Surpresa da Meia-Noite

Uma grande festa estava prestes a acontecer. Meu pai completava 59 anos, tinha acabado de passar por uma cirurgia no coração e estávamos todos muito felizes por tê-lo conosco; especialmente eu, porque meu pai é o homem que mais amo neste mundo, como pai e como homem.

Meu filho e eu estávamos preparando tudo em casa para a grande festa. Meu filho foi comprar todos os aperitivos e petiscos, e eu, por minha parte, comecei a cozinhar o prato favorito do meu pai. Lembrei que não tinha a bebida preferida dele e liguei para meu filho para que não esquecesse de comprar.

Passaram-se mais de 2 horas até que a comida, os aperitivos e o álcool chegassem em casa. Eu tinha preparado uma surpresa muito especial para meu pai naquela noite. A campainha tocou. O cheiro de comida já invadia toda a minha casa. Meu pai havia chegado junto com meu irmão. Cumprimentei meu irmão com um beijo e imediatamente o deixei para abraçar meu pai com força.

— Parabéns, gostoso — disse enquanto meus seios se apertavam contra os dele. Pude sentir suas mãos travessas apertando minha bunda e seu volume enorme esfregando-se contra mim, o membro que tanto me fez sofrer e chorar de dor na minha juventude.

— Muito obrigado, meu amor.

— A viagem foi cansativa? Você está cansado?

— Estou perfeito, meu céu.

— A comida já está pronta, caso você esteja com fome, gostoso.

— Talvez depois, meu amor, quero que me conte como você tem estado primeiro.

— Bem, você sabe, trabalho, filhos, sempre dias muito atarefados, mas principalmente sentindo muita sua falta, papai.

— Eu também senti muito sua falta, meu céu, sabe, todos os dias sinto falta do seu calor na minha cama — disse sussurrando no meu ouvido.

Meu corpo tremeu de excitação e minha respiração acelerou descontroladamente.

— Eu também senti muito sua falta, gostoso, você não sabe como é difícil encontrar um homem de verdade que realmente me faça sentir mulher como você fazia todas as noites, quando estávamos juntos, mas não se preocupe, hoje tenho um presente para você que vai te deixar louco. Você só precisa dizer ao meu... Irmão, no final da festa você vai ficar dormindo aqui.
- Perfeito, meu amor, assim farei – disse enquanto beijava minha bochecha docemente.

A festa começou quando todos os membros da família convidados chegaram à minha casa. Uma grande refeição com netos, filhos e muita diversão. Meu pai brindou com uma única taça de seu licor favorito e nos divertimos muito. Conversamos animadamente, dançamos bem juntinhos e sussurrávamos coisas safadas no ouvido um do outro na frente de todos, que se perdiam na música pelo volume tão alto, mas mesmo assim nos excitava fazer aquilo.

Já no final da tarde, os convidados e toda a família começaram a ir para suas casas. Meu irmão se aproximou do meu pai para oferecer levá-lo para casa, mas meu pai recusou, disse que ficaria na minha casa o fim de semana inteiro e pediu se no dia seguinte ele poderia trazer algumas roupas de casa. Meu irmão aceitou e foi embora dizendo que estaria aqui cedo pela manhã com as coisas dele.

Como era sexta-feira e já estava escurecendo, meu filho se arrumou para sair com seus amigos e amigas para um bar que frequentavam muito, e eu já estava ansiosa para que ele fosse embora. Minha buceta estava tão molhada que já havia começado a escorrer pela parte interna da minha coxa, só de pensar em estar de novo na intimidade com meu pai. Já havia passado tempo desde que eu havia sentido aquela dor inigualável que seu pênis tão grande e grosso me fazia sentir. Depois de meia hora, meu filho se aproximou de mim para se despedir, me deu um beijo, se despediu do meu pai desejando-lhe novamente feliz aniversário e foi embora no carro.

- Finalmente ele foi – disse ao meu pai com uma voz de alivio.
- Sim, filha, sabe a que horas ele volta?
- Na verdade, ele sempre fica na casa de um amigo para dormir ou com alguma garota, então não estará aqui até amanhã de manhã. Temos a casa só para nós dois, papai.
- Isso me alegra, filhinha.
- Por que você não vai e fica à vontade no meu quarto, e eu me preparo para nossa noite? Tenho um presente de aniversário preparado para você que vai... Adoro muito uma buceta.
- Tudo bem, filha, vou me deitar e esperar por você ansioso, estou morrendo de vontade de saber o que é.
- Não fique ansioso, logo você vai descobrir, falei bem perto dos seus lábios, quase beijando, mas sem tocá-los.
- Ele ficou imóvel diante da minha sedução e depois eu fui embora.

Meu pai subiu as escadas para o segundo andar e foi direto para o meu quarto. Eu fui até um closet e coloquei um babydoll preto transparente, que tinha comprado para ele. Ficou perfeito em mim, meus seios pareciam enormes, ainda mais do que o normal, e minha bunda dividia ao meio um fio dental minúsculo de renda que vinha com o conjunto. Passei o perfume favorito do meu pai e, antes, já tinha preparado alguns brinquedos sexuais e os deixado no meu quarto, nas gavetas da cômoda ao lado da minha cama. Tudo estava pronto para uma noite de sexo inesquecível.

Algo que devem saber sobre meu pai é que ele é um homem de origem cubana, é bem moreno, tem as costas muito fortes porque se exercitava quando jovem, mas agora que já está mais velho carrega uma pequiga barriga, não tem mais cabelo e o pouco que tinha ele raspa, e tem uma barba branca que arranha ao beijar. Meu sangue corria com força e fazia meu coração estar prestes a explodir pelo nosso encontro iminente. Minha buceta estava faminta por ele e eu não conseguia disfarçar. Era como se minha buceta se lambuzasse e ficasse com água na boca de certa forma, era algo engraçado de pensar, mas também intenso.

Subi para o meu quarto e meu pai levantou o olhar e me viu parada ao lado da porta. Meus seios proeminentes mal eram segurados pela renda do babydoll e meu cabelo caía sobre eles, acariciando-os suavemente. Eu estava nervosa e suava um pouco por isso. As gotas do meu suor escorriam pelo meu pescoço até meus seios, sulcando minhas grandes montanhas, macias e apetitosas. Meu pai estava sem palavras, totalmente petrificado.

- Fala alguma coisa, não fica calado.
- Você está uma verdadeira gostosa, meu amor, tem um corpo de fazer perder a cabeça.
- Muito obrigada. buceta, você também está muito gostoso. -Eu já estou velho, minha vida, meus melhores anos já se foram, sinto que para você só restou o que um dia eu fui. -Quem dera os homens que conheci fossem metade do que você é hoje, buceta. -Por isso eu te amo, meu amor, vem aqui, deixa eu te mostrar o quanto te amo. Ele estava recostado na cabeceira da cama com apenas um lençol branco cobrindo sua virilha. O lençol formava uma barraca enorme e ele me disse sensual: -Vem dar um beijinho na anaconda que sentiu tanto sua falta, minha vida-. Eu subi na cama lentamente como uma gata no cio e ele me encarava fixamente nos olhos. Me aproximei o suficiente e pude tocar com minhas mãos por cima do lençol macio aquela fera enfurecida. Seu membro estava duro como titânio e firme como um soldado. Ao tocá-lo, ele mordeu o lábio e eu o acariciei de cima a baixo. Me aproximei dele e o beijei. Minha língua se soltou agressivamente, violando sua garganta de maneira violenta. Ele respondeu me apertando contra ele e correspondeu ao meu beijo com sua língua dentro de mim, movendo e chupando a minha. Começou a massagear minha bunda enquanto nossa luxúria transbordava em uma série de beijos apaixonados. Suas mãos deslizaram por baixo do meu babydoll e seus dedos entraram no meu ânus e vagina. Eu gemi surpresa. Ele não parou, foi ainda mais fundo. Não, buceta, não limpei meu cu para fazer sexo anal -disse enquanto olhava para seu rosto-. Isso não importa, meu amor, eu como de você qualquer coisa –ele disse-. Levou os dedos que havia enfiado no meu ânus e vagina e os levou à boca, saboreando-os lentamente, depois me segurou com força pelo pescoço e disse: –Prova como você fica gostosa, meu amor-. Me beijou de novo, mas dessa vez o sabor de seus lábios estava invadido por vagina e bunda suadas. O sabor arrepiou minha pele e me deixou ainda mais quente. Não pude resistir mais e tirei o babydoll por causa do calor que sentia. Meu corpo suado ficou nu diante do meu pai e ele novamente ficou mudo. Arranquei o lençol de uma vez e deixei meu pai totalmente nu diante de mim. Seu pênis grosso e enorme pulsava com as veias saltadas e uma pequena gota de pré-gozo aparecia em sua glande. Eu me joguei sobre ele e o enfiei na minha boca. Meu pai gemeu e pegou minha cabeça, empurrando com força, mas seu membro obeso não descia pela minha garganta, nem mesmo a metade. A saliva transbordava por seu membro e eu quase me afogando. Ele começou a penetrar minha garganta, conquistando um pouco mais dela a cada vez. Centímetro a centímetro ele avançava, depois de um sexo oral violento e selvagem, ele gemeu alto e despejou um rio de sua porra quente dentro da minha garganta. Eu me arquei de nojo e cuspi seu sêmen no lençol, tossindo. "Perdão, filha, não consegui me segurar" – disse ele enquanto respirava ofegante. Eu me recuperei daquele ataque e limpei minha boca de todo aquele sêmen. Bebi o que restava na minha boca e disse: "Se prepare, porque agora quem vai ser violenta sou eu…"

Depois de um boquete descomunal e de quase morrer pelo rio desenfreado de porra que meu pai havia liberado dentro da minha garganta, eu me preparei mentalmente para aquela dor. Com desejo, esfreguei minha buceta e olhei apaixonadamente para meu pai. Deitei na cama e com voz forte disse: "Come minha coisinha". Meu pai lambeu os lábios, desejoso por poder provar novamente aqueles doces e eróticos sucos vaginais que emanavam de mim, ansiando por seu membro bestial. Ele se aproximou lentamente e pude sentir seu hálito quente. Olhava fixamente para minha buceta, admirando-a como o mais valioso dos tesouros, mas não a tocava. Eu morria de angústia e aqueles segundos pareciam eternos. Peguei sua cabeça careca e empurrei com força contra minha buceta – "Come logo". Ele começou a chupar meus lábios externos, sugando com força e depois soltando, o som que saía de seus lábios era muito engraçado. Sua determinação no sexo oral era incrível. Meu pai gostava de fazer sexo oral até que sua parceira gozasse na sua boca. Eu não ia deixar tão fácil pra ela.
- Hoje à noite, pussy, você vai ter que se esforçar mais pra me fazer gozar, vai ver.
- Bom, mija, isso a gente vê, essa língua aqui tem muitos anos de experiência e mulheres percorridas, tanto que posso te garantir que você não vai aguentar nem 5 minutos sem gritar, me encharcando toda a cara.
- Bom, isso a gente vê, mas dessa vez quero que você coma meu cu.
- Como assim? Não que você não tinha se preparado, mija.
- Isso não importa, você já me deixou bem excitada e quero que faça de um jeito sujo, que se suje e vá a lugares inesperados.
- Ai, mija, você não sabe como me deixa com vontade de comer bundinhas sujas.
- Então vá trabalhar, pussy, tá esperando o quê?
- Está com um cheiro delicioso, mija.

Meu pai se inclinou mais e pude sentir sua língua grossa e úmida invadindo meu esfíncter fétido. Era um prazer indescritível. Meus dedos se contorciam e meus lábios se mordiam sozinhos com tanta intensidade que quase os fazia sangrar. Tanta era minha excitação que com as duas mãos empurrava a cabeça já suada do meu pai contra meu ânus, como se ao empurrá-la sua língua entrasse ainda mais dentro. Ele às vezes era selvagem e tentava me penetrar com a língua como se fosse seu pau, e lambia minha bunda com sujeira; outras vezes mudava a técnica e ficava mais carinhoso, beijando minha bunda com doçura e meu ânus também. Tantas mudanças me deixavam louca. Eu fechava os olhos e me deixava levar. Meus braços estavam estendidos na cama e meu corpo completamente à mercê dele. Ele me tomava como se sempre tivesse sido dele. Elevou minhas pernas para ter mais espaço e conforto e continuar seu trabalho sujo. De repente, uma forte cãibra no meu pé junto com uma corrente elétrica me atingiu. Ele chupou meu clitóris com força e na mesma hora o esfregou violentamente de um lado para o outro. Eu gritei com força – puta, MÃEEEE!! –. Jatos abundantes e imensos da minha ejaculação saíram disparados da minha vagina em todas as direções. Meu pai abriu a boca enquanto continuava esfregando com intensidade e bebendo com determinação quase religiosa cada jato que caía em sua boca. Meu corpo se convulsionava violentamente enquanto meus fluidos saíam, com os olhos completamente revirados e a língua para fora, estava totalmente fora de mim. Estava inteiramente possuída por aquele prazer brutal e doce.
- Vejo que você ficou meio rude, meu amor, nunca tinha sido tão dominante comigo.
- Bom, eu gosto… gosto de ser quem manda às vezes – disse com voz ofegante.
- Isso eu já notei, acho que já estou pronto para receber meu presente de aniversário, meu dono – disse enquanto masturbava lentamente seu pau, deixando-o cada vez mais duro.
- Seja gentil, papi, faz muito tempo que não recebo um homem como você e você pode me machucar.
- Não se preocupe, meu amor, deixa tudo nas minhas mãos que eu sei me tratar com delicadeza, mas como é meu aniversário, não vou usar camisinha, quero aproveitar ao máximo esta noite.
- Não, pussy, espera, eu nunca disse que faríamos sem proteção, não estou tomando pílula, não podemos.
- Não tem problema, meu céu, eu gozo fora e pronto.
- Não, espera, pussy, já te disse que não estou tomando a…
- Olha, você não fala nada e me deixa aproveitar meu presente.
Meu pai se atirou sobre mim e me pegou pelo pescoço, botou saliva na mão e passou lentamente ao redor daquele membro tão grosso e me abraçou. Se acomodou um pouco e disse – recebe, mijita. Rosnou e entrou mais da metade de uma vez, eu gritei e o abracei forte. Na segunda investida foi ainda mais fundo e ele rosnou de novo. Eu arranhei suas costas e tenho certeza que sua pele ficou nas minhas unhas, mas ele respondeu meu ato com outra investida mais forte, beijou meu pescoço e lambeu o suor que o cobria.
- Sabe que é toda uma delícia, mijita – disse enquanto lambia cada gota de suor do meu pescoço.
- Pussy, eu te imploro, não vai gozar dentro de novo, pussy, ainda são meus dias perigosos.
- Que bom que me conta.
Me pegou de novo pelo pescoço e começou a me meter até que suas bolas tocassem minha Bunda, faziam um som alto e ritmado, pam, pam, pam. Minha buceta estava doendo terrivelmente, mas, bem, estava muito molhada, transbordando de prazer, e meu pai sabia disso.
– Verdade que você está gostando, mija?
– Sim, pussy, muito.
– Vai ver que isso aqui você vai gostar muito mais.

Ele me pegou pelos quadris e me virou com violência de bruços. Me colocou de quatro e disse: – Agora sim você vai saber o que é gozar como uma putinha safada.

Ele pegou seu grande pau e, antes que eu pudesse dizer uma única palavra, enfiou bem fundo em mim. Eu gritei de novo, abafando minha dor no travesseiro que estava ao meu lado. Ele me segurou pela cintura com firmeza e começou a me comer com intensidade, num ritmo muito acelerado. Minhas nádegas batiam forte na sua pélvis, e suas mãos suadas me davam palmadas com força, fazendo ele estremecer de novo e de novo.

De repente, ouvi sua respiração ficar mais ofegante e suas investidas mais rápidas.
– Sai, pussy, não goza dentro – falei desesperada.
Ele me segurou pelos quadris para não me deixar ir e ejaculou, esvaziando suas bolas dentro de mim, soltando um suspiro de alívio pela boca e caindo exausto em cima de mim. Ele disse: – Obrigado por esse presentinho, sua puta.
– Espero que você tenha gostado, pai...
– Claro que sim, por que não gostaria?
– Me deixa ir pegar água e a gente volta pra foder, porque sua surpresa ainda não acabou.

E assim foi, voltamos a fazer sexo selvagem. E a surpresa do meu pai, finalmente, vou contar.
– Pai, está pronto para sua surpresa?
– Sim, claro, mija, do que mais vai se tratar?
– Acho que você já imagina, mas lá vai: Luis É SEU FILHO, nosso filho, você é o pai do meu filho.

Continua...

1 comentários - Surpresa da Meia-Noite

De los que ya leí (porque despacio los leeré todos) este es el que más me ha gustado. Muy intenso, y con mucho morbo. Excelente.