Irmãzinha!

O telefone tocou, era minha irmã dizendo que precisava conversar comigo, algo muito importante, mas que tinha que ser pessoalmente. Fiquei bem intrigado, mas tudo bem. Marcamos para a tarde, no apartamento dela.

Quando cheguei ao apartamento dela, ela me fez entrar e me atendeu muito gentilmente. Perguntei do que se tratava e ela me levou até a sala de jantar. Serviu um refrigerante e ficou conversando só sobre coisas sem importância, embora eu percebesse que ela estava nervosa. O tempo foi passando e ela não dizia nada, até que pedi que me dissesse qual era o motivo daquela reunião.

Custou muito para ela me contar, e era estranho, já que eu tinha uma relação excelente com ela e sempre fomos confidentes um do outro.

Minha irmã tinha se casado há dois anos com um advogado que estava indo muito bem, a situação financeira deles era invejável, então problema de dinheiro não podia ser. Meu cunhado era um homem extremamente tranquilo, caseiro e de jeito nenhum mulherengo, então uma terceira pessoa na relação era muito difícil.

Ela tentava me contar, mas algo a impedia, até que finalmente soltou tudo:

"Olha, Edgardo, você sabe que eu te amo muito e eu sei que você também me ama. O que tenho que te pedir é algo muito difícil, e se você disser não, eu entenderia perfeitamente. Não sei se você vai me apoiar nisso… ufff… na verdade nem sei como te dizer."

"Mas mulher, o que pode ser tão difícil assim? Você sabe que temos muita confiança um no outro, não vejo qual é o problema."

"É por isso que estou me atrevendo a te pedir isso… que é praticamente uma loucura."

"Mas me conta."

"Ah… bom… olha…"

"Já, não fica dando voltas e me conta."

"Bom, então… você sabe que eu e o Alberto nos casamos há dois anos, somos um casal feliz… nos damos bem, temos uma situação financeira muito boa, ele me faz 100% feliz e eu a ele. Pode-se dizer que somos um casal modelo."

"Não me diga que se apaixonou por outro?"

"Não, nada a ver…"

"Então?"

"Bom, vou te confessar uma coisa, mas me promete que não conta para ninguém."

"Prometo."

"Você sabe… Como eu sonho em ter um filho, e o Alberto também. A ideia dos dois era ter um filho assim que nos casássemos. Tentamos de tudo e nada, até que finalmente, fomos fazer exames, com um especialista, e os exames mostraram que o Alberto tem os espermatozoides muito fracos e meu PH é muito forte. O caso é que o médico nos deu uns remédios para baixar meu PH, reforçar os bichinhos dele etc, mas nada acontecia.

Mas bom, ainda resta a inseminação artificial…

Já fizemos duas e nada. E te digo que são caríssimas, mas ele, assim como eu, não se importava.

Que chato… não sei o que dizer… nem como te ajudar.

Já tentamos tudo, tudo, tudo.

E a adoção?

Isso foi a última coisa que o Alberto me propôs, mas a verdade… eu não quero… quero sentir o que é ser mãe… não, adoção de jeito nenhum.

Poxa… mana, não sei o que te dizer.

E bom… aqui é onde eu queria pedir sua ajuda.

A que você se refere?

O que vou te dizer pode parecer uma loucura, mas pensei muito e não é tão maluco assim… Que você seja minha doadora secreta de sêmen.

O quêêêêê!

Espera, me escuta…

Você tá louca?

Espera, me escuta primeiro… Antes de mais nada, não pense que você teria que transar comigo, estava pensando em você colocar seu sêmen numa seringa e eu me introduzir na vagina, nos meus dias férteis…

Você tá louca, mana… Você tem noção do que tá me pedindo?

Sei que parece loucura, mas se você pensar bem… é minha única alternativa. Isso seria um segredo de morte entre nós dois. Você sabe muito bem que a esse filho nunca faltaria nada…

Você tá louca… como você pensa uma coisa dessas?

Olha, eu sei que é uma loucura e sabia que sua primeira reação seria essa, mas por favor pense…

Conversamos muito sobre o assunto, sobre como o Alberto não perceberia, já que eu sou um pouco parecida com ele, os dois morenos, magros e teria os traços dela… enfim, uma série de coisas, mas no final minha resposta foi sempre não.

Passou mais ou menos uma semana e a ideia ficou martelando… dando voltas na minha cabeça. Eu sentia o quanto minha irmã estava triste, mas dar um filho pra ela… era coisa de novela.

Passaram duas semanas e foi aniversário da minha mãe. Alberto e minha irmã vieram jantar em casa, e surgiu na conversa aquela pergunta clássica que fazem pra todo casal sem filhos…

“Bom, e quando vão me dar um neto?” (meu pai)

Os dois disfarçaram muito bem, e se safaram de forma olímpica, mas eu vi claramente no rosto da minha irmã a tristeza e a amargura de não poder engravidar…

Naquela mesma noite, quando ela estava indo embora, eu falei no ouvido dela que faria.

No dia seguinte, combinamos por telefone que ela me ligaria na hora certa.

Passaram duas semanas e ela me ligou, disse que no dia seguinte eu teria que ir ao apartamento dela. Para concretizar nosso maior segredo.

Cheguei no apê dela e, pra ser sincero, o momento foi bem engraçado. Eu achava graça de ter que ir ao banheiro me masturbar e gozar dentro de uma seringa. Fiz piada com o tamanho da seringa, por ser muito pequena, e ela, também brincando, disse que tinha visto uma para cavalos, mas achou que eu não seria capaz de encher.

Fiz o que tinha que fazer e, quando terminei, chamei ela. Ela entrou no banheiro imediatamente e trancou a porta com a seringa. Alguns minutinhos depois, ela saiu… já estava feito.

Nós dois sabíamos que era muito difícil acontecer a fecundação, mas não perdíamos nada tentando. Ela tinha comprado um teste de gravidez que dava o resultado quase na hora.

Meia hora depois, ela fez o teste e, como era de se esperar, deu negativo. Ela me fez entrar no banheiro de novo pra tentar outra vez. Morto de rir, entrei e fiz a mesma coisa… mesmo resultado.

Ela me pediu pra voltar no dia seguinte. Eu já não queria mais continuar, mas ela conseguiu me convencer me emprestando o carro dela, um BMW 326 do ano, o fim de semana inteiro. Eu, com 22 anos, naquele carro… era um sonho.

No outro dia, tive que comparecer ao apartamento dela. Para cumprir meu serviço. E foi assim por três dias. mas, sem conseguir nada, dando por encerrada nossa operação.
Algum tempo depois, tive um problema financeiro e, como sempre, recorri à minha irmã para me salvar.
Ela me fez ir ao apartamento dela porque tinha um negócio para me propor. Me perguntou se eu queria ganhar muito dinheiro e, claro, eu disse que sim, sem saber a que ela se referia. Ela disse que os dias férteis dela estavam chegando de novo e, depois de pensar muito, tinha considerado que se eu estivesse disposto a inseminá-la da forma natural, ela me pagaria quinhentos mil pesos.
Meus ouvidos não conseguiam acreditar no que minha irmã estava me oferecendo. Para quem não é chileno, 500.000 era o suficiente para comprar um carro velho.
Minha irmã, 8 anos mais velha que eu, tinha 30 anos, era uma mulher bem baixinha, mede 1,52m. É magra, mas com tudo no lugar e na medida certa, cabelos loiros, pele branca, olhos verdes (igual a mim), uma cinturinha bem fina, e larga de quadril, peitos grandes em relação ao corpo, enfim, estava gostosa pra caralho. Vivia na academia e de dieta, mesmo sem nunca ter precisado.
A ideia de ganhar essa grana e ainda por cima comer minha irmã me deixou com a cabeça a mil. Nunca teria imaginado fazer isso com minha irmã, e lá estava ela, com seus olhos verdes e seu corpo espetacular, me oferecendo dinheiro para transar com ela.
Dei uma risada nervosa e não me atrevia a responder nada, até que no final aceitei, e ela imediatamente me entregou 100.000 pesos para fechar o trato.
Passaram duas semanas e minha irmã me liga, marcando para o outro dia, à tarde, no apartamento dela. Reconheço que estava nervoso, não era qualquer mulher, era minha irmã mais velha, mas a ideia de ficar com ela me deixou muito excitado essas duas semanas.
Entrei no apartamento. Ela me ofereceu uma cerveja e tomou outra comigo. Ela disse que precisaria de mais álcool no corpo para o que estava prestes a fazer e, entre nós dois, tomamos um pack de cervejas e fumamos uns 4 cigarros cada um antes de fazer qualquer coisa. Ela também estava muito nervosa.
Fomos pro quarto dela, ela tava usando um daqueles shorts jeans curtinhos que deixam o começo da bunda toda à mostra. Tava uma delícia...
Deitou na cama e tirou o short. Ficou só de calcinha, bem pequena, de renda, branca... realmente tava uma gostosa. Fazia muito tempo que não via ela de calcinha e, sabendo o que me esperava, meu pau acordou 100%. Ela pediu pra eu tirar a calça e subir em cima dela.
Supostamente nenhum de nós ia tirar a roupa de baixo, só íamos arrumar pro lado, eu ia penetrar, gozar dentro dela e pronto. Ela afastou a calcinha e me mostrou uma buceta lisinha, depilada, cor-de-rosa. Ela tava com um pouco de vergonha de eu ver, então me fez montar nela o mais rápido possível. Ajeitei minha cueca e tirei meu pau, coloquei na entrada da buceta dela e fui penetrando devagar.
Ela disse que meu pau era bem maior que o do Alberto, então pra eu meter bem devagar. Fui entrando aos poucos, até enfiar tudo. Os olhos fechados dela me fizeram entender que ela tava gostando.
Comecei a meter bem devagar, a gente não falava nada. Ela com as mãos apoiadas do lado, sem me tocar, e eu em cima penetrando bem lentamente, aproveitando cada segundo ao máximo.
Eu tava tão excitado que em dois minutos já poderia ter gozado, mas a sensação era tão gostosa que me segurei e fiquei metendo nela por um tempão. Ela não aguentou mais e começou a gemer baixinho.
Passaram uns 15 minutos... eu tentando me controlar pra não gozar e também me segurando pra não pegar nela e tocar ela toda, como eu queria. Ela gemía suave, quase sem fazer barulho, sem me apressar.
Tudo era suave, com amor, com carinho. Nunca tinha transado daquele jeito, sempre foi brusco, com posições e gemidos altos, mas isso era completamente diferente.
Poderia ter... Estava assim há muito tempo, mas, mesmo que não acreditem, senti um pouco de vergonha ao pensar que minha irmã percebesse o quanto o corpo dela me excitava. E com gemidos tão suaves quanto os dela, comecei a jorrar meu sêmen dentro dela. Foi só nesse momento que minha irmã me abraçou com força e se moveu, me ajudando a aproveitar ao máximo essa gozada.

Fiquei ao lado dela por alguns minutos, nenhum de nós dois ousava dizer nada. Foi ela quem se levantou, dizendo que estava morrendo de sede e que iria à cozinha buscar mais cervejas. Vestiu a calça e saiu do quarto. Eu me levantei, me vesti e fui para a sala. Minha irmã chegou e brindamos para que tudo tivesse dado certo.

Fui para casa ainda sem conseguir assimilar o que havia acontecido, e à noite liguei para ela para saber se havia novidades. Ela disse que não.

Ela me perguntou se eu estava disposto a repetir no mês seguinte e eu disse que sim, que esse era o combinado.

Passou um mês e, depois da ligação dela, fui ao apartamento. Assim como no dia anterior, tomamos algumas cervejas e fomos para o quarto dela. Dessa vez, ela tirou toda a roupa, ficando só de calcinha, e eu fiz o mesmo. Deitamos um ao lado do outro. Suas mãos começaram a tocar meu pacote suavemente, fazendo alusão ao tamanho do meu pau em comparação com o do marido dela. Ele foi crescendo até sair da cueca e mostrar a cabeça por cima. Seus carinhos continuaram e ela sugeriu que eu a tirasse. Já completamente nu ao lado dela, suas carícias aumentaram, acariciando minhas bolas, brincando com meus pelos, pegando ele completamente com sua mão pequena. Ela também tirou a calcinha e montou em mim. Pegou ele com sua mãozinha e colocou na entrada de sua buceta depilada. Pouco a pouco foi entrando até estar completamente dentro. Começamos a nos mover. Parecia que ela queria me dizer algo, mas não se atrevia. Seus movimentos ficaram cada vez mais intensos e ela começou a gemer novamente em silêncio. Seus olhos fechados, me... permitiam vê-la sem nenhum pudor. Seu corpo era sensacional, magrinha com todas as curvas... como ela estava curtindo aquele momento... Timidamente, coloquei minhas mãos sobre suas pernas e lentamente fui subindo até colocá-las sobre sua bunda. Como ela não dizia nada, acariciei suavemente, eram perfeitas, muito macias, redondinhas, uma delícia. A visão da sua buceta depilada, sua cintura fina e seus peitos, infelizmente ainda cobertos pelo sutiã, eram um espetáculo.

Seus gemidos aumentaram e notei que ela estava muito excitada e, mais ainda, que estava chegando ao orgasmo. Com força, comecei a me mover, chegando a levantá-la, apertando cada vez mais sua bunda. Com as mãos apoiadas no meu ventre, ela começou a se mover muito rápido, um sinal claro de que estava gozando, ao mesmo tempo em que eu enchia seu sexo com minha porra quente. Ainda depois de termos gozado, nos movíamos lentamente, curtindo a sensação de estarmos unidos pelos nossos sexos. Essa foi nossa segunda sessão. Antes de eu ir embora, ela me entregou um cheque pelos quatrocentos mil que faltavam. Eu disse que não era necessário, que com os 100 que ela já tinha me dado era mais que suficiente, mas ela não me deixou devolver, alegando que se eu soubesse quanto custava uma fertilização artificial... aquilo não era nada.

Desnecessário dizer que, ao chegar em casa e nos dias seguintes, me masturbei mais de uma vez lembrando dos momentos vividos com minha irmã.

Sem novidades ainda, tive que ir ao terceiro mês novamente ao apartamento dela.

Nos despimos no quarto, como da última vez. Ela, deitada ao meu lado, me acariciou e elogiou o tamanho do meu pau. Novamente, ela montou em mim e começamos a transar, devagar. Dessa vez, seus olhos não se fecharam e ela me encarava, movendo-se ritmicamente sobre meu pau.

"Hermanito... devo reconhecer, você tem um pau muito gostoso."

"O mesmo digo, hermanita... você está uma delícia."

Pedi que ela tirasse o sutiã, e ela tirou. Seus peitos eram exatamente como eu tinha imaginado, perfeitos, brancos e... com uns mamilos rosados deliciosos...
Você gosta?
São perfeitos, irmãzinha
Acarinha eles pra mim

Suavemente minhas mãos começaram a acariciar esses seios lindos, brincando com meus dedos nos mamilos dela.
Gosto de sentir suas mãos me acariciando
O Alberto tem muita sorte mesmo de ter uma mulher como você, como esposa
Você acha?
Sim, você é muito bonita... não, melhor dizendo, você é uma delícia
Beija meus peitos?

Ela se inclina um pouco e oferece os seios à minha boca. Começo a chupá-los suavemente, mas ela pede que faça mais forte. Pego esses peitos com minhas mãos e começo a chupar com força, fazendo ela gemer sem tentar esconder.
Te confesso uma coisa... você me deixou com muito tesão
É? Você a mim também
Sua rola dentro de mim é uma delícia
Mmmmmmm assim?? (enfio até o fundo)
Ahhhh sim... faz de novo... ahhhhhhh que gostoso você tem, irmãozinho
Gosto muito de estar com você assim...
Ahhhhhh me fode como se eu não fosse sua irmã... me faz sua... pensa que sou outra mulher
Não quero pensar nisso... quero foder minha irmã... é você que me dá tesão
Ahhhhhhhh
Quero fazer amor com minha irmã...
Ahhhhhhhh siiim... continua
Quero chupar minha irmã todinha
E eu você, seu gostoso!!!

Já começamos a transar sem disfarçar nada, ela queria e eu também. Éramos só dois amantes fodendo com vontade, vontade de sexo, vontade de sentir e tocar o outro completamente. Peguei ela pelas pernas e fiz ela montar na minha cara. Comecei a chupar ela com força, enquanto ela gritava de prazer.

Ela se vira e fizemos um 69 espetacular. A boca dela se enchia com minha rola, chupando minhas bolas, tirando e esfregando nas bochechas...
Depois ela ficou de quatro, ajoelhado atrás dela, a baixa estatura dela era ideal para penetrar. Peguei sua cintura fina e parecia que estava colocando ela em cima da minha rola. Dei duro por um bom tempo... Depois ela ficou de bruços e eu por cima... depois de lado, eu atrás da sua... costas e ela levantando uma perna sobre as minhas, deixando sua buceta depilada completamente exposta.
Seus movimentos eram selvagens, ela se dobrava completamente num ritmo perfeito. Não cansava de chupar seus peitos de novo e de novo, até que ela acabou sentando em mim, mas de frente para os meus pés. Sua bunda perfeita ficou diante dos meus olhos e quase agachada, ela começou a se mover de um jeito selvagem, chegando ao orgasmo ao mesmo tempo que eu.
Ela deitou ao meu lado e nos abraçamos nus. Nunca houve um beijo... nem mesmo um toque de lábios, só sexo.
Nos três dias seguintes, passei todas as tardes na casa dela, transando como animais.
Depois de quatro meses, minha irmã acabou me confessando que já estava grávida há uns dois meses, mas não quis me contar com medo de que nosso lance acabasse.Irmãzinha!


Irmãzinha!


Irmãzinha!


Irmãzinha!


Irmãzinha!

6 comentários - Irmãzinha!

Muy intenso, sexy, muy bueno!
Gracias!! me lo enviaron a mi correo!!!
Si te gusta este tipo de relatos, visita mi perfil. Tengo varios de mi autoría.
Ronka8
linda hermana tuya. buena historia