E aí, galera, vou contar pra vocês sobre a transa que eu tive com minha cunhada, que é um tesão de mulher. Essa daí é gostosa pra caralho, uma verdadeira milf daquelas que faz qualquer homem virar a cabeça. Ela tem uma bunda enorme e bem durinha, além de uns peitos redondos e bem generosos.A história é a seguinte: tenho uma irmã e um irmão. Minha irmã e eu moramos relativamente perto, mas fazia muito tempo que não víamos meu irmão, já que ele foi morar em outro estado. Minha irmã teve a ideia de nos convidar para passar um fim de semana na casa dela para que pudéssemos conviver junto com nossas famílias.
Minha irmã morava com o marido Alberto, eles têm um filho de 18 anos chamado Juan. O marido dela ia muito bem nos negócios, então permitia que tivessem uma casa grande e muito bonita.
Por outro lado, meu irmão Mauricio, fazia uns 5 anos que não víamos ele. Na real, nunca fomos muito chegados, então não nos frequentávamos. A única coisa que sabíamos dele era que tinha casado com uma mulher chamada Mônica, de 38 anos, 5 anos mais velha que ele, e que tinha um filho de uns 4 anos de idade. Tinha ouvido uns rumores pela família de que a esposa dele era uma mulher muito gostosa, embora algumas tias (invejosas, eu achava na época) comentavam que ela era uma puta por causa do jeito que se vestia, e que talvez o filho que eles tinham nem era do meu irmão.
O fato é que eu estava com muita vontade de conhecer ela, imaginava como ela seria e me deixava excitado só de pensar que ela poderia ser tão gostosa quanto todo mundo falava.
Antes de continuar, me apresento: meu nome é Fabian, tenho 40 anos, sou casado com a Patricia, de 38, uma mulher que não tem nenhum atrativo. Talvez na juventude ela tivesse um corpo aceitável, mas nunca foi bonita e, com o passar dos anos, deixou engordar e se descuidou muito. Temos um filho de 12 anos, que acho muito, muito parecido comigo em todos os aspectos. Sou o mais velho dos meus irmãos, depois vem minha irmã Alicia, de 37, e por último meu irmão, que tem 33.
Devo admitir que sou um homem muito tarado, sempre flerto com qualquer mulher que cruza meu caminho, já que meu trabalho me permite lidar com muitas. Sou encanador e também mexo um pouco com eletricidade. Já tive uma ou outra aventura com algumas clientes: mães solteiras, algumas viúvas, casadas... enfim, como se diz, sou um mulherengo, hehe.
Embora também reconheça que não sou nada bonito: tenho 1,70m, sou robusto, quase gordo, e um pouco careca. Mas, de alguma forma, sou um homem seguro de si, e isso me ajudou muito.
Foi numa sexta-feira que nos reunimos, minha família e eu chegamos cedo, por volta do meio-dia. Meu irmão, por sua vez, tinha confirmado que chegaria às seis da tarde. Começamos a interagir, tomando algumas cervejas, e depois de um tempo ouvimos a campainha. Minha irmã foi até a porta, que ficava um pouco afastada da sala onde estávamos, então não conseguíamos vê-los. Ouvimos a porta abrindo, ela os cumprimentou bem animada e eles começaram a vir na nossa direção. Antes mesmo de entrarem na sala, já dava pra ouvir os saltos da Mónica.
Ao entrar na sala, pfff, percebi que não erraram nem um pouco, era uma mulher muito atraente, com cerca de 1,65m de altura, cabelo liso e curto até os ombros. Ela estava vestindo uma calça legging com listras pretas e brancas, combinando com um tênis vermelho. Na parte de cima, usava uma blusa de alcinhas marrom com um decote enorme, um colar grosso de ouro e brincos também dourados. Uma mulher muito, muito sexy, desde o jeito de andar até a forma de falar. Mas nada melhor que uma foto para descrever uma gostosa dessas.

Por sorte, consegui roubar algumas fotos do celular dela, onde encontrei fotos de como ela estava vestida. Vou colocá-las durante o relato e no final vou postar todas que tenho dessa deusa.
Todo mundo ficou impressionado com aquela mulherzona, reparei no meu cunhado, no meu sobrinho e no meu filho como estavam olhando pra ela, estavam despindo ela com os olhos, se dependesse deles poderiam meter nela na hora (e quem não meteria?). Enquanto isso, minha esposa e minha irmã estavam olhando com um pouco de inveja.
Enfim, nos aproximamos para cumprimentá-la, obviamente eu não perdi a oportunidade de dar uma flertada nela.
cunhada, me disseram que você era muito gostosa, mas eles foram modestos.
Eu dizia isso enquanto passava o olhar por todo o corpo dela, de cima a baixo. Ela, um pouco desconfortável com meu comentário, apenas respondeu com um simples — "Obrigada" — e um leve sorriso. Era óbvio que meu elogio não significava muito vindo de alguém como eu. Mesmo assim, não desperdicei a chance de me aproximar e dar um beijo em sua bochecha, seguido de um abraço apertado. Ela cheirava deliciosamente — dava pra sentir o perfume refinado que usava. Senti seus seios redondos e grandes esfregando no meu peito, enquanto meus braços envolviam sua cintura fina. Naquele momento, tive uma vontade enorme de apertar sua bunda. Com ela tão colada em mim, meu pau encostou na sua virilha, o que começou a me dar uma ereção enorme — e ela certamente percebeu, porque começou a me empurrar de leve para nos afastar.
O que realmente chamou a atenção foi meu cunhado. Ela estendeu a mão enquanto dizia seu nome — "Oi, sou a Mônica" — com um sorriso provocante. Alberto a cumprimentou apenas com um beijo na bochecha. Vale destacar que o cara não era um galãzão, mas era bonito, alto e adorava futebol, o que de certa forma lhe dava um corpo atlético. Por outro lado, meu sobrinho, filho do Alberto, era um adolescente muito parecido com o pai, já que compartilhavam a mesma paixão. Ao cumprimentar meu sobrinho, ela quase ficou de olhos esbugalhados vendo aquele decote enorme. Ele também não era bobo e a cumprimentou com um beijo e um abraço que pareceu durar uma eternidade, a ponto de minha irmã ter que dar um puxãozinho para ele soltá-la.
Depois de nos apresentarmos, minha irmã levou eles ao quarto de hóspedes que iam ocupar. Logo as mulheres foram para a cozinha preparar uns lanches, enquanto nós ficamos na sala tomando alguma coisa. Eu me convidava com qualquer pretexto para ir à cozinha e poder admirar minha cunhada, sério, ela era uma gostosa da porra, vê-la de costas fazia meu pau ficar duro, imaginava poder penetrar aquele rabão.
Mais tarde todos nos sentamos à mesa para jantar, conversamos e rimos das experiências que tivemos no passado. Eu já estava meio tonto pelo álcool que tinha consumido e, a cada minuto que passava, via Mónica cada vez mais atraente e apetitosa. Então me ocorreu colocar uma música para dançar com ela. Pedi à minha irmã que colocasse algo e imediatamente me dirigi à minha linda cunhada para convidá-la a dançar. Ela hesitou um pouco, mas acabou aceitando. Peguei sua mão e a levei para perto da sala onde tínhamos algum espaço. Realmente, o aroma que ela exalava era delicioso, de uma mulher de verdade. Segurei-a pela cintura, me aproximei de seu corpo e até roçava levemente sua bunda enorme em algumas voltas que dava. Ela não dizia nada, mas talvez percebesse minhas intenções. Terminamos de dançar algumas músicas e voltamos a nos sentar à mesa. Eu já estava explodindo, aquela dança, aquelas mãozinhas, me deixaram muito, muito excitado.
Acabamos tomando mais uns drinks na sala e depois nos despedimos para ir descansar. Minha irmã tinha nos dado um quarto ao lado do meu irmão e da Mônica, enquanto meu filho ficaria com o filho da Mônica em outro quarto que tinham na parte de baixo. Eu fui na frente para o quarto, precisava aliviar o tesão que a Mônica tinha me provocado. Então, ao chegar, tirei a roupa — meu pau estava como nunca, tremendamente duro por aquela mulher que eu tinha acabado de conhecer. Comecei a me masturbar pensando nela, imaginando que ela agarrava meu pau e estava me batendo uma punheta.
- Precisa de ajuda?
Ouvi a voz da minha mulher entrando no quarto, me surpreendeu já que não tinha ouvido ela chegar.
- Haha, acho que sim.
Então ele entrou, viu meu pau com um pouco de espanto de tão duro que estava e começou a me masturbar com a mão.
- Você está muito gostoso hoje, Fabián. Por que será?
- Não sei, talvez foram os drinks que tomei. Minha esposa me olhou com um sorriso zombeteiro.
- Não será que sua cunhada te deixa muito excitado? Admito que ela é uma mulher muito atraente, e ainda mais com aquela roupa tão provocante que ela estava usando hoje. Sua família tinha razão, ela parece uma puta.
- É mesmo, hehe.
Foi a única coisa que me animou a responder, depois disso fodi minha esposa por um bom tempo imaginando que estava transando com a Mônica. Minha esposa ficou realmente surpresa com o quão bem eu estava fazendo, fazia muito tempo que não fazíamos sexo daquele jeito, certamente os gemidos dela chegaram aos ouvidos da Mônica, já que o quarto dela era ao lado do nosso. Eu imaginei que ouviria o mesmo do outro quarto, não era pra menos tendo uma mulher daquelas deitada ao seu lado, mas não foi assim, que desperdício, eu pensei. A verdade é que não me surpreendeu muito, meu irmão, ao contrário de mim, era um homem tranquilo e muito respeitoso, até certo ponto ingênuo, certamente tinha se abstido de fazer amor com a mulher por medo de serem ouvidos.
Na manhã seguinte, todos nos levantamos e nos reunimos para o café da manhã. Como vocês podem imaginar, a Mónica estava espetacular. Ela tinha colocado uma legging de lycra preta e uma blusa de alcinhas também preta. As peitudas dela saltavam naquele decote enorme que ela estava usando. Eu não parava de olhar para ela. Me aproximei e a cumprimentei com um beijo na bochecha, mas dessa vez um pouco mais perto da boca dela. Não ia desperdiçar nenhuma oportunidade que aparecesse. Queria que ela percebesse que ela me deixava louco e que eu morria de vontade de comer ela. Aqui uma foto de como ela estava.

Quis esquentar ela um pouco com uns comentários pra ver como ela reagia.
- Ei Mônica, espero que a gente não tenha te feito virar a noite com o barulho que fizemos ontem hehe.
- Não se preocupe, eu entendo.
- Que bom, como você deve imaginar, estou na minha melhor fase e, bem, algumas bebidas me deixam com um tesãozinho, hehe
Ela não disse mais nada, só me deu um sorriso e foi para a cozinha ajudar com o café da manhã. Eu realmente era muito sem vergonha e atrevido, e tinha confirmado o que queria: saber que ela ouviu os gemidos da minha esposa, e que levasse em conta o que a esperaria com um homem como eu.
No café da manhã, todos conversamos sobre os planos do dia. Eu tinha que sair para consertar uma pia, minha irmã também precisava ir ao escritório resolver algumas pendências, meu sobrinho Juan tinha uma partida muito importante e convidou meu irmão, já que eles se davam super bem. Pensei que a Mónica iria com eles, mas ela acha futebol um tédio, então decidiu visitar algum shopping e pediu pro meu cunhado Alberto levá-la. Minha irmã ficou meio séria, acho que não achou muita graça naquela gostosa saindo com o marido dela. Por outro lado, minha esposa se ofereceu pra ficar cuidando das crianças. Mais tarde, todos nos reuniríamos pra jantar um banquete que minha irmã encomendou de uma conhecida.
Então meu sobrinho foi pro jogo com meu irmão, minha irmã saiu pro escritório e enquanto eu me aprontava com minhas ferramentas pro trabalho, a Mônica tava no quarto dela se arrumando pra sair. Depois de alguns minutos, saí pra sala pra me despedir, e aí vejo ela saindo do quarto. Tinha colocado uma minissaia branca com listras pretas horizontais bem acima dos joelhos, uma blusa preta de manga que chegava até o umbigo e umas sapatilhas pretas muito sexy. Tava uma gostosa da porra, pensei na hora que se eu fosse meu cunhado, com certeza acabaria num motel com ela aquela tarde. Mas conhecendo meu cunhado, sabia que ele não seria capaz de uma coisa dessas. Aqui a foto.

Ela foi até o Alberto.
- Vamos lá!, já estou pronta.
Obviamente meu cunhado ficou sem palavras ao ver uma mulher tão gostosa, com esforço e um pouco gaguejando ele respondeu.
- Ei, esse... ah sim, claro... vamos.
Ela pegou no braço dele e se despediu da gente com um sorriso provocante. Eu não podia deixar ela ir sem antes dar uma cantada.
- Nossa, que cunhada gostosa, hein! Mas você é toda uma gatinha, essa minissaia fica ótima em você.
- Haha, muito obrigada, Fabian.
Dessa vez ela curtiu mesmo o meu elogio, isso me deu um gás a mais na tentativa de seduzir a gata.
- Beleza, a gente se vê mais tarde, tchau.
Ela agarrou o braço do meu cunhado e se dirigiram para a porta de saída. Fiquei babando, vendo ela ir embora, vendo aquela bunda enorme balançando na minissaia, era uma maravilha ver aquelas pernas se movendo sobre aqueles saltos que faziam aquele som tão excitante que só os sapatos de uma gostosa podem fazer, depois de um tempo contemplando aquela beleza percebi que minha esposa estava me observando.
- Poxa, Fabián, você vai ficar de olho em tudo, hein!!!
Minha esposa não era ciumenta, me conhecia muito bem e sabia que eu não conseguia resistir a uma mulher gostosa, ainda mais quando ela tinha uma bunda enorme ou uns peitões, e nesse caso era as duas coisas.
- Não, é que a cunhada é muito gostosa, né haha... bom, a gente se vê mais tarde.
Fui consertar o que tinham me pedido, ao voltar pra casa não conseguia parar de pensar naquela mulher, tinha que arranjar um jeito de comer ela antes que ela fosse embora, mas não via como, já que ela nem sequer tinha simpatia por mim.
Cheguei por volta das 2 da tarde na casa da minha irmã, e a Mónica e meu cunhado já estavam lá. Era óbvio que nada tinha acontecido entre eles, já que eles não demoraram nada naquele passeio que fizeram. Mais tarde, chegaram todos os outros. A gente tava esperando o banquete que minha irmã tinha pedido. Mas o telefone tocou, minha irmã atendeu e deu pra ver que ela ficou meio preocupada.
- Sim, claro, já saímos pra lá.
Avisaram que meu pai tinha piorado e precisávamos ir vê-lo no hospital. Nos preparamos para sair, minha irmã queria dar instruções ao filho dela sobre como receber o banquete, mas ele tinha ido tomar banho, então a Mónica se ofereceu para ficar e ajudar com isso. Minha irmã hesitou um pouco, mas não teve escolha, então deu algum dinheiro para ela receber o banquete. Todos os outros saímos rapidamente; o hospital ficava a uns 30 minutos de distância. Ao chegarmos, descobrimos que precisavam de alguns documentos do meu pai, que estavam na casa da minha irmã. Para isso, minha esposa se ofereceu para buscá-los e voltou para casa. Felizmente, meu pai estava estável, já só estava em observação, e esperávamos minha esposa para poder liberá-lo e levá-lo para casa. Depois de uma hora e alguns minutos, minha esposa chegou, mas notei que ela estava um pouco estranha, parecia que tinha visto algo que a deixou muito surpresa.
Tá tudo bem?
Mmm… é, isso. Depois eu te conto.
Tá bom então.
Todos saímos do hospital e levamos meu pai para a casa dele, que ficava um pouco afastada da casa da minha irmã. Eu fiquei muito pensativo com a atitude da minha esposa, então a chamei no quintal para poder conversar com ela.
- O que aconteceu que você viu?
- Você não vai acreditar.
- O que é, fala.
- Confirmei o que seus familiares dizem sobre sua cunhada, ela é uma gostosa completa.
- Por que você diz isso?
- Quando cheguei em casa, entrei sem fazer muito barulho e notei que não tinha ninguém na sala nem na cozinha, achei estranho, então comecei a subir para os quartos e ao passar pelo quarto do Juan ouvi o ranger da cama acompanhado por uns gemidos, pensei que ele tinha aproveitado para ficar um momento com a namorada, então fui procurar a Mônica mas não a encontrei, não ia ficar na dúvida, me atrevi a abrir devagar a porta dele e lá estavam eles completamente pelados, a Mônica debaixo dele com as pernas totalmente abertas e o Juan a penetrando com muita força, era impressionante o jeito que ele fazia, com muito entusiasmo e excitação, até parecia que a Mônica era a primeira mulher com quem ele transava.
- !!Sério?!!!, e o que você fez?
- Nada, deixei eles curtirem, fechei a porta com cuidado e saí de fininho.
Fiquei muito surpreso com o que ela tinha me contado, e ao mesmo tempo super excitado, não conseguia acreditar que aquele babaca tinha conseguido seduzir ela e comer ela naquela oportunidade que teve de ficar a sós com ela. Mas isso me dava uma chance, com isso eu poderia chantagear ela pra aceitar transar comigo.
Voltamos para casa. Ao chegar, percebemos um silêncio total, minha irmã chamou pelo filho dela.
- Juaaaan!!! já voltamos. Lá de cima, do seu quarto, ele respondeu
- Já vou, mãe.
Meu sobrinho tarado desceu um pouco agitado de pijama, com certeza ainda estavam metendo na tia dele naquele momento.
- E a sua tia?
- Ela tá lá em cima, a gente tava vendo um filme. Minha irmã não deu muita bola.
- Vocês receberam o banquete?
- Sim, ela tá na cozinha.
- Bom, então vamos comer.
Naquele momento, Mónica desceu as escadas, a safadinha veio só com um camisolão que mal cobria a bunda dela.
Todos ficaram um pouco surpresos, com certeza imaginaram o que um adolescente com os hormônios à flor da pele e uma mulher madura e voluptuosa, vestida daquele jeito, fariam sozinhos num quarto – e com certeza não seria assistir a um filme.
No jantar, conversamos sobre a festa que faríamos para o meu filho, já que no domingo seria a formatura dele no ensino fundamental. Minha irmã e a família dela não poderiam ir, então só chamei meu irmão para nos acompanhar.
No dia seguinte, nos arrumamos de manhã para ir à tal cerimônia. Acabou que meu irmão não poderia nos acompanhar, pois estava com uma dor de estômago terrível, talvez algo da janta não tenha caído bem, mas fiquei feliz em saber que minha linda cunhada iria. Já imaginava a cara dos pais ao ver aquela mulherona chegando, seria a inveja de todas as mães que estariam lá, porque eu sabia que a Mónica se arrumaria como uma verdadeira putinha, já que era um evento onde ela poderia exibir seu corpo escultural; e não me enganei, ela saiu do quarto com um visual sexy demais, vestindo uma blusa marrom com os braços e ombros à mostra, que fazia os peitos balançarem como se quisessem sair, uma calça justíssima que combinava com a blusa, uns salto agulha, uma maquiagem sensual, e ainda tinha colocado extensões no cabelo, deixando a cabeleira mais longa, ela estava radiante e muito gostosa. Aqui está a foto para que vocês mesmos possam contemplar a beleza que estou descrevendo.

Ouvi dizer que minha esposa fez alguns comentários sobre você
- Monica, você está bem à vontade, não acha?
- Haha um pouco, é que tá muito calor. E olha que tava calor mesmo
- Vai provocar uma briga ou outra entre alguns casais, hein!
- Tomara que não haja jiji
Fomos na caminhonete do meu irmão, quando chegamos foi exatamente como imaginei, todos os olhares, especialmente dos homens, se cravaram na mulher escultural que havia chegado, pude notar uma ou outra cotovelada de algumas mulheres que davam em seus maridos, e algumas outras senhoras cochichando entre si enquanto a olhavam com desconfiança.
Ao entrar na escola, minha esposa nos disse que nos veria mais tarde, ela era do comitê de pais e tinha que ficar de olho em todo o evento, isso me deixou muito feliz já que eu ficaria sozinho com minha cunhada, meu filho também foi com seus colegas e professora se preparar.
Já tinha muita gente no lugar, como eu disse, muitos homens também, que não paravam de olhar para a Mônica, alguns de esguelha, outros bem descaradamente. Enfim, oferecendo meu braço, disse para irmos procurar um lugar. Ela pegou meu braço e com a outra mão segurou o filho, e avançamos pela multidão. Dava muita risada a cara de inveja que os pobres tarados faziam ao me ver passando de braço dado com essa gostosa. Certamente quem não me conhecia pensava que aquela mulher que me acompanhava era minha esposa, e isso me enchia de prazer. Depois de um tempo procurando, não conseguimos encontrar um lugar, então ficamos parados onde dava para aproveitar o evento. Mônica ficou ao meu lado, mas como muita gente passava ao redor, notei que chegavam a empurrá-la, então, segurando-a pelo ombro, convidei-a a ficar na minha frente para evitar isso.
- Vem pro meu lado, Moni, pra não te empurrarem.
Ela não disse nada, só concordou em se mexer, ficou na minha frente, muito perto. Ao olhar para baixo, notei que meu pau começou a levantar por causa daquela bunda que me deixou louco, a poucos centímetros de distância, e com aquela calça legging parecia enorme demais. Meu pênis ficou completamente ereto, senti um leve empurrão nas minhas costas, o que fez meu pau duro encostar na bunda da Mônica. Que sensação gostosa sentir meu pau esfregando naquela raba. De repente, as pessoas começaram a se amontoar mais, então decidi me colar completamente nela, meu pau ereto ficou no meio daquelas duas nádegas, pfff, eu não tava acreditando. Fiquei nessa posição esperando a Mônica dizer alguma coisa, mas ela não falou nada. Talvez ela tenha pensado que não foi totalmente minha culpa, já que via a quantidade de gente e entendia que podia ser algo sem má intenção.
Depois de alguns minutos, a cerimônia começou. Para isso, uma pessoa que estava na nossa frente desocupou o assento e se retirou. Mônica disse para o filho se sentar, o que fez com que ficássemos com um pouco mais de espaço e separasse suas lindas nádegas da minha tremenda ereção. Era evidente o volume que eu já tinha entre as pernas, até eu já sentia líquido pré-seminal na minha calça que talvez estivesse visível. Como podem imaginar, muita gente olhava para a Mônica e especialmente para seu bundão. Ela perceberia, então, sem mais nem menos, me arrisquei tudo por tudo. Quando o filho dela se sentou, imediatamente me aproximei dela novamente, coloquei meus braços em volta da sua cintura, posicionei minhas mãos em seu abdômen liso e a puxei um pouco para mim, esfregando novamente meu pau em suas nádegas enormes, mas agora com mais intensidade. Pensei que ela ficaria irritada, porque dessa vez o esfrega-esfrega não era por causa da multidão; dessa vez era eu quem propositalmente a abraçava por trás, esfregando toda a minha vara em seus glúteos. Ela apenas ficou imóvel, deixando meu corpo desfrutar do contato com o dela, e até colocou as mãos sobre as minhas, aprovando aquela posição. Sentia meu pênis ficando cada vez mais duro. Quis me arriscar mais e comecei a mover um pouco meu quadril, fazendo com que meu pau prestes a explodir percorresse seus glúteos e todo o reto da Mônica. Eu estava sem acreditar; definitivamente minha cunhada também estava gostando, já que não fazia nada para me impedir. Percebi que ela já havia enterrado ainda mais seu biquíni por causa das esfregadas que eu dava com meu pau. Quando meu pênis ficou bem no meio de seu reto, comecei a me mover como se a estivesse penetrando por trás, devagar para não ser tão óbvio. Eu, naquela altura, já estava bem molhado. Ficamos assim durante grande parte da cerimônia, brincando com a bunda da Mônica. Ao final, nos retiramos para a porta de saída. Eu já me sentia dono dela, então dessa vez a peguei por a mão, ela aceitou sem dizer nada e caminhei assim ao lado dela e do filho dela, mais de um tinha percebido o que aconteceu, os esbarrões tão descarados que eu tinha dado nela e depois sair de mãos dadas com uma mulherão daqueles, vários apostariam que era minha mulher ou pelo menos uma que eu estava comendo.
Chegamos na saída e soltei ela para esperar minha esposa, ela demorou um pouco só pra vir deixar meu filho e nos dizer que teria que ficar pra continuar com a organização do evento e que mais tarde nos alcançaria.
Então decidi levar as crianças e minha linda cunhada para comer. Fomos a um dos restaurantes mais famosos da cidade, ao chegar desci primeiro da caminhonete e como um verdadeiro cavalheiro abri a porta para minha cunhada, que naquele momento eu já sentia como minha mulher, me sentia o homem mais sortudo do mundo, chegar naquele restaurante numa caminhonete luxuosa acompanhado daquela gostosa.
- Espero que você goste desse lugar, Mônica.
- Sim, obrigada.
Antes que a Mónica pegasse a mão do filho dela, eu me adiantei e disse pro meu.
- Sérgio, segura seu primo.
Ele não gostou muito da ideia, mas não teve outra opção a não ser obedecer. Enquanto isso, eu peguei a Mônica pela mão e assim entramos no restaurante.
Algo tinha mudado nela, sua atitude comigo já era diferente, de uma postura indiferente tinha passado para uma certa atração ou pelo menos era o que eu queria acreditar. Talvez foi ter sentido meu pau duro entre suas nádegas e isso a deixou com tesão. Não é pra me gabar, mas realmente tenho ele bem grande, já que algumas das minhas amantes já me falaram isso.
Já no restaurante, eu me sentei ao lado dela. Durante toda a refeição não parei de elogiá-la por quão linda ela estava e até tive a ousadia de colocar uma das minhas mãos na perna dela enquanto dizia algo. Ela não se incomodou e me permitiu fazer isso, senti que tudo estava indo perfeitamente, muito em breve eu estaria comendo aquela puta gostosa.
Terminamos de comer e voltamos para a casa da minha irmã, onde a família toda já estava reunida, menos minha esposa que ainda estava na escola. Aí me veio uma ideia maravilhosa: sabendo que minha casa estava vazia, eu tinha que aproveitar a oportunidade.
- Tenho uma garrafa em casa que sei que vocês vão adorar. Mônica, me acompanha pra pegar ela, por favor. Ela, sem muita resistência, conseguiu dizer.
- Beleza.
Notei meu irmão me olhando meio estranho por pedir que a mulher dele me acompanhasse, mas ele não disse nada. Fomos para minha casa só eu e a Mônica, de novo na caminhonete do meu irmão, mas dessa vez completamente sozinhos. Ao chegar, como já estava virando costume, ajudei a Mônica a descer da caminhonete, fechei a porta, ela estava olhando minha casa, mas puta merda, ver um rabo daquele jeito é coisa de outro mundo, não aguentei a vontade e a abracei por trás de novo, sussurrando no ouvido dela:
- Aqui é sua casa, Moni, quando quiser é bem-vinda.
- Ah, muito obrigada, você é muito gentil.
Enquanto meus braços envolviam sua cintura, levantei um pouco mais para roçar seus seios, que delícia era ficar assim com ela, enquanto sentia esses peitões lindos com meus braços, meu pau estava completamente colado na bunda dela. Assim, sem soltá-la, começamos a andar até a porta da minha casa, meu pau já duro batia forte naquele balanço de bunda ao caminhar, abri a porta e entramos. Já dentro, pedi que ela me esperasse na sala enquanto eu ia buscar a garrafa. No caminho fiquei pensando em como seduzi-la e me veio uma ideia, voltei até ela com a garrafa na mão.
- Ei, tem alguma coisa me machucando nas costas, será que você pode dar uma olhada no que eu tenho? Ela ficou um pouco pensativa, mas acabou aceitando.
- Tá bom.
Então, desabotoei minha camisa e depois tirei ela completamente, dei as costas para ela e apontei para a parte de cima, embora na verdade nada estivesse errado, era só parte do meu plano. Meu pau já estava naquele ponto querendo rasgar a frente da minha calça. Então, enquanto ela examinava minhas costas, desabotoei a calça.
- Mônica, tem outra parte que eu quero que você revise.
- Se o quê?
Me virei de costas e deixei a calça cair junto com a cueca, meu pau saiu feito uma espada pronta pra atacar, apontando direto pra ela, duríssimo, com as veias todas marcadas pela ereção e meu pau dava uns pequenos tremidos das palpitações que dava, sério, até eu fiquei surpreso, acho que nunca tinha visto ele tão empinado assim.
Ela ficou completamente surpresa, baixou o olhar e ficou encarando meu pau sem fazer nem dizer nada. Como vi que ela não tomava a iniciativa, decidi fazer eu mesmo, então peguei ela pelos ombros e a abaixei, ajoelhando-a na minha frente. Ela tentou se levantar, mas no final se deixou guiar até que seu rosto ficou de frente para meu grande pedaço de carne pronto para ser devorado.
- Vamos, minha rainha, sei o quanto você está com vontade.
Aproximei meu pau até bater nos seus lábios lindos, sabia que ela já estava bem excitada, então sem resistir muito ela os abriu um pouco e começou a chupar minha glande, saboreando como se fosse um picolé, depois passou a língua para dar pequenas lambidas na cabeça, com a mesma língua foi percorrendo e lambendo todo o meu pau longo até chegar nas minhas bolas, então com a mão direita agarrou meu tronco, levantou um pouco e começou a chupar minhas bolas, enquanto com a outra mão acariciava meu abdômen, nossa, que delícia era aquilo, eu só levantava a cabeça tentando segurar minha ejaculação que já queria sair de tanto prazer. Depois peguei sua cabeça, afastei das minhas bolas e a guiei de volta ao meu pau, queria que ela engolisse tudo, ela mesma foi enfiando devagar, primeiro meteu a cabecinha inchada que parecia um cogumelo, só isso já encheu sua boquinha, mas depois continuou enfiando mais, até a metade, sua baba já escorria entre seus lábios e queixo, notei que não entrava mais então segurei sua nuca e ajudei a empurrar, enquanto fazia força com meu quadril, centímetro a centímetro foi entrando até seu queixo bater nas minhas bolas, que sensação gostosa, meu pau estava completamente dentro da minha cunhada quente, ela ficou assim por um tempo depois puxou até a metade, eu enquanto isso fiz um rabo de cavalo com minhas mãos enquanto ela metia e tirava aquele pedaço de carne da boca, ela ficou me chupando por um bom tempo até que decidi que era hora de montar nela.
Peguei ela pela mão e a levei ao meu quarto, onde tive tantas noites de prazer com minha esposa. Agora, eu iria transar com uma verdadeira deusa. Ao entrar, tirei toda a roupa, ficando completamente pelado. Segurei sua cintura e comecei a beijá-la desesperadamente. Ela correspondeu ao beijo da maneira mais gostosa — nossas línguas se entrelaçavam, nossas babas se misturavam, uau, que beijo delicioso essa condenada dava. Essa boquinha era realmente um tesouro completo, eu sabia muito bem para o que deveria usá-la. Enquanto a beijava, minhas mãos percorriam todo seu corpo, tocando suas costas e agarrando aquela bunda enorme que eu tanto desejava. Comecei a puxar o shorts dela por trás e que surpresa ao encontrar um fio-dental, que delícia de raposa! Por isso não consegui notar a calcinha que ela usava, mesmo com o shorts tão justo. Afastei meus lábios da boca dela para tirar completamente a peça e logo me apressei em remover a blusa, me deparando com os peitos mais deliciosos que já vi na vida. Tomei meu tempo para saborear aqueles melões suculentos. Mônica apenas soltava pequenos gemidos ao passar minha língua entre seus seios e aqueles mamilos rosados, que, aliás, começaram a ficar duros quando comecei a mordê-los.
Depois deitei ela na minha cama quase completamente nua, no corpo dela só restava aquela pequena calcinha branca, peguei ela pelos lados e desci devagar, percorrendo todas as suas lindas pernas, tirei a calcinha e a cheirei, tinha cheiro de mulher no cio pronta para ser montada, imediatamente abri suas pernas e fui direto chupar sua buceta gostosa, metia e tirava minha língua dentro de sua xotinha, estava completamente encharcada de fluidos, com meus dentes dava pequenas mordidas no seu clitóris, ela gemía de prazer, parecia que estava adorando o que eu fazia e foi aí que a fiz ter seu primeiro orgasmo, ela se contorceu de tanto prazer que estava sentindo.
Depois de uns 10 minutos saboreando aquela delícia, me levantei, olhei pro meu amigo que ainda estava completamente duro como no começo, pronto pra começar a penetrar. Por um instante pensei em colocar camisinha, mas uma gostosa dessas não era qualquer uma que eu comia todo dia, então decidi ir no natural pra sentir direitinho os lábios da sua buceta. Abri as pernas dela e encaixei a cabeça do meu pau na sua xoxota, passei por toda a fenda e brinquei um pouco com o clitóris dela. Esperei que ela pedisse pra eu enfiar, mas ela estava tão louca pra sentir meu pau dentro que nem pensou nisso. Comecei a penetrar, enfiando de uma vez toda a cabeça inchada… — "Aahhhh!!!" — pude sentir como aquela mulher já estava toda molhada. Fui enterrando meu pau inteiro, centímetro por centímetro, até que minhas bolas bateram na bunda dela. Um novo gemido, mais forte, saiu da Mônica… — "Aaayyyyy Ooohhhh!!!" — puxei só até a metade pra enfiar tudo de novo, e assim comecei aquele ritmo de entra e sai, cada vez mais rápido, enquanto os gemidos dela também iam aumentando.
- "Aiii!" "Aiii!" Que delícia como você mete... Você está muito duro.
- Claro que sim, é assim que você me tem mantido desde a sexta que te conheci
- Issooo, isso, que delíciaaa, não para…. “Aaaahhhh!!!”… isso… “aiiiii”
- Era isso que você queria, né, gostosa? Por isso ficou me provocando com essa calça colada e essa minifalda de putinha.
- Aahhi… AAyyy… mmm… Ooohhhh.
- Agora você é minha putinha... quero que você diga isso...
- Eu sou sua putinha mesmo!!! aiiii que delícia... não para, papai... aiii
Eu fiquei metendo nela de missionário por um bom tempo, enquanto penetrava ia beijando os peitos dela, que delícia era transar com uma mulher daquele nível, depois tirei o pau e falei pra ela ficar de quatro porque queria dar de cachorrinho, ela obedeceu e comecei a meter umas enfiadas das mais gostosas.
- Aaaiii simmm aiii sinto você lá dentro, gostoso, como você me come gostoso
- Você é uma putinha no cio... gosta que seu cunhado te monte assim
- Aihh ayy Ooohhh isso
- Eu quero te enfiar no cu
- Não, papai, por aí não, nem pro seu irmão eu deixo enfiar ali.
- Kkkk, você esquece que está com um macho de verdade e aqui quem manda sou eu
- Mas vai doer, a sua é maior que a do Mauricio
Então, sem mais delongas, deixei um pouco de baba escorrer para lubrificar aquele buraquinho que estava prestes a ser penetrado. A saliva escorreu por todo o seu reto, tirei meu pau da sua buceta e comecei a introduzir no seu cu. Ela realmente estava falando a verdade, estava bem apertado. Ela tentou se mexer para evitar a penetração, mas agarrei firme sua cintura para que não escapasse, consegui enfiar a ponta do meu pau lá dentro.
- Aaaaaiiiii, tá doendo, tira isso, por favor!
- Não se preocupa, amor, você vai ver que logo vai começar a curtir
Peguei mais impulso e consegui enfiar até a metade do meu pau, notei que umas lágrimas escorriam no rosto dela, mas continuei metendo, centímetro por centímetro até entrar tudo.
- Aaaahhhh.
- Finalmente entrei todinho, amor, tá sentindo gostoso?
- Sim, mas tá doendo muito
- É normal, já que você não usa com frequência, mas não se preocupe, você já encontrou o macho que vai dar um bom uso nisso.
Depois disso comecei com o já famoso ritmo de mete e saca, aumentando a velocidade a cada enfiada. Depois de uns 5 minutos, Mônica passou de gritos de dor para gemidos de prazer, já estava curtindo como uma putinha.
- Aiii, que gostoso é sentir você metendo por ali
- Eu te falei, minha rainha, era só questão de você se acostumar
- Seu pau não para
Fiquei metendo no cu dela por uns 15 minutos, depois tirei e mudei pro outro buraco, da bucetinha dela. Lembrei do momento que a vi pela primeira vez, uma mulher inalcançável naquela época, eu pensava, e agora tinha o corpo dela na minha frente, grudados pelo cu dela e minha rola, comendo ela com tudo e ela gemendo e curtindo minhas penetradas. Fiquei tão excitado que não aguentei mais e comecei a jorrar toda minha porra dentro da vagina dela. Foi muita, poucas vezes na vida tinha gozado tanto. Deixei meu pau dentro até soltar a última gota de esperma, meu pau foi perdendo a dureza, ficando meio mole, tirei e o sêmen começou a escorrer da vagina dela, derramando um pouco nos lençóis. Essa imagem foi a melhor coisa que poderia gravar na minha cabeça pra lembrar pra sempre. Caímos completamente exaustos na cama.
- O que você achou, meu amor? Gostou de como eu te comi?
- Nossa, Fabian, você é incrível, nunca imaginei que você transasse desse jeito
- E você que se fazia de tão indiferente comigo, no final acabou sendo minha. Tá se cuidando?
- Não, na verdade não tomei meus remédios desde que chegamos aqui.
- Poxa, espero não te deixar grávida, é que eu precisava te sentir, você vai entender
- Haha, eu adoro ficar toda cheia de porra
- Hahaha, bom, então você vai ter uma lembrancinha minha para levar. Vamos logo, com certeza já estão nos procurando.
A gente se vestiu e arrumou um pouco pra limpar qualquer evidência, ao sair de casa encontrei minha esposa que tinha vindo nos buscar. Se a gente tivesse demorado mais uns minutos, com certeza ela ia nos pegar no flagra.
- Onde vocês estavam? Estamos todos esperando por vocês.
- A gente já tava indo pra lá, mas deu um imprevisto no caminho hehe
Era óbvio que minha esposa imaginava o que tinha rolado entre Mônica e eu, mas ela decidiu não fazer escândalo e só, um pouco chateada, mandou a gente não ir mais na casa da minha irmã.
Foi assim que fizemos: chegamos e curtimos um jantar delicioso, passamos um bom tempo juntos e fomos dormir. No dia seguinte, acordamos para nos despedir do meu irmão e da minha cunhada, que voltaria bem arrombada por mim e com toda a minha porra dentro dela.
Meses depois, descobrimos que a Mônica estava grávida. Pensei que poderia ser meu, então entrei em contato com ela para perguntar, e de fato ela me disse que engravidou de mim naquela tarde de sexo que tivemos, mas que tinha transado com meu irmão ao chegar em casa para depois dizer que o filho que esperava era dele.
Fiquei mais tranquilo e, sinceramente, me excitava saber que tinha engravidado minha cunhada, que era realmente gostosa como todo mundo dizia. Sabia que meu filho não ia faltar nada e eu poderia vê-lo e conviver com ele quando quisesse, já que aos olhos de todos seria meu sobrinho.
Infelizmente não tive a oportunidade de visitá-los e por isso também não tive outro encontro com a Mônica, espero fazer isso em breve e também espero foder ela de novo, já conto pra vocês.
Espero que vocês tenham curtido minha história de sorte. Agradeceria um comentário, não toma muito tempo e é muito gratificante pra nós que nos arriscamos a contar um pouco da nossa vida mais íntima.
Aqui está toda a minha coleção dessa gostosa, espero que vocês curtam











12 comentários - Comendo a esposa do meu irmão
Les paso el de ella saquenle pack si pueden wachos y no olviden compartir