Boa noite.
Vou contar uma história de dez anos atrás, a primeira vez que me deram uma dedada na bunda.
Era um dia de inverno em Mar del Plata, eu estava indo para a Faculdade de Medicina no ponto de ônibus quando ouvi uma buzinada. Era um carro cinza com vidros escuros, e dentro estava um colega da faculdade chamado Diego. Ele me ofereceu carona e eu aceitei. Dentro do carro, a gente só conversou sobre as matérias, nada além disso. Chegamos na faculdade, assistimos às aulas e, na saída, estava chovendo. Ele me ofereceu carona de novo.
Dentro do carro, ele me deu um beijo do nada e, na real, eu adorei. Continuei beijando ele até a gente começar a se abraçar e não parar mais de se beijar. A situação foi esquentando para os dois. Percebi que ele estava de pau duro e apoiei minha mão perto do volume, sem pegar em nada ainda. Foi aí que ele disse:
Diego: "A gente continua aqui ou vai para outro lugar?"
Eu: "Você mora sozinho?"
Diego: "Com meus velhos. E você?"
Eu: "Também."
Diego: "Quer ir para um hotel?"
Eu: "Óbvio."
Bom, fomos de carro para um hotel entre as ruas 3 de Fevereiro e Hipólito Yrigoyen. Entramos em um quarto muito bonito e, mal passamos da porta, já começamos a nos beijar sem parar. Até caímos na cama, nos beijando, tirando a roupa até ficar só de calcinha e cueca. Quando tiramos a roupa íntima, sem trocar uma palavra, começamos a fazer um 69. Ele chupava minha buceta muito bem e, ao mesmo tempo, eu estava desesperada para chupar o pau dele. Depois de um bom tempo assim, paramos. Ele colocou uma camisinha e me perguntou:
Diego: "Como você quer?"
Eu: "Vem você por cima de mim."
Ele veio por cima e, assim que começou a me comer enquanto a gente se beijava, eu gozei e gritei de prazer. Aí ele saiu de cima, me colocou de quatro e começou a me comer bem forte. Até que ele tirou e me perguntou:
Diego: "Onde eu gozo?"
Eu: "Na cara."
Eu me ajoelhei e ele começou a bater o pau devagar na minha cara, e logo encheu meu rosto de porra.
Depois que tudo acabou, lavei o rosto e, na cama, a gente começou a conversar sobre as matérias da faculdade até que... Chegaram os beijos e começamos a fazer um 69, que continuou por um bom tempo. Ele começou a enfiar os dedos na minha bunda e eu deixei.
Nesse momento, eu gozei e comecei a chupar ele mais forte até que ele gozou na minha boca. Continuei chupando enquanto engolia toda a porra.
De novo, nos limpamos e voltamos a falar qualquer besteira, até que ele me disse:
Diego: Que bunda que você tem! Me deixa fazer nela?
Eu: É virgem, nem fodendo.
Diego: Não fala assim, que me deixa mais excitado.
Eu: Se excite, mas aí não toca, haha.
Ele começou a me beijar, chupar os peitos, tocar a bunda, e eu já imaginava a intenção dele. Depois de um tempo, aceitei, mas falei: "Se doer, você tira", e ele concordou.
Fiquei de quatro. Ele começou a chupar minha bunda e eu comecei a gostar. Ele enfiava os dedos de um em um, depois passava a língua, até que disse:
Diego: Bom, vamos tentar?
Eu: Toma cuidado.
Bom, ele começou a enfiar o pau bem devagar e mais ou menos foi entrando. Tinha um pouco de dor, mas era tolerável. Quando percebi, ele já tinha quase o pau todo no meu cu. Ele segurou meus quadris e devagar começou a me mover. Comecei a sentir uma dor um pouco forte, mas aguentei porque vi ele todo excitado e estava experimentando algo novo. Depois de um tempo sentindo dor, ela foi passando e eu fiquei muito excitada. Comecei a gemer muito e adorei que ele fizesse minha bunda daquela forma.
Depois de um bom tempo, ele disse:
Diego: E eu, onde gozo?
Eu: Dentro da minha bunda.
Imediatamente ele gozou e adorei sentir a porra quentinha na minha bunda.
Depois disso, cada um tomou banho e foi para casa. E, sinceramente, adorei como ele desvirginou minha bunda, mas não vou negar que durante um tempo senti desconforto, mas com alegria.
Até a próxima! Beijos para todos, onde mais gostarem.
Vou contar uma história de dez anos atrás, a primeira vez que me deram uma dedada na bunda.
Era um dia de inverno em Mar del Plata, eu estava indo para a Faculdade de Medicina no ponto de ônibus quando ouvi uma buzinada. Era um carro cinza com vidros escuros, e dentro estava um colega da faculdade chamado Diego. Ele me ofereceu carona e eu aceitei. Dentro do carro, a gente só conversou sobre as matérias, nada além disso. Chegamos na faculdade, assistimos às aulas e, na saída, estava chovendo. Ele me ofereceu carona de novo.
Dentro do carro, ele me deu um beijo do nada e, na real, eu adorei. Continuei beijando ele até a gente começar a se abraçar e não parar mais de se beijar. A situação foi esquentando para os dois. Percebi que ele estava de pau duro e apoiei minha mão perto do volume, sem pegar em nada ainda. Foi aí que ele disse:
Diego: "A gente continua aqui ou vai para outro lugar?"
Eu: "Você mora sozinho?"
Diego: "Com meus velhos. E você?"
Eu: "Também."
Diego: "Quer ir para um hotel?"
Eu: "Óbvio."
Bom, fomos de carro para um hotel entre as ruas 3 de Fevereiro e Hipólito Yrigoyen. Entramos em um quarto muito bonito e, mal passamos da porta, já começamos a nos beijar sem parar. Até caímos na cama, nos beijando, tirando a roupa até ficar só de calcinha e cueca. Quando tiramos a roupa íntima, sem trocar uma palavra, começamos a fazer um 69. Ele chupava minha buceta muito bem e, ao mesmo tempo, eu estava desesperada para chupar o pau dele. Depois de um bom tempo assim, paramos. Ele colocou uma camisinha e me perguntou:
Diego: "Como você quer?"
Eu: "Vem você por cima de mim."
Ele veio por cima e, assim que começou a me comer enquanto a gente se beijava, eu gozei e gritei de prazer. Aí ele saiu de cima, me colocou de quatro e começou a me comer bem forte. Até que ele tirou e me perguntou:
Diego: "Onde eu gozo?"
Eu: "Na cara."
Eu me ajoelhei e ele começou a bater o pau devagar na minha cara, e logo encheu meu rosto de porra.
Depois que tudo acabou, lavei o rosto e, na cama, a gente começou a conversar sobre as matérias da faculdade até que... Chegaram os beijos e começamos a fazer um 69, que continuou por um bom tempo. Ele começou a enfiar os dedos na minha bunda e eu deixei.
Nesse momento, eu gozei e comecei a chupar ele mais forte até que ele gozou na minha boca. Continuei chupando enquanto engolia toda a porra.
De novo, nos limpamos e voltamos a falar qualquer besteira, até que ele me disse:
Diego: Que bunda que você tem! Me deixa fazer nela?
Eu: É virgem, nem fodendo.
Diego: Não fala assim, que me deixa mais excitado.
Eu: Se excite, mas aí não toca, haha.
Ele começou a me beijar, chupar os peitos, tocar a bunda, e eu já imaginava a intenção dele. Depois de um tempo, aceitei, mas falei: "Se doer, você tira", e ele concordou.
Fiquei de quatro. Ele começou a chupar minha bunda e eu comecei a gostar. Ele enfiava os dedos de um em um, depois passava a língua, até que disse:
Diego: Bom, vamos tentar?
Eu: Toma cuidado.
Bom, ele começou a enfiar o pau bem devagar e mais ou menos foi entrando. Tinha um pouco de dor, mas era tolerável. Quando percebi, ele já tinha quase o pau todo no meu cu. Ele segurou meus quadris e devagar começou a me mover. Comecei a sentir uma dor um pouco forte, mas aguentei porque vi ele todo excitado e estava experimentando algo novo. Depois de um tempo sentindo dor, ela foi passando e eu fiquei muito excitada. Comecei a gemer muito e adorei que ele fizesse minha bunda daquela forma.
Depois de um bom tempo, ele disse:
Diego: E eu, onde gozo?
Eu: Dentro da minha bunda.
Imediatamente ele gozou e adorei sentir a porra quentinha na minha bunda.
Depois disso, cada um tomou banho e foi para casa. E, sinceramente, adorei como ele desvirginou minha bunda, mas não vou negar que durante um tempo senti desconforto, mas com alegria.
Até a próxima! Beijos para todos, onde mais gostarem.
10 comentários - primeira vez que arrombaram meu cu!
van 10