resfriado en casa

Depois do meu último relato, as coisas estavam normais. Maria quase não saía de casa, tudo aparentemente tinha voltado ao normal depois de alguns meses. Devo admitir que sentia falta daquilo, batia umas punhetas no banheiro lembrando de tudo que tinha rolado com a Maria. Era tanto que já tinha até esquecido a Anita, não tinha cabeça pra mais nada, só pros meus chifres enormes, hahaha.Lembro que já tinha passado a temporada de calor e entraram as chuvas — pra quem não sabe, aqui na Venezuela só tem duas estações: calor e chuva, só isso. Depois daquela temporada de 35 a 37 graus Celsius, um calor que mata quem não se acostuma, chegou a chuva, bendita chuva. E assim entrou mais o frio, a brisa fresca e a gripe ou resfriado, que derrubou as duas mulheres da casa. Tanto a Maria quanto a Anita pegaram um gripão impressionante, até nariz entupido e febre. Tive que fazer milagre pra me dividir entre o trabalho e a casa. Lembro de dar um comprimido pra gripe pra Maria à noite, ela ficou tão dormindo que até roncou. Eu fui atender a Anita, como todas as noites, levei um chá e um comprimido igual pra Maria, mas ela me disse que tava doendo muito a área do peito. Eu apertei entre o meio das tetas por cima da camisola, sem nenhuma maldade, porque tava preocupado e cansado. Ela me disse que tava doendo. Lembrei que minha mãe sempre passava mentol ou algum creme em mim quando eu era pequeno. Não tinha mentol, mas tinha um creme corporal. Tinha que me virar com o que tinha, não ia sair naquela hora pra farmácia, tava moído de cansaço. Então peguei o creme corporal e falei pra ela tirar a camisola pra passar no peito e passar a dor. Ela tirou a camisola devagarzinho pela parte de cima, deixando aquele par de tetas desafiando a gravidade só pra mim. Eu, emocionado, peguei o creme, passei nas mãos e comecei a espalhar no peito dela. Depois, fui passando de seio em seio, prestando atenção especial nos bicos. Já tinha me ligado quando olhei pra cara dela, os olhos brilhando e me olhando com uma carinha de quem não quebra um prato. Ela tava sentada do meu lado, depois se deitou, me deixando com aquela vista preciosa dela só de calcinha velha — imagino que pela comodidade pra dormir — e as tetas brilhando por causa do creme que eu tinha passado. Comecei a brincar com os peitos dela, ela soltou um gemido, e eu me joguei pra chupar o outro bico. Ela me puxava pelos cabelos e me acariciava.
Depois subi e beijei ela, ela me devolveu o beijo, mas disse: "Já não gosta mais de mim?"
E eu respondi: "Claro que gosto, minha princesa. Como não vou gostar se você está uma deusa, me deixa louco."
Ela respondeu: "É que desde a última vez que ficamos, você não me procurou."
(Ela tinha razão, mas é que depois aconteceu tudo aquilo do João com a Maria e eu não tinha cabeça pra mais nada. Na verdade, naquele dia eu tinha até batido uma pensando nisso.)

Eu disse: "Não, amor. É que tive muitos problemas com o trabalho e os preços que sobem toda hora. Tenho que ficar de olho, minha vida, pra não ter prejuízo."
Ela me beijou com um sorriso, e eu pensando: "Só uma menina como ela pode achar que eu não vou querer comer ela."
E aos poucos fui descendo até os peitos dela, que chupei devagar.
Depois fui descendo até a buceta dela, tirei a calcinha e vi aquela xota com o grelinho e aquela rachinha brilhante, sinal de que estava toda molhada.
Caprichei pra chupar aquela bucetinha divina.
Ela me puxava pelo cabelo e dava gemidos abafados. Fiquei ali uns 15 minutos e percebi que ela gozou umas 2 vezes.

Levantei e comecei a me despir. Ela disse que não, que outro dia, porque estava cansada.
Eu respondi, baixando a cueca: "Engano seu. Você não vai me deixar assim. Você queria pica, e pica vai ter."
Peguei as duas pernas dela e abri o máximo que pude, meio puto porque não gosto de mulher que enche o saco pra dar.
E fiquei com a cabeça da pica na entrada da buceta dela por uns minutos, até que ela não aguentou e disse: "Por favor, mete logo que não aguento mais."
Eu fiz cu doce e continuei na mesma, e respondi: "Você tem que entender que é minha putinha e quem manda sou eu. Eu é que digo como, quando e onde."
Ela só dizia "sim", mas pedia: "Por favor, mete logo."
Peguei e meti de uma vez. Não custou nada, porque já estava bem lubrificada, mas dava pra sentir como aquela xotinha me apertava.
Ao sentir aquilo, fiquei louco e comecei a meter com fúria na minha menininha.
Ela só me abraçava e gritava. que esses eram gritos de prazer, que divino que ela tava sentindo. ela cravou as unhas nas minhas costas e me abraçou com as pernas como se não quisesse que eu fosse embora, e os olhos dela viraram do orgasmo que ela tava tendo, tava de foto. eu peguei na cara dela e falei: abre a boca. ela abriu a boca e comecei a cuspir nela, e falei: engole. e cuspia de novo até sentir que ia gozar rápido. levantei, peguei na cara dela e fiz uma punheta, enchendo a carinha toda dela de porra. deitei do lado dela, passei um dedo na cara dela limpando o sêmen e enfiando na boca dela. ela resistiu um pouco, mas no fim engoliu. deitei e dormi com ela um tempinho. depois levantei, tomei banho e fui pra cama com a Maria, que ainda tava roncando.

No dia seguinte, a Anita tava muito melhor e a Maria quase igual, e eu com dor de garganta. Imagino que peguei o vírus da gripe por ficar beijando a Anita. Daí, quase a semana toda, eu e a Anita transamos bem gripados, mas valeu a pena hahahaha, já que a Maria, com os remédios, dormia até o dia seguinte.

A verdade é que fico feliz de ter conhecido e casado com a Maria. Quem diria que eu ia ter mãe e filha só pra mim? Nem nos meus melhores sonhos de adolescente. E olha que eu era muito punheteiro naquela época, mas imagino que nem todo mundo.

Valeu por ler meus relatos. Se gostou, como sempre, me dá uns pontos pra me animar a continuar escrevendo. Agradeço desde já.

Aberto a críticas. Lembra que só conto o que aconteceu comigo, só narro minha vida.

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