Un gran trío ep6

Peguei uma roupa que estava me chamando atenção, era uma camiseta vermelha e uma calça preta. Também peguei uma camiseta azul, e uma verde que combinava com sua pele e olhos, as calças eram da mesma cor, azul, preta.
- Acha que dá pra pagar isso? - ela olhou a quantidade de roupa que eu tinha.
- Claro, no meu antigo trabalho ganhei muita grana e mais ainda por causa do Peter, então tá coberta. - pisquei pra ela, estávamos num provador que era longe de tudo, só nós dois.
- Então tá bom que eu use. - ela sorriu pra me arrancar a roupa e fechar a cortina.
- O que tá faltando? - perguntei enquanto olhava o lugar. Toda a roupa era comprida ou então com calças e camisetas.
- Uns sutiãs e calcinhas. - mas pra isso não precisa de bojo e não sei qual e as calcinhas menos ainda.
- Melhor você cuidar disso, por isso é de outro mundo. - peguei meu celular e comecei a ver o Instagram.
- O que você acha se depois do traje a gente for comprar um celular?
- Não parece uma má ideia, ela tá completamente com a gente e não podemos desconfiar.
- Sério? - ela saiu do provador, deliciosa, pode ser que tava sem sutiã pelas auréolas marcadas, porque o sutiã que ela usava já tava desgastado.
- Perfeito... e pra isso vamos comprar uns sutiãs - o corpo dela é de modelo, com essas pernas depiladas e macias, seus braços suaves e quentes, sua buceta grande e com pelos, mas dá pra tirar e o mesmo com as axilas, mas ela não é uma mulher peluda, e seus peitos lindos com a auréola. Ela fechou a cortina e parece que tá trocando de roupa.
- Antes, o que você acha de uma depilação e um biquíni? - ela botou a cabeça pra fora da cortina, balançando a cabeça indicando que sim. Depois de uns minutos saiu de novo, camiseta branca ficou muito bem, ela coçou os peitos porque pra ela coçam e ele disse que é normal que tão enchendo de porra aos poucos. Dava pra ver sua barriga e seus peitos fizeram meu pau ficar duro de novo.
- Perfeita e também ia ficar bom com uma jaqueta. Ela riu e trocou de roupa de novo, saindo com as roupas ainda nos cabides. - Aqui estão os biquínis. - Esta loja tem de tudo, tinha maiôs, biquínis e outro tipo de maiô, olhamos a grande variedade e não sabia qual escolher. - É melhor de tankini, protege o bebê dos raios do sol, é como um maiô na parte de cima e uma calcinha embaixo. - Olhei para ela, tem uma barriga grande de uns seis ou sete meses. Mas me concentrei mais nos tankinis azuis, vermelhos, listrados, de quase todas as cores. - Obrigada, Jess, qual você gosta? - Olhei para ela e pareceu que já tinha escolhido um, me entregou a roupa. - Este. - Ela foi para os provadores, enquanto eu ficava com as roupas e a mulher. Olhei ela de cima a baixo: estava com calça preta comprida e uma blusa decotada com babados também preta, que deixava sua barriga mais visível. É loira de olhos castanhos. - E ela é sua irmã? - Ela me observou enquanto eu via alguns maiôs. - Não, é minha cunhada, não de sangue, meu amigo que é como um irmão para mim. - Dei um suspiro forte para olhar o lugar onde estava meu futuro filho ou filha. - E quantos meses? 7. - Sim, é uma menina e com meu marido ainda não sabemos que nome dar. - Deu umas carícias na barriga. - E ela, quantos meses tem? - Tem três meses e meio, dentro de algumas semanas terá quatro meses e saberemos o sexo dos bebês, são gêmeos e não sabem que nome dar. - Dei um sorriso, se é um menino ou uma menina, não tenho nem ideia de que nome dar. - Nossa, gêmeos. - Seus olhos se arregalaram, por isso. - Até agora temos um menino de três anos, Tim, e agora ela. - Como estou? - Saiu a modelo com seu tankini branco como a neve, seus seios bem marcados e dava pra ver a buceta. - Bom, e outro por via das dúvidas. - Peguei um vermelho, entreguei a ela e ela foi trocar de novo. Comecei a inspecionar a área, de todas as mulheres grávidas que havia, eram poucas. - Parece que era modelo. - A mulher loira falou, era uma modelo do sexo. - Não, mas... Ela tem alma de modelo. – Uma peça caiu, eu peguei e acabei na frente dela, me afastei um pouco. – Seus olhos verdes são lindos. – Fiquei nervoso... é estranho, comecei a suar. – Obrigada. – Sorri nervoso. – E seu cabelo loiro é ainda melhor. – O que tem essa mulher, parece que do nada ela ficou com tesão em mim. – É herança dos meus avós. – Vamos, Jess, vamos embora rápido. – Me ajuda com a roupa íntima? Já estão ficando pequenas. – Que merda eu faço, digo sim, digo não. – Tá bom. – Por que caralhos eu disse sim? Por ser tarado e selvagem. – Como você se chama? – Samantha, mas pode me chamar de Sam. – Ela começou a caminhar até a seção de roupas íntimas, tinha umas calcinhas muito bonitas. – Jess, o que você acha de uma calcinha assim? – Ela saiu do provador com o tankini, estava lindíssima. – Você está perfeita, como sempre. – Fechou a cortina, em alguns minutos ela saiu. – Senhor, estamos quase fechando, mas... – Era a mesma mulher que nos atendeu. – Minha colega ficará, ela vai atendê-los, enquanto a equipe vai almoçar. – Quantas pessoas são? – Para saber a equipe. – Só vai ficar minha colega da recepção. – Deu um sorriso. – Obrigado. – Ela se virou para ir embora, olhei de novo as mulheres que estavam lá e éramos só nós e a que trabalha aqui. – Bom, essas são bonitas. – Sam pegou umas calcinhas e sutiãs para o terceiro semestre, e as do pós-parto pelo que li na etiqueta. – Vou experimentar aqui. – Sorriu com cara de apaixonada, fechou a cortina. – O que você deu pra ela? – Jess se aproximou de mim. – Não sei, fiquei nervoso e ela começou a flertar, queria que eu visse umas calcinhas, só isso. – Sussurrei, enquanto Jess pegou algumas calcinhas e sutiãs. – Aham, sim. – Ouvi o som da cortina se movendo, Sam estava completamente nua. – Jessica, está livre, esse lugar é amplo. O que é verdade, o provador cabia nós três, tinha quatro cabines, e a que estávamos era a maior. – O que você vai fazer? – Perguntei nervoso. – Fazer o que Antes... Ele me deu um beijo na bochecha.
- Sim, vou.

Sam tinha um corpo perfeito, nem estrias tinha. Sua pele cor de caramelo, o mamilo redondo com auréola preta, e eu conseguia ver os pelos da buceta, loiros e pretos, cobrindo sua vagina. Olhei para trás para ver as câmeras, mas não vi nenhuma, porque não havia câmeras ali. Olhei para os quatro cantos e não vi nada de diferente.

- Me espera. - falei. Jess ficou intrigada.

Me dirigi à atendente que estava lá.
- Oi. - disse com um sorriso.
- Oi, em que posso ajudar? - Ela parou o que estava fazendo e fixou os olhos em mim.
- Tem câmeras de segurança aqui? - Olhei nos olhos dela. É algo que a universidade ensinou para fazer a pessoa dizer a verdade.
- Não, desculpe. - Ela pareceu contente. - O orçamento não permite. Além do mais, quem roubaria num lugar para grávidas?
- Ah, bom, obrigado.

Fui até as garotas. O lugar onde estavam era grande e espaçoso. As duas cabiam perfeitamente... era magnífico. Meu pau explodiu. As duas estavam completamente nuas, sem nada... estava no céu. O volume que a Jessica tinha, comparado com o da Sam, e o mesmo com os peitos delas.

Colocaram as calcinhas na minha frente.
- O que você acha? - Uma calcinha roxa e outra rosa, enquanto tocavam os próprios peitos. Umas gotinhas de porra caíam dos peitos da Sam.
- Hehehe, estão bem, estão bonitas. - Foi a única coisa inteligente que consegui dizer. - Sam, você tem porra.
- Sim, e muita. - Jess apertou mais forte. - Vem, experimenta.

Me aproximei delas. Jess sentou num banquinho que havia ali, desabotoou minha calça e mostrou meu pau. Sam abriu os olhos.
- Posso experimentar? - Peguei um dos peitos dela e chupei. Minha boca estava enchendo de porra.

Com a boca cheia de porra, beijei Sam, passando minha porra para a boca dela, enquanto Jess me chupava. Ouvi o som da garganta dela engolindo. Tirei meu pau da boca de Jess e enfiei na... Fala pra Sam. - Faz tempo que você não faz com seu marido. - Trocaram de lugar e Jess se levantou e Sam começou a chupar. - O que acha de um trio com uma grávida? - Sorri para ela e a beijei. E com minhas mãos desci sua calcinha e ela mesma depois ajudou com as pernas, terminando o trabalho. Olhei para baixo e Sam também estava tirando a dela. - Sam. - Enquanto beijava Jess, ela chupou meu dedo e eu enfiei na sua buceta. - Vou enfiar. - E com força. - Sam tirou a boca do meu pau e estava babando. Ela se levantou e ficou de quatro, mostrando sua bunda e sua buceta com pelo. Meu pau não precisa ficar mais molhado do que já está. Enfiei, na vagina Jessica estava se lambuzando mas Sam estava gemendo. - Não geme. - Eu disse. - Jess, quer gozo? - Sim. - Estava tocando os peitos de Sam. Tirei os dedos da sua vagina, para que ela mesma lambeu um dos dedos e ficou deitada no chão e colocava os dedos, me lembrou o primeiro dia que a conhecemos. Fiz Sam ficar reta, mudei meu pênis para o cu dela. Comecei a beijar seu pescoço, e com minhas mãos seus peitos. - Quero lamber. - Jess se levantou e se ajoelhou enquanto lambia a buceta da Sam. - Vou gozar. - Jess abriu sua boca e eu coloquei dentro de sua boca e gozei. Ao tirar meu pênis, um fio de porra e saliva se formou. - Como presente. - Pedaços de porra e saliva, Sam se lambuzou a boca e com uma grande chupada tirou tudo, e com sua língua rodeou a cabeça do pau. - Que bom presente. - Ela se levantou. - Coloquei minha cueca e a calça e saí. Olhei no espelho um homem com uma criança de uns três anos. - Sam. - Perguntei. Enquanto ela limpava as gotas que caíam de seus peitos. - Seu marido tem barba e uma jaqueta cinza, seu filho é branco e loiro com camiseta vermelha com linhas brancas. - Sim, por quê? - Olhou desconfiada e ela já estava quase pronta. - Por que estão olhando para cá. - Seus olhos se arregalaram. - Merda. - Abotoou o sutiã que tinha e saiu, peguei sua mão. - Cumprimenta normal e nós... Saímos com você.
- Inclinei a cabeça sem entender nada.
- Acredite, funciona. Faça de conta que nos conhecemos há tempos.
- Okay.
- Passei as coisas dela, olhei atrás de mim e você estava pronta, Jess.
- Vamos.
- Me levantei e começamos a andar.
- Foi bom.
- Sim, com meu marido não rola muito por causa do meu filho, que sempre vai com a gente.
- Ri um pouco, passou as coisas dela no balcão.
- E vocês enganam o seu marido.
- É uma história longa.
- Jessica riu por isso.
- Bom, a minha também.
- Saiu com as compras.
- Bom, tchau.
- Tchau.
- Dissemos em uníssono.

Compramos tudo que a Jess precisava, saímos da loja e fomos para uma de trajes.
Entramos carregando as sacolas da loja anterior, um homem mais velho se aproximou da gente.
- Olá, prazer. Em que posso ajudá-las?
- Parece ser gente boa.
- Sim, bom, minha cunhada precisa de um vestido de noiva.
- Sim, tenho. Venham comigo.
- Começamos a andar, passando por uns vestidos de noiva lindos.
- Este é um dos que podem servir para ela.
- Nos mostrou um muito lindo.
- O que você acha?
- Perguntei pra Jess.
- É muito caro, tem algum mais barato?
- O sorriso do homem sumiu, mostrando um semblante em dúvida, voltou a olhar os vestidos e pegou um.
- É o mais econômico que temos.
- Era liso, com babados e cristais.
- E esse?
- Eu disse. O rosto dele ficou feliz.
- Esse eu quero, posso experimentar?
- Disse ela, foi para um dos provadores, com o vestido.

Fiquei sentado esperando...
Ela saiu linda, era perfeito para ela, o corte, os rendados, perfeito.
- Esse é seu.
- Me levantei de uma cadeira que tinha ali.
- Você acha?
- Se olhou num espelho grande que tinha.
- Estou linda.
- Imagina com maquiagem e penteado.
- Me aproximei dela.
- Levamos.

Ela foi direto ao provador e voltou como estava antes.
Comprei o vestido dos sonhos para ela, saímos do lugar, para continuar olhando esse mundo impossível do qual não poderia sair.
- Um celular novo.
- Com as sacolas, ficou difícil andar. mas chegamos, compramos o mesmo celular que o meu. Almoçamos normalmente, jogamos, tiramos fotos celebrando esse lugar. As horas foram passando e passando olhando as lojas, às vezes a gente encontrava a Sam e ela ficava nos encarando. - Tá na hora. - falei, não tem mais loja que dê pra tirar proveito. - É, acho que sim. - começamos a sair do lugar, deixamos as bolsas na parte de trás da casa.

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