Bom, continuando com a melhor história que já li na vida, vou passar a parte VA melhor história que li na minha vida
A melhor história que li na minha vida, caralho!eB
A melhor história que já li na minha vida, porra!
A melhor história que já li na minha vida, caralho!Muito obrigada pelos pontos e comentários!!!Todos os personagens são maiores de idade, para evitar mal-entendidos.
Capítulo IX:Ensinando e aprendendo
Depois de vê-la daquele jeito, o rapaz começou a se perguntar o que ia acontecer. Ficou meio nervoso e não conseguiu evitar que o pau fosse ficando duro aos poucos.
Florencia olhou para a irmã surpresa.
Agustina se posicionou assim em pé, inclinada apoiada na mesa com a bunda empinada. Virou a cabeça olhando nessa pose para o irmão atrás dela:
Agora vem pra perto de mim e enfia seu pau aqui – disse Agustina dando uma palmada na bunda por cima da saia.
Martín estremeceu. Já estava com as pulsações muito altas. Ele se aproximou dela por trás, olhando-a como se estivesse tentando obter uma permissão. Ela usava um short de tecido leve, o que fez sua ereção ficar cada vez mais evidente, até estar completamente dura, fazendo uma pressão enorme no short, totalmente visível para suas irmãs. Ele apoiou o volume de leve na saia dela, quase sem tocá-la.
Vai, não fica tímido, cara! Chega mais, cola em mim o máximo que puder.
A garota com um dos braços tocou o quadril do irmão, puxando-o para perto dela. Quando o volume enorme do rapaz se encaixou ainda mais na bunda da garota, pressionando por cima da saia. Martín se apoiou o máximo que pôde na irmã, com seu pau sob o short tocando a saia justa.
Boa! Assim. Opa! Você tá com ele durinho, safadinho! –Disse Agustina, sentindo o pau duro na bunda, enquanto começava a ficar molhada.
O cara não respondeu. Só apertou ela com mais força.
Tá me apoiando na bunda, irmãozinho, um pouco mais pra baixo tá a minha buceta. Tenta agachar um pouquinho mais e me apoiar ali, pode ser? - disse Agustina olhando por cima do ombro.
Martín obedeceu. Tentou flexionar levemente os joelhos para se abaixar um pouco e encontrar a buceta sob a saia da irmã mais velha, enquanto o pau latejava e dava pulinhos de excitação sob o tecido. Ele flexionou suavemente e a apoiou mais abaixo, desta vez já sob a saia, apoiando-a diretamente nas nádegas da raba.
Agustina se inclinou ainda mais, e com isso a saia subiu até a metade da bunda, deixando o volumezinho da buceta na calcinha fio dental à mostra entre suas pernas. A calcinha branca cobria a buceta no mínimo necessário, deixando à vista os lábios inchados bem marcados no tecido.
- Você consegue ver onde está minha buceta? Apoia ela aí pra mim. - Disse Agustina já totalmente de quatro, ainda em pé na beirada da mesa, mas 100% inclinada pra frente.
Martín conseguia ver onde ela tinha a buceta pela marca na calcinha, então ele apoiou toda a pica bem no meio da xota. Ele adorou sentir as pernas dela em contato com as coxas da irmã, e nem se fala quando sentiu o pau se apoiar entre os lábios vaginais de Agustina... era quentinho e delicioso, bem macio.
Isso… isso, irmãozinho, aí…
Agustina.
Florencia não conseguia acreditar no que via. Nunca imaginou que sua irmã faria aquilo de verdade. Ver tudo aquilo a deixou com tesão. Ela sentiu um calorzinho percorrer seu corpo ao ver o pau do irmão enfiando tudo na irmã.
Uma vez que Martín tinha o pau sob o short apoiado na buceta pelada da irmã, ele ficou parado assim esperando a próxima indicação.
Agora vamos ensinar a Florcha a dar. Vem cá, irmãzinha, pra você ver de perto. - Disse Agustina.
Florencia se levantou e, no movimento, sentiu a calcinha molhada. Sentou-se numa cadeira bem ao lado dos irmãos, para ver tudo a poucos centímetros.
Beleza, cara, agora quero que você se mova pra trás e pra frente como se estivesse me comendo, tá?
O rapaz balançou a cabeça positivamente. Já começava a suar um pouco, estava tremendamente excitado, com o pau bem grosso e a ponto de explodir, mas não podia se tocar. Ele se jogou para trás e voltou para frente, apoiando-o novamente na buceta. Estava adorando sentir o pau pressionando aquela parte tão sexy da irmã, além de senti-la bem macia a cada esfregada.
Ele continuou com esse ritmo, para frente e para trás, metendo nela com a roupa ainda vestida. Apoiou as duas mãos nos quadris da irmã para fazer melhor.
Agustina olhava Florcha de lado, com uma cara de excitada. Florencia observava como o pau do irmão parecia que ia rasgar o short de tão empinado que estava. Ver aquilo empurrando e saindo da virilha de Agustina estava esquentando muito ela, sentindo que já estava ficando bem molhada a bucetinha ao ver tudo aquilo.
Martín continuou metendo na irmã dele com apenas um short e uma calcinha fio dental no meio, enquanto Agustina falou com ele:
Você pode tocar nas minhas tetas, irmãozinho. Põe a mão em um peito.
A própria garota pegou a mão do rapaz que estava em sua cintura e a levou até seu seio direito. O rapaz apoiou toda a palma de sua mãozinha aberta sobre o peito da irmã por cima da camiseta. Ele sentia que era pesado, macio e firme, estava uma delícia!
Pode fazer assim, cara? Tenta acariciar minha teta enquanto continua me comendo. Tá vendo bem, Flor? - Perguntou Agus.
Sim.
Estavam ultrapassando os limites. Florencia, vendo tudo aquilo, estava tão molhada que precisava tocar o clitóris já, de qualquer jeito. Ela se segurava como podia.
Agustina, mesmo estando mais acostumada com sexo, sentia sua buceta ficando molhada e receber as pirocadas do irmãozinho a deixou muito quente e excitada. Ela também estava se molhando a cada segundo.
Martín não aguentava mais. Meter na Agustina, de quatro, na cozinha, com a Florcha olhando do lado, mesmo com roupa, estava deixando ele fervendo. Cada vez que ele encostava o pau na buceta dela, era um delírio de prazer. E mais agora, que ele estava acariciando como podia uma daquelas tetas enormes. Ele acariciava por cima da blusa justa, sentia que obviamente a irmã não estava usando sutiã. A cada carícia, ele conseguia sentir com a mão o mamilo da garota por baixo da blusa.
Se ela tocasse o pau com a mão, ele gozaria na hora.
E Flor, tá vendo? É assim que se fode. Quer experimentar um pouquinho? - perguntou Agustina.
Florcha não sabia o que dizer, ficou surpresa com a pergunta. Por um lado, ela gostava tanto do que estava vendo que queria dizer que sim, mas por outro, tentava manter a compostura e dizer que não.
-Não sei. –Florencia.
-Vai, fica assim como eu.
-Agustina.
A Florcha não pensou duas vezes e se levantou. Imitou a posição da irmã, ficando de quatro apoiando as mãos e os braços na mesa.
-É assim? - Perguntou Florencia.
Isso! Vai lá, mano, agora é a vez dela.
Martín tirou a mão que estava no peito da Agustina e se afastou dela. Ficou atrás da Florcha.
Florencia estava usando uma legging preta justa, estilo leggings mesmo. Dava pra ver todo o bumbum enorme que ela tinha marcado.
O cara adorou como aquele rabão apertado ficava na leggings. Agustina se levantou, ajustou a saia e sentou ao lado. Começou a dar as instruções para os irmãos:
-Bom, você já sabe mais ou menos como faz, né? - disse Agustina para Martín.
Sim.
Coloca as mãos nos quadris dela pra ficar mais confortável, e encosta o pau até achar a buceta.
Agustina observava como Martín, com aquela ereção enorme marcando o short, se aproximava da irmã e apoiava o pau bem no meio da bunda dela, por cima da leggings. Ela adorava ver o volume do irmão, mas queria ver o pau dele de verdade.
Florcha estremeceu ao sentir aquele pau duro pressionando contra sua bunda. A coitada já estava com a calcinha encharcada. Era a primeira vez que fazia uma coisa dessas com um garoto... e era seu irmãozinho mais novo!
O garoto se ajoelhou e tentou posicioná-la mais para baixo, procurando a área da buceta da irmã. Assim que apoiou seu pau excitado no corpo de Florencia, Agustina falou:
Aí está a buceta, Flor?
Um pouquinho mais pra baixo.
Martín se afastou só um pouquinho, desceu mais um pouco e apoiou de novo na leggings.
-Ahí.- confirmou Florcha.
Florencia sentiu o pau duro e empinado do irmão pressionando completamente sua buceta por baixo da legging.
Beleza, irmãozinho, agora pega ela do jeito que te ensinei.
Martín começou a se mexer como antes, indo e voltando lentamente sobre o corpo da irmã.
Florencia permanecia de olhos fechados, mordendo o lábio, enquanto sentia seu irmão metendo nela de quatro com a roupa ainda vestida. O rapaz começou a aumentar um pouco a velocidade.
Seu pau batia na buceta, enquanto seu púbis colidia contra a bunda de sua irmã. Estava sendo apoteótico.
Agustina não perdia um detalhe de nada, enquanto discretamente apertava as coxas para esfregar a buceta que já estava toda molhada.
A Florencia estava adorando como seu irmão a comia com a roupa vestida. Cada vez que sentia o pau duro e empinado do garoto bater contra sua buceta, isso lhe causava um prazer imenso. Ela tinha a ppk excitada, quente e encharcada. A pobre calcinha não dava conta de absorver os fluidos de tanta excitação que essa boceta virgem emanava. Já estava começando a molhar a leggings.
O pau do Martín estava começando a doer, ele estava muito, muito duro, e por não conseguir tirar do shorts, estava apertando demais.
Depois de mais alguns movimentos, em uma daquelas enfiadas mais fortes na sua irmã, Martín sentiu que ia gozar, estava quase lá. Parou imediatamente. Afastou-se um pouco da Florcha e ficou parado.
- Aconteceu alguma coisa? - Perguntou Agustina.
Desculpa, é que… se eu continuasse… eu ia gozar.
Martín.
Ahhh, tudo bem, não se preocupe. Você está muito gostosa? -Agustina.
Sim, muito. Quase não aguento mais.
Tá na cara!
Disse Agustina, olhando diretamente para o volume no short dele.
Florencia continuava na mesma posição, de olhos fechados e com uma expressão de excitação no rosto, esperando ansiosamente por mais carícias na sua buceta.
– Então, irmãozinho, mete um pouco mais e quando você sentir que vai gozar, para, assim a gente termina. – ordenou Agustina.
Ele apoiou de novo o pau duro na buceta da irmã dela. Apertou, sentindo toda a bunda gorda da Florcha naquela legging justa, fez isso três vezes, quando sentiu que ia gozar de novo. Se afastou imediatamente mais uma vez.
- Não aguento mais.
Tá. Você mandou muito bem, cara... agora descansa.
Martín pegou uma das cadeiras e se sentou, tentando baixar a fogueira pra que o pau parasse de doer debaixo do short, ele estava extasiado.
Florencia se levantou, arrumou o cabelo e se sentou novamente em uma das cadeiras, já completamente encharcada entre as pernas. Ela não lembrava de estar tão molhada. Achou que tinha se mijado.
Com os três já sentados à mesa, Agustina foi a primeira a falar:
Bom, irmãzinha… já te ensinei a foder! – disse Agustina sorrindo.
Pô… e eu ainda tava zoando quando te contei! –Florcha.
Eu sou uma boa professora no final das contas? Hahahaha.
Kkkk sim...
-E…? Você gostou de transar? -Pergunta Agustina.
-...É... foi bom.
-Florcha.
Quando te enfiarem de verdade vai ser mil vezes melhor. Tá excitada, Flor? - perguntou Agustina à irmã.
-Sim. - Respondeu Florcha.
Muito ou pouco?
Acho que muito.
-Molhou a calcinha? -Agus perguntou de novo.
Sim, mal boluda. E você? -Florencia.
Eu também estou um pouco molhada.
Disse Agustina olhando para a própria virilha.
Martín ouvia tudo aquilo e estava doido, continuava com o pau duro.
- E aí, irmãozinho? Curtiu? - perguntou Agus.
-Siiim.
-Martín.
Florencia bocejou.
Tô com um pouquinho de sono... vamos conversar mais um cadinho no quarto?
- Florcha.
Vai... eu também já tô com soninho.
Agustina.
Martín se levantou e abriu a geladeira... deu uma olhada no que tinha pra beber e pegou uma lata gelada de Coca-Booty. A noite de primavera estava quente demais...
As duas irmãs se levantaram e foram até o quarto. Disseram para o garoto entrar também. Fecharam a porta e Martín ofereceu a lata de refrigerante. Primeiro Agustina tomou um gole, tirou as botas e deitou na sua cama, depois Florcha bebeu um gole da lata e também se deitou na sua própria cama. Martín arrumou um puff rosa que estava ali e se recostou nele, no meio das duas camas.
As duas garotas olhavam pra ele e ele ainda tinha o pacote inchado, sinal de que o pau continuava paradão. Não tanto quanto antes, mas ainda estava excitado e dava pra notar.
Deus, não pode estar tão quente assim! – disse Agustina, jogando o cobertor da cama no chão.
Enquanto Agustina lutava com os pés tentando jogar o cobertor no chão, com aqueles movimentos de pernas, Martín olhava suas coxas, tentando ver a calcinha fio dental por baixo da saia. Conseguiu ver um pouquinho lá embaixo… a pica dele ficou dura como uma pedra de novo.
Florencia estava olhando bem na direção, e viu como o pau do irmão ficava cada vez mais duro dentro do short, levantando cada vez mais a calça... ela adorou. Sentiu um formigamento na buceta. A curiosidade foi mais forte.
Como será que ela se sente? Não incomoda ter ela tão apertada assim?" Pensava Florencia.
-Não tá doendo? –Florcha perguntou ao irmão, olhando pro pau dele.
Martín e Agustina olharam para a irmã, tentando descobrir com quem ela estava falando. Agustina percebeu que ela estava falando com o irmão e, depois de jogar o cobertor no chão, ela também olhou para o volume na calça dele.
Martín percebeu que ela estava falando com ele, mas não fazia ideia do que ela estava falando, estava todo babão tentando ver a calcinha fio dental da outra irmã.
- O que foi? – Perguntou o cara.
Seu pau. Não te incomoda deixar ele assim? - perguntou novamente uma curiosa Florencia.
Martín percebeu na hora que estava com o pau super duro e ereto, bem empinado no short, e largou a latinha no chão, levando as duas mãos para aquela região para tampar a ereção.
-Desculpa... é que... -disse o garoto envergonhado.
- O que você tá fazendo? Não se cobre! – Disse Agustina rindo.
– Você tá com vergonha? – perguntou Florencia.
Sim !!!
-Não seja bobo… somos suas irmãs, não precisa ter vergonha. - Disse Agustina.
-Mas…- Martín tentou falar algo, quando foi interrompido por Flor.
-Vai lá, não vai ter verguenza das suas irmãzinhas não. - Disse Florcha.
-Queremos ver como você tem ela... mostra pra gente, não seja ruim. - Disse Agustina excitada, tentando convencê-lo.
Martín se convenceu e tirou as mãos do seu pacote, que ficou novamente à vista das suas irmãs.
Agustina e Florcha ficaram olhando fixamente e com atenção, ambas ficaram muito embasbacadas vendo o volume apertado e saliente na calça do irmão.
-Parece que você curtiu muito transar, hahaha. Não desce mesmo! –Disse rindo a Agustina.
- Ah… não zoa! Eu me cubro de novo… –Martín.
-Nããão, tava zoando, mano. Eu também gostei, tô toda molhada. A Flor também. Ou será que você ainda tá excitada também, Flor? – perguntou Agustina.
- Sim. - Respondeu Florcha.
Viu?
-Bom, mas vocês não deixam transparecer... são umas trapaceiras! –Martín.
Kkkkk.
Kkkkkkk.
As duas gatas deram risada.
- Você ainda não me respondeu. Não te incomoda tê-la assim apertada? - Florcha.
Se incomoda... e dói um pouquinho, mas não é nada.
Agustina e Florencia se olharam e sorriram. Elas se liam os pensamentos uma da outra.
-Quer tirar? Assim não dói... - Disse Agustina.
Martín ficou olhando pra ela.
Tá maluca? Vão ver minha pica!
-Se você diz que tá doendo... é porque tá muito apertadinha, você vai se machucar.
-Agustina.
Já te falei que não é nada... posso ficar assim.
Martín.
Tem certeza? Você tá com ele bem duro! Não quero que machuque seu pau por nossa culpa.
Tô bem, mana... sim, tá doendo um pouco, mas fica tranquila que não vai dar nada.
O pau já estava quase explodindo. Se não fosse o short estourar antes. Ficar conversando com as irmãs sobre essas coisas, mais a foda de roupa de alguns minutos atrás... ter ela tanto tempo apertada contra a calça estava começando a cobrar o preço, era uma dorzinha bem incômoda, mas cheia de prazer.
Entre Agustina e Florencia, que estavam com a combinação de álcool + excitação… estavam soltinhas.
Agu, lembra quando a gente era pequena e via ele pelado? A gente nem sabia o que era aquilo que ele tinha ali... hahaha! - disse Florcha rindo.
Siii... hahaha a gente tava perguntando pra mamãe por que ela tinha pau!! –Respondeu rindo a Agustina.
Vocês me viram pelado?!?!? Como???-Martín.
Sim... acho que quando você tomava banho... a mãe tirava sua roupa e te banhava, e nós ficávamos olhando curiosas!
Acabei de descobrir isso agora!
Hahaha... e parece que cresceu bastante, hein. - Disse Agustina.
Martín levou a mão lá para ajustar um pouco, já começava a sentir as consequências de tê-la tanto tempo em pé e apertada.
-Se te incomodar muito, tira ela... sério.
-Florcha.
Pra vocês é fácil! –Martín.
-Bom, mas você não vai ficar tanto tempo com isso doendo aí... você vai se machucar.
-Agustina.
-Mas eu fico com muita vergonha! –Martín.
- Vai ter verguenza da gente? Se a gente já viu ela quando você era pequenininho! –Florencia.
Isso... vai lá, não pode ter verguenza das suas irmãs. –Agustina.
- Cês têm certeza? Sei lá. - Disse Martín.
Vamos, queremos ver como cresceu, haha. –Florcha.
Dá pra ver que tá doendo, vai assim você mostra pra Flor também, que ela ainda nunca viu uma... vai ser a primeira vez que ela vê uma assim grandona e dura. Além disso, eu também quero ver a sua. – Disse Agustina.
Tá bom… vocês ganharam. –Martín.
O garoto deixou a lata de lado no chão, levou ambas as mãos ao short, pegou o elástico junto com a cueca por baixo e foi abaixando aos poucos.
As garotas observavam atentamente, sem perder um único detalhe do que acontecia ali embaixo. A primeira coisa que viram foi o púbis do irmãozinho com alguns pelinhos claros, e então começaram a ver o início do tronco do pau.
Martín continuou abaixando a peça de roupa até que seu membro quente ficou completamente exposto, à vista de ambas. Ele saltou como uma mola para fora. Ele abaixou o short mais um pouco, até também colocar os ovos para fora. Ali ele parou, deixando a calça abaixo das bolas. O pau duro ficou ao ar, ereto, apontando para o teto.
Agustina e Florencia estavam de olho no irmão mais novo. Ele estava com o pau bem duro, com o prepúcio cobrindo a cabeça, tampando ela.
Nossa… cresceu pra caramba, hein! –Disse Agustina, devorando ela com o olhar.
-Sério? Não sei… qual o tamanho dela? Tá boa? A do seu namorado é maior? - Perguntou Martín, com a preocupação lógica de todos os homens.
-Mmmm... não... acho que é mais ou menos do mesmo tamanho... está perfeita!! –Respondeu Agustina.
Ela era normal, tinha um tamanho padrão.
Florencia a olhava com devoção. Era a primeira pica que ela via e estava adorando. Puxou o lençol por cima para que ninguém visse e, disfarçadamente, começou a se tocar por cima da legging. Primeiro apalpou a região do clitóris, depois desceu com os dedos, percebendo como a legging estava úmida. Estava tão molhada que os fluidos já tinham atravessado a calcinha.
- E a Flor... o que você acha? Gostou? – Perguntou Agustina à sua irmã.
Sim. –Foi tudo que ela respondeu.
Mano, você tem coragem de puxar a pele pra mostrar a cabecinha? – Perguntou Agustina.
Beleza.
Martín colocou três dedos no seu pau e puxou o prepúcio para baixo como sua irmã pediu, deixando à mostra a cabeça vermelha, bem excitada e toda úmida de líquido pré-ejaculatório, bem visível porque estava brilhando.
Ver aquilo deixou Florencia ainda mais excitada... ela não parava de ficar molhada. Sua buceta continuava se lubrificando como nunca. Agustina também adorava e curtia tudo aquilo.
Martín estava com muito tesão, mas meio constrangido, as irmãs dele estavam olhando pra ele sem piscar!
Eu tô me sentindo um pouco assediado. Eu não posso ver vocês? - Martín.
- Hahaha! Hoje você só pegou num peito, não é o bastante? - Agustina.
Tem razão... mas...
Ah!!! E a calcinha molhada? Não pode reclamar de desigualdade, hein! Hahaha. - Disse Agustina rindo.
Kkkk… você me calou a boca, seu safado.
Se quiser, antes de ir dormir, fode a minha calcinha, pra você ver como sou apertadinha, hehe.
-Claro que quero!
- Flor, você vai dar pra ele? - Perguntou Agus para a irmã.
Sim… acho que é justo por ter mostrado o pau pra gente. Mas dessa vez vou molhar muito!
- Florcha.
Viu como a gente é gostosa?
Haha sim.. obrigada às duas.
- E quanto tempo você consegue deixar ela dura assim? – Perguntou Florencia, curiosa.
Bom… enquanto ele estiver excitado, vou deixar ele assim… quando a tesão passar, ele vai amolecer… ou depois de gozar.
Florencia continuou olhando para ela, vendo aquela cabecinha vermelha e úmida que lhe parecia deliciosa, com o resto do pau apontando para o teto.
-Parece que a Flor adorou seu pau, irmãozinho! - Disse Agustina.
-Sim, tá bem gostosa, boluda.
-Florcha.
Eu também gosto! Ela tá uma gostosa assim paradinha.
- Agustina.
Bom... vocês podem ver o quão excitado eu estou, mas eu não vejo vocês! Isso sim não é justo! –Disse o garoto.
- O que você quer ver? Nós também estamos excitadas!
- Agustina.
-Bom, quero que me provem como eu provei pra vocês!-Martín.
- Como assim? Quer que eu mostre a calcinha? Não sei como provar que estou molhada.
Sim! Agora estamos quites...
Agustina não pensou duas vezes. Sentou-se na cama, na beirada, e abriu um pouco as pernas. Levantou um pouco a saia para mostrar a virilha para o irmão.
Olha pra mim! Tá vendo como eu tô molhada?
- Agustina.
-Com certeza não estou vendo daqui. Posso ver mais de perto?
-Martín.
Vai.
O garoto se aproximou ainda mais, colocando o rosto quase entre as pernas da irmã mais velha. Ele observou o que parecia ser a calcinha fio dental molhada, mal dava pra notar, o que chamava atenção mesmo eram os lábios da buceta marcados na calcinha. De tão perto, ele foi invadido por um cheiro bem familiar.
Ah... espero que não te incomode o que vou dizer, mas o cheiro que você tem é uma delícia! - Disse o rapaz, sentindo o aroma que lhe era familiar.
Kkkk! É minha buceta excitada, cara…
Deixa eu cheirar ela mais de perto por um minuto?
-…Bom, se é o que você gosta… lambe a buceta… mas não vale tocar! –Agustina.
O cara não conseguia acreditar. Seu rosto estava a centímetros da buceta da Agustina… aquele cheiro tão característico vinha da sua virilha, coberta pela calcinha fio dental encharcada. Ele sentiu o cheiro de tesão dela até que a própria garota fechou as pernas na frente dele.
Gostou? – Perguntou Agustina.
Sim.
Vê como eu tô excitada? Mostra pra ele, Flor.
– Faço a mesma coisa? – Perguntou Florcha.
-Se você quiser... - respondeu Agustina, deitando-se novamente na cama.
Dessa vez, foi Florencia quem tirou o lençol e sentou na beirada da cama, abrindo levemente as pernas. Não baixou a legging.
Martín imediatamente se virou para o outro lado e se posicionou entre as pernas da Florcha. Olhou para ela pedindo permissão. A gata fez um gesto para ele ir em frente.
Ela moveu a cabeça até colocar o nariz perto da virilha. Começou a cheirar a buceta da outra irmã. Dessa vez o cheiro era mais forte, embora igualmente gostoso. Permaneceu assim enquanto o pau dava pulos de tão excitado que estava. Enquanto cheirava ela lá embaixo, Florencia olhava para o pau duro dele, e a cabeça vermelha toda molhada. Ela continuava escorrendo. Sentia que estava molhada até a bunda. Fazer aquilo era muito excitante. Após alguns segundos cheirando a buceta da Flor, a garota fechou as pernas para ela.
Eu também tenho um cheiro gostoso?
- Buceta.
Siiii.
Ambas riram. Florencia se deitou novamente, enquanto Martín também se recostou no puff, com o pau apontando para o teto mais do que nunca. As garotas não paravam de olhar para aquilo...
Depois de mais um tempo falando sobre outras coisas sem muita importância, já quando o amanhecer estava chegando, o sono bateu.
Bom… acho que vou dormir agora. –Disse Agustina, se cobrindo com o lençol.
Florcha já estava toda coberta. Martín permanecia no puff no meio das duas camas, ainda com o pau em pé de guerra.
Agustina enfiou a mão por baixo da saia e desceu a calcinha branca encharcada pelas coxas até os tornozelos, tirando-a. Como estava coberta pelo lençol, não dava para ver nada. Ela pegou a calcinha e mostrou para o garoto, rindo. Jogou-a para o irmão dele. Ele agarrou.
Seu presente, irmãozinho.
Valeu, Agu!
Florcha, ao ver isso, fez o mesmo. Por baixo do lençol, ela puxou a legging até tirá-la completamente, enquanto Martín e sua irmã observavam. Florencia desceu sua calcinha até os pés, removendo-a por completo. A cada movimento que fazia, notava o quanto estava molhada, toda encharcada. Ela a entregou para seu irmãozinho também.
De repente, Martín estava com a calcinha branca e molhada da sua irmã Agustina em uma mão, e na outra uma calcinha preta toda melada da sua outra irmã Florencia, e ele com o pau duro à vista de ambas.
Valeu, Flor.
De nada.
O cara primeiro arrumou a calcinha fio-dental dobrada da Agustina e cheirou ela, na região da buceta. Estava bem molhada e brilhante, com um cheiro forte. Ele adorou.
Passou pra outra. Abriu bem a calcinha preta e percebeu que essa estava diretamente muito molhada. Dava pra notar a cada toque com os dedos, que a Florencia devia ter se melado toda como uma cachorra. A parte de dentro estava toda cheia de mel até a parte mais fina da bunda, completamente encharcada. Será que ela não se mijou?
Senti o cheiro dela e era muito profundo e intoxicante... uma delícia.
Enquanto isso, as minas não perdiam um detalhe de como o irmão delas fazia.
Qual você prefere? – Perguntou brincando a Agustina.
- As duas!
Isso deixou o cara tarado a mil. Era demais, muita excitação. Ele tinha que se tocar na hora.
Agustina percebia o quão desesperado ele estava, dava pra ver de longe.
Bom, meninas... se não se importarem... vou... - Tentava explicar Martín, gesticulando com as roupas nas mãos.
- Não tem problema nenhum de você fazer aqui, irmãozinho. - Disse uma Agustina já muito excitada.
Aqui??!?! Sério mesmo??
Eu não tenho problema nenhum, assim é mais confortável pra você aí deitadinho. Pra você é um problema, Flor?
-Não… que faça aqui pra gente ver, tô curiosa.
-Florcha.
-Já ouviu ela, irmãozinho.
-Agustina.
Brincando, flertando e zoando na mesa da cozinha, as irmãs e o cara acabaram no quarto, os três puta excitados e com tesão. Naquela noite, o limite foi quebrado.
Martín levou uma mão ao seu pau, enquanto segurava agora com a outra ambas as peças de roupa. Ele a deslizou para cima e para baixo devagar duas ou três vezes, quando percebeu que estava ardendo.
Ela levou a mãozinha à boca e cuspiu um pouco de saliva. Voltou ao pau e o lambuzou com baba. Muito melhor. Agora sua mão deslizava perfeitamente no seu tronco duro e latejante há já um par de horas. Bendita juventude.
Enquanto começava a masturbação molhada, ele cheirou as duas peças de roupa juntas. O que o estimulava no cheiro de buceta de suas irmãs era inacreditável.
O cara pensava que suas irmãs estavam agora nuas debaixo do lençol, ambas com a buceta bem molhada e quente, vendo ele se masturbar com as calcinhas e cuecas delas encharcadas de lubrificação.
O bendido probleminha apareceu de novo. Naquelas condições impressionantes de tesão e putaria, era impossível segurar por muito tempo.
Florencia e Agustina observavam atentas e sem piscar enquanto o irmão mais novo fazia uma masturbação lenta, subindo até a glande inchada e gordinha, até a base, chegando a roçar os ovos. Agustina tinha os mamilos duros sob a camiseta, e a buceta toda inchada e viscosa, pronta para enfiar qualquer coisa. Florcha estava igual, mas encharcada, sentindo as coxas e os lençóis do colchão já molhados. Há um tempo era só uma sensação, mas agora já sentia de verdade ter a bunda molhada de fluidos também. Sem mencionar que sentia borboletas no estômago. Estavam fora de controle.
Martín continuou com seu trabalho. Ele se masturbava devagar para esticar o momento ao máximo. De vez em quando parava, e ficava cheirando a calcinha da Florcha, e às vezes o fio dental da Agus, enquanto batia uma punheta.
Ver ela cheirar sua própria calcinha molhada, a Florencia sentia a buceta pedindo aos berros uma apalpada. Discretamente debaixo do lençol, ela tocou o clitóris inchadíssimo que estava naquele momento. Percebeu os dedos molhados. Mais uma que, ao menor toque, ia ter um orgasmo.
O rapaz, como ato final, sentiu o cheiro de ambas bocetas aspirando as duas peças juntas, sentindo sua mão cheia de fluidos vaginais de suas irmãs, e já era hora. Assim que sentiu que ia gozar, levou ambas as peças até seu pau, para gozar em cima delas na frente de suas donas cheias de tesão.
Ele se masturbava agora a toda velocidade para que saísse a porra, enquanto tinha aquele tremendo orgasmo retido havia horas, depois de ter comido suas irmãs com roupa, de ter mostrado a pica pra elas, de ter cheirado a buceta diretamente da virilha delas, e com as calcinhas e cuecas que elas mesmas lhe deram.
O primeiro jato disparou direto na cama da Agustina, acertando a beirada de madeira. Os outros esguicharam na calcinha fio dental da irmã mais velha e na calcinha da Florencia. Suas bolas estavam descarregando porra, e mais porra, foi um orgasmo bem mais longo que o normal… que delícia! Quando parou de sair leite, Martín se limpou com as duas peças no pau todo, deixando ele completamente limpo. Saiu tanta porra que tanto a calcinha fio dental branca quanto a calcinha preta ficaram cheias de gozo quente.
O cara relaxou e mostrou os dois tecidos para as irmãs, um em cada mão, enquanto o pau dele ia ficando mole aos pouquinhos...
Entre as gatas excitadas e a porra que o moleque derramou, o cheiro de sexo naquele quarto era insuperável.
As duas gatas ficaram olhando atordoadas enquanto aquela rola quente jorrava tanto leite. Agustina esticou a mão para alcançar a do rapaz e agarrou seu fio-dental...
Imediatamente sentiu os dedos dele quentinhos por terem tocado a porra do irmão.
Olha só como você estava excitado! Você encharcou toda a minha calcinha com seu sêmen.
Florcha também esticou a mão e pegou sua calcinha preta, que agora parecia branca pela enorme quantidade de porra.
Ambas estavam tocando o sêmen quente recém-ejaculado do irmãozinho delas.
-Viu como ela tá gostosa, né? -Agustina.
Sim…
Gostosa.
- Você topa experimentar?
- Agustina.
- Sério?! Que nojo!
Experimenta antes que esfrie, Flor!
- Qual é o gosto? Experimenta primeiro!
Agustina olhou para a irmã para mostrar como se fazia. Passou um dedinho pela calcinha fio dental para pegar um pouco de sêmen e levou à boca, apertando o dedo com os lábios. Gostou do sabor, mas gostou ainda mais de sentir aquela quentura.
Ela tirou o dedo da boca e foi atrás de mais, para dar outra lambidinha.
-Tá uma delícia, gostosa, vai lá prova.-Agustina.
Beleza.
Florcha tentou fazer o mesmo. Enfiou um dos dedos na calcinha encharcada dos seus fluidos e do gozo do irmão. Pegou um pouco de sêmen e levou à boquinha. A primeira sensação foi de um gosto meio doce.
-Mm. Que estranho... tem um gosto muito estranho, meio doce, né?
-Florcha.
Sim… vai ser a coca-Bunda! Hahaha – Disse rindo a Agustina, enquanto dava outra provada, dessa vez pegando mais porra ainda quentinha da sua calcinha.
Florencia fazia o mesmo. Juntavam a porra com os dedinhos e colocavam na boca. Deram mais algumas provadinhas, até que o esperma foi esfriando. Depois, entregaram as roupas completamente sujas para o irmão levar à máquina de lavar.
Martín não conseguia acreditar no que tinha visto. Provar o porra dele? Como se tudo que já tinha acontecido não fosse suficiente… ainda tinha mais surpresas! Ver as irmãs enfiando os próprios dedos cobertos de porra e melado na boca quase deixou ele duro de novo!
Ela puxou o short e saiu do quarto, com as duas peças de roupa grudadas.
Até amanhã, meninas… e obrigado.
Até amanhã, irmãozinho… ah, e lembra: nem uma palavra pra NINGUÉM.
O cara acenou com a cabeça e saiu.
Ela foi até a lavanderia e jogou as roupas lá dentro. Tinha mais roupa suja, então ela ligou a máquina e fechou a porta.
Foi pro quarto dormir, já com os primeiros raios de sol da manhã surgindo.
As irmãs ficaram conversando sobre o que aconteceu, enquanto continuavam deitadas em suas camas.
Pô... será que a gente não exagerou um pouquinho? - Florcha.
Boluda... tô mais excitada do que nunca e você vem me perguntar isso? Kkkkk.
Hahaha… eu também… você não tem ideia de como minha buceta tá… me molhei demais! Tô manchando o lençol, me lembra amanhã de lavar.
Adorei o pau que ele tem. Deu uma vontade de enfiar na boca! –Agustina.
- E depois quando começou a masturbação? Não acredito como ficamos excitados!
Desculpa, mas eu preciso me tocar, irmãzinha.
Eu também, Agus.
Beleza, vamos fazer as duas juntas... mas sem fazer barulho!
Florencia e Agustina tiraram toda a roupa e se cobriram com o lençol. Começaram a se masturbar.
Agustina passou a mão pela região pubiana depilada, tocando o clitóris. Quase morreu de prazer. Continuou descendo, esfregando os lábios bem molhados. Enfiou dois dedos facilmente na buceta, tirando e metendo. Com a outra mão, chupou um dedo e o enfiou levemente no cu.
Florencia abriu bem as pernas, primeiro tocou o pubis peludo e depois a boceta. Apalpou como estavam os lábios, super inchados. Sentia o clitóris bem grandão e muito sensível. Estava com a buceta toda melada, deslizou um dedo um pouquinho pra dentro da xota, mas não queria forçar o hímen. Se contentou como sempre, curtindo o clitóris.
Enquanto as duas soltavam gemidinhos suaves, estavam prestes a chegar ao orgasmo.
- Já experimentou enfiar o dedo na buceta? - perguntou Agustina, entre suspiros ofegantes.
-…Não… ainda não, tá doendo um pouquinho.
- Safadinha.
-Mmmhhh… tenta enfiar na bunda.
-Agustina.
Florencia, enquanto mantinha uma mão no clitóris, com a outra buscou seu cu, levantou a bunda um pouco e enfiou a mão entre suas enormes nádegas. Não precisava de lubrificação porque ela estava encharcada de mel até o talo. Encontrou o buraquinho e tentou enfiar, entrou super fácil. Ela estremeceu na hora ao sentir meio dedo dentro do cu. Se masturbou mais no clitóris, com o dedinho enfiado na bunda e gozou. Se contorceu na cama toda, soltando gemidos baixos.
Ahhhhh mmmmmm….uhhh
Agustina ouviu a irmã e também gozou, esfregando o clitóris com dois dedos entrando e saindo da sua buceta.
Depois dos super-orgasmos… elas ficaram caladas e imóveis, esparramadas nas camas, de pernas abertas.
Uffff… irmãzinha! Acho que nunca tive um assim!-Agustina.
-Mmmhhh nem eu… foi demais!
-Florcha.
Como esse cara nos deixou assim, meu Deus...
Florencia tirou o dedo de dentro da bunda, enquanto se acariciava a buceta com a mão... assim até adormecer. Agustina apagou na hora.
Continua…
A melhor história que li na minha vida, caralho!eB
A melhor história que já li na minha vida, porra!
A melhor história que já li na minha vida, caralho!Muito obrigada pelos pontos e comentários!!!Todos os personagens são maiores de idade, para evitar mal-entendidos.
Capítulo IX:Ensinando e aprendendo
Depois de vê-la daquele jeito, o rapaz começou a se perguntar o que ia acontecer. Ficou meio nervoso e não conseguiu evitar que o pau fosse ficando duro aos poucos.
Florencia olhou para a irmã surpresa.
Agustina se posicionou assim em pé, inclinada apoiada na mesa com a bunda empinada. Virou a cabeça olhando nessa pose para o irmão atrás dela:
Agora vem pra perto de mim e enfia seu pau aqui – disse Agustina dando uma palmada na bunda por cima da saia.
Martín estremeceu. Já estava com as pulsações muito altas. Ele se aproximou dela por trás, olhando-a como se estivesse tentando obter uma permissão. Ela usava um short de tecido leve, o que fez sua ereção ficar cada vez mais evidente, até estar completamente dura, fazendo uma pressão enorme no short, totalmente visível para suas irmãs. Ele apoiou o volume de leve na saia dela, quase sem tocá-la.
Vai, não fica tímido, cara! Chega mais, cola em mim o máximo que puder.
A garota com um dos braços tocou o quadril do irmão, puxando-o para perto dela. Quando o volume enorme do rapaz se encaixou ainda mais na bunda da garota, pressionando por cima da saia. Martín se apoiou o máximo que pôde na irmã, com seu pau sob o short tocando a saia justa.
Boa! Assim. Opa! Você tá com ele durinho, safadinho! –Disse Agustina, sentindo o pau duro na bunda, enquanto começava a ficar molhada.
O cara não respondeu. Só apertou ela com mais força.
Tá me apoiando na bunda, irmãozinho, um pouco mais pra baixo tá a minha buceta. Tenta agachar um pouquinho mais e me apoiar ali, pode ser? - disse Agustina olhando por cima do ombro.
Martín obedeceu. Tentou flexionar levemente os joelhos para se abaixar um pouco e encontrar a buceta sob a saia da irmã mais velha, enquanto o pau latejava e dava pulinhos de excitação sob o tecido. Ele flexionou suavemente e a apoiou mais abaixo, desta vez já sob a saia, apoiando-a diretamente nas nádegas da raba.
Agustina se inclinou ainda mais, e com isso a saia subiu até a metade da bunda, deixando o volumezinho da buceta na calcinha fio dental à mostra entre suas pernas. A calcinha branca cobria a buceta no mínimo necessário, deixando à vista os lábios inchados bem marcados no tecido.
- Você consegue ver onde está minha buceta? Apoia ela aí pra mim. - Disse Agustina já totalmente de quatro, ainda em pé na beirada da mesa, mas 100% inclinada pra frente.
Martín conseguia ver onde ela tinha a buceta pela marca na calcinha, então ele apoiou toda a pica bem no meio da xota. Ele adorou sentir as pernas dela em contato com as coxas da irmã, e nem se fala quando sentiu o pau se apoiar entre os lábios vaginais de Agustina... era quentinho e delicioso, bem macio.
Isso… isso, irmãozinho, aí…
Agustina.
Florencia não conseguia acreditar no que via. Nunca imaginou que sua irmã faria aquilo de verdade. Ver tudo aquilo a deixou com tesão. Ela sentiu um calorzinho percorrer seu corpo ao ver o pau do irmão enfiando tudo na irmã.
Uma vez que Martín tinha o pau sob o short apoiado na buceta pelada da irmã, ele ficou parado assim esperando a próxima indicação.
Agora vamos ensinar a Florcha a dar. Vem cá, irmãzinha, pra você ver de perto. - Disse Agustina.
Florencia se levantou e, no movimento, sentiu a calcinha molhada. Sentou-se numa cadeira bem ao lado dos irmãos, para ver tudo a poucos centímetros.
Beleza, cara, agora quero que você se mova pra trás e pra frente como se estivesse me comendo, tá?
O rapaz balançou a cabeça positivamente. Já começava a suar um pouco, estava tremendamente excitado, com o pau bem grosso e a ponto de explodir, mas não podia se tocar. Ele se jogou para trás e voltou para frente, apoiando-o novamente na buceta. Estava adorando sentir o pau pressionando aquela parte tão sexy da irmã, além de senti-la bem macia a cada esfregada.
Ele continuou com esse ritmo, para frente e para trás, metendo nela com a roupa ainda vestida. Apoiou as duas mãos nos quadris da irmã para fazer melhor.
Agustina olhava Florcha de lado, com uma cara de excitada. Florencia observava como o pau do irmão parecia que ia rasgar o short de tão empinado que estava. Ver aquilo empurrando e saindo da virilha de Agustina estava esquentando muito ela, sentindo que já estava ficando bem molhada a bucetinha ao ver tudo aquilo.
Martín continuou metendo na irmã dele com apenas um short e uma calcinha fio dental no meio, enquanto Agustina falou com ele:
Você pode tocar nas minhas tetas, irmãozinho. Põe a mão em um peito.
A própria garota pegou a mão do rapaz que estava em sua cintura e a levou até seu seio direito. O rapaz apoiou toda a palma de sua mãozinha aberta sobre o peito da irmã por cima da camiseta. Ele sentia que era pesado, macio e firme, estava uma delícia!
Pode fazer assim, cara? Tenta acariciar minha teta enquanto continua me comendo. Tá vendo bem, Flor? - Perguntou Agus.
Sim.
Estavam ultrapassando os limites. Florencia, vendo tudo aquilo, estava tão molhada que precisava tocar o clitóris já, de qualquer jeito. Ela se segurava como podia.
Agustina, mesmo estando mais acostumada com sexo, sentia sua buceta ficando molhada e receber as pirocadas do irmãozinho a deixou muito quente e excitada. Ela também estava se molhando a cada segundo.
Martín não aguentava mais. Meter na Agustina, de quatro, na cozinha, com a Florcha olhando do lado, mesmo com roupa, estava deixando ele fervendo. Cada vez que ele encostava o pau na buceta dela, era um delírio de prazer. E mais agora, que ele estava acariciando como podia uma daquelas tetas enormes. Ele acariciava por cima da blusa justa, sentia que obviamente a irmã não estava usando sutiã. A cada carícia, ele conseguia sentir com a mão o mamilo da garota por baixo da blusa.
Se ela tocasse o pau com a mão, ele gozaria na hora.
E Flor, tá vendo? É assim que se fode. Quer experimentar um pouquinho? - perguntou Agustina.
Florcha não sabia o que dizer, ficou surpresa com a pergunta. Por um lado, ela gostava tanto do que estava vendo que queria dizer que sim, mas por outro, tentava manter a compostura e dizer que não.
-Não sei. –Florencia.
-Vai, fica assim como eu.
-Agustina.
A Florcha não pensou duas vezes e se levantou. Imitou a posição da irmã, ficando de quatro apoiando as mãos e os braços na mesa.
-É assim? - Perguntou Florencia.
Isso! Vai lá, mano, agora é a vez dela.
Martín tirou a mão que estava no peito da Agustina e se afastou dela. Ficou atrás da Florcha.
Florencia estava usando uma legging preta justa, estilo leggings mesmo. Dava pra ver todo o bumbum enorme que ela tinha marcado.
O cara adorou como aquele rabão apertado ficava na leggings. Agustina se levantou, ajustou a saia e sentou ao lado. Começou a dar as instruções para os irmãos:
-Bom, você já sabe mais ou menos como faz, né? - disse Agustina para Martín.
Sim.
Coloca as mãos nos quadris dela pra ficar mais confortável, e encosta o pau até achar a buceta.
Agustina observava como Martín, com aquela ereção enorme marcando o short, se aproximava da irmã e apoiava o pau bem no meio da bunda dela, por cima da leggings. Ela adorava ver o volume do irmão, mas queria ver o pau dele de verdade.
Florcha estremeceu ao sentir aquele pau duro pressionando contra sua bunda. A coitada já estava com a calcinha encharcada. Era a primeira vez que fazia uma coisa dessas com um garoto... e era seu irmãozinho mais novo!
O garoto se ajoelhou e tentou posicioná-la mais para baixo, procurando a área da buceta da irmã. Assim que apoiou seu pau excitado no corpo de Florencia, Agustina falou:
Aí está a buceta, Flor?
Um pouquinho mais pra baixo.
Martín se afastou só um pouquinho, desceu mais um pouco e apoiou de novo na leggings.
-Ahí.- confirmou Florcha.
Florencia sentiu o pau duro e empinado do irmão pressionando completamente sua buceta por baixo da legging.
Beleza, irmãozinho, agora pega ela do jeito que te ensinei.
Martín começou a se mexer como antes, indo e voltando lentamente sobre o corpo da irmã.
Florencia permanecia de olhos fechados, mordendo o lábio, enquanto sentia seu irmão metendo nela de quatro com a roupa ainda vestida. O rapaz começou a aumentar um pouco a velocidade.
Seu pau batia na buceta, enquanto seu púbis colidia contra a bunda de sua irmã. Estava sendo apoteótico.
Agustina não perdia um detalhe de nada, enquanto discretamente apertava as coxas para esfregar a buceta que já estava toda molhada.
A Florencia estava adorando como seu irmão a comia com a roupa vestida. Cada vez que sentia o pau duro e empinado do garoto bater contra sua buceta, isso lhe causava um prazer imenso. Ela tinha a ppk excitada, quente e encharcada. A pobre calcinha não dava conta de absorver os fluidos de tanta excitação que essa boceta virgem emanava. Já estava começando a molhar a leggings.
O pau do Martín estava começando a doer, ele estava muito, muito duro, e por não conseguir tirar do shorts, estava apertando demais.
Depois de mais alguns movimentos, em uma daquelas enfiadas mais fortes na sua irmã, Martín sentiu que ia gozar, estava quase lá. Parou imediatamente. Afastou-se um pouco da Florcha e ficou parado.
- Aconteceu alguma coisa? - Perguntou Agustina.
Desculpa, é que… se eu continuasse… eu ia gozar.
Martín.
Ahhh, tudo bem, não se preocupe. Você está muito gostosa? -Agustina.
Sim, muito. Quase não aguento mais.
Tá na cara!
Disse Agustina, olhando diretamente para o volume no short dele.
Florencia continuava na mesma posição, de olhos fechados e com uma expressão de excitação no rosto, esperando ansiosamente por mais carícias na sua buceta.
– Então, irmãozinho, mete um pouco mais e quando você sentir que vai gozar, para, assim a gente termina. – ordenou Agustina.
Ele apoiou de novo o pau duro na buceta da irmã dela. Apertou, sentindo toda a bunda gorda da Florcha naquela legging justa, fez isso três vezes, quando sentiu que ia gozar de novo. Se afastou imediatamente mais uma vez.
- Não aguento mais.
Tá. Você mandou muito bem, cara... agora descansa.
Martín pegou uma das cadeiras e se sentou, tentando baixar a fogueira pra que o pau parasse de doer debaixo do short, ele estava extasiado.
Florencia se levantou, arrumou o cabelo e se sentou novamente em uma das cadeiras, já completamente encharcada entre as pernas. Ela não lembrava de estar tão molhada. Achou que tinha se mijado.
Com os três já sentados à mesa, Agustina foi a primeira a falar:
Bom, irmãzinha… já te ensinei a foder! – disse Agustina sorrindo.
Pô… e eu ainda tava zoando quando te contei! –Florcha.
Eu sou uma boa professora no final das contas? Hahahaha.
Kkkk sim...
-E…? Você gostou de transar? -Pergunta Agustina.
-...É... foi bom.
-Florcha.
Quando te enfiarem de verdade vai ser mil vezes melhor. Tá excitada, Flor? - perguntou Agustina à irmã.
-Sim. - Respondeu Florcha.
Muito ou pouco?
Acho que muito.
-Molhou a calcinha? -Agus perguntou de novo.
Sim, mal boluda. E você? -Florencia.
Eu também estou um pouco molhada.
Disse Agustina olhando para a própria virilha.
Martín ouvia tudo aquilo e estava doido, continuava com o pau duro.
- E aí, irmãozinho? Curtiu? - perguntou Agus.
-Siiim.
-Martín.
Florencia bocejou.
Tô com um pouquinho de sono... vamos conversar mais um cadinho no quarto?
- Florcha.
Vai... eu também já tô com soninho.
Agustina.
Martín se levantou e abriu a geladeira... deu uma olhada no que tinha pra beber e pegou uma lata gelada de Coca-Booty. A noite de primavera estava quente demais...
As duas irmãs se levantaram e foram até o quarto. Disseram para o garoto entrar também. Fecharam a porta e Martín ofereceu a lata de refrigerante. Primeiro Agustina tomou um gole, tirou as botas e deitou na sua cama, depois Florcha bebeu um gole da lata e também se deitou na sua própria cama. Martín arrumou um puff rosa que estava ali e se recostou nele, no meio das duas camas.
As duas garotas olhavam pra ele e ele ainda tinha o pacote inchado, sinal de que o pau continuava paradão. Não tanto quanto antes, mas ainda estava excitado e dava pra notar.
Deus, não pode estar tão quente assim! – disse Agustina, jogando o cobertor da cama no chão.
Enquanto Agustina lutava com os pés tentando jogar o cobertor no chão, com aqueles movimentos de pernas, Martín olhava suas coxas, tentando ver a calcinha fio dental por baixo da saia. Conseguiu ver um pouquinho lá embaixo… a pica dele ficou dura como uma pedra de novo.
Florencia estava olhando bem na direção, e viu como o pau do irmão ficava cada vez mais duro dentro do short, levantando cada vez mais a calça... ela adorou. Sentiu um formigamento na buceta. A curiosidade foi mais forte.
Como será que ela se sente? Não incomoda ter ela tão apertada assim?" Pensava Florencia.
-Não tá doendo? –Florcha perguntou ao irmão, olhando pro pau dele.
Martín e Agustina olharam para a irmã, tentando descobrir com quem ela estava falando. Agustina percebeu que ela estava falando com o irmão e, depois de jogar o cobertor no chão, ela também olhou para o volume na calça dele.
Martín percebeu que ela estava falando com ele, mas não fazia ideia do que ela estava falando, estava todo babão tentando ver a calcinha fio dental da outra irmã.
- O que foi? – Perguntou o cara.
Seu pau. Não te incomoda deixar ele assim? - perguntou novamente uma curiosa Florencia.
Martín percebeu na hora que estava com o pau super duro e ereto, bem empinado no short, e largou a latinha no chão, levando as duas mãos para aquela região para tampar a ereção.
-Desculpa... é que... -disse o garoto envergonhado.
- O que você tá fazendo? Não se cobre! – Disse Agustina rindo.
– Você tá com vergonha? – perguntou Florencia.
Sim !!!
-Não seja bobo… somos suas irmãs, não precisa ter vergonha. - Disse Agustina.
-Mas…- Martín tentou falar algo, quando foi interrompido por Flor.
-Vai lá, não vai ter verguenza das suas irmãzinhas não. - Disse Florcha.
-Queremos ver como você tem ela... mostra pra gente, não seja ruim. - Disse Agustina excitada, tentando convencê-lo.
Martín se convenceu e tirou as mãos do seu pacote, que ficou novamente à vista das suas irmãs.
Agustina e Florcha ficaram olhando fixamente e com atenção, ambas ficaram muito embasbacadas vendo o volume apertado e saliente na calça do irmão.
-Parece que você curtiu muito transar, hahaha. Não desce mesmo! –Disse rindo a Agustina.
- Ah… não zoa! Eu me cubro de novo… –Martín.
-Nããão, tava zoando, mano. Eu também gostei, tô toda molhada. A Flor também. Ou será que você ainda tá excitada também, Flor? – perguntou Agustina.
- Sim. - Respondeu Florcha.
Viu?
-Bom, mas vocês não deixam transparecer... são umas trapaceiras! –Martín.
Kkkkk.
Kkkkkkk.
As duas gatas deram risada.
- Você ainda não me respondeu. Não te incomoda tê-la assim apertada? - Florcha.
Se incomoda... e dói um pouquinho, mas não é nada.
Agustina e Florencia se olharam e sorriram. Elas se liam os pensamentos uma da outra.
-Quer tirar? Assim não dói... - Disse Agustina.
Martín ficou olhando pra ela.
Tá maluca? Vão ver minha pica!
-Se você diz que tá doendo... é porque tá muito apertadinha, você vai se machucar.
-Agustina.
Já te falei que não é nada... posso ficar assim.
Martín.
Tem certeza? Você tá com ele bem duro! Não quero que machuque seu pau por nossa culpa.
Tô bem, mana... sim, tá doendo um pouco, mas fica tranquila que não vai dar nada.
O pau já estava quase explodindo. Se não fosse o short estourar antes. Ficar conversando com as irmãs sobre essas coisas, mais a foda de roupa de alguns minutos atrás... ter ela tanto tempo apertada contra a calça estava começando a cobrar o preço, era uma dorzinha bem incômoda, mas cheia de prazer.
Entre Agustina e Florencia, que estavam com a combinação de álcool + excitação… estavam soltinhas.
Agu, lembra quando a gente era pequena e via ele pelado? A gente nem sabia o que era aquilo que ele tinha ali... hahaha! - disse Florcha rindo.
Siii... hahaha a gente tava perguntando pra mamãe por que ela tinha pau!! –Respondeu rindo a Agustina.
Vocês me viram pelado?!?!? Como???-Martín.
Sim... acho que quando você tomava banho... a mãe tirava sua roupa e te banhava, e nós ficávamos olhando curiosas!
Acabei de descobrir isso agora!
Hahaha... e parece que cresceu bastante, hein. - Disse Agustina.
Martín levou a mão lá para ajustar um pouco, já começava a sentir as consequências de tê-la tanto tempo em pé e apertada.
-Se te incomodar muito, tira ela... sério.
-Florcha.
Pra vocês é fácil! –Martín.
-Bom, mas você não vai ficar tanto tempo com isso doendo aí... você vai se machucar.
-Agustina.
-Mas eu fico com muita vergonha! –Martín.
- Vai ter verguenza da gente? Se a gente já viu ela quando você era pequenininho! –Florencia.
Isso... vai lá, não pode ter verguenza das suas irmãs. –Agustina.
- Cês têm certeza? Sei lá. - Disse Martín.
Vamos, queremos ver como cresceu, haha. –Florcha.
Dá pra ver que tá doendo, vai assim você mostra pra Flor também, que ela ainda nunca viu uma... vai ser a primeira vez que ela vê uma assim grandona e dura. Além disso, eu também quero ver a sua. – Disse Agustina.
Tá bom… vocês ganharam. –Martín.
O garoto deixou a lata de lado no chão, levou ambas as mãos ao short, pegou o elástico junto com a cueca por baixo e foi abaixando aos poucos.
As garotas observavam atentamente, sem perder um único detalhe do que acontecia ali embaixo. A primeira coisa que viram foi o púbis do irmãozinho com alguns pelinhos claros, e então começaram a ver o início do tronco do pau.
Martín continuou abaixando a peça de roupa até que seu membro quente ficou completamente exposto, à vista de ambas. Ele saltou como uma mola para fora. Ele abaixou o short mais um pouco, até também colocar os ovos para fora. Ali ele parou, deixando a calça abaixo das bolas. O pau duro ficou ao ar, ereto, apontando para o teto.
Agustina e Florencia estavam de olho no irmão mais novo. Ele estava com o pau bem duro, com o prepúcio cobrindo a cabeça, tampando ela.
Nossa… cresceu pra caramba, hein! –Disse Agustina, devorando ela com o olhar.
-Sério? Não sei… qual o tamanho dela? Tá boa? A do seu namorado é maior? - Perguntou Martín, com a preocupação lógica de todos os homens.
-Mmmm... não... acho que é mais ou menos do mesmo tamanho... está perfeita!! –Respondeu Agustina.
Ela era normal, tinha um tamanho padrão.
Florencia a olhava com devoção. Era a primeira pica que ela via e estava adorando. Puxou o lençol por cima para que ninguém visse e, disfarçadamente, começou a se tocar por cima da legging. Primeiro apalpou a região do clitóris, depois desceu com os dedos, percebendo como a legging estava úmida. Estava tão molhada que os fluidos já tinham atravessado a calcinha.
- E a Flor... o que você acha? Gostou? – Perguntou Agustina à sua irmã.
Sim. –Foi tudo que ela respondeu.
Mano, você tem coragem de puxar a pele pra mostrar a cabecinha? – Perguntou Agustina.
Beleza.
Martín colocou três dedos no seu pau e puxou o prepúcio para baixo como sua irmã pediu, deixando à mostra a cabeça vermelha, bem excitada e toda úmida de líquido pré-ejaculatório, bem visível porque estava brilhando.
Ver aquilo deixou Florencia ainda mais excitada... ela não parava de ficar molhada. Sua buceta continuava se lubrificando como nunca. Agustina também adorava e curtia tudo aquilo.
Martín estava com muito tesão, mas meio constrangido, as irmãs dele estavam olhando pra ele sem piscar!
Eu tô me sentindo um pouco assediado. Eu não posso ver vocês? - Martín.
- Hahaha! Hoje você só pegou num peito, não é o bastante? - Agustina.
Tem razão... mas...
Ah!!! E a calcinha molhada? Não pode reclamar de desigualdade, hein! Hahaha. - Disse Agustina rindo.
Kkkk… você me calou a boca, seu safado.
Se quiser, antes de ir dormir, fode a minha calcinha, pra você ver como sou apertadinha, hehe.
-Claro que quero!
- Flor, você vai dar pra ele? - Perguntou Agus para a irmã.
Sim… acho que é justo por ter mostrado o pau pra gente. Mas dessa vez vou molhar muito!
- Florcha.
Viu como a gente é gostosa?
Haha sim.. obrigada às duas.
- E quanto tempo você consegue deixar ela dura assim? – Perguntou Florencia, curiosa.
Bom… enquanto ele estiver excitado, vou deixar ele assim… quando a tesão passar, ele vai amolecer… ou depois de gozar.
Florencia continuou olhando para ela, vendo aquela cabecinha vermelha e úmida que lhe parecia deliciosa, com o resto do pau apontando para o teto.
-Parece que a Flor adorou seu pau, irmãozinho! - Disse Agustina.
-Sim, tá bem gostosa, boluda.
-Florcha.
Eu também gosto! Ela tá uma gostosa assim paradinha.
- Agustina.
Bom... vocês podem ver o quão excitado eu estou, mas eu não vejo vocês! Isso sim não é justo! –Disse o garoto.
- O que você quer ver? Nós também estamos excitadas!
- Agustina.
-Bom, quero que me provem como eu provei pra vocês!-Martín.
- Como assim? Quer que eu mostre a calcinha? Não sei como provar que estou molhada.
Sim! Agora estamos quites...
Agustina não pensou duas vezes. Sentou-se na cama, na beirada, e abriu um pouco as pernas. Levantou um pouco a saia para mostrar a virilha para o irmão.
Olha pra mim! Tá vendo como eu tô molhada?
- Agustina.
-Com certeza não estou vendo daqui. Posso ver mais de perto?
-Martín.
Vai.
O garoto se aproximou ainda mais, colocando o rosto quase entre as pernas da irmã mais velha. Ele observou o que parecia ser a calcinha fio dental molhada, mal dava pra notar, o que chamava atenção mesmo eram os lábios da buceta marcados na calcinha. De tão perto, ele foi invadido por um cheiro bem familiar.
Ah... espero que não te incomode o que vou dizer, mas o cheiro que você tem é uma delícia! - Disse o rapaz, sentindo o aroma que lhe era familiar.
Kkkk! É minha buceta excitada, cara…
Deixa eu cheirar ela mais de perto por um minuto?
-…Bom, se é o que você gosta… lambe a buceta… mas não vale tocar! –Agustina.
O cara não conseguia acreditar. Seu rosto estava a centímetros da buceta da Agustina… aquele cheiro tão característico vinha da sua virilha, coberta pela calcinha fio dental encharcada. Ele sentiu o cheiro de tesão dela até que a própria garota fechou as pernas na frente dele.
Gostou? – Perguntou Agustina.
Sim.
Vê como eu tô excitada? Mostra pra ele, Flor.
– Faço a mesma coisa? – Perguntou Florcha.
-Se você quiser... - respondeu Agustina, deitando-se novamente na cama.
Dessa vez, foi Florencia quem tirou o lençol e sentou na beirada da cama, abrindo levemente as pernas. Não baixou a legging.
Martín imediatamente se virou para o outro lado e se posicionou entre as pernas da Florcha. Olhou para ela pedindo permissão. A gata fez um gesto para ele ir em frente.
Ela moveu a cabeça até colocar o nariz perto da virilha. Começou a cheirar a buceta da outra irmã. Dessa vez o cheiro era mais forte, embora igualmente gostoso. Permaneceu assim enquanto o pau dava pulos de tão excitado que estava. Enquanto cheirava ela lá embaixo, Florencia olhava para o pau duro dele, e a cabeça vermelha toda molhada. Ela continuava escorrendo. Sentia que estava molhada até a bunda. Fazer aquilo era muito excitante. Após alguns segundos cheirando a buceta da Flor, a garota fechou as pernas para ela.
Eu também tenho um cheiro gostoso?
- Buceta.
Siiii.
Ambas riram. Florencia se deitou novamente, enquanto Martín também se recostou no puff, com o pau apontando para o teto mais do que nunca. As garotas não paravam de olhar para aquilo...
Depois de mais um tempo falando sobre outras coisas sem muita importância, já quando o amanhecer estava chegando, o sono bateu.
Bom… acho que vou dormir agora. –Disse Agustina, se cobrindo com o lençol.
Florcha já estava toda coberta. Martín permanecia no puff no meio das duas camas, ainda com o pau em pé de guerra.
Agustina enfiou a mão por baixo da saia e desceu a calcinha branca encharcada pelas coxas até os tornozelos, tirando-a. Como estava coberta pelo lençol, não dava para ver nada. Ela pegou a calcinha e mostrou para o garoto, rindo. Jogou-a para o irmão dele. Ele agarrou.
Seu presente, irmãozinho.
Valeu, Agu!
Florcha, ao ver isso, fez o mesmo. Por baixo do lençol, ela puxou a legging até tirá-la completamente, enquanto Martín e sua irmã observavam. Florencia desceu sua calcinha até os pés, removendo-a por completo. A cada movimento que fazia, notava o quanto estava molhada, toda encharcada. Ela a entregou para seu irmãozinho também.
De repente, Martín estava com a calcinha branca e molhada da sua irmã Agustina em uma mão, e na outra uma calcinha preta toda melada da sua outra irmã Florencia, e ele com o pau duro à vista de ambas.
Valeu, Flor.
De nada.
O cara primeiro arrumou a calcinha fio-dental dobrada da Agustina e cheirou ela, na região da buceta. Estava bem molhada e brilhante, com um cheiro forte. Ele adorou.
Passou pra outra. Abriu bem a calcinha preta e percebeu que essa estava diretamente muito molhada. Dava pra notar a cada toque com os dedos, que a Florencia devia ter se melado toda como uma cachorra. A parte de dentro estava toda cheia de mel até a parte mais fina da bunda, completamente encharcada. Será que ela não se mijou?
Senti o cheiro dela e era muito profundo e intoxicante... uma delícia.
Enquanto isso, as minas não perdiam um detalhe de como o irmão delas fazia.
Qual você prefere? – Perguntou brincando a Agustina.
- As duas!
Isso deixou o cara tarado a mil. Era demais, muita excitação. Ele tinha que se tocar na hora.
Agustina percebia o quão desesperado ele estava, dava pra ver de longe.
Bom, meninas... se não se importarem... vou... - Tentava explicar Martín, gesticulando com as roupas nas mãos.
- Não tem problema nenhum de você fazer aqui, irmãozinho. - Disse uma Agustina já muito excitada.
Aqui??!?! Sério mesmo??
Eu não tenho problema nenhum, assim é mais confortável pra você aí deitadinho. Pra você é um problema, Flor?
-Não… que faça aqui pra gente ver, tô curiosa.
-Florcha.
-Já ouviu ela, irmãozinho.
-Agustina.
Brincando, flertando e zoando na mesa da cozinha, as irmãs e o cara acabaram no quarto, os três puta excitados e com tesão. Naquela noite, o limite foi quebrado.
Martín levou uma mão ao seu pau, enquanto segurava agora com a outra ambas as peças de roupa. Ele a deslizou para cima e para baixo devagar duas ou três vezes, quando percebeu que estava ardendo.
Ela levou a mãozinha à boca e cuspiu um pouco de saliva. Voltou ao pau e o lambuzou com baba. Muito melhor. Agora sua mão deslizava perfeitamente no seu tronco duro e latejante há já um par de horas. Bendita juventude.
Enquanto começava a masturbação molhada, ele cheirou as duas peças de roupa juntas. O que o estimulava no cheiro de buceta de suas irmãs era inacreditável.
O cara pensava que suas irmãs estavam agora nuas debaixo do lençol, ambas com a buceta bem molhada e quente, vendo ele se masturbar com as calcinhas e cuecas delas encharcadas de lubrificação.
O bendido probleminha apareceu de novo. Naquelas condições impressionantes de tesão e putaria, era impossível segurar por muito tempo.
Florencia e Agustina observavam atentas e sem piscar enquanto o irmão mais novo fazia uma masturbação lenta, subindo até a glande inchada e gordinha, até a base, chegando a roçar os ovos. Agustina tinha os mamilos duros sob a camiseta, e a buceta toda inchada e viscosa, pronta para enfiar qualquer coisa. Florcha estava igual, mas encharcada, sentindo as coxas e os lençóis do colchão já molhados. Há um tempo era só uma sensação, mas agora já sentia de verdade ter a bunda molhada de fluidos também. Sem mencionar que sentia borboletas no estômago. Estavam fora de controle.
Martín continuou com seu trabalho. Ele se masturbava devagar para esticar o momento ao máximo. De vez em quando parava, e ficava cheirando a calcinha da Florcha, e às vezes o fio dental da Agus, enquanto batia uma punheta.
Ver ela cheirar sua própria calcinha molhada, a Florencia sentia a buceta pedindo aos berros uma apalpada. Discretamente debaixo do lençol, ela tocou o clitóris inchadíssimo que estava naquele momento. Percebeu os dedos molhados. Mais uma que, ao menor toque, ia ter um orgasmo.
O rapaz, como ato final, sentiu o cheiro de ambas bocetas aspirando as duas peças juntas, sentindo sua mão cheia de fluidos vaginais de suas irmãs, e já era hora. Assim que sentiu que ia gozar, levou ambas as peças até seu pau, para gozar em cima delas na frente de suas donas cheias de tesão.
Ele se masturbava agora a toda velocidade para que saísse a porra, enquanto tinha aquele tremendo orgasmo retido havia horas, depois de ter comido suas irmãs com roupa, de ter mostrado a pica pra elas, de ter cheirado a buceta diretamente da virilha delas, e com as calcinhas e cuecas que elas mesmas lhe deram.
O primeiro jato disparou direto na cama da Agustina, acertando a beirada de madeira. Os outros esguicharam na calcinha fio dental da irmã mais velha e na calcinha da Florencia. Suas bolas estavam descarregando porra, e mais porra, foi um orgasmo bem mais longo que o normal… que delícia! Quando parou de sair leite, Martín se limpou com as duas peças no pau todo, deixando ele completamente limpo. Saiu tanta porra que tanto a calcinha fio dental branca quanto a calcinha preta ficaram cheias de gozo quente.
O cara relaxou e mostrou os dois tecidos para as irmãs, um em cada mão, enquanto o pau dele ia ficando mole aos pouquinhos...
Entre as gatas excitadas e a porra que o moleque derramou, o cheiro de sexo naquele quarto era insuperável.
As duas gatas ficaram olhando atordoadas enquanto aquela rola quente jorrava tanto leite. Agustina esticou a mão para alcançar a do rapaz e agarrou seu fio-dental...
Imediatamente sentiu os dedos dele quentinhos por terem tocado a porra do irmão.
Olha só como você estava excitado! Você encharcou toda a minha calcinha com seu sêmen.
Florcha também esticou a mão e pegou sua calcinha preta, que agora parecia branca pela enorme quantidade de porra.
Ambas estavam tocando o sêmen quente recém-ejaculado do irmãozinho delas.
-Viu como ela tá gostosa, né? -Agustina.
Sim…
Gostosa.
- Você topa experimentar?
- Agustina.
- Sério?! Que nojo!
Experimenta antes que esfrie, Flor!
- Qual é o gosto? Experimenta primeiro!
Agustina olhou para a irmã para mostrar como se fazia. Passou um dedinho pela calcinha fio dental para pegar um pouco de sêmen e levou à boca, apertando o dedo com os lábios. Gostou do sabor, mas gostou ainda mais de sentir aquela quentura.
Ela tirou o dedo da boca e foi atrás de mais, para dar outra lambidinha.
-Tá uma delícia, gostosa, vai lá prova.-Agustina.
Beleza.
Florcha tentou fazer o mesmo. Enfiou um dos dedos na calcinha encharcada dos seus fluidos e do gozo do irmão. Pegou um pouco de sêmen e levou à boquinha. A primeira sensação foi de um gosto meio doce.
-Mm. Que estranho... tem um gosto muito estranho, meio doce, né?
-Florcha.
Sim… vai ser a coca-Bunda! Hahaha – Disse rindo a Agustina, enquanto dava outra provada, dessa vez pegando mais porra ainda quentinha da sua calcinha.
Florencia fazia o mesmo. Juntavam a porra com os dedinhos e colocavam na boca. Deram mais algumas provadinhas, até que o esperma foi esfriando. Depois, entregaram as roupas completamente sujas para o irmão levar à máquina de lavar.
Martín não conseguia acreditar no que tinha visto. Provar o porra dele? Como se tudo que já tinha acontecido não fosse suficiente… ainda tinha mais surpresas! Ver as irmãs enfiando os próprios dedos cobertos de porra e melado na boca quase deixou ele duro de novo!
Ela puxou o short e saiu do quarto, com as duas peças de roupa grudadas.
Até amanhã, meninas… e obrigado.
Até amanhã, irmãozinho… ah, e lembra: nem uma palavra pra NINGUÉM.
O cara acenou com a cabeça e saiu.
Ela foi até a lavanderia e jogou as roupas lá dentro. Tinha mais roupa suja, então ela ligou a máquina e fechou a porta.
Foi pro quarto dormir, já com os primeiros raios de sol da manhã surgindo.
As irmãs ficaram conversando sobre o que aconteceu, enquanto continuavam deitadas em suas camas.
Pô... será que a gente não exagerou um pouquinho? - Florcha.
Boluda... tô mais excitada do que nunca e você vem me perguntar isso? Kkkkk.
Hahaha… eu também… você não tem ideia de como minha buceta tá… me molhei demais! Tô manchando o lençol, me lembra amanhã de lavar.
Adorei o pau que ele tem. Deu uma vontade de enfiar na boca! –Agustina.
- E depois quando começou a masturbação? Não acredito como ficamos excitados!
Desculpa, mas eu preciso me tocar, irmãzinha.
Eu também, Agus.
Beleza, vamos fazer as duas juntas... mas sem fazer barulho!
Florencia e Agustina tiraram toda a roupa e se cobriram com o lençol. Começaram a se masturbar.
Agustina passou a mão pela região pubiana depilada, tocando o clitóris. Quase morreu de prazer. Continuou descendo, esfregando os lábios bem molhados. Enfiou dois dedos facilmente na buceta, tirando e metendo. Com a outra mão, chupou um dedo e o enfiou levemente no cu.
Florencia abriu bem as pernas, primeiro tocou o pubis peludo e depois a boceta. Apalpou como estavam os lábios, super inchados. Sentia o clitóris bem grandão e muito sensível. Estava com a buceta toda melada, deslizou um dedo um pouquinho pra dentro da xota, mas não queria forçar o hímen. Se contentou como sempre, curtindo o clitóris.
Enquanto as duas soltavam gemidinhos suaves, estavam prestes a chegar ao orgasmo.
- Já experimentou enfiar o dedo na buceta? - perguntou Agustina, entre suspiros ofegantes.
-…Não… ainda não, tá doendo um pouquinho.
- Safadinha.
-Mmmhhh… tenta enfiar na bunda.
-Agustina.
Florencia, enquanto mantinha uma mão no clitóris, com a outra buscou seu cu, levantou a bunda um pouco e enfiou a mão entre suas enormes nádegas. Não precisava de lubrificação porque ela estava encharcada de mel até o talo. Encontrou o buraquinho e tentou enfiar, entrou super fácil. Ela estremeceu na hora ao sentir meio dedo dentro do cu. Se masturbou mais no clitóris, com o dedinho enfiado na bunda e gozou. Se contorceu na cama toda, soltando gemidos baixos.
Ahhhhh mmmmmm….uhhh
Agustina ouviu a irmã e também gozou, esfregando o clitóris com dois dedos entrando e saindo da sua buceta.
Depois dos super-orgasmos… elas ficaram caladas e imóveis, esparramadas nas camas, de pernas abertas.
Uffff… irmãzinha! Acho que nunca tive um assim!-Agustina.
-Mmmhhh nem eu… foi demais!
-Florcha.
Como esse cara nos deixou assim, meu Deus...
Florencia tirou o dedo de dentro da bunda, enquanto se acariciava a buceta com a mão... assim até adormecer. Agustina apagou na hora.
Continua…
1 comentários - El mejor relato que lei en mi vida V