Isso aconteceu com a gente umas duas semanas atrás...
A gente tinha ido passar o dia nos penhascos porque o clima tava ajudando. Num domingo tranquilo, era só eu e a Flor até que chegou uma caminhonete com 4 caras bem novinhos. Com a Flor, a gente decidiu descer pros penhascos pra entrar um pouco no mar, ela tava na moda com um maiô inteiro bem enfiado na bunda, deixando as nádegas à mostra.

Em poucos minutos que descemos, enquanto eu estava dentro da caverna sentado na minha cadeira de praia tomando mate, vi que ela entrava no mar sozinha. Daí a pouco ouço os caras começarem a gritar coisas lá de cima e eu me transformei, falei que hoje era meu dia de ser corno. Subi na hora, encarei eles pra conversar e disse que éramos um casal cuckold e que adoraria que forçassem ela a transar dentro da caverna. Os caras não acreditaram no que ouviam e, sem hesitar, bolamos como seria a sequência. Eles desceriam, eu me afastaria e eles se aproximariam das nossas coisas pra fazer ela sair da água, na sequência levariam ela pra dentro da caverna e ali valeria tudo.
Quando eles descem, automaticamente grito pra Flor que vou pegar algo no carro e ela se encosta na beirada. Poucos segundos depois que eu fui embora, eles se aproximam das nossas coisas e a Florzinha sai correndo pra não deixarem levar nada. Ela não teve tempo de chegar nas coisas que um deles se aproximou, pegou ela pelo pescoço e levou pra dentro da caverna. Na hora, desci pra ver tudo de perto e me masturbei vendo a sequência de abuso da minha mina.
Quando levaram ela pra dentro, taparam a boca dela e começaram a fazer das suas. Já jogaram ela no chão, ralando os joelhos e arrancando a pele, puxaram os paus e enfiaram na cara dela. Um deles puxou o cabelo dela pra trás, mandou ela abrir a boca e começou o ritual de foder a boca dela. Arrancaram os peitos dela pra fora da blusa, e ela começou a babar horrores com as estocadas que a garganta dela tava levando, molhando os peitos dela de baba. Enquanto se revezavam pra comer a boca dela, davam tapas na cara e nos peitos dela, além de beliscar e puxar os bicos dos peitos.
Chegou a hora da penetração, colocaram ela de quatro no chão. Um deles pisava na cabeça dela contra o chão enquanto se masturbava e fazia ela apoiar os peitos nas pedras. Levantaram a rabeta dela e começaram a dar tapas até deixar a bunda vermelha. Ela não parava de gritar, e os urros dela ecoavam pela caverna vazia.
Depois começou o trabalho em equipe: quem segurava a cabeça dela puxou a parte de baixo da malha com uma mão e enfiou dois dedos quase sem cuspe no cu dela. Outros dois agarraram as nádegas dela e abriram o máximo que podiam, deixando os dois buracos expostos. O que sobrou ficou de apontar pra buceta dela e começar a meter. Eles se revezaram comendo ela assim por uns 15 minutos, até que puxaram ela pelos cabelos e levaram até a parede da caverna, onde apoiaram a cabeça e os peitos dela e mandaram ela colocar os braços pra trás. De um puxão, rasgaram a malha dela embaixo, deixando ela toda destruída e apertada na cintura. Mandaram ela empinar a raba e, com duas cusparadas no buraco dela, começaram a comer ela no cu. Essa sequência durou menos, porque todos já estavam quase gozando aquele leite que ela tanto gosta. Assim, foram um por um, enchendo o cu dela de porra de quatro machos. Depois que o estupro acabou, fizeram ela limpar as picas com as mãos e os peitos, e de lembrança levaram a malha dela, deixando a Flor largada pelada no meio da caverna.
Espero que vocês tenham gostado desse relato rapidinho que aconteceu há poucas semanas numa das praias dos penhascos aqui de Mar del Plata. Se quiserem dar mais vida a essa história, podem me mandar um GIF por mensagem privada pra dar mais visibilidade pro meu perfil. Quero deixar claro que o que a gente faz é algo que amamos os dois e é nosso estilo de vida, antes que venham críticas por aí. Mandamos um beijo enorme e que tenham um ótimo ano novo, pra qual estamos preparando uma festa importante pra ela, que é surpresa.
A gente tinha ido passar o dia nos penhascos porque o clima tava ajudando. Num domingo tranquilo, era só eu e a Flor até que chegou uma caminhonete com 4 caras bem novinhos. Com a Flor, a gente decidiu descer pros penhascos pra entrar um pouco no mar, ela tava na moda com um maiô inteiro bem enfiado na bunda, deixando as nádegas à mostra.

Em poucos minutos que descemos, enquanto eu estava dentro da caverna sentado na minha cadeira de praia tomando mate, vi que ela entrava no mar sozinha. Daí a pouco ouço os caras começarem a gritar coisas lá de cima e eu me transformei, falei que hoje era meu dia de ser corno. Subi na hora, encarei eles pra conversar e disse que éramos um casal cuckold e que adoraria que forçassem ela a transar dentro da caverna. Os caras não acreditaram no que ouviam e, sem hesitar, bolamos como seria a sequência. Eles desceriam, eu me afastaria e eles se aproximariam das nossas coisas pra fazer ela sair da água, na sequência levariam ela pra dentro da caverna e ali valeria tudo.
Quando eles descem, automaticamente grito pra Flor que vou pegar algo no carro e ela se encosta na beirada. Poucos segundos depois que eu fui embora, eles se aproximam das nossas coisas e a Florzinha sai correndo pra não deixarem levar nada. Ela não teve tempo de chegar nas coisas que um deles se aproximou, pegou ela pelo pescoço e levou pra dentro da caverna. Na hora, desci pra ver tudo de perto e me masturbei vendo a sequência de abuso da minha mina.
Quando levaram ela pra dentro, taparam a boca dela e começaram a fazer das suas. Já jogaram ela no chão, ralando os joelhos e arrancando a pele, puxaram os paus e enfiaram na cara dela. Um deles puxou o cabelo dela pra trás, mandou ela abrir a boca e começou o ritual de foder a boca dela. Arrancaram os peitos dela pra fora da blusa, e ela começou a babar horrores com as estocadas que a garganta dela tava levando, molhando os peitos dela de baba. Enquanto se revezavam pra comer a boca dela, davam tapas na cara e nos peitos dela, além de beliscar e puxar os bicos dos peitos.
Chegou a hora da penetração, colocaram ela de quatro no chão. Um deles pisava na cabeça dela contra o chão enquanto se masturbava e fazia ela apoiar os peitos nas pedras. Levantaram a rabeta dela e começaram a dar tapas até deixar a bunda vermelha. Ela não parava de gritar, e os urros dela ecoavam pela caverna vazia.
Depois começou o trabalho em equipe: quem segurava a cabeça dela puxou a parte de baixo da malha com uma mão e enfiou dois dedos quase sem cuspe no cu dela. Outros dois agarraram as nádegas dela e abriram o máximo que podiam, deixando os dois buracos expostos. O que sobrou ficou de apontar pra buceta dela e começar a meter. Eles se revezaram comendo ela assim por uns 15 minutos, até que puxaram ela pelos cabelos e levaram até a parede da caverna, onde apoiaram a cabeça e os peitos dela e mandaram ela colocar os braços pra trás. De um puxão, rasgaram a malha dela embaixo, deixando ela toda destruída e apertada na cintura. Mandaram ela empinar a raba e, com duas cusparadas no buraco dela, começaram a comer ela no cu. Essa sequência durou menos, porque todos já estavam quase gozando aquele leite que ela tanto gosta. Assim, foram um por um, enchendo o cu dela de porra de quatro machos. Depois que o estupro acabou, fizeram ela limpar as picas com as mãos e os peitos, e de lembrança levaram a malha dela, deixando a Flor largada pelada no meio da caverna.
Espero que vocês tenham gostado desse relato rapidinho que aconteceu há poucas semanas numa das praias dos penhascos aqui de Mar del Plata. Se quiserem dar mais vida a essa história, podem me mandar um GIF por mensagem privada pra dar mais visibilidade pro meu perfil. Quero deixar claro que o que a gente faz é algo que amamos os dois e é nosso estilo de vida, antes que venham críticas por aí. Mandamos um beijo enorme e que tenham um ótimo ano novo, pra qual estamos preparando uma festa importante pra ela, que é surpresa.
3 comentários - Cuck e submisso Ep. 6 - Verão chegou