Pela casualidade comecei a olhar para minha filha Paola de 21 anos de maneira diferente, não só como minha filha senão como mulher; ela é magra de 166, larga de quadris, pernas longas e torneadas, embora de peito algo pequeno. Cabelos castanhos médio largo e rizado. Eu (Daniel) sou um homem de 46 anos, 175 de estatura, complexão médio robusto, um pouco velloso e devido ao exercício estou tonificado sem chegar a estar muito musculoso. Meu cock é de 17 centímetros mas gordo, com um glândula em forma de cogumelo.
Pois bem, minha filha já na Universidade cheia de deveres e tarefas, eu com meu trabalho às vezes chego em casa e uso meu escritório para organizar e terminar meus pendentes. Certa semana-feira minha filha pediu permissão para imprimir algumas folhas e trabalhos, ao que aceitei, apenas esclarecendo-lhe que também estava por terminar meus pendentes e não fosse revolver nada dos seus trabalhos com os meus.
Ela entrou e deixou no meu escritório seu celular, o qual toava quando chegava alguma notificação ela o via e voltava a isso sem desbloqueá-lo e mirar de lleno os mensagens, eu sentado no meu sofá do escritório, lendo e revisando papéis, quando ela saiu para trazer uma USB e poder guardar seus trabalhos, seu telefone toou em vários mensagens, o que me fez voltar a mirar, pude ler “ aqui fazendo isso com meu pai… “ , “ sinto riquísima sua cock” e outro que não pude ler porque ela entrou, e segui fazendo o meu, mas me deixou intrigado, continuei enquanto ela ordenava as folhas que saíam da impressora e as colocava em um pasta. As notificações continuavam chegando. Perguntei-lhe por que eram tantos ruídos os de seu celular, ela disse: “ ah, é que estamos fazendo trabalho em equipe e cada quem me manda sua informação, a checo e a imprimo, é para avaliação do segundo módulo… “.
Eu disse que está bem, já quase terminei e vou subir para banhar.
A casa se sentia quente, era verão e o sol dava quase todo o dia à frente e um lado da mesma. Terminei e saí, mas segui com essa ideia dos mensagens que alcance a ler e a curiosidade de saber mais sobre os mesmos. Mientras comecei a subir as escadas alcancei a escutar quando marcava e dizia: “ Olá, como você está amiga, ouça que Norma está fazendo isso com seu pai, me mandou imagens para o celular mas como .estou impresso não as vi bem, além estava meu pai aqui… “ , e mais me intriguí, e chegando a minha recâmara, fechei e comecei a despir-me para entrar a banhar-me, nisso estava quando entrou Paola, de improviso e me viu nu, quis tapar-me, e disse-lhe que por que não tocou a porta, e ela respondeu: “ Desculpe papá, é que pensei que você trouxesse algumas folhas dos meus trabalhos.
Saí tão rápido quanto entrei, novamente pude ouvir quando dizia: “não me faz, vi o meu papá com um grande pau, sim, é muito delicioso… e foi embora para sua recâmara, eu entrei no banho, a água quente me refrescou um pouco do calor que fazia. Fechei os meus olhos após enxaguar a minha cabeça e corpo, deixei que me relaxasse um pouco, com os pensamentos sobre os mensagens e conversas que minha filha tinha pelo celular com alguma de suas amigas, pensei que talvez estivesse interpretando mal tudo, me senti um pouco incómodo, além pensei em que ela já havia me visto nu com meu pau ao ar. Sua mirada curiosa e cheia de curiosidade e desejo, comecei a ver como uma mulher, imaginando seu corpo nu, sua pele grossa e suave e me senti mal por ter esses pensamentos. Saí do banho secando-me com minha toalha, quando surpresa minha filha sentada na minha cama, esperando por mim, havia entrado sem que eu notasse. De novo lhe disse o que estava acontecendo, que se fosse embora, ela sorriu e me disse: “perdoa, pai, é que queria conversar sobre algo contigo e não sei como?…” se levantou e pude notar seu nervosismo, eu ajustei minha toalha na minha cintura e sentia sua mirada em todo meu corpo e especialmente meu pau, era algo inusual, aproximou-se e me abraçou, disse que me deixasse vestir e então conversaríamos, ela continuou abraçando-me e me olhou, suspirando fundo disse: “Pai, eu quero estar contigo, quero que me ensine, quero ser tua, sob sua mão e tomou meu pau, o qual reagiu e começou a se tornar dura, tomei-a dos ombros e a separei, disse que não, que saísse. Ela me soltou e saiu chorando, eu me vesti com meu boxers e um pants, uma camiseta, rapidamente e fui para sua recâmara, cuja porta estava fechada com seguro, escutava seu choro, toquei para que me abrisse várias vezes, mas apenas ouvi como chorava.. Regressei ao meu quarto e percebi que na cama estava seu celular, o tomei, mas não estava bloqueado, comecei a ler os mensagens; vi que ela e outras três de suas amigas haviam feito um grupo e se mandavam mensagens muito “. Calientes, e fotos onde se observavam nuas, mostrando seus sexos, outras se tocando e mostrando sua vagina, algumas com homens maiores, segui mirando todas as fotos, em algumas fazendo sexo oral, beijando-se, e mais, cheguei aos vídeos onde pude ver que tinham relações, mas não de Paola, então também mirei os mensagens que previamente havia lido, onde uma delas (Abigail) dizia estar fazendo isso com seu pai (sexo), e mirei as fotos onde se podia mirar que ele a penetrava com seu pau, os dois acostados na cama, outras nos sofás supondo que estava em sua casa. Eu me senti muito excitado e ao mesmo tempo muito confundido, nunca mirei minha filha assim, de essa maneira, mas meu pau a sentia quente e dura, então me levantei e fui novamente para a recâmara de Paola, toque, disse-lhe: Tenha seu celular, não havia resposta, toque de novo, e disse: Mire suas fotos, veja explicar..., nisso estava quando abriu a porta, sua mirada era de dúvida, seus olhos chorosos com o rímel corrido tentando adivinhar o que diria eu, ante tudo o que me mostrava, peguei-me da mão e atraiu-me, entrando em sua recâmara, sentou-se na cama, eu ainda de pé, disse: Enseñame, papiro quero saber como se sente fuck, e quero que você seja o primeiro, minhas amigas já fizeram isso com seus pais, menos eu..., senti meu pau reagir e eretizar-se completamente, um choque elétrico percorreu meu corpo, cheio de desejo, que ela despertou com essas palavras, de novo me tomou da cintura, atraiu-me para ela, baixou meu boxers junto com meu pants, meu pau saltou, deu-lhe um beijo, começou a meter o glande na sua boca, com a língua passando pela meata, fechei os olhos, suspirando profundo cheio de desejo, tomei-a da cabeça, metendo um pouco mais meu pau na sua boca, comecei a mover-me metendo-a e sacando-a, era uma sensação deliciosa, como pude tirei a roupa, tirei a playera, ficando todo nu, ela apertava minhas nádegas e seguia chupando, em seguida me agachei rápido e tomei-a das axilas, levantando-a, a Beijei na boca, metendo minha língua com a sua, baixei uma mão e comecei a acariciar suas nádegas que movia em círculos, pegando seu sexo ao meu, roçando-o, tornando-o mais duro. Meti minhas mãos sob sua blusa, procurando seus seios, que já estavam duros, seus pezones elevados, assim a sacudi, deixando-a nua do torso. Desabrochei sua saia, que caiu no chão, quando meti minha mão para tocar seu pussy, gemeu, sem parar de nos beijar. Então a carreguei e caíram completamente suas roupas, acosteei-a na cama, comecei a beijar seu pescoço, acariciando seus seios e pezones. Baixei beijando seu peito, chupando suas auréolas, mordisqueando devagar, sentia seus gemidos. Minha mão novamente tocou sua vagina, sua calcinha estava molhada, retirei-a, fazendo-a de lado, beijei-a, tratando de meter a língua em sua ranhura, minha barba curta roçava suas coxas, eu acariciava seus peitos, seu estômago, suas pernas, apertava suas nádegas quando me aproximava para chupar sua vagina. Ela tomou-me da cabeça, gemeu, de novo me aproximei para beijá-la e ela me abraçava com força. Nossos corpos estavam quentes, então com uma mão comecei a baixar sua calcinha, ela ajudou dobrando suas pernas para facilitar que se a tirasse, sabia que minha intenção era penetrá-la, assim se acomodou abrindo-as, deixando-me ver seus lábios vaginais, húmidos. Meti um dedo devagar para ir dilatando então me acomodei sobre ela, nossos sexos se aproximaram mais, senti sua humidade em meu cock, ela com sua mão dirigiu-a à sua entrada, nos beijávamos e tratei de ir metendo a ponta, enchendo-a de seus fluidos, lubrificando. Ela gemeu, senti sua estreiteza, eu seria o primeiro em metê-la, assim continuei empurrando até sentir como se abria ante o avanço. Ela gemeu e se queixava, movia-se devagar tratando de ser delicado, quando ela mesma moveu suas cadeiras, fazendo que entrasse toda, apertou os olhos, quejando-se, e dizendo: Pai dói, pai ahhh!... fiquei quieto, enquanto sentia como se acomodava dentro, com seus... espasmos, ela me abraçou e beijou novamente, entrelaçando as línguas, jadeando, e comecei a me mover devagar, ela se queixava, até que parei de fazer isso, começou a se mover, procurando o encontro com meu cock em seu vaivém de entrar e sair, suas unhas cravadas na minha espinha, então me acariciava, sobava minhas nádegas, apertava-as, eu comecei a beijar seu pescoço, e senti como se retorcia, como gemia, até quase gritar de prazer, “ Assim papi assim, ah, sinto que delicioso teu cock, ah! assim eu imaginava aaah!, até que começou a se mover mais rápido, “papi que gostoso, que gostoso, ah! ah! Ah! Até que senti começar a ter um orgasmo, intenso, sentia palpitar sua vagina, fazendo que sintira vontade de me esvaziar dentro, tentei aguentar, mas seguiu outro orgasmo, e seus gritos de prazer me enervaram mais, então comecei a esvaziar meu sêmen dentro dela, também gritando de prazer, eu me movia mais e apertava suas nádegas, ela me abraçava e estávamos suados, tanto movimento, ouvindo o chacoteo do meu cock entrando e saindo da sua vagina cheia de seus orgasmos, meu sêmen era algo tão delicioso que seguimos nos movendo, por momentos baixávamos a velocidade para tomar um respiro, e por momentos acelerávamos até que pude sentir outro orgasmo, e seus gritos, e então outro, até que esvaziei minha reserva de sêmen, então parei um pouco sem sacá-la, movendo-me menos, beijando-nos como loucos.
Até parar, quedamos abraçados, apertando-nos.
Ela com os olhos fechados, se via bonita, as faces ardeentes, nossos corpos suorosos, eu me afastei ficando de costas, ela se aproximou e pôs a sua cabeça no meu braço, a sua mão acariciava minhas vêlhos do peito, descendo por minha barriga até o meu cock, acariciando-o, eu fazia o mesmo com a minha mão acariciava seus mamilos e seios, apertava-os suave, acariciava sua barriga e chegava à sua vagina, acariciava seus lábios, sua entrada, que palpitava, nos beijávamos de vez em quando, e ela me confessou que desde há tempo desejava estar assim comigo, que suas amigas falavam sobre ter sexo com seu pai, ou com seus irmãos, ou tios, enfim experimentar o que era fuck, e daí formaram esse grupo.
Eu perguntei-lhe se já todas haviam feito, cada uma com seu papá, disse que sim e que era mais até tinham feito um tipo de intercâmbio e até tríos, só faltava ela e eu de fazê-lo e disse que se queria poder estar com alguma delas ou com todas, porque havia sido um tipo de pacto entre amigas. Suas palavras me aqueciam muito e comecei a sentir meu cock ficar duro novamente, ela sentiu e subiu-se, acomodou-se em horcajadas e começou a meter-me, movendo o seu quadril ao ritmo, suas mãos estavam no meu peito, fechava os olhos e gemia devagar, assim continuamos um rato mais...
Esta é uma história verdadeira que até eu me surpreende ter vivido, mas a verdade é que há que desfrutar o que se nos dá, muitos a julgarão e condenarão, mas enquanto estivermos bem continuaremos, mudei os nomes para manter o anonimato.
Ponto.
1 comentários - Puro acaso.