Meu nome é Fabiana. Sou uma mulher de 51 anos — coisa que não aparento — que mora numa cidade litorânea da Argentina. Como eu disse, me conservo bem pra minha idade e mantenho meus atrativos na base de muitos cuidados. Não sou alta, tenho 1,65 m, e meu maior charme são meus olhos verdes claros e meus cachos. Isso me dá uma cara de menina e um certo ar de inocência.
Sempre me dediquei ao ensino. Comecei nele aos 25 anos e até hoje exerço, dando aula de inglês pra adolescentes em escolas de ensino médio.
Vou tentar aqui contar algumas histórias da minha vida de professora e das minhas experiências nesse sentido, que mais de uma vez levaram a situações das mais quentes e apaixonadas.
Certa tarde de meados de dezembro, eu estava no centro da minha cidade saindo de um banco. O clima estava agradável, já dando pra sentir o começo do verão. A cidade ainda não tinha enchido de turistas e dava pra curtir caminhar sem ficar esbarrando nos outros.
Como eu dizia, estava saindo do banco e andando pela rua de pedestres em busca do meu carro quando ouço uma voz atrás de mim:
— Oi, profe!!
Quando me viro, vejo ele e lembrei. Chamava Damián. Era um garoto alto, moreno, que naquela época devia ter uns 18 anos. Também lembrava como ele se comportava nas aulas: péssimo. Era um moleque que tirava notas boas e, como dava pra ver que já sabia inglês, passava a aula perturbando os colegas e, principalmente, a mim.
— Oi Damián, como você tá?
Um sorriso se abriu no rosto dele, não imaginava que eu lembraria do nome:
— Tô muito bem, e a senhora?
Contei que estava resolvendo umas coisas no centro e já ia pra casa. Perguntei como ele estava e o que fazia por ali:
— Tô bem, quando terminei a escola me matriculei na faculdade e tô cursando o primeiro ano de arquitetura. Na real, tô indo bem, já fiz duas provas finais e tô passando em outras duas matérias. Vim aqui no centro também resolver uns trâmites porque já terminei de estudar. Tá com pressa?
A pergunta me pegou de surpresa, mas notei ele bem tranquilo e simpático
— Não, na verdade tava indo pra casa, mas como a escola já acabou, não tenho muita coisa pra fazer.
— Aceita um café?
Sinceramente, não esperava esse convite, mas também fiquei com um pouco de medo de gente conhecida me ver com um cara tão jovem, e ele pareceu perceber:
— Se a senhora quiser e tiver tempo, a gente vai a um café na orla, assim saímos do centro. A tarde tá bonita e, se quiser, a gente bate um papo. O que acha?
— Bom, vamos nessa. Onde você sugere?
Ele me passou o endereço de um café na praia, meio afastado, e eu aceitei, falei que tava com meu carro e que, se ele topasse, a gente se encontrava lá.
— Fechou, perfeito. Daqui a meia hora a gente se vê lá.
Fui andando até meu carro, pensando na loucura da situação: encontrar um ex-aluno que eu tinha dado aula dois anos atrás, que tinha a idade do meu filho, e ele me convidar pra um café. Apesar da loucura, a ideia me atraía.
Cheguei no lugar e estacionei o carro. Tava com pouca gente. Logo ia ficar cheio de turistas. Caminhei até o local e ele já tava lá. Numa varanda, debaixo de um guarda-sol, me recebeu com um sorriso. Sentei na frente dele. Ele parecia contente.
— Profe, que tal se em vez de café a gente pedir uma cerveja? Me acompanha?
Na real, eu ainda não tinha almoçado, mas como o tempo tava bom, com calor, aceitei. Ele chamou o garçom e na hora trouxe a cerveja. Serviu e a gente brindou.
— E me conta, como é que tá sua vida? Fazia tempo que não te via, desde que você deixou de ser meu aluno. Como você me fez sofrer!!
Ele riu de verdade:
— Tô bem, profe, graças a Deus tá tudo nos conformes. É verdade, não me comportei lá muito bem — disse entre risadas — mas fazer o quê, era moleque. Admito que sempre fui meio assim e sinto muito por ter feito a senhora passar raiva, mas fazer o quê. Aqui estamos!!
A gente tomou a cerveja, contou várias histórias daquela época, Lembra, gente? E num momento ele me diz:
—O que acha de a gente dar uma caminhada pela praia?
A cerveja já tinha me deixado alegre e a conversa tava tão gostosa que aceitei. Ele chamou o garçom, pagou a conta e fomos caminhar pela praia. A tarde tava espetacular, fazia calor, então na beira tirei as sandálias e andei na água, tava muito agradável. Eu tava com um vestido tipo solero, que me deixava entrar na água até a panturrilha. Ele tava de jeans e falei pra ele arregaçar pra não molhar e me acompanhar na água. Ele fez isso e a gente foi caminhando conversando de boa e alegre.
Depois de uns 30 minutos andando, já não via mais ninguém e tinha levantado um ventinho. Notando isso, ele diz:
—Profe, o que acha de a gente ir pra aquelas dunas? Lá a gente pode sentar descansar um pouco e fica protegido do vento.
Achei a ideia ótima, depois de tanta caminhada já tava meio cansada, então fomos atrás de uma duna e deitamos na areia. Num momento ele tira um maço de cigarro e pergunta se incomoda ele fumar. Falei que não. Me ofereceu um e aceitei. A conversa continuava super agradável:
—Me conta, Damião, por que você me enchia tanto o saco na aula? Era um chato do caralho!!!
Ele riu pra valer:
—Hahaha, eu ficava entediado e era assim, mas não era por mal, fazia só pra encher o saco mesmo, além disso gostava de inglês, mas já tinha estudado na cultural inglesa e achava muito básico o que aprendia. Não é pra desmerecer, mas é a real. Já vinha com um conhecimento.
—Mesmo assim, você era insuportável —falei rindo— mas agora te acho tão simpático. A verdade é que foi uma surpresa gostosa te encontrar.
A verdade é que o calor no abrigo tava pegando. O sol tava maravilhoso.
—Pena, se soubesse que a gente ia vir pra cá, tinha trazido o biquíni.
Ele riu e falou:
—Bom, se quiser tira o vestido. Até parece um biquíni.
Achei graça na proposta:
—Claro, acha mesmo que vou ficar só de calcinha? calcinha na frente de um aluno —falei rindo
Ele achou graça da resposta:
—Se eu mostrar uma coisa, a senhora não fica brava?
Me surpreendeu, mas sou curiosa.
—Vamos ver, manda ver. Não fico brava não
Ele tirou um celular do bolso e me mostrou umas fotos:
—Isso é o que eu fazia quando tava entediado —disse entre risadas
Mesmo sem dar pra ver meu rosto, consegui me reconhecer. Numa foto aparecia meu decote de cima, com certeza tirada quando os alunos vinham me perguntar um monte de coisa ao mesmo tempo. Noutra, claramente minha calcinha por baixo do vestido, tirada de baixo da mesa da sala. Sem dúvida ele tinha tirado enquanto fingia pegar alguma coisa no chão. Me surpreendeu pra caralho, mas longe de ficar puta, achei foi engraçado.
—Você é um sem-vergonha —falei rindo— olha as coisas que você fazia. Imagino que não saia mostrando por aí, né?
—De jeito nenhum, são meu tesouro pessoal —disse todo divertido.— Como pode ver, já tinha visto a senhora de calcinha!!!
Caí na risada de verdade. Não dava pra acreditar que aquele adolescente era tão cara de pau e tão gente boa. E o fato de ainda me tratar por senhora deixava tudo mais excitante.
—E você, vai fazer o quê? —Perguntei
—Se a senhora tirar o vestido e não se importar, eu tiro a calça
—Me parece justo —respondi divertida
Então levantei e tirei o vestido. Fiquei na frente dele de sutiã e calcinha. Eram brancos, com renda, então jamais dava pra confundir com biquíni. Ele fez o mesmo, se levantou e ficou só de cueca azul, onde já dava pra perceber um certo entusiasmo viril. A situação era estranha e meio tensa
—A senhora topa entrar na água? Até porque não tem ninguém pra ver a gente
—Bora —respondi
Deixamos nossas roupas lá e fomos andando até a beira. Tava ventando e com umas ondas. Ele entrou no mar. De lá me chamou e eu fui com cuidado, evitando que uma onda me derrubasse. Cheguei perto dele, mas ainda sem mergulhar a cabeça. Ele já tinha se jogado e tava claramente felizão. Criei coragem e mergulhei numa onda.
—A água tá uma delícia —disse ele
—Siiim, verdade, tá sensacional Notei como ele disfarçadamente olhava pros meus peitos. Quando olhei, vi que com o impacto da água um dos meus mamilos estava aparecendo.
—Uhh, escapou —falei, divertida, e tampei de novo
—Sem problemas —ele disse, rindo
Depois de um tempo, saí da água e esperei ele na beira. Percebi que a lingerie não era a melhor escolha pra praia. Branca, deixava tudo transparente e me deu vergonha, mas não dava pra fazer nada. O vento e o frio batiam, e meus mamilos reagiam. Duros por baixo do sutiã molhado, não deixavam nada pra imaginação. E os poucos pelinhos da minha entreperna apareciam volumosos por baixo da calcinha. Quando ele saiu da água, percebi que ele me olhava, mas tentava disfarçar.
—Vamos pra um lugar mais abrigado? —ele perguntou, e eu disse que sim. Então fomos pra lá
Chegando lá, coloquei meu vestido como toalha pra sentar e não me encher de areia, e ele fez o mesmo com a camiseta dele. Ficamos de frente um pro outro, e eu via que ele não tirava os olhos dos meus peitos, mas tentava disfarçar. Eu não podia me ver de lá, mas com certeza minha entreperna também tava exposta.
—Essa roupa não é a melhor escolha pra praia —falei rindo, pra quebrar o gelo
—A minha também não, mas fazer o quê. É o que tem. Mesmo assim, não me arrependo nem um pouco
—Nem eu —respondi
—Profe, se quiser, pode ficar de topless, eu não me ofendo —ele disse, divertido
—Você só quer ver os peitos da sua profe —falei entre risadas
—Nem mais, nem menos. Seria ótimo. Já te vi de sutiã. Não seria muito diferente —ele disse rindo.
—Ok —respondi
Assim, sentada, levei as mãos pra trás das costas e soltei o fecho do sutiã. Meus peitos ficaram livres na frente dele, e meus mamilos apontavam desafiadores.
—Lindos —ele disse, com um brilho nos olhos
—É o que tem —falei, levantando eles com as mãos, divertida —agora estamos em igualdade de condições. Os dois de topless, embora as mulheres tenham duas coisas pra tampar e os homens uma.
—A verdade é que você tem razão, mas pra ficar completamente igual, condições teríamos que fazer outra coisa — respondi
— Qual?
— Naturismo — disse ele, divertido — embora também estaríamos em certa desigualdade
— Qual? — perguntei, embora soubesse a resposta
— Na prática do naturismo, os homens demonstramos certo entusiasmo quando temos uma mulher gostosa na nossa frente
A afirmação me deu muita graça e eu explodi em risadas.
— É o seu caso? — perguntei
— Completamente — disse ele, rindo — mas se você estiver disposta a correr o risco de me ver entusiasmado, não tenho problema nenhum — respondeu
A situação era por demais excitante. Eu, uma mulher de 48 anos diante de um garoto de 18, no meio do nada e semidespida. Com a carga de tesão que implicava ser um ex-aluno e ele me tratar por senhora.
— Estaria disposta a correr o risco para ficar em igualdade de condições. Quem começa?
— As damas primeiro — disse ele, rindo
— Ok — respondi
Me levantei e, pegando a calcinha pelos dois lados, abaixei naturalmente. Diante dele ficou exposta aquela pequena moita de pelos que dava para adivinhar por baixo da calcinha molhada. Depois me sentei, divertida
— Sua vez, cavalheiro — falei
Ele se levantou entre risadas e eu olhava do mesmo jeito
— Quer fazer as honras? — disse
— Vai, cara de pau — falei rindo — você consegue sozinho
Entre risadas, ele abaixou a cueca azul, devagar. De repente, como uma mola, saltou um belo membro completamente ereto, desafiador, apontando para mim.
— Quanta emoção — falei, divertida
— Não é pra menos, muito estímulo — disse ele, alegre
A situação não podia ser mais quente. Um lindo adolescente na minha frente exibindo a virilidade e eu, uma mulher cheia de desejo, com mil imagens e estímulos vindo à cabeça
— Vamos fazer uma selfie pra celebrar o momento — disse ele, rindo
— Tá, mas depois você apaga, não quero que fique rastro dessa loucura
— Beleza, vamos fazer assim. Mando no seu WhatsApp pra você ter e depois apaga. Eu vou fazer o mesmo. Se quiser, me passa seu número e eu mando, porque não tenho
Passei meu número e ele salvou. Depois, com o celular dele, ele falou pra gente se encontrar e tirar a foto. Aí colocou o timer, afastou o telefone e a gente tirou uma em pé. Ele me mandou e perguntou se tinha chegado. Senti o som do meu celular e peguei. Olhei e, de fato, lá estávamos nós. Numa foto dava pra ver a gente um do lado do outro, sorrindo, da cintura pra cima. Dava pra notar um dos meus peitos. Meus olhos verdes e meus cachos meio molhados me davam um ar de menina. Ele ria com aquele rostinho lindo de adolescente. Na outra foto a gente tava em pé. Ele era praticamente uma cabeça mais baixo que eu. Me envolvia com o braço na cintura, um do lado do outro. Meu corpo de adulta contrastava com o corpo jovem e torneado dele. Minha buceta deixava ver aquele tufinho de pelos, e a dele, uma ereção esplêndida. — Que fotos lindas — falei — mas lembra, depois apaga. — Dou minha palavra — ele disse, solene e divertido — A senhora gosta de massagem? — perguntou. — Adoro, você sabe fazer? — Aprendi um pouco, se quiser a gente testa. — Beleza, como a gente faz? — Se quiser, a gente começa pela cervical primeiro. Fica de joelhos que eu massajo seus ombros e pescoço. Aceitei e me coloquei como ele mandou. Joguei meu cabelo pra frente e as mãos dele percorriam meu pescoço e ombros. Ele fazia por trás de mim e, de vez em quando, eu sentia o roçar do pau dele, o que me dava arrepios. Depois ele pediu pra eu ficar de bruços, e eu fiz. O sol aquecia meu corpo e as mãos dele deslizavam pelas minhas costas e cintura. Eu fechava os olhos, tranquila, aproveitando as mãos daquele moleque novo. Exposta completamente pra ele, entregue ao prazer. Ele continuou pelas minhas pernas, começando pelos pés. Foi subindo devagar até chegar nas coxas. Instintivamente, abri um pouco as pernas, deixando minha buceta exposta pra ele, que com certeza devia estar mostrando a umidade. Ele foi subindo devagar, como que sondando a situação, com medo de eu botar um limite. Como não teve limite, ele continuou timidamente pelas minhas nádegas. Primeiro Suavemente e já entrando na confiança, mais forte, apertando eles com firmeza, abrindo, deixando à mostra o meu ânus, que ele roçava de propósito, mas sem violência.
Depois me perguntou se eu tava me sentindo bem:
— Você é muito bom com massagem, podia trabalhar com isso — falei com a minha voz, entre divertida e excitada.
— Se quiser, continuo descendo.
— Perfeito — respondi.
Me virei e fiquei com todo o meu corpo de mulher à mercê dele. Exposto, nu e vibrando porque aquelas mãos jovens e habilidosas iam percorrer, tocar.
Ele começou pelos meus ombros e minha cabeça. Eu fechava os olhos, mas adivinhava o olhar cheio de tesão. Seguiu pela minha barriga e cintura, devagar. Minha buceta pulsava de excitação, completamente molhada. Ele abriu minhas pernas pra massagear uma de cada vez. Levantou uma e colocou a sola do meu pé no peito dele. Era maravilhoso imaginar minha buceta molhada na frente dos olhos dele. Depois repetiu com a outra perna.
Nessa altura, eu tava morrendo de vontade. Abri os olhos e vi o pau dele completamente duro, pronto pra entrar nas intimidades de uma mulher cheia de desejo. E essa mulher era eu. Vi os olhos dele, me olhando loucos de tesão. Não queria que aquele momento acabasse nunca.
Ele largou minhas pernas e voltou pra minha barriga. Fazia suave, quase me roçando. Sentia a ponta dos dedos dele, aos poucos, roçando a parte de baixo dos meus peitos e subindo devagar, tímido. Quando viu que não tinha resistência, os dedos foram subindo até meus bicos. Quando senti, soltei um gemidinho, quase imperceptível.
Instintivamente, abri minhas pernas e arqueei o corpo, de olhos fechados, aproveitando. Ele se ajoelhou entre elas, já massageando meus peitos de propósito. Cada vez se inclinava mais, e eu sentia o pau dele roçando a entrada da minha buceta de vez em quando. Ficamos assim uns segundos, cada vez mais inclinado, mais evidente.
Abri os olhos e vi ele me encarando fixo. O rosto dele tava exaltado de tesão e desejo. Não precisou de palavras. A cabeça do pau dele... já estava procurando entrar em mim, devagar, sem pressa. Olhando fixamente um para o outro, a glande dele finalmente encontrou a entrada da minha buceta. Ele enfiou tudo e ficou parado, curtindo estar dentro de mim. Senti minha buceta pulsando ao se sentir cheia de homem jovem. Enrolei minhas pernas nele e puxei a cabeça dele para perto, dando um beijo profundo.
Naquele momento, ele começou a se mover ritmicamente e eu sentia a ponta da glande batendo na cabeça do meu útero. Era maravilhoso me sentir penetrada por aquele garoto tão foda.
Ele levou a boca até um dos meus mamilos e lambeu, depois chupou freneticamente. Abriu minhas pernas e a penetração ficou mais profunda. Com isso, explodi no meu primeiro orgasmo, num gemido que era um soluço, cheio de luxúria e ternura. Depois veio outro. Quando percebi que ele ia gozar, puxei ele para perto, nos olhamos fixamente nos olhos e ele finalmente gozou, enchendo minha buceta de porra.
Ficamos assim por uns instantes. Sentia a porra abundante dele escorrendo pelas minhas nádegas. Quando ele finalmente tirou o pau, um jorro de porra saiu de mim.
Ele me olhou nos olhos, relaxou o rosto e disse:
—Isso foi maravilhoso.
Eu ri e falei:
—Não pode reclamar. Quando você tinha 16, viu a calcinha da sua prof. Hoje não só viu. Tirou ela, comeu ela e encheu a pussy de porra.
A afirmação surpreendeu e divertiu ele:
—Você não sabe quanto desejei esse momento. É um sonho realizado.
—Agora é realidade —falei rindo— e acho que depois do que rolou, seria bom você começar a me tratar por tu. Não costumo deixar alguém me comer e me tratar de senhora.
Ele caiu na risada, não esperava por isso:
—Tem razão, mas me dava um não sei o quê. A verdade, Fabi, é que desde moleque queria te comer, mas você ia me mandar pra merda. E hoje te vi e é como se o tempo tivesse me dado a chance. Você não faz ideia das punhetas que bati pensando em você. E acredite, não fui o único. Você deixava todo mundo louco.
Não me surpreendeu, mas me fez rir:
—Bom, Não fala nomes. E que tal a gente ir indo, já que tá tarde. Além disso, tenho que passar numa farmácia.
— Pra quê? Aconteceu alguma coisa? — ela perguntou.
— Não — respondi —, preciso comprar um remédio. A última coisa que me falta é engravidar de um ex-aluno.
A gente riu. Fomos nos trocar. Nessa altura, a roupa íntima já tinha secado. Mesmo assim, ela me pediu uma coisa: se eu dava a calcinha pra ela. Falei que sim e que ela rezasse pra não ter vento, pra não ficar com tudo de fora na vista de todo mundo.
Caminhamos até os carros, nos despedimos e não combinamos de nos ver de novo. Era melhor assim.
Falei pra ela apagar as fotos pra não deixar rastros, que eu ia fazer o mesmo. A verdade é que acho que ela nunca fez. Da minha parte, sim.
Sempre me dediquei ao ensino. Comecei nele aos 25 anos e até hoje exerço, dando aula de inglês pra adolescentes em escolas de ensino médio.
Vou tentar aqui contar algumas histórias da minha vida de professora e das minhas experiências nesse sentido, que mais de uma vez levaram a situações das mais quentes e apaixonadas.
Certa tarde de meados de dezembro, eu estava no centro da minha cidade saindo de um banco. O clima estava agradável, já dando pra sentir o começo do verão. A cidade ainda não tinha enchido de turistas e dava pra curtir caminhar sem ficar esbarrando nos outros.
Como eu dizia, estava saindo do banco e andando pela rua de pedestres em busca do meu carro quando ouço uma voz atrás de mim:
— Oi, profe!!
Quando me viro, vejo ele e lembrei. Chamava Damián. Era um garoto alto, moreno, que naquela época devia ter uns 18 anos. Também lembrava como ele se comportava nas aulas: péssimo. Era um moleque que tirava notas boas e, como dava pra ver que já sabia inglês, passava a aula perturbando os colegas e, principalmente, a mim.
— Oi Damián, como você tá?
Um sorriso se abriu no rosto dele, não imaginava que eu lembraria do nome:
— Tô muito bem, e a senhora?
Contei que estava resolvendo umas coisas no centro e já ia pra casa. Perguntei como ele estava e o que fazia por ali:
— Tô bem, quando terminei a escola me matriculei na faculdade e tô cursando o primeiro ano de arquitetura. Na real, tô indo bem, já fiz duas provas finais e tô passando em outras duas matérias. Vim aqui no centro também resolver uns trâmites porque já terminei de estudar. Tá com pressa?
A pergunta me pegou de surpresa, mas notei ele bem tranquilo e simpático
— Não, na verdade tava indo pra casa, mas como a escola já acabou, não tenho muita coisa pra fazer.
— Aceita um café?
Sinceramente, não esperava esse convite, mas também fiquei com um pouco de medo de gente conhecida me ver com um cara tão jovem, e ele pareceu perceber:
— Se a senhora quiser e tiver tempo, a gente vai a um café na orla, assim saímos do centro. A tarde tá bonita e, se quiser, a gente bate um papo. O que acha?
— Bom, vamos nessa. Onde você sugere?
Ele me passou o endereço de um café na praia, meio afastado, e eu aceitei, falei que tava com meu carro e que, se ele topasse, a gente se encontrava lá.
— Fechou, perfeito. Daqui a meia hora a gente se vê lá.
Fui andando até meu carro, pensando na loucura da situação: encontrar um ex-aluno que eu tinha dado aula dois anos atrás, que tinha a idade do meu filho, e ele me convidar pra um café. Apesar da loucura, a ideia me atraía.
Cheguei no lugar e estacionei o carro. Tava com pouca gente. Logo ia ficar cheio de turistas. Caminhei até o local e ele já tava lá. Numa varanda, debaixo de um guarda-sol, me recebeu com um sorriso. Sentei na frente dele. Ele parecia contente.
— Profe, que tal se em vez de café a gente pedir uma cerveja? Me acompanha?
Na real, eu ainda não tinha almoçado, mas como o tempo tava bom, com calor, aceitei. Ele chamou o garçom e na hora trouxe a cerveja. Serviu e a gente brindou.
— E me conta, como é que tá sua vida? Fazia tempo que não te via, desde que você deixou de ser meu aluno. Como você me fez sofrer!!
Ele riu de verdade:
— Tô bem, profe, graças a Deus tá tudo nos conformes. É verdade, não me comportei lá muito bem — disse entre risadas — mas fazer o quê, era moleque. Admito que sempre fui meio assim e sinto muito por ter feito a senhora passar raiva, mas fazer o quê. Aqui estamos!!
A gente tomou a cerveja, contou várias histórias daquela época, Lembra, gente? E num momento ele me diz:
—O que acha de a gente dar uma caminhada pela praia?
A cerveja já tinha me deixado alegre e a conversa tava tão gostosa que aceitei. Ele chamou o garçom, pagou a conta e fomos caminhar pela praia. A tarde tava espetacular, fazia calor, então na beira tirei as sandálias e andei na água, tava muito agradável. Eu tava com um vestido tipo solero, que me deixava entrar na água até a panturrilha. Ele tava de jeans e falei pra ele arregaçar pra não molhar e me acompanhar na água. Ele fez isso e a gente foi caminhando conversando de boa e alegre.
Depois de uns 30 minutos andando, já não via mais ninguém e tinha levantado um ventinho. Notando isso, ele diz:
—Profe, o que acha de a gente ir pra aquelas dunas? Lá a gente pode sentar descansar um pouco e fica protegido do vento.
Achei a ideia ótima, depois de tanta caminhada já tava meio cansada, então fomos atrás de uma duna e deitamos na areia. Num momento ele tira um maço de cigarro e pergunta se incomoda ele fumar. Falei que não. Me ofereceu um e aceitei. A conversa continuava super agradável:
—Me conta, Damião, por que você me enchia tanto o saco na aula? Era um chato do caralho!!!
Ele riu pra valer:
—Hahaha, eu ficava entediado e era assim, mas não era por mal, fazia só pra encher o saco mesmo, além disso gostava de inglês, mas já tinha estudado na cultural inglesa e achava muito básico o que aprendia. Não é pra desmerecer, mas é a real. Já vinha com um conhecimento.
—Mesmo assim, você era insuportável —falei rindo— mas agora te acho tão simpático. A verdade é que foi uma surpresa gostosa te encontrar.
A verdade é que o calor no abrigo tava pegando. O sol tava maravilhoso.
—Pena, se soubesse que a gente ia vir pra cá, tinha trazido o biquíni.
Ele riu e falou:
—Bom, se quiser tira o vestido. Até parece um biquíni.
Achei graça na proposta:
—Claro, acha mesmo que vou ficar só de calcinha? calcinha na frente de um aluno —falei rindo
Ele achou graça da resposta:
—Se eu mostrar uma coisa, a senhora não fica brava?
Me surpreendeu, mas sou curiosa.
—Vamos ver, manda ver. Não fico brava não
Ele tirou um celular do bolso e me mostrou umas fotos:
—Isso é o que eu fazia quando tava entediado —disse entre risadas
Mesmo sem dar pra ver meu rosto, consegui me reconhecer. Numa foto aparecia meu decote de cima, com certeza tirada quando os alunos vinham me perguntar um monte de coisa ao mesmo tempo. Noutra, claramente minha calcinha por baixo do vestido, tirada de baixo da mesa da sala. Sem dúvida ele tinha tirado enquanto fingia pegar alguma coisa no chão. Me surpreendeu pra caralho, mas longe de ficar puta, achei foi engraçado.
—Você é um sem-vergonha —falei rindo— olha as coisas que você fazia. Imagino que não saia mostrando por aí, né?
—De jeito nenhum, são meu tesouro pessoal —disse todo divertido.— Como pode ver, já tinha visto a senhora de calcinha!!!
Caí na risada de verdade. Não dava pra acreditar que aquele adolescente era tão cara de pau e tão gente boa. E o fato de ainda me tratar por senhora deixava tudo mais excitante.
—E você, vai fazer o quê? —Perguntei
—Se a senhora tirar o vestido e não se importar, eu tiro a calça
—Me parece justo —respondi divertida
Então levantei e tirei o vestido. Fiquei na frente dele de sutiã e calcinha. Eram brancos, com renda, então jamais dava pra confundir com biquíni. Ele fez o mesmo, se levantou e ficou só de cueca azul, onde já dava pra perceber um certo entusiasmo viril. A situação era estranha e meio tensa
—A senhora topa entrar na água? Até porque não tem ninguém pra ver a gente
—Bora —respondi
Deixamos nossas roupas lá e fomos andando até a beira. Tava ventando e com umas ondas. Ele entrou no mar. De lá me chamou e eu fui com cuidado, evitando que uma onda me derrubasse. Cheguei perto dele, mas ainda sem mergulhar a cabeça. Ele já tinha se jogado e tava claramente felizão. Criei coragem e mergulhei numa onda.
—A água tá uma delícia —disse ele
—Siiim, verdade, tá sensacional Notei como ele disfarçadamente olhava pros meus peitos. Quando olhei, vi que com o impacto da água um dos meus mamilos estava aparecendo.
—Uhh, escapou —falei, divertida, e tampei de novo
—Sem problemas —ele disse, rindo
Depois de um tempo, saí da água e esperei ele na beira. Percebi que a lingerie não era a melhor escolha pra praia. Branca, deixava tudo transparente e me deu vergonha, mas não dava pra fazer nada. O vento e o frio batiam, e meus mamilos reagiam. Duros por baixo do sutiã molhado, não deixavam nada pra imaginação. E os poucos pelinhos da minha entreperna apareciam volumosos por baixo da calcinha. Quando ele saiu da água, percebi que ele me olhava, mas tentava disfarçar.
—Vamos pra um lugar mais abrigado? —ele perguntou, e eu disse que sim. Então fomos pra lá
Chegando lá, coloquei meu vestido como toalha pra sentar e não me encher de areia, e ele fez o mesmo com a camiseta dele. Ficamos de frente um pro outro, e eu via que ele não tirava os olhos dos meus peitos, mas tentava disfarçar. Eu não podia me ver de lá, mas com certeza minha entreperna também tava exposta.
—Essa roupa não é a melhor escolha pra praia —falei rindo, pra quebrar o gelo
—A minha também não, mas fazer o quê. É o que tem. Mesmo assim, não me arrependo nem um pouco
—Nem eu —respondi
—Profe, se quiser, pode ficar de topless, eu não me ofendo —ele disse, divertido
—Você só quer ver os peitos da sua profe —falei entre risadas
—Nem mais, nem menos. Seria ótimo. Já te vi de sutiã. Não seria muito diferente —ele disse rindo.
—Ok —respondi
Assim, sentada, levei as mãos pra trás das costas e soltei o fecho do sutiã. Meus peitos ficaram livres na frente dele, e meus mamilos apontavam desafiadores.
—Lindos —ele disse, com um brilho nos olhos
—É o que tem —falei, levantando eles com as mãos, divertida —agora estamos em igualdade de condições. Os dois de topless, embora as mulheres tenham duas coisas pra tampar e os homens uma.
—A verdade é que você tem razão, mas pra ficar completamente igual, condições teríamos que fazer outra coisa — respondi
— Qual?
— Naturismo — disse ele, divertido — embora também estaríamos em certa desigualdade
— Qual? — perguntei, embora soubesse a resposta
— Na prática do naturismo, os homens demonstramos certo entusiasmo quando temos uma mulher gostosa na nossa frente
A afirmação me deu muita graça e eu explodi em risadas.
— É o seu caso? — perguntei
— Completamente — disse ele, rindo — mas se você estiver disposta a correr o risco de me ver entusiasmado, não tenho problema nenhum — respondeu
A situação era por demais excitante. Eu, uma mulher de 48 anos diante de um garoto de 18, no meio do nada e semidespida. Com a carga de tesão que implicava ser um ex-aluno e ele me tratar por senhora.
— Estaria disposta a correr o risco para ficar em igualdade de condições. Quem começa?
— As damas primeiro — disse ele, rindo
— Ok — respondi
Me levantei e, pegando a calcinha pelos dois lados, abaixei naturalmente. Diante dele ficou exposta aquela pequena moita de pelos que dava para adivinhar por baixo da calcinha molhada. Depois me sentei, divertida
— Sua vez, cavalheiro — falei
Ele se levantou entre risadas e eu olhava do mesmo jeito
— Quer fazer as honras? — disse
— Vai, cara de pau — falei rindo — você consegue sozinho
Entre risadas, ele abaixou a cueca azul, devagar. De repente, como uma mola, saltou um belo membro completamente ereto, desafiador, apontando para mim.
— Quanta emoção — falei, divertida
— Não é pra menos, muito estímulo — disse ele, alegre
A situação não podia ser mais quente. Um lindo adolescente na minha frente exibindo a virilidade e eu, uma mulher cheia de desejo, com mil imagens e estímulos vindo à cabeça
— Vamos fazer uma selfie pra celebrar o momento — disse ele, rindo
— Tá, mas depois você apaga, não quero que fique rastro dessa loucura
— Beleza, vamos fazer assim. Mando no seu WhatsApp pra você ter e depois apaga. Eu vou fazer o mesmo. Se quiser, me passa seu número e eu mando, porque não tenho
Passei meu número e ele salvou. Depois, com o celular dele, ele falou pra gente se encontrar e tirar a foto. Aí colocou o timer, afastou o telefone e a gente tirou uma em pé. Ele me mandou e perguntou se tinha chegado. Senti o som do meu celular e peguei. Olhei e, de fato, lá estávamos nós. Numa foto dava pra ver a gente um do lado do outro, sorrindo, da cintura pra cima. Dava pra notar um dos meus peitos. Meus olhos verdes e meus cachos meio molhados me davam um ar de menina. Ele ria com aquele rostinho lindo de adolescente. Na outra foto a gente tava em pé. Ele era praticamente uma cabeça mais baixo que eu. Me envolvia com o braço na cintura, um do lado do outro. Meu corpo de adulta contrastava com o corpo jovem e torneado dele. Minha buceta deixava ver aquele tufinho de pelos, e a dele, uma ereção esplêndida. — Que fotos lindas — falei — mas lembra, depois apaga. — Dou minha palavra — ele disse, solene e divertido — A senhora gosta de massagem? — perguntou. — Adoro, você sabe fazer? — Aprendi um pouco, se quiser a gente testa. — Beleza, como a gente faz? — Se quiser, a gente começa pela cervical primeiro. Fica de joelhos que eu massajo seus ombros e pescoço. Aceitei e me coloquei como ele mandou. Joguei meu cabelo pra frente e as mãos dele percorriam meu pescoço e ombros. Ele fazia por trás de mim e, de vez em quando, eu sentia o roçar do pau dele, o que me dava arrepios. Depois ele pediu pra eu ficar de bruços, e eu fiz. O sol aquecia meu corpo e as mãos dele deslizavam pelas minhas costas e cintura. Eu fechava os olhos, tranquila, aproveitando as mãos daquele moleque novo. Exposta completamente pra ele, entregue ao prazer. Ele continuou pelas minhas pernas, começando pelos pés. Foi subindo devagar até chegar nas coxas. Instintivamente, abri um pouco as pernas, deixando minha buceta exposta pra ele, que com certeza devia estar mostrando a umidade. Ele foi subindo devagar, como que sondando a situação, com medo de eu botar um limite. Como não teve limite, ele continuou timidamente pelas minhas nádegas. Primeiro Suavemente e já entrando na confiança, mais forte, apertando eles com firmeza, abrindo, deixando à mostra o meu ânus, que ele roçava de propósito, mas sem violência.
Depois me perguntou se eu tava me sentindo bem:
— Você é muito bom com massagem, podia trabalhar com isso — falei com a minha voz, entre divertida e excitada.
— Se quiser, continuo descendo.
— Perfeito — respondi.
Me virei e fiquei com todo o meu corpo de mulher à mercê dele. Exposto, nu e vibrando porque aquelas mãos jovens e habilidosas iam percorrer, tocar.
Ele começou pelos meus ombros e minha cabeça. Eu fechava os olhos, mas adivinhava o olhar cheio de tesão. Seguiu pela minha barriga e cintura, devagar. Minha buceta pulsava de excitação, completamente molhada. Ele abriu minhas pernas pra massagear uma de cada vez. Levantou uma e colocou a sola do meu pé no peito dele. Era maravilhoso imaginar minha buceta molhada na frente dos olhos dele. Depois repetiu com a outra perna.
Nessa altura, eu tava morrendo de vontade. Abri os olhos e vi o pau dele completamente duro, pronto pra entrar nas intimidades de uma mulher cheia de desejo. E essa mulher era eu. Vi os olhos dele, me olhando loucos de tesão. Não queria que aquele momento acabasse nunca.
Ele largou minhas pernas e voltou pra minha barriga. Fazia suave, quase me roçando. Sentia a ponta dos dedos dele, aos poucos, roçando a parte de baixo dos meus peitos e subindo devagar, tímido. Quando viu que não tinha resistência, os dedos foram subindo até meus bicos. Quando senti, soltei um gemidinho, quase imperceptível.
Instintivamente, abri minhas pernas e arqueei o corpo, de olhos fechados, aproveitando. Ele se ajoelhou entre elas, já massageando meus peitos de propósito. Cada vez se inclinava mais, e eu sentia o pau dele roçando a entrada da minha buceta de vez em quando. Ficamos assim uns segundos, cada vez mais inclinado, mais evidente.
Abri os olhos e vi ele me encarando fixo. O rosto dele tava exaltado de tesão e desejo. Não precisou de palavras. A cabeça do pau dele... já estava procurando entrar em mim, devagar, sem pressa. Olhando fixamente um para o outro, a glande dele finalmente encontrou a entrada da minha buceta. Ele enfiou tudo e ficou parado, curtindo estar dentro de mim. Senti minha buceta pulsando ao se sentir cheia de homem jovem. Enrolei minhas pernas nele e puxei a cabeça dele para perto, dando um beijo profundo.
Naquele momento, ele começou a se mover ritmicamente e eu sentia a ponta da glande batendo na cabeça do meu útero. Era maravilhoso me sentir penetrada por aquele garoto tão foda.
Ele levou a boca até um dos meus mamilos e lambeu, depois chupou freneticamente. Abriu minhas pernas e a penetração ficou mais profunda. Com isso, explodi no meu primeiro orgasmo, num gemido que era um soluço, cheio de luxúria e ternura. Depois veio outro. Quando percebi que ele ia gozar, puxei ele para perto, nos olhamos fixamente nos olhos e ele finalmente gozou, enchendo minha buceta de porra.
Ficamos assim por uns instantes. Sentia a porra abundante dele escorrendo pelas minhas nádegas. Quando ele finalmente tirou o pau, um jorro de porra saiu de mim.
Ele me olhou nos olhos, relaxou o rosto e disse:
—Isso foi maravilhoso.
Eu ri e falei:
—Não pode reclamar. Quando você tinha 16, viu a calcinha da sua prof. Hoje não só viu. Tirou ela, comeu ela e encheu a pussy de porra.
A afirmação surpreendeu e divertiu ele:
—Você não sabe quanto desejei esse momento. É um sonho realizado.
—Agora é realidade —falei rindo— e acho que depois do que rolou, seria bom você começar a me tratar por tu. Não costumo deixar alguém me comer e me tratar de senhora.
Ele caiu na risada, não esperava por isso:
—Tem razão, mas me dava um não sei o quê. A verdade, Fabi, é que desde moleque queria te comer, mas você ia me mandar pra merda. E hoje te vi e é como se o tempo tivesse me dado a chance. Você não faz ideia das punhetas que bati pensando em você. E acredite, não fui o único. Você deixava todo mundo louco.
Não me surpreendeu, mas me fez rir:
—Bom, Não fala nomes. E que tal a gente ir indo, já que tá tarde. Além disso, tenho que passar numa farmácia.
— Pra quê? Aconteceu alguma coisa? — ela perguntou.
— Não — respondi —, preciso comprar um remédio. A última coisa que me falta é engravidar de um ex-aluno.
A gente riu. Fomos nos trocar. Nessa altura, a roupa íntima já tinha secado. Mesmo assim, ela me pediu uma coisa: se eu dava a calcinha pra ela. Falei que sim e que ela rezasse pra não ter vento, pra não ficar com tudo de fora na vista de todo mundo.
Caminhamos até os carros, nos despedimos e não combinamos de nos ver de novo. Era melhor assim.
Falei pra ela apagar as fotos pra não deixar rastros, que eu ia fazer o mesmo. A verdade é que acho que ela nunca fez. Da minha parte, sim.
8 comentários - Meu ex-aluno gostoso