Viajé de un jubilado a la argentina 23

Acordei tarde e totalmente descansado, surpreendentemente estava mais feliz do que de costume, isso acontecia comigo quando tinha feito algo de que me orgulhava, na tarde anterior tinha ajudado a Carla, tirei ela de uma enrascada no trabalho, ainda por cima arrumei o quarto dela e a relaxei de um jeito que ela retomou o trabalho com novas energias.

Já tinha acontecido outras vezes, quando ajudei a Magda arrumando um emprego pra ela e a Rosario com o problema no hotel dela ou a Susa, em todos esses casos guardava boas lembranças, as minas também foram gratas comigo, ah! e a Glória quando resolvi o problema dela trocando o pneu do carro, embora nesse caso não guardasse boa lembrança de como a história tinha terminado, mas já tinha esquecido, o último ressentimento que me restava foi apagado pela Malena me avisando sobre ela, já que a conhecia muito bem.

Levantei e saí enrolado numa toalha do meu quarto em direção ao banheiro, não queria que ninguém me visse, principalmente a Corina, com certeza ela puxaria a toalha só pra me provocar, o fato é que não cruzei com ninguém nem ouvi ninguém, estranhei e chamei por elas, ninguém respondeu e percebi que estava sozinho mesmo, todos tinham saído, tomei banho feliz, até comecei a cantarolar, era o único lugar onde me atrevia a fazer isso porque canto muito mal, saíram aleatoriamente vários boleros e músicas da minha época, até que saiu aquele “Corrientes, 348 segundo piso ascensor, no hay portero ni vecinos…” aí me toquei que estava em Buenos Aires e Corrientes era uma rua famosa no mundo inteiro, me barbeei cuidadosamente, tomei um café do que tinha sobrado na cafeteira e saí pra rua, meu trajeto era mais ou menos o mesmo, rua Cuenca e de lá me orientava, mesmo assim tive que perguntar, tinha um senhor mais velho que eu, supus que me informaria melhor do que uma mina. Pessoa jovem, mas me decepcionou. Corrientes, cê sabe o que falou? Claro, rua Corrientes, a do tango. Isso é longe pra caralho, e em que número cê quer ir? Bom, acho que lembro de ser Corrientes 348 ou algo assim. A rua Corrientes é enorme, atravessa quase toda Buenos Aires… pega esse ônibus aí e pergunta onde pegar o metrô, e vai indo até chegar, boa sorte. Valeu de qualquer forma, achei que fosse mais perto.

O homem não tava errado, a rua era infinita, eu olhava os números dos portões e me desesperava, me conformei, vi que já faltavam poucos e desci do ônibus, tava na calçada dos ímpares e do outro lado conferia a numeração, minha decepção foi imensa, esperava ver uma casa antiga de subúrbio, meio abandonada, mas ali só tinha um prédio moderno de apartamentos igual a todos os outros, com lojas e garagens no térreo, fiquei parado sem saber se atravessava e pelo menos dava uma espiada no portão pra dizer que tinha ido, quando ouvi atrás de mim um barulho de salto e meu nome. Psiu, Pepe, espera Pepe, sou eu, Glória.

Me virei desconcertado, nunca imaginei que alguém me conhecesse, ainda mais uma mulher e que se chamasse Glória, a Glória que eu conhecia era uma metida que só gostava de ser bajulada, prometia muito e não dava nada, mas ali tava ela correndo na minha direção com a bolsa no braço e as mãos abertas pra me abraçar. Que alegria te ver, Pepe! Hoje tô num dia completo, acabei de assinar um contrato de publicidade pro meu programa de rádio, é foda, grana pra caramba, e tô fora de mim, vem que vou te mostrar o estúdio da emissora, é aqui do lado. Bom, eu… Sim, olha, é esse prédio, viu a placa? Já, já vi.

Na soleira do portão tinha só uma placa com umas siglas e a palavra estúdio, me deixei levar pro elevador, lá dentro Glória não parava de se esfregar em mim, tava Nervosa, feliz pelo contrato e mostrava isso comigo. Quando chegamos, só tinha duas portas. Numa delas, sob uma luz fraca, outra placa igual. Ela pegou as chaves e abriu. Eu esperava salões enormes, janelões imensos, espaços cheios de gente agitada, redatores, locutores, estúdios de entrevista... Nada disso. Três cômodos. Só num deles tinha gente: um casal sendo entrevistado pelo locutor, um jovem de costeletas, e atrás de um vidro que parecia um aquário, um outro cara mais velho com fones de ouvido mexendo nos controles. Quem falava também usava fones, com microfones na frente. Glória deu uma espiada e me puxou pra outra sala. Tava escuro, ela acendeu a luz. Não tinha nem janela, só uma mesa com um microfone e os fones, e outro vidro da sala de controle, também escura. "Olha, o que você acha? Aqui é onde eu trabalho. Daqui, milhares ou milhões de pessoas me ouvem e me adoram, ficam vidradas nos meus conselhos. Recebo milhares de cartas e só falo o que elas querem ouvir, deixo todo mundo feliz. O que você acha?" "Bom... eu... achava que..." "Ah! É uma delícia. Senta na minha cadeira, você vai ver como é a emoção de ser uma pessoa admirada e desejada por todos."

Sentei como ela mandou, na cadeira dela. Ela até colocou os fones em mim. Ela sentou na mesa, na minha frente. Quis ver a sensação de prazer imenso que eu sentia ao me saber admirado, mas a única coisa que eu admirava eram as pernas abertas que eu tinha na minha frente. Ela tinha colocado os pés nos braços da cadeira e ficava se mexendo pra lá e pra cá, me puxando e me afastando dela. "Tô encantada. Hoje faria qualquer loucura. Agora me deu vontade... espera."

Ela levantou a saia e tirou a calcinha de renda que tava usando. Colocou os pés de novo na minha cadeira e me puxou pra perto dela. "...Tô com vontade de você me comer. Hoje tô quente e feliz. Vai, chupa minha buceta." "Mas... e se alguém vier? alguém… Não vem ninguém, estamos sozinhos, o nojento do meu parceiro de cabine não está, é um porco que só pensa em me comer, vive atrás de mim há muito tempo, mas ele tem que entender, me dá nojo, o safado mal se lava e nem se barbeia, como é que um cara desses vai me conquistar?                                                  Ela pegou minha cabeça e enfiou entre as coxas dela, elas eram morenas, dava pra ver que ia muito à praia ou se bronzeava com raios UVA porque as pernas eram bem morenas, daí eu vi a buceta e a barriga quando ela levantou a saia e se jogou pra trás na mesa, afastou o microfone um pouco e abriu as pernas pra eu chupar a boceta, lembrei das palavras do meu amigo, dos conselhos da Malena e do meu diabinho particular dizendo que não era bom pra mim, mas não liguei e me joguei nos lábios dela, estavam perfumados, tinham gosto de mulher gostosa, já estava escorrendo suco quando enfiei a língua na buceta dela e ataquei o clitóris, o estúdio, como era à prova de som, deixava ela gemer alto, até gritar. Come tudo, assim, tudo, enfia a língua até onde der e chupa meu cu também, me faz gozar como uma puta, enfia o dedo no meu cu. Tá bom assim? Siiim, adoro, você faz maravilhas, o que eu estava perdendo com você, sabe de uma coisa? Eu não me decidia com você, não sei por quê, mas você faz como um mestre, agora tira o pau e enfia em mim, onde você quiser, me enche de carne. Se você diz… Ooooh! Pepe, você não tinha me avisado que seu pau era tão grosso, isso é uma rola tamanho extra. Então vou meter no seu cu também. Não, por favor, Pepe, no cu não, você vai me rasgar, Você vai ver que não, agora você vai ver. Oooooh não, Pepe não… mas com cuidado aaaah, assim um pouco mais devagar, assim tá bom, agora pode continuar até enfiar tudo!                                                  Fiquei fodendo ela na buceta e no cu alternadamente, ela deslizava pela mesa ao lado do microfone e dos fones, Correu gritando, gemendo e ofegando, eu gozei no cu dela, não deu tempo de trocar pra buceta divina dela, quando saí ela ficou de pernas abertas, com a saia acima da cintura e sem sapatos, a mesa estava molhada de porra e fluidos, olhei ao redor… Eeeeh… uma coisa, Glória, eu não entendo nada disso, mas esse microfone tem uma luz vermelha, não vai estragar se ficou ligado? Como assim, tá vermelho? Ela pulou pra cima, baixando a saia e virando pro vidro no exato momento em que a luz acendeu na sala de controle, espreguiçando-se, levantou um cara barrigudo, de cabelo comprido mal cortado e sem barbear, com uma camiseta regata imitando a que o Freddy Mercury usava nos shows, tinha um sorriso enigmático, não mudou de expressão, no máximo um sorrisinho, mas mostrou um pen-drive pra Glória. Bom dia, Glória! Ah! E… bom dia, seu Pepe, vou me apresentar, sou o Aurélio, do som, aquele que a Glória descreveu antes, mas que tava tirando um cochilo até o programa da senhorita começar, ouvi vocês entrarem e, como não tinha nada pra fazer, simplesmente liguei o microfone e gravei tudo que rolou aqui agora, a dúvida que tenho agora é se no intervalo comercial eu mando pro ar o conteúdo da foda que você deu na Glória (muitas das suas ouvintes iam adorar, mas outras não, e os patrocinadores que acabaram de fechar o anúncio com certeza menos), então podemos fazer uma coisa… ou eu mando o arquivo pra rádio ou… a gente faz um acordo com isso. O brutamontes simplesmente deixou cair o pauzão dele nos botões da mesa de som, já tava duro como uma barra de ferro, com a cabeça tão vermelha quanto a esponja do microfone, e ficou olhando pra Glória esperando a resposta dela. Que merda que você é, Aurélio, não sabe o quanto te odeio, seu filho da… mas esse contrato é Muito importante pra mim e meus ouvintes também acreditam em mim, sei lá…
                                                 Do outro lado do vidro, Aurelio esperava com a pica na mão, levantando e abaixando ela como uma bandeira esperando. Glória virou pra mim com cara de resignada e disse: "Desculpa, Pepe, adorei esse tempo com você, mas cê viu… não tem saída."
                                                 Me vesti enquanto Glória ia pra sala de controle, tirando a saia de marca cara. Quando eu fechava a porta do estúdio, ouvi Aurelio dizendo: "Não, Glória, não, só a saia não, tira tudo e não pensa que hoje é só uma trepada. Vamos trepar sempre que eu tiver vontade de trepar."
                                                 Desci pra rua Corrientes, olhei o número 348 e fui andando rua abaixo. Ia adorado ter um rádio pra ter ouvido o programa da Glória naquele dia.
                                                 Naquela rua central, eu podia me perder olhando pra qualquer lado. A agitação era sufocante, nada a ver com a "minha", a rua Cuenca. Pra falar a verdade, quase tudo me chamava atenção, apesar de ser o país mais europeizado da América Latina, tinha um estilo próprio. Tinha sinais de alemães, italianos, espanhóis e, claro, uruguaios e outros vizinhos. Fiquei andando um bom tempo, mais leve depois da Glória. No fim, tinha dado sorte com ela — digo, eu, porque naquele exato momento imaginava ela apertando todos os botões da mesa de som do estúdio com os mamilos e o "amigo" Aurelio comendo ela por trás como se não houvesse amanhã. Pensando bem, até imaginei que o malandro tinha blefado e não gravado nada, mas montou a cena com habilidade e, se soubesse jogar as cartas, tinha garantido por muito tempo a buceta "exótica" da Glória.
                                                 Quando cheguei em casa, já era hora de almoçar. Minha nora me perguntou como se eu Se eu lesse a mente dela pra saber como tinha ido a "pescaria", a Corina não parava de me surpreender, parecia que eu tinha a cabeça de vidro porque ela percebia na hora que eu tinha tido alguma aventura não confessável. Falei pra ela, sem mentir, que hoje tinha pescado um peixe bem grande, mas tinha devolvido pro mar pra seguir o caminho dele. Ela não entendeu direito, mas se contentou com a resposta e continuou com as coisas dela. Me contou onde tinham passado a manhã toda e, como era coisa de compras e tal, verdade seja dita, não prestei muita atenção. De tarde eu não ia sair, mas as mulheres tinham mais planos de lojas e eu preferi dar uma volta e tomar um café "batidinho" com uísque. Tava sentado na varanda da cafeteria quando, do outro lado da calçada, vi meu amigo do parque. Ele já vinha com a bolsinha de chimarrão dele, segurando como se quisessem roubar. Chamei ele e convidei pra um café. Ele tava com pressa e não o enrolei muito, só perguntei: "Você tem um rádio em casa?" "Sim, tenho um a pilha, mas quase não ouço rádio." "Por quê?" "Por nada, era curiosidade. Conheci uma dama que fala no rádio e gostaria de ouvir ela justamente hoje. Meu faro diz que vai ser um programa interessante." "Poxa, nem sei se as pilhas tão carregadas, faz tempo que não ligo ele."

Contei rapidamente o caso que tinha me acontecido e ficamos rindo que nem crianças. O povo olhava pra gente como se a gente não fosse normal da cabeça. Ele prometeu trocar as pilhas e ficar de olho, porque era suposto que quando o Aurelio aumentasse o volume, ela ia acusar ele. Ele já tava quase indo embora quando me disse que tinha falado com a Magda e que ela tava muito contente. Também disse que ela tava com vontade de falar comigo. Não sei por que, mas meu faro diz que ela tinha algo especial em mente. "Mas eu não te falei nada, hein?" "Fica tranquilo, vou ser discreto."

Não precisei segurar muito minha impaciência, porque quando fui de manhã comprar pão (um dos meus cometidos, se não me escorria antes) me deparei com a Marga, ela me contou que vinha da escola dos meninos porque a diretora tinha mandado um bilhete querendo falar com ela, ela ainda estava preocupada porque tinham comentado que, enquanto o caçula não dava problema nenhum, o mais velho estava se metendo com uma gangue nada recomendável, já conhecidos por pequenos furtos, quebra de mobiliário urbano, e até suspeitavam que tinham dado um tranco na bolsa de uma senhora idosa e derrubado ela no chão, embora não tivessem conseguido levar nada.

O assunto era complicado por causa da idade pré-adolescente, já que as más companhias influenciavam muito um garoto até então tímido, mas com o grupo apoiando ele podia se tornar igual ou mais agressivo. Fiquei preocupada porque meu filho numa idade parecida também tinha se metido com más companhias e no fim, com a ajuda de todos, conseguimos não só separar ele como também redirecionar o grupo todo e tirar eles da rua. Já mais tranquila ao ver que havia esperança e soluções (pelo menos eu tive sorte), ela mudou de assunto e os olhinhos dela brilharam, ela se aproximou de mim e confessou que tinha estado com meu amigo do parque. Eu ia cortar ela pra dizer que já sabia, mas queria ouvir a versão dela do ponto de vista feminino. Foi perfeito, Pepe, tudo como eu queria. Eu estava preocupada com o que você sabe, mas tomei todas as precauções, até pedi a um amigo que dirige uma ambulância uma garrafinha de oxigênio por via das dúvidas, embora não tenha sido de graça, não. O babaca me fez pagar deixando ele apalpar bem meus peitos, mas valeu a pena. Depois tomei um banho e pronto. O caso é que consegui deixar meus meninos com minha irmã mais velha, Francis. A coitada não tem filhos, embora seja apaixonada por eles, não pode ter, e sempre que posso deixo eles com ela. O caso é que seu amigo veio, que risada! Se passando por um agente de seguros que queria fazer uma revisão, e olha que ele fez mesmo. A gente transou com toda a calma, medindo Os tempos, sem pressa, eu controlava a agitação dele e freava ou acelerava conforme a respiração dele ia. Não podia acreditar, mas ele me fez gozar antes dele, me derramei toda. Fiquei feliz por ter conseguido, mas o senhor é todo um expert, sabe onde e quando tocar e meter. Ele me fez gozar duas vezes, mas bem longas, e ele não sei quantas, não tinha fim. Deve ter os ovos como um touro. Acabamos exaustos de transar, mas fisicamente de primeira. O que me deixa meio confusa é que quando minha irmã Francis veio me devolver meus filhos, ela me olhava com olhos maliciosos e me perguntou como tinha sido a "revisão", falando com duplo sentido se ele tinha apertado bem meus parafusos e coisas assim. No final, ela me perguntou abertamente se a gente tinha transado e eu tive que contar que sim. Ela ficou feliz, mas depois ficou triste. Perguntei e ela confessou que desde que não podiam ter filhos, o marido dela perdeu todo o interesse por ela e que ela tinha inveja de mim. Eu não sabia o que dizer nem como consolá-la. A única coisa que me veio à cabeça foi contar que o homem tinha um amigo que não ficava atrás e que a gente podia marcar um lanche à tarde os quatro. Me perdoa, Pepe, fiz certo? Mulher... você me complica... assim do nada, sem conhecê-la. Ah, por isso não se preocupa, ela é um pouco mais alta que eu, mais fina de cintura, mas mais peito que eu. Isso você gosta, né? E de bunda você não vai reclamar. Sim, isso não é problema pra mim. E de rosto e de caráter, ela não vai recuar? Bom, de rosto é igual a mim, três anos mais velha e muito simpática, mas sobre recuar... já não tenho tanta certeza. Acho que ela nunca ficou com ninguém além do meu cunhado. Então imagina que com a pica prestes a meter nela, ela me diz pra eu meter em mim... Porra, Francis não acho que faria isso comigo! Não tem problema, certeza que não. Já vou falar com ela primeiro e fazer ela jurar que não vai se assustar porque quando ela ver o pau que você calça... Isso espero. Iria sentir pelo meu amigo, seria uma merda, estragaria a tarde. Não te preocupa. Não se preocupa com teu amigo, eu cuido dele, já sei como lidar com ele e não vou deixar o Francis maltratar ele. Francis vai ser pra você, eu sei que você vai pegar ela direitinho, ela é bem encolhida, mas na cama não conheço. Beleza, depois me conta alguma coisa. Ah! E dos teus filhos, o que você vai fazer? Não tinha pensado nisso. Bom… eu pensei em fazer o lanche na casa da minha irmã, mas meu cunhado… é muito desconfiado e ia suspeitar de algo. Na minha casa acho que é melhor, porque num albergue sempre pode aparecer alguém. As crianças, vou ver se consigo deixar com uns amigos que moram num chalé, têm piscina e tudo, eles vão adorar. Você vê, mas não queria que “nos” complicasse a vida por uma boa trepada, mesmo que seja com umas minas como vocês. Não se preocupa, vai ser uma trepada inesquecível.

Meu amigo e eu combinamos de nos encontrar no parque. O argentino estava todo arrumado, penteado e com o bigode recém-aparado. Eu também tinha me produzido. Como não conhecíamos a irmã da Magda, só por referências, a gente não se sentia totalmente à vontade. Nós dois éramos velhos de guerra, mas cada um tinha suas experiências e jeitos de ver a vida. Ele era mais direto e eu mais tranquilo e condescendente, mas numa situação imprevista não sabíamos como íamos reagir. Antes de chegar na casa da Magda, dei um toque pra ela, prevenindo algum imprevisto de última hora. Na hora ela mandou uma mensagem: “tudo ok. Estamos esperando, animadas.”

Quando chegamos no portão, só precisei dar um toque curto pra porta abrir. Ao chegar no patamar da escada, a porta da casa se abriu sozinha. Meio desconfiado, meu amigo entrou olhando pra todos os lados. Eu entrei atrás, com minhas reservas. Quando estávamos lá dentro, as duas minas saíram de trás de umas cortinas, gritando e nos dando boas-vindas. Pareciam bem alegres e animadas. A anfitriã, Magda, pegou nós dois pelo braço e nos levou. No salão, ela me beijou e me apresentou pra irmã dela, Francis. Aí a Francis beijou meu amigo e fez a apresentação oficial. Elas estavam exultantes, talvez tão nervosas quanto a gente. Magda nos serviu uns drinks e já foi definindo os pares. Eu já sabia dos planos dela, mas ela tinha separado meu amigo por vários motivos: gostava do cavalheiro, tinha dado uma trepada como não fazia há muito tempo, e tava decidida a dar um tratamento especial pra garantir o "funcionamento" seguro, pela saúde dele.

As irmãs se esforçavam pra serem o mais simpáticas possível. Depois de três doses, a gente soltou o freio de mão e foi se soltando aos poucos. Francis logo se aproximou de mim e começou a passar a mão. A irmã dela tava de olho em tudo. Meu amigo já tava metendo a mão onde podia e, como me viu meio travado e sem confiar muito na irmã dela, levantou e falou com bastante segundas intenções: "Bom, percebi que somos umas anfitriãs ruins. Nossos amigos vieram nos visitar e a gente nem pensou em mostrar a casa. Francis, mostra o quarto de hóspedes pro Pepe, que eu vou levar o amigo dele pro meu. Acho que vão gostar." "Com muito prazer, Pepe! Vem que vou te mostrar o apê."

Eu segui ela até o quarto, que ficava bem ao lado do da Marga. Tinha duas camas com seus criados-mudos, mas as irmãs já tinham tirado a mesinha que separava as camas e juntado elas. O quarto da Magda eu já conhecia de uma visita anterior.

Francis ficou parada do lado da cama, parecia que ainda tava avaliando se devia continuar ou sair correndo. Eu resolvi arriscar tudo e abracei ela, virando ela de costas contra a porta. Assim pelo menos garantia que ela não ia fugir, enquanto minhas mãos começavam a Tirei a camisa dela da saia o mais rápido que pude. Ela encostou o rosto no meu, esperando meus movimentos. Ficou parada até que meus dedos levantaram o sutiã e os peitos dela caíram nas minhas mãos. Quando sentiu que os peitos já não eram mais dela e que os mamilos estavam sendo massageados pelos meus dedos, ela procurou minha boca e me beijou com paixão. Soltei o sutiã, já que os fechos eram na frente, e as taças ficaram separadas debaixo dos braços dela. Não via, mas devia ser moderno pelo toque dos meus dedos experientes.

Os mamilos não demoraram a ficar duros, enquanto as aréolas inchavam. Os peitos mal balançavam, estavam firmes e empinados. Ficamos alguns momentos encostados na porta do quarto. Consegui tirar a camisa dela, e ela tirou a minha. O sutiã pendia nos ombros dela, mas o mais importante era que os peitos dançavam entre minhas mãos, roçando no meu peito. Procurei onde diabos estava o zíper da saia, mas não encontrava. Francis estava impaciente e não admitia espera. Foi atrás do meu pau, que fazia volume na calça. Ela me empurrou, e eu caí de lado na cama. Ela se jogou no meu cinto, mostrou muita habilidade, principalmente quando puxou a fivela e o tirou de uma vez. Abriu a braguilha com um movimento rápido e puxou a calça e a cueca juntas até os joelhos. Meu pau pulou e ficou ereto.

Francis ficou um momento imóvel olhando pra ele. Eu não sabia se era decepção, medo, arrependimento ou vontade de aproveitar. Enquanto isso, pela parede fina que nos separava, eu ouvia que Magda estava muito na frente, mesmo indo com mais cuidado. Devia estar fazendo um boquete no meu amigo, que só grunhia como um urso. Também não devia estar parada, porque Magda gemia, provavelmente atacada nas partes mais sensíveis dela.

Num rompante de coragem, ela pegou meu pau com as duas mãos e o manteve apontado pro teto. Lentamente, desceu as duas mãos ao mesmo tempo e... O prepúcio foi se afastando da cabecinha avermelhada, com certa timidez ela aproximou os lábios da cabeça pelada e deu um beijinho carinhoso, igual ao que se dá num bebê, parece que ele gostou porque ela botou a ponta da língua e tocou, o glande pulsava inchando a cada momento, ela beijou de novo, mas dessa vez com os lábios mais abertos, foi repetindo até que minha cabecinha foi sumindo entre os lábios dela, quando fechou a boca em volta do meu freio, senti a língua dela apertando minha rola contra o céu da boca, ela ficou saboreando, imagino que a rola do marido dela devia ter um gosto diferente, acho que nenhuma rola nem porra tem o mesmo gosto de um homem pra outro, assim como nenhuma buceta tem o mesmo gosto, mesmo todas sendo deliciosas, enquanto me apertava contra o céu da boca, a língua dela acariciava o freio, sem dúvida Francis sabia fazer um boquete daqueles, naquele momento eu parabenizava o sortudo marido, embora tivesse pena dele porque naquele instante Francis tava dedicada de corpo e alma à minha rola.                                                  Com as mãos, continuei procurando o zíper da saia, teria sido um baita estímulo pra mim apalpar os peitos dela e acariciar o clitóris, que a essa altura já devia estar duro que nem uma amêndoa descascada, com minha rola na boca, ela quis garantir que não ia escapar e engoliu mais da metade, aí conseguiu soltar as mãos, ela tirou a saia, era bem simples, mas da minha posição eu não alcançava, tirei a saia e ela ficou só de calcinha, adorei ver ela de calcinha, às vezes era mais excitante ver uma bunda bem vestida com uma calcinha bonita do que um rabo solto, o púbis tava apertado, contido pelo tecido leve, Francis tinha vestido a lingerie mais sexy que tinha e era uma pena ignorar, o sutiã já tinha caído e os peitos pendiam sobre as pernas dela, roçando os mamilos nos pelos das coxas, essa sensação deixava os peitos dela mais duros e em mim dava arrepio e deixava as bolas mais enrugadas. Prestei atenção no casal vizinho, parecia que tudo estava indo de vento em popa, agora era ela quem estava recebendo aquela cock amiga, e devia estar adorando, porque não parava de gemer.

Quando cansei de admirar aquele rabo de calcinha, puxei ela. No começo, ela juntou as pernas para evitar que descessem, mas quando deixei as nádegas descobertas, dei um tapa e ela entendeu o recado, abriu as coxas e a peça ficou nos tornozelos. Devia ter seguido os conselhos da irmã, porque tinha depilado a buceta. Ao separar as nádegas, vi com surpresa que não tinha um único fio de pelo e, conforme ia afastando os lábios, continuava tudo tão depilado que parecia uma adolescente. Me surpreendi como os lábios menores eram desenvolvidos, pendiam enrugados com um tom marrom escuro. Ao meter a língua entre eles, se abriram e mostraram o interior rosado da vagina. Depois de explorar, enfiando a língua o mais fundo que pude, quando senti os fluidos vindo em ondas, segui para o clitóris, que já me esperava.

Ela já tinha aberto totalmente as pernas e os lábios também se abriam como um livro. O clitóris desenvolvido, muito maior que o da irmã, era bem sensível. Ao rodeá-lo com a língua, ela abriu a boca para gemer, mas a única coisa que conseguiu foi enfiar um pedaço maior do tronco da minha cock. Ela não desistiu e continuei empurrando, milímetro por milímetro, ela ia engolindo mais cock. Minha língua tinha levantado o pequeno prepúcio dela e lambia todos os cantos, deixando-o brilhante e duro. Quando ela começou a tremer, soube que ia gozar. Deixei o orgasmo percorrer todo o corpo dela, e ela aguentou abraçada nas minhas pernas, só tirou minha cock da boca, mas manteve o rosto colado na minha bochecha, sentindo a dureza e minhas pulsações. Deixei ela se recuperar enquanto ouvia o quarto ao lado, tudo parecia estar indo bem. De boca, eu adorava ouvir a Magda regulando a intensidade da foda pra que meu amigo não se estressasse demais, embora ela tivesse tudo preparado, queria que a pegada fosse o mais prazerosa possível e parecia que tava conseguindo.

Quando Francis deu sinal de vida, parecia que tinha sido atropelada, o orgasmo tinha deixado ela exausta, meu ego tava lá em cima, mas eu não entendia como uma chupada na buceta fazia aquele efeito tão fulminante nela. Com muita delicadeza, virei ela de bruços, ela se deixou levar, ainda tava nas nuvens, mas quando eu separei as pernas dela com as minhas e ela viu que meu pau apontava direto pros lábios dela, ela ficou dura. Parecia que até então tinha sido uma concessão, uma brincadeira, mas com a buceta ameaçada por aquele capudo roxo, a coisa era diferente. Com a cara séria, parecia que passavam pela cabeça dela imagens da vida dela, até o marido, o casamento, e sei lá o quê. Ela não se mexeu, nem o menor gesto, mas recebeu meu pau quando foi entrando devagar. Eu já tinha separado os lábios e lubrificado com saliva, não era problema de atrito, ela simplesmente tava travada porque um pau mais grosso do que ela jamais tinha sonhado tava entrando nela sem parar. E embora não tivesse parecido grande quando viu, agora sentindo ele entrar, parecia interminável. Quando toquei o colo do útero com a cabeça, ela suspirou, mas me surpreendeu ao dizer:

— Não para. Continua metendo até não caber mais. Você me encheu de carne como nunca imaginei. Sinto sua glande no meu útero, mas vai dilatar o que for preciso, e você não sabe como eu tava precisando de um pau igual ao seu.

— O que você mandar. Vou fazer o que puder. Se doer, me fala.

— Não vai doer. Vou gozar logo. Quando chegar, tira e mete de novo sem parar.

— Beleza.

Empurrei, metendo o pau o máximo que dava. Eu já não tinha muito mais pra enfiar, sempre apostei na grossura, já que de comprimento... Ela era bem comum, mas não ia decepcionar Francis. Continuei metendo e tirando, cada vez mais fundo. Ela gemia a cada estocada como se estivesse recebendo um cavalo. Quando ela arranhou minhas costas, comecei a meter e tirar rapidamente. Ela gritou, ofegou e gemeu me abraçando, suspirando e choramingando. Quando tirei a pica, a espuma branca cobria meu pau. Falei pra ela virar e ficar de quatro. Meio sem vontade, ela obedeceu. Já tinha tido dois orgasmos e estava exausta. Mandei ela descansar a cabeça na cama, e ela fez isso, com os braços e a cabeça caídos, inertes, enquanto eu segurava a cintura dela e metia a pica. Fui devagar pra ela não sentir a pica entrando na buceta muito bruscamente. Ela só mexia o quadril, orientando a vagina pro meu tronco entrando.

Francis era uma mulher firme, ainda que tivesse alguns anos a mais que a irmã Magda. Tinha um corpo melhor que o dela. Magda tinha descrito bem: era mais magra que ela. De costas, dava pra ver a coluna fazendo um sulco que brilhava com o suor. Os peitos eram maiores que os da irmã, caíam sobre o lençol, pesavam mais e desciam uns centímetros, mas não chegavam a descansar na barriga. Já os bicos dos peitos eram mais salientes e ásperos. Mas a bunda era a melhor qualidade dela. De onde eu estava, admirava as curvas que o quadril formava: eram perfeitas, e as nádegas, altas e duras. Só se juntavam ao se unirem com os lábios da buceta. A única coisa que Magda ganhava de Francis era na buceta: a mais nova tinha ela fechada, os lábios menores quase não apareciam, enquanto os de Francis eram dilatados, enrugados e escuros.

Por um lado, isso era bom pra mim, porque era só encostar a cabeça da pica entre eles e me ajudava a entrar nela, já que se abriam suavemente quando eu pressionava. Eu gostava da vista que tinha da bunda até a nuca, porque a cabeleira de Francis estava separava em duas, via as tetas dela balançando pra frente e pra trás sem quase deformar, lembrei que Francis já tinha gozado duas vezes e de um jeito brutal, agora eu merecia, com a paisagem que eu via e meu pau entrando e saindo na buceta da mina a temperatura subiu e logo senti meus ovos querendo esvaziar. Ouvi que Magda já tinha gozado também e continuava trepando com meu amigo, eles tinham um ritmo mais relaxado mas nem por isso menos gostoso. Considerei que já tinha ganhado uma boa gozada naquela buceta tão molhada e acelerei e me concentrei no prazer daquela buceta. De repente, quando já tava na reta final, Francis se mexeu e tirou o pau, virando pra mim com um olhar aterrorizado. O que você tá tentando fazer, Pepe? Pois o que você tá imaginando, ia gozar, você é tão gostosa que ia te encher de porra. Nada disso, nem tenta, é impossível. Como, por que não? Só é gozar dentro da sua buceta, você vai adorar. Nem pensar, não pode. Pois... olha como você me deixou, posso dar um jeito. Como quiser, mas na buceta nem pense. A mina virou como tava antes, com a bunda pra mim e as costas curvadas, tinha cortado um pouco a ejaculação mas decidi recomeçar, enfiei de novo na buceta, tirava e passava entre os lábios, ela tava de boa porque não sentia minha cabeça cheia o suficiente pra gozar, mas depois de lubrificar a cabeça, apontei pro cu, só apontei e empurrei de leve, a reação foi na hora, ela deu um pulo e virou pra mim toda indignada, mas o que você pensou? Por aí nem sonha, isso nunca. Mas mulher, se não tem problema, deixa eu te mostrar. Isso nunca vai acontecer, como você teve essa ideia? Sem mais, ela se levantou e foi pro quarto da irmã, eu segui ela com cara de não entender nada, sua Minha irmã e meu amigo se assustaram quando nos viram entrar, não esperavam a gente, não que fosse um problemão, mas tinha um acordo não dito de manter certa privacidade. O que foi, Francis, aconteceu alguma coisa? Claro que aconteceu, o Pepe quer enfiar o pau gordo dele no meu cu.

Magda, sem dizer nada, se afastou um pouco do meu amigo, mostrando que ele já estava metendo o pau no cu dela naquele exato momento. Francis ficou horrorizada, a visão do pau do meu amigo entrando e saindo limpinho no cu da Magda a chocou, mas o que mais pegou foi a naturalidade e a cara de prazer que a irmã fazia ao sentir aquela estaca se enterrar entre as nádegas. Magda, como é possível que você esteja fazendo o que estou vendo, não acredito. Por que, Francis? Não me diga que você nunca experimentou isso, não sabe o que está perdendo. De jeito nenhum, nunca vou deixar enfiarem nada aí, é antinatural. Desculpa o que vou te dizer, Francis, mas nunca pensei que você fosse tão reprimida. Não sou reprimida, eu gosto de levar na buceta, mas no cu, nunca. Bom, então vê só, eu adoro. Continua, portenho, enterra teu mastro. Uf, que horror. Por que vocês não ficam aqui na cama com a gente? Tem espaço pra mais dois, e aí você vai ver como entra e sai me dando um puta prazer. Tá, mas quero que meta na buceta, hein? O que você preferir.

Magda me perguntou com o olhar, e eu olhei pro meu amigo pra ver se ele se importava, nessa altura já tava tudo fodido pra gente. Coloquei a Francis do lado da Magda, que estava de joelhos num tapete no chão com o corpo apoiado no lençol. Eu e meu amigo, de pé atrás delas, metíamos cada um no buraco autorizado. A Francis parecia se sentir mais segura ao lado da irmã, que estava se esbaldando com um pau de respeito, tanto que gozou pra caralho. A irmã pegou na mão dela e... aguentou enquanto os espasmos a sacudiam sem controle, com isso ela sentiu um pouco do prazer através das tremedeiras que dava, continuamos entrando e saindo cada um com sua parceira até que chegou a hora do meu amigo gozar. Magda se virou e olhou como estava o problema respiratório dele, ele tinha feito um bom trabalho e estava ótimo, e deu sinal verde, ele segurou nos quadris dela e se enterrou dando várias sacudidas elétricas, Francis olhava de canto mas não estava convencida, por enquanto se sentia mais segura com meu pau na buceta dela, mas quando minha cabecinha pediu pra explodir ela percebeu pelas pulsações que sentia no útero, quando comecei a acelerar ela começou a gritar e a irmã dela se alarmou, eu fiquei estranho igual meu amigo. O que que tem Francis, você tá me deixando louca, tá vendo como eu gozei com o pau no cu enquanto você tá recebendo as investidas do Pepe na buceta como queria e agora também não quer que ele goze na sua vagina. Francis começou a chorar desconsolada com a cabeça apoiada no lençol, a irmã ao vê-la se aproximou sem deixar o pau do meu amigo sair. Não te entendo irmã, a gente conversou várias vezes antes de chegar aqui, te contei que conhecia dois caras com muita experiência que comiam muito bem, não saberia dizer qual é melhor mas te deixei com o Pepe por causa das circunstâncias do amigo dele, o cara se matou pra te comer melhor do que provavelmente ninguém fez antes e você gozou várias vezes, eu também gozei agora mesmo você me viu e eu também, te ouvi pela parede mas agora que o cavalheiro quer finalizar com você você não deixa. Snif snif,… eu sei você tem razão mas é que pelo cu tenho medo, nunca fizeram isso comigo, sempre recusei e na vagina é muito perigoso e ainda mais agora. Como perigoso?, se não tem perigo nenhum, são pessoas saudáveis. Não, o perigo é de engravidar. Você grávida, Você é estéril? Impossível. Não sou estéril, o estéril é meu marido, mas nunca contamos pra ele não se sentir complexado, e dissemos que era eu. E agora estou ovulando. Porra, Francis, podia ter dito, que barbaridade, sempre sentindo pena de você porque não podia ter filhos, e no fundo você pode ser engravidada. Desculpa, tô envergonhada e peço perdão, acho melhor eu ir pra casa. Nada disso, o Pepe não merece isso, eu conheço o Pepe e ele vai saber fazer direito, fica como estava, eu vou te ajudar. Mas vou engravidar… Como vou contar pro meu marido? Não se preocupa, te prometo que ele não vai te engravidar, deixa comigo, confia na sua irmã mais nova.

Francis se ajoelhou no tapete e a irmã passou a mão do púbis até o cóccix, viu que escorria fluido por todo lado, ela estava tão quente quanto eu. Pegou minha pica com uma mão e me reanimou, porque com aquela revelação tinha broxado. Enquanto passava a mão suavemente entre os lábios da irmã, ela chupava minha pica até não caber mais na boca, cuspiu no cu da irmã e molhou de saliva toda a minha glande. Meu amigo colaborava amassando as tetas da Francis, que ela agradecia. Ela ficou com a mão rodeando o ânus da Francis até que ela se entregou aos dedos da Magda. Juntou os quatro dedos fazendo volume, simulando minha cabecinha, e quando ela distendeu as nádegas, me aproximou e trocou os dedos pela minha pica. Ainda ficou passeando minha pica sobre o cu dela, salivando sem parar, e eu ajudava de cima até que ela ficou encharcada de saliva.

Meu amigo sentou na frente dela, acariciava o cabelo, as orelhas e o pescoço. Colocou a pica tão perto do rosto dela que ela ficou vidrada olhando. Magda passava a mão nas costas dela, relaxando, até que a achou calma o bastante e me deu um tapa na bunda. Segurou minha pica apontada pro ânus pra que não escorregasse para a buceta e eu gozasse dentro da ppk dela. Francis percebeu que os dedos da irmã não eram o que tava entrando nela, sacou meio tarde porque meu pau já tava lá dentro, o esfíncter dela apertava pra evitar, mas minha pressão e a saliva não ajudaram, e também não ajudou a rola do meu amigo, que quando ela abriu a boca pra reclamar, enfiou até a metade. A surpresa foi completa: ela tava cheia de pau no cu e na boca. Magda tava na direção da cena, me incentivava a não parar de empurrar até enfiar tudo, e pro meu amigo falava pra segurar a cabeça dela e foder a boca dela. Ela já não sentia mais dor, só prazer, e muito. O diâmetro do meu pau já era aceito pelo esfíncter dela, e os lábios dela, pela rola do meu amigo. A irmã dela tinha acabado de convencê-la, acariciando com uma mão o clitóris e com a outra um mamilo. Ela se levantou um pouco, esticou as pernas e abriu tudo. Aí eu consegui me deitar sobre ela e me deixar cair no cu dela, entrando de vez no reto. Magda soltou a irmã e pegou nos nossos sacos, no meu e no do meu amigo, acariciou, e na mesma hora gozamos os dois. Eu me esvaziei sem medo e sem remorso, enchi ela com todo o sêmen que tava guardado, e meu amigo fez o mesmo. Francis foi engolindo os jatos de porra que meu amigo mandava, sugava com vontade, se sentia segura e, depois do primeiro susto, agradecia à irmã e a mim pela enrabada que eu dei nela. Sentia com gosto meu gozo quente, sabendo que tava protegida. O marido dela continuaria fingindo ser o fértil, embora os espermatozoides dele fossem "mais lentos que cavalo de filme de faroeste", e ela tinha sido comida como nunca. Quando tirei meu pau mole do cu dela, ela se transformou na mulher simpática e provocante de quando chegamos. Nós quatro pelados na cama da Magda ficamos um tempão conversando sobre tudo um pouco. Ela contou um monte de coisas sobre o casamento dela, que não funcionavam por causa da esterilidade do marido dela… até que a gente descobriu ela passando a mão na pica do meu amigo, com a conversa calma que a gente tava tendo, a Magda controlava a irmã dela e deixou ela continuar, quando ela deixou ele duro enquanto ria de um jeito sensual, sentou nele e ficou cavalgando devagar até ter outro orgasmo.

Magda, sem parar de controlar os dois, tinha chupado minha pica e se virou de lado na minha frente, fazendo conchinha, levantou a perna e enfiou minha pica na buceta dela, rebolando a bunda pra mim. O Francis, quando viu que meu amigo acelerou o ritmo, levantou e enfiou a pica dele no cu dela mesma, continuando a se mexer, até sentir ele gozar dentro dela. A Magda continuou se movendo, pegou meus braços e se abraçou com eles, colocando minhas mãos nos peitos dela. Quando sentiu que ia gozar, virou pra mim e falou: "Vou gozar, faz o mesmo dentro da minha buceta, Pepe." "Com prazer, Magda." Continua. Agradeço suas avaliações e comentários, é meu estímulo pra escrever. Obrigado.

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