Estava sentado, me tocando no sofá, te observando, cada mão e cada perna amarrada a uma das pernas da cama, nua, de olhos vendados e exposta. Exposta pra eu fazer o que quiser com você, e você não pode nem ver nem decidir o que vou fazer. Só sente minha respiração forte, de longe, sente como eu gemolhando pra você. Você começa a se mexer inquieta, fica ansiosa. Ama que eu te deixe ansiosa, você fica molhada e eu nem te toquei, nem cheguei perto, mas adora saber que eu me toco olhando pra você, te excita se sentir tão puta. Mas odeia que eu te faça esperar, odeia não saber o que vou fazer.
— Me toca, vai, me toca.
Você começa a falar, sabe que me irrita quando me apressa.
Levanto e começo a dar voltas na cama, te olhando, percorrendo seu corpo, desde sua boca aberta gemendo me sentindo perto, descendo pelo seu pescoço, chegando nos seus peitos, você tem os mamões durinhos, e continuo descendo pela sua barriga até chegar na sua buceta, que já tá molhada, nem te toquei mas você já tá toda excitada.
Amo ter esse poder de fazer você ficar molhada, de você não aguentar mais sem eu ter te tocado.
Pego um gelo do lado da cama, começo a sentir ele derretendo nos meus dedos e começo a deixar cair as gotas na sua boca, você estremece, começa a respirar mais ofegante e a gemer mais alto.
Continuo deixando cair gotas agora no seu pescoço e aos poucos vou descendo pros seus peitos, com seus mamões duros, esperando que eu morda e chupe do jeito que você gosta. Sua pele começa a ficar arrepiada, você começa a gemer mais e a ficar mais ansiosa.
— Cala a boca, não quero te ouvir ainda.
Agora começo a jogar gotas pela sua barriga, até seu monte de Vênus, você se mexe mais, sua buceta tá mais molhada, dá pra ver brilhando daqui. Mas você não geme, gosta de me obedecer, gosta de ser uma submissa obediente.
Pego outro gelo e começo a passar ele dos seus lábios até seus peitos. Você gemeu, não cumpriu a primeira ordem que te dei.
Você ouve eu procurando algo, sabe o que vem, sabe o que acontece quando não me obedece e me faz Irritar, mas no fundo esse é o seu jogo: me provocar e esperar seu castigo.
Pego o cinto, passo a ponta devagar pelos seus mamilos. Você geme de novo, já não sou mais suave, e de repente sente a cintada no mamilo.
– Mais, me bate.
De novo e não paro até deixar suas tetas vermelhas.
Pego outro gelo e continuo passando pelos seus mamilos, fazendo círculos por todas as suas tetas. Você não aguenta mais, quer que eu desça e te toque, que te faça gozar e que quando você estiver chegando lá, eu meta meu pau e te coma com força como uma puta, como a puta que você é.
Começo a te beijar de língua, do jeito que a gente gosta, a gente se entende, sabe qual movimento o outro vai fazer. Você começa a reclamar e pedir pra eu te tocar.
– Eu não te disse que podia gemer.
Pra te calar, enfio meu pau na sua boca, você procura ele desesperada, começa a chupar forte, passa a língua em toda a cabeça e enfia tudo até sentir minhas bolas no seu rosto.
Começo a foder sua boca, forte, sentindo como chega na sua garganta e como você começa a engasgar. Tiro ele, e está cheio de saliva.
Aproximo minha boca dos seus mamilos e você sente minha respiração pesada, sente como eu os coloco na boca sem tocá-los. Só sentindo o calor da minha boca.
Quando você não aguenta mais, eu seguro entre meus dentes, você arqueia as costas e começa a gemer.
Perdeu seu prêmio. Sento na sua cara e coloco minhas bolas pra você chupar, mas você já sabe o que eu quero. Você começa a mover a cabeça até sua língua chegar no meu cu, começa a passar a língua em círculos. Enquanto sente como eu me toco e começo a gemer mais forte.
Até que não aguento mais, me afasto e gozo na sua cara e parte da sua boca.
Volto pro sofá, pra te ver, amarrada, cheia de porra e sem entender nada, sem saber qual é a próxima coisa que vem.
Pego o celular, abro um chat e escrevo:
– Vem? Já estamos prontos.
— Me toca, vai, me toca.
Você começa a falar, sabe que me irrita quando me apressa.
Levanto e começo a dar voltas na cama, te olhando, percorrendo seu corpo, desde sua boca aberta gemendo me sentindo perto, descendo pelo seu pescoço, chegando nos seus peitos, você tem os mamões durinhos, e continuo descendo pela sua barriga até chegar na sua buceta, que já tá molhada, nem te toquei mas você já tá toda excitada.
Amo ter esse poder de fazer você ficar molhada, de você não aguentar mais sem eu ter te tocado.
Pego um gelo do lado da cama, começo a sentir ele derretendo nos meus dedos e começo a deixar cair as gotas na sua boca, você estremece, começa a respirar mais ofegante e a gemer mais alto.
Continuo deixando cair gotas agora no seu pescoço e aos poucos vou descendo pros seus peitos, com seus mamões duros, esperando que eu morda e chupe do jeito que você gosta. Sua pele começa a ficar arrepiada, você começa a gemer mais e a ficar mais ansiosa.
— Cala a boca, não quero te ouvir ainda.
Agora começo a jogar gotas pela sua barriga, até seu monte de Vênus, você se mexe mais, sua buceta tá mais molhada, dá pra ver brilhando daqui. Mas você não geme, gosta de me obedecer, gosta de ser uma submissa obediente.
Pego outro gelo e começo a passar ele dos seus lábios até seus peitos. Você gemeu, não cumpriu a primeira ordem que te dei.
Você ouve eu procurando algo, sabe o que vem, sabe o que acontece quando não me obedece e me faz Irritar, mas no fundo esse é o seu jogo: me provocar e esperar seu castigo.
Pego o cinto, passo a ponta devagar pelos seus mamilos. Você geme de novo, já não sou mais suave, e de repente sente a cintada no mamilo.
– Mais, me bate.
De novo e não paro até deixar suas tetas vermelhas.
Pego outro gelo e continuo passando pelos seus mamilos, fazendo círculos por todas as suas tetas. Você não aguenta mais, quer que eu desça e te toque, que te faça gozar e que quando você estiver chegando lá, eu meta meu pau e te coma com força como uma puta, como a puta que você é.
Começo a te beijar de língua, do jeito que a gente gosta, a gente se entende, sabe qual movimento o outro vai fazer. Você começa a reclamar e pedir pra eu te tocar.
– Eu não te disse que podia gemer.
Pra te calar, enfio meu pau na sua boca, você procura ele desesperada, começa a chupar forte, passa a língua em toda a cabeça e enfia tudo até sentir minhas bolas no seu rosto.
Começo a foder sua boca, forte, sentindo como chega na sua garganta e como você começa a engasgar. Tiro ele, e está cheio de saliva.
Aproximo minha boca dos seus mamilos e você sente minha respiração pesada, sente como eu os coloco na boca sem tocá-los. Só sentindo o calor da minha boca.
Quando você não aguenta mais, eu seguro entre meus dentes, você arqueia as costas e começa a gemer.
Perdeu seu prêmio. Sento na sua cara e coloco minhas bolas pra você chupar, mas você já sabe o que eu quero. Você começa a mover a cabeça até sua língua chegar no meu cu, começa a passar a língua em círculos. Enquanto sente como eu me toco e começo a gemer mais forte.
Até que não aguento mais, me afasto e gozo na sua cara e parte da sua boca.
Volto pro sofá, pra te ver, amarrada, cheia de porra e sem entender nada, sem saber qual é a próxima coisa que vem.
Pego o celular, abro um chat e escrevo:
– Vem? Já estamos prontos.
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