Melhor conto erótico que já li na vida

Bom, continuando com a melhor história que já li na minha vida, aqui vai a parte VI


A melhor história que já li na minha vida.
A melhor história que já li na minha vida, porra.eDesculpe, não posso traduzir isso.
A melhor história que li na minha vida III
A melhor história que eu já li na minha vida IV
A melhor história que já li na minha vida, viu.
Muitíssimo obrigado pelos pontos e comentários!!!

Os personagens são todos maiores de idade, só pra não ter confusão. 


Capítulo X:O corpo feminino


Martín acordou um pouco antes do meio-dia de sábado pra ver um jogo de futebol. Levantou e ligou a TV. Entrou no banheiro, se despiu e tomou um banho rápido e frio pra se refrescar. Saiu com o cabelo molhado e vestiu só uma daquelas sungas que vão até o joelho. E chinelos de dedo.

Enquanto assistia ao jogo na cozinha, abriu a geladeira e pegou umas saladas pra preparar um almoço leve. Depois de alguns minutos preparando, foi até o quarto das irmãs avisar que a comida já ia ficar pronta, se elas quisessem acordar.

Entrou lá e veio à mente tudo o que tinha acontecido há algumas horas. Nunca imaginou que coisas assim fossem rolar. Que dia bom que tava tendo. Caminhou até as camas e viu que a Agustina tava deitada de costas pra ele, coberta só com um lençol e meio puxado, porque as costas dela tavam um pouco de fora. Olhou pra baixo e percebeu o que parecia ser uma mancha de porra na madeira da cama.

Ela não tinha percebido isso na hora. Se surpreendeu e riu do alcance do 'tiro' dela. Saiu de lá e foi até o tanque pegar um pano, molhou ele e voltou pro quarto. Limpou a porra seca e grudada na madeira.

Depois de fazer isso, avisou as irmãs que se quisessem comer, a comida já tava pronta. Saiu e foi continuar vendo o futebol.

Florencia, assim que acordou, olhou o relógio no celular que estava no criado-mudo. Se mexeu na cama, sentindo na hora a bagunça que tinha feito. O lençol de baixo estava todo molhado. Imediatamente abriu os olhos e se levantou no chão, pelada daquele jeito.

Ela começou a puxar os lençóis. Foi aí que Agustina acordou. Deitada e com os olhos semicerrados, olhou pra irmã pelada e perguntou o que ela tava fazendo.

-O que cê tá fazendo?
—Preciso lavar o lençol, sua burra.
-Mmhh.
—A sua tá seca?
-Acho que sim.
-Como assim, 'acho'?
—Sim.. espera aí pra ver.

Agustina passou a mão por todo o lençol e estava de boa.

Florencia abriu o armário e pegou uma toalha. Enrolou ela no corpo e levou o lençol molhado pro tanque. Viu que a máquina de lavar ainda tava com a roupa de ontem, então jogou o lençol direto numa bacia com água.

Cumprimentou o irmão e também foi tomar banho. Tirou a toalha do corpo e foi direto pro chuveiro. Quando saiu, enrolou a toalha de novo e foi pro quarto.

A Agustina já tava de pé, também pelada. A Florcha tirou a toalha e foi abrir a gaveta de roupa. Escolheu uma calcinha cinza e vestiu. A irmã dela pediu pra ela passar uma.

—Me alcança uma, Flor.
- Qualquer uma?
-Sim.

Pegou outra calcinha, vermelha dessa vez, e jogou na irmã mais velha dela.

—Você não vai tomar banho? — perguntou Florença.

Agustina virou a cabeça, dizendo que não.

—Você não se sente um pouco suja?
—Sim, mas… essa toalha você já usou?
—Agustina.

-Sim, por quê?
—Me dá.

Florencia entregou a toalha molhada pra irmã, e ela abriu as pernas assim, em pé, e passou um pouco pelo púbis, pelas coxas, pela parte de baixo da bunda e pela buceta, limpando qualquer resquício viscoso que tivesse sobrado.

—Dá, para de ser tão nojenta, sua idiota.
—Florcha.

—Não tô afim de tomar banho agora. Não é nada! Depois do que a gente fez ontem à noite…

Florencia riu enquanto Agustina já vestia a calcinha e um sutiã, com os peitos balançando enquanto fazia isso. Depois de ambas estarem vestidas com uma regatinha leve e shorts esportivos, foram almoçar, quando também receberam a mãe delas, que tinha chegado em casa depois de visitar uns parentes.

Enquanto almoçavam na mesa, num momento a mamãe perguntou:

- E aí, meninas, se divertiram ontem à noite?

As duas olharam pro irmão e sorriram… responderam que sim, sem mais. Falaram das amigas que tinham vindo, e só.

O resto do dia foi bem normal, não aconteceu muita coisa. Martín recebeu uma ligação de um amigo pra passar a tarde, e a Agustina foi com o namorado. Já a Florencia saiu à tarde com as amigas dela.

:::

Depois, no domingo à tarde, enquanto a Agustina ainda tava dormindo porque tinha saído na noite de sábado, a Florença e o irmão dela estavam na mesa da cozinha fazendo as tarefas da escola.

Depois que o garoto terminou a lição de casa, sentou do lado da Florcha pra ajudar ela com os estudos. Já tava chegando perto da prova final. Naquela tarde de domingo, estudaram os últimos tópicos de matemática pra se preparar de vez pra prova que ia rolar daqui a uns dias.

Uff!! Inacreditável que eu tenha aprendido tudo isso. Valeu por me ensinar, maninho!
- De nada, flor… era o trato que a gente tinha, né?
—Sim.
—Falando nisso… cê topa? —disse Martín olhando pra cara da irmã.
-Agora?
-Sim, por quê?
—Cadê a mamãe? — perguntou a garota.
-Não sei. Acho que no pátio… dá-lhe.
—Tá maluco!

Florencia se levantou e foi até o tanque, pra dar uma olhada pela porta que dava pro quintal, e de fato a mãe dela tava lá, fazendo uns arranjos nas flores.

Florcha voltou pra cozinha, parada do lado do irmão, que continuava sentado.

—Sim, a mamãe tá lá. —Confirmou Florença.
-Bom, você me mostra…?
- Quer ver minha calcinha?
-Sim, por favor!
- Bom... você quer me ver de frente ou de trás?
-As duas! Posso? –Respondeu sorrindo Martín.
—Não.. só uma. Escolhe!
- Tá bom.. por hoje só, depois de tantos dias de estudo a gente encerra… certo?
-Enfim.. tá bom.-Florcha aceitou, e começou a puxar a legging pra baixo.
-Ah!! Espera. Você topa me mostrar o sutiã primeiro? Tá usando sutiã?
—Tenho sutiã sim! Mas calma aí, querido!!
-Desculpa, mas… tô morrendo de vontade de te ver, Flor! Não seja ruim…
-Não sei…
- Se você já viu minha rola... eu só tô pedindo o sutiã!!
-Bom, por esse lado… acho que você tem um pouco de razão. Mas vou levantar a camiseta só.
-Isso!! Valeu, maninha.
—Vamos fazer rápido antes que a mãe chegue… espera aí que vou dar outra olhada.

Florencia foi dar uma olhada, e a mãe dela continuava no mesmo lugar. Agustina ainda tava dormindo, mas já não era problema nenhum se elas vissem.

Ela parou na frente do irmão mais novo, quando pegou a camiseta que ele vestia, levantando-a até deixar à mostra os peitos cobertos pelo sutiã branco.

Martín dava pra ver, dava pra adivinhar que eram firmes e bem redondinhas debaixo daquele sutiã, obviamente eram menores que as da Agustina, mas ele adorou, ficou com muito tesão. Passou a mão na calça por cima sem nenhum pudor.

—O quê? Já tá duro? —disse Florença rindo, olhando pro volume duríssimo e ereto por baixo da calça.

Martín só sorriu.

Florencia tirou a camisa pra baixo. Tava vestindo aquela legging esportiva cinza apertada que já tinha deixado o irmão dela de pau duro uma vez. Colocou as duas mãos no elástico dos dois lados da legging e puxou ela rápido até o começo das coxas, mostrando pro irmão a calcinha rosa que tava usando, com a buceta bem na frente dele. Dava pra ver de leve a racha no meio da ppk, bem lá embaixo, quase não dava pra enxergar.

A mina começou a ficar com tesão vendo o pau duro do cara por baixo da calça. Ela virou de costas, se virando pra mostrar a raba com a legging descida nos muslos.

Que lindo era ver a bunda grande e gorda da irmã dele. Queria enfiar a cara no meio daquela raba. Não é à toa que todos os colegas dele zoavam, falando como elas eram gostosas. Agora ele podia ver elas quase peladas! Martín não conseguia explicar o quanto era excitante. O tecido rosa, como sempre, se enfiava entre as nádegas. Deu uma vontade enorme de bater uma ali mesmo.

Depois de alguns segundos mostrando a raba, Florencia subiu a legging. Ficava apertada demais naquele cuzão. Deixou o irmão com a pica dura, sorrindo pra ele. Adorava deixar o irmãozinho assim, excitado só de ver a calcinha dela. Saber que ele ficava duro e ereto por causa dela, dava um tesão danado.

Ela se preparou pra fazer o lanche… perguntou pro irmão se ele queria alguma coisa. Ele respondeu que ela fizesse um café pra ele. Ela fez e sentou de novo na mesa junto com o irmão pra lanchar enquanto passavam os canais da TV pra achar alguma coisa.

Uns minutos depois, quando os dois terminaram de comer…

—Não tem nada! —Disse Florcha desligando a TV.
—Estou muito entediado.
—Eu também…
—O que a gente pode fazer? — perguntou Martín pra irmã dele.
- Sei lá. Vou mandar uma mensagem pras minhas amigas pra ver se a gente faz alguma coisa.

Florcha se levantou e pegou o iPod, abriu o WhatsApp e ia começar a escrever, quando o irmão dela viu a bunda dela naquela legging apertada, e também se levantou, atrás dela.

Ainda tava quente de ver o corpete e a calcinha dela, mesmo que a piroca tivesse baixado. Agora endureceu de novo, e ele não conseguiu resistir. Sem falar nada, se moveu pra frente, encostando a piroca na raba da irmã.

Na hora, Florencia percebeu e virou a cabeça pra olhar pra ele.

- O que você tá fazendo?

Martín não disse nada. Ficou ali, apoiando a irmã. Florcha continuava olhando pra ele.

-Para, neném… sai, senão vão nos ver!

O moleque não deu bola. Colocou as mãos dos dois lados do quadril da irmã dele e se apoiou mais, sentindo a bunda gostosa da irmã no pau duro dele.

Florencia arrumou o cabelo para o lado e, com as mãos, tirou as mãos do irmão de cima dela, se afastou dele e se virou, agora olhando pra ele de frente.

—Chega. Mamãe vai chegar e pode nos ver. —Disse ela, tentando soar autoritária.
-Ufa.. não seja malvada, maninha…
—Não sou ruim não, tu é que é sem noção!
-Só mais um pouquinho… tô entediado.
-Bom, se entretém com outra coisa!
Vamos… dar uma trepadinha rapidinho…
—Que cê tá falando, cara, se liga.
- É que eu amo sua raba, Flor.
—É desse jeito que se fala com a sua irmã? — Disse Florença.
-Bom… é que você me deixa muito tesuda!

Florencia olhou pra ele fazendo uma careta.

—Quero te comer... por favor, maninha! —Disse Martín com o pau duro debaixo da calça.

O garoto colocou uma mão no quadril da irmã, fazendo o movimento pra virar ela, tentando fazer com que ela se virasse de novo.

—Mas você quer me foder na cozinha onde podem nos ver! — respondeu Florcha enquanto finalmente se virava de novo, dando as costas pra ele.
—Se a gente ouvir o barulho da porta do quintal, a gente se separa, sem problema.
—Nossa! Mas rápido, né? Só mais um pouquinho. —Florencia bufou.

A mina deixou o iPod na mesa de novo, ficou parada esperando o apoio do irmão mais novo. Martín se posicionou de novo bem atrás dela, enfiando a pica no meio da bunda dela de novo.

Ela começou a se mover pra frente e pra trás, com a pica batendo na legging. Agarrou Florencia pela cintura, e enquanto metia nela com a roupa no corpo, enfiou a mão por baixo da camiseta, acariciando a barriga dela.

Já a Florcha estava molhando a buceta enquanto o irmãozinho dela encostava por trás.

—Você não pode se inclinar um pouco? — perguntou Martin enquanto continuava metendo nela.

Florencia não respondeu, só agiu. Apoiou as mãos na mesa e se inclinou um pouco pra frente, levantando a bunda pra ele, fazendo igualzinho naquela noite de sexta.

Já numa posição melhor, Martín ficou ainda mais tesudo vendo a bunda da Florencia esperando pra receber o pau dele. Continuou agora nessa pose comendo a própria irmã. Cada metida forte era na parte de baixo da raba, sentindo os cachetes grandes e gordos da mina.

Subiu um pouquinho a mãozinha dela pela barriguinha da Florcha.

—Flor, me deixa pegar nas suas tetas?
-Não!
-Por cima do corpete.. posso?
—Não, maninho, e essa é minha última resposta. —Respondeu Florença enquanto sentia o pau duro e ereto do irmão a cada empurrada forte que ele dava.

Pensava que já bastava eu deixar ele comer ela no meio da cozinha..

Martín aceitou a recusa e acelerou o ritmo. Enquanto continuavam transando com roupa, a Agustina apareceu no corredor, acabando de acordar, saindo do quarto dela.

Imediatamente o cara viu ela e se separou da Florcha, ficando parado. A Florencia se ajeitou, ficando em pé reta, tentando fingir que não tava rolando nada.

Agustina chegou na cozinha... olhou pros dois.

—Que delícia como vocês se divertem aqui! —Disse ela arrumando o cabelo num coque.

Nenhum dos dois disse nada.. ficaram em silêncio.

—O que foi? Continuem! Mamãe saiu? —Disse Agustina enquanto preparava algo no balcão da cozinha.
— Não... tá no quintal. — Respondeu Florcha.
—Sério mesmo?!.. Ahh vocês tão a todo vapor! Dá pra ver que amaram o que eu ensinei pra vocês.
—Para, boluda… tudo começou com seu irmãozinho, que me insistiu pra caralho! Eu não queria… — Disse Florcha, envergonhada.
—Sim, claro… eu vi você toda entregue com a raba empinada.. não me engana, querida! —Disse Agustina rindo.

Florcha também riu. Enquanto a Agustina preparava o mate, pediu pros irmãos continuarem.

—Tá bom, mas vê se a mãe continua no quintal! —pediu Florença.

Agustina foi até o tanque e avisou que a mamãe ainda estava lá, agora regando as plantas com uma mangueira.

Florencia então se colocou na posição de novo, e Martín continuou com o que tava fazendo. Ele tava comendo ela com a roupa no corpo, batendo o pau na parte de baixo da bunda enorme coberta pela legging justa. Agustina ficava olhando enquanto tomava mate…

Depois de mais uns amassos rápidos assim, a Agustina parou eles.

—Querem que eu ensine outra pose pra vocês?

Martín parou, enquanto Florcha se levantou. Os dois olharam com atenção para a irmã mais velha.

Agustina sentou numa das cadeiras, levantou as duas pernas e abriu elas. Assim, ficou sentada na cadeira com as pernas abertas. O shortinho esportivo vermelho que ela tava usando esticou um pouco.

—Fica aqui, maninho.. —ordenou Agustina.

Martín ainda com o pau duro debaixo da calça, se posicionou na frente dela, vendo ela de pernas abertas com o shortinho apertando a silhueta dela. Que lindos eram os coxões dela nus.

—Agora apoia essa pica aqui, pode? —Disse Agustina apontando pra própria buceta.

Martín se aproximou mais e pressionou o pau dele na buceta da irmã por cima do shortinho.

-Isso... muito bem. Agora começa a me foder, tá?

O moleque tentou aprender a nova posição de transar. A irmã dele mandou ele se segurar nas pernas dela, com as mãos pra se apoiar melhor. Assim, ele foi começando a bombar na irmã mais velha.

—Tá vendo, Flor? —perguntou Agustina pra irmã.
—Sim.

Martín olhou pro rosto da Agustina... que gostosa que tava, com a cara meio excitada e o coque no cabelo!! Debaixo daquela camiseta tinha os peitões que ele já tinha apalpado (um)... e tava encostando a pica dura por toda a pussy dela, de pernas abertas sentada na cadeira.

Cada vez que ele apertava a cock contra ela, o shortinho da Agustina entrava na buceta dela, porque ela tava assim, sem calcinha por baixo. Quando chegou da festa no dia anterior, tirou tudo e dormiu só com aquele short.

Já dava pra ver bem a fenda da buceta marcada no shortinho esportivo vermelho, enquanto o irmão encostava nela ali. O garoto percebeu, e ela também, porque já sentia o tecido entrando na pussy e se olhou ali.

—Isso não te incomoda, ele enfiar em você? — perguntou Martin enquanto continuava comendo ela.
- Um pouco... espera aí que vou ajeitar. É que eu não tô usando nada por baixo.
—Você não tem calcinha?
-Não!

Martín ficou ainda mais tesudo ao saber que só o shortinho apertado separava ele da pussy da irmã mais velha. Agustina ajeitou o shortinho pra não deixar a pussy aparecer, quando ouviram o barulho da porta do quintal. A mãe já tinha entrado!

Rapidamente e num piscar de olhos, Martín tirou o pau da buceta da Agustina e se afastou, sentando numa das cadeiras ali, escondendo a ereção na calça. Agustina fechou as pernas, e Florencia ficou parada… por sorte a mãe não descobriu eles. Pararam a tempo!

A mãe dela foi pra cozinha, e viu os três filhos parados, olhando pra ela.

—O que é que vocês têm? Tem alguma coisa em mim? — perguntou a mãe enquanto pegava um copo d'água.

Os três irmãos não disseram nada e continuaram como se nada tivesse acontecido. Assim que a senhora saiu de novo pro quintal, os três se olharam, e a Agustina começou a falar:

-Quase.
-Que susto, sua idiota! –Florcha.

Depois de dizer isso, o iPod da Florencia tocou. As amigas dela estavam chamando pra ir tomar um mate na casa de uma amiga. Ela deu uma olhada nas mensagens.

-Bom, vou nessa.. as minas me chamaram.

Florencia calçou os tênis se preparando pra ir embora. Martín, ainda com a piroca meio dura, perguntou:

- Flor.. antes de você ir, me dá a calcinha?
—O quê?... ¡¿Agora?!

O garoto respondeu com a cabeça, dizendo que sim.

A coitada da Florcha já tinha molhado a calcinha de novo, primeiro pela foda que o irmão dela deu nela, e depois por ver a Agustina e ele transando.

- Não dá pra esperar até eu voltar?
—Não aguento! Tô muito tesuda agora, maninha… quero bater uma já.
—… Você não vai falar nada?
—Florcha pra Agustina

—O que você quer que eu diga? —respondeu Agustina rindo.

Florencia suspirou, se resignando.

Ela tirou os tênis e ficou de pé num canto da cozinha.

-Olha pro outro lado, cara!

Martín se virou pra não olhar pra ela. Florcha puxou a legging pra baixo, tirou ela. Depois fez o mesmo com a calcinha. Tirou ali na cozinha, ficando pelada. A irmã dela, Agustina, tava olhando. Na hora ela vestiu de novo a legging cinza justa, agora sem nada por baixo.

-Já era.

Depois de vestida, ela jogou a calcinha vermelha molhada no irmão. A mina calçou os sapatos e já ia vazar.

—Você vai assim? —perguntou a Agustina.
—Como se você nunca tivesse saído sem calcinha! — respondeu Florencia.

As duas sorriram uma pra outra, sabendo quantas vezes já tinham saído sem calcinha. Florencia passou do lado da Agustina pra ir embora, quando essa deu um tapão na bunda dela. Finalmente, foi embora.

Ficaram só Martín e Agustina. O garoto parado com a peça da Florcha na mão, todo tarado. Olhou pra irmã dele…

-Bom, Agu… vou ao banheiro, a…
—Por quê? Não quer que eu te veja?
—Disse Agustina sorrindo pra ele.

-Bom, não… quer dizer… sim.. se você quiser…
—Quer ou não quer que eu te olhe?
—Sim, quero!
—Tá, é que tô entediada! Mas cê quer que a gente vá pro meu quarto pra mamãe não descobrir a gente se ela entrar de surpresa?
-Vai fundo!

Agustina se levantou e foi até o quarto dela, com o irmão atrás. Quando entraram no quarto das meninas, Agustina fechou a porta.

A janela do quarto dava pro pátio, então a Agustina abriu a janela, puxou a cortina e deixou ela um pouco aberta pra poder ver se a mãe tava no pátio ou não. Ela viu ela lá e sentou na cama dela.

—Assim a gente sabe quando a mamãe vem. Senta aí!

Martín sentou na cama da Florcha, na frente da Agustina.

O cara baixou a calça e a cueca até os tornozelos, mostrando toda a sua masculinidade. Levou a mão direita no pau e puxou a pele pra trás, deixando a cabeça brilhando de tesão. Não sentia mais vergonha de mostrar aquilo pra irmã dele. Ela ficar olhando só deixava ele mais excitado.

—Ah.. Agu.. posso te perguntar uma coisa?
-Sim, maninho, me fala.
— Os caras também depilam aqui? — perguntou Martin, apontando pra própria virilha.
-Mmm… não sei. Acho que não.
—Porque nos vídeos da internet tão tudo depilado.
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