Minha cunhada foi a primeira a acordar e me acordou, me dando beijinhos carinhosos por todo o rosto. Amo esses mimos! Fiquei um tempinho de olhos fechados pra continuar curtindo os carinhos da minha cunhada. Quando abri os olhos, sorri pra ela e beijei ela na boca. Ela enfiou a língua na minha boca e, aos poucos, nosso beijo virou pura paixão. Minhas mãos percorreram o corpo dela, incluindo a buceta, e minha cunhada me acariciava do mesmo jeito. Soltei um suspiro bem alto.
— O que foi, meu amor? — ela disse com voz carinhosa.
— Desde que tô com você, todo dia acordo com o coração cheio de love, se é que isso é possível.
— Tem que ser, porque comigo acontece a mesma coisa. Sabe o que é mais curioso?
— Não, me fala.
— Tem dias que, quando coloco o consolo, te amo como se eu fosse um cara. Porra, até já desejei te engravidar quando te como!
— Nós duas sabemos que isso não é possível. Mas continua. Me come como se fosse.
— Bendito seja o love! E bendita seja você por deixar eu te amar.
— Tonta! Não fala essas coisas que me emociono — me senti tão lisonjeada, tão apaixonada, que não consegui evitar que os olhos se enchessem de lágrimas.
— Não chora, amor — Ela me abraçou contra o peito e me beijou na testa.
— Choro de felicidade.
— Coitadinha da minha menina! Toma peitinho, meu bem — minha cunhada encostou um mamilo na minha boca e eu chupei como se fosse um bebê. A pena é que não deu pra gente se distrair muito, porque ao meio-dia meu marido ia chegar com a Julia.
Queríamos aproveitar ao máximo o tempo que ficássemos sozinhas. Então, depois de nos lavarmos, descemos peladas pra tomar café. Conforme nos aproximávamos da cozinha, o cheiro delicioso de café fresquinho nos envolveu.
— Sabia! — disse meu filho ao nos ver peladas igual a ele.
— Temos que aproveitar até meu irmão e a Julia chegarem.
— E vamos ter que andar vestidos pela casa? — ele disse com pena.
— Depende de como a Julia for, meu amor — falei acariciando os ovos dele — A gente tem que ter certeza se adapta ao nosso jeito de ser.
— Pô, que saco, caralho — reclamou meu filho, mas não parou de mexer na minha buceta.
— Bom, mas por enquanto, a gente pode aproveitar e já sei como — disse minha cunhada me estendendo uma xícara de café.
— Fala aí, o que essa sua cabecinha inventou?
— Então, por enquanto — ela se ajoelhou na frente do meu filho —, tô afim de molhar dois bolão no café — Pegou o saco do sobrinho e mergulhou na xícara.
— Pois eu tô afim de molhar uma piroca bem grossa — Sentei do lado dele e enfiei a rola dentro da minha xícara. Tirei ela pingando café e levei à boca. Tinha um gosto delicioso. Minha cunhada fez o mesmo com as bolas do sobrinho, mas como são muito grandes e não cabiam de uma vez na boca, teve que enfiar uma por uma.
— Vocês são as putas mais gostosas que já conheci — disse meu filho, encantado e se divertindo.
— E que você vai conhecer, sobrinho, pode ter certeza.
— Você vai ter que fazer da sua mulher uma puta, e mesmo assim, acho que ela não vai fazer as coisas que a gente faz — falei.
— Isso é certeza — querem leite no café? — ele perguntou.
— Sim — respondemos as duas ao mesmo tempo. — Mas bate uma sozinho, que nunca vi como você se masturba — falei.
Minha cunhada apoiou, e mesmo relutante, meu filho abriu as pernas e começou a se masturbar na nossa frente. Era um espetáculo maravilhoso de ver. Principalmente como as bolas dele balançavam enquanto ele batia uma. Pra ajudar ele a ficar mais tesudo, a tia dele começou a mexer na minha buceta e eu na dela, mas não estávamos nos masturbando, só nos tocando pra ele.
— Vou gozar, coloquem as xícaras, que vou gozar — rapidamente colocamos as xícaras na frente, e ele serviu uma boa porção.
Na minha xícara, ele deu cinco bons jatos de porra e outros cinco ou seis na da tia dele. Nós duas limpamos a rola dele com a boca e bebemos o delicioso café com leite. Depois subimos pra nos vestir, mas com roupas leves, também não era pra exagerar.
Minha cunhada e eu, Combinamos de vestir umas regatas, por onde, de vez em quando, os peitos apareciam; a roupa cobria exatamente a bunda e pouco mais. Por baixo, colocamos umas tangas brancas. Meu filho vestiu também uma regata e o short largo que usou no dia anterior. Descemos pra sala e sentamos no sofá, cada uma de um lado do meu filho. Começamos uma conversa sobre a Julia, pra passar o tempo, mas enquanto falávamos, não resisti e meti a mão pela perna da calça do meu filho, a mão da minha cunhada já segurava a piroca dele, e eu fiquei passando a mão nos ovos dele.
— Porra, parem de me pegar, não quero receber meu pai e a Julia de pau duro — reclamou meu menino.
Ele tinha razão, não dava pra receber ninguém daquele jeito, mas antes de tirar a mão, puxei os ovos dele pra fora e beijei eles. Ele virou pra falar alguma coisa, mas minha cunhada puxou a piroca dele pela outra perna da calça e mordeu o prepúcio. Meu filho deu um pulo — Umas lobas, vocês são umas lobas — disse, guardando "as coisas dele" enquanto ria igual a gente. Sentou de novo só depois que fizemos prometer, de mão levantada, que não íamos pegar nele.
Entre brincadeiras e risadas, o tempo passou num piscar de olhos, e exatamente às onze e meia da manhã, a porta da rua se abriu. Nós três levantamos e vimos entrar dois senhores mais velhos, vestidos com ternos elegantes. Um era meu marido, claro, e o outro, de pele morena e com uma barriguinha começando, devia ser a Julia.
— Finalmente a salvo — disse meu marido. Me abracei nele e beijei ele na boca com paixão. Minha cunhada também beijou ele na boca e até meu filho! Beijou o pai na boca — Tudo bem, pai? — perguntou.
— Perfeitamente, filho. Pegamos três táxis desde o aeroporto, só este último nos trouxe pra casa, os outros dois, se alguém perguntar, só sabem que nos deixaram em hotéis no centro. Mas enfim, Acho que ninguém nos seguiu. Quem é que vai se interessar por dois velhos? Todos nós demos risada, embora a Julia estivesse visivelmente nervosa.
— Bem. Família, apresento a vocês a Julia. Julia, esta é minha esposa, minha irmã e meu filho. Nós três abraçamos ela e demos dois beijinhos no rosto. Ela retribuiu os beijos com entusiasmo, mas tive a impressão de que era mais gratidão do que entusiasmo.
— Entrem, não vamos ficar na porta — falei.
Minha cunhada e eu ajudamos meu marido a tirar a barba postiça e a peruca grisalha. Meu filho, educadamente, ajudou a Julia; assim que tirou a peruca grisalha, apareceu o cabelo preso dela. Era preto azulado, realmente lindo. A moça parecia jovem e, sem os postiços, vi que era uma verdadeira gostosa. A boca dela, de lábios grossos, era muito sensual. Enquanto meu marido e ela terminavam de tirar as fantasias, nós três nos sentamos no sofá. A moça não parava de me olhar enquanto se despia. Tive a impressão de que as mãos dela tremiam um pouco. Era natural. Pela aventura que tinham passado até chegar em casa e, principalmente, por se encontrar com gente estranha. O que já não achei normal foi ver que os olhos dela ficaram marejados, ela estava prestes a chorar. De repente, ela se jogou aos meus pés, chorando.
— Obrigada. Devo minha vida a você. Nunca vou conseguir pagar o que vocês fizeram por mim — disse entre soluços, enquanto beijava minhas mãos. Porra. Aquela demonstração de gratidão me pegou de surpresa, não soube o que fazer, queria tirar minhas mãos, mas ela as segurava com força e não parava de beijá-las. Comecei a me sentir mal, de verdade. Não estou acostumada com essas coisas e reagi. Tarde, mas reagi.
— Mocinha, pelo amor de Deus! Já chega. Não precisa disso — falei. Mas Julia desabou a chorar com tanta emoção que apertou meu coração. Meu filho e minha cunhada estavam surpresos e comovidos ao mesmo tempo. Ela soltou minhas mãos e continuou chorando sobre mim. pernas. Acariciei a cabeça dela tentando consolá-la. Tive que fazer um esforço danado pra não chorar também, meu filho e minha cunhada choravam em silêncio —A Julia é especial, você vai ver por si mesma— meu marido disse emocionado. Sinceramente, não entendi porra nenhuma do que ele quis dizer na hora.
— Por favor, amor, levanta —pedi com toda a ternura enquanto a soltava das minhas pernas.
Julia se deixou cair aos meus pés e começou a beijá-los também. Porra, aquilo foi demais pra mim. Desabei a chorar enquanto tentava levantá-la sozinha, porque os outros tinham ficado paralisados. Chorei pela tristeza que a pobre menina me transmitia, mas, principalmente, pela impotência que sentia por não conseguir consolá-la. O que eu tava fazendo ali de pé, com uma garota jogada no chão beijando meus pés? Por mais que fosse essa garotinha, eu não tenho coragem de rejeitá-la.
Armada de paciência e muito carinho, esperei ela se acalmar, depois peguei ela por baixo dos braços e coloquei de pé. Abracei ela contra o peito, sentei no sofá com ela no colo e comecei a ninar como uma mãe faria. Julia foi se acalmando aos poucos. Já não chorava, de vez em quando escapava um soluço que cravava no coração de todo mundo ali.
Desabotoei o colete do terno dela e tirei, jogando no chão. Me chamou a atenção a barriga que ela tinha e desabotoei a camisa. Acontece que a barriga era porque ela tinha um travesseiro enrolado e amarrado na cintura.
— Meu Deus! Assim você não consegue respirar. Deixa eu tirar isso, querida.
A garota levantou os braços, deixando eu desatar a corda. Quando tirei o travesseiro, reparei na barriga lisa dela e no piercing bonito em forma de lágrima que tinha no umbigo. Os peitos dela eram lindos, nem grandes demais, nem pequenos demais, mas o que me chamou a atenção foram os mamilos, tão grossos que eram.
— Você não faz ideia do que fez por mim. Isso não se paga, nem que Eu passaria a vida inteira te agradecendo" — disse Júlia, mais calma, e se virou para meu filho e minha cunhada, completando: — A todos vocês agradeço, devo minha vida a vocês, bendigo o dia em que conheci seu marido — finalizou.
— Pelo que você diz, imagino que tenha passado muito mal.
— Você não tem ideia, nem consegue imaginar — as palavras de Júlia me deram arrepios.
— Bom, de qualquer forma, agora você está a salvo.
— Graças a todos, e graças a você — disse ela para meu marido — ele sempre me dizia que tinha uma família maravilhosa, e vejo que é verdade.
— Meu marido falou de nós para você, não esperava por isso.
— Ele falava muito de vocês. No fundo, sentia saudades. Eu tentava consolá-lo, às vezes conseguia, mas outras vezes a mente dele estava longe, muito longe — Júlia se levantou, abraçou meu marido e o beijou na boca. As palavras dela me deixaram totalmente desnorteada.
— Já que estamos mais tranquilos, imagino que vocês queiram tomar um bom banho, não é, irmãozinho? — Minha cunhada queria apressar as coisas, não sei por quê. Beijou o irmão na boca e todos, inclusive Júlia, vimos perfeitamente como ela passou a mão no volume dele por cima da calça. Quando terminou de beijá-lo, meu marido estava de pau duro.
— Vem comigo, Júlia, vou te mostrar seu quarto — falei, e minha cunhada se juntou a nós.
— Nós três subimos as escadas e entramos no último quarto da varanda (como chamávamos a parte do corredor que fica em cima da sala).
— Meu Deus, isso é um sonho — disse Júlia assim que entrou.
— Que bom que você gostou, tem seu próprio banheiro — apontei para a porta. Ela espiou e ficou maravilhada.
— O que eu não tenho é roupa — disse Júlia.
— Por isso não se preocupa, a gente — olhei para minha cunhada e ela se encabulou um pouco — a gente te empresta algo pra você se virar.
— É, porque por enquanto você não pode sair na rua. Acho que você entende.
— Perfeitamente, não se preocupem, infelizmente tô acostumada a ficar trancada.
— Querida, por favor, não Diga isso. Aqui não queremos te prender, é pela sua segurança.
— Eu sei. Não me entenda mal, essa casa é o paraíso comparado a onde estive nos últimos dois anos. Se não se importam, vou usar o banheiro — Julia passou e fechou a porta.
— E então, o que você acha? — perguntei à minha cunhada, que tem um bom olho para pessoas.
— Meiga. Doce. Muito sofrida, dá pra ver no rostinho dela, mas agora muito feliz. Resumindo, parece uma boa pessoa em quem podemos confiar totalmente. Ah! E lindíssima — nesse momento ouvimos o jato do chuveiro.
— Concordo com você em tudo, querida. Acho que ela vai se adaptar à gente com muita facilidade.
— Sim. Vamos conseguir ampliar o círculo sem problemas — disse minha cunhada.
— Você é uma Promíscua. Já tá pensando em comer ela.
— E você não? Reparei como você olhava pros peitos dela — me disse minha cunhada.
— Porra, ela tem uns bicos enormes, quase como polegares.
— Adoro, aposto que são deliciosos. Se o resto do corpo dela for igual ao rosto, é um tesão.
— Cala boca, vadiazona, que você tá me deixando com tesão — falei, passando a mão na buceta dela.
— Você não vai se defender, safada? — perguntei ao ver que ela não fazia nada pra me impedir, pelo contrário, abriu as pernas.
— Me defender? Se o que eu mais quero é que você me ataque, amor, me toca o quanto quiser, você sabe do que eu gosto.
— Te amo, vadiazona — falei, subindo em cima da minha cunhada — e amo essa bucetuda — apertei ela.
— Eu também te amo, sua putinha — ela disse, juntando a boca com a minha. Ao mesmo tempo, a mão dela deslizou procurando meu sexo e eu abri as pernas. Mergulhamos num beijo apaixonado e molhado, sem nos importar com mais nada além de nós mesmas.
— É tão lindo ver como vocês se amam — porra. A voz da Julia nos assustou. Ela estava nos olhando da porta do banheiro, enrolada numa toalha simples, era divinamente linda. O cabelo, preto azulado, chegava um pouco abaixo dos ombros. Parecia uma modelo.
— A gente não consegue evitar — falei.
— Seu marido já me ela explicou tudo.
— E o que é tudo?
— Imagina, desde o começo. Mas antes de tudo, ela me disse que a família dela é especial, e nisso ela tem razão.
— Então, se você já conhece as origens que deram origem à nossa especialidade, não há mais nada a acrescentar — disse minha cunhada.
— Antes de mais nada, quero mostrar uma coisa pra vocês — Julia remexeu nos bolsos da jaqueta do terno que estava usando e tirou um envelope que me entregou.
— O que é isso?
— São os resultados dos exames que fiz há quatro dias, pra vocês verem que estou limpa — olhei pra minha cunhada e vi que ela estava tão puta quanto eu.
— Isso, querida Julia, é uma merda — falei, ofendida, e rasguei o envelope em pedaços, sem nem abri-lo — Seu passado não importa porra nenhuma pra gente. Se pensássemos o contrário, você não estaria aqui conosco.
— Por favor, não fiquem bravas comigo, fiz isso de boa fé.
— Eu sei, e por isso não ficamos bravas, mas estamos um pouco ofendidas. Porra, que tipo de pessoa você achava que a gente era? — duas lágrimas escaparam dos olhos de Julia.
— Não, por favor, não começa a chorar de novo, que eu não aguento. Vem cá com a gente, menina — disse minha cunhada. Julia se aproximou de nós como um cordeirinho manso. E sentou no colo da minha cunhada, de costas pra mim.
— Se eu fosse chorar, era de felicidade, vocês são ainda melhores do que seu irmão me contou.
— Não acredita em tudo que meu irmão te fala, querida. Ele também te disse que a gente come as garotas gostosas?
— Principalmente, a gente gosta das de pele morena como você, vem cá que eu vou provar seu gosto — puxei Julia pra trás e beijei ela na boca. Ela colocou as mãos na minha nuca e respondeu ao beijo com paixão, e quando enfiou a língua dentro da minha boca, senti uma puta lascívia.
— Santo Deus! — exclamou minha cunhada.
— O que foi? — perguntei, descolando minha boca da de Julia.
— Olha que beleza! — minha cunhada estava segurando o pau de Julia. Um pau preto e de pele brilhante. Era circuncidado e a glande... de color rosado realçava o contraste com o resto.
— Porra, que beleza! Agora entendo porque seu irmão me disse que a Júlia era especial.
— Os peitos são operados? — perguntou curiosa minha cunhada.
— Não. São naturais, igual meus mamilos. Nasci assim. Metade mulher e metade homem. Nunca quis operar.
— Seria um sacrilégio, tirar uma piroca tão linda — disse minha cunhada acariciando ela.
— Olha os ovos dela como são grossos, e que macios. Você tem uns colhões muito bonitos, se me permite dizer — acariciei eles com a palma da mão, e adorava a suavidade da pele dela.
Resumindo, a Júlia estava deitada sobre nossas pernas, se deixando examinar cada centímetro do corpo dela pela minha cunhada e por mim. Entre as duas, deitamos ela na cama, e começamos a brincar com o sexo dela, lambendo a piroca e os ovos dela — repara na bunda dela — falei pra minha cunhada. O esfínter estava meio inchado e sobressaía como se fossem lábios franzidos. Que maravilha! Tive o privilégio de ser a primeira a beijar e lamber ele. Quando cansamos de brincar, eu e minha cunhada com ela, ela se levantou. Tinha os mesmos quadris que qualquer mulher, viramos ela pra admirar a bunda. Muito dura e empinada. Era toda uma mulher, exceto pela virilha. Viramos ela de novo. A piroca dela estava dura e bem ereta, sinal de que a Júlia estava muito excitada, o pau batia na barriga dela por causa dos fortes espasmos que ela tinha. Claro, não chegava nem perto do tamanho do do meu filho, mas era maior e mais grossa que a do meu marido. Tanto minha cunhada quanto eu beijamos ela. Claro que a Júlia queria ver nossa buceta e mostramos. Ela ficou maravilhada com a boceta enorme da minha cunhada, mas o que mais chamou a atenção dela foi meu clitóris desenvolvido.
— Eu chamo carinhosamente de "pilinha" e ele consegue me foder com ela, embora um pouquinho — explicou minha cunhada. Júlia pegou ele com a boca e chupou ele de uma então comecei a perder o controle, mas ela logo soltou e pegou com a boca, toda a buceta da minha cunhada, que também começou a perder o controle, mas ela deixou ela na vontade.
— Porra, que bem você chupa, amor.
— É que tenho muita experiência, com homens e mulheres.
— Que bem que vamos nos divertir os cinco! — falei, tomada de felicidade e tesão.
Emprestamos a ela uma regata parecida com a nossa, a calcinha fio dental vermelha que minha cunhada emprestou contrastava maravilhosamente com a pele morena dela.
— E por que a gente vai se vestir? Podíamos descer peladas — disse minha cunhada, toda ousada.
— Um pouco de roupa deixa os homens mais tarados do que a nudez total — disse Julia.
— Além disso, você não acha que fica realmente excitante assim? — fiz minha cunhada ver como parte da rola da Julia aparecia pelo elástico da cintura da calcinha fio dental.
— Você me deixa com muito tesão, Julia, tô morrendo de vontade de você me foder — falei exatamente como sentia.
— Vou foder todo mundo — disse ela, apertando nossas bundas.
Pegamos o maiô e penduramos num cabide dentro do armário dela. Abraçadas, saímos do quarto pra descer pra sala e encontrar os caras.
Meu filho ficou bobo ao ver a Julia, e não é pra menos. Com toda a educação, pegou a mão dela e a fez girar devagarzinho pra apreciar bem o corpo dela. A gente sentou com meu marido, uma de cada lado. Julia tirou a camiseta do meu filho e ficou olhando pra ele como se estivesse hipnotizada, depois passou as mãos pelos peitorais largos.
— Irmão, acho que você ficou sem namorada.
— Ela nunca foi minha namorada. Pode fazer o que quiser com ela.
— Então coitadinha, porque ela vai comer ele inteiro, com rola e tudo — falei.
— Te falei que ela era especial.
— Que casal bonito eles formam — disse minha cunhada.
— Vocês imaginam os dois pelados? Tanta beleza junta? — me sentia orgulhosa do meu filho.
— Cala a boca que eu fico com tesão — minha cunhada nos repreendeu.
— Não sei vocês, mas eu tô morrendo de Fome —disse meu marido.
— Então vamos comer —falei em voz alta. Nós cinco fomos para a cozinha.
— Adoro cozinhas grandes. Se vocês me permitirem, gostaria de cozinhar para vocês —disse Júlia.
— Não precisa, querida. A gente se vira muito bem —falei para ela.
— Não falo por agradecimento, é que eu realmente sei cozinhar. Aprendi quando era criança.
— Tá bom, se é da sua vontade, pra mim não tem problema —os outros concordaram.
Preparamos uma refeição leve juntos. Salada, queijo, presunto cru e lacón, porque quando fui pegar o patê, minha cunhada falou baixinho que era pra noite. Assenti sorrindo, a putinha já tava pensando em montar uma festa. Sentamos pra comer, curtindo uma boa conversa e a comida, principalmente a Júlia, que nunca tinha comido presunto cru. Júlia contou como aprendeu a cozinhar quando era criança. Morava numa daquelas favelas que lotam os arredores das grandes cidades do Brasil. O pai era um bêbado e morreu numa briga. A mãe, que era prostituta, sempre a vestiu como uma menina; um dia adoeceu e morreu em poucos meses. Júlia acabou vagando pelo centro da cidade como tantas outras crianças, e uma senhora muito elegante, que se interessou pela menina, a acolheu.
Desde o primeiro dia, ela ganhou o sustento limpando a casa dessa senhora. Quando fez dez anos, começaram a prostituí-la para homens mais velhos. Ela não quis contar mais sobre a vida escabrosa dela. No fundo, todos agradecemos por isso. O importante era que, a partir de agora, a vida dela mudaria pra sempre. Ficamos na sobremesa tomando chá gelado e, como ela tava muito cansada, assim como meu marido, foram dormir, cada um no seu quarto. Já teria tempo pra brincadeiras. Na sala, ficamos nós três sozinhos, e a gente queria saber a opinião do meu filho sobre a Júlia.
— O que você acha da Júlia, querido?
— Ela é uma gostosa, mãe. O corpo dela me atrai como um ímã. Como pessoa, não sei, só com o tempo.
— Isso mesmo. Sobrinho, você vai ter tempo de conhecer ela como pessoa.
Minha cunhada estava recostada no braço do sofá e meu filho no meio das pernas dela. Eu estava deitada com a cabeça num travesseiro. Tinha enfiado um pé na perna larga do short dela e ficava acariciando as bolas dele devagar. É engraçado! Não pareciam tão macias quanto as da Júlia.
— Tô com sono — falei bocejando. Nenhum dos dois respondeu, levantei a cabeça e vi meu filho chupando um mamilo da tia, enquanto enfiava a mão por dentro da calcinha dela.
— Vocês são uns tarados, porra.
— E você uma invejosa. Vai dormir! — disse minha cunhada. Era o que eu ia fazer. Emoções demais tinham me esgotado.
— Porra, como eu gosto do seu pau, sobrinho, preciso dele dentro agora — dizia minha cunhada.
— Tira a calcinha, tia, que vou meter — um momento de silêncio — Que bucetão do caralho, tá pegando fogo, mete logo, vagabunda — disse meu filho — Me dá o pau, sobrinho, que tô muito puta — disse minha cunhada. Daí em diante, só ouvi ofegos, gemidos e aquele barulho característico de foder uma buceta encharcada como a da minha cunhada promíscua.
— Cuidado pra não sujar o sofá de porra, seus porcos — falei fechando os olhos e apaguei.
— O que foi, meu amor? — ela disse com voz carinhosa.
— Desde que tô com você, todo dia acordo com o coração cheio de love, se é que isso é possível.
— Tem que ser, porque comigo acontece a mesma coisa. Sabe o que é mais curioso?
— Não, me fala.
— Tem dias que, quando coloco o consolo, te amo como se eu fosse um cara. Porra, até já desejei te engravidar quando te como!
— Nós duas sabemos que isso não é possível. Mas continua. Me come como se fosse.
— Bendito seja o love! E bendita seja você por deixar eu te amar.
— Tonta! Não fala essas coisas que me emociono — me senti tão lisonjeada, tão apaixonada, que não consegui evitar que os olhos se enchessem de lágrimas.
— Não chora, amor — Ela me abraçou contra o peito e me beijou na testa.
— Choro de felicidade.
— Coitadinha da minha menina! Toma peitinho, meu bem — minha cunhada encostou um mamilo na minha boca e eu chupei como se fosse um bebê. A pena é que não deu pra gente se distrair muito, porque ao meio-dia meu marido ia chegar com a Julia.
Queríamos aproveitar ao máximo o tempo que ficássemos sozinhas. Então, depois de nos lavarmos, descemos peladas pra tomar café. Conforme nos aproximávamos da cozinha, o cheiro delicioso de café fresquinho nos envolveu.
— Sabia! — disse meu filho ao nos ver peladas igual a ele.
— Temos que aproveitar até meu irmão e a Julia chegarem.
— E vamos ter que andar vestidos pela casa? — ele disse com pena.
— Depende de como a Julia for, meu amor — falei acariciando os ovos dele — A gente tem que ter certeza se adapta ao nosso jeito de ser.
— Pô, que saco, caralho — reclamou meu filho, mas não parou de mexer na minha buceta.
— Bom, mas por enquanto, a gente pode aproveitar e já sei como — disse minha cunhada me estendendo uma xícara de café.
— Fala aí, o que essa sua cabecinha inventou?
— Então, por enquanto — ela se ajoelhou na frente do meu filho —, tô afim de molhar dois bolão no café — Pegou o saco do sobrinho e mergulhou na xícara.
— Pois eu tô afim de molhar uma piroca bem grossa — Sentei do lado dele e enfiei a rola dentro da minha xícara. Tirei ela pingando café e levei à boca. Tinha um gosto delicioso. Minha cunhada fez o mesmo com as bolas do sobrinho, mas como são muito grandes e não cabiam de uma vez na boca, teve que enfiar uma por uma.
— Vocês são as putas mais gostosas que já conheci — disse meu filho, encantado e se divertindo.
— E que você vai conhecer, sobrinho, pode ter certeza.
— Você vai ter que fazer da sua mulher uma puta, e mesmo assim, acho que ela não vai fazer as coisas que a gente faz — falei.
— Isso é certeza — querem leite no café? — ele perguntou.
— Sim — respondemos as duas ao mesmo tempo. — Mas bate uma sozinho, que nunca vi como você se masturba — falei.
Minha cunhada apoiou, e mesmo relutante, meu filho abriu as pernas e começou a se masturbar na nossa frente. Era um espetáculo maravilhoso de ver. Principalmente como as bolas dele balançavam enquanto ele batia uma. Pra ajudar ele a ficar mais tesudo, a tia dele começou a mexer na minha buceta e eu na dela, mas não estávamos nos masturbando, só nos tocando pra ele.
— Vou gozar, coloquem as xícaras, que vou gozar — rapidamente colocamos as xícaras na frente, e ele serviu uma boa porção.
Na minha xícara, ele deu cinco bons jatos de porra e outros cinco ou seis na da tia dele. Nós duas limpamos a rola dele com a boca e bebemos o delicioso café com leite. Depois subimos pra nos vestir, mas com roupas leves, também não era pra exagerar.
Minha cunhada e eu, Combinamos de vestir umas regatas, por onde, de vez em quando, os peitos apareciam; a roupa cobria exatamente a bunda e pouco mais. Por baixo, colocamos umas tangas brancas. Meu filho vestiu também uma regata e o short largo que usou no dia anterior. Descemos pra sala e sentamos no sofá, cada uma de um lado do meu filho. Começamos uma conversa sobre a Julia, pra passar o tempo, mas enquanto falávamos, não resisti e meti a mão pela perna da calça do meu filho, a mão da minha cunhada já segurava a piroca dele, e eu fiquei passando a mão nos ovos dele.
— Porra, parem de me pegar, não quero receber meu pai e a Julia de pau duro — reclamou meu menino.
Ele tinha razão, não dava pra receber ninguém daquele jeito, mas antes de tirar a mão, puxei os ovos dele pra fora e beijei eles. Ele virou pra falar alguma coisa, mas minha cunhada puxou a piroca dele pela outra perna da calça e mordeu o prepúcio. Meu filho deu um pulo — Umas lobas, vocês são umas lobas — disse, guardando "as coisas dele" enquanto ria igual a gente. Sentou de novo só depois que fizemos prometer, de mão levantada, que não íamos pegar nele.
Entre brincadeiras e risadas, o tempo passou num piscar de olhos, e exatamente às onze e meia da manhã, a porta da rua se abriu. Nós três levantamos e vimos entrar dois senhores mais velhos, vestidos com ternos elegantes. Um era meu marido, claro, e o outro, de pele morena e com uma barriguinha começando, devia ser a Julia.
— Finalmente a salvo — disse meu marido. Me abracei nele e beijei ele na boca com paixão. Minha cunhada também beijou ele na boca e até meu filho! Beijou o pai na boca — Tudo bem, pai? — perguntou.
— Perfeitamente, filho. Pegamos três táxis desde o aeroporto, só este último nos trouxe pra casa, os outros dois, se alguém perguntar, só sabem que nos deixaram em hotéis no centro. Mas enfim, Acho que ninguém nos seguiu. Quem é que vai se interessar por dois velhos? Todos nós demos risada, embora a Julia estivesse visivelmente nervosa.
— Bem. Família, apresento a vocês a Julia. Julia, esta é minha esposa, minha irmã e meu filho. Nós três abraçamos ela e demos dois beijinhos no rosto. Ela retribuiu os beijos com entusiasmo, mas tive a impressão de que era mais gratidão do que entusiasmo.
— Entrem, não vamos ficar na porta — falei.
Minha cunhada e eu ajudamos meu marido a tirar a barba postiça e a peruca grisalha. Meu filho, educadamente, ajudou a Julia; assim que tirou a peruca grisalha, apareceu o cabelo preso dela. Era preto azulado, realmente lindo. A moça parecia jovem e, sem os postiços, vi que era uma verdadeira gostosa. A boca dela, de lábios grossos, era muito sensual. Enquanto meu marido e ela terminavam de tirar as fantasias, nós três nos sentamos no sofá. A moça não parava de me olhar enquanto se despia. Tive a impressão de que as mãos dela tremiam um pouco. Era natural. Pela aventura que tinham passado até chegar em casa e, principalmente, por se encontrar com gente estranha. O que já não achei normal foi ver que os olhos dela ficaram marejados, ela estava prestes a chorar. De repente, ela se jogou aos meus pés, chorando.
— Obrigada. Devo minha vida a você. Nunca vou conseguir pagar o que vocês fizeram por mim — disse entre soluços, enquanto beijava minhas mãos. Porra. Aquela demonstração de gratidão me pegou de surpresa, não soube o que fazer, queria tirar minhas mãos, mas ela as segurava com força e não parava de beijá-las. Comecei a me sentir mal, de verdade. Não estou acostumada com essas coisas e reagi. Tarde, mas reagi.
— Mocinha, pelo amor de Deus! Já chega. Não precisa disso — falei. Mas Julia desabou a chorar com tanta emoção que apertou meu coração. Meu filho e minha cunhada estavam surpresos e comovidos ao mesmo tempo. Ela soltou minhas mãos e continuou chorando sobre mim. pernas. Acariciei a cabeça dela tentando consolá-la. Tive que fazer um esforço danado pra não chorar também, meu filho e minha cunhada choravam em silêncio —A Julia é especial, você vai ver por si mesma— meu marido disse emocionado. Sinceramente, não entendi porra nenhuma do que ele quis dizer na hora.
— Por favor, amor, levanta —pedi com toda a ternura enquanto a soltava das minhas pernas.
Julia se deixou cair aos meus pés e começou a beijá-los também. Porra, aquilo foi demais pra mim. Desabei a chorar enquanto tentava levantá-la sozinha, porque os outros tinham ficado paralisados. Chorei pela tristeza que a pobre menina me transmitia, mas, principalmente, pela impotência que sentia por não conseguir consolá-la. O que eu tava fazendo ali de pé, com uma garota jogada no chão beijando meus pés? Por mais que fosse essa garotinha, eu não tenho coragem de rejeitá-la.
Armada de paciência e muito carinho, esperei ela se acalmar, depois peguei ela por baixo dos braços e coloquei de pé. Abracei ela contra o peito, sentei no sofá com ela no colo e comecei a ninar como uma mãe faria. Julia foi se acalmando aos poucos. Já não chorava, de vez em quando escapava um soluço que cravava no coração de todo mundo ali.
Desabotoei o colete do terno dela e tirei, jogando no chão. Me chamou a atenção a barriga que ela tinha e desabotoei a camisa. Acontece que a barriga era porque ela tinha um travesseiro enrolado e amarrado na cintura.
— Meu Deus! Assim você não consegue respirar. Deixa eu tirar isso, querida.
A garota levantou os braços, deixando eu desatar a corda. Quando tirei o travesseiro, reparei na barriga lisa dela e no piercing bonito em forma de lágrima que tinha no umbigo. Os peitos dela eram lindos, nem grandes demais, nem pequenos demais, mas o que me chamou a atenção foram os mamilos, tão grossos que eram.
— Você não faz ideia do que fez por mim. Isso não se paga, nem que Eu passaria a vida inteira te agradecendo" — disse Júlia, mais calma, e se virou para meu filho e minha cunhada, completando: — A todos vocês agradeço, devo minha vida a vocês, bendigo o dia em que conheci seu marido — finalizou.
— Pelo que você diz, imagino que tenha passado muito mal.
— Você não tem ideia, nem consegue imaginar — as palavras de Júlia me deram arrepios.
— Bom, de qualquer forma, agora você está a salvo.
— Graças a todos, e graças a você — disse ela para meu marido — ele sempre me dizia que tinha uma família maravilhosa, e vejo que é verdade.
— Meu marido falou de nós para você, não esperava por isso.
— Ele falava muito de vocês. No fundo, sentia saudades. Eu tentava consolá-lo, às vezes conseguia, mas outras vezes a mente dele estava longe, muito longe — Júlia se levantou, abraçou meu marido e o beijou na boca. As palavras dela me deixaram totalmente desnorteada.
— Já que estamos mais tranquilos, imagino que vocês queiram tomar um bom banho, não é, irmãozinho? — Minha cunhada queria apressar as coisas, não sei por quê. Beijou o irmão na boca e todos, inclusive Júlia, vimos perfeitamente como ela passou a mão no volume dele por cima da calça. Quando terminou de beijá-lo, meu marido estava de pau duro.
— Vem comigo, Júlia, vou te mostrar seu quarto — falei, e minha cunhada se juntou a nós.
— Nós três subimos as escadas e entramos no último quarto da varanda (como chamávamos a parte do corredor que fica em cima da sala).
— Meu Deus, isso é um sonho — disse Júlia assim que entrou.
— Que bom que você gostou, tem seu próprio banheiro — apontei para a porta. Ela espiou e ficou maravilhada.
— O que eu não tenho é roupa — disse Júlia.
— Por isso não se preocupa, a gente — olhei para minha cunhada e ela se encabulou um pouco — a gente te empresta algo pra você se virar.
— É, porque por enquanto você não pode sair na rua. Acho que você entende.
— Perfeitamente, não se preocupem, infelizmente tô acostumada a ficar trancada.
— Querida, por favor, não Diga isso. Aqui não queremos te prender, é pela sua segurança.
— Eu sei. Não me entenda mal, essa casa é o paraíso comparado a onde estive nos últimos dois anos. Se não se importam, vou usar o banheiro — Julia passou e fechou a porta.
— E então, o que você acha? — perguntei à minha cunhada, que tem um bom olho para pessoas.
— Meiga. Doce. Muito sofrida, dá pra ver no rostinho dela, mas agora muito feliz. Resumindo, parece uma boa pessoa em quem podemos confiar totalmente. Ah! E lindíssima — nesse momento ouvimos o jato do chuveiro.
— Concordo com você em tudo, querida. Acho que ela vai se adaptar à gente com muita facilidade.
— Sim. Vamos conseguir ampliar o círculo sem problemas — disse minha cunhada.
— Você é uma Promíscua. Já tá pensando em comer ela.
— E você não? Reparei como você olhava pros peitos dela — me disse minha cunhada.
— Porra, ela tem uns bicos enormes, quase como polegares.
— Adoro, aposto que são deliciosos. Se o resto do corpo dela for igual ao rosto, é um tesão.
— Cala boca, vadiazona, que você tá me deixando com tesão — falei, passando a mão na buceta dela.
— Você não vai se defender, safada? — perguntei ao ver que ela não fazia nada pra me impedir, pelo contrário, abriu as pernas.
— Me defender? Se o que eu mais quero é que você me ataque, amor, me toca o quanto quiser, você sabe do que eu gosto.
— Te amo, vadiazona — falei, subindo em cima da minha cunhada — e amo essa bucetuda — apertei ela.
— Eu também te amo, sua putinha — ela disse, juntando a boca com a minha. Ao mesmo tempo, a mão dela deslizou procurando meu sexo e eu abri as pernas. Mergulhamos num beijo apaixonado e molhado, sem nos importar com mais nada além de nós mesmas.
— É tão lindo ver como vocês se amam — porra. A voz da Julia nos assustou. Ela estava nos olhando da porta do banheiro, enrolada numa toalha simples, era divinamente linda. O cabelo, preto azulado, chegava um pouco abaixo dos ombros. Parecia uma modelo.
— A gente não consegue evitar — falei.
— Seu marido já me ela explicou tudo.
— E o que é tudo?
— Imagina, desde o começo. Mas antes de tudo, ela me disse que a família dela é especial, e nisso ela tem razão.
— Então, se você já conhece as origens que deram origem à nossa especialidade, não há mais nada a acrescentar — disse minha cunhada.
— Antes de mais nada, quero mostrar uma coisa pra vocês — Julia remexeu nos bolsos da jaqueta do terno que estava usando e tirou um envelope que me entregou.
— O que é isso?
— São os resultados dos exames que fiz há quatro dias, pra vocês verem que estou limpa — olhei pra minha cunhada e vi que ela estava tão puta quanto eu.
— Isso, querida Julia, é uma merda — falei, ofendida, e rasguei o envelope em pedaços, sem nem abri-lo — Seu passado não importa porra nenhuma pra gente. Se pensássemos o contrário, você não estaria aqui conosco.
— Por favor, não fiquem bravas comigo, fiz isso de boa fé.
— Eu sei, e por isso não ficamos bravas, mas estamos um pouco ofendidas. Porra, que tipo de pessoa você achava que a gente era? — duas lágrimas escaparam dos olhos de Julia.
— Não, por favor, não começa a chorar de novo, que eu não aguento. Vem cá com a gente, menina — disse minha cunhada. Julia se aproximou de nós como um cordeirinho manso. E sentou no colo da minha cunhada, de costas pra mim.
— Se eu fosse chorar, era de felicidade, vocês são ainda melhores do que seu irmão me contou.
— Não acredita em tudo que meu irmão te fala, querida. Ele também te disse que a gente come as garotas gostosas?
— Principalmente, a gente gosta das de pele morena como você, vem cá que eu vou provar seu gosto — puxei Julia pra trás e beijei ela na boca. Ela colocou as mãos na minha nuca e respondeu ao beijo com paixão, e quando enfiou a língua dentro da minha boca, senti uma puta lascívia.
— Santo Deus! — exclamou minha cunhada.
— O que foi? — perguntei, descolando minha boca da de Julia.
— Olha que beleza! — minha cunhada estava segurando o pau de Julia. Um pau preto e de pele brilhante. Era circuncidado e a glande... de color rosado realçava o contraste com o resto.
— Porra, que beleza! Agora entendo porque seu irmão me disse que a Júlia era especial.
— Os peitos são operados? — perguntou curiosa minha cunhada.
— Não. São naturais, igual meus mamilos. Nasci assim. Metade mulher e metade homem. Nunca quis operar.
— Seria um sacrilégio, tirar uma piroca tão linda — disse minha cunhada acariciando ela.
— Olha os ovos dela como são grossos, e que macios. Você tem uns colhões muito bonitos, se me permite dizer — acariciei eles com a palma da mão, e adorava a suavidade da pele dela.
Resumindo, a Júlia estava deitada sobre nossas pernas, se deixando examinar cada centímetro do corpo dela pela minha cunhada e por mim. Entre as duas, deitamos ela na cama, e começamos a brincar com o sexo dela, lambendo a piroca e os ovos dela — repara na bunda dela — falei pra minha cunhada. O esfínter estava meio inchado e sobressaía como se fossem lábios franzidos. Que maravilha! Tive o privilégio de ser a primeira a beijar e lamber ele. Quando cansamos de brincar, eu e minha cunhada com ela, ela se levantou. Tinha os mesmos quadris que qualquer mulher, viramos ela pra admirar a bunda. Muito dura e empinada. Era toda uma mulher, exceto pela virilha. Viramos ela de novo. A piroca dela estava dura e bem ereta, sinal de que a Júlia estava muito excitada, o pau batia na barriga dela por causa dos fortes espasmos que ela tinha. Claro, não chegava nem perto do tamanho do do meu filho, mas era maior e mais grossa que a do meu marido. Tanto minha cunhada quanto eu beijamos ela. Claro que a Júlia queria ver nossa buceta e mostramos. Ela ficou maravilhada com a boceta enorme da minha cunhada, mas o que mais chamou a atenção dela foi meu clitóris desenvolvido.
— Eu chamo carinhosamente de "pilinha" e ele consegue me foder com ela, embora um pouquinho — explicou minha cunhada. Júlia pegou ele com a boca e chupou ele de uma então comecei a perder o controle, mas ela logo soltou e pegou com a boca, toda a buceta da minha cunhada, que também começou a perder o controle, mas ela deixou ela na vontade.
— Porra, que bem você chupa, amor.
— É que tenho muita experiência, com homens e mulheres.
— Que bem que vamos nos divertir os cinco! — falei, tomada de felicidade e tesão.
Emprestamos a ela uma regata parecida com a nossa, a calcinha fio dental vermelha que minha cunhada emprestou contrastava maravilhosamente com a pele morena dela.
— E por que a gente vai se vestir? Podíamos descer peladas — disse minha cunhada, toda ousada.
— Um pouco de roupa deixa os homens mais tarados do que a nudez total — disse Julia.
— Além disso, você não acha que fica realmente excitante assim? — fiz minha cunhada ver como parte da rola da Julia aparecia pelo elástico da cintura da calcinha fio dental.
— Você me deixa com muito tesão, Julia, tô morrendo de vontade de você me foder — falei exatamente como sentia.
— Vou foder todo mundo — disse ela, apertando nossas bundas.
Pegamos o maiô e penduramos num cabide dentro do armário dela. Abraçadas, saímos do quarto pra descer pra sala e encontrar os caras.
Meu filho ficou bobo ao ver a Julia, e não é pra menos. Com toda a educação, pegou a mão dela e a fez girar devagarzinho pra apreciar bem o corpo dela. A gente sentou com meu marido, uma de cada lado. Julia tirou a camiseta do meu filho e ficou olhando pra ele como se estivesse hipnotizada, depois passou as mãos pelos peitorais largos.
— Irmão, acho que você ficou sem namorada.
— Ela nunca foi minha namorada. Pode fazer o que quiser com ela.
— Então coitadinha, porque ela vai comer ele inteiro, com rola e tudo — falei.
— Te falei que ela era especial.
— Que casal bonito eles formam — disse minha cunhada.
— Vocês imaginam os dois pelados? Tanta beleza junta? — me sentia orgulhosa do meu filho.
— Cala a boca que eu fico com tesão — minha cunhada nos repreendeu.
— Não sei vocês, mas eu tô morrendo de Fome —disse meu marido.
— Então vamos comer —falei em voz alta. Nós cinco fomos para a cozinha.
— Adoro cozinhas grandes. Se vocês me permitirem, gostaria de cozinhar para vocês —disse Júlia.
— Não precisa, querida. A gente se vira muito bem —falei para ela.
— Não falo por agradecimento, é que eu realmente sei cozinhar. Aprendi quando era criança.
— Tá bom, se é da sua vontade, pra mim não tem problema —os outros concordaram.
Preparamos uma refeição leve juntos. Salada, queijo, presunto cru e lacón, porque quando fui pegar o patê, minha cunhada falou baixinho que era pra noite. Assenti sorrindo, a putinha já tava pensando em montar uma festa. Sentamos pra comer, curtindo uma boa conversa e a comida, principalmente a Júlia, que nunca tinha comido presunto cru. Júlia contou como aprendeu a cozinhar quando era criança. Morava numa daquelas favelas que lotam os arredores das grandes cidades do Brasil. O pai era um bêbado e morreu numa briga. A mãe, que era prostituta, sempre a vestiu como uma menina; um dia adoeceu e morreu em poucos meses. Júlia acabou vagando pelo centro da cidade como tantas outras crianças, e uma senhora muito elegante, que se interessou pela menina, a acolheu.
Desde o primeiro dia, ela ganhou o sustento limpando a casa dessa senhora. Quando fez dez anos, começaram a prostituí-la para homens mais velhos. Ela não quis contar mais sobre a vida escabrosa dela. No fundo, todos agradecemos por isso. O importante era que, a partir de agora, a vida dela mudaria pra sempre. Ficamos na sobremesa tomando chá gelado e, como ela tava muito cansada, assim como meu marido, foram dormir, cada um no seu quarto. Já teria tempo pra brincadeiras. Na sala, ficamos nós três sozinhos, e a gente queria saber a opinião do meu filho sobre a Júlia.
— O que você acha da Júlia, querido?
— Ela é uma gostosa, mãe. O corpo dela me atrai como um ímã. Como pessoa, não sei, só com o tempo.
— Isso mesmo. Sobrinho, você vai ter tempo de conhecer ela como pessoa.
Minha cunhada estava recostada no braço do sofá e meu filho no meio das pernas dela. Eu estava deitada com a cabeça num travesseiro. Tinha enfiado um pé na perna larga do short dela e ficava acariciando as bolas dele devagar. É engraçado! Não pareciam tão macias quanto as da Júlia.
— Tô com sono — falei bocejando. Nenhum dos dois respondeu, levantei a cabeça e vi meu filho chupando um mamilo da tia, enquanto enfiava a mão por dentro da calcinha dela.
— Vocês são uns tarados, porra.
— E você uma invejosa. Vai dormir! — disse minha cunhada. Era o que eu ia fazer. Emoções demais tinham me esgotado.
— Porra, como eu gosto do seu pau, sobrinho, preciso dele dentro agora — dizia minha cunhada.
— Tira a calcinha, tia, que vou meter — um momento de silêncio — Que bucetão do caralho, tá pegando fogo, mete logo, vagabunda — disse meu filho — Me dá o pau, sobrinho, que tô muito puta — disse minha cunhada. Daí em diante, só ouvi ofegos, gemidos e aquele barulho característico de foder uma buceta encharcada como a da minha cunhada promíscua.
— Cuidado pra não sujar o sofá de porra, seus porcos — falei fechando os olhos e apaguei.
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