O calvário tinha começado, com meu trabalho, era uma onda de 20 metros imparável, comecei a trabalhar cada vez mais e deixava ela cada vez mais abandonada, e por causa da idade, o tesão aumentava ainda mais, ela me mandava fotos, contos curtos, que faziam minha pica explodir. Uma vez ela me pede permissão pra ir dançar com uma amiga, era aniversário dela, lembro bem, foi uma sexta à noite, ia negar, mas se proibisse ia ser pior, foi o que pensei, e o que descobri foi horrível, contado pela melhor amiga dela, depois que a gente terminou. (Cíntia conta a história) Saímos direto da minha casa pra encontrar umas minas, éramos 6 e fomos pro bosque, essa noite tinha mea culpa (elas trancam as novinhas num lugar, dão bebida de graça, e a primeira que vai no banheiro corta a bebida de todas). Naquele dia a gente se embebedou pra caralho, com o calor que tava e o álcool que a gente tinha, não aguentávamos nem ficar em pé, estávamos na pista, tudo mulher, tudo bêbada, não conseguia nem se manter de pé, quando umas 3 da manhã abrem a porta pra onde os caras estavam, e o ar muda, imagina um mundo de mulher alcoólatra correndo pros braços do primeiro que aparecesse, kkkkk. E nunca vi ela tão doida, correu pra um preto, favelado, que tava tão bêbado quanto ela, o cara pegou ela, comeu ela na hora, e começou a passar a mão na bunda dela na frente de todo mundo, levantando a saia dela, ela não tava nem aí e parecia que queria subir nele, foram pra um canto e eu perdi ela de vista... (Isso ela me contou depois de um tempo) Lembro que tava com muito calor e muito álcool, e tava puta pra caralho porque você não tava comigo, cuidando de mim, e sentia mil mãos passando a mão na minha bunda, e meus peitos sendo chupados por mil bocas, tava tão excitada que não ligava pra nada, o cara me puxou pelo cabelo e me abaixou pra pica dele, eu não hesitei, comecei a chupar ele desesperada, e ele me levanta pelo cabelo e fala "vamos", eu peguei a pica dele com a mão. E aí comecei a andar, tipo pra não deixar escapar, sentia passos atrás de mim e não tava errada. Quando saímos pra fora, o álcool bateu em dobro, e alguém falou "bebê, toma isso", "gata", me deu um copo. Achei que era água e tomei de uma vez. Ardendo tudo: boca, garganta, estômago. Não sei se era um copão de vodka ou tequila. Quando voltei a ter consciência, tava sendo apalpada, feito uma puta. Tinha umas duas mãos na minha pussy, me apertavam a bunda, batiam nos meus peitos. E a gente tava viajando. Quando acordo de novo, o cara da balada tava enfiando os dedos na minha pussy, e eu já tava quase pelada. Não sei se me deram algo pra esquentar ou o quê, mas eu queria foder a todo custo, não tava nem aí pra nada. Aí pulei em cima dele, cai no chão, ele tirou minha camiseta e meu sutiã, e comecei a cavalgar, feito uma puta. Tava super tarada. E começou a se aproximar uma pica imensa, era enorme. Achei que era um dildo. Ele meio que me empurrou pra frente, pra eu pegar ela e chegar mais rápido. Aí comecei a chupar, igual louca, lembro que queria engolir de primeira e não consegui, batia na garganta. Era gigante, comprida pra caralho. Minha pussy, que tava na pica do cara, ficou na altura da boca dele, e eu comecei a chupar a dele enquanto dava um boquete foda no pica grossa. Nisso, sinto que começam a querer enfiar o dedo no meu cu, e um líquido escorre pelas minhas costas – tavam lubrificando. Eu meio que me levantei um pouco pra eles enfiarem o dedo direito, e continuei chupando até bater na garganta. O cara que tava no chão levantou e gritou: "puta do caralho, essa aí a gente vai arrebentar toda". Fiquei meio preocupada, ainda tinha a bunda virgem. Nisso, enquanto tavam dedando meu cu, me empurram pra frente. A pica entra até minha garganta, me dá ânsia. Tiro ela e começo a vomitar um tempo, agachada, mas o dedo no cu não tiravam. Me limpo com uma mão e com a outra... eu tinha a pica do cara que nunca soltei, vejo uma cama, sinto o cara, me ajoelho, com o rabo empinado, e continuo chupando ele, lembro que gritavam e não sei o que diziam, falavam, xingavam, eu tava chupando a pica mais linda da minha vida, e me lembro, que me sentia uma puta tremenda, pelo jeito que iam me foder, não sei quantos caras, e eu preocupada em não deixar a pica escapar da boca, tanta dedada deu seus frutos, e começaram a empurrar, no meu cu, primeiro doía, depois incomodava porque eram meio brutos, e não conseguiam meter, no meu buraquinho, e depois parece que cansou de tentar, e enfiou na minha buceta, foi lindo, me comia, com uma fúria que me obrigava a engolir mais e mais pica, adorava a situação, foram se revezando, umas 3 ou 4 gozadas recebi dentro, e eu continuava, chupando aquela pica gigante e linda, até que senti umas mãos ásperas, e duras, enormes, que me tocavam, as nádegas, e cuspiu, no meu cu, e começou a meter o dedo, tinha um dedo gigante, me senti violada, e nisso que começou a empurrar com o dedo me deu tanto tesão, que senti meu primeiro orgasmo, fiquei excitada, com o dedo do grandão, foi incrível, tremi toda, e começo a tremer, minhas pernas amolecem, e meio que caio, mas ele me segura pela cintura, me levanta me desgrudando do meu chupeto, e com uma voz grossa, me diz no ouvido: - daqui você vai sair sendo outra pessoa, ouviu, pedaço de puta, e vai voltar sozinha, pra gente continuar te arrebentando toda - Eu tremo e meio que me assusto, por um momento, e começo a perceber, que o cara me segurava, levantada, com as mãos nas minhas pernas, de costas pra ele, e tava se preparando pra me comer pelo cu, uma besta ia me arrebentar toda. Ele começou a descer devagarzinho, e se posicionou na entrada da minha bunda, eu olhei ao redor, e tinha uns 10 ou 12 caras, e ele começa a entrar no meu cu que não oferecia resistência, tava entrando, toda. a cabeça, e começou a doer. Comecei a reclamar, e o filho da puta que estava na minha frente parou e enfiou de uma vez na minha buceta. Senti como se uma anaconda estivesse entrando no meu útero. Gritei, não sei se de prazer ou dor, mas sentia minha pele do cu esticando, deixando a pica do animal entrar. O filho da puta começou a me foder com mais ritmo pela buceta, enquanto eu estava com os olhos totalmente abertos. Do jeito que estavam arrombando meu cu, era impressionante. A pica não entrava, e ele começava a empurrar, e empurrar, devagar, pra minha bunda se acostumar. Lembro de muitos gritos, aplausos, quando de repente, o filho da puta que estava me rasgando a buceta literalmente gozou dentro de mim. Me bombou 2 ou 3 vezes mais e saiu. Fiquei só empalada pelo cu, e ele começou a aproveitar. Me deixou com as pernas abertas e levantadas por um tempo, gritou algo pros outros, e se jogou na cama, comigo e tudo. Sinto ele tirar a pica que não saía mais, era eterna, e me diz: "Você me sujou toda, sua puta de merda". Sinto ele me bater, me pegar pelos cabelos, me levar de joelhos até um banheiro. Abre o chuveiro, me mete dentro junto com ele, me diz: "Lava minha pica". Eu vi a pica cheia de merda minha. Comecei a limpar com a mão, e ele me agarra pelo cabelo e diz: "Com a boca, seu pedaço de puta". E me obriga a engolir a pica, que de uma vez tocou minha garganta. Não dava conta dela, era uma pica além de grossa, comprida, maior que a outra. E me segurando pelo cabelo, faz com que eu chupe ela, com muita velocidade e ferocidade. Começou a me machucar, de tão bruto que era. E num momento, percebi que ele já tinha tirado a mão, e eu continuava chupando a pica dele a toda velocidade. Ele me segura pelo cabelo de novo, tinha cara de um cara grande, uns 50 anos, estava cortado e tinha má aparência, como se fosse um preso ou algo assim. Me segura pelo cabelo, me diz pra me agarrar na torneira do banheiro, e coloca meu cu de novo na entrada da pica dele. Ele agarra um shampoo ou creme, não sei o que era, e ele enfia de novo no meu cu, sinto que vai me machucar toda, lembro das palavras dele na minha mente, e pela primeira vez quero sair correndo, não estava com tesão, estava sendo maltratada, estava passando mal, e o inevitável acontece, ele enfia no meu cu sem amor, sem piedade, sem aviso, sinto que me machuca, eu grito, choro, e xingo, tento tirar mas não consigo, e ele começa a foder meu cu, pela primeira vez ouço a risada dele, era macabra, dava medo, bateu minha cabeça na parede do banheiro, eu era muito pequena pra aquela fera e não aguento as investidas que ele dava, e continua fodendo meu cu por um bom tempo, eu começo a chorar, e as lágrimas se misturam com a água do chuveiro, quando ele tira a pica pela primeira vez sinto um vazio incrível, um alívio, e não sei o que ele começa a fazer, tipo enfiar e tirar de lado, do outro, não sei o que ele fazia na verdade, mas doía tudo, nisso ouço alguém falar vai vai... E tudo acaba. por aquela noite....
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