Minha vida parecia ter se organizado após o sexo com meu sobrinho. A calentura me havia baixado para níveis normais, ninguém havia notado minha aventura e havia oportunidades de poder seguir saboreando as mieles daquela deliciosa e grande cock que fazia jogo com aquele corpo quase de modelo. Aos 35 anos, pegar-se algo assim era a solução para todos os problemas, mas de pouco em pouco me dei conta que não era eu quem estava ao comando da situação.
Passaram duas semanas desde que o havia desvirgado e eu estava muito mais cachonda do que antes. As masturbações noturnas se tornaram mais intensas com o brinquedo. Também me o comecei a introduzir no cu imaginando sua bela cock como uma grande estaca cravando-me toda. Houve noites em que tive que fazer dois para tratar de relaxar, mas seu membro aparecia novamente para explodir-me a cabeça.
Me sentia mais puta do que nunca. Meu marido já era um recordação distante com quem conversávamos todos os dias sobre as coisas cotidianas, mas com quem havíamos perdido o contato. A ponto de que no último fim de semana longo viajaram os meninos com minha concuña para o Sul para estar com ele, mas eu me stayed em Buenos Aires alegando alguns problemas domésticos que seriam ideais de resolver sem os meninos em casa, como lavar as alfombras. Carlos achou boa a ideia, disse que era a melhor mãe do mundo e que me amava. Eu precisava uma boa fuxiqueira. Estava quente, linda e não ia me resignar a deixar o sexo pela família, o dinheiro ou a distância. Era tempo perdido que sabemos, nunca se pode recuperar.
Meu sobrinho não me chamava e isso me inquietava mais. Me comecei a sentir paranoica e tinha medo de que o menino se arrependesse ou lhe contasse a alguém. Mandei um mensagem no dia do seu aniversário, uns beijos e uns corações. Mas respondeu aos três dias com um obrigado seco que me deixou gelada. Comprei outro brinquedo no sex shop, um pouco mais sofisticado que servia para a dupla penetração. Outro dos Deficits de meu casamento era o sexo anal, porque a meu marido não me aquecia tanto. A mim me tornava louca, fazia-me ver as estrelas, eu tinha orgasmos mais estridentes e longos e ficava profundamente relaxada. Éxtasis.
Sem dar conta, havia me tornado adicta à pornografia. Viajava vídeos enquanto me introduzia o(s) joguetes. Em todos os casos desejava que fosse a descomunal cock de meu sobrinho que me penetrasse. Recordava suas veias inchadas e seu grosor... com a mão apenas podia cobri-la toda.
Mas o mais delicioso era seu cul, para isso não havia joguete que alcançasse. Como o cara não me chamava, me armei uma conta no Tinder. Estava tão quente que até me cheguei a pajear vendo fotos de perfis. Buscava guys, essa parecia ser minha nova obsessão.
Chegou o fim de semana longo. Comprei um chip no kiosco para ter também uma linha falsa no caso de algum me querer contactar. Explotei a conta, felizmente havia milhões de guys com vontade de se acasalar com uma veterana. Eu havia posto fotos sugestivas, em bikini, em minifalda, em calças. Em todas se viam bem minhas curvas, minhas tetas e sobretudo meu cu. Não pus fotos da minha cara, mas se notava que tenho um bom lombo apesar dos partos.
Quando já me ia mandar alguma cagada, chegou o mensagem esperado. Era um áudio.
-Tia amanhã vais estar? Se puder, passa a deixar os currículos. Qualquer coisa avísame. Não sei se estás ou te vais o finde para o Sul. Obrigada pelo mensagem do aniversário. Estive meio enferrujado para sacar o registro e outros trâmites. Beijos.
Enquanto o escutava, as palpitações de minha vagina se tornaram intensas, estava molhada e tive que me manusear um pouco o clitóris para me acalmar. Se a fazia bem, eu a faria todo o fim de semana. Tinha a casa toda para mim. Os meninos bem longe com meu marido e uma cock linda que me havia feito feliz. Essa cama despertou todas minhas ganas de desfrutar e gozar como se deve.
Deixei passar duas horas para que não pensasse que estava desesperada. Me sentia mais confortável no papel de senhora com experiência. Mas mandei um mensagem com toda a intenção de acalorar para que o piolho estivesse garantido. “Olá bombom, como você está. Se não houver nenhum problema. Os meninos vão sair cedo para Sul e eu vou estar tranquila com os horários e sozinha em casa quase todo fim de semana longo. Avise-me quando quiser passar e não há problema, parabéns pelo registro. 18 anos bombom, que inveja”, mandei também com voz de bebota cachonda.
A tia do remisse foi buscar os meninos às 7 da manhã. Eu aproveitei para ir me depilar e comprar algumas coisas para casa. Cheguei por volta das 9 e para minha surpresa meu sobrinho estava esperando-me na porta. “Olá Tia, passava e me tirei o lance”. Me molhei toda e dei um beijo quando fechamos a porta de entrada. “Que surpresa bebé, eu esperava mais tarde. Bancame que me dou uma ducha e estou com você”.
Havia trazido seu notebook, então perguntou a chave do wi-fi e se acomodou no living com a televisão ligada. Na ducha estava muito animada, queria que abrisse a porta e me pegasse assim parada, que me lubricasse o cu e me rompesse tudo. Estava em chamas, a palavra “pussy” me queimava e me fez outra flor de masturbação que me deixou com os peitos eretos e a pele de galinha. Pus uma blusa solta e um short desportivo e nos pés sandálias que uso em casa. Pus creme, perfume e fui decidida para o living para pegá-lo.
Descei lentamente pela escada para não distraí-lo e quando cheguei encontrei com uma cena que me pôs mais quente. Estava deitado no sofá masturbando seu enorme cock e olhando vídeos com seu notebook. Se masturbava com essas imensas mãos, com o calção apenas desabotoado. Caminhei lentamente para não assustá-lo, gostava de contemplar como se tocava, como lhe agradava. Tirei as sandálias para não fazer barulho e lentamente me acomodei atrás do sofá da sala. Desde ali via seu enorme “ costas e seu membro emergindo ameaçadoramente. Estava inchado, vermelho, com todas as veias marcadas. Não pude resisitir“Você precisa de ajuda, coração.“,”Diz-lhe no oído enquanto com uma das minhas mãos lhe corria a sua e me apoderava desse belo instrumento. Minhas tetas ficaram na altura de sua cara. Eu ergui a blusa e pedi que as chupasse. Na notebook, continuava a película pornô. Eu desejava que tivesse cenas de sexo anal para que me penetrasse. Faz-me o mesmo, pensei dizer-lhe. Os lábios da minha vagina estavam úmidos, com a outra mão eu meti dois dedos e estremeci. Chupemela toda, disse ele com um tom que me aqueceu mais ainda porque pela primeira vez me sentia incapaz de não fazer o que me pedisse. Eu me atirei por cima do sofá. Ele continuava sentado. Chupemela assim, mostrei a notebook e tentei imitar os movimentos. Tive que meter a cock até a garganta, fiquei sem respiração e ainda a metade ficou fora. Era gorda e larga. E estava dura como uma pedra. Eu dei golpes na cara como fazia a de la película e estava fervendo.
Parei diante dele, de costas, levei as mãos para os cachecos do cu para que me apertasse. Abri todo o que pude para que se tentasse. Ele agarrou-me da cintura e acomodou a cock na vagina. Eu sentei com um golpe, instantaneamente e tive meu primeiro orgasmo. Essa cock partia-me ao meio, parecia mais grande que a do debut.
Meu sobrinho bombou com muito mais estilo que em sua primeira vez. Com suas enormes mãos me levantava pela cintura e me deixava cair para que o recorrido da sua cock fosse mais intenso. Sentia sua respiração na nuca, por momentos agarrou-me as tetas com força e as sobou. Me pellizcava os pezones como se tivesse experiência. Eu nesse momento era sua puta, não uma tia experimentada.
Começou a tomar a iniciativa. Pediu que me pusse em quatro no sofá e abrisse os cantos. Começou a coger-me forte, a cock dava-me muito prazer, acabei outra vez, gritando como uma louca: Como eu gosto dessa cock guy, vou comer toda, disse gritando. Coge-me toda, sou sua tia puta. Sentiu que essas palavras Surtiram efeito porque o seu pau se inflou e senti calafrios pela espinha. E quando ele me meteu um dos seus dedos enormes no bumbum, vi as estrelas. Estava desatada, queria gozar até que o mundo se acabasse.
A putas como eu gostam de que lhe rompam o cu, disse-lhe e abri os cachecos com as duas mãos. Agarrei a cock e acomodei-a na entrada do meu orifício. Tinha-o dilatado por meus líquidos e por esses dedos enormes que pedi que me metesse enquanto eu gozava como uma puta em celo.
Ele me penetró com doçura, sem que me doresse nada, ficou uns instantes quietos até que eu comecei a me mover lentamente com essa enorme cock cravada no bumbum. Me tremiam as pernas e não pude conter o orgasmo quando ele descarregou um jato de leite quente e espesso. Desabou sobre mim com sua vara metida até os testículos.
Não queria que a sacasse, queria mais.
Nos demos uns abraços e perguntei-lhe se queria ficar para almoçar. Assentiu com a cabeça. Em silêncio, baixou a tampa do seu notebook e subiu os calções, mas ficou em cueca. As gotas de suor o faziam mais brilhante.
Eu havia acabado três vezes, tinha seu leite correndo pela entreperna com o bumbum bem aberto, mas seguia quente, queria mais...
Pediu uma toalha para se dar um banho e enquanto isso eu preparei algo rápido e leve para comer. Eu só tinha fome de cock. Voltou com a toalha na cintura porque havia deixado a blusa no sofá e comemos na mesa da cozinha. Ele seguia com a toalha na cintura e uma blusa leve. E foi quando me dei conta de que era ele quem tinha as rédeas.
Agora vou te dar o postre, disse-me e se abriu a toalha. Sua cock asomou imensa, estava a meio parar mas com todas as veias marcadas. Os testículos estavam mais firmes após o primeiro polvo e não pude resistir. Abalancei sobre essa cock e a succionei com vontade. Joguei com minha língua no prepúcio e isso o excitou mais me agarrou da nuca e me hundiu a cabeça até Donde pude. Esta vez a cock havia entrado muito mais porque podia sentir o sussurrar dos pelos do seu pubis em minha nariz. Sentia-a até à garganta, era deliciosa. 'Vou te tomar toda a cum tía', disse ela e fazendo pressão com sua mão na minha cabeça descarregou outro jato de esperma quente, yummy que me fez gozar enquanto eu me frotava. Seguiu-se chupando uns minutos mais, até que foi cedendo. Ainda assim, em repouso, era grande e grossa. 'Sos puta tía eh', disse ela enquanto com um dedo me dava um pouco de seu sêmen que havia ficado fora. 'Você gosta da cum eh'. Eu lhe dei uma resposta instantânea da qual mais tarde me arrependeria. 'Eu adoro a cum, eu adoro quando me pegam e que me rompam o cu'. Ela sorriu com um halo de mistério, como quando alguém está pensando em algo. E isso me pôs novamente puta e cachonda.
Ela disse que ia se reunir com seu grupo de capoeira em uma praça que não está muito longe de casa e que mais tarde me mandaria mensagem para ver o que estava fazendo. 'Que lío se armaria se soubesse o tio não?', perguntou ela com o mesmo semblante que lhe havia descoberto após minhas palavras. 'Se fazermos as coisas bem, não tem por que saber', me tranquilizou. Mas estava errada.
Peguei uma ducha. Ainda me palpitava o cu com tremenda gozação. Estava cheia mas não satisfeita. Queria mais porque sabia que com a casa vazia era minha oportunidade. Fui fazer outra masturbação e me dormi uma siesta reparadora porque as pernas haviam ficado flojas. Quando me despertei, fiquei paralisada quando abri o telefone. Havia um mensagem de meu sobrinho e um link para ver um vídeo. Me pus nervosa e quando se abriu quase caí de costas. Era eu gritando, pedindo cock, chupando-me em uma poltrona. O filho da puta me havia filmado com a notebook sem que eu desse conta. Como se lambeu olhando para a câmara com o afã de imitar o que víamos nas películas. Durava um minuto e não havia dúvidas de que era eu na poltrona da minha casa. O corte deixava a Ele só até os ombros por isso sabia que havia sido planejado, não uma casualidade. Mais além do estupor, as imagens me aqueceram, eu estava com medo de que tudo explodisse, mas também de que minha vida sexual fosse uma merda e precisasse mudar. Pagando o custo que tivesse que pagar. Havia imagens nítidas de meu cu aberto com minhas duas mãos e eu pedindo que me esfregasse como uma puta. Me tomei um uísque para me tranquilizar. E não respondi ao mensagem, mas lhe dei o visto.
Passaram as horas. Eu estava perturbada. Continuava quente porque esperava outro fim de semana, mas queria saber qual seria o próximo passo dele. Me entreterei um tempo olhando televisão até escutar o timbre da casa. Estava com um vestido solto e sem roupa interior porque estava esperando sua mensagem. Quando abri a porta, fiquei sem palavras. Estava meu sobrinho com dois amigos na porta esperando que eu abrisse. Se você faz tudo o que eu vou dizer, não precisa saber do tio, disse-me ao ouvido enquanto me agarrava forte das nádegas e com um dos dedos se certificava de que eu continuava muito quente e toda molhada... As putas precisam ser ajudadas também.
Eu me sentia escrava, mas continuava em chamas. São meninos bons e precisam que você os ensine como me ensinou a mim. Eu estava petrificada. De repente havia me convertido em uma puta sem retorno. Tinha medo, mas continuava molhada, o meu cu latejava cada vez mais forte e o bumbum se dilatava. Não pude dizer uma palavra, apenas abri a porta e os convidei a entrar. Tinha que fazer o que ele dissesse. Não tinha outra alternativa. Sem falta de um pau, agora eu tinha três.
Quando fechei a porta, notei que estava rodeada por três adolescentes ardentes. Não gostava de ser vítima de chantagem, mas no fundo estava disposta fazer tudo pela causa. Vou deixar meu sobrinho me levar, vou deixar ele dominar a situação até eu me sentir capacitada para tomar as rédeas. Tinha uma camiseta Ele só até os ombros Suelta, que me llegaba até um pouco mais abaixo das nádegas. Quando me pus em ponta para fechar a porta com as tracas, deixei que pudessem ver-me bem o cu. Meu sobrinho eu conhecia em profundidade, mas estava seguro de que seus dois amigos nunca haviam tido algo apetecível perto. 'Esta é a tia puta da qual lhes falei', disse com tom zombador. E me pressionou os ombros para o chão. Me arrodilhei e fiquei com a cara perto das três calças. Estava encharcada. Tinha um pouco de medo porque não tinha grande confiança com meu sobrinho. De repente senti que me vendavam os olhos com um lenço. 'Agora vamos ver quanto sabe de piadas da tia puta'. Comecei a temer pela minha segurança, mas nem tive tempo para me preocupar que já um dos amigos do meu sobrinho havia posto seu pau na minha boca. Não cheirava a perfume como o do meu sobrinho, era larga e mais curta. Cheirava a sêmen como se tivesse se masturbado nas últimas horas. 'Quer que eu o chupe como no vídeo', disse meu sobrinho enquanto me apertava as tetas e seu amigo pressionava com seu pau na comissura dos meus lábios. A prové com a língua, me senti suja lambendo um pau desconhecido com cheiro de sêmen. Se pôs ereta logo e começou a bombear na minha boca. Eu chorrei jorros quentes. Minha vagina lateava. Não sabia se estava preparada para viver situação semelhante, mas me deixei levar. Com a outra mão acariciava os bolas, a barriga, tratava de acariciar-lhe o cu que era mais peludo e robusto do que o do meu sobrinho. 'Quer que eu tome toda, que não se escape nem uma gota só, tia puta', disse meu sobrinho puxando-me pelo cabelo. Me excitou mais. Queria sentir essa cum correndo pela minha língua até a minha garganta. Quando senti que seus bolas se contraíam, pressionei o pau com meus lábios para que não escapasse nada. Recebi um jorro quente, tibio, era uma cum espessa e um pouco mais ácida. A tomei com gosto. Sempre gostava de que me enchissem a boca. Não me deram nem um respiro, Quando sacou seu pau já flácida outro membro me invadiu a boca. Era mais longo e um pouco menos largo. O tamanho ideal de pau para meu gosto porque você pode meter até os ovos sem se sentir sufocada. Eu continuei de joelhos e com os olhos vendados. Meu sobrinho estava atrás de mim e me acariciava as tetas. Quando viu que eu estava comendo essa nova pau com entusiasmo, inclinou um pouco para a frente para que meu cu sobressalisse. Sentiu uma língua quente em minhas entranhas. Ahhhhhhhhhhh, gritei e nesse mesmo instante o amigo dele me descarregou um jato de sêmen na cara, estava mais delicioso que a anterior, mais doce e mais tibia. Tinha muito acumulado porque precisei beber mais de três goles para acabá-la toda. Quando se correu, senti como meu sobrinho me penetrava pela use the word: pussy. Pela posição, meu clitóris roçava seu pênis em cada bomba e isso me pôs louca. Me sacou a venda dos olhos. Vi que seus dois amigos haviam se sentado no sofá e se masturbavam enquanto meu sobrinho me penetrava na posição de cão. Minhas tetas se sacudiam para trás e para frente ante cada embestida e eu acabei dois ou três vezes mais com esse pedaço de carne quente perfurando-me à vista dos desconhecidos. Estava exausta, queria que eles fossem e que tudo isso terminasse assim, sem maiores consequências. Mas me equivoquei novamente.
Meu sobrinho continuou bombando e com seus dedos trabalhava o cu. Isso me pôs louca. Um de seus amigos se arrodilhou e me pôs a pau na boca. Cada envio de meu sobrinho fazia que a pau do amigo se metesse até a garganta. O outro também se juntou e começou a acariciar as tetas. Eu queria que eles me disparassem mais sêmen. Esses garotos tinham muito acumulado, estavam muito quentes. Já havia libertado todos os meus preconceitos. Mas novamente foi meu sobrinho quem me pôs em cima: Joaquín --- disse ao que me acariciava as tetas – traga a camarita. Neguei com a cabeça, pedi por favor que não o fizesse, já estava suficiente. Mas não me fez caso. Se a tia puta não quiser se tornar famosa na internet, vai ter que fazer o que lhe dissermos. Levantou-se das cuclillas em que estava para penetrar-me por trás e pôs o pau na minha boca, chocando-o com o da seu amigo. A tia puta gosta de cum, disse ao amigo e se certificou de que o outro estivesse filmando. Agora quero ver como você me acha toda, tia puta e me encheu a cara de cum tibia. Limpie-a com a língua, puta, não quero que reste nada, ordenou-me. Eu era sua puta e sua escrava.
Eu cheirei ao sêmen, estava transpirada e com as pernas flácidas. Desnuda jogada no living da minha casa com três adolescentes quentes dispostos a me pegar até que tivessem vontade. Eu nada poderia fazer. Seria uma lástima que esses vídeos se viralizassem, ameaçou-me. Eu ainda sentia o misto de sabores de sêmen na minha boca e fazia pressão com a língua no palato para degustá-lo até o fim.
Meu sobrinho pediu que me levantasse e que fôssemos para o quarto. Enquanto subíamos a escada, meteu um dedo no ânus, até o fundo que me fez estremecer. Não pude conter o suspiro e isso o envalentonou um pouco mais. A tia puta gosta que lhe rompam o cu, avisou aos seus amigos que viam como eu me retorcia de prazer com o dedo no ânus, um dedo que tinha o tamanho de uma cock.
Quando chegamos, sentou-se no bordo da cama e me obrigou novamente a arrodillar-me. Faz-nos uma Boobs fuck; disse-me. Aqui lhes dizemos Boobs fuck meter uma cock entre as tetas. Eu tinha os peitos inchados com tanta excitação e chupava um pouco para que se deslizasse melhor entre meus seios. O mais gordo continuava filmando com uma mão e, com a outra, se acariciava o membro e o outro me meteu um dos dedos no ânus e perguntou: Posso meter-lhe o pau por aqui, senhora?. Asenti com a cabeça enquanto seguia mamando-a e fazendo uma Boobs fuck para meu sobrino. Sentiu como era penetrada pelo cu. Era o que tinha o pau curto mas Ancha, ele me fez ver as estrelas porque o meteu com torpeza e era demasiado grossa. Os sucos do meu sobrinho na boca e os pellizcones que a cada rato me dava nos peitos me fizeram querer-me mais puta ainda. 'Mais forte, pelo cu é preciso agarrar bem forte', eu disse sem importar-me três caras que tivesse ficado escrachada com a câmara. Se isso ia ser o polvo previo ao grande escândalo, pelo menos vou aproveitar. Meu sobrinho se deitou na cama, com as pernas a um lado da cama. 'Monte-me, tia puta', ele disse enquanto suas manotas me colocavam quase sem esforço em cima do seu pau. Fiquei como abraçada porque o outro se colocou atrás e me meteu até o fundo do cu de um único empurrão. Eu estava no éxtasis. Nunca em minha vida havia sido penetrada por duas pias e era uma sensação inigualável. De a pouco os dois começaram a bombear com coordenação e eu voava de prazer. Sentiu um jato quente de cúm no ass. Eu ainda estava presa na pau do meu sobrinho que cada vez a tinha mais dura e mais larga. O outro amigo, que recentemente havia enchido o Booty de esperma, se arrodilhou ao meu lado. 'Senhora, me disseram que gostava de deixar as pias bem limpas', e me meteu na boca. Tinha um pau em cada um dos meus orifícios, cheirava a esperma e estava gozando como nunca em minha vida. Acabei duas vezes e depois chegou uma catarata de orgasmos quando meu sobrinho me acabou nas entranhas. Não tinha medo de ficar grávida porque após o terceiro parto eu havia ligado as trompas, então desfrutei do esperma quente recorrendo minha cueva insaciável. O outro amigo também me acabou no cu. Sentiu como seu esperma caía nas minhas nádegas quando se decidiu a sacá-la. Nós ficamos quietos um rato mais. Como adormecidos. Eu já não tinha noção da hora que era. Foram fazer as onze. Fazia mais de três horas que eu era a escrava sexual desses sementais que não podiam crer em como puta estava quando estava quente. Me acostei na cama. Abrirem as portas e seguiram-me penetrando uma e outra vez, alternadamente. O mais gordo era o que melhor pegava, sabia usar suas mãos e me frotava o clítoris em cada investida. Eu me chupava os dedos para não gritar mais e mais forte. Me pegaram durante uma hora mais. Me acabaram nas tetas, no cu, na cara, até que se fizeram as três da manhã. Me ardía um pouco a vagina com tanto fricção e tinha o bumbum mole, porque várias vezes a sacavam de adiante para meterem-na no cu e descarregar ali seu cúm.
Meu sobrinho me olhava com uma sonrisa intrigante. Tinha seu mastim ereto e ameaçador. Agora vou dar-te o último leite e ato seguido me meteu na boca. Eiaculou um monte de sêmen, como se fosse seu primeiro orgasmo. Estava mais delicioso, como recém-produzido e me prendi a essa pega até não deixar nem rastelo de cúm.
Enquanto me pegavam haviam-se tomado todo o whisky haviam arrasado a geladeira como faziam os amigos do meu filho quando voltavam do campo de esportes.
Me pergunta o tio Carlos se pudeste dar uma mão, me avisa socarronamente meu sobrinho e me palmeia outra vez os cachecos no cu. Longe de espantar-me, me volvi a molhar e me teria pegado mais uma vez se não fosse porque iam para uma festa.
Queda tranquila, tia puta, eu não vou dizer a ninguém isso que fizemos. Mas vais ter que seguir me dando prazer até que tenha vontade. Me apertou de novo o cu e foi com seus amigos de sábado à noite. Eu estava exausta, não queria banhar-me porque me agradava sentir-me tão suja e tão puta. Por primeira vez na vida senti que havia sido bem pegada. Só por isso vou deixar que esse cara faça o que quiser.
Passaram duas semanas desde que o havia desvirgado e eu estava muito mais cachonda do que antes. As masturbações noturnas se tornaram mais intensas com o brinquedo. Também me o comecei a introduzir no cu imaginando sua bela cock como uma grande estaca cravando-me toda. Houve noites em que tive que fazer dois para tratar de relaxar, mas seu membro aparecia novamente para explodir-me a cabeça.
Me sentia mais puta do que nunca. Meu marido já era um recordação distante com quem conversávamos todos os dias sobre as coisas cotidianas, mas com quem havíamos perdido o contato. A ponto de que no último fim de semana longo viajaram os meninos com minha concuña para o Sul para estar com ele, mas eu me stayed em Buenos Aires alegando alguns problemas domésticos que seriam ideais de resolver sem os meninos em casa, como lavar as alfombras. Carlos achou boa a ideia, disse que era a melhor mãe do mundo e que me amava. Eu precisava uma boa fuxiqueira. Estava quente, linda e não ia me resignar a deixar o sexo pela família, o dinheiro ou a distância. Era tempo perdido que sabemos, nunca se pode recuperar.
Meu sobrinho não me chamava e isso me inquietava mais. Me comecei a sentir paranoica e tinha medo de que o menino se arrependesse ou lhe contasse a alguém. Mandei um mensagem no dia do seu aniversário, uns beijos e uns corações. Mas respondeu aos três dias com um obrigado seco que me deixou gelada. Comprei outro brinquedo no sex shop, um pouco mais sofisticado que servia para a dupla penetração. Outro dos Deficits de meu casamento era o sexo anal, porque a meu marido não me aquecia tanto. A mim me tornava louca, fazia-me ver as estrelas, eu tinha orgasmos mais estridentes e longos e ficava profundamente relaxada. Éxtasis.
Sem dar conta, havia me tornado adicta à pornografia. Viajava vídeos enquanto me introduzia o(s) joguetes. Em todos os casos desejava que fosse a descomunal cock de meu sobrinho que me penetrasse. Recordava suas veias inchadas e seu grosor... com a mão apenas podia cobri-la toda.
Mas o mais delicioso era seu cul, para isso não havia joguete que alcançasse. Como o cara não me chamava, me armei uma conta no Tinder. Estava tão quente que até me cheguei a pajear vendo fotos de perfis. Buscava guys, essa parecia ser minha nova obsessão.
Chegou o fim de semana longo. Comprei um chip no kiosco para ter também uma linha falsa no caso de algum me querer contactar. Explotei a conta, felizmente havia milhões de guys com vontade de se acasalar com uma veterana. Eu havia posto fotos sugestivas, em bikini, em minifalda, em calças. Em todas se viam bem minhas curvas, minhas tetas e sobretudo meu cu. Não pus fotos da minha cara, mas se notava que tenho um bom lombo apesar dos partos.
Quando já me ia mandar alguma cagada, chegou o mensagem esperado. Era um áudio.
-Tia amanhã vais estar? Se puder, passa a deixar os currículos. Qualquer coisa avísame. Não sei se estás ou te vais o finde para o Sul. Obrigada pelo mensagem do aniversário. Estive meio enferrujado para sacar o registro e outros trâmites. Beijos.
Enquanto o escutava, as palpitações de minha vagina se tornaram intensas, estava molhada e tive que me manusear um pouco o clitóris para me acalmar. Se a fazia bem, eu a faria todo o fim de semana. Tinha a casa toda para mim. Os meninos bem longe com meu marido e uma cock linda que me havia feito feliz. Essa cama despertou todas minhas ganas de desfrutar e gozar como se deve.
Deixei passar duas horas para que não pensasse que estava desesperada. Me sentia mais confortável no papel de senhora com experiência. Mas mandei um mensagem com toda a intenção de acalorar para que o piolho estivesse garantido. “Olá bombom, como você está. Se não houver nenhum problema. Os meninos vão sair cedo para Sul e eu vou estar tranquila com os horários e sozinha em casa quase todo fim de semana longo. Avise-me quando quiser passar e não há problema, parabéns pelo registro. 18 anos bombom, que inveja”, mandei também com voz de bebota cachonda.
A tia do remisse foi buscar os meninos às 7 da manhã. Eu aproveitei para ir me depilar e comprar algumas coisas para casa. Cheguei por volta das 9 e para minha surpresa meu sobrinho estava esperando-me na porta. “Olá Tia, passava e me tirei o lance”. Me molhei toda e dei um beijo quando fechamos a porta de entrada. “Que surpresa bebé, eu esperava mais tarde. Bancame que me dou uma ducha e estou com você”.
Havia trazido seu notebook, então perguntou a chave do wi-fi e se acomodou no living com a televisão ligada. Na ducha estava muito animada, queria que abrisse a porta e me pegasse assim parada, que me lubricasse o cu e me rompesse tudo. Estava em chamas, a palavra “pussy” me queimava e me fez outra flor de masturbação que me deixou com os peitos eretos e a pele de galinha. Pus uma blusa solta e um short desportivo e nos pés sandálias que uso em casa. Pus creme, perfume e fui decidida para o living para pegá-lo.
Descei lentamente pela escada para não distraí-lo e quando cheguei encontrei com uma cena que me pôs mais quente. Estava deitado no sofá masturbando seu enorme cock e olhando vídeos com seu notebook. Se masturbava com essas imensas mãos, com o calção apenas desabotoado. Caminhei lentamente para não assustá-lo, gostava de contemplar como se tocava, como lhe agradava. Tirei as sandálias para não fazer barulho e lentamente me acomodei atrás do sofá da sala. Desde ali via seu enorme “ costas e seu membro emergindo ameaçadoramente. Estava inchado, vermelho, com todas as veias marcadas. Não pude resisitir“Você precisa de ajuda, coração.“,”Diz-lhe no oído enquanto com uma das minhas mãos lhe corria a sua e me apoderava desse belo instrumento. Minhas tetas ficaram na altura de sua cara. Eu ergui a blusa e pedi que as chupasse. Na notebook, continuava a película pornô. Eu desejava que tivesse cenas de sexo anal para que me penetrasse. Faz-me o mesmo, pensei dizer-lhe. Os lábios da minha vagina estavam úmidos, com a outra mão eu meti dois dedos e estremeci. Chupemela toda, disse ele com um tom que me aqueceu mais ainda porque pela primeira vez me sentia incapaz de não fazer o que me pedisse. Eu me atirei por cima do sofá. Ele continuava sentado. Chupemela assim, mostrei a notebook e tentei imitar os movimentos. Tive que meter a cock até a garganta, fiquei sem respiração e ainda a metade ficou fora. Era gorda e larga. E estava dura como uma pedra. Eu dei golpes na cara como fazia a de la película e estava fervendo.
Parei diante dele, de costas, levei as mãos para os cachecos do cu para que me apertasse. Abri todo o que pude para que se tentasse. Ele agarrou-me da cintura e acomodou a cock na vagina. Eu sentei com um golpe, instantaneamente e tive meu primeiro orgasmo. Essa cock partia-me ao meio, parecia mais grande que a do debut.
Meu sobrinho bombou com muito mais estilo que em sua primeira vez. Com suas enormes mãos me levantava pela cintura e me deixava cair para que o recorrido da sua cock fosse mais intenso. Sentia sua respiração na nuca, por momentos agarrou-me as tetas com força e as sobou. Me pellizcava os pezones como se tivesse experiência. Eu nesse momento era sua puta, não uma tia experimentada.
Começou a tomar a iniciativa. Pediu que me pusse em quatro no sofá e abrisse os cantos. Começou a coger-me forte, a cock dava-me muito prazer, acabei outra vez, gritando como uma louca: Como eu gosto dessa cock guy, vou comer toda, disse gritando. Coge-me toda, sou sua tia puta. Sentiu que essas palavras Surtiram efeito porque o seu pau se inflou e senti calafrios pela espinha. E quando ele me meteu um dos seus dedos enormes no bumbum, vi as estrelas. Estava desatada, queria gozar até que o mundo se acabasse.
A putas como eu gostam de que lhe rompam o cu, disse-lhe e abri os cachecos com as duas mãos. Agarrei a cock e acomodei-a na entrada do meu orifício. Tinha-o dilatado por meus líquidos e por esses dedos enormes que pedi que me metesse enquanto eu gozava como uma puta em celo.
Ele me penetró com doçura, sem que me doresse nada, ficou uns instantes quietos até que eu comecei a me mover lentamente com essa enorme cock cravada no bumbum. Me tremiam as pernas e não pude conter o orgasmo quando ele descarregou um jato de leite quente e espesso. Desabou sobre mim com sua vara metida até os testículos.
Não queria que a sacasse, queria mais.
Nos demos uns abraços e perguntei-lhe se queria ficar para almoçar. Assentiu com a cabeça. Em silêncio, baixou a tampa do seu notebook e subiu os calções, mas ficou em cueca. As gotas de suor o faziam mais brilhante.
Eu havia acabado três vezes, tinha seu leite correndo pela entreperna com o bumbum bem aberto, mas seguia quente, queria mais...
Pediu uma toalha para se dar um banho e enquanto isso eu preparei algo rápido e leve para comer. Eu só tinha fome de cock. Voltou com a toalha na cintura porque havia deixado a blusa no sofá e comemos na mesa da cozinha. Ele seguia com a toalha na cintura e uma blusa leve. E foi quando me dei conta de que era ele quem tinha as rédeas.
Agora vou te dar o postre, disse-me e se abriu a toalha. Sua cock asomou imensa, estava a meio parar mas com todas as veias marcadas. Os testículos estavam mais firmes após o primeiro polvo e não pude resistir. Abalancei sobre essa cock e a succionei com vontade. Joguei com minha língua no prepúcio e isso o excitou mais me agarrou da nuca e me hundiu a cabeça até Donde pude. Esta vez a cock havia entrado muito mais porque podia sentir o sussurrar dos pelos do seu pubis em minha nariz. Sentia-a até à garganta, era deliciosa. 'Vou te tomar toda a cum tía', disse ela e fazendo pressão com sua mão na minha cabeça descarregou outro jato de esperma quente, yummy que me fez gozar enquanto eu me frotava. Seguiu-se chupando uns minutos mais, até que foi cedendo. Ainda assim, em repouso, era grande e grossa. 'Sos puta tía eh', disse ela enquanto com um dedo me dava um pouco de seu sêmen que havia ficado fora. 'Você gosta da cum eh'. Eu lhe dei uma resposta instantânea da qual mais tarde me arrependeria. 'Eu adoro a cum, eu adoro quando me pegam e que me rompam o cu'. Ela sorriu com um halo de mistério, como quando alguém está pensando em algo. E isso me pôs novamente puta e cachonda.
Ela disse que ia se reunir com seu grupo de capoeira em uma praça que não está muito longe de casa e que mais tarde me mandaria mensagem para ver o que estava fazendo. 'Que lío se armaria se soubesse o tio não?', perguntou ela com o mesmo semblante que lhe havia descoberto após minhas palavras. 'Se fazermos as coisas bem, não tem por que saber', me tranquilizou. Mas estava errada.
Peguei uma ducha. Ainda me palpitava o cu com tremenda gozação. Estava cheia mas não satisfeita. Queria mais porque sabia que com a casa vazia era minha oportunidade. Fui fazer outra masturbação e me dormi uma siesta reparadora porque as pernas haviam ficado flojas. Quando me despertei, fiquei paralisada quando abri o telefone. Havia um mensagem de meu sobrinho e um link para ver um vídeo. Me pus nervosa e quando se abriu quase caí de costas. Era eu gritando, pedindo cock, chupando-me em uma poltrona. O filho da puta me havia filmado com a notebook sem que eu desse conta. Como se lambeu olhando para a câmara com o afã de imitar o que víamos nas películas. Durava um minuto e não havia dúvidas de que era eu na poltrona da minha casa. O corte deixava a Ele só até os ombros por isso sabia que havia sido planejado, não uma casualidade. Mais além do estupor, as imagens me aqueceram, eu estava com medo de que tudo explodisse, mas também de que minha vida sexual fosse uma merda e precisasse mudar. Pagando o custo que tivesse que pagar. Havia imagens nítidas de meu cu aberto com minhas duas mãos e eu pedindo que me esfregasse como uma puta. Me tomei um uísque para me tranquilizar. E não respondi ao mensagem, mas lhe dei o visto.
Passaram as horas. Eu estava perturbada. Continuava quente porque esperava outro fim de semana, mas queria saber qual seria o próximo passo dele. Me entreterei um tempo olhando televisão até escutar o timbre da casa. Estava com um vestido solto e sem roupa interior porque estava esperando sua mensagem. Quando abri a porta, fiquei sem palavras. Estava meu sobrinho com dois amigos na porta esperando que eu abrisse. Se você faz tudo o que eu vou dizer, não precisa saber do tio, disse-me ao ouvido enquanto me agarrava forte das nádegas e com um dos dedos se certificava de que eu continuava muito quente e toda molhada... As putas precisam ser ajudadas também.
Eu me sentia escrava, mas continuava em chamas. São meninos bons e precisam que você os ensine como me ensinou a mim. Eu estava petrificada. De repente havia me convertido em uma puta sem retorno. Tinha medo, mas continuava molhada, o meu cu latejava cada vez mais forte e o bumbum se dilatava. Não pude dizer uma palavra, apenas abri a porta e os convidei a entrar. Tinha que fazer o que ele dissesse. Não tinha outra alternativa. Sem falta de um pau, agora eu tinha três.
Quando fechei a porta, notei que estava rodeada por três adolescentes ardentes. Não gostava de ser vítima de chantagem, mas no fundo estava disposta fazer tudo pela causa. Vou deixar meu sobrinho me levar, vou deixar ele dominar a situação até eu me sentir capacitada para tomar as rédeas. Tinha uma camiseta Ele só até os ombros Suelta, que me llegaba até um pouco mais abaixo das nádegas. Quando me pus em ponta para fechar a porta com as tracas, deixei que pudessem ver-me bem o cu. Meu sobrinho eu conhecia em profundidade, mas estava seguro de que seus dois amigos nunca haviam tido algo apetecível perto. 'Esta é a tia puta da qual lhes falei', disse com tom zombador. E me pressionou os ombros para o chão. Me arrodilhei e fiquei com a cara perto das três calças. Estava encharcada. Tinha um pouco de medo porque não tinha grande confiança com meu sobrinho. De repente senti que me vendavam os olhos com um lenço. 'Agora vamos ver quanto sabe de piadas da tia puta'. Comecei a temer pela minha segurança, mas nem tive tempo para me preocupar que já um dos amigos do meu sobrinho havia posto seu pau na minha boca. Não cheirava a perfume como o do meu sobrinho, era larga e mais curta. Cheirava a sêmen como se tivesse se masturbado nas últimas horas. 'Quer que eu o chupe como no vídeo', disse meu sobrinho enquanto me apertava as tetas e seu amigo pressionava com seu pau na comissura dos meus lábios. A prové com a língua, me senti suja lambendo um pau desconhecido com cheiro de sêmen. Se pôs ereta logo e começou a bombear na minha boca. Eu chorrei jorros quentes. Minha vagina lateava. Não sabia se estava preparada para viver situação semelhante, mas me deixei levar. Com a outra mão acariciava os bolas, a barriga, tratava de acariciar-lhe o cu que era mais peludo e robusto do que o do meu sobrinho. 'Quer que eu tome toda, que não se escape nem uma gota só, tia puta', disse meu sobrinho puxando-me pelo cabelo. Me excitou mais. Queria sentir essa cum correndo pela minha língua até a minha garganta. Quando senti que seus bolas se contraíam, pressionei o pau com meus lábios para que não escapasse nada. Recebi um jorro quente, tibio, era uma cum espessa e um pouco mais ácida. A tomei com gosto. Sempre gostava de que me enchissem a boca. Não me deram nem um respiro, Quando sacou seu pau já flácida outro membro me invadiu a boca. Era mais longo e um pouco menos largo. O tamanho ideal de pau para meu gosto porque você pode meter até os ovos sem se sentir sufocada. Eu continuei de joelhos e com os olhos vendados. Meu sobrinho estava atrás de mim e me acariciava as tetas. Quando viu que eu estava comendo essa nova pau com entusiasmo, inclinou um pouco para a frente para que meu cu sobressalisse. Sentiu uma língua quente em minhas entranhas. Ahhhhhhhhhhh, gritei e nesse mesmo instante o amigo dele me descarregou um jato de sêmen na cara, estava mais delicioso que a anterior, mais doce e mais tibia. Tinha muito acumulado porque precisei beber mais de três goles para acabá-la toda. Quando se correu, senti como meu sobrinho me penetrava pela use the word: pussy. Pela posição, meu clitóris roçava seu pênis em cada bomba e isso me pôs louca. Me sacou a venda dos olhos. Vi que seus dois amigos haviam se sentado no sofá e se masturbavam enquanto meu sobrinho me penetrava na posição de cão. Minhas tetas se sacudiam para trás e para frente ante cada embestida e eu acabei dois ou três vezes mais com esse pedaço de carne quente perfurando-me à vista dos desconhecidos. Estava exausta, queria que eles fossem e que tudo isso terminasse assim, sem maiores consequências. Mas me equivoquei novamente.
Meu sobrinho continuou bombando e com seus dedos trabalhava o cu. Isso me pôs louca. Um de seus amigos se arrodilhou e me pôs a pau na boca. Cada envio de meu sobrinho fazia que a pau do amigo se metesse até a garganta. O outro também se juntou e começou a acariciar as tetas. Eu queria que eles me disparassem mais sêmen. Esses garotos tinham muito acumulado, estavam muito quentes. Já havia libertado todos os meus preconceitos. Mas novamente foi meu sobrinho quem me pôs em cima: Joaquín --- disse ao que me acariciava as tetas – traga a camarita. Neguei com a cabeça, pedi por favor que não o fizesse, já estava suficiente. Mas não me fez caso. Se a tia puta não quiser se tornar famosa na internet, vai ter que fazer o que lhe dissermos. Levantou-se das cuclillas em que estava para penetrar-me por trás e pôs o pau na minha boca, chocando-o com o da seu amigo. A tia puta gosta de cum, disse ao amigo e se certificou de que o outro estivesse filmando. Agora quero ver como você me acha toda, tia puta e me encheu a cara de cum tibia. Limpie-a com a língua, puta, não quero que reste nada, ordenou-me. Eu era sua puta e sua escrava.
Eu cheirei ao sêmen, estava transpirada e com as pernas flácidas. Desnuda jogada no living da minha casa com três adolescentes quentes dispostos a me pegar até que tivessem vontade. Eu nada poderia fazer. Seria uma lástima que esses vídeos se viralizassem, ameaçou-me. Eu ainda sentia o misto de sabores de sêmen na minha boca e fazia pressão com a língua no palato para degustá-lo até o fim.
Meu sobrinho pediu que me levantasse e que fôssemos para o quarto. Enquanto subíamos a escada, meteu um dedo no ânus, até o fundo que me fez estremecer. Não pude conter o suspiro e isso o envalentonou um pouco mais. A tia puta gosta que lhe rompam o cu, avisou aos seus amigos que viam como eu me retorcia de prazer com o dedo no ânus, um dedo que tinha o tamanho de uma cock.
Quando chegamos, sentou-se no bordo da cama e me obrigou novamente a arrodillar-me. Faz-nos uma Boobs fuck; disse-me. Aqui lhes dizemos Boobs fuck meter uma cock entre as tetas. Eu tinha os peitos inchados com tanta excitação e chupava um pouco para que se deslizasse melhor entre meus seios. O mais gordo continuava filmando com uma mão e, com a outra, se acariciava o membro e o outro me meteu um dos dedos no ânus e perguntou: Posso meter-lhe o pau por aqui, senhora?. Asenti com a cabeça enquanto seguia mamando-a e fazendo uma Boobs fuck para meu sobrino. Sentiu como era penetrada pelo cu. Era o que tinha o pau curto mas Ancha, ele me fez ver as estrelas porque o meteu com torpeza e era demasiado grossa. Os sucos do meu sobrinho na boca e os pellizcones que a cada rato me dava nos peitos me fizeram querer-me mais puta ainda. 'Mais forte, pelo cu é preciso agarrar bem forte', eu disse sem importar-me três caras que tivesse ficado escrachada com a câmara. Se isso ia ser o polvo previo ao grande escândalo, pelo menos vou aproveitar. Meu sobrinho se deitou na cama, com as pernas a um lado da cama. 'Monte-me, tia puta', ele disse enquanto suas manotas me colocavam quase sem esforço em cima do seu pau. Fiquei como abraçada porque o outro se colocou atrás e me meteu até o fundo do cu de um único empurrão. Eu estava no éxtasis. Nunca em minha vida havia sido penetrada por duas pias e era uma sensação inigualável. De a pouco os dois começaram a bombear com coordenação e eu voava de prazer. Sentiu um jato quente de cúm no ass. Eu ainda estava presa na pau do meu sobrinho que cada vez a tinha mais dura e mais larga. O outro amigo, que recentemente havia enchido o Booty de esperma, se arrodilhou ao meu lado. 'Senhora, me disseram que gostava de deixar as pias bem limpas', e me meteu na boca. Tinha um pau em cada um dos meus orifícios, cheirava a esperma e estava gozando como nunca em minha vida. Acabei duas vezes e depois chegou uma catarata de orgasmos quando meu sobrinho me acabou nas entranhas. Não tinha medo de ficar grávida porque após o terceiro parto eu havia ligado as trompas, então desfrutei do esperma quente recorrendo minha cueva insaciável. O outro amigo também me acabou no cu. Sentiu como seu esperma caía nas minhas nádegas quando se decidiu a sacá-la. Nós ficamos quietos um rato mais. Como adormecidos. Eu já não tinha noção da hora que era. Foram fazer as onze. Fazia mais de três horas que eu era a escrava sexual desses sementais que não podiam crer em como puta estava quando estava quente. Me acostei na cama. Abrirem as portas e seguiram-me penetrando uma e outra vez, alternadamente. O mais gordo era o que melhor pegava, sabia usar suas mãos e me frotava o clítoris em cada investida. Eu me chupava os dedos para não gritar mais e mais forte. Me pegaram durante uma hora mais. Me acabaram nas tetas, no cu, na cara, até que se fizeram as três da manhã. Me ardía um pouco a vagina com tanto fricção e tinha o bumbum mole, porque várias vezes a sacavam de adiante para meterem-na no cu e descarregar ali seu cúm.
Meu sobrinho me olhava com uma sonrisa intrigante. Tinha seu mastim ereto e ameaçador. Agora vou dar-te o último leite e ato seguido me meteu na boca. Eiaculou um monte de sêmen, como se fosse seu primeiro orgasmo. Estava mais delicioso, como recém-produzido e me prendi a essa pega até não deixar nem rastelo de cúm.
Enquanto me pegavam haviam-se tomado todo o whisky haviam arrasado a geladeira como faziam os amigos do meu filho quando voltavam do campo de esportes.
Me pergunta o tio Carlos se pudeste dar uma mão, me avisa socarronamente meu sobrinho e me palmeia outra vez os cachecos no cu. Longe de espantar-me, me volvi a molhar e me teria pegado mais uma vez se não fosse porque iam para uma festa.
Queda tranquila, tia puta, eu não vou dizer a ninguém isso que fizemos. Mas vais ter que seguir me dando prazer até que tenha vontade. Me apertou de novo o cu e foi com seus amigos de sábado à noite. Eu estava exausta, não queria banhar-me porque me agradava sentir-me tão suja e tão puta. Por primeira vez na vida senti que havia sido bem pegada. Só por isso vou deixar que esse cara faça o que quiser.
1 comentários - Nepote II