer sim ir pra ver o que esses caras vão falar. Não é que a gente vá fazer nada, mas… Bom, a curiosidade tá falando mais alto e… cê sabe. — Sim, mãe, sim… a curiosidade… — falei com um duplo sentido óbvio, fazendo nós dois rirmos. — Não seja bobo, vai. Bom, o negócio é que a gente queria que você também fosse com a gente… — Vou adorar acompanhar vocês, claro, mas talvez eu atrapalhe, né? — Não seja bobo. Nós duas preferimos que você venha. Nos dá muita segurança ter você por perto e, falando sério, aconteça o que acontecer, você já falou um monte de vezes que ninguém vai ficar sabendo. Nada, e temos a discrição garantida. Nós duas preferimos que você fique com a gente. — Bom, pra mim é um prazer. — Além disso, sua tia quer dar mais uma dançadinha daquelas com você e que você apalpe bem a bunda dela. Sim, sim. Tô falando sério. Ela mesma me disse com essas palavras. — Melhor ainda. E você, mamãe? Acha que vai querer dançar comigo também? — Se você me tirar pra dançar… eu não vou dizer que não… — respondeu ela, sorrindo de forma safada. — Bom, então se esses seus amigos deixarem vocês livres um momento, claro que a gente vai dançar de novo. — Ora, vai dar tempo pra tudo, eu acho. Continua…
— Sério, você gosta mais de mim do que daquela loira com quem você dançou antes?
— Claro, mãe. Você é uma delícia. Por isso entendo perfeitamente que aqueles dois caras quisessem dar em cima de você. A gente dançou uma música e, quando voltávamos para onde estava a tia Rosa, ao passar por outro grupo de três mulheres de uns 45 anos, uma delas, loira, gordinha e de rosto bonito, disse sem vergonha, claramente se dirigindo a mim:
— Meu marido está viajando e estou sozinha em casa…
Uns metros à frente, dois homens de uns 48 anos ficaram olhando para minha mãe e, ao passar por eles, o mais ousado disse:
— Com esse corpão, você faz tudo apontar pro teto, gostosa.
— Eles te acharam gostosa, hein, mãe?
— São uns porcos… Que vergonha, com você na frente!
— Sim, porcos, mas você gostou que eles falaram isso, né?
— Como você é, filho. — Minha mãe sorriu, claramente concordando.
Quando chegamos onde estava minha tia, minha mãe contou os dois comentários e terminou dizendo:
— Aqui todo mundo vem pra se esfregar. Olha só a putaria que é isso!
— E todos, mãe, todos…
Bom, agora era a vez da tia. Então peguei minha tia e fui com ela pra pista dançar. Durante a dança, a gente continuou comentando o clima e eu dizia:
— No próximo que pedir vocês pra dançar, se vocês gostarem, têm que dançar, pô. E se além de dançar ele apertar um pouco a bunda de vocês, e repito, se vocês gostarem, é só dar um sorriso.
Minha tia riu e disse:
— Ah, filho! Isso de apertar a bunda, já nem lembro mais como é, porque com certeza faz mais de vinte anos que não danço com ninguém que tenha vontade de apertar minha bunda.
— Então vai ser assim, né, tia? — E juntando palavras com ação, apertei um pouco a bunda dela.
Ela riu e, entrando na brincadeira de boa vontade, disse:
— Calma, calma, que eu não entendi muito bem…
A gente riu junto, mas eu não perdi a chance e apertei a bunda dela de novo, agora com mais vontade, pegando bem naquele bundão gostoso da minha tia. Não deu em nada. Escandalosos, porque com certeza a gente era o casal mais comportado entre os que estavam na pista. Sem ir muito longe, do nosso lado tinha um casal — ela com uns 60 anos, ele com 50 — e as mãos do cara estavam uma claramente no decote dela e a outra na cintura, mas por dentro da saia. O resto dos casais não ficava atrás. Animado com isso também, continuei apertando a bunda da minha tia e, quando achei prudente, tirei a mão e falei: — O que você acha, tia? Por isso não dá nada, né? E a gente se diverte, que é o que importa. — Claro, filho, se é que você não precisa nos convencer, não pense. O que acontece é que também não queremos parecer umas qualquer... mas não pense que a gente não gosta de ter a bunda apertada ou de ouvir um elogio. O que rola é que, claro, sua mãe fica meio sem graça de estar com alguém na sua frente, e nem se fala em ter a bunda apertada... Bom, e eu também, não pense. Se em vez de você fosse outro cara me apertando a bunda e você me visse, nossa, eu morreria de vergonha. — Então já falei pra vocês duas que eu não conto nada e que, por outro lado, acho ótimo que vocês se divirtam, né? Bom, e pra gente ir se acostumando, vamos ver de novo como essa bundona tá gostosa, que com essa calcinha que você tá usando, dá gosto apertar assim por cima do vestido. — Você gosta mesmo de apertar? — Pô, e mais ainda gostaria de apertar por baixo do vestido, mas fazer o quê... — Rimos os dois. Terminada a dança, voltamos pra onde minha mãe estava, e ela nos recebeu sorrindo e dizendo: — Já vi a dança que vocês aprontaram, seus safados. — E completou, maliciosa, virando pra mim: — Comigo antes você não dançou assim, hein? — Então vamos lá, que isso a gente resolve agora, mãe. — E dizendo isso, peguei minha mãe pelo braço de novo, com a intenção de levá-la pra pista. — Filha, — disse a tia Rosa enquanto minha mãe se levantava — isso não foi nada perto do que o resto do povo tá fazendo... — É, isso mesmo. Também é verdade. –Minha mãe assentiu. Fomos para a pista e começamos a dançar. A música agora era claramente lenta, então as luzes estavam ainda mais fracas. Coloquei as mãos nos quadris da minha mãe enquanto ela me segurava pelos ombros e disse: –Você não achou ruim eu ter apalpado um pouco a bunda da tia, né? –Claro que não, querido, e aposto que ela gostou ainda mais. A danada deve ter se divertido pra caralho. –E você quer que a gente dance do mesmo jeito, não é? Então vamos lá, dançar como com a tia, mãe. –Era um abuso, filho, que sou sua mãe. Você não vai me apalpar a bunda também, vai? –Pô, depois do que você disse antes… Foi pra isso que viemos pra pista, não foi? –Filho, que sou sua mãe. –Ela repetiu, mas com um sorriso safado na boca, e o melhor de tudo é que, me dando permissão tacitamente, completou: –Não exagera muito, hein? Senão o que é que sua tia vai dizer. –Ela vai dizer que estamos fazendo menos do que qualquer casal ao nosso redor. –É, mas sou sua mãe… O que sua tia vai pensar se me vir apalpando sua bunda? –Bom, então vamos ver o que ela diz –e juntando ação às palavras, desci minhas mãos até deixá-las claramente sobre as bundas soberbas da minha mãe, apertando um pouco. –De qualquer forma, você sabe que o que rola aqui é segredo entre nós três, então não precisa se preocupar. –Tá bom, querido. –Disse minha mãe, sorrindo divertida com a posição das minhas mãos na bunda dela. –Mas você apertava mais a bunda da sua tia, não apertava? –Acho que vocês duas são umas putinhas safadas, mais do que eu imaginava –falei rindo –e acho isso ótimo. Em seguida, sem me segurar muito, comecei a apalpar a bunda da minha mãe com mais vontade. Passei minhas mãos por toda a extensão daquele rabo generoso e apertei as nádegas com gosto. Era minha mãe, mas com certeza o contexto e o fato de ser ela só aumentavam ainda mais o tesão da situação, então apalpar a bunda dela daquele jeito era… Minha mãe estava me deixando excitado pra caralho. — Tô com ele bem grosso, né? — Ela disse com simpatia enquanto minhas mãos passeavam pelas bundona dela. — Tá perfeito, mãe. Eu gosto das bundas das mulheres assim, igual a sua. — Respondi enquanto sentia mais que um leve formigamento na virilha. — Qual você gosta mais de apalpar, a minha ou a da sua tia? — Ela me perguntou com um jeitinho simpático, sem fazer ou dizer nada que indicasse que eu devia parar aquela agarração descarada na bunda dela. — A sua, sem dúvida, mãe. Você tem uma bunda muito mais gostosa, e tô falando sério. O bom da tia é que com aquela calcinha que ela usa, parecia quase que eu tava tocando direto, mesmo por cima do vestido. Você tem que comprar uma roupa íntima dessas também, hein, mãe? — Bom, mas mesmo com a calcinha que eu tô usando, você gosta de apalpar minha bunda, né? — Ela insistiu com simpatia e sem vergonha nenhuma. Eu gostava que minha mãe agisse assim; era uma faceta praticamente desconhecida pra mim, mas me satisfazia que ela fosse mais do que a dona de casa decente e responsável que eu sempre conheci. — Você tem uma buceta de respeito, mãe. — Falei, enfatizando minhas palavras com uma piscadela. — Obrigada, querido, você não sabe como eu gosto de ouvir isso. — Aposto que todos os homens na balada iam querer apalpar ela, então aproveita, não seja boba. Depois de duas danças e uma boa sessão de amassos na bundona da minha mãe, voltamos pra mesa que a gente ocupava. Como no caminho, andando no meio do povo, minha mãe ia na minha frente, não ficava muito evidente que a gente tava junto, então um cara relativamente novo, uns 35 anos, falou quando ela passou na frente dele: — Como eu queria meter minha língua no seu decote, gostosa! Ela não disse nada, mas sorriu pra ele e, mais adiante, eu comentei: — Viu, mãe? Aqui você pega quem quiser, então já sabe, dá prazer pro corpo… Chegamos na mesa e a tia Rosa estava atendendo um senhor bem gordo, uns 60 anos. Com certeza, se minha tia queria alguma coisa, não era com um homem daquele jeito. A gente sentou e minha tia disse com sarcasmo: — Já vi vocês, hein. — Foi na brincadeira, mulher; igual ele tava te apalpando antes… — Bom, pelo menos a gente pode dizer que não saiu daqui sem ninguém passar a mão na nossa bunda. — Respondeu minha tia, divertida. — Bom, a gente pode falar entre nós — insistiu minha mãe — mas daqui pra fora, nem uma palavra sobre isso. — Claro, lógico — deu por certo minha tia. — Nem disso nem do que mais puder rolar… — falei eu, com malícia, e elas riram, divertidas e também satisfeitas com o senso de discrição que nós três tínhamos sobre nossa visita àquela balada. — Eu tava falando pra tia agora que com o próximo que pedir vocês pra dançar, se vocês gostarem, têm que dançar e se, bom… — retomei o assunto pra animá-las a dançar com outros caras. — Que se a gente gostar e ele passar a mão na nossa bunda, a gente faz cara boa — completou minha tia, simpática. — Bom, a bunda ou o que for, vocês duas têm muito pra apalpar… mas vocês precisam deixar aparecer um pouco. Vamos, meninas, essas saias, quando sentar, puxa um pouco mais pra cima. Eu fui então levantando as saias delas um pouco até mostrar os joelhos e um pedaço da coxa, enquanto elas riam sem demonstrar a menor rejeição ao meu gesto ousado com as saias delas. — Bom, e agora vou dar uma voltinha por aí. Deixo vocês sozinhas um tempinho… Me afastei o suficiente pra não ser visto, mas fiquei vigiando elas de perto. Em poucos minutos, outros dois caras de uns 45 ou 46 anos se aproximaram delas e, depois de conversar por uns quinze minutos, foram todos pra pista. Começaram dançando normal e eles deviam estar elogiando elas, porque elas pareciam rir, satisfeitas. Depois, as mãos dos caras foram escorregando da cintura até a bunda das duas mulheres. Surpreendentemente, nenhuma das duas fez nenhum gesto pra tirar, então, animados com isso, os caras começaram a ficar mais ousados e beliscavam as botas e se inclinavam sobre elas como se fossem beijar seus pescoços e sussurrar em seus ouvidos. Eu observava satisfeito e cada vez mais excitado o comportamento da minha mãe e da minha tia. Não tinha certeza até onde elas estariam dispostas a ir com aqueles dois caras, mas pareciam se sentir à vontade com eles, e eu gostava da ideia de que tanto minha mãe quanto minha tia estivesse se divertindo com eles e se sentindo mulheres ainda atraentes para os homens. Além disso, aqueles dois caras eram visivelmente mais jovens que elas, então sem dúvida isso também devia lisonjeá-las e aumentar o ego delas. Minha curiosidade em saber mais sobre o que estava rolando me fez ter a ideia de me aproximar deles dançando, mas tentando não ser descoberto. Sem perder tempo, pedi uma dança a uma senhora de uns 55 anos que estava com outra da mesma idade e comecei a dançar com ela perto de onde minha mãe e minha tia estavam, mas tentando não ser visto. A luz fraca da pista, que naquele momento continuava assim, pois ainda rolava a sessão de lentos, especialmente os mais românticos, ajudava demais no meu disfarce. — Ver seus bicos tão durinhos assim no tecido do vestido me deixou todo excitado — ouvi o cara que estava com minha tia dizer ao passar por perto. Os dois caras, evidentemente, não perdiam tempo. Com certeza não era para isso que se ia naquela balada. Depois, tentei me aproximar da minha mãe e ouvi o parceiro dela dizer: — Daria tudo para ver essa rabuda, gostosa. Meu carro está estacionado aqui perto, quer dar uma voltinha? Minha mãe disse que naquele dia não dava, e o cara, muito educadamente, disse que talvez outro dia e continuou elogiando ela de forma amigável, mas com toques claramente sexuais. Eu não quis arriscar ser descoberto e talvez criar uma situação constrangedora para elas, então fui me deslocando para o outro lado da pista e deixei a coroa por lá, não sem antes apertar bem a bunda dela. dedicar um elogio safado e receber o sorriso dela como resposta. Pouco depois, vi minha mãe e minha tia voltarem pra mesa onde a gente tava com os dois caras. Eles ficaram mais um tempinho com elas e depois se despediram. Na hora, deram os dois beijos de praxe, mas eles, bem espertos, deram um jeito de que o segundo beijo em cada mulher fosse na boca, não na bochecha. Todo mundo riu e os dois foram embora. Uns minutos depois, apareci e perguntei como tinha sido. — Você nos viu, né? — perguntou minha mãe, meio tímida. — Um pouco — falei, com um sorriso. — Então, a gente tava dançando com uns caras que queriam passar a mão na nossa bunda, mas eu gostei mais de como você passava a mão na minha, ha, ha, ha. — explicou minha tia, com graça. — Mas vocês se divertiram, né? A gente conversou numa boa e, quando já tava perto da hora de ir, no meio do papo fazendo um balanço da tarde, eu falei que o melhor momento foi quando dancei com minha tia e minha mãe. — Que filho da puta. Olha só, passar a mão na bunda não só da sua tia, mas também da sua mãe… — Agora não vem com essa de santinha, que o que você tava era com inveja e queria que um gurizinho também passasse a mão na sua bunda — disse minha tia, se divertindo. Minha mãe riu e aí a gente foi embora da balada. — Pra próxima vez que a gente vier, temos que repensar o look de vocês, hein, gurias? Hoje vocês vieram muito comportadinhas. — falei pra elas no caminho pro estacionamento. No caminho pra casa, a gente continuou comentando tudo e elas me falaram que os caras com quem dançaram marcaram de encontrar elas lá na próxima sexta. Eu incentivei elas a irem, claro, e elas disseram que não sabiam o que fazer e que iam pensar. Quando chegamos na casa da minha tia Rosa, na hora de se despedir no carro, eu falei: — Então, tia, quando é que eu vou poder ver aquela calcinha gostosa de novo… e passar a mão na sua bunda outra vez. — Filho, quando você quiser — respondeu ela, se divertindo. — Já viu que eu não nego. E contigo foi com quem eu me diverti mais hoje. E se a gente for naquela balada na sexta que vem, a gente não vai deixar de dar mais uma dançada eu e você, né? Nós três rimos e minha tia já subiu pra casa dela e nós continuamos pra nossa. — Me diverti pra caramba, filho — disse minha mãe quando já estávamos indo pra casa saindo da garagem — principalmente contigo… — Eu também, mãe. O que eu mais curti foi dançar com vocês — completei com malícia. Não aconteceu nada digno de nota até a quarta-feira seguinte. Além disso, minha mãe e eu mal conseguimos conversar a sós até aquela tarde. Então, quando ficamos sozinhos em casa, minha mãe me disse: — Filho, preciso te falar uma coisa. Talvez você ache que sua mãe é uma sem-vergonha ou sei lá… Bom, o negócio é que sua tia e eu conversamos e decidimos que vamos sim nessa balada na sexta também. Afinal, a gente vai passar o tempo e não tá fazendo mal nenhum… — Claro. — Concordei — E por que você ia parecer uma sem-vergonha pra mim, mãe? — Ora, porque talvez você pense que é pra gente se encontrar com aqueles caras do outro dia e… bom, talvez você ache que sua mãe é… sei lá. — Como é que eu vou ter que te falar que o que eu mais quero é que você se divirta? E se for com eles, ótimo, e se for com outros que vocês encontrarem lá, também ótimo. — Como você é, filho. Bom, pra ser sincera, porque nisso a gente tá sendo todos e é melhor assim, a verdade é que em parte a gente quer sim ir pra ver o que esses caras vão falar. Não é que a gente vá fazer nada, mas… Bom, a curiosidade tá falando mais alto e… cê sabe. — Sim, mãe, sim… a curiosidade… — falei com um duplo sentido óbvio, fazendo nós dois rirmos. — Não seja bobo, vai. Bom, o negócio é que a gente queria que você também fosse com a gente… — Vou adorar acompanhar vocês, claro, mas talvez eu atrapalhe, né? — Não seja bobo. Nós duas preferimos que você venha. Nos dá muita segurança ter você por perto e, falando sério, aconteça o que acontecer, você já falou um monte de vezes que ninguém vai ficar sabendo. Nada, e temos a discrição garantida. Nós duas preferimos que você fique com a gente. — Bom, pra mim é um prazer. — Além disso, sua tia quer dar mais uma dançadinha daquelas com você e que você apalpe bem a bunda dela. Sim, sim. Tô falando sério. Ela mesma me disse com essas palavras. — Melhor ainda. E você, mamãe? Acha que vai querer dançar comigo também? — Se você me tirar pra dançar… eu não vou dizer que não… — respondeu ela, sorrindo de forma safada. — Bom, então se esses seus amigos deixarem vocês livres um momento, claro que a gente vai dançar de novo. — Ora, vai dar tempo pra tudo, eu acho. Continua…
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