A história que vou contar aconteceu uns 10 anos atrás. Pelos meus relatos anteriores, vocês já percebem a vida sexual intensa do meu velho. Desde que me lembro, ele sempre trazia mulheres diferentes pra casa, de todo tipo, algumas vinham de boa pra passar o tempo e outras eram putas. Algumas me chamavam mais atenção do que outras. O relato é sobre a Solange, ou pelo menos era assim que ela se apresentava. Era uma puta que meu velho chamava de vez em quando. Ela era uma coroa de uns 40 anos, cabelo castanho, rosto bonito e tinha umas tetas grandes que dava pra ver que eram operadas. Geralmente, quando ela chegava, eles batiam um papo na sala, acertavam o dinheiro e iam pro quarto. Claro que eu sabia o que eles faziam e não me incomodava muito. Às vezes, eu deixava a porta do meu quarto entreaberta, na esperança de ver ela saindo pro banheiro pra limpar as tetas cheias de porra, era gostoso conseguir ver aquele corpo pelo menos por uns instantes.
Num sábado de verão, fazia um calor do caralho, e meu velho teve a brilhante ideia de chamar ela. Naquela época, só tinha ar condicionado na sala de estar, então nos dias de calor extremo a gente ficava lá. Ela veio toda arrumada como sempre, enquanto eu via TV eles conversaram um pouco. Foram pro quarto e ela reclamou do calor que fazia lá dentro. Voltaram pra sala e começaram a pensar em alternativas. Ela disse: "a gente pode fazer aqui" (se referindo à sala). Meu velho falou: "Desliga a TV e vai pro teu quarto". Enquanto eu ia pro meu quarto, ele levou o colchão dele pra sala. Fazia um calor infernal no meu quarto, meu velho disse que eu podia deixar a porta aberta, mas não podia sair. Enquanto eles começavam a transar, eu fiquei jogando um jogo no PlayStation. Consegui jogar de boa até começar a ouvir os gemidos de putaria dela. Fiquei meio excitado, sabia que ele tinha colocado o colchão no chão, na frente do corredor que dá pro meu quarto. O que eu não sabia era pra que lado eles estavam virados. eles, fui espiando aos poucos. Quando tirei a cabeça toda, vi que meu pai estava deitado com os pés virados pra mim e ela em cima cavalgando. Era lindo ver aquela bunda se mexendo pra cima e pra baixo, não consegui me segurar e comecei a bater uma. Depois de um tempo, ele pede pra trocar de posição, eu me enfiei de novo pra dentro caso me vissem. Pelo que ouvi, ele pediu pra ela ficar de quatro. Me espiei de novo e notei que estavam com as cabeças viradas pro meu lado, então não dava pra espiar muito. Enquanto batia uma, continuava ouvindo eles, não aguentei mais e enchi de porra a cueca que tava usando. Me limpei e coloquei uma cueca limpa. Eles continuaram por mais uns minutos até que ouvi ela dizer: "sim, piranha, enche meus peitos de leite". Ele respondeu: "aí vai, vagabunda". Enquanto gozava, dava pra ouvir o gemido dele. Ficaram quietos descansando um pouco e depois ela foi pro banheiro com os peitos cheios de porra, que eu consegui ver. Me fiz de desentendido e voltei pro videogame. Ela saiu do banheiro e, depois de uns minutos, meu pai gritou que eu podia sair do quarto. Saí, o colchão ainda tava no chão e ela tava sentada no sofá de calcinha e sutiã. Meu pai pegou sorvete do freezer e a gente começou a comer. Depois de comer, ele mandou eu voltar pro meu quarto. Pedi pra ficar porque tava muito calor. Ele respondeu: "Você não pode ficar enquanto a gente transa, vai pro seu quarto." Fui pro meu quarto e coloquei o fone pra não ouvir nada. Eles transaram, mas não espiei nem nada. Depois que ela foi embora, meu pai veio falar comigo. Pediu desculpas e também perguntou se eu queria estrear com a Solange outro dia, ela não tinha problema, ele disse. Eu falei que sim, todo feliz. No sábado seguinte, ele chamou a Solange de novo pra vir em casa. Esse dia não tava tão quente, então eles podiam transar no quarto dele. Ela chegou, conversaram um pouco e foram pro quarto transar. Quase meia hora depois, eu tava sentado no Sofá, ela veio completamente nua. Fiquei literalmente de boca aberta, nunca tinha conseguido olhar pra ela com tanto detalhe. Os peitos eram inacreditáveis. Ela sentou do meu lado e perguntou: "Quer estrear, né?" Eu disse que sim, todo nervoso. Ela acariciou minha cabeça e disse: "Relaxa e vamos aproveitar." Coloquei as mãos nos peitos dela e ela disse: "Toca com confiança." Comecei a apertar aqueles peitões e ela guiou minha cabeça pra eu chupá-los. Eram gostosos, ela tinha uma pele muito linda. Fiquei um tempão saboreando os peitos dela e ela disse pra irmos pra minha cama. Já no meu quarto, tirei a roupa e ela pegou na minha pica. Sentei na cama e ela se ajoelhou na minha frente. Começou a chupar minha pica bem devagar e, depois de um tempo, perguntou: "Tá gostando do seu primeiro boquete?" Continuou chupando e obviamente eu disse que sim. Depois ela colocou uma camisinha em mim, me deitei na cama e ela subiu em cima de mim. Era incrível sentir a pica dentro dela e tê-la por cima. Ela começou a se mexer e me foder, era demais. Não aguentei muito e gozei. Ela percebeu e começou a me beijar. Perguntou: "Gostou de transar comigo?" Eu disse: "Sim, adorei, você é uma gostosa." Ela saiu do meu quarto e voltou pro do meu velho. Com certeza transaram de novo, nem reparei, já não ligava mais. Mais tarde, antes de ir embora, veio se despedir de mim, me deu um beijão na boca e foi embora.
Num sábado de verão, fazia um calor do caralho, e meu velho teve a brilhante ideia de chamar ela. Naquela época, só tinha ar condicionado na sala de estar, então nos dias de calor extremo a gente ficava lá. Ela veio toda arrumada como sempre, enquanto eu via TV eles conversaram um pouco. Foram pro quarto e ela reclamou do calor que fazia lá dentro. Voltaram pra sala e começaram a pensar em alternativas. Ela disse: "a gente pode fazer aqui" (se referindo à sala). Meu velho falou: "Desliga a TV e vai pro teu quarto". Enquanto eu ia pro meu quarto, ele levou o colchão dele pra sala. Fazia um calor infernal no meu quarto, meu velho disse que eu podia deixar a porta aberta, mas não podia sair. Enquanto eles começavam a transar, eu fiquei jogando um jogo no PlayStation. Consegui jogar de boa até começar a ouvir os gemidos de putaria dela. Fiquei meio excitado, sabia que ele tinha colocado o colchão no chão, na frente do corredor que dá pro meu quarto. O que eu não sabia era pra que lado eles estavam virados. eles, fui espiando aos poucos. Quando tirei a cabeça toda, vi que meu pai estava deitado com os pés virados pra mim e ela em cima cavalgando. Era lindo ver aquela bunda se mexendo pra cima e pra baixo, não consegui me segurar e comecei a bater uma. Depois de um tempo, ele pede pra trocar de posição, eu me enfiei de novo pra dentro caso me vissem. Pelo que ouvi, ele pediu pra ela ficar de quatro. Me espiei de novo e notei que estavam com as cabeças viradas pro meu lado, então não dava pra espiar muito. Enquanto batia uma, continuava ouvindo eles, não aguentei mais e enchi de porra a cueca que tava usando. Me limpei e coloquei uma cueca limpa. Eles continuaram por mais uns minutos até que ouvi ela dizer: "sim, piranha, enche meus peitos de leite". Ele respondeu: "aí vai, vagabunda". Enquanto gozava, dava pra ouvir o gemido dele. Ficaram quietos descansando um pouco e depois ela foi pro banheiro com os peitos cheios de porra, que eu consegui ver. Me fiz de desentendido e voltei pro videogame. Ela saiu do banheiro e, depois de uns minutos, meu pai gritou que eu podia sair do quarto. Saí, o colchão ainda tava no chão e ela tava sentada no sofá de calcinha e sutiã. Meu pai pegou sorvete do freezer e a gente começou a comer. Depois de comer, ele mandou eu voltar pro meu quarto. Pedi pra ficar porque tava muito calor. Ele respondeu: "Você não pode ficar enquanto a gente transa, vai pro seu quarto." Fui pro meu quarto e coloquei o fone pra não ouvir nada. Eles transaram, mas não espiei nem nada. Depois que ela foi embora, meu pai veio falar comigo. Pediu desculpas e também perguntou se eu queria estrear com a Solange outro dia, ela não tinha problema, ele disse. Eu falei que sim, todo feliz. No sábado seguinte, ele chamou a Solange de novo pra vir em casa. Esse dia não tava tão quente, então eles podiam transar no quarto dele. Ela chegou, conversaram um pouco e foram pro quarto transar. Quase meia hora depois, eu tava sentado no Sofá, ela veio completamente nua. Fiquei literalmente de boca aberta, nunca tinha conseguido olhar pra ela com tanto detalhe. Os peitos eram inacreditáveis. Ela sentou do meu lado e perguntou: "Quer estrear, né?" Eu disse que sim, todo nervoso. Ela acariciou minha cabeça e disse: "Relaxa e vamos aproveitar." Coloquei as mãos nos peitos dela e ela disse: "Toca com confiança." Comecei a apertar aqueles peitões e ela guiou minha cabeça pra eu chupá-los. Eram gostosos, ela tinha uma pele muito linda. Fiquei um tempão saboreando os peitos dela e ela disse pra irmos pra minha cama. Já no meu quarto, tirei a roupa e ela pegou na minha pica. Sentei na cama e ela se ajoelhou na minha frente. Começou a chupar minha pica bem devagar e, depois de um tempo, perguntou: "Tá gostando do seu primeiro boquete?" Continuou chupando e obviamente eu disse que sim. Depois ela colocou uma camisinha em mim, me deitei na cama e ela subiu em cima de mim. Era incrível sentir a pica dentro dela e tê-la por cima. Ela começou a se mexer e me foder, era demais. Não aguentei muito e gozei. Ela percebeu e começou a me beijar. Perguntou: "Gostou de transar comigo?" Eu disse: "Sim, adorei, você é uma gostosa." Ela saiu do meu quarto e voltou pro do meu velho. Com certeza transaram de novo, nem reparei, já não ligava mais. Mais tarde, antes de ir embora, veio se despedir de mim, me deu um beijão na boca e foi embora.
4 comentários - Recuerdos de la adolescencia, la primera vez