Se Follaron A Mama En El Hospital

Oi, sou o chanotupapi. Esses dias um leitor compartilhou um relato comigo, muitos já devem ter lido. Só espero um bom comentário e um ponto se você realmente gostou.


Nunca gostei de hospitais, mas nunca imaginei que em um deles aconteceria uma das piores experiências da minha vida. Com certeza, desde aquele dia, faço de tudo para não ter que ficar internado em nenhum hospital.


Naquela época eu tinha 18 anos, me chamo Enrique e estava com uma dor muito forte na barriga, descobriram que era apendicite e que teriam que operar. O caso é que a operação foi bem, meus pais e meu irmão estavam no meu quarto quando acordei, me disseram que eu teria que ficar internado uns quatro dias e que agora iam pra casa preparar algumas das minhas coisas pra esses dias.

A questão é que mal fechei a porta do quarto e ouvi uma voz

Caralho, como sua mãe é gostosa, mano

Puxei a cortina que estava no quarto e vi que quem tinha falado era meu colega de quarto, um negro bem grandão de uns 20 anos ou mais. Nunca gostei de negros, não sei, é algo superior às minhas forças, não me agrada a visão deles e com certeza não gostei nada de saber que teria que dividir o quarto com um deles por 4 dias.

Não respondi nada e o negro voltou a falar.

Não fica aí boiando, cara, só falei que sua mãe é uma gostosa, só isso. Você tem muita sorte de ter uma mãe assim, a minha é uma gorda que é de cair o cu da bunda, hahaha

Não sabia se me sentir lisonjeado ou insultado pelo comentário daquele cara. A verdade é que, por ser minha mãe, nunca tinha olhado pra ela como se olha pra uma mulher. Mas dava pra dizer que minha mãe era uma mulher bem atraente, pele bem branca que contrastava muito com a longa cabeleira loira, tinha um corpo bem torneado e como sempre gostou de usar roupa de garotas mais jovens, dava pra dizer que ela estava bem gostosa até pra um jovem como aquele, a quem minha mãe devia ter uns 20 anos a mais.

O caso é que eu abri a cortina de novo sem dizer nada, não tava afim de conversar com aquele cara, então fiquei vendo TV de boa. Uns 25 minutos depois, entrou pela porta outro cara negro, e esse não veio sozinho, veio com mais um. Eles cumprimentaram ao entrar e começaram a conversar com meu colega de quarto. Pelo que consegui ouvir, eram o irmão e o primo dele, e pela aparência deviam ter mais ou menos a minha idade. Ficaram uma hora mais ou menos, e quando iam embora, esbarraram na minha mãe, que vinha trazer minhas coisas.

Não pude evitar notar como olharam minha mãe de cima a baixo, mesmo sem fazer nenhum comentário. Eles só cumprimentaram e saíram do quarto. Minha mãe tinha me trazido roupas limpas, algumas mudas, o discman e algumas revistas. Quando chegou a hora do jantar, minha mãe teve que ir para casa e eu fiquei sozinho com meu companheiro de quarto, com quem minha mãe aparentemente já tinha conversado, pois ao entrar percebi que ela o cumprimentou pelo nome, que aparentemente era Said.

Acho que ele já estava no quarto antes de eu chegar, e por isso minha mãe o conhecia da época em que esperavam que eu fosse levado após a cirurgia.

Na manhã seguinte, ao acordar, os outros dois caras pretos estavam no quarto conversando com o outro. Eu escutava atento, porque imagino que acharam que eu ainda estava dormindo.

Pois a branquinha de ontem tem uma foda daquelas, hein!

É a mãe desse filho da puta

Jojo, não brinca, caralho, essa puta tá muito gostosa mesmo, com certeza ia adorar experimentar nossos paus

É provável, você sabe que as quarentonas brancas morrem de vontade de uma boa pica que chegue até o fundo

“Bom, para de falar besteira, ela é casada e tem filhos.”

E que porra isso importa, desde quando você se importa se uma mina é casada? O único problema é que eu tô aqui sem poder me mexer e, quando eu me recuperar, esse babaca e a mãe dele já não vão estar mais aqui.

buceta, então a gente comeu ela antes, bem aqui mesmo

Tá louco ou o quê, e que porra a gente faz com o filho?

Então que olhe, haha, talvez aprenda alguma coisa

Logo logo que fdp, com muita coragem

Naquele momento a enfermeira entrou, eu estava de mau humor pra caralho, tinha ouvido tudo, como planejavam foder minha mãe, mas que porra eles pensavam, que uma mulher decente como minha mãe, uma mulher casada ia dar pra 3 negros sujos desconhecidos no quarto do próprio filho com ele ali na frente, que uns otários.

Não disse nada, decidi ignorá-los, eram uns pobres ignorantes e quando eu fosse para casa já me encargaria de dizer umas boas verdades pro meu colega de quarto.

O dia transcorreu normalmente até que no meio da tarde tive uma briga com meu companheiro sobre o que assistir na TV, a discussão foi bem pesada e chegamos a nos xingar, a enfermeira entrou e disse para nos acalmarmos ou teria que chamar o médico, o caso é que fizemos isso e o negro me disse umas últimas palavras.

Você vai pirar, branquelo, vai ver. Vai sair daqui choramingando feito uma criança, haha.

Não dei muita importância e acabei dormindo, quando acordei minha mãe estava no quarto, mas do lado do Said, estava conversando com ele e sem saber muito bem por que decidi voltar a fingir que estava dormindo, tinha os fones do disman colocados mas desligados e podia ouvir tudo que eles diziam.

Pude perceber que minha mãe estava bem vestida, usando um vestido preto, de uma peça só.

A parte de cima era tão justa que parecia mais uma segunda pele, marcando sua cinturinha de pilão e realçando seus peitos, já que ao deixar quase toda as costas à mostra ninguém podia duvidar da autenticidade do que ela ostentava na frente.

A parte de baixo não era larga, mas também não era curta, ela estava sentada e conversando com Said.

Eles estavam falando de coisas normais até que Said disse para minha mãe

Você já viu um pau preto?

Minha mãe riu, chamou ele de sem-vergonha, mas levou na brincadeira e Said disse.

Não ri, tô falando sério, certeza que você nunca viu uma, ia ficar surpreso.

Minha mãe não ficou atrás e respondeu pra ele:

Menos arrogância, Said, eu já tenho uma certa idade e vi muita coisa na minha vida, conheço as histórias sobre os negros, mas não passam de mitos, haha

Minha mãe era uma mulher forte e decidida e tinha mostrado ao Said que não ia ficar corada por falar de paus.

Ele disse de novo, atacando: "Então, histórias, é? Pois você vai se foder.

Pude ver como, sem cerimônia nenhuma, Said abaixou a calça do pijama e tirou o pau pra fora na frente da minha mãe.

“Agora que você está falando do meu pau, ele é grande ou não?”

Fiquei surpreso com a atitude da minha mãe que, em vez de encerrar a conversa, deu uma risada alta e disse ao Said que não estava nada mal. A verdade é que, olhando com atenção, pude ver que o pau do Said, mesmo relaxado, tinha um tamanho considerável. Não sei dizer exatamente quanto, mas para estar mole, era bem grande. Realmente, vendo aquilo, dava pra pensar que as histórias sobre os negros têm um fundo de verdade.

Minha mãe, mesmo tentando disfarçar, parecia surpresa, e eu fiquei ainda mais chocado quando vi que, depois de me observar e achar que eu ainda estava dormindo, ela perguntou ao Said...

Posso tocar ela?

Mas que buceta era aquela, tipo minha mãe queria pegar na pica daquele cara, pensei em fazer que acordava para parar tudo aquilo mas algo me impulsionou a continuar fingindo que dormia, queria ver até onde a coisa ia, não sabia naquele momento o quão enganado eu estava.

Claro que o Said largou, foi ele mesmo que guiou a mão da minha mãe até o pau dele. Mamãe agarrou como quem segura um cabo e manteve firme por alguns segundos, apalpando bem, sentindo o pau na mão. O Said disse pra minha mãe que se ela mexesse, ia crescer muito mais. Mamãe não duvidou, nossa senhora, começou a menear o pau do Said de cima pra baixo, que putaria, ela estava fazendo uma punheta naquele negro. Minha mãe ficou masturbando aquele porco até que o Said reagiu e o pau dele foi crescendo na mão dela. Mamãe ficou alucinada, o pau do Said virou um trabuco negro de uns 22 cm e, enquanto ele sorria, minha mãe não conseguia soltar nem tirar o olho dali.

Said disse:

Se quiser, você também pode experimentar.

Isso já era demais e a mamãe se opôs.

Você tá maluco, isso já foi longe demais, já deixou de ser brincadeira. Sou uma mulher casada, isso é uma bobagem e acabou.

Mas Said insistiu

Vem cá, senhora, você tá querendo e não pode me dizer não. Enfia meu pau na boca, sente ele aí dentro, você vai adorar. E não se preocupe com seu filho, ele tá dormindo e ninguém vai contar nada pro seu marido. Se solta e chupa, você vai ver como vai gostar.

Eu estava quase parando tudo, mas antes de fazer isso, mamãe se inclinou sobre o pau do Said e o enfiou na boca, começando a chupá-lo como se fosse sua sobremesa favorita. Mamãe chupou o pau do Said com gula, sorria e olhava nos olhos dele enquanto chupava seu pau, sem deixar de me dar uma olhada para verificar que eu continuava imóvel na cama.

Começou pelos ovos, até engolir metade e chupar rapidamente, não conseguia engolir mais porque sua boca não dava conta, estava chupando o pau do Said quando os outros dois negros entraram no quarto.

Olha essa branquinha, como ela adora um sorvete de chocolate

hehe, parece que ela é uma amante de bananas negras

Mamãe tirou o pau da boca e ficou muito nervosa, mas tanto o irmão de Said quanto seu primo abaixaram as calças e mostraram dois paus enormes e bem duros, do tamanho do de Said e até maiores.

Não se preocupe, senhora, aqui tem paus para curtir até o fim da tarde.

Pensei que a mamãe ia cair fora dali, mas me enganei. A mamãe estava com tesão, molhada, soltinha e, claro, não pensava em ir embora sem foder com o Said. Se pra isso ela tivesse que chupar mais duas picas, ela faria – e claro que fez.

Mamãe se ajoelhou diante del caralho del casal e começou a masturbá-los e lamber suas glandes, alternando entre um pau e outro, chupando desde o tronco até a base como se fossem picolés, outras vezes colocava o pau sobre seu rosto e com sua língua brincava com as bolas daqueles garotos, que certamente eram proporcionais aos seus paus, pois mamãe conseguiu colocar apenas uma das bolas daqueles caras na boca e quando as duas bolas entravam em sua boquinha ela quase se engasgava.

Começou devagar até que os membros foram ficando duros, depois deu uma chupada como para que eles gozassem rapidamente, mas não conseguiu o objetivo.

Intensifico as sucções cada vez mais, misturando com lambidas ao longo daqueles troncos longos, observando como os caras estavam curtindo aquilo. Um deles pegou ela pela nuca e começou a mover a cabeça dela no ritmo que quis, mamãe estava empalada pelo pau daquele negro.

Eu ia chupando, passando de um pau para o outro, de joelhos, agarrada nos dois cacete como se tivesse medo que eles escapassem. Se meu pobre pai ou meu irmão tivessem entrado no quarto, teriam se deparado com um cenário desolador e humilhante para eles.

Minha própria mãe, uma mulher branca e decente, submetida aos caprichos daqueles negros sujos diante dos quais minha mãe estava ajoelhada engolindo os paus deles um atrás do outro, como Said não podia sair da cama ele ficava se masturbando e gritando incentivos pra minha mãe enquanto curtia o espetáculo.

Muito bem, senhora, assim, assim, engole elas até o talo, chupa bem para entrarem melhor.

Esse comentário me tocou fundo, eu quase não tinha considerado isso até aquele momento, mas estava claro que iam foder minha mãe.

Eles terminaram de se despir e ajudaram minha mãe a fazer o mesmo, trancaram a porta para ninguém incomodar e tiraram o sutiã e a calcinha da minha mãe, jogando-os em cima da minha cama. Nunca tinha reparado, mas minha mãe ficava ainda melhor pelada, estava simplesmente gostosa, com uns peitos ainda firmes, uma bunda empinada e uma bucetinha bem cuidada.

Enfiavam os dedos na buceta dela, que estava toda melada, e entre um pau e outro, a puta safada, como nunca imaginei, disse: "quem vai ser o primeiro a me comer?

Said disse que ele tinha que ser o primeiro, já que era ele quem estava doente e eles tinham que ajudá-lo a foder minha mãe, então pegaram a mamãe e a levantaram sobre a cama, mamãe ficou de cavalinho e foi sentando aos poucos na pica do Said, no início foi difícil mas quando encontrou o caminho deslizou fácil de tão cachorra que estava.

Aí eu me mexi, fiz de conta que ia chamar a enfermeira, mas o primo e o irmão do Said me seguraram e pegaram o controle. Naquela situação, eu tava indefeso, não conseguia me mexer de tanta dor e não podia pedir ajuda. Mas aquilo tava me matando, tinha ido longe demais. Eles taparam minha boca e, quando minha mãe percebeu que eu tinha acordado, ela quase chorou, mas mesmo assim não parava de pular que nem uma louca na rola do Said. Os peitos dela balançavam no ritmo das enfiadas, e nem ver o próprio filho presenciando tudo foi o bastante pra parar aquela putaria.

Desculpa, amor, não olha, por favor, não consegui segurar.

Said deu uma risada.

Já te avisei, otário. Olha como eu fodo a sua mãe, olha bem como ela curte uma pica preta boa.

Eu choramingava impotente enquanto Said fodia selvagemente com a minha mãe, ela estava se comportando como uma verdadeira puta, sem se importar que eu pudesse estar sofrendo.

Os lábios vaginais da mamãe começaram a inchar com o pau do Said e cada vez que ele roçava no clitóris, ela sentia espasmos de novo.

Said começou a empurrar cada vez mais forte, o pau do Said estava todo dentro da mamãe, ele ficou parado por uns momentos exclamando com prazer "Que bucetinha branca gostosa, está bem apertadinha e quentinha".

Os movimentos se transformaram em enfiadas furiosas até que Said começou a gritar "Vou gozar, vou gozar, vou gozaaaaaar!", vi como ele cerrou os dentes e jogou a cabeça para trás, fechando os olhos.

Por dentro, a gostosa deve ter sentido um jato de líquido quente que a inundou com pressão.

Então eles tiraram a mamãe da cama e a colocaram de quatro no chão do quarto. Quando o irmão de Said ficou pronto, ele penetrou minha mãe por trás. Mamãe gemeu enquanto os outros assistiam. O irmão de Said continuou metendo nela e ao mesmo tempo ficava brincando com as pernas dela, abrindo e fechando, levantando e abaixando, segurando firme nos tornozelos. Em um desses momentos, o pau do primo de Said entrou na boca da mamãe.

Desculpe, senhora, mas eu sou o último e enquanto isso tenho que me contentar com alguma coisa",

“Mmhhh, mmmh” foi tudo que a mamãe conseguiu responder, o primo do Said se movia como se estivesse fodendo a boca dela, ela não precisava fazer nada, o pau entrava e saía da sua boca sem esforço.

Eles ficaram assim por 10 minutos até que o primo Said saiu da boca da minha mãe e sentou na cama do primo, depois chamou minha mãe que ainda estava transando com o irmão do Said, agora era a vez dele.

Eu seguro firmemente seu pau ereto apontando para cima, então ela se posiciona de pé de costas para ele, e ele aproveita para massagear seus quadris e suas nádegas grandes e empinadas.

Agora comece a sentar, senhora.

Mamãe tentou obedecer e se agachou para trás tentando sentar, o negro envolveu sua cintura com um braço e seu abdômen plano, puxando-a gradualmente para ele. Chegou o momento em que mamãe sentiu sua cabeça quente roçando na sua buceta, ela parou um pouco enquanto sentia ele posicionando o pau da maneira certa.

Mamãe se agachou um pouco mais e sentiu a pressão do órgão nela. A ponta da cabeça tentava entrar, o próprio peso da minha mãe fazia aquele instrumento deslizar para dentro até que ela o teve todo dentro. Seguindo suas instruções, mamãe começou a subir e descer lentamente. O amante da vez fez o mesmo, movendo também de cima para baixo seus quadris.

De vez em quando ele pedia para ela parar e rebolar em círculos. O garoto aproveitou a posição para apalpar os peitos e as coxas da minha mãe, chegando até a enfiar um dedo nela enquanto continuava a penetração.

Ele tirou o pau da buceta por um instante, ficou de pé sobre o corpo dela com um pé de cada lado dos quadris, a uma certa distância abaixo dela, seu sexo vibrava à espera de grandes sensações. Segundos depois, começou a sentar de cavalinho, enfiando ele dentro.

Então Said, que era o único que tinha gozado dentro da minha mãe, falou já recuperado.

Vem aqui, prima, senta em cima de mim e você mete por trás, deixa esse otário ver como a gente fode a mamãe dele

Ao ouvir aquilo, abri os olhos completamente chocado. Eles iam sodomizar minha mãe na minha frente e ela não fazia nenhum movimento para evitar. Ela mesma sentou novamente no pau do Said e, com o pau bem enfiado, esperou que o primo chegasse por trás.

Mamãe deve ter sentido a cabecinha do pau do primo do Said tentando entrar desesperadamente na sua parte de trás, o cu da mamãe, e ao sentir as enfiadas ele se contraía, fazendo escorregar de volta pra fora. Foram mais de vinte tentativas, até que a pressão começou a abrir o cu da mamãe.

Sem conseguir evitar, a mamãe começou a gritar conforme aquele órgão grosso e comprido deslizava dentro dela. Depois de um bom tempo de gritos e suor, o negro parou, havia introduzido metade e sabia que seria perigoso tentar mais, então começou a tirar devagar o que já havia enfiado. O vai e vem se repetiu várias vezes, devagar, até que a lubrificação permitiu que ele fosse mais rápido. Mamãe parecia desmaiar ao sentir aqueles dois grandes paus entrando e saindo de dentro dela.

Olha aqui, branquelo, olha como eu meto na bunda da sua mãe.

Estamos metendo nela com gosto, tomara que engravide e tenha um macho de verdade.

Você vai ter um irmãozinho negrito

Vamos terminar com chave de ouro, mano, junta aí!" gritou Said.

Vi o irmão do Said se ajoelhar na frente da cabeça da mamãe e esfregar o pauzão dele no rosto dela, até finalmente enfiar na boca da mamãe. As metidas dos três ficaram frenéticas até que nós quatro gozamos muito, e por um tempão eles ficaram trocando de posição até que os três já tinham passado pelo cu da minha mãe, que estava bem arrombado.

Quando terminaram, colocaram mamãe no chão, Said se virou como pôde para se masturbar na frente do rosto dela e seus familiares fizeram o mesmo em pé, gozaram em cima da minha mãe, no rosto dela e alguns jatos de porra entraram na sua boca.

Engole tudo, gostosa, você vai ver que é uma delícia.

O corpo da mamãe estava todo coberto de suor e porra que eles malandros passaram nela pra dar uma última apalpada, depois mamãe tomou banho com os dois familiares do Said no quarto, não consegui ver nada mas dava pra ouvir uns gemidos, então imaginei que mamãe engoliu de novo as picas deles pelos três buracos, depois saíram do quarto juntos.

Eu chorava feito uma criança quando a enfermeira entrou no quarto pouco depois, me perguntou se eu estava sentindo alguma dor e Said respondeu.

Esse menino é um chorão, parece que viu algo que não gostou nada, que mocinha ele é, hahaha

A enfermeira repreendeu a atitude dele, mas eu não tive que aguentar mais. Ela veio me trazer a alta. Se tivesse chegado duas horas antes, não teria sentido a humilhação de ver minha mãe sendo comida e sodomizada por aqueles três negros sujos. Mas já era tarde. Meu pai e meu irmão chegaram no quarto, me disseram que a mamãe não tinha podido me visitar e que me esperava em casa.

Quando saímos do quarto, pude ver que Said tinha um sorriso zombeteiro que quase virou uma careta quando ele falou com meu pai de forma muito educada.

Senhor, desculpe, tenho me relacionado com sua mulher esses dias e estou bem carente. Diga pra ela se ela pode vir me visitar algum dia, por favor.

Meu pobre pai, sem suspeitar de nada, disse a ele.

Não se preocupe, machão, com certeza minha mulher vai aparecer um dia pra te ver.

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