SOU MARISOL, TENHO 37 ANOS, QUASE 38.
Vou começar a me descrever. Moro em Cancún, Quintana Roo, México. Tive uma filha aos 18 anos, depois de uma noite de paixão com um narcotraficante mexicano. Mas dei azar: mataram ele, então tive que trabalhar. Com o dinheiro que o pai da minha menina, Mia, deixou, montei umas academias e um hotel perto do mar de Playa del Carmen. Minha vida era bem normal, mas, como instrutora de academia, comecei a sentir atração por mulheres e cheguei a ter uma namoradinha ou outra — nada sério, mas eu curtia.
Minha filha, pouco depois de fazer 18, começou um namoro com o mecânico dela. Um cara muito gostoso que eu via de vez em quando na academia, mas só isso. Não demorou muito e minha menina engravidou desse sujeito, que, quando soube, sumiu, vendeu a oficina e nunca mais ouvimos falar dele até hoje.
Como mãe solteira e único apoio da minha filha, cuidei dela — como toda mãe e mulher que já passou por isso. Mas minha filha ficou muito magoada. Depois que ela se recuperou, decidimos ir comemorar numa balada com umas amigas. No calor das drogas e do álcool...
Nunca me lembro de quando terminei num quarto de hotel pelada, do lado da minha filha, e a gente também não lembrava de muita coisa. Então saímos do hotel depois de tomar banho e fomos pra casa. Três dias depois, quando fui ver meu celular, descobri que a gente tinha se gravado transando, nós duas — minha filha MIA e EU... Não conseguia acreditar. Precisava pensar e saber o que tinha acontecido, se ela lembrava de algo, se ela também era lésbica...
Naquela noite, enquanto a Mia dava de mamar pra neném, perguntei se ela era lésbica. Ela só disse que às vezes tinha fantasiado, mas que a fantasia nunca tinha passado da cabeça dela.
Decidi mostrar o vídeo pra ela, e a cara dela me deu a resposta que eu procurava: ela tinha curtido e lembrava de pedaços daquela noite... Perguntei de novo se ela lembrava daquela noite, e ela não queria me contar, mas disse que tinha gostado e que queria repetir, mas não com outra mulher — e sim comigo.
Colocamos a neném pra dormir no berço dela e fomos pro meu quarto transar.
Comecei a puxar a calça dela pra baixo e a beijar as pernas dela. Ela me jogou na cama e começou a me beijar, chupando minha língua. Depois tirou meu vestido até as duas ficarem de roupa íntima — ela de biquíni e eu de tanga de renda. Comecei a tirar o sutiã vermelho e preto dela e a chupar e lamber os peitos dela. Ela começou a dar leite, e eu amava provar o leite materno dela. Ela começou a se mexer, e eu tirei meu sutiã enquanto ela tirava a calcinha. Ela tinha uma buceta bem raspadinha, igual a minha. Comecei a fazer sexo oral nela, trocamos de posição — agora era ela. Depois me levantei e peguei na gaveta meu cinto com um dildo de borracha em forma de pau. Era hora de penetrar ela e colocá-la de quatro. Só de ter ela ali, sentia que ela ia gozar. Trocamos de posição e coloquei ela de papo pra cima. Ficamos assim até quase de madrugada naquele dia, e dormimos juntas.
No dia seguinte, levantei pra tomar banho, já que era domingo, e enquanto me vestia, recebi uma mensagem... Cor do café da manhã, então quando desci pro térreo vi minha mina de biquíni brasileiro, dei um tapão na bunda dela que fez barulho, sussurrei no ouvido dela — Assim que gosto que minha mulher me atenda —, peguei na rabeta de cavalo dela, dei um beijo, a gente sentou pra tomar café e perguntei se ela tinha gostado da noite. Ela disse que sim, que queria experimentar mais vezes. Pra mim foi perfeito, então falei: de agora em diante, já que sou eu quem banca a casa aqui, você é responsável por manter o lar e cuidar da pequena.
Ela só me olhou e disse que achava estranho eu ser a parceira dela, mas que tudo bem. (Minha filha Mia é muito parecida comigo, não a ponto de ser meu clone, mas dá pra ver que é minha filha)...
Já se passaram dois anos assim. A gente vai pra praia como casal, somos felizes. Minha neta cresceu dentro do nosso relacionamento, ela sabe que tem duas mães, embora eu acabe fazendo o papel de pai pra ela. Queria que a Mia engravidasse de novo, ou eu mesma, pra ter outra menina entre a gente. Ainda não chegamos nesse ponto, ainda tenho meus períodos, mas é só questão de convencer ela e encontrar o macho ideal que queira nos dar a semente dele. Enfim, vou parar essa parte do relato por aqui e deixar umas fotos pra vocês.


















Vou começar a me descrever. Moro em Cancún, Quintana Roo, México. Tive uma filha aos 18 anos, depois de uma noite de paixão com um narcotraficante mexicano. Mas dei azar: mataram ele, então tive que trabalhar. Com o dinheiro que o pai da minha menina, Mia, deixou, montei umas academias e um hotel perto do mar de Playa del Carmen. Minha vida era bem normal, mas, como instrutora de academia, comecei a sentir atração por mulheres e cheguei a ter uma namoradinha ou outra — nada sério, mas eu curtia.
Minha filha, pouco depois de fazer 18, começou um namoro com o mecânico dela. Um cara muito gostoso que eu via de vez em quando na academia, mas só isso. Não demorou muito e minha menina engravidou desse sujeito, que, quando soube, sumiu, vendeu a oficina e nunca mais ouvimos falar dele até hoje.
Como mãe solteira e único apoio da minha filha, cuidei dela — como toda mãe e mulher que já passou por isso. Mas minha filha ficou muito magoada. Depois que ela se recuperou, decidimos ir comemorar numa balada com umas amigas. No calor das drogas e do álcool...
Nunca me lembro de quando terminei num quarto de hotel pelada, do lado da minha filha, e a gente também não lembrava de muita coisa. Então saímos do hotel depois de tomar banho e fomos pra casa. Três dias depois, quando fui ver meu celular, descobri que a gente tinha se gravado transando, nós duas — minha filha MIA e EU... Não conseguia acreditar. Precisava pensar e saber o que tinha acontecido, se ela lembrava de algo, se ela também era lésbica...Naquela noite, enquanto a Mia dava de mamar pra neném, perguntei se ela era lésbica. Ela só disse que às vezes tinha fantasiado, mas que a fantasia nunca tinha passado da cabeça dela.
Decidi mostrar o vídeo pra ela, e a cara dela me deu a resposta que eu procurava: ela tinha curtido e lembrava de pedaços daquela noite... Perguntei de novo se ela lembrava daquela noite, e ela não queria me contar, mas disse que tinha gostado e que queria repetir, mas não com outra mulher — e sim comigo.
Colocamos a neném pra dormir no berço dela e fomos pro meu quarto transar.
Comecei a puxar a calça dela pra baixo e a beijar as pernas dela. Ela me jogou na cama e começou a me beijar, chupando minha língua. Depois tirou meu vestido até as duas ficarem de roupa íntima — ela de biquíni e eu de tanga de renda. Comecei a tirar o sutiã vermelho e preto dela e a chupar e lamber os peitos dela. Ela começou a dar leite, e eu amava provar o leite materno dela. Ela começou a se mexer, e eu tirei meu sutiã enquanto ela tirava a calcinha. Ela tinha uma buceta bem raspadinha, igual a minha. Comecei a fazer sexo oral nela, trocamos de posição — agora era ela. Depois me levantei e peguei na gaveta meu cinto com um dildo de borracha em forma de pau. Era hora de penetrar ela e colocá-la de quatro. Só de ter ela ali, sentia que ela ia gozar. Trocamos de posição e coloquei ela de papo pra cima. Ficamos assim até quase de madrugada naquele dia, e dormimos juntas.
No dia seguinte, levantei pra tomar banho, já que era domingo, e enquanto me vestia, recebi uma mensagem... Cor do café da manhã, então quando desci pro térreo vi minha mina de biquíni brasileiro, dei um tapão na bunda dela que fez barulho, sussurrei no ouvido dela — Assim que gosto que minha mulher me atenda —, peguei na rabeta de cavalo dela, dei um beijo, a gente sentou pra tomar café e perguntei se ela tinha gostado da noite. Ela disse que sim, que queria experimentar mais vezes. Pra mim foi perfeito, então falei: de agora em diante, já que sou eu quem banca a casa aqui, você é responsável por manter o lar e cuidar da pequena.
Ela só me olhou e disse que achava estranho eu ser a parceira dela, mas que tudo bem. (Minha filha Mia é muito parecida comigo, não a ponto de ser meu clone, mas dá pra ver que é minha filha)...
Já se passaram dois anos assim. A gente vai pra praia como casal, somos felizes. Minha neta cresceu dentro do nosso relacionamento, ela sabe que tem duas mães, embora eu acabe fazendo o papel de pai pra ela. Queria que a Mia engravidasse de novo, ou eu mesma, pra ter outra menina entre a gente. Ainda não chegamos nesse ponto, ainda tenho meus períodos, mas é só questão de convencer ela e encontrar o macho ideal que queira nos dar a semente dele. Enfim, vou parar essa parte do relato por aqui e deixar umas fotos pra vocês.



















2 comentários - Minha nova vida LES
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