Martín sentiu que tava indo embora, os olhos fecharam de vez sem ele poder fazer nada, e de repente ele apagou.
Agustina reagiu, parou, se levantou, virou-se e olhou pro irmão, já de olhos fechados.
Florencia e a irmã dela, ainda com a tanga enfiada no rabo, já ambas totalmente assustadas e desesperadas, se colocaram cada uma do lado do garoto, tocando nos ombros e no rosto dele, sem que o moleque desse qualquer reação.
-Euuuu!!!!!!!!!!! cara!!
-Ayyyyy, o que que ela tem???!!!...
—Não sei!!!!
—A gente chama a mamãe? — perguntou Florcha.
—Tá louca!!! Nããão!!!!!
-Mas é coisa séria???!!!!
—Vai no banheiro e traz álcool e algodão!!!! —Disse Agustina pra irmã dela.
Florencia saiu correndo até o banheiro, abriu a porta do armário e pegou a garrafa de álcool e um pedaço de algodão. Voltou na mesma hora.
Ela colocou bastante álcool no algodão e enfiou no nariz do irmão dele pra ele cheirar.
—Vai lá.. acorda, acorda, acorda!!! —Agustina o incentivava.
Enquanto as duas tentavam reanimá-lo, o garoto voltou a se sentir consciente, recobrou os sentidos e percebeu que estava aspirando álcool, ouviu as vozes de suas doces irmãzinhas, mas não entendia o que diziam. De repente, finalmente abriu os olhos.
-Finalmenteeeeeeeeeee!!!!!!!!!!!!
- Uff… que susto você nos deu, maninho!!!!! Tá bem?
O garoto acordou, meio confuso… olhou pras duas e já sacou o que tinha rolado… Agustina começou a dar uns beijos no rosto dele.
-Desculpa… fiquei muito tonto… ai, minha cabeça tá doendo…
-Você devia ter avisado antes!!!-Disse Agus.
-¡¿QUÊ?! Se eu te falei várias vezes pra parar!!!!
-..Bom!.. Me desculpa, maninho.. tava excitadíssima!.. Tava adorando brincar com teu pau…
- Eu também estava adorando!.. Mas comecei a me sentir mal…
—E agora, como você tá?
—Acho que bem… embora minha cabeça esteja doendo muito… e ainda tá doendo aqui embaixo… — Martín olhou pra rola dele, já murchando.
—Tá doendo? —perguntou Agustina, acariciando a rola dele com a mão.
-Sim!.. Mas isso com certeza não vai ajudar… você vai deixar minha pica dura de novo!
Sim!! Você tem razão… me perdoa!
Agus tirou a mão do pau do irmão, deixando ele quietinho… ela mesma guardou a rola dele e amarrou o cordão da sunga. Depois, deu um beijo na testa do moleque.
-É melhor você descansar… consegue ficar de pé?
O garoto se levantou com cuidado… ainda estava meio tonto e com as pernas bambas.
—Vamos te levar pra cama, maninho… bora antes que a mamãe nos veja!
As duas garotas, de lingerie e ainda quentes, acompanharam o irmão dele até o quarto. Deitaram ele na cama, ligaram o ventilador e deixaram ele dormir.
-Descansa bem!!! Quer que a gente traga alguma coisa?
—Não.. tá bom assim.
Finalmente, as duas fecharam a porta sem fazer barulho e foram pro quarto delas…
Elas ficaram conversando sobre o que aconteceu um pouco, agora já mais calmas. A excitação foi embora na hora com o susto.
—Acho que a gente exagerou um pouco… —Disse Agustina.
—Você passou dos limites! Por pouco não matou ele... eu não fiz nada!!! — respondeu Florcha.
—Pra vaca!... também não exagera.!!
-É melhor a gente não pedir a porra do leite dela por uns dias..
-Hahaha, sim.
As gurias saíram com as amigas naquela tarde, já sem poder brincar de coisas sujas com o irmãozinho.
À noite, quando sentaram pra jantar, a mãe perguntou pras filhas por que o Martín tava dormindo tanto. Elas responderam que ele disse que tava muito cansado e que não queria comer nada…
O moleque dormiu a tarde e a noite inteira sem parar… acordou na manhã do dia seguinte. Já não tava sentindo mais dor nenhuma, tava se sentindo bem de novo como sempre.
Agustina também acordou de manhã. Tinha dormido de calcinha e sutiã, levantou e calçou um tênis de pano confortável, e vestiu uma camiseta. Não colocou nada por baixo.
Saiu assim do quarto e a primeira coisa que fez foi ir pra cozinha. Preparou umas torradas com geleia, um chá, e levou tudo numa bandeja pro quarto do irmão.
Ela fechou a porta atrás de si e foi até o lado da cama do irmão, já acordado, olhando pra ela. Colocou a bandeja no criado-mudo.
-Oi, irmãozinho gostoso! Tá melhor?
-Oi Agus!…É… acho que já tá tudo certo.
-Que bom! Trouxe uma coisa pra você comer!
-Valeu!!!! Tô com uma fome… mas nem precisava ter feito isso!
Dava pra ter algo mais excitante do que sua irmã mais velha te trazer o café na cama, acabada de acordar, só de camiseta e calcinha?
Obviamente o cara ficou olhando pra ela, vendo as pernas e a calcinha cinza cobrindo a buceta… o pau dele ficou duro, mas já não doía mais!! Beleza.
Agustina percebeu que o irmão dela tava olhando pra ela.
—Tá olhando o quê, cara? — perguntou a mina, sorrindo pra ele.
Martín esticou o braço e começou a acariciar as coxas dela.
-Que gostosa você fica assim…
-Obrigado!
-Irmãzinha… Me mostra a raba?
A garota mordeu o lábio, começando a ficar com tesão.
—Tem certeza?... Já tá dura?
-Sim!
—Mmm… sei não… e se você desmaia de novo? Acho melhor ficar quietinho por uns dias!
-Não... foi ontem mesmo, porque tava exausto.. agora já tô perfeito como sempre!!!
-..Bom… mas se acontecer alguma coisa, me avisa…
Agustina se virou, agora dando as costas pro irmão dela, que ainda tava deitado na cama.
O cara levantou só um pouquinho a camiseta dela, pra ver a bunda toda, bem redondinha e macia… só coberta um pouco por uma calcinha cinza, com as bordas rosadas. Que rabão gostoso… começou a acariciar, tocando o tecido também…
—E essa calcinha?... Nunca vi você usando ela. —Disse Martín.
- Comprei ela faz pouco! Tá gostando?
—Sim.. é mó gostosa!.. Mas o que eu mais gosto é o que você tem por baixo da calcinha… posso ver o que você tem aí?
-Ai que irmão porquinho!.. e o que você quer, me ver por baixo da calcinha?
-…Aquela coisinha que fica toda molhada quando você fica excitada… o que você acha que pode ser?
—Mmm… você quer ver a buceta da sua irmã… — Disse Agus.
Agustina, ali parada do lado da cama, se inclinou um pouco pra frente, pra mostrar ainda mais a raba pro irmão dela, quase enfiando na cara dele, e pra ele poder ver a buceta dela por trás.
Martín, já completamente excitado, e agora com a raba da irmã inclinada e mais perto dele, agarrou a calcinha dela na parte da buceta e puxou com os dedos. Com o polegar, segurava ela de lado, enquanto agora conseguia ver a buceta entre as pernas dela…
Ela tava bem fechadinha, com os lábios juntos, num tom rosadinho… era excitante pra caralho.
Agustina estava ficando muito excitada, se inclinando pra enfiar a raba na cara do irmão, sentindo a calcinha escorrendo, imaginando como ele devia estar olhando pra bucetinha dela.
O garoto, mantendo a calcinha de lado, aproximou dois dedos e começou a tocar ela, começou a acariciar a buceta dela, passando a ponta dos dedos pelos lábios, e pela rachinha no meio…
—…Você gosta? — perguntou Agustina.
-Siiim… muito… eu gosto muito!.. Você gosta que eu te toque?
-Sim…!
-…Eu queria meter meu dedo na sua buceta, Agus…
-Mmmm… meter dentro?
-Sim… posso, maninha?.. Você ia gostar que eu enfiasse?
- Sim, seu piraninho!.. Deixo sim… mas passa uma babinha na minha buceta se vai meter!
Martín levou os dedos à boca, juntou toda a saliva que conseguiu, passou nos dois dedos e logo levou eles de volta pra buceta da Agus, puxou a calcinha de novo e passou os dedinhos ao longo dos lábios, lambuzando toda a xoxotinha com cuspe.
-Mmmm!... Uhhh... isso, maninho... assim!- A Agustina adorou receber esses estímulos... Ela gemia baixinho.
Já com a buceta cheia de baba, o garoto passou o dedo do meio pela rachinha, e já tava procurando o lugar pra enfiar pra dentro.
-Me diz onde enfiar, irmãzinha!
-…Mais pra baixo… mais… aí! Aí.. enfia pra dentro!
Foi difícil por causa da inexperiência dela, mas assim que encontrou o buraco, enfiou o dedo cheio de baba, e mal entrou a unha e um pouco mais. Não quis forçar muito com medo de machucar a irmã.
—Tem certeza que é ali?...
-Sim, seu bobinho! Vai, enfia bem dentro!
Martín enfiou o dedo mais fundo… tava difícil, a buceta dela tava bem fechadinha… ele enfiou até a metade… devagarzinho, sentindo como tudo ali dentro tava quente!
— Não tá doendo, Agus?... Tá bem apertadinho!
—Não… tá bom! Tenta enfiar tudo… consegue?
O rapaz obedeceu, também não era pra ficar perguntando tanto numa situação dessas. Empurrou até enfiar o dedo inteiro dentro da buceta! A Agustina suspirou, já totalmente excitada.
Martín sentiu o quentinho e molhado que estava seu dedo… ele tinha enfiado o dedo na irmã dele! Na buceta!... começou a brincar.
Tirou o dedo inteiro, devagarinho, sentindo toda a buceta macia e delicada… depois, enfiou de novo, abrindo os lábios rosados da pussy no caminho… notando como cada vez entrava mais fácil. Era extremamente excitante meter o dedo na pussy da irmã mais velha, com a calcinha puxada pro lado… Tudo isso com a irmã em pé e inclinada pra ele…
A garota gemia baixinho, sentindo o dedo do irmãozinho mais novo entrando e saindo da sua bucetinha, ela estava adorando.
O adolescente fez isso mais umas duas vezes, enfiou o dedo até o fundo e tirou... depois acariciou a bunda e as coxas dela, e ajeitou a calcinha no lugar.
Agustina, com a cara vermelha e super excitada, se virou pra olhar pra ele.
—E aí… como é que tá minha buceta? — perguntou Agus com um sorriso.
-Tremenda!... Deus, irmãzinha.. adoro sua buceta… bom, adoro também sua raba… seus peitos.. suas pernas.. tudo!
-Hahaha! Que lindo você é comigo! Te quero pra caralho, cara.
-Eu também… e ainda tava bem quentinho ali!.. Tô com ela toda dura, Agus… a gente nunca vai transar?
-Não… isso tu sabe que não, mano…
-Joooooo!... Por quê?!.. Quero transar com você… além disso, você também ia gostar… não nega não!
Agustina sentou na cama, do lado do irmão dela, enquanto comiam e tomavam café da manhã.
Antes de pegar uma torrada, o garoto olhou pro próprio dedo, todo brilhoso e molhado da buceta da irmã. Olhou pra ela, e enfiou o dedo na boca, sentindo o gosto da pussy da Agus. Os dois riram, e começaram a comer. Enquanto isso, Agustina falava com ele:
—Claro que eu adoraria que você me comesse, irmãozinho… ia amar!... mas a gente não pode… fazer isso, seria incesto!... Se alguém descobrir a gente, podemos ter problemas muito sérios… o incesto é malvisto pela sociedade e pela lei… é crime… e é moralmente errado… cê me entende? A gente não pode chegar nesse ponto…
-…Sim… mas…
—Mas nada, mano… incesto é errado!.. a gente não pode transar… fazer isso é muito errado, e a gente não pode fazer!
Já… te entendo… espero que a gente possa continuar brincando do jeito que a gente vem fazendo…
—Bom, essas coisas a gente pode continuar fazendo sim!
—Tá afim de me fazer um boquete, Agus?.. Tô tesudo pra caralho!..
-Já.. e por que você ficou assim?
-..Por enfiar o dedo na sua buceta…! E porque eu tenho a irmã mais gostosa do mundo…
Agustina se jogou no irmão, abraçando ele, e deu uns beijinhos no rosto dele.
—Não vou te fazer um boquete, nem vou te masturbar… é melhor você não se esforçar muito ainda… fiquei muito assustada ontem!..
—Ok Agus... ah, muito obrigado pelo café da manhã! Tava uma delícia…
-De nada, bobinho.
Agustina se levantou e saiu do quarto. Para Martín, o fato de sua linda irmã deixar enfiar um dedo na buceta era sinal claro de que ele tinha a melhor irmã do mundo. Bom, as duas. Ainda mais sendo algo tão proibido, e no quarto dela… era tão safado… não podiam existir situações mais picantes do que aquelas.
A excitação foi se acalmando aos poucos. Se ela se tocasse, ia ter um orgasmo do caralho, e por via das dúvidas, não se tocou, com medo do corpo falhar igual ontem. Melhor dar uma descansada uns dias nesse sentido.
Depois de um tempo, o cara levantou da cama e foi tomar um banho.
Alguns dias se passaram… Martín, sempre que ficava a sós com as irmãs, tocava nelas e elas se deixavam um pouco… mas não queriam excitá-lo muito, só por precaução… o desmaio tinha assustado bastante as duas adolescentes. Quando o garoto dizia que queria que chupassem ele, ou que mostrassem a buceta, elas preferiam não fazer naquele momento, e esperar mais uns dias.
Isso só fez com que Martín ficasse ainda mais carregado e cheio de tesão… afinal, ele também não tinha gozado naqueles dois dias.
Um desses dias, o cara tava na sala, quando a Agustina passou por ali, deixando as sacolas do supermercado em cima da mesa. Ele chegou por trás, encostando a pica na bunda dela, e agarrou os peitos dela pela frente.
- Hoje tô com muita vontade, mana… quero que você me chupe..
—Mmmm já?.. Espera mais uns dias… assim a gente fica completamente segura de que você já se recuperou!
-Ufaa…
Martín se afastou dela, ajudando a arrumar as compras.
- Tenho novidades!.. domingo é o aniversário do meu namorado… e ele convidou todo mundo pra passar o dia no sítio dele.
—Ele me convidou também? — perguntou Martin.
- Sim! A mamãe e a Flor também.
—…Não sei por que ele me convidou… mal conheço ele… bom, a gente conversou uma vez só…
—E daí? Ela convidou a família toda! Você vai sim!
Tem certeza?.. Mas vou ficar entediado!.. No campo? E quem mais você convidou?
-Não sei.. pros amigos dela, suponho!
-Pô.. domingo?
-Sim!
:::::
Capítulo XVIII:Acidentes simplesmente acontecem. Dúvidas. Medos.
No domingo, Agustina acordou primeiro, se arrumou de manhã e foi no quarto do garoto acordar o irmão dela. Abriu a janela pra entrar a luz do sol e tocou no ombro dele.
-Vai, que daqui a pouco a gente tem que ir!!!
Martín acordou, sem muita vontade, mas fazer o quê. A irmã dele saiu do quarto, e a primeira coisa que ele percebeu foi que estava com o pau duríssimo. É o que dá ficar sem bater uma por tantos dias, por precaução. Ainda por cima, sabia que naquele dia, no sítio do namorado da irmã, não podia fazer nada…
Ufffffff… tenho que aguentar mais um dia assim.
Não tinha certeza se ia aguentar! Já tinham passado vários dias sem gozar, era demais pro jovem tarado.
Levantou e vestiu uma sunga, por sorte a ereção diminuiu um pouco e, por enquanto, não dava pra notar. Uma camiseta de manga curta, tênis, e foi pra cozinha. A mãe estava terminando de se arrumar no banheiro, e a Agustina já estava pronta na cozinha. A adolescente estava com o cabelo preso num coque, com uma camiseta azul, com letras em inglês laranja, e um shortinho esportivo vermelho, que marcava um pouco a bunda.
—E a Flor? —perguntou Martín.
— Não vai vir! — respondeu Agus.
—Por quê?!
—…Porque ela não pode.
—Como assim não pode?.. Se ela não for, eu também não vou!
-Psiu!... A Florcha não pode ir porque tá indisposta!
—…Ahhh… bom… não sabia!
Os dois riram… depois, os três entraram no carro, e a mãe dirigiu. O sítio do namorado não era tão longe, ficava a uma hora e meia. Chegaram perto do meio-dia.
O clima tava excelente, céu azul com umas nuvens brancas espalhadas, brisa e sem calorão, era perfeito. Quando chegaram, desceram do carro, e o namorado da Agus recebeu eles. Na hora que ele beijou a irmã na boca, o Martín desviou o olhar. Depois, o namorado apertou a mão do garoto, tentando parecer legal.
E aí.. beleza, campeão?
Martín só esboçou um sorrisinho amarelo… mostrou a casa pra eles, e depois sentaram numa mesa comprida com os outros convidados, ao ar livre, debaixo da sombra das árvores enormes.
Doeu mais no rapaz quando o namorado apresentou a Agustina pros amigos dele, e todo mundo começou a assobiar e elogiar a irmã dele, e claro, o sortudo aniversariante, soltando uns comentários meio safados...
Sabia de antemão que não ia me divertir tanto vindo pro aniversário do namorado da irmã dela, que não era uma boa ideia… começou a pensar em outras coisas, enquanto já esperavam pra comer o churrasco.
Por sorte, a comida chegou logo, e por um tempo todo mundo parou de falar tanto, enquanto comiam. Não era tanta gente, mas era uma galera.
Depois de comer o churrasco, trouxeram um pedaço de bolo pra mesa, o moleque falou que já tava cheio e levantou. Foi até a casa, entrou e perguntou pelo banheiro. Esvaziou a bexiga e saiu de lá.
Foi dar um passeio sozinho pelo campo. Tentando matar o tempo de qualquer jeito, foi bem longe, caminhou bastante pelo lugar… lugar bonito, ele pensou. Tudo era silêncio, e só se ouvia o som da brisa nas árvores e o canto dos passarinhos… com as risadas dos convidados ao longe.
Depois foi voltando, mas não voltou pra mesa. Tava a uns metros de onde os outros estavam, não muito longe. Sentou num tronco de árvore cortada, debaixo da sombra das outras árvores, que formavam uma fileira uma do lado da outra. Queria ficar mais um tempinho sozinho e em silêncio.
A tarde foi passando, e a Agustina tava curtindo com o namorado, quando os amigos dele começaram a jogar uma pelada. Chamaram ele pra jogar, o namorado topou, e foi jogar futebol com os amigos… Agustina ficou sozinha, meio entediada, mexendo no celular.
Ela olhou pra mãe dela, do outro lado da mesa, que tava conversando com a mãe do namorado dela. Parecia que elas tinham coisa em comum, porque tavam batendo papo super de boa.
Depois, ela olhou pro outro lado, onde estavam as outras minas convidadas.. amigas do namorado dela, colegas, primas… nunca tinha trocado ideia com elas, então também não…
Enquanto olhava o namorado jogando futebol com os amigos, pegou uma garrafinha d'água e foi até onde o irmão estava.
Ela se levantou da mesa e foi até aquela área mais afastada, onde tinha um monte de árvores... encontrou o irmão mais novo sentado no tronco de uma árvore. Ela sentou do lado dele.
— O que cê tá fazendo, maninho?.. Tédio?
—Não.. tô de boa assim.
—Não quer ir jogar bola com eles?
—Nah…
Ambos falavam baixo à sombra das árvores, enquanto ao fundo se ouviam as vozes e as boladas dos garotos jogando.
Enquanto conversavam, Agustina, aos poucos, tomou a garrafa de água inteira. Depois de meia hora, talvez um pouco mais, a mina começou a sentir vontade de ir ao banheiro. Ela cruzava as pernas toda hora, se segurando. O irmão dela percebeu.
- Tá acontecendo alguma coisa?... Tá se mijando?
Agustina balançou a cabeça dizendo que sim. Olhou pra casa…
—Uf.. que longe que fica o banheiro pra mim. —Disse a garota.
-.. Faz aqui.!
- Como?
—Faz xixi aqui mesmo… até porque ninguém tá te vendo.
-Ai.. Cê tá louco?.. Sou uma mina!
-…¡E daí?!
—E aí, cê acha que a gente, mina, não mija em qualquer lugar, seu bobinho!
-Mmm..se ninguém te vê aqui!
-É bom, mas mesmo assim!
- Vai nessa, se quiser eu fico de olho pra ninguém chegar!
Agustina suspirou.
-Ayyy… enfim… mas é melhor tu ficar de olho bem, mano!!! Se vier alguém, me avisa!!!
—Sim, maninha, fica tranquila!
A mina se levantou, deu uns passos e se agachou bem do lado de uma árvore, enquanto o irmão dela ficava de olho pra onde os outros estavam, caso alguém se aproximasse.
Tudo estava tranquilo. Martín disse que ninguém vinha, e Agustina abaixou o short e a calcinha até as coxas, quando começou a mijar, olhando pro irmãozinho.
Dava pra ouvir o bar
Agustina reagiu, parou, se levantou, virou-se e olhou pro irmão, já de olhos fechados.
Florencia e a irmã dela, ainda com a tanga enfiada no rabo, já ambas totalmente assustadas e desesperadas, se colocaram cada uma do lado do garoto, tocando nos ombros e no rosto dele, sem que o moleque desse qualquer reação.
-Euuuu!!!!!!!!!!! cara!!
-Ayyyyy, o que que ela tem???!!!...
—Não sei!!!!
—A gente chama a mamãe? — perguntou Florcha.
—Tá louca!!! Nããão!!!!!
-Mas é coisa séria???!!!!
—Vai no banheiro e traz álcool e algodão!!!! —Disse Agustina pra irmã dela.
Florencia saiu correndo até o banheiro, abriu a porta do armário e pegou a garrafa de álcool e um pedaço de algodão. Voltou na mesma hora.
Ela colocou bastante álcool no algodão e enfiou no nariz do irmão dele pra ele cheirar.
—Vai lá.. acorda, acorda, acorda!!! —Agustina o incentivava.
Enquanto as duas tentavam reanimá-lo, o garoto voltou a se sentir consciente, recobrou os sentidos e percebeu que estava aspirando álcool, ouviu as vozes de suas doces irmãzinhas, mas não entendia o que diziam. De repente, finalmente abriu os olhos.
-Finalmenteeeeeeeeeee!!!!!!!!!!!!
- Uff… que susto você nos deu, maninho!!!!! Tá bem?
O garoto acordou, meio confuso… olhou pras duas e já sacou o que tinha rolado… Agustina começou a dar uns beijos no rosto dele.
-Desculpa… fiquei muito tonto… ai, minha cabeça tá doendo…
-Você devia ter avisado antes!!!-Disse Agus.
-¡¿QUÊ?! Se eu te falei várias vezes pra parar!!!!
-..Bom!.. Me desculpa, maninho.. tava excitadíssima!.. Tava adorando brincar com teu pau…
- Eu também estava adorando!.. Mas comecei a me sentir mal…
—E agora, como você tá?
—Acho que bem… embora minha cabeça esteja doendo muito… e ainda tá doendo aqui embaixo… — Martín olhou pra rola dele, já murchando.
—Tá doendo? —perguntou Agustina, acariciando a rola dele com a mão.
-Sim!.. Mas isso com certeza não vai ajudar… você vai deixar minha pica dura de novo!
Sim!! Você tem razão… me perdoa!
Agus tirou a mão do pau do irmão, deixando ele quietinho… ela mesma guardou a rola dele e amarrou o cordão da sunga. Depois, deu um beijo na testa do moleque.
-É melhor você descansar… consegue ficar de pé?
O garoto se levantou com cuidado… ainda estava meio tonto e com as pernas bambas.
—Vamos te levar pra cama, maninho… bora antes que a mamãe nos veja!
As duas garotas, de lingerie e ainda quentes, acompanharam o irmão dele até o quarto. Deitaram ele na cama, ligaram o ventilador e deixaram ele dormir.
-Descansa bem!!! Quer que a gente traga alguma coisa?
—Não.. tá bom assim.
Finalmente, as duas fecharam a porta sem fazer barulho e foram pro quarto delas…
Elas ficaram conversando sobre o que aconteceu um pouco, agora já mais calmas. A excitação foi embora na hora com o susto.
—Acho que a gente exagerou um pouco… —Disse Agustina.
—Você passou dos limites! Por pouco não matou ele... eu não fiz nada!!! — respondeu Florcha.
—Pra vaca!... também não exagera.!!
-É melhor a gente não pedir a porra do leite dela por uns dias..
-Hahaha, sim.
As gurias saíram com as amigas naquela tarde, já sem poder brincar de coisas sujas com o irmãozinho.
À noite, quando sentaram pra jantar, a mãe perguntou pras filhas por que o Martín tava dormindo tanto. Elas responderam que ele disse que tava muito cansado e que não queria comer nada…
O moleque dormiu a tarde e a noite inteira sem parar… acordou na manhã do dia seguinte. Já não tava sentindo mais dor nenhuma, tava se sentindo bem de novo como sempre.
Agustina também acordou de manhã. Tinha dormido de calcinha e sutiã, levantou e calçou um tênis de pano confortável, e vestiu uma camiseta. Não colocou nada por baixo.
Saiu assim do quarto e a primeira coisa que fez foi ir pra cozinha. Preparou umas torradas com geleia, um chá, e levou tudo numa bandeja pro quarto do irmão.
Ela fechou a porta atrás de si e foi até o lado da cama do irmão, já acordado, olhando pra ela. Colocou a bandeja no criado-mudo.
-Oi, irmãozinho gostoso! Tá melhor?
-Oi Agus!…É… acho que já tá tudo certo.
-Que bom! Trouxe uma coisa pra você comer!
-Valeu!!!! Tô com uma fome… mas nem precisava ter feito isso!
Dava pra ter algo mais excitante do que sua irmã mais velha te trazer o café na cama, acabada de acordar, só de camiseta e calcinha?
Obviamente o cara ficou olhando pra ela, vendo as pernas e a calcinha cinza cobrindo a buceta… o pau dele ficou duro, mas já não doía mais!! Beleza.
Agustina percebeu que o irmão dela tava olhando pra ela.
—Tá olhando o quê, cara? — perguntou a mina, sorrindo pra ele.
Martín esticou o braço e começou a acariciar as coxas dela.
-Que gostosa você fica assim…
-Obrigado!
-Irmãzinha… Me mostra a raba?
A garota mordeu o lábio, começando a ficar com tesão.
—Tem certeza?... Já tá dura?
-Sim!
—Mmm… sei não… e se você desmaia de novo? Acho melhor ficar quietinho por uns dias!
-Não... foi ontem mesmo, porque tava exausto.. agora já tô perfeito como sempre!!!
-..Bom… mas se acontecer alguma coisa, me avisa…
Agustina se virou, agora dando as costas pro irmão dela, que ainda tava deitado na cama.
O cara levantou só um pouquinho a camiseta dela, pra ver a bunda toda, bem redondinha e macia… só coberta um pouco por uma calcinha cinza, com as bordas rosadas. Que rabão gostoso… começou a acariciar, tocando o tecido também…
—E essa calcinha?... Nunca vi você usando ela. —Disse Martín.
- Comprei ela faz pouco! Tá gostando?
—Sim.. é mó gostosa!.. Mas o que eu mais gosto é o que você tem por baixo da calcinha… posso ver o que você tem aí?
-Ai que irmão porquinho!.. e o que você quer, me ver por baixo da calcinha?
-…Aquela coisinha que fica toda molhada quando você fica excitada… o que você acha que pode ser?
—Mmm… você quer ver a buceta da sua irmã… — Disse Agus.
Agustina, ali parada do lado da cama, se inclinou um pouco pra frente, pra mostrar ainda mais a raba pro irmão dela, quase enfiando na cara dele, e pra ele poder ver a buceta dela por trás.
Martín, já completamente excitado, e agora com a raba da irmã inclinada e mais perto dele, agarrou a calcinha dela na parte da buceta e puxou com os dedos. Com o polegar, segurava ela de lado, enquanto agora conseguia ver a buceta entre as pernas dela…
Ela tava bem fechadinha, com os lábios juntos, num tom rosadinho… era excitante pra caralho.
Agustina estava ficando muito excitada, se inclinando pra enfiar a raba na cara do irmão, sentindo a calcinha escorrendo, imaginando como ele devia estar olhando pra bucetinha dela.
O garoto, mantendo a calcinha de lado, aproximou dois dedos e começou a tocar ela, começou a acariciar a buceta dela, passando a ponta dos dedos pelos lábios, e pela rachinha no meio…
—…Você gosta? — perguntou Agustina.
-Siiim… muito… eu gosto muito!.. Você gosta que eu te toque?
-Sim…!
-…Eu queria meter meu dedo na sua buceta, Agus…
-Mmmm… meter dentro?
-Sim… posso, maninha?.. Você ia gostar que eu enfiasse?
- Sim, seu piraninho!.. Deixo sim… mas passa uma babinha na minha buceta se vai meter!
Martín levou os dedos à boca, juntou toda a saliva que conseguiu, passou nos dois dedos e logo levou eles de volta pra buceta da Agus, puxou a calcinha de novo e passou os dedinhos ao longo dos lábios, lambuzando toda a xoxotinha com cuspe.
-Mmmm!... Uhhh... isso, maninho... assim!- A Agustina adorou receber esses estímulos... Ela gemia baixinho.
Já com a buceta cheia de baba, o garoto passou o dedo do meio pela rachinha, e já tava procurando o lugar pra enfiar pra dentro.
-Me diz onde enfiar, irmãzinha!
-…Mais pra baixo… mais… aí! Aí.. enfia pra dentro!
Foi difícil por causa da inexperiência dela, mas assim que encontrou o buraco, enfiou o dedo cheio de baba, e mal entrou a unha e um pouco mais. Não quis forçar muito com medo de machucar a irmã.
—Tem certeza que é ali?...
-Sim, seu bobinho! Vai, enfia bem dentro!
Martín enfiou o dedo mais fundo… tava difícil, a buceta dela tava bem fechadinha… ele enfiou até a metade… devagarzinho, sentindo como tudo ali dentro tava quente!
— Não tá doendo, Agus?... Tá bem apertadinho!
—Não… tá bom! Tenta enfiar tudo… consegue?
O rapaz obedeceu, também não era pra ficar perguntando tanto numa situação dessas. Empurrou até enfiar o dedo inteiro dentro da buceta! A Agustina suspirou, já totalmente excitada.
Martín sentiu o quentinho e molhado que estava seu dedo… ele tinha enfiado o dedo na irmã dele! Na buceta!... começou a brincar.
Tirou o dedo inteiro, devagarinho, sentindo toda a buceta macia e delicada… depois, enfiou de novo, abrindo os lábios rosados da pussy no caminho… notando como cada vez entrava mais fácil. Era extremamente excitante meter o dedo na pussy da irmã mais velha, com a calcinha puxada pro lado… Tudo isso com a irmã em pé e inclinada pra ele…
A garota gemia baixinho, sentindo o dedo do irmãozinho mais novo entrando e saindo da sua bucetinha, ela estava adorando.
O adolescente fez isso mais umas duas vezes, enfiou o dedo até o fundo e tirou... depois acariciou a bunda e as coxas dela, e ajeitou a calcinha no lugar.
Agustina, com a cara vermelha e super excitada, se virou pra olhar pra ele.
—E aí… como é que tá minha buceta? — perguntou Agus com um sorriso.
-Tremenda!... Deus, irmãzinha.. adoro sua buceta… bom, adoro também sua raba… seus peitos.. suas pernas.. tudo!
-Hahaha! Que lindo você é comigo! Te quero pra caralho, cara.
-Eu também… e ainda tava bem quentinho ali!.. Tô com ela toda dura, Agus… a gente nunca vai transar?
-Não… isso tu sabe que não, mano…
-Joooooo!... Por quê?!.. Quero transar com você… além disso, você também ia gostar… não nega não!
Agustina sentou na cama, do lado do irmão dela, enquanto comiam e tomavam café da manhã.
Antes de pegar uma torrada, o garoto olhou pro próprio dedo, todo brilhoso e molhado da buceta da irmã. Olhou pra ela, e enfiou o dedo na boca, sentindo o gosto da pussy da Agus. Os dois riram, e começaram a comer. Enquanto isso, Agustina falava com ele:
—Claro que eu adoraria que você me comesse, irmãozinho… ia amar!... mas a gente não pode… fazer isso, seria incesto!... Se alguém descobrir a gente, podemos ter problemas muito sérios… o incesto é malvisto pela sociedade e pela lei… é crime… e é moralmente errado… cê me entende? A gente não pode chegar nesse ponto…
-…Sim… mas…
—Mas nada, mano… incesto é errado!.. a gente não pode transar… fazer isso é muito errado, e a gente não pode fazer!
Já… te entendo… espero que a gente possa continuar brincando do jeito que a gente vem fazendo…
—Bom, essas coisas a gente pode continuar fazendo sim!
—Tá afim de me fazer um boquete, Agus?.. Tô tesudo pra caralho!..
-Já.. e por que você ficou assim?
-..Por enfiar o dedo na sua buceta…! E porque eu tenho a irmã mais gostosa do mundo…
Agustina se jogou no irmão, abraçando ele, e deu uns beijinhos no rosto dele.
—Não vou te fazer um boquete, nem vou te masturbar… é melhor você não se esforçar muito ainda… fiquei muito assustada ontem!..
—Ok Agus... ah, muito obrigado pelo café da manhã! Tava uma delícia…
-De nada, bobinho.
Agustina se levantou e saiu do quarto. Para Martín, o fato de sua linda irmã deixar enfiar um dedo na buceta era sinal claro de que ele tinha a melhor irmã do mundo. Bom, as duas. Ainda mais sendo algo tão proibido, e no quarto dela… era tão safado… não podiam existir situações mais picantes do que aquelas.
A excitação foi se acalmando aos poucos. Se ela se tocasse, ia ter um orgasmo do caralho, e por via das dúvidas, não se tocou, com medo do corpo falhar igual ontem. Melhor dar uma descansada uns dias nesse sentido.
Depois de um tempo, o cara levantou da cama e foi tomar um banho.
Alguns dias se passaram… Martín, sempre que ficava a sós com as irmãs, tocava nelas e elas se deixavam um pouco… mas não queriam excitá-lo muito, só por precaução… o desmaio tinha assustado bastante as duas adolescentes. Quando o garoto dizia que queria que chupassem ele, ou que mostrassem a buceta, elas preferiam não fazer naquele momento, e esperar mais uns dias.
Isso só fez com que Martín ficasse ainda mais carregado e cheio de tesão… afinal, ele também não tinha gozado naqueles dois dias.
Um desses dias, o cara tava na sala, quando a Agustina passou por ali, deixando as sacolas do supermercado em cima da mesa. Ele chegou por trás, encostando a pica na bunda dela, e agarrou os peitos dela pela frente.
- Hoje tô com muita vontade, mana… quero que você me chupe..
—Mmmm já?.. Espera mais uns dias… assim a gente fica completamente segura de que você já se recuperou!
-Ufaa…
Martín se afastou dela, ajudando a arrumar as compras.
- Tenho novidades!.. domingo é o aniversário do meu namorado… e ele convidou todo mundo pra passar o dia no sítio dele.
—Ele me convidou também? — perguntou Martin.
- Sim! A mamãe e a Flor também.
—…Não sei por que ele me convidou… mal conheço ele… bom, a gente conversou uma vez só…
—E daí? Ela convidou a família toda! Você vai sim!
Tem certeza?.. Mas vou ficar entediado!.. No campo? E quem mais você convidou?
-Não sei.. pros amigos dela, suponho!
-Pô.. domingo?
-Sim!
:::::
Capítulo XVIII:Acidentes simplesmente acontecem. Dúvidas. Medos.
No domingo, Agustina acordou primeiro, se arrumou de manhã e foi no quarto do garoto acordar o irmão dela. Abriu a janela pra entrar a luz do sol e tocou no ombro dele.
-Vai, que daqui a pouco a gente tem que ir!!!
Martín acordou, sem muita vontade, mas fazer o quê. A irmã dele saiu do quarto, e a primeira coisa que ele percebeu foi que estava com o pau duríssimo. É o que dá ficar sem bater uma por tantos dias, por precaução. Ainda por cima, sabia que naquele dia, no sítio do namorado da irmã, não podia fazer nada…
Ufffffff… tenho que aguentar mais um dia assim.
Não tinha certeza se ia aguentar! Já tinham passado vários dias sem gozar, era demais pro jovem tarado.
Levantou e vestiu uma sunga, por sorte a ereção diminuiu um pouco e, por enquanto, não dava pra notar. Uma camiseta de manga curta, tênis, e foi pra cozinha. A mãe estava terminando de se arrumar no banheiro, e a Agustina já estava pronta na cozinha. A adolescente estava com o cabelo preso num coque, com uma camiseta azul, com letras em inglês laranja, e um shortinho esportivo vermelho, que marcava um pouco a bunda.
—E a Flor? —perguntou Martín.
— Não vai vir! — respondeu Agus.
—Por quê?!
—…Porque ela não pode.
—Como assim não pode?.. Se ela não for, eu também não vou!
-Psiu!... A Florcha não pode ir porque tá indisposta!
—…Ahhh… bom… não sabia!
Os dois riram… depois, os três entraram no carro, e a mãe dirigiu. O sítio do namorado não era tão longe, ficava a uma hora e meia. Chegaram perto do meio-dia.
O clima tava excelente, céu azul com umas nuvens brancas espalhadas, brisa e sem calorão, era perfeito. Quando chegaram, desceram do carro, e o namorado da Agus recebeu eles. Na hora que ele beijou a irmã na boca, o Martín desviou o olhar. Depois, o namorado apertou a mão do garoto, tentando parecer legal.
E aí.. beleza, campeão?
Martín só esboçou um sorrisinho amarelo… mostrou a casa pra eles, e depois sentaram numa mesa comprida com os outros convidados, ao ar livre, debaixo da sombra das árvores enormes.
Doeu mais no rapaz quando o namorado apresentou a Agustina pros amigos dele, e todo mundo começou a assobiar e elogiar a irmã dele, e claro, o sortudo aniversariante, soltando uns comentários meio safados...
Sabia de antemão que não ia me divertir tanto vindo pro aniversário do namorado da irmã dela, que não era uma boa ideia… começou a pensar em outras coisas, enquanto já esperavam pra comer o churrasco.
Por sorte, a comida chegou logo, e por um tempo todo mundo parou de falar tanto, enquanto comiam. Não era tanta gente, mas era uma galera.
Depois de comer o churrasco, trouxeram um pedaço de bolo pra mesa, o moleque falou que já tava cheio e levantou. Foi até a casa, entrou e perguntou pelo banheiro. Esvaziou a bexiga e saiu de lá.
Foi dar um passeio sozinho pelo campo. Tentando matar o tempo de qualquer jeito, foi bem longe, caminhou bastante pelo lugar… lugar bonito, ele pensou. Tudo era silêncio, e só se ouvia o som da brisa nas árvores e o canto dos passarinhos… com as risadas dos convidados ao longe.
Depois foi voltando, mas não voltou pra mesa. Tava a uns metros de onde os outros estavam, não muito longe. Sentou num tronco de árvore cortada, debaixo da sombra das outras árvores, que formavam uma fileira uma do lado da outra. Queria ficar mais um tempinho sozinho e em silêncio.
A tarde foi passando, e a Agustina tava curtindo com o namorado, quando os amigos dele começaram a jogar uma pelada. Chamaram ele pra jogar, o namorado topou, e foi jogar futebol com os amigos… Agustina ficou sozinha, meio entediada, mexendo no celular.
Ela olhou pra mãe dela, do outro lado da mesa, que tava conversando com a mãe do namorado dela. Parecia que elas tinham coisa em comum, porque tavam batendo papo super de boa.
Depois, ela olhou pro outro lado, onde estavam as outras minas convidadas.. amigas do namorado dela, colegas, primas… nunca tinha trocado ideia com elas, então também não…
Enquanto olhava o namorado jogando futebol com os amigos, pegou uma garrafinha d'água e foi até onde o irmão estava.
Ela se levantou da mesa e foi até aquela área mais afastada, onde tinha um monte de árvores... encontrou o irmão mais novo sentado no tronco de uma árvore. Ela sentou do lado dele.
— O que cê tá fazendo, maninho?.. Tédio?
—Não.. tô de boa assim.
—Não quer ir jogar bola com eles?
—Nah…
Ambos falavam baixo à sombra das árvores, enquanto ao fundo se ouviam as vozes e as boladas dos garotos jogando.
Enquanto conversavam, Agustina, aos poucos, tomou a garrafa de água inteira. Depois de meia hora, talvez um pouco mais, a mina começou a sentir vontade de ir ao banheiro. Ela cruzava as pernas toda hora, se segurando. O irmão dela percebeu.
- Tá acontecendo alguma coisa?... Tá se mijando?
Agustina balançou a cabeça dizendo que sim. Olhou pra casa…
—Uf.. que longe que fica o banheiro pra mim. —Disse a garota.
-.. Faz aqui.!
- Como?
—Faz xixi aqui mesmo… até porque ninguém tá te vendo.
-Ai.. Cê tá louco?.. Sou uma mina!
-…¡E daí?!
—E aí, cê acha que a gente, mina, não mija em qualquer lugar, seu bobinho!
-Mmm..se ninguém te vê aqui!
-É bom, mas mesmo assim!
- Vai nessa, se quiser eu fico de olho pra ninguém chegar!
Agustina suspirou.
-Ayyy… enfim… mas é melhor tu ficar de olho bem, mano!!! Se vier alguém, me avisa!!!
—Sim, maninha, fica tranquila!
A mina se levantou, deu uns passos e se agachou bem do lado de uma árvore, enquanto o irmão dela ficava de olho pra onde os outros estavam, caso alguém se aproximasse.
Tudo estava tranquilo. Martín disse que ninguém vinha, e Agustina abaixou o short e a calcinha até as coxas, quando começou a mijar, olhando pro irmãozinho.
Dava pra ouvir o bar
0 comentários - O melhor conto que já li na vida XIV