Olá, meu nome é Alexander e tenho 20 anos. Sou alto, de pele clara, olhos cinzas, cabelo castanho e um corpo bonito. Isso aconteceu há um tempo, quando eu tinha 18 anos. Naquela época, meu pai trabalhava no exterior e eu fiquei em casa com minha mãe e minha irmã.
Minha irmã se chama Carolina, ela era um ano mais nova que eu e estava com quinze anos. Sempre achei ela uma garota meio desbocada e de corpo gostoso, pelo menos era o que me diziam. Bem, tudo começou em dezembro de 1999. Em casa, apesar de vivermos bem, ela e eu dormíamos no mesmo quarto...
Um certo dia, fui pra uma farra com uns amigos e, como sempre acontece nessa idade, provei álcool pela primeira vez. Mesmo não tendo ficado muito bêbado, me sentia tonto e não passei da sala. Minha mãe estava na casa da minha avó, que não estava bem, e minha irmã estava lá em cima esperando eu chegar. Quando ouviu o barulho, desceu pra ver se era eu e me encontrou dormindo no sofá. Então ela começou a me acordar...
— Alex, Alex, vem, vamos pro quarto, maninho...
— Deixa eu dormir...
— Melhor a gente subir, Alex...
Depois de insistir, levantei e fui pro quarto com ela, mas não cheguei na minha cama e me deitei com ela. Sempre durmo abraçando alguma coisa e, como ela estava do meu lado, me agarrei e senti ela corresponder ao abraço. Ao perceber as curvas dela, comecei a acariciá-la e beijá-la, enquanto ela só suspirava...
— Alex, Alex, o que você tá fazendo...
— Humm... o que, o que você quer...
— Melhor você ir pra sua cama...
— OK... — falei meio sem graça, mas ela achava que eu não sabia o que estava fazendo.
Fiquei assim até de manhã, quando acordei, mas não quis levantar e comecei a lembrar do que aconteceu ontem: as carícias e tudo mais. Mesmo me sentindo envergonhado por pensar assim, não consegui evitar ficar excitado e comecei a me masturbar na minha cama, sabendo que minha irmã estava a poucos metros de mim. Foi quando ouvi o despertador e ela acordou. Só consegui fechar os olhos e puxar minha cueca pra cima, deixando a cabeça do meu pau de fora. Ah, não quis fazer movimentos bruscos pra não chamar atenção, mas ela se aproximou pra ver como eu tava e percebeu meu pau meio duro. Como quem não quer nada, senti a mão dela descendo pela minha roupa, deixando minha rola livre, e começou a acariciar com medo enquanto sussurrava… "ah, Alex, como eu adoraria que você me fizesse sua…" enquanto eu entreabria os olhos e via ela levar a mão até a própria buceta… Não aguentei mais e, abrindo os olhos, falei… "Sério que é isso que você quer?" Ela, surpresa, tentou tirar a mão do meu pau, mas eu segurei. "Não se preocupa", falei enquanto minha mão acariciava a entrada dela. "Eu também tô desejando isso há um tempão." Levantei da cama enquanto ela, quase chorando, dizia… "E-eu sei que isso é errado, que não devia pensar…" "Calma, eu sei. Sei que é errado, mas assim como você, eu também desejo." Deitei ela na minha cama enquanto acariciava a bucetinha dela por cima da calcinha, e ela só suspirava e se mexia. Minhas mãos tiraram a camiseta dela, deixando os peitos dela à mostra, e eu lambia os mamilos dela enquanto meus dedos passeavam pela entrada, sem ainda invadir a caverna dela. Ela só continuava gemendo e se mexendo até que chegou no limite. Acariciei o clitóris dela e ela teve o primeiro orgasmo… Ela sorriu pra mim e disse: "Irmãozinho, agora é sua vez." Me deitou na cama e, com um pouco de inexperiência, começou a chupar meu pau centímetro por centímetro (não é por nada, mas na nossa família temos a sorte de ser bem dotados lá embaixo). Ficou ali, chupando como se fosse um pirulito, até que me fez gozar. Peguei ela e beijei, ao mesmo tempo que a deitava na cama e dizia: "Isso vai doer um pouco, mas só um pouco." Ela respondeu: "Não me importo, enfia de uma vez." Dizendo isso, me atrevi a colocar meu pau na entrada dela pra facilitar. Comecei a esfregar pra ela mesma lubrificar minha rola… "Já enfia, que sinto que tô queimando…" ela dizia. Então empurrei, fazendo a cabeça entrar. "Aii, espera… espera…" ela dizia enquanto meu pau entrava cada centímetro com cada empurrão que dava, em poucos minutos ela começou a gozar... assim continua, Alex, meu amor, não para, continua assim... ela dizia enquanto eu metia... mmmm... sim... eu dizia, ahhh, já tô quase, me diz que me ama, fala mesmo que seja mentira... Sim, Carol, eu te amo e não é mentira, eu dizia enquanto a gente chegava ao orgasmo. Depois disso, a gente dormiu por um tempão e sempre que dá, a gente repete... mas não para por aí, depois eu conto outra das minhas aventuras e como a gente chegou na gravidez...





























Minha irmã se chama Carolina, ela era um ano mais nova que eu e estava com quinze anos. Sempre achei ela uma garota meio desbocada e de corpo gostoso, pelo menos era o que me diziam. Bem, tudo começou em dezembro de 1999. Em casa, apesar de vivermos bem, ela e eu dormíamos no mesmo quarto...
Um certo dia, fui pra uma farra com uns amigos e, como sempre acontece nessa idade, provei álcool pela primeira vez. Mesmo não tendo ficado muito bêbado, me sentia tonto e não passei da sala. Minha mãe estava na casa da minha avó, que não estava bem, e minha irmã estava lá em cima esperando eu chegar. Quando ouviu o barulho, desceu pra ver se era eu e me encontrou dormindo no sofá. Então ela começou a me acordar...
— Alex, Alex, vem, vamos pro quarto, maninho...
— Deixa eu dormir...
— Melhor a gente subir, Alex...
Depois de insistir, levantei e fui pro quarto com ela, mas não cheguei na minha cama e me deitei com ela. Sempre durmo abraçando alguma coisa e, como ela estava do meu lado, me agarrei e senti ela corresponder ao abraço. Ao perceber as curvas dela, comecei a acariciá-la e beijá-la, enquanto ela só suspirava...
— Alex, Alex, o que você tá fazendo...
— Humm... o que, o que você quer...
— Melhor você ir pra sua cama...
— OK... — falei meio sem graça, mas ela achava que eu não sabia o que estava fazendo.
Fiquei assim até de manhã, quando acordei, mas não quis levantar e comecei a lembrar do que aconteceu ontem: as carícias e tudo mais. Mesmo me sentindo envergonhado por pensar assim, não consegui evitar ficar excitado e comecei a me masturbar na minha cama, sabendo que minha irmã estava a poucos metros de mim. Foi quando ouvi o despertador e ela acordou. Só consegui fechar os olhos e puxar minha cueca pra cima, deixando a cabeça do meu pau de fora. Ah, não quis fazer movimentos bruscos pra não chamar atenção, mas ela se aproximou pra ver como eu tava e percebeu meu pau meio duro. Como quem não quer nada, senti a mão dela descendo pela minha roupa, deixando minha rola livre, e começou a acariciar com medo enquanto sussurrava… "ah, Alex, como eu adoraria que você me fizesse sua…" enquanto eu entreabria os olhos e via ela levar a mão até a própria buceta… Não aguentei mais e, abrindo os olhos, falei… "Sério que é isso que você quer?" Ela, surpresa, tentou tirar a mão do meu pau, mas eu segurei. "Não se preocupa", falei enquanto minha mão acariciava a entrada dela. "Eu também tô desejando isso há um tempão." Levantei da cama enquanto ela, quase chorando, dizia… "E-eu sei que isso é errado, que não devia pensar…" "Calma, eu sei. Sei que é errado, mas assim como você, eu também desejo." Deitei ela na minha cama enquanto acariciava a bucetinha dela por cima da calcinha, e ela só suspirava e se mexia. Minhas mãos tiraram a camiseta dela, deixando os peitos dela à mostra, e eu lambia os mamilos dela enquanto meus dedos passeavam pela entrada, sem ainda invadir a caverna dela. Ela só continuava gemendo e se mexendo até que chegou no limite. Acariciei o clitóris dela e ela teve o primeiro orgasmo… Ela sorriu pra mim e disse: "Irmãozinho, agora é sua vez." Me deitou na cama e, com um pouco de inexperiência, começou a chupar meu pau centímetro por centímetro (não é por nada, mas na nossa família temos a sorte de ser bem dotados lá embaixo). Ficou ali, chupando como se fosse um pirulito, até que me fez gozar. Peguei ela e beijei, ao mesmo tempo que a deitava na cama e dizia: "Isso vai doer um pouco, mas só um pouco." Ela respondeu: "Não me importo, enfia de uma vez." Dizendo isso, me atrevi a colocar meu pau na entrada dela pra facilitar. Comecei a esfregar pra ela mesma lubrificar minha rola… "Já enfia, que sinto que tô queimando…" ela dizia. Então empurrei, fazendo a cabeça entrar. "Aii, espera… espera…" ela dizia enquanto meu pau entrava cada centímetro com cada empurrão que dava, em poucos minutos ela começou a gozar... assim continua, Alex, meu amor, não para, continua assim... ela dizia enquanto eu metia... mmmm... sim... eu dizia, ahhh, já tô quase, me diz que me ama, fala mesmo que seja mentira... Sim, Carol, eu te amo e não é mentira, eu dizia enquanto a gente chegava ao orgasmo. Depois disso, a gente dormiu por um tempão e sempre que dá, a gente repete... mas não para por aí, depois eu conto outra das minhas aventuras e como a gente chegou na gravidez...






























9 comentários - Minha irmã gostosa (Imagens)