Histórias de um verdureiro 8

Continuando com o relato anterior..http://m.poringa.net/posts/relatos/3291229/Historias-de-un-verdulero-7.htmlNaquela noite, cheguei em casa, tomei banho e bati uma punheta, já que não tinha gozado com a Silvia. No dia seguinte, fiquei na dúvida se ligava pra ela ou não. Ao meio-dia, liguei, ela atendeu e a gente conversou um pouco, nada relacionado a sexo, mas mais sobre como ela estava se sentindo. E combinamos de nos ver na quinta-feira de novo.

No sábado à noite, era a vez de sair com a Ludmila. Fomos ao cinema ver "Lendas da Paixão"... Sim, "Lendas da Paixão" (tudo isso aconteceu há muitos anos). A mocinha passou o filme inteiro chorando. Saímos, fomos comer alguma coisa e depois pro apê, já que naquela noite ele tava disponível. Na maioria das vezes, eu tinha o apê à disposição porque tanto meu chefe quanto a maioria dos meus colegas eram casados.

A Lu, naquela noite, tava meio sensível, imagino que por causa do filme. Isso fez com que o sexo fosse diferente naquela noite: muitos beijos muito apaixonados da parte dela, subindo em cima de mim, abraçados, se movendo bem devagar, e eu mais quieto do que ativo. Isso fez com que ela tivesse o primeiro orgasmo dela, silencioso, sem gemidos nem suspiros, mas sim com um suspiro longo e profundo. Ela ficou deitada em cima de mim e aí sim comecei a bombar ela enquanto ela ficava parada. Quando eu gozei, ela gozou junto comigo, e a gente dormiu naquela posição, com ela em cima de mim.

De madrugada, acordei e tirei ela de cima de mim. Ela ficou deitada de bruços e eu levantei pra pegar uma bebida gelada. Enquanto bebia um refrigerante, fiquei olhando pra rabeta dela... Era uma bunda linda. Me aproximei, comecei a beijar, a passar a língua ao longo do meio das nádegas dela, e ela fingiu que continuava dormindo. Beijo grego, língua, dedo, meio dedo pra dentro, e ela começou a gemer e ajeitou a rabeta pra eu poder trabalhar mais à vontade. Coloquei a pica com a cabeça toda babada e começou uma brincadeira de esfregar primeiro no cu dela, depois na buceta, de volta pro cu, e ela começou a se abrir. Uma punheta na rabeta dela e aquela bunda se abria cada vez mais. Meia cabeça pra dentro, punheta, cabeça inteira pra dentro, punheta e finalmente... Tudo dentro, era um mar de fluidos a buceta dela e a raba dela, eu pegava na bunda dela e com uma mão esfregava a buceta dela, ela teve um gozo forte e isso fez explodir dentro da raba dela, com a bunda cheia de porra ela dormiu de novo e eu do lado dela... Depois de acordar fomos tomar banho, peguei ela de novo no chuveiro, inclinei ela e segurei pelos braços, ela gozou em questão de poucos minutos, eu não soltei ela até gozar, ela se ajoelhou, colocou a pica na boca e chupou um bom tempo debaixo da chuva do chuveiro, irritada por não conseguir me fazer gozar eu levantei ela e peguei contra a parede até gozarmos juntos. Fomos embora, deixei ela em casa e fui trabalhar. Antes de ir pro trabalho passei na padaria pra comprar umas coisas, era daquelas padarias antigas, o dono era um português e você não podia se servir sozinho, tinha que pedir pra atendente. Peço uma dúzia e enquanto falava quais queria a mina que tava atendendo me diz, você é foda hein!? Essa mina se chamava Sandra, não era bonita, nem feia, mas tinha cara de ser muito puta, além disso não era mina da capital, era de Castelar e naquela época dava pra notar bem a diferença entre uma e outra. Quando ela me fala isso de que eu era foda minha resposta foi, perdão? Sandra: É... Te vi umas vezes com a loira que usa uniforme, outra vez te vi com outra loira alta (a missionária) e bem... Com sua namorada.. Eu: ah... Bom, você tem toda ficha minha. (Enquanto pensava, filha da puta essa tá de olho no que eu faço) Sandra: bom, não tudo, não sei quantos anos você tem por exemplo, mas sei como você se chama. Eu: ha! Olha... Tô em desvantagem Sandra: por quê? Eu me chamo Sandra, tenho 22 anos e não tenho namorado... Eu: hahaha eu 18 e agora sim estamos iguais Sandra: viu? Hoje vocês fecham às 2, né? Eu: não, 13:30... Vocês não fecham Sandra: não, mas eu saio às 2 Nessa hora não tive um treco porque era novo suponho, os fios se cruzaram e comecei a dar curto Eu: ah.... Sandra: bom, mais alguma coisa? Eu: ehhh não, obrigado
Sandra: bom, onde a gente se vê?
Eu: ehhh.... Tenho que ficar no depósito fazendo um inventário, passa lá quando sair.
Sandra: bom, beleza, passo rapidinho.
Eu: beleza, te espero...
Sandra: sim, beleza, passo. Fui no caixa pagar e o galego me fala, cuidado com essa que é rapidíssima! Sim, sim, tranquilo falei e fui embora, quando fechei a porta vi que o galego me olhava com um sorriso quase diabólico. Já no depósito enquanto tomávamos mate contei pros meus colegas o que tinha rolado com a padeira. Um me fala, mano, tu vem numa maré... A verdade é que não acho que foi maré, mas sim que alguma coisa na minha cabeça tinha mudado. É, pode ser falei. E outro colega me fala, e então... Mete ela no fundo e pronto. Não continuamos falando do assunto, quando fechamos um me fala, eu otário, tem camisinha? Uhhh não, falei, vou comprar agora (tava mentindo, tinha vergonha de comprar camisinha) ele me fala, toma, eu tenho e tira uma da mochila dele e me deixa. Foram embora e eu fiquei fazendo o inventário da mercadoria pra passar pro meu chefe. Daí a pouco escuto boaaa tarde, era a Sandra, tava ali parada atrás da persiana. Abri a porta pra ela, ela entrou, me cumprimentou com um beijo e me fala, tô morrendo de fome, tem algo pra comer? Não sei por que mas falei, não, além disso antes faz mal... Ela começou a rir e me fala, antes do quê? Peguei na minha pica e falei, antes de você chupar ela... Ela veio até mim sem falar nada, se ajoelhou e me fala, deixa eu ver? O que tem aqui? Enquanto desafivelava minha calça, quando abriu, acariciou minha pica por cima da cueca e me fala, hmmmm parece que vou me encher com isso, puxou minha pica pra fora, bateu uma só vez de leve e fala, que pica linda você tem e dá um beijo na cabeça, bate mais uma pra mim e passa a língua por ela toda, bate de novo e fica olhando, levanta o olhar e me fala, não sabe a fodida que vou te dar! Levantou e enquanto a gente se beijava, ela batia uma pra mim. Que pica gostosa, como você vai ficar a encher a use a palavra: buceta de porra com essa pica! Dizia, como pude (tava de calça no tornozelo) levei ela pro lado do escritório, pra chegar no escritório tinha que passar pelo depósito, ela fala, ai papai não me diz que vai me comer em cima dos sacos de batata? (nem por puta tinha pensado nisso) quer que eu te coma aí? Sim gostoso, quero que me coma aí! Levantei a calça e arrumei os sacos de um jeito que ficasse confortável pra nós dois. Peguei ela pela cintura e comecei a beijar a boca dela enquanto ela de novo foi atrás da minha pica, enquanto me punhetava deixei ela de peitos, ela tinha uns peitões (maiores que a negra) imagino que 110, com uns biquinhos bem pequenos e rosadinhos, chupava os peitos dela e ela me punhetava cada vez mais forte, gemia, tava excitadíssima, deitei ela sobre os sacos, tirei o tênis e a calça sem tirar a calcinha, mordia a use a palavra: buceta por cima da calcinha e ela pegava no meu cabelo e falava, vai, vai, tira minha calcinha e chupa ela toda, obedeci, tirei a calcinha e comecei a chupar a use a palavra: buceta já toda molhada, continuava pegando no meu cabelo e empurrava como se quisesse me meter dentro dela, mete um dedo ela fala, meto um dedo e ela goza na hora, me come, me dá pica! exige. Tirei a calça, peguei a camisinha e enfiei a pica até o fundo. Ahhhh exclamou, sim, sim, que pica dura, me come filho da puta! Enquanto comia ela apertava os peitos, mordia os lábios, que pica dura tu tem por deus! Gemia e ofegava. Filho da puta vai me fazer gozar de novo! Vai, vai! Mais forte vaiii, ahhhh gozo outra vez. Percebi que essa gostosa era diferente, me animei e falo, que foi putinha? Não aguenta? 2 a 0 hein... Ela me olha e fala? Que eu não aguento? Agora tu vai ver, senta você, ela levantou eu sentei nos sacos e ela subiu de costas pra mim, pegou minha pica se ajeitou, colocou pra dentro e começou a mexer a cintura pra trás e pra frente, só a cintura, pegou minha mão Levo ela até o quarto, com minha mão e a dela entrelaçadas, esfregava o clitóris dela enquanto ela se mexia cada vez mais forte, gemia muito e respirava cada vez mais ofegante. Minha pica começou a inchar e ela sentia. "Como tá ficando gorda, quanta porra vai sair daí, pussy..." Ela ficava mais excitada, esfregava o clitóris com mais força e gozou de novo. "Ahhhh, siiiim, que delícia! Que gostoso!" Ela se levantou, me olhou e disse: "Seu filho da puta, comigo você não vai foder." Ajoelhou, tirou a camisinha e começou a chupar minha pica como nunca tinham chupado antes. Batia punheta, babava, engasgava com a pica, tirava, respirava e colocava de novo. Assim por uns minutos até me fazer gozar, batendo punheta e colocando a língua na cabeça da minha pica. Toda a porra no rosto dela, no pescoço e nos peitos. "Siiim, gostoso, siiiim, assim que eu queria, bem quentinha!" Ela chupou minha pica por mais um tempo até limpar. Levantou, pediu pra ir ao banheiro, se limpou, se vestiu de novo e enquanto se vestia disse: "Na próxima, quero que me coma num hotel..." (A puta da mãe não só nunca tinha ido num hotel, como queria mais.) "E fica tranquilo, eu sou um túmulo, não quero namorado nem nada. Só me comer uma vez por semana já tá bom." "Fantástico", eu disse. Ela me cumprimentou, acariciou minha pica e falou: "Guarda um pouco pra mim." E foi embora. Terminei minhas coisas, voltei pra casa e depois fui pro futebol (cheguei atrasado) e, como sempre, à noite fui pra casa da negra. Naquela noite, enquanto jantávamos, a mãe da negra me disse: "O que tá acontecendo com você? Cada dia mais olheira... Não tá se drogando com alguma coisa, né?" "Não, não, senhora. Tô bem, só cansado, muito trabalho." "Ah, bom, você precisa descansar mais", ela disse. Quando terminamos de comer, fomos com a negra buscar um sorvete. Quando chegamos na sorveteria, vi que a Ludmila estava lá dentro com a irmã e o namorado dela. Rápido, virei pra negra e falei: "Uhh, a puta da mãe, esse filho da puta tá aqui. atendendo, vamos pra outra. E salvei minha morte com uma casquinha enfiada na garganta. Enquanto a gente ia pra outra sorveteria, a negra me perguntou o que rolava com o cara que atendia a sorveteria, inventei uma briga de bairro velha e ficou por isso. Mais tarde, cada um pra sua casa. Na segunda, contei pros meus colegas como tinha sido com a Sandra e a partir daí ganhei um certo respeito, aumentado pela situação, contei da Silvia e já achavam demais, não acreditavam, decidiram envolver meu chefe e meu chefe me olhava enquanto meus colegas contavam, quando terminaram de contar ele me disse. Ela tem 48 anos mesmo? Sim. Falei. Não pode ser... Disse. Tô falando sério, ele diz, então, liga pra ela, manda ela vir... Hã? E como eu mando ela vir? Ah, não sei, problema seu, ele diz. Peço pra usar o telefone do local e ligo pra ela. Ela atende. Eu: oi, Silvi? Silvia: oi, sim... Eu: como cê tá? Sei que a gente tinha combinado de se ver na quinta, mas queria saber como cê tava? Silvia: bem, bem... Saindo pra fazer umas coisas. Eu: ah... Coisas? Silvia: não, na verdade dar uma volta e comprar umas roupas. Eu: ah... Beleza, quer que eu vá junto? Silvia: não, não, tá de boa. Além disso, cê não tá trabalhando? Eu: tô, tô trabalhando, mas meu chefe me deve horas e eu tava guardando pra quando precisasse, e na verdade se eu puder dar um pulo fora do trampo, melhor. Silvia: bom... Beleza, vem comigo. Eu: beleza, cê vai de carro? Silvia: sim, tava pensando em ir no Paseo Alcorta. Eu: beleza, passa lá no meu trampo pra me pegar e a gente vai. Silvia: beleza, me passa o endereço. Passei o endereço e quando desliguei meu chefe me diz, o que cê tá fazendo? Aonde cê vai? Bom... Você que falou pra eu mandar ela vir... Não achei outro jeito. Meu chefe começou a rir e me diz, beleza, vai, mas hoje você fica até fechar. Ok, falei, uns 40 minutos depois. A Silvia chegou, buzinou, me aproximei, cumprimentei e falei pra ela esperar que eu ia lavar as mãos e voltava. Deixei o avental, lavei o rosto. As mãos e entrei no carro dela. No caminho, a gente foi conversando sobre várias coisas, até que num momento perguntei se ela tinha gostado do que rolou entre a gente. Ela disse que sim, mas que justamente queria falar comigo sobre aquilo, que eu era muito novo e podia ser filho dela.
Eu: é, verdade. Mas não sou... Além disso, quer saber de uma coisa?
Silvia: o quê?
Eu: outro dia fui embora muito puto.
Silvia: por quê? Não gostou?
Eu: olha... ir embora de pau duro sem gozar não é muito legal.
Silvia: como? Você não gozou?
Eu: não... Você não percebeu?
Silvia: não... A verdade é que não, eu tava tão melada que pensei que você tinha gozado, tem certeza?
Eu: claro... Se eu não tenho certeza, quem vai ter...
Silvia: você tá me zoando, tudo isso não pode ser meu...
Eu: juro que sim, não gozei.
Silvia: não, não pode ser, você tá enganado.
Eu: não, Silvi, de verdade, não gozei, bati uma quando cheguei em casa porque tava com os ovos doendo.
Silvia: você se tocou pensando em mim?
Eu: sim... por quê?
Silvia: pera, você se tocou pensando em mim ou em outra pessoa?
Eu: não, Silvi, em você... Você me deixou com muito tesão.
Silvia: ahhh, não acredito em você, uffff! (Ela se abana com a mão). Nossa... Que calor, que horas você tem que voltar?
Eu: não tenho hora, por quê?
Silvia: por nada...
Ficamos em silêncio e depois de algumas quadras ela para o carro, me pede um beijo, eu beijo ela de língua até o fundo e ela diz: me leva pra um motel. (Ops)
Eu: Silvi... Nunca fui num motel.
Silvia: uh! Eu também não...
Eu: uh... Que merda! E como a gente faz?
Silvia: não sei...
Eu: bom, vamos procurar um e ver no que dá...
Silvia: bom, mas eu não conheço nenhum...
Vi que tinha um homem na calçada, era daqueles que vendem ticket pra estacionar. Desci do carro e perguntei: bom dia, chefe, sabe de um motel por aqui? Sim, olha, vai reto por quatro quadras, vira à esquerda mais duas e você vai ver um antes de chegar na esquina. Passei entre São Luís e Córdoba, nunca mais esqueço! Procuramos onde deixar o carro e voltamos pro motel a pé. Passamos 3 vezes pela porta e a Silvia não tinha coragem de entrar, tava com vergonha. Falei: "Bom, já tamo aqui, vamos entrar, no máximo vão nos expulsar..." E fomos, entramos. Fui direto pro caixa e, sem ver quem caralhos tava do outro lado, falei: "Boa tarde... Como funciona aqui? É a primeira vez que venho num lugar assim." A voz de uma mulher responde: "40 min R$15, 2 horas R$25..." Falei 2 horas e paguei. "Sala 23, 2º andar pela escada..." Subimos, entramos e era muito parecido com o escritório do meu chefe. Peguei a Silvi, tirei a roupa dela em segundos, e ela fala: "Para, tenho que ir no banheiro." Enquanto ela entrava no banheiro, eu fiquei pelado. Ela saiu, pediu pra apagar a luz e deitou. Me acomodei em cima dela e, enquanto a beijava, ela passava as unhas no meu pau. Silvia: "Quero que você me mostre como você se tocava pensando em mim." Me ajoelhei e comecei a bater uma enquanto olhava pra ela (sempre fui muito de olhar). Ela pergunta: "E quando você se tocava, no que pensava?" "Nos seus peitos", falei. "Meus peitos? Você gosta?" "Me deixam louco", respondi. "É? E mais o quê?" "Tudo, Silvi, tudo em você me excita", falei. Ela se ajoelhou na minha frente e pediu pra eu acariciar os peitos dela, deixou os braços caídos enquanto eu passava as duas mãos. "Acaricia com uma mão e com a outra se toca", pediu. Enquanto eu batia uma e acariciava os peitos dela, que já estavam durinhos, ela começou a se tocar na buceta, tirou os dedos todos molhados e colocou na minha boca. Voltou a se tocar na buceta e passou o melzinho na cabeça do meu pau. "Levanta", falou, e começou a chupar meu pau. "Então você foi embora com tesão porque não gozou?", disse. "Sim, fui muito excitado", falei. "Agora vou fazer você gozar", disse. Chupou mais um pouco e pediu pra eu deitar. Subiu em cima de mim e, inacreditavelmente, tava mais molhada que uma novinha de 20 anos. Se apoiou no meu peito e começou a rebolsar, eu apertava os peitos dela, coloquei as mãos no encosto da cama, chupava os peitos dela e acariciava a bunda enquanto ela se movia. Gozou com um gemido longo e... começou a se mover mais rápido, você vai gozar, gostoso? Vai gozar? E ela rebolava cada vez mais forte, me pede pra colocar de quatro, sem sair da minha piroca ela se virou, descruzamos as pernas e fiquei ajoelhado atrás dela, metia nela e ela gemia, enfiei um dedo no cu dela e ela não falou nada, por ser uma gostosa de 48 anos, mãe de dois caras, tinha uma bunda monumental. Comi ela mais um pouco com o dedo no cu... Tira esse dedo e enfia tudo em mim, ela disse. Eu, como bom menino, obedeci, entrou tudo de uma vez, me segurei na cintura dela e comecei a meter bem forte por uns minutos até gozar, caí em cima dela sem sair da bunda dela e ela apertava as nádegas pra dentro com força, que delícia... Fica aí... Não sai, minha piroca começou a endurecer de novo e ela continuava apertando com a bunda. Uhhh, o que foi? De novo? Sim, Silvi. De novo, mas agora quero você sentada na piroca, sem sair, nos viramos e ela sentou, primeiro pra frente e pra trás e depois segurando meus joelhos pra cima e pra baixo, ela olhava como entrava e gemia mais e se mexia mais forte, eu via meu gozo escorrendo pela minha piroca, quando começou a inchar ela gozou, sentou com toda minha piroca enterrada até o fundo do cu e virou pra mim, quero ver você quando gozar, ela disse, de novo pra cima e pra baixo, se apoiando nos joelhos e segurando os peitos dela, gozei na hora. Que lindo você é! Tão pequenininho e tão lindo, ela dizia. Ficamos um tempo deitados enquanto eu brincava com os bicos dos peitos dela, depois de um tempo levantamos, tomamos banho juntos e saímos. No carro ela me diz: Eu usava como terapia comprar roupa, isso funciona melhor! Eu: Você gostou? Silvia: Muito bem, bebê. Eu: Eu também, mamãe. Silvia: Mamãe? Eu: Sim, se eu sou bebê... Você é mamãe, pode ser minha mamãe se quiser? Silvia: hahahahaha quase sua avó eu posso ser. Eu: Não, para de encher o saco com essa história de idade, você é uma gostosa e eu quero saber quantas pintinhas tem nesses peitos. Silvia: Ufa, são muitas. Eu: Bom, na próxima eu conto. Silvia: Próxima? Eu: Sim, a próxima. Ou você não quer? Mas? Silvia: não sei, vou pensar e quinta-feira te falo. Eu: tá bom... Falamos de outras besteiras e chegamos no meu trampo, cumprimentei ela com um beijo na bochecha e ela fala. Assim seco? Só na bochecha? Não sei... Vou pensar e quinta-feira te falo. Falei e desci do carro. Meus colegas, que eram tudo meio otário, começaram a me aplaudir. Valeu a todos por me seguir e pelos pontos! Até a próxima!

8 comentários - Histórias de um verdureiro 8

AmoVzla +1
Excelente relato de la que te salvaste en la heladeria 😆
Sos un crack te dejo 10 puntos, estoy leyendo este relato en la oficina y me vuelvo loco lpm vamosss 🤙🤙🤙