Despues de tanto tiempo.. El Final !!!

agora vou contar pra vocês como tudo terminou


Uma vez no quarto, ela parou e eu atrás dela. Esse movimento só fez com que eu encostasse meu pau na bunda dela, que, como ela tava de vestido soltinho (daqueles que as grávidas usam no verão), afundou tudo dentro. Só se ouviu um suspiro dela naquele quarto silencioso, que fez meu pau bater mais ou menos contra a garganta de tesão, haja!!
Eu não aguentava mais, depois de tanto tempo, meu sonho ia se realizar... Ela sentou na cama e eu fiquei de pé. Rápido, ela desabotoou minha calça, o cinto e meteu a mão na minha cueca, tirando o amigo pra tomar ar. Olhou pra ele e disse: — Finalmente!!! — Meteu na boca enquanto me abaixava a calça e a cueca. Eu tava no céu. Ela enfiava tudo até a garganta, tirava, cuspia, passava na cara e engolia de novo. Eu olhei pra ela e falei: — Sabia que você seria a mais puta, a mulher que eu precisava... — Ela sorriu e foi desabotoando o vestido, revelando os peitos lindos dela, que, inchados de leite por causa da gravidez, pareciam de 500 mil centímetros. Pediu pra eu abaixar um pouco e colocar meu pau entre os peitos dela. Ela apertou os peitos e regou meu pau com leite, molhando tudo. Começou uma gostosa masturbação de boquete com os peitos, enquanto abria a boca e lambia.
Era demais pra mim. Não hesitei em dizer: — Meu amor, não vou aguentar muito tempo, vou gozar gostoso... — Ela me olhou e falou: — Querido, quero que você me banhe com toda a sua porra. — Dito e feito, mais duas bombadas e soltei toda a porra que tava guardada há tanto tempo. Uffa!!! Que jeito de banhar ela, acho até que afoguei a coitada, haja!! Minhas pernas tremiam. Me virei como pude, tirei a roupa, ela fez o mesmo e deitamos na cama. Meu pau ainda tava duro e ela espalhava minha porra nos peitos, perguntando: — Gostou? — Eu respondi que sim, que queria chupar eles. Ela mandou eu fechar os olhos e abrir a boca, que queria me surpreender. Foi quando senti jogarem água em mim. canela na boca, ela ria e me dizia: "Que louca que eu tô, é a primeira vez que faço isso kkkkk...". Quando abri os olhos, percebi que não era água, mas porra. Senti uma sensação estranha, porque nunca tinha feito algo parecido com minha mulher nos três filhos que ela teve. Nunca me passou pela cabeça chupar a porra dos peitos da minha esposa grávida (bah! Na verdade, a gente quase não transava com ela assim), mas não me importei e continuei de boca aberta, saboreando até a última gota de porra que ela gozou.

Ela se aproximou de mim e começamos a nos beijar, enquanto ela pedia pra eu acariciar a barriga, e eu adorava. "Como eu queria que fosse seu, te desejo há tanto tempo!..." Eu olhei pra ela e uma lágrima escapou (sou um otário, né?). Disse que "Eu também te desejo desde que te vi..." Nos abraçamos e percorremos o corpo inteiro. Ela virou de costas e disse: "Love, me come!!!" Nessa altura, eu tava duro. Me posicionei atrás dela, toquei na buceta e senti ela toda molhada. Encaixei meu pau entre as pernas dela e entrei tudo até o fundo. Ela deu um gritinho: "Aí!!!" Eu me assustei e perguntei se tinha machucado, e ela balançou a cabeça que não. Aí peguei na barriga dela, comecei com um movimento rápido de meter e tirar daquela buceta que era uma delícia, parecia que me abraçava...

Ficamos um tempo assim até que ela quis vir por cima. Eu me deitei de barriga pra cima e ela veio por cima de mim, mas de costas. Ficou igual uma puta no cio, me cavalgava como se fosse a última vez, e eu gozava como o último homem na terra. Via aquele rabo e amassava ele, enfiava o dedão e entrava sem esforço. Nisso, ouvi outro gritinho no meio dos outros gritos que ela dava, tipo "Como eu gosto do seu pau" ou "Aí, adoro ter ele todo dentro da minha buceta" ou "Me enche de porra, meu love!!!!" Em resposta ao dedo na bunda, ela disse: "Hoje não. Amorzinho, da próxima vez tudo o que você quiser... — ela se mexeu um pouquinho mais e eu enchi ela de porra, era êxtase demais pra mim... ela desceu de cima de mim, olhou as horas e disse: — Você tem que ir, tenho que buscar as crianças na escola. Eu me levantei, me vesti como pude e fui embora, enquanto saía ouvia a promessa dela: — Da próxima vez, fodo você do jeito que quiser, meu amor...

Depois daquele encontro, uma semana depois ela foi internada pra ter o Sweetie e, claro, fui como um conhecido qualquer. Foi aí que descobri uma notícia que me destruiu... estávamos sozinhos e ela me diz: — Ele está chegando na Argentina e quero que meu filho cresça com o pai dele. Eu não entendia o que aquilo significava e perguntei feito idiota: — E a gente, fica como? Ela me olhou, os olhos se encheram de lágrimas e ela chorou como uma louca. Eu não sabia o que fazer, tentei acalmá-la e quando a abracei, ela sussurrou no meu ouvido: — Acabou... Eu me afastei dela, engolindo seco e fungando, saí do quarto, me despedi, desci correndo e corri umas quadras até me acalmar.

Passaram-se umas semanas, acho que até meses, e eu não soube nada dela nem queria perguntar ao pai ou ao irmão. Tava muito deprimido, foi um chute que eu realmente não esperava. Um dia, tive uma surpresa... sim, fui no chinês como sempre e, quando tava na fiambreria, alguém toca nas minhas costas. Quando me virei, quem era? Isso mesmo, senhores, não tinha outra: era ela, mas com o Sweetie no colo. A gente se cumprimentou, perguntou como cada um tava, saímos do supermercado e, conversando, pergunto se ela ia na casa da mãe. Ela responde: — Me mudei. Quando ela aponta pra onde era, eu vejo bem e não era outro lugar senão na frente de casa. Olho pra ela, não entendi, e pergunto se ela tava me zoando. — Vou te vigiar de perto, não vai mais escapar de mim... — ela fala, dando uma gargalhada. Pergunta se eu ainda tenho o mesmo número, digo que sim. — Te ligo e a gente acerta... — e foi embora.

A gente se cruzou várias vezes, conversamos e nada, enquanto eu esperava a ligação dela (eu não ia ligar pra ela). chamar só por orgulho mesmo) até que um dia ela me propôs "se encontrar". Contrariado, falei que ela tava brincando comigo, porque eu realmente amava ela, e ela me disse: "Seu bobo, nunca parei de pensar em você desde que a gente ficou junto e quero estar com você todo tempo que puder... quer ou não?". E claro que eu disse que sim, lógico.

Já faz três anos que somos amantes e a gente se diverte pra caralho, adoramos assim. Uma vez por semana a gente se acaba na cama, dentro das quatro paredes do hotel, e somos os namorados eternos. Quando a gente se tromba na rua, cada um com sua família, a gente se cumprimenta bem educadamente e cada um segue seu rumo, só com um "Oi!!!".

P.S.:
A primeira parte foi removida!!!! Quando eu tiver um tempo, vou postar a primeira... aí dá pra entender essa história.





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