Bom, como vocês já sabem, eu e minha mãe começamos a transar e na última foda que a gente teve, eu quase comi o cu dela, mas minha família chegou. Então vou contar como essa história continuou.
Eu e minha mãe continuávamos transando toda noite e qualquer desculpa era boa pra isso, até que um dia minha família ia sair pra uma feira bem longe e ia ficar fora por dois dias, então minha mãe me disse:
— Se você ficar comigo, vou deixar você fazer o que quiser comigo esse fim de semana. Vou ser sua puta, sua escrava, quero que você me estupre. Você fica?
Obviamente eu disse que sim, tava muito empolgado porque tinha um monte de planos na cabeça.
Todo mundo foi embora e fiquei só com a minha mãe. Aí obriguei ela a ficar uma delícia enquanto eu fazia umas compras.
Fui comprar uma coleira e uma guia de cachorro — minha mãe ia ser minha escrava o fim de semana inteiro.
Quando cheguei em casa, não acreditei: minha mãe tava com um conjunto de lingerie gostoso pra caralho, de salto alto. Ela chegou de joelhos na minha frente e disse que era a hora.
Coloquei a coleira nela e a levei como um cachorro pra cima. Coloquei ela na cama de quatro e comecei a bater na bunda dela com a guia.
— Tá gostando, putinha?
— Adoro, filho. Vai me arrebentar toda?
— Óbvio que sim, putinha. Tenho muitos planos pra você.
Me despi e subi na cama. Deitei e mostrei meu pau pra minha mãe.
— Delícia, vou chupar ele todinho. Me fode, filho.
Quando ela ia chupar, dei um tapa forte nela.
— Não te dei ordem, puta.
Fiquei assim, sem deixar ela chupar, até que falei: "pode ir, vagabunda".
Ela se jogou e me mamou incrível. Aí coloquei ela debaixo de mim e comecei a meter na boca dela bem forte.
— Engole tudo.
Foi uma conversa muito gostosa até que decidi que era hora de arrebentar ela.
Coloquei ela de quatro e enfiei a ponta no cu dela. Ela começou a gritar porque não tava lubrificada, mas eu não liguei.
— Tá doendo, filho, devagar.
Enfiei o pau inteiro de uma vez e ela começou a gemer muito alto e a gritar pra ir devagar, que tava doendo. Eu não tava nem aí, continuei destruindo aquele cu. da minha mãe com estocadas brutais e com chicotadas de cinto. Cada vez que ela gritava, eu apertava o pescoço dela e mordia, deixando marcas bem selvagens.
Mandei ela ficar do meu lado, me deitei, me inclinei e meti meu pau no cu dela com força, sem piedade, como uma verdadeira fodida. Minha mãe gritava e levantou a perna, então eu segurei, levantei mais e comecei a masturbar minha mãe.
Consegui fazer ela gozar e ela pediu pra eu deixar ela descansar, que o cu e a buceta dela estavam cheios. Então peguei ela pelo rabo, carreguei e deixei cair no meu pau. Pedi a opinião dela e perguntei onde ela queria que eu metesse, e ela disse que na buceta. Então fiz assim e comecei a foder duríssimo a buceta dela.
Tava quase terminando, então coloquei ela de bruços de novo e comecei a comer ela pela boca até gozar.
A cara dela tava uma delícia, maquiagem borrada e cheia de porra. Então dei um tapa na bunda dela e falei pra ela se preparar pra um fim de semana delicioso.
Eu e minha mãe continuávamos transando toda noite e qualquer desculpa era boa pra isso, até que um dia minha família ia sair pra uma feira bem longe e ia ficar fora por dois dias, então minha mãe me disse:
— Se você ficar comigo, vou deixar você fazer o que quiser comigo esse fim de semana. Vou ser sua puta, sua escrava, quero que você me estupre. Você fica?
Obviamente eu disse que sim, tava muito empolgado porque tinha um monte de planos na cabeça.
Todo mundo foi embora e fiquei só com a minha mãe. Aí obriguei ela a ficar uma delícia enquanto eu fazia umas compras.
Fui comprar uma coleira e uma guia de cachorro — minha mãe ia ser minha escrava o fim de semana inteiro.
Quando cheguei em casa, não acreditei: minha mãe tava com um conjunto de lingerie gostoso pra caralho, de salto alto. Ela chegou de joelhos na minha frente e disse que era a hora.
Coloquei a coleira nela e a levei como um cachorro pra cima. Coloquei ela na cama de quatro e comecei a bater na bunda dela com a guia.
— Tá gostando, putinha?
— Adoro, filho. Vai me arrebentar toda?
— Óbvio que sim, putinha. Tenho muitos planos pra você.
Me despi e subi na cama. Deitei e mostrei meu pau pra minha mãe.
— Delícia, vou chupar ele todinho. Me fode, filho.
Quando ela ia chupar, dei um tapa forte nela.
— Não te dei ordem, puta.
Fiquei assim, sem deixar ela chupar, até que falei: "pode ir, vagabunda".
Ela se jogou e me mamou incrível. Aí coloquei ela debaixo de mim e comecei a meter na boca dela bem forte.
— Engole tudo.
Foi uma conversa muito gostosa até que decidi que era hora de arrebentar ela.
Coloquei ela de quatro e enfiei a ponta no cu dela. Ela começou a gritar porque não tava lubrificada, mas eu não liguei.
— Tá doendo, filho, devagar.
Enfiei o pau inteiro de uma vez e ela começou a gemer muito alto e a gritar pra ir devagar, que tava doendo. Eu não tava nem aí, continuei destruindo aquele cu. da minha mãe com estocadas brutais e com chicotadas de cinto. Cada vez que ela gritava, eu apertava o pescoço dela e mordia, deixando marcas bem selvagens.
Mandei ela ficar do meu lado, me deitei, me inclinei e meti meu pau no cu dela com força, sem piedade, como uma verdadeira fodida. Minha mãe gritava e levantou a perna, então eu segurei, levantei mais e comecei a masturbar minha mãe.
Consegui fazer ela gozar e ela pediu pra eu deixar ela descansar, que o cu e a buceta dela estavam cheios. Então peguei ela pelo rabo, carreguei e deixei cair no meu pau. Pedi a opinião dela e perguntei onde ela queria que eu metesse, e ela disse que na buceta. Então fiz assim e comecei a foder duríssimo a buceta dela.
Tava quase terminando, então coloquei ela de bruços de novo e comecei a comer ela pela boca até gozar.
A cara dela tava uma delícia, maquiagem borrada e cheia de porra. Então dei um tapa na bunda dela e falei pra ela se preparar pra um fim de semana delicioso.
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