Família e Sexo Capítulo 5

Desculpa a demora. Deixo aqui a continuação. Encontre as outras partes no meu perfil 🙂

Minha mãe foi buscar outra garrafa de vinho, e no tempo que ela demorou, nós três começamos a conversar sobre o que estava acontecendo e se queríamos ir além com essa espécie de loucura, porque era isso mesmo: uma loucura! Todas estávamos com tesão, especialmente minha irmã. A inocente Lilian, com sua pele toda branquinha, agora estava bem vermelha e suando um pouco, então ligamos o ar-condicionado do quarto. Celia, tranquila como sempre, não via maldade no que estávamos fazendo. Quanto a mim… bem, custava a acreditar no que acontecia, e de certa forma queria parar e ao mesmo tempo não queria.

—Então paramos ou não? — perguntei finalmente.
—Eu digo que levamos isso até o final, ou seja, até seu pai e irmão voltarem — disse Celia.
—Eu não tenho problema em continuar brincando — manifestou Tifany, e Lilian, bem, como estava dando beijinhos no dildo como se fosse seu brinquedo, já sabia sua resposta.
—Tá bom, continuamos, mas temos que combinar com a mamãe que o que acontecer aqui não sai daqui, tá?

Todas aceitamos, e até entre nós fizemos a promessa de não contar pra mais ninguém. Minha mãe chegou um tempinho depois com uma garrafa nova de vinho e mais três taças. Serviu uma pra cada e tomamos em golinhos. Lilian, que não curtia muito álcool, deixou sua bebida de lado.

—E então — começou minha mãe — continuamos brincando? De quem era a vez de girar?
—Minha — se apressou Tifany e girou a garrafa. Dessa vez apontou pra mamãe.
—Desafio.
—Acho que a essa altura não tem sentido perguntar — comentei.
—Te desafio a… masturbar a Jennifer.

Minha cara ficou toda quente só de imaginar minha própria mãe fazendo isso comigo. Por outro lado, eu estava com um tesão danado e, com a decisão de continuar e que tudo ficasse em segredo, não consegui resistir. Minha mãe se posicionou atrás de mim rapidinho e eu tirei meu short e meu fio-dental. Como se isso não bastasse, ela me... Ela tirou o camisão, de modo que num instante estava completamente nua diante delas.
—Tudo bem, lá vou eu. Não tenha vergonha, querida, sou sua mãe.
—Vergonha? Quem disse vergonha?
Ela me deu um beijo no pescoço. Senti um delicioso arrepio quando sua língua percorreu a pele da minha garganta. Aos poucos, sua mão esquerda começou a descer do meu ombro, delineando meus seios, indo em direção à barriga até finalmente chegar à minha entrada apertada. No momento em que seus dedos abriram caminho entre meus lábios, deixei de ser sua filha para me tornar um mero ser que estava ardendo por dentro. Ela comprovou minha virgindade e se surpreendeu. Todas, na verdade.
—Você está bem molhada.
Seus dedos se moviam em círculos por toda a minha buceta. Fechei os olhos e arquei as costas para trás enquanto ela aumentava a velocidade. Sem que eu pudesse fazer algo para detê-la, sua boca cobriu a minha e trocamos uma série de beijos de língua tão ardentes que me senti na puta glória, e tudo graças à minha mãe, que estava me masturbando.

—Pronto, pronto —ouvi Tiffany dizer e abri os olhos. Lilian, com as perninhas abertas, passava ternamente o dildo entre sua vagina, como se contemplasse a possibilidade de enfiá-lo. Tiffany e Celia olhavam com um sorriso provocante bem entre minhas pernas. Era estranho ver Tiffany, aliás, que se parecia tanto comigo e com aquele olhar perverso, perdi todos os pudores. Mova minha mão até pegar a da minha mãe e indiquei o ritmo que ela deveria seguir.
Ela me beijou mais uma vez, e a ponta de sua língua percorreu meus lábios. Ela me masturbou com mais velocidade, mais intenso, de diferentes maneiras e eu gemei e me senti calma como uma garotinha em seus braços, uma menina morta de prazer pela mão de sua mãe.
Tive um orgasmo delicioso.

—Isso foi excitante —Lilian ainda estava suando um pouco apesar do ar-condicionado. Celia e Tiffany estavam se beijando quando terminamos. Agora era a vez da minha mãe rodar. Ela ia fazer isso quando o telefone tocou e ela contestou. Era meu pai, avisando que já estava voltando com algumas compras para o café da manhã no dia seguinte.
—Ainda temos tempo para mais uma rodada. Vamos ver… Celia. Eu te desafio a… fazer o que quiser com a Lilian, porque essa safadinha já está mais molhadinha que picolé no sol.
—O que eu quiser? Isso me soa bem.
Sem dar tempo para a Lilian reclamar, Celia se arrastou até a garota.
—O que você vai fazer comigo?
—O que você quiser, meu amor. Só precisa me dizer. Você está completamente pelada, então quem manda é você.
—Eu quero que… você cuide dos meus peitos.
—Quais peitos?
—Idiota!
Todas nós rimos porque a Lilian odiava quando falávamos das curvas pequenas dela, comparadas às nossas, claro. Celia deu um beijo carinhoso nos lábios dela e, com muito cuidado, tocou os seios da minha irmã mais nova. Ela se acomodou com as costas na cama e deixou a garota deslizar a língua por todo o seu busto.

Olhei para a Tifany para ver sua reação. Ela não estava sorrindo, mas também não parecia chateada. Era como se não se importasse de ver a namorada saboreando os peitos da irmã mais nova. Senti a mão da minha mãe na minha perna e, mesmo que não fosse um desafio para mim, abri um pouco as coxas para deixar sua mão se perder entre as dobras molhadas da minha buceta. Ela começou a me masturbar com a mesma intensidade de antes, só que dessa vez não fechei os olhos, porque queria ver a Celia apertando e massageando as curvas pequenas da Lilian. Não parava em um peito e já ia para o outro.
Tifany decidiu agir finalmente e se aproximou com dificuldade da Lilian. Elas trocaram um olhar e, em poucos segundos, a língua da minha irmã também deslizou pelos seios da outra. A garota estava no paraíso.
De repente, ouvimos a porta da frente abrindo. Paramos nossa festinha na hora. Nos vestimos e saímos do quarto como se nada tivesse acontecido, embora eu tivesse certeza de que novas relações haviam se formado entre as mulheres da casa, e eu não estava nada enganada.

Às duas da manhã Naquela noite aconteceu outra coisa, pois acordei com uma sede enorme e fui até a cozinha pegar um copo d'água. Ao voltar e me deitar novamente, já tinha alguém a mais na minha cama. Tive que segurar um gritinho de susto, pois com a escuridão não conseguia ver nada.
— Sou eu — sussurrou Lilian —. Não conseguia dormir, não depois do que aconteceu com a garrafa.
— E o que você quer que eu faça? Porra, você tá pelada?
— Sim.

Ter minha irmã mais nova nua na mesma cama que a minha era algo... estranho e excitante ao mesmo tempo. A pele de Lilian, ou melhor, ela inteira, estava ardendo como se tivesse febre, embora eu soubesse que era de outro tipo. Engoli seco quando ela montou em mim. A verdade é que a gente nunca tinha intimado como duas lésbicas. Eu a masturbava e era só isso, mas pela intensidade dos lábios dela quando me beijou, soube que naquele momento minha adorada irmã queria algo mais. Acariciei suas pernas e coloquei minhas mãos em seus quadris. Deixei que seu beijo aprofundasse o quanto ela quisesse, e especialmente quando sua língua e a minha entraram numa troca deliciosa de saliva.
— Podem fazer menos barulho? — perguntou Celia, na outra cama —. Tô tentando dormir.
— Desculpa. Lilian, acho que a gente devia parar.

— Mas eu quero...
— Já disse para parar. Vai dormir. Eu também tô com sono.

Quem em sã consciência deixa uma gata tão gostosa quanto a Lilian? Bom, pelo visto, eu. Lilian fez beicinho. Me mordeu a bochecha e voltou para sua cama. Tentei voltar a dormir, embora tenha sido impossível. Tinha tanta coisa na cabeça: o que tinha acontecido com meu pai, o incesto, a Lilian. Era como se essa viagem estivesse causando algo em todos nós, deixando aflorar o lado mais ardente de cada um.

Já era de madrugada, então decidi sair e dar uma volta na areia antes que o sol nascesse completamente. Para minha surpresa, meu pai já estava no pátio, contemplando o mar na sua cadeira. Soprava uma brisa fresca que levantou o camisola que eu usava, embora por sorte eu estivesse usando uma Que linda calcinha de renda.

—Já acordou cedo? —perguntei e dei um beijo na sua cabeça.
—Oi, filha, o que você está fazendo nessa hora?
—Pensei em ver o nascer do sol. Olha, pai, sobre o que aconteceu no píer…
—Espero que você não tenha contado pra ninguém. Olha… eu sei que foi errado, mas eu…
—Não foi errado, é só que foi tão intenso e ficou na minha cabeça. Vocês nos criaram de mente aberta, mas ninguém nunca mencionou que a gente poderia ter esse tipo de intimidade.
—Como assim, você e a Lilian não…?
—Sim, mas somos irmãs. Você é meu pai.
—Entendi. Então… você se arrepende?
—Não —eu ri —. Foi… gostoso.
—Gostoso? Haha! Devia dizer que foi intenso. Eu também gostei.
É estranho ouvir isso do seu pai.
—Quer ir ver o nascer do sol em outro lugar?
—Aonde, pai?
—Me segue.

Subimos no carro. A camisola subiu um pouco e mostrou bastante das minhas pernas. Meu pai percebeu e, durante todo o caminho, tinha as mãos inocentes sobre minhas coxas e me acariciava com cuidado, como um doce saboreado pela mente. Claro que eu já estava sentindo as intenções dele e ri disfarçadamente.

Queria contar que ontem à noite a mamãe me deu a melhor punheta da minha vida, e que me senti tão conectada a ela porque ela conseguiu me fazer sentir tão bem, e que também estava começando a sentir algo diferente por ele.

Papai me levou até um lugar afastado e estacionou perto de uma palmeira. Descemos e andamos um pouco de mãos dadas antes de pararmos numa praia tão tranquila, bem de frente pro sol, que já começava a aparecer. Ele estendeu uma toalha e nos sentamos.

—Então vai ser um lindo amanhecer —disse, esperando que ele fizesse o que quer que estivesse planejando.

Não foi assim. Por alguns minutos ficamos em silêncio, vendo o sol surgir no horizonte.

—Vamos nadar um pouco, filha?
—Não trouxe maiô.
—Bom… a gente pode tirar a roupa —sugeriu com muito cuidado. Eu pensei duas vezes porque naturalmente sentia um pouco de resistência. a ideia de ficar sem roupa na frente do meu próprio pai. Claro que… não foi tão grande assim, e no fundo, no fundo, eu esperava que algo acontecesse.
—Tudo bem.
Mal disse isso, meu pai tirou a camisa e o shorts. O pênis grande dele não estava ereto, mas pude ver as veias inchando com o sangue. Eu fiquei corada e desviei o olhar. Tirei o camisola e também a calcinha. A brisa soprou e arrepiou minha pele. Voltei a olhar pro meu pai e ele, sorridente, mexeu os quadris e o pênis dele balançou de um jeito engraçado.
—Bom, vamos nos molhar um pouco.
—E se alguém nos ver?
—Aqui ninguém vem. Fica tranquila, filha.
De mãos dadas, caminhamos até a água, que estava entre fria e morna. As ondas mal quebravam na areia, num som sussurrante.
—E então, Jennifer? Como é se banhar pelada com seu pai?
—Bom… estranho, mas bom —disse com uma risada boba.
—Olha. O sol já está nascendo mais rápido.

Ficamos um do lado do outro vendo a manhã aparecer. Era tão lindo e ao mesmo tempo um espetáculo cheio de romance. Não sei em que momento a mão do meu pai, debaixo d’água, tocou uma das minhas nádegas. Eu ri e olhei pra ele com um certo ar de provocação. Foi aí que percebi que ele era um homem muito atraente, um maduro de verdade, e não como os meninos bobos que me davam em cima na escola.
—O que você está tocando?
—Só estou verificando como você cresceu.
—Vamos pra areia —sugeri, quando uma força estranha me moveu.
De mãos dadas voltamos pra praia e nos sentamos nus, já que seria estúpido vestir a roupa.

—Vou te chupar um pouco, mas não conta pra sua mãe, tá bom?
Mal disse isso, o pênis dele começou a ganhar tamanho. Eu me ajoelhei na frente do meu próprio pai, de forma que o pênis dele ficou bem na altura da minha cabeça. Eu sabia que o frio fazia o membro dos homens mudar um pouco de tamanho, e embora ele estivesse passando pela mesma coisa, a verdade é que não fazia muita diferença. Limpei a garganta, coloquei minhas mãos sobre minhas pernas e me aproximei cuidadosamente na cabeça do pau. Provei com a ponta da língua, e depois fui dando pequenos beijinhos por todo o tronco até a base. Ele era só meu. Com muito cuidado, peguei seu pênis entre minhas mãos, abri a boca e comecei a me deleitar com ele suavemente, tentando enfiar tudo o que coubesse, molhando com minha saliva e sentindo o gosto do sal da água do mar. Era como comer um delicioso bife de carne com um sabor incrível.

Chupei devagar no começo e fui aumentando a intensidade aos poucos. Movia meu pescoço para frente e para trás, para frente e para trás. Tirava seu membro só para poder respirar e imediatamente voltava ao meu trabalho. Com uma mão, brincava com suas bolas, pesando seu volume, apertando e, quando cansava de chupar, levantava seu pau e lambia seus testículos, caprichosamente escondidos dentro do saco escrotal.

—Ah… espera, vamos fazer outra coisa.
—O quê? —perguntei.
Ele se deitou na toalha, o pau apontando para o céu.
—Ehm… papai, não estou pronta.
Me acomodei com ele em um 69, e quando suas mãos abriram minhas nádegas e ele enterrou a boca na minha buceta, comecei a rir. Sua barba fazia cócegas. Voltei ao meu trabalho, masturbando-o e depois chupando e chupando. Para uma mulher, ter um pau grande é um desafio, porque você quer engolir tudo e o safado nem sempre deixa. Não acontece só com os paus compridos, mas também com os grossos. Molhei toda a cabeça com saliva e enfiei o máximo que pude. Nos pornôs, via as atrizes fazendo com facilidade, mas eu não consegui, então decidi chupar como uma boa menina e não tentar quebrar recordes nem nada parecido.

—É bom que você ainda seja virgem.
Ele deu palmadas, apertou e mordeu. Meu pequeno clitóris estava no paraíso e eu estava tão molhada, que imaginei a boca do meu pai cheia dos meus fluidos.

Masturbei-o com mais força e velocidade. Deus! Eu realmente queria cavalgá-lo e sentir ele me rasgando toda por dentro.

Continuei fazendo uma boquete por mais um tempo. Pensava na minha mãe e em como ela comia tudo isso, e eu senti inveja. Por outro lado, também pensei no Alejandro e se ele teria herdado esses atributos.
— Eu vou gozar — disse meu pai e bebeu da minha buceta com mais força que antes, enfiando a língua o máximo que pôde.
Nós dois sabíamos o que fazer e redobramos os esforços. Vai soar ridículo, mas justo quando eu senti uma descarga de prazer lá embaixo, minha boca encheu de porra quente e doce. Que delícia! Ele gozou uma mistura deliciosa que, no final, quando saiu a última gota, me deixou com ainda mais vontade.
O pau dele começou a perder o tamanho, como era natural. Aproveitei por mais alguns minutos e depois me acomodei em cima dele para ver seu rosto.
Eu o amava tanto, tanto quanto uma filha pode amar seu pai, e agora tinha certeza de que queria repetir muitas coisas com ele. Dei um beijo na sua boca e então entreguei meus peitos para ele brincar um pouco, enquanto eu observava o lindo amanhecer.

3 comentários - Família e Sexo Capítulo 5

erazodh +1
Que genial la historia mucho erotismo en especial la parte de que la madre la masturbara y ella queria mas me facino muy exitante estare esperando la siguiente parte
gracias! me gusta leer y responder tus comentarios 🙂
y a mi m gusta leer tus relatos son exitantes y espero a los demas relatos
Estos relatos no eran de hammer30?
Sip. Soy yo. Perdí el acceso a esa cuenta y los volví a subir. Ni te preocupes por eso jeje.
La espera valió la pena jaja. Muy bueno, espero vengan muchos mas
claro1 gracias por cometar