Olá, aqui conto a última parte da história por este ano, e de quebra mando um abraço e desejo um bom 2019, vamos continuar com o nosso papo.
Como vocês já sabem, estávamos de férias em família em Entre Ríos. Depois da conversa entre eu e minha mãe e minha proposta, não tocamos mais no assunto nem nada, e nesse "nem nada" inclui sexo, e minha avó também está envolvida nisso. No sábado, partimos para nossas férias de 10 dias, nas quais eu planejava me vingar da vovó Clara, mas foi tudo um fracasso. Choveu vários dias, ficamos todos trancados dentro de casa, a casa era pequena para todo mundo, enfim, não tive chance de fazer nada. Então, depois de quase 10 dias sem sexo, tive que apelar para uma boa punheta enquanto tomava banho. Assim voltamos para Buenos Aires, descansados e, no meu caso, com o saco cheio. Chegamos no sábado, para preparar tudo para segunda-feira, volta às aulas, ao trabalho.
Foi assim que na segunda-feira meu pai foi trabalhar, como sempre levou minha irmã para a escola. Pouco depois, em silêncio, minha mãe entrou no meu quarto e, bem baixinho, disse: "Quando a vovó for fazer as compras, preciso falar com você." E saiu tão silenciosa quanto entrou. Fiquei surpreso e intrigado. O que ela queria me dizer? Que o que eu tinha dito era uma loucura e que era melhor deixar tudo como estava, só uma relação de mãe e filho, que o sexo entre nós tinha acabado? Fiquei nervoso, o tempo não passava. Umas duas horas depois, ouvi a porta do quarto da vovó fechar. Na hora me vesti e me preparei para o encontro com minha mãe. Fui para a cozinha bem no momento em que a vovó saía para fazer as compras. Ela me viu e disse de passagem: "Esta noite a gente se vinga." Eu concordei com a cabeça e ela saiu para a rua. Entrei na cozinha, minha mãe me serviu o café da manhã, sentei em silêncio, e ela começou a falar. "Eu não sei o que você estava pensando outro dia quando me disse aquela loucura que... Você tava tramando, mas percebi na hora que tava muito perturbado, por isso quero falar com você. Quando ouvi isso, a xícara quase caiu da minha mão, mas mamãe continuou falando: "Acho que eu tô pior que você, porque cheguei a pensar nisso, mas logo apaguei da minha mente. Só que agora, na viagem de volta, consegui colocar minhas ideias no lugar e percebi que, desde o dia seguinte que você falou comigo, não tomei mais as pílulas anticoncepcionais e, nesse tempo todo, não transei com seu pai." Nessa hora, a xícara já tinha derramado na mesa, mas mamãe seguia falando: "Pensei bem, vamos levar o incesto ao ponto máximo. Vamos ter um filho, que seja nosso segredo. Todo mundo vai achar que é do seu pai, mas você e eu vamos saber que somos os pais." Pulei da cadeira, abracei ela e beijei com paixão. Quis puxar a saia dela ali mesmo, mas ela não deixou. "Vamos pro seu quarto", ela disse, pegou minha mão e me guiou. Pelo quintal, ela foi soltando a saia, entrou no quarto e, de uma vez, tirou o casaco. Não tinha sutiã, a lã tinha deixado os bicos durinhos. Eu já tava sem calças, chupando os peitos dela, duros como nunca tinha visto antes. Tava prestes a meter, quando ouvimos a chave na porta da rua. Minha avó tinha voltado. Vesti as calças como pude, sem cueca, e saí pra dar tempo de mamãe se arrumar. "O que cê tava fazendo?", perguntou a avó. "Mostrei pra mamãe onde tava uma coisa que ela não achava, e agora ela ficou arrumando meu quarto." "Bom, deixa ela sossegada pra arrumar, que hoje à noite a gente bagunça junto.
Como vocês já sabem, estávamos de férias em família em Entre Ríos. Depois da conversa entre eu e minha mãe e minha proposta, não tocamos mais no assunto nem nada, e nesse "nem nada" inclui sexo, e minha avó também está envolvida nisso. No sábado, partimos para nossas férias de 10 dias, nas quais eu planejava me vingar da vovó Clara, mas foi tudo um fracasso. Choveu vários dias, ficamos todos trancados dentro de casa, a casa era pequena para todo mundo, enfim, não tive chance de fazer nada. Então, depois de quase 10 dias sem sexo, tive que apelar para uma boa punheta enquanto tomava banho. Assim voltamos para Buenos Aires, descansados e, no meu caso, com o saco cheio. Chegamos no sábado, para preparar tudo para segunda-feira, volta às aulas, ao trabalho.
Foi assim que na segunda-feira meu pai foi trabalhar, como sempre levou minha irmã para a escola. Pouco depois, em silêncio, minha mãe entrou no meu quarto e, bem baixinho, disse: "Quando a vovó for fazer as compras, preciso falar com você." E saiu tão silenciosa quanto entrou. Fiquei surpreso e intrigado. O que ela queria me dizer? Que o que eu tinha dito era uma loucura e que era melhor deixar tudo como estava, só uma relação de mãe e filho, que o sexo entre nós tinha acabado? Fiquei nervoso, o tempo não passava. Umas duas horas depois, ouvi a porta do quarto da vovó fechar. Na hora me vesti e me preparei para o encontro com minha mãe. Fui para a cozinha bem no momento em que a vovó saía para fazer as compras. Ela me viu e disse de passagem: "Esta noite a gente se vinga." Eu concordei com a cabeça e ela saiu para a rua. Entrei na cozinha, minha mãe me serviu o café da manhã, sentei em silêncio, e ela começou a falar. "Eu não sei o que você estava pensando outro dia quando me disse aquela loucura que... Você tava tramando, mas percebi na hora que tava muito perturbado, por isso quero falar com você. Quando ouvi isso, a xícara quase caiu da minha mão, mas mamãe continuou falando: "Acho que eu tô pior que você, porque cheguei a pensar nisso, mas logo apaguei da minha mente. Só que agora, na viagem de volta, consegui colocar minhas ideias no lugar e percebi que, desde o dia seguinte que você falou comigo, não tomei mais as pílulas anticoncepcionais e, nesse tempo todo, não transei com seu pai." Nessa hora, a xícara já tinha derramado na mesa, mas mamãe seguia falando: "Pensei bem, vamos levar o incesto ao ponto máximo. Vamos ter um filho, que seja nosso segredo. Todo mundo vai achar que é do seu pai, mas você e eu vamos saber que somos os pais." Pulei da cadeira, abracei ela e beijei com paixão. Quis puxar a saia dela ali mesmo, mas ela não deixou. "Vamos pro seu quarto", ela disse, pegou minha mão e me guiou. Pelo quintal, ela foi soltando a saia, entrou no quarto e, de uma vez, tirou o casaco. Não tinha sutiã, a lã tinha deixado os bicos durinhos. Eu já tava sem calças, chupando os peitos dela, duros como nunca tinha visto antes. Tava prestes a meter, quando ouvimos a chave na porta da rua. Minha avó tinha voltado. Vesti as calças como pude, sem cueca, e saí pra dar tempo de mamãe se arrumar. "O que cê tava fazendo?", perguntou a avó. "Mostrei pra mamãe onde tava uma coisa que ela não achava, e agora ela ficou arrumando meu quarto." "Bom, deixa ela sossegada pra arrumar, que hoje à noite a gente bagunça junto.
3 comentários - A amiga gostosa da minha avó