la fantasia de ana 2

Aqui vai a segunda parte da história da fantasia da Anita, minha mulher.
Espero não entediar vocês.
VALEU PELOS PONTOS, MAS MAIS AINDA PELOS COMENTÁRIOS















No sábado já estava tudo arrumado, Raul e Pato estavam mais que ansiosos nos esperando. No fim da tarde, Vero e Juan chegaram. A Vero não tava muito afim de não ir, a Ana percebeu e pediu pra Marysi cuidar das crianças. Ela topou na hora e eles vieram correndo. Quando Ricardo e Eduardo chegaram, fomos pra casa do Raul, que nos recebeu todo feliz. As cervejas já estavam esperando. Enquanto a gente bebia, colocamos música e batemos papo, petiscando alguma coisa. Era o dia da Anita, iam festejar ela pra caralho e eu não ia ver. A coitada ia ser submetida aos desejos de todas as picas, menos a minha, claro. Era o último exame dela pra se formar como puta e eu já tinha aceitado. O Pato falou que ia ficar à vontade, tava voando de tesão e a gente percebeu. A Anita seguiu ele. Ela ficou no quarto, só saiu a Patrícia vestindo uma camisola vermelha semi transparente e sem nada por baixo. Todos os homens levantaram e foram pro quarto. Eu fiquei com a Pato junto com a Vero. Em segundos, ela tava pelada e as duas chupando, enquanto eu ouvia os gemidos do quarto. Dava pra ver que não perderam tempo e já tavam metendo na pobre da Anita. A Pato levantou e fechou a porta.

Patrícia — assim você não se distrai, pica grande.

Fiz o esforço de esquecer o que tava rolando lá dentro e me dediquei a continuar com elas. Já tava de pau duro, deitei ela de barriga pra baixo e ela automaticamente ficou de quatro.

Eu- chupa essa buceta

Falei pra Vero e chupei a bunda da Patolevantando a saída dela, não queria que tirasse, assim me excitava mais. Ela tava toda molhada, desesperada, e mexia a bundinha dela pros dois lados enquanto eu também chupava a buceta da Vero, enfiava minha língua no buraquinho dela e ela ficava louca até que não aguentou mais e me disse

Patrícia—arrebenta minha buceta, por favoooor, não aguento maaaais, já gozei três vezes, quero ela dentro agorrrra

Eu— cala a boca, puta, e goza.

Quando apontei meu pau pro cu dela, vi os dedos da Vero brincando com a buceta dela, entrando e saindo.

Eu- agora sim, sua putinha, queria ela? Tá aí, gostosaaaaa

Apoiei meu pau e, de uma só vez, perfurei ela. Isso fez a mão da Vero se perder na buceta dela, então a Pato deu um grito forte. Comecei a montar nela, e ela só gemia e gritava. Sabia que tava doendo, porque aquele buraco era o único que eu comia e fazia tempo que não dava pra ela. Ela se contorcia de dor até se acostumar e começou a gozar que nem uma gata, enquanto a Vero chupava minhas bolas no ritmo dos meus movimentos. Tirei do cu da Pato e enfiei na boca da Vero, que tava faminta. Ela começou a chupar desesperada, enquanto a Pato continuava gemendo e pedindo mais e mais. Assim seguimos por um bom tempo: um pouco na boca da Vero, outro pouco no cu da Pato, até que não aguentei mais e enchi o cu dela de leite, enquanto a Pato gemia desesperada. Tirei e sentei pra descansar. Dava pra ver a Vero engolindo a porra que saía do cu aberto da Pato, que tinha a saída toda lambuzada, enquanto ainda ouvia os gemidos e os gritos que vinham do quarto, mesmo com a porta totalmente fechada. As duas se levantaram e a gente foi tomar cerveja.

Ei— ainda ficou com vontade?

Patrícia—nem pense, isso tá só começando, você me deixou a bunda na merda, seu safado.

Eu— você não era o que queria?

Patrícia — e ela me deixou a bucetinha dolorida.

Vero – quando ele te arrombou a buceta, a puta ficou tão larga que até fez minha mão inteira entrar.

Patrícia — até pensei que fosse, porque doeu pra caralho.

Eu- mas você gozou ou não?

Patrícia—depois disso não consegui parar de gozar, você me esvaziou, Dany, agora tem que esvaziar ela.

Vero—é o que eu espero, mas que seja um pouco mais suave, essa pica me arrebenta toda vez que me pega, coitada da Ana que aguenta todas as noites.

Patricia - sortuda pra caralho

Vero, eu não aguentaria ela, já tô de saco cheio da Juan, mas me dá tesão igual dá nele.

Patrícia — sim, igual o Raul, que de tanto tesão que dá, até deu a bunda de presente pra ele, e ele fez dela a putinha dele.

Vero- nãããooo

Patricia — siiiim, e é lindo ver ele todo fodido enquanto ela arrebenta a bundinha minúscula dele e humilha ele. Eu adoro, e ele também. Depois a gente goza mais do que nunca com o Raul. Graças a isso, nós dois estamos tão felizes.

Vero- adoraria ver o Juan sendo dominado por uma boa pica

Eu— sem problema, adoraria fazer isso.

Patricia — o Raul até usa fio dental pra ela, é o máximo, tu não tem ideia de como me excita.

Vero- já tô explodindo, vai Dany, faz issooooo

Eu— primeiro deixa eu terminar com a Anita, depois a gente vê. Mas quero comer essa sua bucetinha gostosa, vem cá, me entrega essa raba, putinha.

Abri o futon e nós três nos jogamos em cima dele, enquanto a Vero engolia meu pau, o Pato preparava a bundinha dela com a língua. Logo em seguida, ela ganhou vida e trocamos de posição. A Vero gemia e pedia pra eu meter logo, tava ansiosa e eu queria esquentar ela mais, fazer ela perder o controle completamente. Então, enquanto o Pato brincava com a buceta dela, eu enfiava um dedo no cu dela.

E aí, Vero, beleza? O Juan não te dá as caras por aqui? Que fechadão que ele tá.

Vero—não vou deixar, agora quero que seja só meu, vai, arrebenta essa buceta pra mim

Eu- você pediu, sua puta gostosa

Patricia- arrebenta ele igual você arrebentou comigo, quero ver como essa piroca entra nessa puta gostosa.

Cara, essa pica vai cansar de arrebentar cu hoje.

Meti com força, já tinha entrado a cabeça de primeira, a Vero gritava e gemia enquanto eu enfiava até o fundo e comecei a cavalgar na bunda dela, fazendo as nádegas dela aguentarem as investidas do meu corpo. Isso deixava a Vero louca, e também o Pato, que não parava de chupar a buceta da Vero. Fiz igual antes, tirei meu pau e coloquei na boca da Patrícia, e assim fui alternando entre as duas. Era muito sacana ver as duas gozando ao mesmo tempo, até que ouvimos um "QUE BOM QUE VOCÊS TÃO SE DIVERTINDO TAMBÉM". Era o Raul, que tinha saído pra descansar um pouco. A gente continuou como se ele não estivesse lá, até eu encher o cu da Vero.

Cara- essas duas tão me esgotando de verdade

Raul — melhor assim, você não vê como ela tá ficando. Anita, a gente tá metendo por todos os lados.

Bom, era o que ela queria, né.

Raul – acho que sim.

Patrícia—também me deram uma surra gostosa.

Raul — imagino que sim.

Patrícia—olha só como eu deixei essa bucetinha minúscula.

Pato virou, afastou a saída e abriu as pernas, se abaixando pra mostrar como estava o cuzinho dela pro marido.

Raul – ahhh, tá bom, esse buraco é bem grande

É- sim, mas tem que limpar isso, isso aí a gente deixa pra você.

Raul olhou pro pato e ela disse pra ele:

Patrícia — ela já sabe que é sua dona e quer que o Juan também seja, então você vai ter concorrência. O que está esperando? Vai, limpa ele.

Ei- mas antes limpa a minha, tá suja e quer continuar na ação.

Raul não duvidou, se abaixou e começou a chupar minha pica, no começo com timidez, mas em poucos minutos perdeu isso, lambia ela toda, lambia e até chupava minhas bolas. Abri as pernas dela e coloquei um dedo no cuzinho dela.

Eu- huuu, já tá molhadinho, parece que quer pica, limpa ele com a boca que vou alimentar esse buraquinho que tá com muita fome.

Eu- abri mais as pernas, putinhaaaa

O Raul tava metendo a língua no Patoy e não perdoou, tava me dando o cuzinho dele e o pau dele tava duro até que eu encostei o meu e enfiei de uma vez, falei pra Vero.

Cara, bate uma punheta pra essa nova puta que eu arrumei, olha como ela goza, bem vadia. Além de corno, ainda é um baita viado.

Raul — siiiim, sou tua mulher e amo demaisss, faz o que quiser com minha esposa, adoro que você é o dono delaaa, assim você me come também, teu pau é divinoooo, me arrebenta bem assimmm, você é meu donooo, como me faz gozarrrr, me dá maissmais forteeee me estraçalhaaaa vagabundooo me parte ao meio danielllll

Vero se colocou embaixo de mim e começou a chupar minhas bolas enquanto Pato se virou e começou a mamar o Raul, que já estava totalmente entregue. Ele tinha se transformado em mais uma mulher, sabia que de agora em diante só ia querer pica. Percebi que não conseguia gozar, tava com muita vontade de mijar, provavelmente por causa da cerveja. Tirei ele do cu dela, ele já tinha gozado na boca do Pato. Pedi pra eles se juntarem e comecei a mijar, mandando eles engolirem meu mijo, e a Vero também entrou na brincadeira. As três terminaram completamente mijadas. Foram pro banheiro tomar um banho enquanto eu peguei outra cerveja da geladeira e fui descansar.

Patrícia—você é um filho da puta, foi muito bom, mas passou dos limites pra caralho.

Nós já paramos várias vezes e eles continuam pegando no pé da Anita, coitadinhaaaa

Raul — não tá sobrando um buraco são, te juro

Pô, do jeito que é, vou ter que mudar ela. Comer ela depois disso não vale a pena.

Patrícia—cê já tá bêbado, hein? Aquela bunda merece teu pau.

Isso vai deixar ela tão aberta quanto uma panela hahahahahaha

Vero—mas depois de um tempo ela volta a fechar.

Eu... não acredito, era o que ela queria, então agora ela tem que arcar com as consequências.

Patrícia—se responsabilizar por quê? Por acaso você não come quem quiser?

Eu— calmaaaa, que por não comer ela mais, não vou largar ela de jeito nenhum.

Raul—olha, cê destruiu a bunda da Aella e ela não me dá mais, ela transa comigo quando quer, mas mesmo assim a gente se diverte pra caralho, não troco ela por nenhuma.

Juan chegou bem cansado e falou

Juan—tão destruindo ela, coitada da Aninha, já não aguenta mais.

Eu- é o que o Juan queria.

Juan — é, já sei, mas não sei se é tanto assim, até fizeram ela mijar nas calças.

Eu- claro que você não, né hahahahahaha

Juan - é, porra, eu também, mas ele é uma máquina e esses dois não param de meter. Me dá uma breja?

Vero trouxe ele e começou a mimar.

Juan- você também levou uma?

Vero—perdi que nem na guerra, amor.

Juan — que filho da puta você é (se dirigindo a mim)

Pô, não é a bunda da Anita, mas é muito gostosa.

Juan—nãooo, você arrombou a bunda dela de novo? Ela falou que não dá pra mim?

Vero, se eu falei pro Juan e olha como ele me deixou.

A gostosa queria ver ele enfiado e tava fazendo igual pato, piscou um olho pra mim e virou, abrindo as pernas e mostrando o cuzinho aberto.

Juan - que filho da putaaa, olha como te deixei

Juan, tá ardendo muito, chupa ele pra mim.

Pra surpresa da Vero, ela me obedeceu. Mal começou a chupar ele, ela já tava gemendo. Eu sabia o porquê: ela tava imaginando como ia arrebentar o cu do Juan e já tava gozando. Aí eu fiquei atrás dele e aproveitei pra meter devagar. Juan gemeu e falava: "assim, assim, assimiiii", enquanto eu ia entrando, até enfiar tudo. Enquanto a Vero surtava, eu deixei ela quieta e comecei a cavalgar ele. A Vero se virou e engoliu a pica dele enquanto o Juan gozava como nunca. Nisso, vejo o Raul chegando a pica na cara dele, e o Juan, sem dizer nada, engoliu. Já tava dominado. Continuei arrebentando o cu dele por um bom tempo, e quando tava quase gozando, tirei. Ele pedia pra continuar. O Raul já tinha dado o leite dele, e o Juan tinha engolido. Aí dei a pica pra ele mamar e falei.

Eu— engole toda a minha porra, saboreia bem, quero ver você fazendo isso.

Juan abriu a boca e eu enfiei meu pau, em segundos ela já estava inundada, ele abriu a boca e me mostrou como brincava com meu leite até depois engolir. Mandei ele ficar de barriga pra cima no futon, sem dizer nada ele obedeceu, abri as pernas dele e coloquei no meu ombro, apontei pro cuzinho dele e enfiei de uma vez até as bolas enquanto ele batia uma pros lindos.

É- assim que eu gosto, agora você já é minha putinha e vou te comer quando eu quiser e como eu quiser, entendeu, corno?

Juan- o que você quiser, mas continuaaaa, quero seu gozo no meu cuzinhoooo

Quanto mais forte eu batia, mais ela gemia e se contorcia igual uma gata. Não aguentei mais e gozei dentro depois de uma estocada forte que deixou ela louca. Tirei ela de lá e mandei a Vero limpar. Ela fez na hora. Já estava feito: Juan tinha virado minha putinha. Agora o Raul tinha concorrência. Quando me virei, o Pato e o Raul me abraçaram. Devagar, foram se abaixando e, juntos, me deram um boquete foda. Nessa hora, o Ricardo e o Eduardo apareceram.

Ricardo - puf, louco, vocês também se divertiram pra caralho, né

Juan - de maravilhas

Vero—olha como ficou a bunda do meu cornozinho

Eduardo – já estamos vendo, esse dano é foda pra caralho.

Sentamos na mesa e, tomando uma cerveja, perguntei sobre a Ana.

Eduardo—melhor nem ir ver ela, acho que não sai da cama.

Eu- levaram tanto assim?

Ricardo—não vai querer mais pica por uma semana.

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