Un gran trio ep 2

Desde que estivemos com a prostituta Jéssica, nosso mundo mudou, mas às vezes a gente fazia com outras, mas sempre de camisinha, menos com a Jéssica. — Valeu, amor. — falei pra uma prostituta que tava saindo da nossa casa. Meu pau já tá moído de tanta porra que tiraram de mim. — Mano, tenho que ir pro trabalho, aconteceu uma parada importante. — ele vestiu o terno. — O que foi? — me desesperei vendo ele correndo pela casa. — O pessoal da empresa já chegou, querem fechar o contrato e com isso a gente fica milionária. — abracei ele com força, era algo que a gente tava pedindo há tanto tempo. — Finalmente esse momento chegou. — soltei ele e ele foi até a porta de casa. — Finalmente vamos pra Espanha. — Sim. — ele se despediu e foi embora. Ir pra Espanha era um dos nossos maiores sonhos, além do trampo do meu amigo, é pelo clima e pela vista. Fiz meu almoço: lasanha com queijo e um suco de maçã natural. Depois de algumas horas, me vesti pra ir pra escola, é assim que a gente vive: Peter paga as contas e eu estudo. Cê deve tá se perguntando o que a gente é: somos amigos que se conheceram e um dia decidiram morar juntos, e somos mais como irmãos. Escovei os dentes e fui pra escola, na real é um colégio pra depois ir pra faculdade. Saí de casa e tranquei a porta, comecei a andar até o colégio, não é muito longe, então vou a pé ou de bicicleta, ou de ônibus se chover. Esse lugar é meio estranho porque a cidade é dividida em duas partes, mas o nosso lado é o que mais se dá bem. Um dos lados é o nosso, o pessoal te cumprimenta, tem parque, supermercado normal, mas o outro lado é mais sombrio. É do povo pobre ou de poucos recursos, na real é do povo que não tem oportunidade, ou a maioria é viciado, prostituta, o pior do pior, e a mesma coisa com as crianças. Horas depois. Comecei a andar pra casa, e vi a Jéssica com outras mulheres, ela é a mais requisitada por nós, até que ela deu o número dela caso a gente queira. Fiquei olhando pra depois de sorrir pra mim, eu dei um sorriso e fui pra minha casa, vi o carro do Peter. Abri a porta e lá estava o Peter cozinhando e cantando. — Tamos feliz. — falei chamando a atenção dele, larguei minha bolsa no sofá. — As pessoas já assinaram e somos milionários já, já, já. — ele começou a rir com alegria, ricos nós somos ricos. Corri direto pra ele e abracei, pra dar um beijo apaixonado pela nossa comemoração. — Por que não tomamos um banho? — falei sedutoramente no ouvido dele. — Como eu quero que seja rápido. — ele desligou o fogão e fui pro quarto, cada um tem nossos quartos e banheiros. Peguei meu pijama e ele também, mas eu saí do quarto completamente pelado, e ele também. Nosso banheiro é quase igual ao de todo mundo, a pia, um armário pra guardar as coisas, o vaso e um chuveirão grande com porta de correr transparente. Entrei no banho, com a água morna escorrendo pelo meu corpo, ele também entrou. A água nos molhava enquanto a gente voltava a ser um, como quase sempre fazemos, o pauzão dele crescia e o meu também, coloquei minhas duas mãos nos nossos paus pra nos masturbar, a gente tava gozando. Peguei o shampoo até fazer espuma e passei na cabeça e no corpo dele, ele também fez o mesmo comigo. — Deixa eu ensaboar suas costas. — virei de costas e ele meteu sem falar nada, a mão dele tava no meu pau e começou a me masturbar. Gozei na porta, ele nunca gozou dentro de mim, então ele tirou e levantou o pau e gozou, o esperma espirrou e depois caiu. — Você me enganou, safado. — beijei ele, toquei no pau dele que tava murchando aos poucos. — Já morreu. — me ajoelhei pra começar a lamber o pau dele e tirar as gotas de esperma que tinham. O Peter não tem prepúcio e é mais fácil de lamber, quando pequeno ele fez a circuncisão, já eu, tenho meu prepúcio. Depois de lamber, o Peter começou a sentir uma dorzinha, por ficar lambendo parece que é muito forte. Meu pau começou a endurecer. — É minha vez, love. — me levantei e ele virou, com muita vontade eu coloquei o glande nela, que começou a se expandir, pra depois continuar, tocava o peito dele cheio de pelos enquanto continuava metendo. Tirei meu pau e gozei com força. No final, a gente tomou banho e trocou de roupa pra jantar. Da nossa noite de paixão, comer a comida árabe deliciosa dele, e ele tomou vinho, eu tomei bebida. — Hoje é sexta, o que você vai fazer no sábado? — ele perguntou enquanto eu dava uma provada na comida dele. — Não sei, vou sair com uns amigos que não vejo há um tempão. — Engoli a comida pra falar e dei um gole na bebida — e você? — Vou ficar com uns arquivos que preciso revisar. — E depois, o foda é que as aulas quando eu mudar vão ser um caos. — E quando a gente vai embora? — porque é uma das maiores perguntas que a gente tem. — Não sei. — Ele deu de ombros, e deu um gole no vinho dele — Daqui uns quatro meses, talvez. — Quatro meses! — gritei, e continuei comendo, mas mais rápido. — A transferência leva tempo. — Terminei de comer, lavei os pratos. — Não importa, meu semestre de estudo já tá acabando. — Então não é tão importante assim. Alguém bateu na porta, mas rápido, como se tivesse vindo com pressa. Abri a porta, era um vizinho nosso. — O que foi, vizinho? — perguntei, ele parecia animado. — O pai do prefeito vai fazer uma festa pra todo mundo no parque central. — O prefeito, não sabia disso, podia ser foda. — Não sabia, vai ser divertido. — Peter ficou do meu lado. — Vai ser amanhã. — A esposa do vizinho do lado saiu pra nos cumprimentar. — Claro que a gente vai estar lá, pode contar com a gente. — Sorri, o vizinho começou a andar pra trás, indo pra casa dele. — Valeu, vizinho. — Peter falou pra ele, eu fechei a porta. — O que você acha, vamos? — falei meio empolgado, convidando a cidade toda. — Bom, tenho um pretexto. — Ri disso, ele foi pra cozinha lavar os pratos e eu fui pro quarto. — Bom, vou dormir. — Fui pro meu quarto. — Tchau. — Peter disse, me despedi com dois dedos na testa. O forte. O sol bate nos meus olhos, então levantei pra não me incomodar. Fui até a janela pra ver as pessoas regando o gramado, brincando todas felizes. Peguei um copo e enchi de suco de laranja pra ir bebendo. Liguei a TV pra ver minha série na Netflix. Mas o Peter não saía do quarto, fui no banheiro mijar, a porta dele tava aberta e ele não estava. Provavelmente tá ajudando na festa. Troquei de roupa, fiz o almoço, até que ele chegou feliz pra caralho. — Tamos sorrindo. — falei pra dar uma bicada na minha comida. — Foi a melhor coisa. — ele pendurou as chaves. — Tava com a Jessica. — O galã com a mina. — Ele foi pegar um pedaço da minha comida que tinha deixado no prato. — É, foi de manhã. — Olha só, e eu achando que você era só um cara de contas. — E como deixou ela? — dei um gole no suco que tava do lado esquerdo do meu lugar. — Meu deus, deixei ela sem fôlego. — soltei uma gargalhada. — Disse pra ela que a gente é milionário? — Se for isso, fodeu. — Não, como é que você pensa nisso? — os olhos dele arregalaram, mas tem que perguntar porque a gente nunca sabe. As horas passaram, rindo e vendo séries. — Vamo pra festa. — comecei a me levantar pra ir no meu quarto vestir uma das melhores roupas que tenho. — Beleza. — ele falou, enquanto também foi pro quarto dele. Depois de uns longos minutos, cada um saiu do quarto com as melhores roupas. — Vamo. — falei, peguei minhas coisas, meu celular e a carteira. Vimos toda a galera indo pra festa grande, enquanto caminhávamos vimos nossos vizinhos e cumprimentamos eles. No palco grande tava o pai do prefeito dando o discurso dele. O Peter tava conversando com o povo e eu tava no celular. Olhei pra Jessica sozinha e sem ninguém, vestida que nem uma pessoa normal. Fiquei olhando, ela veio na minha direção rapidão. — Oi, love. — ela tava na minha frente. — Quer uma transa? — Não é possível que cumprimento minha amiga e ela já pede sexo. — dei um sorriso, a gente tava longe de todo mundo. gente. — por quê, eu sei que é crime não conseguir resistir, lindeza. — ela olhou pro meu volume. — então com essas palavras vocês podem fazer o que quiserem com os homens. — estendi minha mão pra tocar a buceta dela. Faz um mês que a gente se conhecia e foi a melhor coisa que eu podia ter feito. — vamos pra um lugar afastado. — falei, e ela pegou na minha mão pra gente ir pra um suposto beco. Ela baixou minha calça pra chupar, eu tava curtindo, ela baixou a calça e a calcinha pra enfiar na buceta dela. Um. Dois. Um. Dois, não tinha ninguém, só nós dois, gozei, jorrei pra caralho porque não tava batendo desde ontem, não me masturbei nem nada. Fiquei um tempo dentro da buceta dela, e tirei devagar. Na sequência, meu sêmen tava escorrendo. — quanto é. — falei, por nada é de graça. — só por você, cortesia da casa. — ela me deu um beijão, pegou as coisas dela e eu também pra ir embora, eu também não falei nada por um tempo. Caminhei, todo mundo tava olhando pro pai do prefeito, o que deu pra ouvir foi fogos de artifício. Grandes figuras foram apresentadas no céu. Aproveitei pra ficar do lado do Peter. — onde você tava. — ele olhou direto nos meus olhos. — com a nossa amiga. — dei um sorrisinho pra continuar vendo os fogos. — tô com uma impressão ruim. — ele falou com a voz dele, mas dessa vez sério. — por quê, sério. — olhei pra ele, mas não vai ser bom. — desde que a gente conheceu ela, talvez seja a única que a gente deixou cheia sem nada. — a gente tem que falar com palavras diferentes pra ninguém sacar o que a gente diz. — sim, aonde você quer chegar. — a que, quando eu tava na casa dela tinha muitos balões e eu não tive balão, acho que ela faz isso por tesão. — é uma conjectura muito boa, mas não leva a nada.

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