Nós éramos tão diferentes, mas tão iguais, culturas diferentes mas tão unidas, procurando em algum momento fundir-nos num único corpo, uma única alma. Tive tempo sem saber dela, embora a recordasse, sua risa, seu cabelo e seu corpo, soava com voltar a encontrarla. Até que o fiz e a busquei, o tempo não nos havia passado, eu enamorado de seu ser todo e ela tão pouco liberal mas querendo experimentar o desejo profundo. Isso dizia ao menos quando me mirava. Falando e falando sobre nossas coisas tudo seguia ali, até que num momento sério nos dispomos apenas a nos ver e beijar. Nossas bocas e respirações se encontraram. Era claro que precisávamos. Sentindo seus seios em meu peito agarrei o cabello tremendo e louco a beijava descontroladamente até que minhas mãos se hundiram entre suas calças e muslos. Silenciando minha manobra não pude evitar roçar a yema de meus dedos sobre sua thong e sentir a leve umidade. Era seguro o prazer ou nós e ganhei o prazer. Ela manipulava meu pênis semi-erecto e em meu arrebato eu balanceava minhas mãos desde seu cu da sua vagina. Era claro que não havia volta atrás. Já ambos nus fundi minha língua em seu cu e roçando em seguida o clítoris até chegar à mais profunda das penetrações, então ambos gemimos sabendo que nos restava pouco para cúm e que nossa solidão se aproximaria. Mas esse momento jamais poderia esquecê-lo. Depois de termos feito com tanto desejo durante toda a noite, chegou o dia e com o dia nos despedimos fazendo o amor no carro em todas as mil maneiras, a deixei em sua casa e fui para meu trabalho mas com vontade de que me dessem a tarde livre para fazer desde a tarde até o dia seguinte pela manhã, nisso soava meu telefone e era meu chefe dizendo têm a tarde livre e saí para sua casa novamente levei rosas vermelhas e ela se encontrava com uma bata preta e andava em hilo preto e sostén preto ela se ia dormir um pouco mas quando escutei a porta saiu para abrir e Era eu ela ficou surpresa ao me ver e disse que passava? E eu disse que tinha a tarde livre e ela disse que passasse e estava sozinha em sua casa dei as rosas vermelhas e nisso pôs música e deu um copo de água bem gelada e disse que queria fazer o amor da forma mais emocionante possível eu disse ok entramos no seu quarto e dei um tapa na bata eu disse relaxe na cama e tome as rosas e deixe alguns pétalos na cama e tome uma e comecei a passar por todo seu corpo com um gelo da mesma forma eu fiquei de roupão interior após aquecermos um pouco ela se despiu do sutiã e começou a dar massagens nos peitos e eu lhe dizia que não fizesse porque senão não respondia e não me fez caso tomei-a pela cintura e sentei-a nas minhas pernas notava-se que estávamos excitados e dei um tapa no hilo comecei a beijar e ao mesmo tempo penetrar duro e rápido com os meus dedos e mais tarde ela me pediu que eu tirasse o boxers eu fiz em seguida tomei-a pela mão e disse agora penetre-me com o pênis já e rápido e duro sabia que gostava assim e comecei a fazer e ela estava muito emocionada não podia nem falar fazíamos até o outro sem parar e mais tarde voltei para trabalhar no outro dia
0 comentários - Mente, distância e desejou