Conheci um amigo do meu marido, que é visitador médico, o José, bem gostoso. Desde o primeiro momento ele me atraiu, o corpo dele e o jeito dele. Sempre fala comigo com muita educação e me escuta — e a gente sabe bem o que significa quando um homem te escuta, né?
Semana passada encontrei ele por acaso num shopping. Ele, todo educado como sempre, me deu dois beijos, perguntou pela minha filha e meu marido, e me convidou pra um café. Aceitei, e preciso deixar claro que, embora eu goste muito do José, naquele momento não passava pela minha cabeça a ideia de transar com ele. A gente bateu um papo sobre os problemas do dia a dia e como íamos passar o Natal. Eu contei que no dia seguinte tinha um jantar com as amigas e onde a gente ia terminar a noite, mas só falei porque tava na minha mente, sem segundas intenções, já que, repito, não tava pensando nisso na hora. Depois de um tempo, a gente se despediu e eu continuei minhas compras. Quando meu marido chegou do trabalho, falei que tinha visto o José e que a gente tinha tomado um café. Ele logo ficou feliz, porque, mesmo não se vendo muito, ele gosta e respeita muito o cara.
Chegou o dia do jantar e me arrumei pra sair: uma minissaia e uma blusa decotada, tudo preto, com umas meias pretas de rendinha e calcinha preta de renda que estreiei naquela noite. Quando desci, meu marido disse que eu tava muito gostosa.
Chegamos no restaurante e ficamos batendo papo sobre tudo um pouco, as seis amigas acabamos falando de sexo como sempre. Terminamos o jantar e fomos pro bar onde íamos encerrar a noite, um lugar charmoso e na moda, onde vai gente da nossa idade. Pedimos no balcão e dançamos um pouco, quando, surpresa, olhei pro balcão e o José estava me encarando. Fui até ele pra cumprimentar e perguntei o que ele tava fazendo ali. Ele me olhou fixamente e disse: "Vim te buscar." "Por quê? O que foi?" "Nada, fica tranquila, preciso te dizer uma coisa." "Beleza, então fala aí.
Foi aí que ele me disse que queria me comer, me senti toda molinha e na hora percebi que eu também queria dar pra ele, sentia que derretia, imaginava uma rola dura
Te espero na minha casa, não demora, ela disse. Fui onde estavam minhas amigas e me despedi, dizendo que não tava me sentindo bem.
Não conseguia controlar minha vontade de ficar com ele.
Liguei e o José abriu a porta pra mim. Ele tava de jeans e uma camisa branca que deixava ele muito gostoso. Subi os três degraus até a entrada da casa dele e, quando cheguei na altura dele, moleque, ele me abraçou e me deu um beijo longo que acabou de me derreter. Ele me levou até o sofá, sentou do meu lado, me acariciando e beijando, e eu senti uma das mãos dele acariciando a parte de dentro da minha coxa. Eu abri ligeiramente as pernas pra facilitar a chegada dele na minha buceta, enquanto minha mão pousou no pau dele, que tava bem duro. Ele se levantou de repente e abriu a calça dele a poucos centímetros do meu rosto, e eu vi o pau dele duro saindo.
Ele me deu a mão e me levantou, desabotoou minha saia que caiu aos meus pés enquanto eu desabotoava a camisa dele e deixava à mostra aquele peito de academia que me enlouquecia. Comecei a beijar o peito dele, descendo devagar até chegar no pau dele, que enfiei na boca. Me ajoelhei pra ficar na altura certa e fazer o boquete da vida dele. Eu amava o cheiro e o gosto dele. Tive que parar um instante pra ele tirar minha blusa, mas logo voltei a chupar ele. De repente, ele me puxou, virou eu de costas pra ele e baixou minha calcinha. Falei: "vamos pra cama". Me deitei de pernas bem abertas, ele subiu em cima de mim e procurou minha entrada com o pau dele. Sentia um prazer imenso quando ele me penetrava. "Que delícia, que delícia!", repetia sem parar enquanto ele continuava me comendo maravilhosamente bem.
Colocou meus tornozelos nos ombros dele pra me deixar completamente à mercê e meteu até o fundo.
Pedia pra ele nunca tirar de dentro, que eu me sentia muito puta com o pau dele enfiado em mim enquanto ele devorava minha boca. Ele disse "vou gozar" e eu senti o leite dele inundar o fundo da minha buceta e amei.
Ficamos na cama nos beijando e nos acariciando.
Semana passada encontrei ele por acaso num shopping. Ele, todo educado como sempre, me deu dois beijos, perguntou pela minha filha e meu marido, e me convidou pra um café. Aceitei, e preciso deixar claro que, embora eu goste muito do José, naquele momento não passava pela minha cabeça a ideia de transar com ele. A gente bateu um papo sobre os problemas do dia a dia e como íamos passar o Natal. Eu contei que no dia seguinte tinha um jantar com as amigas e onde a gente ia terminar a noite, mas só falei porque tava na minha mente, sem segundas intenções, já que, repito, não tava pensando nisso na hora. Depois de um tempo, a gente se despediu e eu continuei minhas compras. Quando meu marido chegou do trabalho, falei que tinha visto o José e que a gente tinha tomado um café. Ele logo ficou feliz, porque, mesmo não se vendo muito, ele gosta e respeita muito o cara.
Chegou o dia do jantar e me arrumei pra sair: uma minissaia e uma blusa decotada, tudo preto, com umas meias pretas de rendinha e calcinha preta de renda que estreiei naquela noite. Quando desci, meu marido disse que eu tava muito gostosa.
Chegamos no restaurante e ficamos batendo papo sobre tudo um pouco, as seis amigas acabamos falando de sexo como sempre. Terminamos o jantar e fomos pro bar onde íamos encerrar a noite, um lugar charmoso e na moda, onde vai gente da nossa idade. Pedimos no balcão e dançamos um pouco, quando, surpresa, olhei pro balcão e o José estava me encarando. Fui até ele pra cumprimentar e perguntei o que ele tava fazendo ali. Ele me olhou fixamente e disse: "Vim te buscar." "Por quê? O que foi?" "Nada, fica tranquila, preciso te dizer uma coisa." "Beleza, então fala aí.
Foi aí que ele me disse que queria me comer, me senti toda molinha e na hora percebi que eu também queria dar pra ele, sentia que derretia, imaginava uma rola dura
Te espero na minha casa, não demora, ela disse. Fui onde estavam minhas amigas e me despedi, dizendo que não tava me sentindo bem.
Não conseguia controlar minha vontade de ficar com ele.
Liguei e o José abriu a porta pra mim. Ele tava de jeans e uma camisa branca que deixava ele muito gostoso. Subi os três degraus até a entrada da casa dele e, quando cheguei na altura dele, moleque, ele me abraçou e me deu um beijo longo que acabou de me derreter. Ele me levou até o sofá, sentou do meu lado, me acariciando e beijando, e eu senti uma das mãos dele acariciando a parte de dentro da minha coxa. Eu abri ligeiramente as pernas pra facilitar a chegada dele na minha buceta, enquanto minha mão pousou no pau dele, que tava bem duro. Ele se levantou de repente e abriu a calça dele a poucos centímetros do meu rosto, e eu vi o pau dele duro saindo.
Ele me deu a mão e me levantou, desabotoou minha saia que caiu aos meus pés enquanto eu desabotoava a camisa dele e deixava à mostra aquele peito de academia que me enlouquecia. Comecei a beijar o peito dele, descendo devagar até chegar no pau dele, que enfiei na boca. Me ajoelhei pra ficar na altura certa e fazer o boquete da vida dele. Eu amava o cheiro e o gosto dele. Tive que parar um instante pra ele tirar minha blusa, mas logo voltei a chupar ele. De repente, ele me puxou, virou eu de costas pra ele e baixou minha calcinha. Falei: "vamos pra cama". Me deitei de pernas bem abertas, ele subiu em cima de mim e procurou minha entrada com o pau dele. Sentia um prazer imenso quando ele me penetrava. "Que delícia, que delícia!", repetia sem parar enquanto ele continuava me comendo maravilhosamente bem.
Colocou meus tornozelos nos ombros dele pra me deixar completamente à mercê e meteu até o fundo.
Pedia pra ele nunca tirar de dentro, que eu me sentia muito puta com o pau dele enfiado em mim enquanto ele devorava minha boca. Ele disse "vou gozar" e eu senti o leite dele inundar o fundo da minha buceta e amei.
Ficamos na cama nos beijando e nos acariciando.
7 comentários - infiel con un amigo de mi marido