Beleza, essa é a minha terceira história de uma série que tô afim de escrever.
A única coisa que vou deixar claro é que tudo que vou escrever É REAL.
Por sorte, eu tive (e ainda tenho) uma vida sexual muuuuuuito ativa. Então vou aproveitar isso pra contar umas histórias pra vocês.
Primeira história:Recém-chegadoSegundo relato:Cidade da Fúria - Orgia e Swing por acaso
Inverno, filmes, amigos e muito tesão.Uns anos atrás, eu com 18 anos recém-completados, tava num grupo de amigos que fazia tudo junto. O elo era dois irmãos, o mais velho, Javier, tinha a minha idade. E a irmã, Maria, tinha só um ano a menos. Resumo: formou-se um grupo de 5 caras de 18/19, com 6 minas de 17/18. Com o tempo, foram rolando uns casinhos. Dessas 6 minas, consegui aproveitar por completo 3 (o que vai render mais relatos). Mas hoje quero focar numa em especial, a Romina.
Morena, cabelo liso comprido, olhos castanhos, magrinha, 1,65. Peitos pequenos, uma cintura bem marcada, e uma raba de dar prêmio, uma delícia. Também era uma das mais extrovertidas, e a que sempre dava um passo a mais. Eu também sou assim, então naturalmente nos entendíamos muito bem. Dançava como poucas. E quando a gente tava na pista, sempre abriam espaço porque a gente arrasava. Pra quem conhece Sobremonte em MdP, a pista Coyote era NOSSO lugar. Começamos a sair juntos e ficamos quase um ano.
No começo, como todo namoro, muito beijo e amasso, até que finalmente consegui cobrar aquele prêmio que tanto se fazia de difícil. Acabou sendo uma cadela no cio. Uma puta no sentido mais completo da palavra. Toda vez que dava, a gente transava. Nós dois morávamos com os pais, então qualquer lugar servia. Primeiro, bem conservador. Depois, o tesão tomou conta. Fomos do meu quarto quando meus pais não estavam, pra praia, um estacionamento, o vip de uma balada, cinema, e um monte de outros. Mas uma das melhores foi justamente na casa do Javier.
Eles tinham um casarão gigante, quase meio quarteirão. Uma casa com muito espaço, e 6 quartos. Então sempre foi o ponto de encontro. Quase sempre a gente saía e dormia na casa dele todos (os onze). Uma noite de junho, tava tão feia, que acabamos vendo filmes na sala. Como tava muito frio, a gente se cobriu com uns cobertores e acendeu a lareira. No começo, todo mundo assistia sentado, de boa. Romi me diz: "Tô com frio"
"Vem cá" eu falo.
E ela sentou em cima de mim num sofá bem grande. Eu tava muito afim, e pelo visto o filme não tava agradando ela, porque logo começou a me procurar, dar uns beijinhos, mordiscar meu pescoço. Quando eu desabotoei a camisa, falei:
"Tá brincando com fogo, e o problema é que você não vai se queimar sozinha"
"Não tô nem aí" ela disse. "Por causa das suas provas, faz uma semana que não rola nada, e eu tô muito puta"
Era verdade, eu tava estudando pras provas e a gente não tinha se visto a semana inteira. Ou seja, por causa da faculdade, eu já tava há uma semana cheio de tesão, e com uma frase só, ela já me deixou a mil. Na hora, comecei a fazer aqueles carinhos que ela tanto gostava. Beijinhos no pescoço e no meio dos peitos. Quando eu tava abrindo a camisa dela, percebi que a gente não tava sozinho. Mesmo estando num canto afastado do círculo que a gente formou com os sofás, e cobertos pelas mantas, tinha 9 pessoas ao nosso redor. E isso só deixou a gente mais excitado. A gente se entendeu na hora. Era um jogo perigoso, mas a gente adorava.
Quando voltei pro caminho dos peitos dela, ela já tava passando a mão na minha pica por cima da calça. E me deixou duro em tempo recorde. Continuei e, abrindo a camisa, deixei ela só de sutiã cobrindo aqueles peitinhos pequenos que me enlouqueciam. Comecei a brincar por cima deles. Não dava pra descer e chupar, mesmo sabendo que isso deixava ela louca de tesão. A gente tava muito arriscado. Então minhas mãos fizeram o trabalho dos meus lábios e língua. Desabotoei o sutiã e as alças, e tirei ele todo. Fiquei um tempo brincando naqueles biquinhos pequenos que já estavam durinhos. Romi desabotoou meu cinto e minha calça. Num movimento só, deixou minha pica no ar e começou a me masturbar, devagar, mas muito gostoso. Não demorei nada pra fazer o mesmo. Pra minha sorte, ela tava usando uma saia reta. Então não tive problema nenhum. acessar qualquer parte do corpo dela. Com a esquerda, brincava com os mamilos dela, e com a direita, confirmei o que ela tinha me dito uns minutos antes. Tava muito tesuda, tanto que a calcinha fio dental que ela usava tava encharcada com os sucos dela.
Entre os beijos disfarçados, as carícias escondidas e a situação tão arriscada, ela demorou só uns minutos pra chegar no primeiro orgasmo. Explosivo, rápido, e ela não conseguiu soltar nenhum som. Uma tossinha mal ensaiada pra disfarçar os suspiros fez todo mundo virar pra perguntar se ela tava bem.
R: É galera, de boa. Me engasguei.
Y: Engasgou com um orgasmo – falei baixinho pra ela, e ela começou a rir.
Ela tava vermelha e ofegante. Quando eles viraram de volta, a gente continuou no nosso mundo.
Eu tava com o pau durasso. Tudo ao redor era perigo e isso nos deixava ainda mais excitados. Com a buceta gozada, ela tava ainda mais lubrificada, e mesmo sendo apertada, fui enfiando meu pau sem muita dificuldade. Ainda lembro do calor daquela buceta.
Aqueles momentos foram uma harmonia exata entre perigo, putaria e loucura adolescente. A gente tava trepando sem pressa, com movimentos suaves, na frente de vários amigos sem eles perceberem. Num momento, a gente pegou um ritmo muito sincronizado, onde, mexendo bem pouco, meu pau entrava devagar mas fundo. Sabia que aqueles movimentos deixavam ela louca, a cara dela mostrava. Não demorou pra ela soltar uns gemidos leves de novo.
Y: "Javi, aumenta o volume da TV que não dá pra ouvir direito". Aproveitei a desculpa pra abafar ainda mais os sons da Romi.
Ela ficou grata, porque dava pra ver que não aguentava mais. O tesão tinha tomado conta de nós dois. Sabia que ela tava prestes a ter outro orgasmo, e eu também tava perto. Tudo naquela situação só aumentava a adrenalina.
Em só uns poucos movimentos, o corpo dela inteiro ficou tenso. Ela mordeu o cobertor que nos cobria por uns segundos, e desabou. Demorou mais que o normal pra se recuperar e depois me explicou por quê. Tinha Teve um orgasmo intenso, mas longo, algo que ainda não tinha acontecido com ela. Uns dois minutos depois, percebeu que ainda tinha meu pau dentro dela, e que eu não tinha gozado.
A gente tinha tentado sexo anal algumas vezes, mas sempre foi difícil, doía. Nunca passamos da cabeça. Num momento de loucura, ela levou meu pau direto pro cu dela, e com os próprios fluidos da buceta dela, deu pra lubrificar a entrada do rabo. Eu ficava louco, morria de vontade de meter o pau todo, mas sabia que ia doer. Parece que ela também sabia, porque em vez de continuar, deixou só a cabeça dentro e começou a me bater uma. Uma parada louca, que nunca tinha acontecido comigo, mas super eficaz. Em poucas manobras, enchi o interior dela todo. Parecia que não parava de gozar. Até aquele momento, nunca tinha tido um orgasmo daqueles.
Esperamos uns minutos, ela arrumou a roupa e foi pro banheiro. Demorou, bastante. Deduzi que foi "higienizar e esvaziar" as partes comprometidas. Quando finalmente voltou, me disse:
R: "Não parava de sair! Como você fez pra gozar tanto?!"
Y: "Como você fez pra se animar?"
R: "Aos pouquinhos" — e me dá um beijinho pequeno e carinhoso — "essa bunda minúscula vai ser sua. O de hoje, amei!".
Mesmo tendo sido uns 15 ou 20 minutos pra tudo isso acontecer, pra nós pareceu horas. Tanto que dormimos abraçados no sofá. O filme acabou, nossos amigos foram dormir e não nos avisaram. Então, num momento da noite, acordamos e nos encontramos no escuro, perto da lareira, e sozinhos...
... Mas isso é história pra outra hora.
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Aproveitem a leitura tanto quanto eu aproveitei fazendo.
A única coisa que vou deixar claro é que tudo que vou escrever É REAL.
Por sorte, eu tive (e ainda tenho) uma vida sexual muuuuuuito ativa. Então vou aproveitar isso pra contar umas histórias pra vocês.
Primeira história:Recém-chegadoSegundo relato:Cidade da Fúria - Orgia e Swing por acaso
Inverno, filmes, amigos e muito tesão.Uns anos atrás, eu com 18 anos recém-completados, tava num grupo de amigos que fazia tudo junto. O elo era dois irmãos, o mais velho, Javier, tinha a minha idade. E a irmã, Maria, tinha só um ano a menos. Resumo: formou-se um grupo de 5 caras de 18/19, com 6 minas de 17/18. Com o tempo, foram rolando uns casinhos. Dessas 6 minas, consegui aproveitar por completo 3 (o que vai render mais relatos). Mas hoje quero focar numa em especial, a Romina.
Morena, cabelo liso comprido, olhos castanhos, magrinha, 1,65. Peitos pequenos, uma cintura bem marcada, e uma raba de dar prêmio, uma delícia. Também era uma das mais extrovertidas, e a que sempre dava um passo a mais. Eu também sou assim, então naturalmente nos entendíamos muito bem. Dançava como poucas. E quando a gente tava na pista, sempre abriam espaço porque a gente arrasava. Pra quem conhece Sobremonte em MdP, a pista Coyote era NOSSO lugar. Começamos a sair juntos e ficamos quase um ano.
No começo, como todo namoro, muito beijo e amasso, até que finalmente consegui cobrar aquele prêmio que tanto se fazia de difícil. Acabou sendo uma cadela no cio. Uma puta no sentido mais completo da palavra. Toda vez que dava, a gente transava. Nós dois morávamos com os pais, então qualquer lugar servia. Primeiro, bem conservador. Depois, o tesão tomou conta. Fomos do meu quarto quando meus pais não estavam, pra praia, um estacionamento, o vip de uma balada, cinema, e um monte de outros. Mas uma das melhores foi justamente na casa do Javier.
Eles tinham um casarão gigante, quase meio quarteirão. Uma casa com muito espaço, e 6 quartos. Então sempre foi o ponto de encontro. Quase sempre a gente saía e dormia na casa dele todos (os onze). Uma noite de junho, tava tão feia, que acabamos vendo filmes na sala. Como tava muito frio, a gente se cobriu com uns cobertores e acendeu a lareira. No começo, todo mundo assistia sentado, de boa. Romi me diz: "Tô com frio"
"Vem cá" eu falo.
E ela sentou em cima de mim num sofá bem grande. Eu tava muito afim, e pelo visto o filme não tava agradando ela, porque logo começou a me procurar, dar uns beijinhos, mordiscar meu pescoço. Quando eu desabotoei a camisa, falei:
"Tá brincando com fogo, e o problema é que você não vai se queimar sozinha"
"Não tô nem aí" ela disse. "Por causa das suas provas, faz uma semana que não rola nada, e eu tô muito puta"
Era verdade, eu tava estudando pras provas e a gente não tinha se visto a semana inteira. Ou seja, por causa da faculdade, eu já tava há uma semana cheio de tesão, e com uma frase só, ela já me deixou a mil. Na hora, comecei a fazer aqueles carinhos que ela tanto gostava. Beijinhos no pescoço e no meio dos peitos. Quando eu tava abrindo a camisa dela, percebi que a gente não tava sozinho. Mesmo estando num canto afastado do círculo que a gente formou com os sofás, e cobertos pelas mantas, tinha 9 pessoas ao nosso redor. E isso só deixou a gente mais excitado. A gente se entendeu na hora. Era um jogo perigoso, mas a gente adorava.
Quando voltei pro caminho dos peitos dela, ela já tava passando a mão na minha pica por cima da calça. E me deixou duro em tempo recorde. Continuei e, abrindo a camisa, deixei ela só de sutiã cobrindo aqueles peitinhos pequenos que me enlouqueciam. Comecei a brincar por cima deles. Não dava pra descer e chupar, mesmo sabendo que isso deixava ela louca de tesão. A gente tava muito arriscado. Então minhas mãos fizeram o trabalho dos meus lábios e língua. Desabotoei o sutiã e as alças, e tirei ele todo. Fiquei um tempo brincando naqueles biquinhos pequenos que já estavam durinhos. Romi desabotoou meu cinto e minha calça. Num movimento só, deixou minha pica no ar e começou a me masturbar, devagar, mas muito gostoso. Não demorei nada pra fazer o mesmo. Pra minha sorte, ela tava usando uma saia reta. Então não tive problema nenhum. acessar qualquer parte do corpo dela. Com a esquerda, brincava com os mamilos dela, e com a direita, confirmei o que ela tinha me dito uns minutos antes. Tava muito tesuda, tanto que a calcinha fio dental que ela usava tava encharcada com os sucos dela.
Entre os beijos disfarçados, as carícias escondidas e a situação tão arriscada, ela demorou só uns minutos pra chegar no primeiro orgasmo. Explosivo, rápido, e ela não conseguiu soltar nenhum som. Uma tossinha mal ensaiada pra disfarçar os suspiros fez todo mundo virar pra perguntar se ela tava bem.
R: É galera, de boa. Me engasguei.
Y: Engasgou com um orgasmo – falei baixinho pra ela, e ela começou a rir.
Ela tava vermelha e ofegante. Quando eles viraram de volta, a gente continuou no nosso mundo.
Eu tava com o pau durasso. Tudo ao redor era perigo e isso nos deixava ainda mais excitados. Com a buceta gozada, ela tava ainda mais lubrificada, e mesmo sendo apertada, fui enfiando meu pau sem muita dificuldade. Ainda lembro do calor daquela buceta.
Aqueles momentos foram uma harmonia exata entre perigo, putaria e loucura adolescente. A gente tava trepando sem pressa, com movimentos suaves, na frente de vários amigos sem eles perceberem. Num momento, a gente pegou um ritmo muito sincronizado, onde, mexendo bem pouco, meu pau entrava devagar mas fundo. Sabia que aqueles movimentos deixavam ela louca, a cara dela mostrava. Não demorou pra ela soltar uns gemidos leves de novo.
Y: "Javi, aumenta o volume da TV que não dá pra ouvir direito". Aproveitei a desculpa pra abafar ainda mais os sons da Romi.
Ela ficou grata, porque dava pra ver que não aguentava mais. O tesão tinha tomado conta de nós dois. Sabia que ela tava prestes a ter outro orgasmo, e eu também tava perto. Tudo naquela situação só aumentava a adrenalina.
Em só uns poucos movimentos, o corpo dela inteiro ficou tenso. Ela mordeu o cobertor que nos cobria por uns segundos, e desabou. Demorou mais que o normal pra se recuperar e depois me explicou por quê. Tinha Teve um orgasmo intenso, mas longo, algo que ainda não tinha acontecido com ela. Uns dois minutos depois, percebeu que ainda tinha meu pau dentro dela, e que eu não tinha gozado.
A gente tinha tentado sexo anal algumas vezes, mas sempre foi difícil, doía. Nunca passamos da cabeça. Num momento de loucura, ela levou meu pau direto pro cu dela, e com os próprios fluidos da buceta dela, deu pra lubrificar a entrada do rabo. Eu ficava louco, morria de vontade de meter o pau todo, mas sabia que ia doer. Parece que ela também sabia, porque em vez de continuar, deixou só a cabeça dentro e começou a me bater uma. Uma parada louca, que nunca tinha acontecido comigo, mas super eficaz. Em poucas manobras, enchi o interior dela todo. Parecia que não parava de gozar. Até aquele momento, nunca tinha tido um orgasmo daqueles.
Esperamos uns minutos, ela arrumou a roupa e foi pro banheiro. Demorou, bastante. Deduzi que foi "higienizar e esvaziar" as partes comprometidas. Quando finalmente voltou, me disse:
R: "Não parava de sair! Como você fez pra gozar tanto?!"
Y: "Como você fez pra se animar?"
R: "Aos pouquinhos" — e me dá um beijinho pequeno e carinhoso — "essa bunda minúscula vai ser sua. O de hoje, amei!".
Mesmo tendo sido uns 15 ou 20 minutos pra tudo isso acontecer, pra nós pareceu horas. Tanto que dormimos abraçados no sofá. O filme acabou, nossos amigos foram dormir e não nos avisaram. Então, num momento da noite, acordamos e nos encontramos no escuro, perto da lareira, e sozinhos...
... Mas isso é história pra outra hora.
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Aproveitem a leitura tanto quanto eu aproveitei fazendo.
1 comentários - Invierno, peliculas, y algo de peligro... (Real)