Olá, coelhinha, li seus relatos e fiquei interessada em te contar minha história, que começou em 2016 em Veracruz, México...
Me chamo Valéria, tenho 23 anos e sou metade mexicana, metade cubana por parte da minha mãe.
Minha mãe abandonou meu pai pra seguir o sonho dela de ser atriz na televisão mexicana e casou com outro homem, então fiquei sozinha praticamente sob os cuidados da minha avó. Meu pai é arquiteto e eu quase não o via naquela época; não tenho lembranças dele quando era pequena, só quando ele me mandou pra um internato aos 5 anos pra começar minha educação. Assim os anos passaram até que decidi não continuar minha formação como freira.
Voltei pra casa do meu pai e ele me aceitou sem problema. Mas desde o momento em que nos vimos, pude notar que nós dois sentimos uma atração leve, mas forte. Nunca tinha acontecido comigo, pois, como você pode imaginar, fiquei rodeada de mulheres praticamente a vida toda. Pedi a ele se podia tirar um ano sabático pra ver o que estudar, e ele, com seu sentimento de culpa, aceitou.
Durante os primeiros meses, foram complicados, porque eu estava acostumada a dormir com pouca roupa e, desde que comecei a me desenvolver na puberdade, tenho uma bunda grande e meus peitos são grandes, herança da minha mãe, quero acreditar. Quando papai chegava e eu descia pra recebê-lo, notava num espelho que ele me olhava com uma certa luxúria. Mas não dei atenção.
Quando estava no convento, lembro que nos diziam que, como esposas de Deus, tínhamos que ser submissas e obedientes, algo que realmente sou. Numa noite de quinta-feira, quando estava sentada à mesa jantando com meu pai — que, aliás, sou eu quem cozinha —, depois de ele elogiar como a comida tinha ficado gostosa, ele me disse pra preparar uma mala porque íamos viajar.
E assim fiz. Na sexta-feira, saímos rumo ao porto de Acapulco. Chegamos à noite e descemos pro buffet pra jantar, e fomos dormir. Pude notar durante a noite que papai me abraçava e sentia a "benga grande" dele roçando na minha bunda, mas lembrei que não é bom ter pensamentos assim. de luxúria, já que Deus sabia de tudo. No dia seguinte, saí cedo pra comprar uns biquínis pros três dias que íamos passar lá na praia.
Quando tava com o papai tomando sol, dava pra perceber às vezes que ele olhava pras minhas tetas ou pro meu cú molhado. No segundo dia de estar com ele no hotel, aconteceu o que você imagina, mas foi do seguinte jeito.
Entramos no quarto um pouco cheios de areia e eu fui tomar banho, e depois o papai. Quando ele saiu, eu tava na varanda do hotel tomando sol, e ele veio e me disse:
— Mariana... Sabe que é normal os pais transarem com as filhas?
— Não, não sabia, mas sou virgem e pra quem eu der minha virgindade, com esse homem vou estar a vida toda.
— Ok, que bom... então? Mmm, o que você acha da minha proposta?
— Me fala a verdade, eu vi você se masturbando, é em mim que você pensa?
— Sim.
— Como eu te disse, se eu vou dar minha virgindade pra alguém, vou dar minha vida pra essa pessoa, porque sei que essa pessoa vai ser o pai dos meus filhos.
— Então você quer ter filhos?
— Naturalmente, quero ter filhos. Além disso, se eu aceitasse perder minha virgindade com você, seria porque você aceitaria que eu fosse sua mulher de verdade e não sua filha. Por enquanto, não quero ter filhos ainda, preciso ver o que quero da minha vida.
— Ok, nesse caso, você quer ser minha mulher?
— Primeiro a gente tem que ser namorados e depois a gente conversa.
No fim, não rolou nada de sexo, mas aceitei que a gente fosse namorados. Como meu pai não tem casa fixa, já que viaja muito pelo México e às vezes pra América Central, então pra onde a gente vai, eu vou com ele como namorada dele. Foi uma época alegre e feliz, me sentia completa e desejada, mas não cedi. Só que tô me adiantando muito.
Depois que voltamos de Acapulco, o papai me colocou como responsável pela casa, como se eu já não fosse. Depois de um ano de namoro e de eu já ter me acostumado com a ideia de viver com meu pai — que não vou mais chamar de pai, e sim pelo nome dele, Alfredo — em Nosso primeiro aniversário de namoro, decidi dar a prova de amor pra ele. Foi uma noite cheia de beijos e carícias, conheci o sexo oral, o vaginal, mas acima de tudo, me sentir mulher — eu tinha 22 anos.
A partir daquele dia, parei de dormir em outro quarto e fui dormir com meu pai. Como eu ainda não queria ter filhos, depois da minha primeira vez com ele, fui ao médico e coloquei um DIU de cobre pra não engravidar. Mesmo meu pai dizendo que, quando eu quisesse ter filhos, ele tá mais que disposto. Já em pleno janeiro de 2019, pensei em ser mãe em breve, mas quero planejar direitinho, até porque não quero só um, desejo ter quantos Deus mandar...
Mas por enquanto, esse é meu mini-relato e espero que você goste, coelhinha. Saudações de Chihuahua, México!






Me chamo Valéria, tenho 23 anos e sou metade mexicana, metade cubana por parte da minha mãe.
Minha mãe abandonou meu pai pra seguir o sonho dela de ser atriz na televisão mexicana e casou com outro homem, então fiquei sozinha praticamente sob os cuidados da minha avó. Meu pai é arquiteto e eu quase não o via naquela época; não tenho lembranças dele quando era pequena, só quando ele me mandou pra um internato aos 5 anos pra começar minha educação. Assim os anos passaram até que decidi não continuar minha formação como freira.
Voltei pra casa do meu pai e ele me aceitou sem problema. Mas desde o momento em que nos vimos, pude notar que nós dois sentimos uma atração leve, mas forte. Nunca tinha acontecido comigo, pois, como você pode imaginar, fiquei rodeada de mulheres praticamente a vida toda. Pedi a ele se podia tirar um ano sabático pra ver o que estudar, e ele, com seu sentimento de culpa, aceitou.
Durante os primeiros meses, foram complicados, porque eu estava acostumada a dormir com pouca roupa e, desde que comecei a me desenvolver na puberdade, tenho uma bunda grande e meus peitos são grandes, herança da minha mãe, quero acreditar. Quando papai chegava e eu descia pra recebê-lo, notava num espelho que ele me olhava com uma certa luxúria. Mas não dei atenção.
Quando estava no convento, lembro que nos diziam que, como esposas de Deus, tínhamos que ser submissas e obedientes, algo que realmente sou. Numa noite de quinta-feira, quando estava sentada à mesa jantando com meu pai — que, aliás, sou eu quem cozinha —, depois de ele elogiar como a comida tinha ficado gostosa, ele me disse pra preparar uma mala porque íamos viajar.
E assim fiz. Na sexta-feira, saímos rumo ao porto de Acapulco. Chegamos à noite e descemos pro buffet pra jantar, e fomos dormir. Pude notar durante a noite que papai me abraçava e sentia a "benga grande" dele roçando na minha bunda, mas lembrei que não é bom ter pensamentos assim. de luxúria, já que Deus sabia de tudo. No dia seguinte, saí cedo pra comprar uns biquínis pros três dias que íamos passar lá na praia.
Quando tava com o papai tomando sol, dava pra perceber às vezes que ele olhava pras minhas tetas ou pro meu cú molhado. No segundo dia de estar com ele no hotel, aconteceu o que você imagina, mas foi do seguinte jeito.
Entramos no quarto um pouco cheios de areia e eu fui tomar banho, e depois o papai. Quando ele saiu, eu tava na varanda do hotel tomando sol, e ele veio e me disse:
— Mariana... Sabe que é normal os pais transarem com as filhas?
— Não, não sabia, mas sou virgem e pra quem eu der minha virgindade, com esse homem vou estar a vida toda.
— Ok, que bom... então? Mmm, o que você acha da minha proposta?
— Me fala a verdade, eu vi você se masturbando, é em mim que você pensa?
— Sim.
— Como eu te disse, se eu vou dar minha virgindade pra alguém, vou dar minha vida pra essa pessoa, porque sei que essa pessoa vai ser o pai dos meus filhos.
— Então você quer ter filhos?
— Naturalmente, quero ter filhos. Além disso, se eu aceitasse perder minha virgindade com você, seria porque você aceitaria que eu fosse sua mulher de verdade e não sua filha. Por enquanto, não quero ter filhos ainda, preciso ver o que quero da minha vida.
— Ok, nesse caso, você quer ser minha mulher?
— Primeiro a gente tem que ser namorados e depois a gente conversa.
No fim, não rolou nada de sexo, mas aceitei que a gente fosse namorados. Como meu pai não tem casa fixa, já que viaja muito pelo México e às vezes pra América Central, então pra onde a gente vai, eu vou com ele como namorada dele. Foi uma época alegre e feliz, me sentia completa e desejada, mas não cedi. Só que tô me adiantando muito.
Depois que voltamos de Acapulco, o papai me colocou como responsável pela casa, como se eu já não fosse. Depois de um ano de namoro e de eu já ter me acostumado com a ideia de viver com meu pai — que não vou mais chamar de pai, e sim pelo nome dele, Alfredo — em Nosso primeiro aniversário de namoro, decidi dar a prova de amor pra ele. Foi uma noite cheia de beijos e carícias, conheci o sexo oral, o vaginal, mas acima de tudo, me sentir mulher — eu tinha 22 anos.
A partir daquele dia, parei de dormir em outro quarto e fui dormir com meu pai. Como eu ainda não queria ter filhos, depois da minha primeira vez com ele, fui ao médico e coloquei um DIU de cobre pra não engravidar. Mesmo meu pai dizendo que, quando eu quisesse ter filhos, ele tá mais que disposto. Já em pleno janeiro de 2019, pensei em ser mãe em breve, mas quero planejar direitinho, até porque não quero só um, desejo ter quantos Deus mandar...
Mas por enquanto, esse é meu mini-relato e espero que você goste, coelhinha. Saudações de Chihuahua, México!







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