Segunda parte: encontros com a prima da minha mulher

Depois daquele primeiro encontro, a paixão e o desejo continuavam, mas um problema estava surgindo: a necessidade de querer cada vez mais, sempre buscando explorar tudo. Mas era ela que, sutilmente, me motivava a isso, como se eu fosse o experimento dela. Tanto que, uma noite, ela me perguntou qual era minha fantasia mais bizarra, aquela que eu nunca contaria pra ninguém. Eu respondi: "Pra que você quer saber, se depois não vai rolar nada?" Ela respondeu: "Quem não arrisca, não petisca." E foi assim que, timidamente, comecei a contar que o que eu queria era vê-la com outro cara, um desconhecido, um ménage. Ela respondeu com um emoji da carinha com os olhos bem abertos, de nervoso, e só disse: "É mesmo? Olha só", e mudou de assunto. Na semana seguinte, eu estava no turno da noite, fascinado e excitado com as fotos e coisas que trocávamos. Ela me disse: "Amanhã de manhã vou pra cidade, vamos pro hotel." Estranho, porque sempre fui eu quem tinha que propor e insistir, ainda mais de dia, por causa dos riscos que, naquela altura, pouco importavam. Aceitei rápido. Marcamos horário: 8h30. Eu disse: "Fechou." Ela respondeu e continuamos jogando o jogo do love pelo WhatsApp, que eu achava absurdo, mas era bom pra passar as horas do turno da noite. 8h: fui pra cidade. 8h15: cheguei no hotel e pedi o quarto. Me deram a chave e indiquei o número do quarto pra ela. Ela respondeu: "Ok, já vou." Ansioso, mandava mensagens, mas ela não respondia. Ela chegou, passou, e começamos a nos beijar e nos tocar. Beijei tanto os peitos dela que notei que saiu um líquido amargo dos mamilos. Mais excitado ainda, continuei tentando espremer tudo que podia. Ela continuava de jeans apertados, sem camisa nem sutiã, mas ainda de calça. Tentei desesperadamente tirar, mas sem sucesso por causa das manobras evasivas dela. Ela disse: "Espera, que tenho uma surpresa." Falou isso e desceu pra chupar meu pau como nunca. Me deitei na cama. Ela se ajoelhou no chão e continuou chupando, lambendo e dizendo: "Não goza na minha boca." Percebendo que a excitação que eu sentia era incontrolável, ela começou a tirar a calça. vai até a porta onde deixou a bolsa dela, da cama eu olhava aquela bunda gostosa, ela procura alguma coisa e se vira com um vibrador que era maior que meu pau e me diz "vê como você usa". procuro no meu bolso a camisinha e coloco no vibrador, nunca vi nem toquei num desses, fiquei impressionado com o realismo. perguntei se já tinha usado e ela disse que comprou pela internet e chegou no dia anterior, e teve a ideia de estrearmos juntos. ela se deitou na cama de barriga pra cima, deixei o brinquedo de lado e comecei a chupar a buceta dela com vontade, puxando o clitóris o máximo que podia, enfiando minha língua até não aguentar mais, como sempre. levantei o quadril dela e chupei o cu dela, fazendo ela gemer. num momento, procurei com as mãos, tateando, e encontrei o vibrador, e afastando um pouco o corpo dela, comecei a brincar na entrada da buceta dela, não enfiava tudo, só a ponta, e esfregava contra o clitóris dela. ela gemia e apertava os próprios peitos, nunca vi ela assim. me aproximei do rosto dela e voltei a beijar os peitos dela sem esquecer do vibrador, brincando na entrada da buceta dela, e ela com movimentos tentando fazer ele entrar enquanto se ajeita pra continuar chupando meu pau. não aguentei e comecei a meter devagar, mesmo sem resistência por causa da lubrificação da buceta dela e minha saliva, entrava fácil. num momento, ela acelerou o movimento do quadril e eu tirei o vibrador e voltei a chupar a buceta dela cheia de sucos, muitos mesmo. tava nessa tarefa quando ela começa a se virar e ficar de bruços. todas as vezes que nos vimos, eu chupei a bunda dela, mas o máximo que deixava chegar era metade de um dedo, mais que isso não. mas entendi, ela tava se oferecendo, então abri bem as nádegas dela com a ajuda das mãos dela e aproveitei aquele buraco estreito, apertado, que aos poucos dava lugar pra minha língua entrar. ela se ajeitou levantando um pouco a bunda, não era posição de quatro, mas dava pra tocar a buceta dela com facilidade. aproveitei e voltei a meter o brinquedo. Agora sim, sem medo, até o fundo. Ela soltou um gemidinho quando bateu no limite, o que me deixou doido. Sabia que aquele lugar era o ponto fraco dela, então deixei bem enfiado e continuei brincando com a bunda dela, com um dedo lá dentro. Depois, foram dois, e aproveitei a dilatação pra tentar enfiar meu pau sem camisinha, mas bem lubrificada. Tive que fazer um esforço não pra entrar, mas pra não gozar enquanto tentava. Quando a cabeça entrou, meio que abriu caminho, e eu fiquei parado. Ela tirou ou soltou o vibrador e fazia movimentos pequenos pra que meu pau entrasse naquele cuzinho apertado dela. "Devagar", ela dizia, mas não era eu que me mexia, era ela. Quando vi que tinha enfiado metade ou mais, com a mão na cintura dela, comecei a puxar ela pra mim, e ela soltava baforadas de ar e suava igual a mim, que naquele momento só pensava em não gozar. Aí senti que meu pau entrou todo. Minhas pernas se apertavam contra os glúteos e a bunda dela, com movimentos do meu pau dentro do cu dela, que ela apertava enquanto soltava gemidinhos. Ela apertava os lençóis e tentava se segurar pra que eu não me mexesse. Foi aí que comecei meus movimentos pra trás e pra frente, devagar, mas com ritmo crescente, e cada vez mais fácil meu pau se movia dentro daquele cu, que começava a dilatar e se acostumar comigo. Quando percebi, tava bombando de um jeito incrível, e ela só gemia. Olhei pra não perder aquela imagem e notei um fio de sangue. Me assustei. Ela percebeu que algo tinha acontecido, passou a mão e, ao ver o sangue, ao contrário da minha reação de parar, ela se mexeu. Os movimentos dela me fizeram recuar, mas não ia perder terreno, então meti com mais força ainda. Tentava tirar e meter o máximo que podia, me ajudava com a mão pra apontar melhor. Os sons dos nossos corpos se chocando, do meu pau entrando até o fundo daquele cu, os gemidos que já não eram tão abafados, fizeram eu gozar. Acho que foi a melhor da minha vida. Me senti tão vazio de porra, e gozei com tanta força que ela também terminou junto. Nunca tinha visto ela suar daquele jeito, perder o fôlego assim. Ela se virou devagar pra frente e ficou de bruços por uns segundos. Percebi o quanto ela e eu estávamos manchados de sangue dela e da minha porra. Ela me diz: "Você arrebentou minha bunda e eu amei." A gente tomou banho junto, no chuveiro a gente transou de novo. Nos despedimos, ela levou o brinquedo dela e voltamos à rotina. Valeu por ler.

6 comentários - Segunda parte: encontros com a prima da minha mulher

Excelente..muy bueno si podes pasa fotos de esa mamita ..saludos
Seeee que satisfacción mas grande, safistacer a una amante!